TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»
Quinta-feira, 17 de Abril de 2014
A luta não tem idade

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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014
Benfica 3-1 F. C. Porto

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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A ligação das pensões à economia e à demografia já existe!

«Está neste momento em curso no nosso país uma campanha gigantesca de propaganda do governo, em que muitos media estão a colaborar pelo facto de não informarem de uma forma objetiva os portugueses, visando criar a ideia na opinião pública de que é necessário reduzir as pensões porque só assim é que o sistema seria sustentável. E para isso têm também procurado difundir a ideia que o peso das pensões elevadas é grande e que as pensões não estão ligadas nem à economia nem à demografia. Ora tudo isso é mentira.»

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Terça-feira, 15 de Abril de 2014
Actualidade do Manifesto Comunista

   Talvez com uma única excepção, burguesias arrogantes controlam os governos europeus. Os políticos que as representam são neoliberais, social-democratas domesticados, ou saudosistas do fascismo. Neste contexto histórico tão sombrio, ao reler o Manifesto Comunista, concluí que não perdeu actualidade.

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publicado por António Vilarigues às 12:34
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2014
O milagre económico soviético

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O milagre económico soviético

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O autor não é marxista, nem tão pouco materialista no domínio filosófico.

No entanto, a objectividade da sua abordagem, apesar de insuficiente em vários aspectos e das objecções pontuais que levanta, é um contributo válido para o estabelecimento da verdade histórica.-


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Domingo, 13 de Abril de 2014
Arouca 2-0 Benfica
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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publicado por António Vilarigues às 19:09
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Sábado, 12 de Abril de 2014
Margarida Barbedo integra lista da CDU ao Parlamento Europeu

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Margarida Barbedo integra lista da CDU ao Parlamento Europeu

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publicado por António Vilarigues às 09:58
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2014
Festa do «Avante!» 2014

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Festa do «Avante!» 2014

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publicado por António Vilarigues às 11:11
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Benfica 2-0 AZ Alkmaar
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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publicado por António Vilarigues às 22:06
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Alegria de construir o futuro

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publicado por António Vilarigues às 18:44
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Salário Mínimo Nacional actual é já inferior, em poder de compra, ao de 1974

«Em 1974 foi criado, pela primeira vez em Portugal, um Salário Mínimo Nacional (SMN), tendo o seu valor sido fixado em 3.300 escudos, o que corresponde a 16,50€ na moeda atual.

Se aos atuais 485 €, que continuam a ser desde 2011 o valor do SMN, deduzirmos o efeito do aumento de preços, ele ficaria reduzido apenas a 13,70€, ou seja, com o valor atual do Salário Mínimo Nacional adquiria se em 1974 o que se compraria com o valor em escudos correspondente a 13,70€.

O gráfico 1 mostra a evolução do SMN em termos nominais no período 1974-2013, em poder de compra do SMN de 1974, e o valor que o SMN devia ter em cada ano para manter o poder de compra que tinha o SMN de 1974 no ano em que foi criado.»

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publicado por António Vilarigues às 14:14
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014
Os bruxos estão bem e recomendam-se (3)

   Venderam-nos durante anos a União Europeia como um paraíso económico.

O que temos hoje? Regressão económica, alienação do património do Estado, entrega ao grande capital e ao capital estrangeiro de sectores de importância estratégica para o país, défices estruturais insustentáveis, uma dívida impagável que só nos últimos três anos aumentou em 51 mil milhões de Euros.

Andaram durante anos a anunciar Portugal no pelotão da frente, a acenar com a cenoura da participação no clube dos ricos da Europa.

O que temos hoje? Divergência acentuada relativamente aos países mais ricos da Europa.

Fizeram-se lindos discursos sobre a coesão social e a solidariedade e o que nos mostra a realidade? Um País com os salários mais baixos da zona Euro, um ataque brutal aos direitos laborais e sociais do nosso povo, quase 3 milhões de cidadãos empurrados para a pobreza, degradação e enceramento de serviços públicos, milhão e meio de desempregados.

É esta a amarga realidade que dá, de facto, razão ao PCP e à CDU!

Uma realidade que nos coloca uma exigência ainda maior para inverter este rumo, para efectivar uma real mudança da situação em que nos encontramos.

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publicado por António Vilarigues às 19:25
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Os bruxos estão bem e recomendam-se (2)

      Temos a verdade do nosso lado!

Somos uma força que no tempo certo alertou para a natureza e para as consequências das linhas orientadoras da política de direita e da integração capitalista.

Uma força que quando confrontada com a campanha do celestial processo de integração na CEE/UE chamou a atenção para a destruição do nosso sector produtivo e do endividamento que dele iria resultar.

Uma força que antes da entrada de Portugal no Euro chamou a atenção para o projecto de domínio dos mais fortes sobre os mais fracos que ele significaria.

Uma força e um Partido que, quando quase todos se congratulavam com a assinatura do Tratado de Lisboa, afirmou que ele iria acentuar ainda mais a concentração de poder económico e político num directório de potências liderado pela Alemanha e a políticas de autêntica colonização económica e política.

Somos o Partido que alertou para a gravidade da assinatura do chamado Tratado Orçamental, aprovado nas costas e às escondidas do povo, alertando para o reforçado colete-de-forças que este significaria para Portugal e para o seu desenvolvimento.

A realidade aí está a dar razão ao PCP e à CDU.

Fruto destes anos de política de direita e de 28 anos de integração capitalista Portugal vive hoje um dos períodos mais negros da sua existência.

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publicado por António Vilarigues às 16:28
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Mais de 5.000 agricultores e amigos do mundo rural em defesa da agricultura familiar
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Mais de 5.000 Agricultores e Amigos do Mundo Rural Concentraram-se em Lisboa, a 3 de Abril, numa grande Concentração que superou todas as expectativas.

Apesar das dificuldades económicas e financeiras das Associações  e Agricultores, o enorme esforço que todos fizeram para estar presentes em Lisboa, numa das maiores concentrações de agricultores de sempre, reflecte o desespero crescente que sentem os pequenos e médios Agricultores portugueses.

Delegações de Norte a Sul do país, com especial relevância para a enorme presença de compartes de baldios (Norte. Centro e Trás-os-Montes) e de vitivinicultores durienses, rumaram a Lisboa. Agricultores e cidadãos de vários pontos do país manifestaram-se contra as novas imposições fiscais sobre os pequenos e médios agricultores, contra a proposta de alteração à Lei dos Baldios (que mais não é do que uma tentativa de privatização), a destruição do património da lavoura durienses, entre tantos outros problemas.

As más medidas deste Governo sucedem-se em catadupa, como uma máquina destinada a arrasar por completo as explorações agrícolas familiares e a destruir o Mundo Rural!

Como sempre temos feito e continuaremos a fazer, muito especialmente neste Ano Internacional da Agricultura Familiar, vamos continuar a lutar – sempre com os Agricultores – por outras e melhores políticas agrícolas e de mercados e por outro Governo capaz de as aplicar!

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publicado por António Vilarigues às 09:42
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014
10.º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa

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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014
Benfica 4-0 Rio Ave
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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Domingo, 6 de Abril de 2014
Mão-de-obra mais barata

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O custo da mão-de-obra em Portugal caiu 5,1 por cento entre 2008 e 2013, segundo indicou, dia 27, um estudo do Eurostat.

O gabinete de estatísticas europeias revela ainda que o custo médio da mão-de-obra na zona euro era de 23,7 euros por hora em 2013 e 28,4 euros no conjunto da União Europeia, enquanto em Portugal se cifrava em 11,6 euros, ou seja menos de metade de qualquer das médias europeias.

Afinal parece que os custos com o trabalho não são a causa principal da falta de competitividade no nosso país...

Está visto que a mentira tem perna curta!

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publicado por António Vilarigues às 10:14
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Sábado, 5 de Abril de 2014
O capitalismo é capaz dos maiores crimes

    Uma esclarecedora conversa telefónica foi praticamente silenciada na comunicação social do regime, facto que é igualmente esclarecedor. No início de Março foi colocada no You Tube a gravação dum telefonema entre o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, Urmas Paet, e a Alta Representante da UE para a Política Externa e de Segurança, Catherine Ashton, no rescaldo do golpe de Estado que em Kiev derrubou o presidente eleito da Ucrânia, Ianukovitch. Sobre a autenticidade da gravação não restam dúvidas: foi confirmada pelo próprio MNE estónio. No telefonema, Paet relata à sra. Ashton o que lhe fora dito por Olga Bogomolets, que chefiava os apoios médicos aos manifestantes da Praça (Maidan) da Independência em Kiev, onde dezenas de pessoas foram mortas por franco-atiradores. Segundo o MNE da Estónia «o pertubador é que a Olga disse-me que todos os indícios apontam para o facto de que as pessoas que foram mortas pelos franco-atiradores – dos dois lados, polícias e manifestantes – foram vítimas dos mesmos franco-atiradores, que matavam pessoas dos dois lados. Ela mostrou-me fotos, e afirmou que enquanto médica podia afirmar que as mortes tinham a mesma assinatura, que foram usados os mesmos tipos de balas, e que é realmente perturbador que agora a nova coligação não queira investigar o que na verdade aconteceu». «Existe hoje», continua o ministro estónio Paet, «uma convicção cada vez mais forte de que por detrás dos franco-atiradores não estava Ianukovitch, mas sim alguém da nova coligação».

As afirmações do ministro estónio são claras. Enquanto toda a comunicação social «democrática» procura legitimar o golpe de Estado conduzido pelas tropas de choque fascistas nas ruas de Kiev, acusando o presidente Ianucovitch de ter as mãos manchadas de sangue, um ministro da UE, recém-chegado de Kiev contava à Sra. Ashton que mesmo na Maidan havia outra «convicção cada vez mais forte»: o massacre era obra de provocadores. Mas a sra. Ashton reagiu como a comunicação social: assobiando para o lado. Não foi pela via da UE que se soube do relato do MNE da Estónia. E quando a comunicação social russa chamou a atenção para a gravação, eis como o órgão oficioso da UE reagiu: «Ucrânia: Estónia nega notícia divulgada em ‘media’ russos» (Euronews, 6.3.14). É preciso ler o texto da notícia para saber que «a Estónia confirma a autenticidade da conversa telefónica», desmentindo o próprio título. A conspiração de silêncio sobre factos que questionam toda a «história oficial», num caso cujas consequências podem vir a conduzir a Humanidade para a catástrofe, diz muito sobre a UE e a sua natureza.

Provocação análoga está documentada em imagens dos dias que antecederam o golpe de Estado na Venezuela, em 2002: atiradores da oposição mataram a tiro manifestantes anti-Chávez para logo de seguida acusar o regime de repressão. Há indícios fortes de que o mesmo se passou na Lituânia em 1991, na Bósnia, na Líbia, na Síria e noutros países alvos do imperialismo. Está oficialmente documentado que em 1962 as mais altas chefias militares dos EUA enviaram ao Presidente uma lista de «pretextos que possam justificar uma intervenção militar em Cuba» (a «Operação Northwoods») onde, entre outras provocações sórdidas, se propunha que os EUA desencadeassem «uma campanha de terror […] na zona de Miami, noutras cidades da Florida ou até em Washington […] dirigida contra refugiados cubanos que procuram abrigo nos Estados Unidos» (Avante, 28.12.01). A provocação tem historial antigo. E a mentira belicista também. Para os círculos dirigentes do imperialismo, mesmo a sua tropa de choque é carne para canhão.

É dos últimos dias a divulgação no YouTube doutra conversa telefónica explosiva, entre o MNE turco e o chefe dos serviços secretos desse país, que sugere criar um casus belli com a Síria, através dum falso ataque com mísseis contra Turquia. A Turquia é um país da NATO. Uma eventual guerra aberta entre os dois países poderia conduzir à intervenção militar NATO contra a Síria.

A realidade histórica (distante e recente) comprova de forma brutal que o capitalismo é capaz dos maiores crimes, das maiores mentiras e das maiores provocações, no seu afã de dominar os povos. Não há areia que chegue para fazer como a avestruz.

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2014
Partidos Comunistas e Operários de todos os continentes: «Pela Paz! Não à NATO»!”

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Por iniciativa do Partido Comunista Português e por ocasião dos 65 anos da criação da NATO, Partidos Comunistas e Operários de todos os continentes tornaram hoje pública uma posição comum “Pela Paz! Não à NATO!” que alerta para os grandes perigos que a NATO representa para a paz no mundo e em que se apela ao desenvolvimento da luta pela paz, contra a corrida aos armamentos, pelo fim das agressões e ingerências do imperialismo e pela dissolução da NATO.

Até ao dia de hoje (sendo que as subscrições prosseguem) cerca de 50 Partidos Comunistas e Operários de todos os continentes já subscreveram a posição comum cujo conteúdo, bem como a lista dos partidos subscritores até ao momento, abaixo se reproduz.

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publicado por António Vilarigues às 12:57
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2014
AZ Alkmaar 0-1 Benfica
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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publicado por António Vilarigues às 21:59
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A luta está na rua

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Quarta-feira, 2 de Abril de 2014
A economia paralela na URSS: Como tudo começou
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A economia paralela na URSS: Como tudo começou

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Opiniões que merecem leitura, análise e reflexão mesmo que o autor não parta de concepções marxistas para a análise de aspectos relevantes da história da URSS como é este o caso...
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Amanhã - 14h00m - Príncipe Real - Lisboa - Concentração de Agricultores
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CNA e Filiadas promovem, no próximo dia 3 de Abril, uma Concentração de Agricultores, em Lisboa, em defesa da nossa Agricultura e do Mundo Rural Português.
A iniciativa de protesto começa no Príncipe Real e prossegue depois até à Assembleia da República.
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Há 38 anos: Constituição da República Portuguesa
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Violada todos os dias pelos mandantes e pelos executantes das políticas de quinze anos de Euro, de vinte sete anos de integração capitalista na UE e de trinta e sete anos de políticas de direita, em permanente confronto com a Constituição da República e de ajuste de contas com o legado e os valores da Revolução de Abril.

Defendida pelos trabalhadores e pelo Povo.

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Terça-feira, 1 de Abril de 2014
Por uma Palestina unida, livre, independente e soberana

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No passado dia 29 de Novembro de 2013, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução onde se proclama 2014 como Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Reiterando o conjunto das resoluções tomadas sobre a matéria, que reconhecem unanimemente a legitimidade das aspirações nacionais do povo palestino, e reafirmando o compromisso permanente da Nações Unidas em relação à questão da Palestina em todas as suas vertentes, e até que uma solução conforme com a legitimidade internacional seja alcançada, a decisão da Assembleia Geral da ONU comporta um apelo à comunidade internacional, à opinião pública em todo o mundo para que se mobilize no reforço e alargamento da solidariedade com a luta do povo palestino pela sua liberdade, e pela concretização plena dos seus anseios e direitos.

Na qualidade de organização não-governamental reconhecida pelo Comité Permanente das Nações Unidas pelo Exercícios dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino, o MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente - responde a este apelo, reconhecendo a necessidade de ampliar o conhecimento sobre a causa nacional palestina, em todos os planos da intervenção cívica, contribuindo, dessa forma para a afirmação, em Portugal, de uma consciência solidária, comprometida com o respeito pelos direitos humanos e a carta de princípios das Nações Unidas.

Neste sentido, a Direcção Nacional torna público o apelo (anexo) à realização em todo o país, de iniciativas que expressem solidariedade com o povo palestino, no espírito da resolução da Assembleia Geral da ONU, manifestando, ao mesmo tempo, o seu interesse e disponibilidade, com os seus conhecimentos e recursos, para colaborar em todas as acções que sejam promovidas com esse objectivo.

A Direcção Nacional do MPPM

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Segunda-feira, 31 de Março de 2014
Miséria e desigualdades crescem em Portugal

«O INE acabou de divulgar os resultados do “Inquérito às Condições de Vida e Rendimento", realizado em 2013 sobre rendimentos do ano anterior dos portugueses, que revelam um aumento significativo da pobreza em Portugal. Esses dados provam também mais uma vez a falsidade das conclusões do estudo do FMI, analisado no nosso estudo anterior, de que, no nosso país, são os ricos que estão a ser mais atingidos pela política de austeridade.»

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Domingo, 30 de Março de 2014
Braga 0-1 Benfica
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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65 anos da NATO: Pela PAZ não à NATO

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Sábado, 29 de Março de 2014
Sessão Comemorativa: É hoje!

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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Mais pobres e mais desiguais

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Os dados, publicados pelo INE no dia 24 relativos à pobreza e às desigualdades, revelam-nos o lado mais desumano e mais cruel da política de austeridade em curso. Este é o retrato de um país cada vez mais pobre e desigual.

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