TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»
Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
Pensionistas representam um terço da população

reformados_pensionistas_jardim_idosos

O número de pensionistas em Portugal ultrapassa os 3,59 milhões, quase três milhões do regime geral e 613 mil na Caixa Geral de Aposentações (CGA), segundo documentos oficiais, divulgados, dia 17, pela agência Lusa.

A Segurança Social (SS) paga 2 007 120 pensões de velhice, mais 258 448 por invalidez e 718 246 pensões de sobrevivência, que totaliza 2 938 814 pessoas no regime geral, dados actualizados até 5 de Janeiro deste ano.

A CGA regista 613 896 pensões de reforma, sobrevivência e outras, pagas a pensionistas da Administração Pública. Somados aos do regime geral totalizam 3 597 710 pensionistas, segundo cálculos da Lusa.

«O Sistema Público de Segurança Social, universal e solidário, é uma grande conquista de Abril consagrada na Constituição da República.

Trata-se de um sistema muito jovem que, ao contrário do que afirmam os seus detractores e inimigos, não está ultrapassado.

A Segurança Social esteve sempre no centro de um forte ataque por parte de certas forças e sectores políticos e sociais que sempre actuaram visando a sua descredibilização e que nunca desistiram de substituir o modelo de repartição em que assenta o regime previdencial por um modelo de capitalização (total ou parcial); promover a transferência das contribuições dos trabalhadores para fundos privados e levar mais longe a desresponsabilização do grande capital pelo financiamento da segurança social. Um ataque que, no plano ideológico, tem sido sistemático em torno do perigo da sua descapitalização, da estigmatização daqueles que recebem o Rendimento Social de Inserção, ou da exaltação da liberdade de escolha das novas gerações quando, objectivamente, do que se trata é de abandoná-las à sua sorte.

Um ataque que, no plano político, tem contado com a conivência, a cumplicidade e a iniciativa de governos do PS e do PSD e sempre com o apoio, mas também com a iniciativa, do CDS-PP.» Jerónimo de Sousa

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:33
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
Marcha contra privatização

Avante 2164     para visualizar clique aqui

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:15
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 20 de Maio de 2015
Ó Brigada

Brigada Vítor Jara1

 

«Comem-nos vivos em vida / Mortos a terra nos come / Como dá tanta comida / Quem cá passou tanta fome?». Logo que o Homem toma consciência da sua condição, e o exprime esteticamente, está entornado o caldo da exploração do homem pelo homem. Por isso há quem tenha procurado – e insista – destinar a Arte Popular ao recanto do pitoresco, o lugar em que tudo o que é testemunho vivo soçobra. Chegariam então os tais turistas, «avinhados ao ritmo dos ferrinhos e da concertina»; e haviam de chegar os mandantes, orgulhosos dos governados humildes, na atitude, e garridos, no trajar; e chegariam também os entendidos, habilidosos na justificação do paradoxo de um povo empobrecido porém feliz. Lopes-Graça, apoiado no trabalho de Michel Giacometti (e alguns, poucos, mais) viria a baralhar tão conveniente harmonia, definindo a nossa música popular como «a crónica viva e expressiva da vida do povo português – quer dizer: da vida rústica do povo português» (Fernando Lopes-Graça, in A Canção Popular Portuguesa). O fascismo não facilitou a vida à música dos nossos campos. Ciente da sua inadequação no cenário idílico do Estado Novo fascista, Salazar deu a inventar a «política do espírito» em que um povo colorido e coreografado se exibiria em arraiais de FNATes e concursos de folclore. A música do povo português não era bem-vinda nesses certames de construção de uma “tradição popular” fascista, e ainda bem. Cairia o cantar do povo português no esquecimento da História não fora a persistência – a existência! – dos seus naturais cultores, o trabalho de recolha realizado por Michel Giacometti e alguns mais (poucos), e a própria História que, por artes do 25 de Abril, havia de lhe encontrar lugar e urgência no desenho da nossa identidade democrática. Nada mais natural, pois, do que um grupo de jovens ter considerado, faz agora 40 anos, que o seu tempo era «o tempo de, também aqui, no campo da cultura popular, dar um passo em frente, fazendo [a música popular] irromper do marasmo e do esquecimento de cinquenta anos de ditadura cultural» (texto de apresentação de «EitoFora», 1977). Estava, assim, achado o programa de acção da Brigada Victor Jara dois anos depois de, no ambiente dinamizador do MFA, se ter achado o nome do grupo: «o de Brigada, com intenção; o de Victor Jara, com admiração e saudade». Quarenta anos depois, permanecem o propósito e o nome.

De «pertos» se faz o longe

Faz sentido que nas páginas do Avante!, no momento em que se assinalam 40 anos de existência da Brigada Victor Jara, se realce a inscrição da actividade do grupo na luta dos comunistas portugueses, partilhando uma concepção de acção partidária em que o lugar da cultura e da arte recusa a lógica do entretenimento, assumindo-se argumento político por inteiro. Por isso, ao longo de quatro décadas, a Brigada esteve presente em cada um dos diversos tempos da acção política: nas sessões de esclarecimento a seguir ao 25 de Abril, nos momentos difíceis do Verão Quente (tendo sido, por duas vezes, evacuada pela GNR – em Cantanhede e Coja), nas Conferências da Reforma Agrária, em muitas edições da Festa do Avante!, em campanhas eleitorais, comícios, no Centenário de Álvaro Cunhal. Repartindo palcos militantes com Adriano Correia de Oliveira, Trovante, Ary dos Santos, Samuel, Manuel Freire e tantos outros. Permanecendo, após tantos anos de avanços e recuos, ao lado dos deserdados, de quem tomou cantigas e compromisso com o devir.

Quarenta anos decorridos – também, pouco que seja, por nossa «culpa» – cavaquinhos, bombos e gaitas de foles, modas da ceifa e cantos de romaria incorporam-se já na paisagem sonora portuguesa, nas mãos e nas vozes de novos e de velhos, e estão mobilizados para a luta mais geral pelo reconhecimento da Cultura enquanto elemento central da nossa caminhada História adentro. Palavras graves, estas ainda agora ditas, coisa pouca se comparadas com o que, de vida – a que gerou a tal crónica viva e expressiva de que falava Lopes-Graça –, sustentou os sentimentos, os sotaques, os sabores, as convicções de que somos feitos e por que fazemos sentido. É por isso que seguiremos ainda, e alguém depois de nós, espalhando as cantigas que aprendemos do nosso povo para «que na grande construção do mundo se sinta o fio das vozes e a razão dos sons, com suas primas e bordões, ajudando a enterrar sementes que serão Futuro e que hão-de fecundar o chão que é nosso. De «pertos» se faz o longe que esperamos, medido em passos» – escreveu, tão bem, no livro que acompanha a reunião da discografia da Brigada, Manuel Louzã Henriques, velho amigo, velho comunista de Coimbra.

Contem, pois, com os nossos passos!

 

Para Ouvir e Ver:

 

victor-jara.jpg

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:13
link do post | comentar | favorito
|

Penalva do Castelo: Boletim Informativo da Freguesia de Real Maio 2015

Boletim Real Maio 2015

Freguesia Informa

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:43
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Solidariedade com a Palestina na Fundação Saramago

Cartaz Sessão Fundação Saramago

Clicar na imagem para ampliar

 

Na próxima quinta-feira, 21 de Maio, às 18.30h, na Casa dos Bicos, haverá uma Sessão de Solidariedade com a Palestina.

Vai ser apresentado o livro «Que Luz Estarias a Ler?» de João Pedro Mésseder (escritor) e Ana Biscaia (ilustradora). 

Haverá intervenções dos autores e de Carlos Almeida (MPPM) e Sara Figueiredo Costa. 

Esta é uma iniciativa da Fundação José Saramago, das Edicões Xerefe e do MPPM.

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:43
link do post | comentar | favorito
|

Jerónimo de Sousa na X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

Jerónimo de Sousa 2015

Jerónimo de Sousa na X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

 

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:45
link do post | comentar | favorito
|

A luta entre o capital e o trabalho e os seus resultados

Karl_Marx1.jpg

«Os Sindicatos funcionam bem como centros de resistência contra as investidas do capital. Fracassam parcialmente por um uso não judicioso do seu poder. Fracassam geralmente por se limitarem a uma guerra de guerrilha contra os efeitos do sistema existente, em vez de simultaneamente o tentarem mudar, em vez de usarem as suas forças organizadas como uma alavanca para a emancipação final da classe operária, isto é, para a abolição última do sistema de salários.» Karl Marx

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 18 de Maio de 2015
O mito da redução da “TSU” para acabar com o trabalho precário e o contrato para facilitar o despedimento

«No chamado relatório «Uma Década para Portugal»  feito a pedido de António Costa existem medidas que merecem uma reflexão e um debate objetivo e sereno até para ficar claro para os portugueses as suas consequências no caso de serem implementadas.

Como já referimos, a redução das contribuições patronais para a Segurança Social (TSU) , ou seja, dos "custos do trabalho", é uma das medidas que tem sido objeto de maior debate no espaço público, e tem sido defendida por economistas neoliberais como forma de promover a competitividade e o investimento, e de criar emprego.

João Galamba, um dos doze economistas que elaborou o relatório, que se assume como não neoliberal, num artigo publicado no Diário Económico de 11/5/2015 procurou responder a um artigo nosso onde provamos, utilizando dados do INE sobre a estrutura de custos das empresas não financeiras, que a descida da TSU não teria quaisquer efeitos quer na competitividade, quer na promoção do investimento. E fê-lo da seguinte forma: as justificações – aumento da competitividade e promoção do investimento – são as dadas pelo PSD e do CDS para descer as contribuições patronais, e estava de acordo com a crítica que fizemos, mas a razão dos "12 economistas" para defender a redução da TSU era outra. E essa outra razão era a de que a descida iria transformar o trabalho precário em trabalho permanente, já que as empresas teriam interesse nisso pois assim pagariam uma TSU mais baixa. Num debate em que participamos conjuntamente com João Galamba, organizado pela revista CRÍTICA económica e social em 14 de Maio, ele repetiu o mesmo argumento: a redução da TSU dos trabalhadores visava aumentar o seu rendimento disponível; a redução da TSU dos patrões visava acabar com o trabalho precário. Interessa, por isso, analisar estas medidas com objetividade.»

 



publicado por António Vilarigues às 09:19
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 17 de Maio de 2015
Canoagem (Taça do Mundo): João Ribeiro conquista Bronze

JoaoRibeiro

Fazendo dupla com Emanuel Silva, João Ribeiro conquistou este sábado, 16 de Maio, a medalha de bronze na prova de K2 1000 metros. A dupla portuguesa terminou em 3.º lugar, atrás da francesa e da australiana, que venceu com o tempo de 3.08,388 minutos.

Recorde-se que já no início de Maio a tripulação portuguesa de K4 1000 metros, composta pelo Benfiquista João Ribeiro, Fernando Pimenta, Emanuel Silva e David Fernandes foi o principal destaque dos Europeus de Velocidade em Canoagem, disputados em Racice, na República Checa, ao sagrar-se no dia 3, domingo, vice-campeã da Europa.

Parabéns ao João Ribeiro e ao seu clube, o SL Benfica

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:46
link do post | comentar | favorito
|

Vitória de Guimarães 0-0 Benfica

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:39
link do post | comentar | favorito
|

Canoagem (Taça do Mundo): Ouro para Joana Vasconcelos

Joana Vasconcelos3

No terceiro e último dia de provas na Taça do Mundo de Velocidade, que decorre de sexta-feira a domingo, em Montemor-o-Velho, Joana Vasconcelos conquistou a medalha de Ouro na categoria K4 200 metros.

Numa embarcação dividida com Beatriz Gomes, Francisca Laia e Helena Rodrigues, a canoísta do Sport Lisboa e Benfica foi a primeira a chegar com o tempo de 34s540.

Parabéns à Joana Vasconcelos e ao seu clube, o SL Benfica

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:06
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 16 de Maio de 2015
Eles querem que em Portugal também seja assim...

Reino Unido-eleições2015-1

Reflexões lentas a partir das eleições no Reino Unido - o ludíbrio da democracia representativa

PORTUGAL-eleições2013-11

CUIDADO! Eles querem que em Portugal também seja assim...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:54
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 15 de Maio de 2015
Marcha contra as privatizações dos transportes

 

MUSP 2015-05-21

 Marcha contra as privatizações dos transportes

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:06
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
14 de Maio de 1948: Proclamação do Estado de Israel

Declaration_of_State_of_Israel_1948_1

A proclamação do Estado de Israel foi feita pelo dirigente sionista David Ben Gurion, às 4 da tarde de 14 de Maio de 1948, numa cerimónia realizada no Museu de Telavive.

Israel nasceu sem fronteiras definidas, pois como o próprio Ben Gurion escreveu em finais de 1947, o importante era «erigir de imediato um Estado judeu (…) O resto virá com o tempo». O novo país, defendia, «terá os limites que os seus soldados forem capazes de traçar».

 

Passados 67 anos, a Palestina continua a ferro e fogo...

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:46
link do post | comentar | favorito
|

PCP tem mais 2127 novos militantes

Avante 2163     para visualizar clique aqui

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:43
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 13 de Maio de 2015
Economia e Empresas

 

Nos últimos anos, e particularmente nestes mais próximos, as empresas portuguesas, exceptuando grandes empresas, em situação de monopólio, sofreram impactos profundos, que as desgastaram económica e financeiramente, conduzindo em muitos casos ao seu encerramento, tenha ele tido lugar ou não no quadro de declaração de falência.

As causas dominantes desta erosão foram a enorme queda do poder de compra das famílias, o brutal acréscimo do custo de diversos factores de produção, a subida brutal da carga fiscal e da arbitrariedade da Autoridade Tributária, o aperto no acesso ao crédito (comissões, garantias, juros e spreads) pelo sector bancário e a continuação da predação das empresas e sectores produtivos pelos grandes grupos económicos, nomeadamente da grande distribuição.

(...)

Os efeitos destas políticas sobre as empresas foram devastadores.

Nos primeiros cinco anos após o agudizar da chamada crise, isto é, no período 2008-2012, encerraram quase 173 mil empresas, foram destruídos quase 560 mil postos de trabalho, o volume de negócios das empresas caiu quase 47 mil milhões de euros.

Se considerarmos um período mais longo, 2007-2015 (1º trimestre), o número de empresas desaparecidas, atinge o brutal valor de 337 048, ou seja, cerca de 27 % das empresas existentes em 2007.

Só entre 2011 e 2014 (governo PSD/CDS) temos mais de 100 mil insolvências e 250 mil empresas tecnicamente falidas!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:06
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 12 de Maio de 2015
Minudências...

victory-day-moscow-1945

Ao ler o discurso de Vladimir Putin no dia 9 de Maio fiquei a saber que militares de 10 países - Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, China, Índia, Mongólia, Sérvia,  Quirguízia e Tadjiquistão - participaram ao lado das tropas da Rússia no desfile do Dia da Vitória.

Foi em vão que procurei a notícia na comunicação social dominante. Muitos referiram o agradecimente aos povos que combateram o nazi-fascismo. Nenhum noticiou a sua participação na parada militar.

 

Minudências, dizem eles...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:29
link do post | comentar | favorito
|

Proposta do PS: Mais uma Década de atraso para Portugal ou mais!

Mupi_1_solucoes_vida_melhor_cdu_2015-04

O Relatório «Uma Década para Portugal» tem um importante e negativo significado político: o PS recusa-se a clarificar as suas opções políticas estratégicas para o País. Melhor, são ocultadas, sob a fraude de uma escolha entre dois cenários macroeconómicos, construídos a partir de um conjunto de previsões económicas da Comissão Europeia (Janeiro de 2015).

«Este é um relatório técnico, não é a Bíblia, nem estes senhores, que são economistas, são os apóstolos»

(António Costa na apresentação do documento)

Com a mistificação da neutralidade «técnica» da caracterização numérica dos dois cenários – um cenário bom, «credibilidade reforçada do projecto europeu» e um cenário mau, «crise europeia profunda e prolongada» – e de algumas medidas concretas quantificadas, garante-se a «inevitabilidade» e «objectividade», o «realismo» do quadro macroeconómico e as possíveis alternativas, onde só cabe a alternância PS/PSD!

E como o Relatório não é a Bíblia, mas o quadro «técnico», não político, das «possíveis» variantes programáticas, o PS estará sempre em condições de dizer que aquela proposta não será, ou que vai ser, conforme a ocasião e o interlocutor!

Ler texto integral

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:08
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 11 de Maio de 2015
Emprego e exclusão do mercado de trabalho em Portugal durante a «troika» e o governo PSD/CDS

«Passos Coelho em recentes declarações públicas afirmou que tinham sido criados 130.000 empregos, procurando criar na opinião pública a ideia de que se estava a assistir à recuperação de emprego, ou mesmo a ideia de que se tinha invertido o ciclo de destruição de emprego em Portugal. Interessa por isso analisar esta questão importante e com objetividade. E para isso vai-se utilizar os dados do INE, que são os tecnicamente mais credíveis de que se dispõem, repondo assim a verdade.

A DESTRUIÇÃO DE 471.700 EMPREGOS COM A “TROIKA" E O GOVERNO PSD/CDS

O gráfico 1, construído com dados divulgados pelo INE, mostra como o emprego total tem variado em Portugal, após a entrada da “troika” e do governo PSD/CDS.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:37
link do post | comentar | favorito (1)
|

Domingo, 10 de Maio de 2015
NAKBA: 67 anos de limpeza étnica na Palestina

Nabka 2015

MPPM

 

Comemora-se em 15 de Maio o aniversário da NAKBA, que em árabe quer dizer Catástrofe, e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus.

A data será assinalada  com uma Sessão de Solidariedade com a Palestina em que será exibido o filme "A Terra Fala Árabe" e que contará com intervenções do Embaixador da Palestina, Dr. Hikmat Ajjuri, e de Jorge Cadima, dirigente do MPPM. 

É no Clube Estefânia, na sexta-feira 15 de Maio, a partir das 18.30 horas.

"A Terra Fala Árabe", da realizadora palestina Maryse Gargour, documenta as circunstãncias e os acontecimentos que levaram a implantação de um estado judaico na Palestina e à expulsão dos seus habitantes árabes.

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:12
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 9 de Maio de 2015
Benfica 4-0 Penafiel
SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

 

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 19:02
link do post | comentar | favorito
|

UPP: Visita de estudo ao Ribatejo

UPP Ribatejo

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
|

Pelo direito à informação. Não à discriminação e ao silenciamento

Censura1.jpg

1. O PCP alerta e denuncia as iniciativas em desenvolvimento para estabelecer a confusão entre a liberdade de imprensa e a total discricionaridade na cobertura jornalística das campanhas eleitorais e introduzir alterações legislativas que possam justificar a violação de princípios de pluralismo e não discriminação político-eleitorais. Este processo, a pretexto do caminho desbravado por PS, PSD e CDS, com o acordo a que tinham chegado sobre a cobertura jornalística das eleições, contra a qual o PCP se pronunciou, e cujos problemas não se limitaram à norma que foi mais mediatizada e criticada, o chamado plano prévio de cobertura, não só não parou, como assume particular gravidade para o regime democrático. Um processo que visa um domínio ainda maior de posições e protagonistas políticos do PS, PSD e CDS-PP no espaço mediático.

PCP sublinha que o regime jurídico em vigor reúne os elementos e disposições necessárias ao enquadramento da cobertura jornalística de campanhas eleitorais. É certo que nem sempre conseguindo prevenir entorses e incumprimentos, como se pode constatar em muitas das coberturas noticiosas e que têm sido objecto de fundamentados protestos, designadamente do PCP, sobre silenciamentos ou discriminações ocorridas. Mas também é verdade que as múltiplas tentativas e práticas de discriminação e tratamento desigual colidem com o regime legal que, por si só, contém instrumentos que a serem melhor efectivados podem não só funcionar como instância de recurso, como contribuir para a aplicação dos princípios de respeito pelo direito à informação e esclarecimento.

Sem prejuízo de correcções ou precisões que a própria evolução do quadro mediático podem justificar, o que importa sublinhar é que a legislação em vigor tem vindo a permitir regular a matéria em questão. Ao contrário do que tem sido alimentado, é falso que a legislação obrigue a tratar igual o que não é igual; o que a lei obriga, e não pode prescindir disso, é que a iniciativas ou matérias de relevância idêntica seja dado idêntico tratamento. Ao contrário do que se afirma, a legislação em vigor não anula o exercício de critérios editoriais; o que garante, e não pode deixar de garantir, é que em nome desses critérios não se subordine ou anule o direito dos cidadãos eleitores a serem informados, e não se legitime o favorecimento ou discriminação desta ou daquela força política em função dos interesses em presença. Ao contrário do que se afirma, a actual legislação não ataca a liberdade de imprensa; o que assegura é que essa liberdade não seja pretexto para discriminação e silenciamento de uns a favor da promoção e projecção de outros. Ao contrário do que se diz, a actual legislação não limita o direito de informar; o que assegura, e não pode deixar de assegurar, é que em nome de alegadas disputas de audiências concebidas a partir de grelhas de promoção artificial de uma ou outra candidatura, não se condicionem deliberadamente as opções eleitorais que livremente cada cidadão tem o direito de assumir. Para o PCP, e também para a própria Lei, a liberdade de informação, não pode nem deve ser confundida com a liberdade de silenciar e discriminar, designadamente aqueles que se opõem consequentemente ao rumo de desastre nacional que está em curso. Nesta consideração, para o PCP, independentemente de apreciações críticas que justamente tem formulado, não está em causa a apreciação de opções, atitudes ou condutas de editores mas sim a existência de regras que sirvam para salvaguardar princípios democráticos fundamentais face a práticas que os ponham em causa.

2. As declarações do Presidente da República Cavaco Silva, carregadas de rancor e intolerância para o que o 25 de Abril representou e representa, evidenciam que o que alguns aspiram é, também neste domínio, atacar e destruir valores democráticos, como os da pluralidade e igualdade. Tais declarações revelam em toda a sua amplitude que, em nome da liberdade de imprensa, o que está em preparação é um dos mais severos ataques ao regime democrático.

Como ainda recentemente as eleições regionais da Madeira evidenciaram, com a ostensiva e ilegítima operação de promoção das candidaturas do PS, do PSD e do CDS, e, sobretudo com a exclusão da CDU, dos debates e entrevistas promovidos pelos canais públicos de rádio e televisão em período eleitoral, percebem-se as reais consequências que resultariam da ambicionada rasura de princípios de igualdade, imparcialidade e isenção que deve presidir à realização de actos eleitorais. São estes princípios que a defesa do regime democrático exige que sejam preservados, num quadro de compatibilização entre o direito à opinião e liberdade de edição, com o dever principal de informar com rigor e objectividade, assegurar a igualdade de tratamento e de não discriminação em que se devem basear eleições livres e democráticas.

3. Para o PCP, a questão decisiva que se coloca no plano da cobertura pela comunicação social para os próximos actos eleitorais, bem como para o conjunto da actividade política na vida nacional, passa por impedir a concretização dos objectivos desta ofensiva e pela garantia de uma cobertura informativa plural destas eleições, e não comprometida com os grandes interesses – o que, entre outros aspectos, implica assegurar: o reforço do papel do serviço público de rádio e televisão garantindo a sua desgovernamentalização; o respeito pelos direitos e o trabalho dos jornalistas e demais profissionais; o reforço da capacidade de intervenção da Comissão Nacional de Eleições, mas também da Entidade Reguladora para a Comunicação Social no seu papel de garantir o pluralismo, a isenção, o rigor e o direito à liberdade de informação. A questão que se coloca é assegurar um papel da comunicação social como uma importante peça na vida democrática no nosso País.

(sublinhados meus)

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:52
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 8 de Maio de 2015
O que querem apagar da história?

reichstag_flag_original

Decorreram 70 anos desde o fim da II Guerra Mundial. Passaram 26 anos sobre a queda do Muro de Berlim e 24 anos desde o fim da URSS. Com a sua atitude de não comparecerem em Moscovo no dia 9 de Maio de 2015 nas cerimónias do Dia da Vitória o que querem apagar da História os poderes dominantes?

Querem apagar da História que a política da «solução final» não abrangeu apenas os judeus. Alargou-se aos ciganos e aos eslavos.Em apenas 3 anos (1941-43) 1/3 da população masculina da Bielo-Rússia foi aniquilada. Refira-se dois factos, entre inúmeros outros, nunca citados na historiografia dominante: noventa e nove por cento dos mais de mil campos de concentração nazis foram construídos a LESTE de Berlim! E aí morreram mais de 4 milhões de cidadãos soviéticos.

Querem apagar da História que foram os comunistas que tiveram o triste privilégio de inaugurar os campos de concentração hitlerianos e de neles serem literalmente quase exterminados. O PC Alemão em 1933 tinha centenas de milhares de membros. Em 1945 eram pouco mais de mil.

Querem apagar da História que nos países ocupados pela Alemanha e pelo Japão os comunistas desempenharam um papel essencial, muitas vezes decisivo, na condução da Resistência. De 1940 a 1944, setenta e cinco mil comunistas franceses morreram torturados, fuzilados ou em luta directa com o ocupante. A história repetiu-se em Itália, na Checoslováquia, na Polónia, na Albânia, na Jugoslávia (1 milhão de mortos), na Hungria, na Bulgária, nas Repúblicas Bálticas. Na China, no Vietname, nas Filipinas, etc., etc., etc.. No mínimo exige-se dos seus adversários que respeitem a sua memória.

Querem apagar da História o papel que cada Aliado desempenhou na II Guerra Mundial. A desproporção quer nos meios envolvidos, quer nos consequentes resultados, é evidente. Na URSS os hitlerianos destruíram 1.710 cidades, 70.000 aldeias, 32.000 empresas industriais, 100.000 empresas agrícolas. Desapareceram 65.000 km de vias-férreas, 16.000 automotoras, 428.000 vagons. As riquezas nacionais da URSS foram reduzidas em mais de 30%. No território dos EUA, excepção feita a Pearl Harbour, não caiu uma só bomba, não se disparou um único tiro.

Querem apagar da História que até começos de 1944 na frente sovietico-alemã operaram, em permanência, de 153 a 201 divisões nazis. Na frente ocidental, no mesmo período, de 2 a 21. Em 1945 a mesma proporção era de 313 para 118. De Junho a Agosto de 1944, ou seja, desde o início da Operação Overlord, as tropas fascistas perderam, entre mortos, feridos e desaparecidos, 917.000 na frente Leste e 294.000 na frente ocidental.

Querem apagar da História que a Alemanha perdeu na sua guerra contra a URSS o correspondente a 3/4 das suas baixas totais. Na frente soviética o exército japonês perdeu cerca de 677.000 homens (na sua maioria prisioneiros). Morreram, recorde-se, em todos os cenários da II Guerra, 250.000 norte americanos, 600.000 britânicos, mais de 25.000.000 de soviéticos (3 milhões dos quais membros do Partido Comunista).

Assistimos a um autêntico assassínio da verdade histórica. Querem apagar a natureza de classe das ditaduras nazi-fascistas, ignorar os seus crimes e a cumplicidade das grandes potências capitalistas. Querem silenciar e ocultar que essas mesmas potências fecharam os olhos às agressões à Etiópia, à Espanha republicana, à Áustria, à Checoslováquia. Querem esconder que a Segunda Guerra Mundial foi inseparável e consequência da crise do capitalismo e da ascensão do fascismo como resposta de classe a essa mesma crise. Querem apagar o papel da União Soviética e da resistência dos povos na derrota do nazifascismo.

Bem podem recorrer aos filmes de Hollywwod e às séries de Televisão. Ou, aos documentários (mais ou menos científicos) e às análises escritas e faladas. A realidade, essa «chata», não se deixa apagar.

É por isso que, como já foi dito, a defesa da verdade histórica é parte integrante das lutas que é hoje necessário travar.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:01
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 7 de Maio de 2015
Óbitos por pneumonia aumentam 50 por cento

Sintomas_da_pneumonia

  • As mortes por doenças respiratórias em Portugal aumentaram cerca de 30 por cento em 15 anos, com a mortalidade por pneumonias a registar um crescimento superior a 50 por cento.
  • Segundo dados do relatório de 2014 do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, divulgados dia 4, morreram mais de 13 mil pessoas por doença respiratória, quando em 1998 os óbitos foram pouco acima dos 10 mil.
  • Sobre as causas deste retrocesso, o presidente do Observatório, Artur Teles de Araújo, admitiu a possibilidade de atraso no diagnóstico e referenciação destes pacientes, bem como dificuldades na prevenção nomeadamente do tabagismo.
  • Os locais com consultas de cessação tabágica caíram para metade e o número de consultas passou de 223 para 116, entre 2009 e 2013.

 

As políticas de destruição do Serviço Nacional de Saúde MATAM!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:28
link do post | comentar | favorito
|

X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

AORV

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:09
link do post | comentar | favorito
|

O voto faz parte da luta

Avante 2162     para visualizar clique aqui

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:25
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 6 de Maio de 2015
Expliquem-me, muito, muito, muito devagar...

Torre Penalva - burro pastando

De acordo com números que acabam de ser divulgados pelo Bureau of Labor Statistics, em uma de cada cinco famílias americanas ninguém tem um emprego. Então como é que pode a «taxa de desemprego» estar nos «5,5 por cento» quando toda a gente está desempregada em 20 por cento de todas as famílias nos Estados Unidos?

 

Senhores comentadores, economistas, analistas, politólogos, jornalistas e outros que tais:

Por favor expliquem-me, muito, muito, muito devagar, como se eu fosse muito, muito, muito burro (sem ofensa para o animal...), esta matemática...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:47
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 5 de Maio de 2015
A política de aumento da exploração e do empobrecimento

Cartaz_8x3_solucoes_vida_melhor_cdu_2015-04

A política de direita, a política de aumento da exploração e do empobrecimento é a responsável:

  • Pela destruição de postos de trabalho – 470 mil, entre 2009 e 2014 – só na Administração Pública, entre 2011 e 2014 foram destruídos mais de 70 mil.
  • Pelos níveis de desemprego sem paralelo no nosso País, com uma taxa oficial de desemprego a atingir os 14,1% em Fevereiro passado, mas com o desemprego real e a sub-ocupação a atingir mais de 1 milhão e 200 mil portugueses.
  • Pelo aumento do desemprego entre os jovens que passou de 20,9% em 2009, para 34,8% em 2014 e que actualmente atingirá mais de 35%, razão primeira da emigração massiva dos jovens trabalhadores.
  • Pelo aumento do desemprego de longa duração (mais de um ano) que passou de 46,5% em 2009 para 65,5% em 2014, o que significa que cerca de dois terços dos desempregados estão nessa situação há mais de um ano.
  • Pela precariedade e baixos salários que empurram os jovens trabalhadores para a emigração forçada.
  • Pela redução massiva dos rendimentos do trabalho através dos cortes salariais e das progressões profissionais, do aumento da duração semanal de trabalho na Administração Pública, pela redução de dias de férias e feriados, pela redução do pagamento do trabalho extraordinário, de tal modo que o salário médio em Portugal corresponde, actualmente, apenas a 51% dos salários praticados nos países da Zona Euro.
  • Pelo aumento brutal do IRS, enquanto o IRC baixou para as grandes as empresas e os lucros dos grupos económicos atingem níveis muito elevados.
  • Pela pobreza atingir 11% da população empregada e 40,5% dos desempregados.
  • Pela ofensiva permanente contra a contratação colectiva para “acertar contas” com as conquistas laborais alcançadas com a Revolução de Abril.
  • Pela promoção do aumento do tempo de trabalho e a desregulação da organização dos tempos de trabalho, no sentido de impor mais tempo de trabalho e menos salário.
  • Pela elevada precariedade nos vínculos laborais, pelo trabalho sem direitos.
  • Pelo ataque sistemático aos direitos dos trabalhadores pela via das alterações à legislação laboral.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:49
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 4 de Maio de 2015
O que é o proletariado?

Friedrich_Engels.jpg

«Os comunistas sabem muitíssimo bem que todas as conspirações são não apenas inúteis, como mesmo prejudiciais. Eles sabem muitíssimo bem que as revoluções não são feitas propositada nem arbitrariamente, mas que, em qualquer tempo e em qualquer lugar, elas foram a consequência necessária de circunstâncias inteiramente independentes da vontade e da direcção deste ou daquele partido e de classes inteiras. Mas eles também vêem que o desenvolvimento do proletariado em quase todos os países civilizados é violentamente reprimido e que, deste modo, os adversários dos comunistas estão a contribuir com toda a força para uma revolução. Acabando assim o proletariado oprimido por ser empurrado para uma revolução, nós, os comunistas, defenderemos nos actos, tão bem como agora com as palavras, a causa dos proletários.» Friederich Engels

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 13:15
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Maio 2015
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9


23

24
25
26
27
28
29
30

31


posts recentes

Pensionistas representam ...

Marcha contra privatizaçã...

Ó Brigada

Penalva do Castelo: Bolet...

Solidariedade com a Pales...

Jerónimo de Sousa na X As...

A luta entre o capital e ...

O mito da redução da “TSU...

Canoagem (Taça do Mundo):...

Vitória de Guimarães 0-0 ...

Canoagem (Taça do Mundo):...

Eles querem que em Portug...

Marcha contra as privatiz...

14 de Maio de 1948: Procl...

PCP tem mais 2127 novos m...

arquivos
tags

2009

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

espanha

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

sexo

sistema

sistema capitalista

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

votar

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds