TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»
Terça-feira, 3 de Março de 2015
Contribuintes europeus não podem subsidiar complexo militar-industrial de Israel

Forca_aerea_israel_2012Tanques Gaza 2012-11-20

Crianças Palestina Julho 2014

Numa altura em que países europeus estão sujeitos a asfixiantes medidas de austeridade, a União Europeia prepara-se para encaminhar o dinheiro dos contribuintes para apoios ao complexo industrial-militar-científico de Israel ao abrigo do programa Horizonte 2020.

O Programa Quadro Comunitário Horizonte 2020 é um dos mais ambiciosos a nível mundial e dispõe de um fundo de mais de 77 mil milhões de euros para apoiar a investigação e o desenvolvimento, no período 2014-2020, em três vertentes: excelência científica, liderança industrial e desafios societários. Na sua qualidade de Comissário Europeu responsável das áreas da Investigação, Ciência e Inovação, competirá a Carlos Moedas a gestão deste importante fundo. Em 8 de Junho de 2014 Durão Barroso e Benyamin Netanyahu assinaram o acordo de adesão de Israel ao programa Horizonte 2020, o que lhe confere os mesmos direitos dos estados membros e dos países associados.

Ler texto integral

 

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Intervenção da Eleita da CDU na Assembleia Municipal de Viseu de 27 de Fevereiro

Filomena Pires Candidata AMV

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Carregal do Sal: «As Mãos de Eurídice»

Cartaz AS MÃOS DE EURÍDICE

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Tratado Trasatlântico (EUA-UE) - uma ameaça contra os trabalhadores e os povos

convite sessao pcp_3marco2015

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Segunda-feira, 2 de Março de 2015
27 de Fevereiro de 1953: 62% de perdão de dívida à R.F.A. ...

Mapa RDA_RFA.jpg   A 27 de Fevereiro de 1953, faz agora 62 anos, foi assinado um acordo em Londres que tem o maior significado. 20 países decidiram perdoar mais de 60% da dívida da República Federal da Alemanha.

Assinaram o «acordo sobre as dívidas externas alemãs» com a R.F.A. os seguintes países: Bélgica, Canadá, Ceilão, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Irão, Irlanda, Itália, Jugoslávia, Liechtenstein, Luxemburgo, Noruega, Paquistão, Suécia, Suíça, Reino Unido, República da África do Sul.

AQUI

 

O tratado foi determinante para o país se tornar numa grande potência económica mundial e num importante aliado dos Estados Unidos durante as décadas da Guerra Fria...

 


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CDU: nas autarquias como no governo

Bernardino Soares_2015-02-28

A tarefa mais importante que temos até às eleições legislativas é a de demonstrar ao povo que temos soluções para o país e de que para elas serem possíveis o PCP e a CDU têm de ter mais força e mais votos; demonstrar que outra política é possível e que os partidos não são todos iguais. Nas autarquias fazemos essa demonstração e o que fazemos nas autarquias estamos em condições de fazer no país.

Aqui em Loures muitos não acreditavam na vitória da CDU, quando nas eleições anteriores o PS atingira 48% contra 28% nossos – mas ela aconteceu. E cá estamos para concretizar uma política alternativa como em todas as autarquias da CDU.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que preferiu cortar nos salários e nas pensões, renegociámos uma parte significativa da nossa dívida – mais de 8 milhões de euros a pagar em dois anos em vez de em dois meses; ao contrário do Governo acabámos com os favorecimentos, renegociámos contratos, reduzimos os gabinetes e as avenças; por isso conseguimos, com mais atividade e menos 5 milhões de euros de receita, diminuir a dívida em 18,6 milhões desde o início do mandato.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que aplicou e mantém o enorme aumento de impostos, as taxas não aumentaram e algumas foram mesmo reduzidas, a água não aumentou e o IMI até baixou ligeiramente em 2015 e vai baixar mais um pouco em 2016.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo, estamos a melhorar os serviços públicos, por exemplo na recolha do lixo e no abastecimento de água – que o PS degradou profundamente – ou no reforço do horário de iluminação pública.

Aqui em Loures, enquanto o Governo privatiza tudo o que pode, impedimos a privatização da água e dos resíduos dos serviços municipalizados no território de Odivelas e vamos impedir a privatização da Valorsul. Já na próxima segunda-feira, por proposta de Loures, em que se juntam todos os outros municípios participantes, vai ser provavelmente aprovada em assembleia geral a exclusão da EGF de sócio da Valorsul, por atos lesivos à sociedade, colocando um pedregulho no caminho da privatização que o Governo já dava como certa.

Aqui em Loures, ao contrário do Governo que corta na educação, investimos em obras nas escolas 1,5 milhões em 2014, com a criação de mais 4 salas de jardim de infância, a diminuição dos regimes duplos de 91 para 54 e a contratação de mais auxiliares.

Aqui em Loures queremos mais investimento e por isso aprovámos um empréstimo de 12 milhões de euros para os próximos dois anos, para aplicar em escolas, na rede viária e na reabilitação urbana. E chegaremos ao final do mandato com menos dívida de empréstimos e menos serviço da dívida bancária em cada ano. Já o Governo, apesar de cortar radicalmente no investimento, aumentou brutalmente a dívida e paga cada vez mais juros.

Aqui em Loures acordámos com os sindicatos as 35 horas, enquanto o Governo continua teimosamente a querer impor as 40 horas com prejuízo para os trabalhadores e para os serviços públicos. Ao contrário do Governo, que despede, abrimos concursos para mais de 50 trabalhadores.

Ao contrário do Governo estamos de cara levantada perante a população...

 


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Um modelo que gera o atraso e o endividamento do país

«Um mito difundido pela "troika" e pelo governo PSD/CDS é que a recuperação da economia e o crescimento económico em Portugal é só possível se se basear nas exportações. E com base neste mito pretende-se justificar a politica de austeridade e, indiretamente, também a politica de baixos salários, e mesmo de redução de salários, pois só assim é que se aumentaria a competitividade das empresas portuguesas, condição necessária para que as exportações cresçam. Este mito foi depois propagandeado acriticamente pelos defensores do governo nos media e por alguns comentadores, como um da SIC, criticado por Manuela Ferreira Leite, que apresentou um gráfico em que comparava, para mostrar o êxito do governo, o saldo da Balança Corrente de Portugal (positivo) com o dos EUA (negativo) ignorando as diferenças abissais que existem entre estes dois países e os graves problemas económicos e sociais de Portugal. A própria realidade se encarrega de destruir tal mito, como mostram os dados do INE do quadro 1.»

 


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Domingo, 1 de Março de 2015
Porto - 7 de Março - debate sobre «Justiça Democrática e Direitos do Cidadão»

convite_apelo 2015-03-07

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Consulte os nossos Sítios na net: AQUI e AQUI

 


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7 de Março - Jornada Nacional de Luta

CARTAZETE_2015-03-07


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Sábado, 28 de Fevereiro de 2015
Benfica 6-0 Estoril
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 

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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015
A Grécia, a União Europeia e a luta

Manifestação_kke_2012

Se há conclusão a retirar do processo dito de «negociação» entre a Grécia e a União Europeia, que terminou com um compromisso entre o governo grego e as «instituições», é que o que se passou foi tudo menos uma real negociação. Foi um inaceitável processo de chantagem que usou a fragilidade e dependência grega gerada pelas políticas da União Europeia para forçar, no essencial, o mesmo rumo e as mesmas opções políticas de fundo que levaram a Grécia à situação em que hoje está. Políticas que visam essencialmente defender os interesses do grande capital e das principais potências capitalistas na Europa utilizando os instrumentos de domínio da União Europeia, mormente o euro.

 


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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015
Dívida aumentou 5,2 mil milhões

ladrao.jpg    A dívida das administrações públicas fixou-se em 128,7 por cento do PIB em 2014, acima do verificado em 2013 e da meta fixada pelo Governo para o ano passado.

Segundo números do Banco de Portugal, divulgados dia 23, a dívida pública alcançou os 224 477 milhões de euros em Dezembro de 2014, um aumento face ao final de 2013, quando atingiu os 219 225 milhões de euros.

Excluindo os depósitos da administração central, a dívida fixou-se em 206 971 milhões de euros em Dezembro do ano passado, contra os 201 245 milhões de euros registados em 2013.

 



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Alegria de lutar pela escola de Abril

Avante 2152     para visualizar clique aqui

 


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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015
Concentrações para a Manifestação de 7 de Março

Folheto 2015-03-07

Concentrações para a Manifestação de 7 de Março

 


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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015
Câmara de Lamego: O Inverno do nosso descontentamento

CM Lamego1

 Câmara de Lamego: O Inverno do nosso descontentamento

 


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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015
Causas da degradação da administração pública em Portugal

 

«A degradação crescente dos serviços públicos prestados à população é visível já para a opinião pública.

Cerca de 1.700.000 portugueses estão sem médico de família reconheceu o próprio ministro da Saúde já em 2011. Nos hospitais, o número de mortes por falta de assistência médica multiplicam-se e diretores de serviço de vários hospitais (S. João, Amadora-Sintra, Santa Maria) demitem-se por falta de condições de trabalho. Enfermeiros e Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica fazem greve devido à falta de condições de trabalho e a insuficiência de profissionais face à carga de trabalho.

Nas escolas, onde já faltam 6.000 auxiliares de educação, os que estão em funções fazem greve por melhores condições de trabalho.

No IMT, por falta de funcionários, chega-se a levar cerca de um ano para renovar uma simples carta de condução.

Os sindicatos da Função Pública decidem realizar uma greve nacional dos trabalhadores da Função Pública no dia 13 de Março 2015 em defesa dos serviços públicos prestados à população e por melhores condições de trabalho.

Os exemplos da degradação crescente dos serviços públicos podiam-se multiplicar mas os apresentados já são suficientes para mostrar a situação a que se chegou em Portugal consequência da politica da “troika” e do governo PSD/CDS. Perante esta ataque à dignidade e à vida dos portugueses e ao país, só quem nunca soube ou sabe o que é a dignidade, só os que se habituaram a serem submissos e estar do lado que sopra o vento do poder (“os que querem ser mais alemães do que os próprios alemães”), é que poderão dizer que os portugueses nunca foram atingidos na sua dignidade pela “troika”.

Neste estudo vamos mostrar, utilizando dados oficiais, alguma das causas desta degradação profunda dos serviços públicos em Portugal.»

 


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Álvaro de Campos: Ora porra!

Fernando Pessoa _caricatura

Fernando Pessoa _caricatura1

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)
 

Ora porra!


Ora porra!

Então a imprensa portuguesa é

que é a imprensa portuguesa?

Então é esta merda que temos

que beber com os olhos?

Filhos da puta! Não, que nem

há puta que os parisse.

 

Álvaro de Campos - Livro de Versos. Fernando Pessoa. (Edição crítica. Introdução, transcrição, organização e notas de Teresa Rita Lopes.) Lisboa: Estampa, 1993. - 22.

adaptado de um e-mail enviado pelo Cid

 


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Domingo, 22 de Fevereiro de 2015
Festa do «Avante!» 2015

2015_cartaz_festa_avante

 Festa do «Avante!» 2015

 


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UPP: «Nómadas e Sedentários na Ásia Central»»

UPP Nomadas e Sedentários

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Sábado, 21 de Fevereiro de 2015
Moreirense 1-3 Benfica
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 

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Portugal não é a Grécia: Dívida pública continua a crescer

endividamento_nacional.jpg

  • A dívida pública portuguesa deverá ter superado as previsões do Governo para 2014, situando-se entre os 127,9 e os 128,7 por cento do Produto Interno Bruto.
  • De acordo com as previsões da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), divulgada dia 13, a dívida pública portuguesa «ascendeu a 224,5 mil milhões de euros no final de 2014, um valor que em termos nominais ficou acima do previsto» e que, a confirmar-se, «representa um aumento de 5,3 mil milhões de euros em termos nominais face ao final de 2013».
  • A estimativa recorda que a última previsão oficial, incluída no Orçamento do Estado para 2015, apontava para um rácio com o PIB de 127,2 por cento.
  • Ora, «para que a previsão do Ministério das Finanças ainda se pudesse concretizar (...) seria necessário um aumento do PIB nominal face a 2013 superior a três por cento, cenário que não é entendido como provável».
  • A UTAO constata que a dívida pública aumentou entre 2013 e 2014 ao contrário das previsões do Governo que antecipavam uma trajectória de queda.

O que nos vale é que Portugal não é a Grécia...

 


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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015
Ucrânia: Raízes da guerra

Mapa ucrania.jpg

Para compreender a situação é necessário ter presente duas dinâmicas.

Uma que se inicia em Novembro de 2013 com a recusa da Ucrânia em assinar o acordo de associação com a União Europeia. A partir daí desenvolveu-se uma imparável escalada de ingerências externas e subversão, a reabilitação e apoio a forças fascistas e a perseguição dos comunistas, a imposição em Kiev de um governo títere ao serviço das grandes potências imperialistas, a brutal repressão no Sudeste do país da generalizada rejeição popular do governo golpista provocando milhares de vítimas, um dramático fluxo de deslocados e refugiados, e crimes terroristas como o assalto de 2 de Maio à Casa dos Sindicatos de Odessa.

A outra, a cavalgada do imperialismo para Leste na sequência da desagregação da URSS e das derrotas do socialismo, cavalgada em que UE, NATO e EUA cooperam (e rivalizam) para liquidar até aos alicerces tudo o que décadas de socialismo haviam conquistado, destruir o potencial económico e assenhorear-se dos mercados destes países, avançar os dispositivos da NATO até às fronteiras da Rússia cujo poderio económico e militar, nomeadamente nuclear, os EUA procuram por todos os meios destruir. Da anexação da RDA à destruição da Jugoslávia, feitos em que a Alemanha foi o principal protagonista, tudo tem sido feito para afastar qualquer resistência. A Ucrânia é o mais recente exemplo disso.

 

Bandeira Ucrania.jpg

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E também

Escudo Ucrania.jpg



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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015
Governo mentiu aos portugueses para tentar justificar opção de privatização da TAP!!!

tap_aviao_2012

O Estado nunca esteve, e não está, impedido pela União Europeia de capitalizar a TAP.

 

A confirmação – que comprova que o Governo português invocou um falso pretexto para justificar a opção de privatização da TAP - surge da resposta da Comissão Europeia (CE) a uma pergunta de João Ferreira, deputado do PCP no Parlamento Europeu (PE) à CE sobre os casos de capitalização de companhias aéreas públicas, por parte do accionista (Estado), desde o ano 2000 na União Europeia (UE), pergunta em que solicitou informações sobre quais as companhias, Estados-Membros e montantes envolvidos nesses casos.

Em resposta, a Comissão afirmou ter avaliado nos últimos 15 anos 11 casos de capitalização de companhias aéreas públicas, pelos respectivos Estados, no quadro das regras em matéria de auxílios estatais. Referiu ainda que três desses casos estão actualmente pendentes, disponibilizando também a informação solicitada pelo deputado comunista sobre os Estados-Membros, as companhias e os montantes envolvidos nos casos já encerrados, onde não consta qualquer menção à TAP nem a capitalizações feitas à empresa pelo Estado Português.

Para os deputados do PCP no PE, a conclusão que se retira desta resposta é que 10 Estados-Membros da UE capitalizaram as suas companhias aéreas nos últimos 15 anos, num total de ajudas que ascende aos dois mil cento e dezanove milhões de euros.

O Estado português invocou a ilegalidade de uma possível ajuda de estado à TAP para justificar, administrativamente, a sua opção política de privatização da empresa. Ora, o artigo 108 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) prevê a aplicação de auxílios estatais em circunstâncias excepcionais, tal como se verificaram nos últimos 15 anos relativamente a auxílios estatais a companhias aéreas de 10 Estados-Membros, alguns deles com grandes semelhanças ao caso português. Ou seja, e independentemente da legitimidade da Comissão para “permitir” ou “impedir” auxílios estatais a sectores estratégicos essenciais para a defesa da economia e soberania nacionais – legitimidade que como é sabido o PCP contesta – o que sobressai desta resposta da Comissão Europeia é que o Governo português nunca esteve interessado em auxiliar a TAP, uma opção só justificada com uma decisão tomada previamente: entregar a companhia aérea de bandeira portuguesa aos privados, nomeadamente ao capital estrangeiro.

 


 

Pergunta com pedido de resposta escrita E-010863/2014 à Comissão

 

Artigo 130.º do Regimento

João Ferreira (GUE/NGL)

Assunto: Capitalização de empresas públicas do sector da aviação

Solicito à Comissão Europeia que me informe sobre quantos casos de capitalização de companhias aéreas públicas, por parte do despectivo acionista (Estado), tiveram lugar desde o ano 2000 na União Europeia.

  1. Quais as companhias e os Estados-Membros em causa?
  2. Quais os montantes envolvidos?

 

Resposta dada por Margethe Vestager em nome da Comissão

 

Desde 2000, a Comissão avaliou 11 casos de capitalização de companhias aéreas públicas, pelo Estado, no quadro das regras em matéria de auxílios estatais. Três desses casos estão atualmente pendentes.

O quadro em anexo mostra os Estados-Membros, as companhias e os montantes envolvidos nos casos já encerrados.

 

Annex to PQ E-010863/2014

Member StateCompanyAmount of capitalisation by the State
Italy Alitalia up to EUR 766 million
Cyprus Cyprus Airways CYP 9.8 million (c. EUR 17 million)
Austria Austrian Airlines EUR 500 million
Hungary Malév HUF 40.1 billion (c. EUR 145 million)
Malta Air Malta EUR 130 million
Czech Republic Czech Airlines CZK 2.5 billion (c. EUR 100 million)
Spain Spanair EUR 20.5 million
Latvia AirBaltic LVL 57.6 million (c. EUR 81.5 million)
Slovenia Adria Airways EUR 65.2 million
Poland LOT Polish Airlines PLN 804.3 million (c. EUR 200 million)
Cyprus Cyprus Airways EUR 94.3 million

 

AQUI

 


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Não docentes cumprem greve

Avante 2151     para visualizar clique aqui

 


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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015
A importância da teoria

Lenin_CL_Colour.jpg

«Sem teoria revolucionária não pode haver também movimento revolucionário»

 


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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2015
Portas – propaganda enganosa e ainda pior

Paulo Portas_caricatura

 Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

O vice primeiro-ministro Portas, dito de tutela às questões económicas e à central de intoxicação do Governo, voltou esta semana ao recorrente foguetório da propaganda enganosa, com a subida das exportações do país de 1.9% em 2014, escamoteando que as importações cresceram 3.2% e que o défice da balança de comércio externo atingiu 10,6 mil milhões de Euros (!).

Se o preocupasse a economia e a soberania nacional tomaria medidas de apoio à produção e de substituição de importações, mas o que o faz intervir e viajar é a cotação como «reserva estratégica» para todo o serviço dos grandes interesses, é a mediatização da coreografia da sua auto-estima e arrogância pessoal e política – «espelho meu, espelho meu», haverá ministro mais inteligente e mais belo do que eu?!

Portas é perito em politiquices e «banha da cobra», é o «chefe» incontestado e o «alter-ego» do CDS-PP, feito partido unipessoal, no bolso do colete do líder, instrumento da sua ambição de «refundar» e comandar a direita.

O CDS-PP, partido de génese colonial-fascista, a que Abril impôs o «centrismo» e a «democracia cristã», fez um percurso de enxerto ideológico: ultra-liberal, populista, securitário, xenófobo, «fashion». A sua base social – os sectores mais reaccionários da grande burguesia, dos latifúndios e dos grupos financeiros – acolheu a elite «yupie» do «vale tudo», das «causas» «bem», do domínio dos privilégios de classe. E os quadros da agremiação são clones e «tropa de choque» do líder, para quem o próprio partido é descartável, como se viu nos episódios de demissão.

O capitalismo em crise está como se vê, Juncker foi transferido dos crimes fiscais do Luxemburgo para a Comissão Europeia, e a verdade é que Portas tem um apoio colossal do poder económico-mediático (!) e um nível de falta de vergonha nunca visto. Mas, mesmo assim, não deixa de ser muito grave que alguém cujo percurso passou pelos «casos» da Universidade Moderna, da Portucale, dos vistos Gold e dos submarinos, sem que a Justiça concluísse pela sua inocência, mas tão só pela insuficiência de provas, continue vice do Governo deste País.

É uma daquelas coisas a que é imperioso por cobro, e também a este Governo e à política de direita.

 


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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015
Viseu assinalou o 84° aniversário do jornal «Avante!»

2015-02-14 Viseu Avante 8

2015-02-14 Viseu Avante 72015-02-14 Viseu Avante 4

2015-02-14 Viseu Avante 92015-02-14 Viseu Avante 12

Clicar nas imagens para ampliar 

 

Um dia para celebrar 84 anos do «Avante!», dar a conhecer momentos importantes da história do PCP, da história do país

 


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Liberdade de expressão - a manipulação da Comunicação Social

ACR 2015-02-24

 


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Domingo, 15 de Fevereiro de 2015
Benfica 3-0 Vitória de Setúbal
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 

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Indústria fecha ano em queda

Em construção    O volume de negócios da indústria aumentou 0,8 por cento em Dezembro, face ao período homólogo anterior, mas o sector encerrou 2014 a perder 1,2 por cento, face a 2013.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, publicados dia 5, os agrupamentos de bens de consumo e de bens intermédios passaram de reduções de 7,4 e de 5,4 por cento, respectivamente, em Novembro, para aumentos de 2,6 e de 1,2 por cento em Dezembro.

O índice de emprego na indústria apresentou uma variação homóloga de 1,1 por cento em Dezembro, mas os índices de remunerações e de horas trabalhadas caíram 0,2 e 0,7 por cento no mesmo mês.

 

«A dívida pública é sustentável», com crescimento do PIB a 4%, todos os anos e durante 30 anos... (Cavaco Silva dixit)

 


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