TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»
Quarta-feira, 30 de Julho de 2014
Um retrato do país real em 4m38s...

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Terça-feira, 29 de Julho de 2014
Solidariedade com os comunistas e as forças democráticas ucranianas

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As notícias que chegam da Ucrânia confirmam o acerto da avaliação do PCP sobre os acontecimentos que conduziram ao golpe de Estado de 21-22 de Fevereiro e evidenciam um quadro de constante e crescente repressão e violação das liberdades e direitos civis fundamentais, resultante desse golpe, fomentado e patrocinado pelos EUA, UE e NATO, com a participação determinante de forças ucranianas de assumido cariz fascista e neonazi.

Neste plano, assinala-se a extraordinária gravidade da campanha protagonizada pelo poder ilegítimo contra as forças democráticas, em particular contra o Partido Comunista da Ucrânia (PCU). Registando inúmeros actos de intimidação e violência – incluindo agressões físicas e o assassinato brutal de dirigentes e militantes comunistas – esta campanha tem como objectivo declarado a ilegalização do PCU.

Simultaneamente, deve sublinhar-se que o lançamento pelo governo de Kiev da criminosa operação militar que há mais de três meses assola a região ucraniana do Donbass – operação em que participam activamente batalhões neofascistas enquadrados no comando militar e operacional de Kiev - tem já um saldo de muitos milhares de vítimas civis e refugiados. Esta campanha militar é expressão da natureza anti-democrática e profundamente reaccionária do actual poder golpista e fantoche de Kiev. É igualmente reveladora das ameaças e sérios perigos para a paz e a segurança internacionais que advêm da aposta dos círculos mais agressivos do imperialismo na política do intervencionismo e da guerra. Ganham acrescido fundamento as inquietações quanto ao caminhar para um conflito militar de grandes proporções, envolvendo as principais potências nucleares do planeta, com evidentes consequências dramáticas para a Humanidade.

Nestas circunstâncias, o PCP:

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Um anteprojeto que viola a Constituição e agrava as injustiças e as desigualdades

«Nos media têm-se multiplicado os elogios, quer de jornalistas quer de comentadores com acesso fácil aos media, ao “Anteprojeto da reforma do IRS(“muito bom” afirma Miguel Reis da sociedade de advogados PLMJ à Lusa, Bagão Félix na SIC Noticias e Manuela Ferreira Leite na TVI repetem o mesmo, só é pena, dizem os mesmos, que o governo não o possa aplicar devido à necessidade de continuar a consolidação orçamental), anteprojeto esse apresentado por uma comissão que, tal como sucedeu com a do IRC, é constituída apenas por “técnicos” da confiança do governo.

Interessa por isso analisar com objetividade o essencial deste extenso estudo constituído por 156 páginas.»

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publicado por António Vilarigues às 10:02
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Domingo, 27 de Julho de 2014
O PCP exige a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos 280 trabalhadores despedidos da Peugeot-Citröen de Mangualde

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publicado por António Vilarigues às 19:05
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Sábado, 26 de Julho de 2014
A defesa dos interesses nacionais face aos desenvolvimentos no BES e no GES

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2014
O cheiro a gás... e a sangue

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O massacre israelita prossegue em Gaza. Os números são elucidativos do crime contra a Humanidade que ali está a acontecer. Os mortos palestinianos ascendem, no momento em que escrevemos, a 512. Apenas no passado domingo o exército israelita matou 100 palestinianos. As vítimas são civis e na sua maioria mulheres, crianças e idosos. Os alvos são zonas residenciais como o bairro de Shejaiya onde ocorreu o massacre que o mundo viu. Nas praias de Gaza crianças são assassinadas enquanto brincam. Sentem o primeiro bombardeamento lançado de um submarino israelita. Põem-se em fuga, correm e tentam resguardar-se numa cabana de pescador. O segundo «tiro» do submarino não falha e mata as três crianças.

Os feridos são, ao momento da redacção deste artigo, francamente mais de 3000. Os refugiados internos contam-se já em 63 000, amontoados em 48 centros da ONU. Colonos israelitas montam plateias improvisadas para ver o «espectáculo» da matança. A loucura racista e fascista vai tão longe que Mordechai Kedar, um dito professor de Literatura Árabe na Universidade de Bar-Ilan, recomendou, num programa de rádio, a violação de mulheres palestinianas como forma de impedir «ataques terroristas». Mas os palestinianos não estão sós. São centenas as cidades, por todo o mundo, onde o povo faz ouvir, por estes dias, a solidariedade com a Palestina.

Israel apenas é apoiado pelos seus cúmplices. Esses respondem com frases assassinas como «direito de Israel de se defender» (Obama), ou como «pedido de contenção a Israel» (Ban Ki Moon) ou ainda discursos cúmplices como «lamentar a perda de vidas civis» (Laurent Fabius). Mas respondem também de outra forma, com repressão. Hollande, o tal «social-democrata de esquerda», acabou de tornar a França num dos primeiros países do mundo a proibir manifestações pela Palestina. A CNN retirou a sua repórter de Gaza porque esta não se conteve e disse no Tweeter a verdade. Um judeu americano que manifestava a sua solidariedade com a palestina foi violentamente levado por soldados. Entretanto circula a informação que Israel prepara um novo poder político em Gaza para controlar as reservas de gás recentemente descobertas ao largo de Gaza. A cumplicidade do crime cheira a gás... e a sangue.

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«A mais poderosa máquina de guerra da região não tenciona parar»

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Fim à Agressão

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Confrontados com o inadmissível silêncio do Governo Português perante a criminosa agressão de Israel contra o povo palestino, em Gaza e na Margem Ocidental, a CGTP-IN, o CPPC e o MPPM dirigiram ao Primeiro-Ministro uma CARTA ABERTA e decidiram promover uma SESSÃO PÚBLICA DE SOLIDARIEDADE NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, 29, ÀS 18.30 HORAS, NA CASA DO ALENTEJO EM LISBOA, na qual intervirão, designadamente, o Embaixador da Palestina, Dr. Hikmat Ajjuri, e a Presidente do MPPM, Maria do Céu Guerra.

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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Israel: Terrorismo de Estado

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Em 2012, como em 2014...

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Terrorismo de Estado é defender a concepção de que se pode expulsar, pelo uso combinado da violência física e da pressão económica, alguém de uma terra onde nasceu e que é sua, para em seu lugar colocar alguém que nasceu algures e nunca conheceu o país.

É transplantar para diferentes locais populações inteiras, provocando a morte de milhares dos seus filhos.

É privar um povo do direito ao acesso à educação e à cultura.

Terrorismo de Estado é enclausurar populações inteiras em guetos (ou campos de refugiados), forçando-as a viver no seio da miséria e da doença, abaixo de qualquer limite de pobreza.

É responder à revolta generalizada com a repressão em massa, considerando toda a população como potencial terrorista.

É executar prisioneiros a sangue frio.

Esta tem sido ao longo dos tempos, embora com diferentes graus, a política oficial de Israel.

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A luta não dá tréguas

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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
E(Hi)stórias exemplares

    Durante o 1º consulado de Benjamin Nétanyahou (Junho de 1996 / Julho de 1999) são assassinados, em manifestações, 85 palestinos. Mais de 1200 ficam feridos. Não há nenhum atentado terrorista por parte dos palestinos.

Mas a «tradição» já vem de longe...

Em 1948 grupos de judeus armados destroem pelo menos 250 aldeias árabes, provocando, até 1950, o exílio forçado de 900 mil palestinos. Um desses grupos (terroristas?), o Irgoun, era chefiado por Menachem Begin, futuro primeiro-ministro de Israel, que assinou os chamados acordos de Camp David com o Egipto.

Outro, o Lehi, por Itzhak Shamir, igualmente futuro primeiro-ministro. Ambos são confessadamente responsáveis pelo massacre de 250 habitantes da aldeia palestina de Deir Yassine a 10 de Abril de 1948.

Invasões sucessivas do Líbano, a mais grave das quais em 1982, chefiada por Ariel Sharom. Este promete ao seu governo e aos seu povo conquistar Beirute em 24h. Leva 76 dias! Pelo caminho massacra milhares de refugiados palestinos indefesos. ArielSharon (também ele futuro 1º ministro) é considerado criminoso de guerra no seu próprio país, Israel.

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Terça-feira, 22 de Julho de 2014
Cú de Judas

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Para todos os não crentes e que, apesar de todas as evidências em contrário, continuam a duvidar da sua existência a prova cartográfica aqui fica mais uma vez...

É em Portugal, Açores, Ilha de São Miguel, Serra da Tronqueira!

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Linhas de força para promover a Natalidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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18 Linhas de força para uma política de promoção da natalidade

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«A consagração e o reconhecimento da maternidade e da paternidade na Constituição da República Portuguesa traduziram-se no desenvolvimento de um conjunto articulado de políticas – de família, laborais, de segurança social, de saúde e de educação – cujo conteúdo e sentido é profundamente positivo e progressista

(...)

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Por todo o país as populações protestam

      Por todo o país as populações protestam em defesa dos serviços públicos, usando as mais diversas formas de luta!

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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014
A propósito da «bondade» do capital estrangeiro...

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A cada vez mais relevante presença, autónoma ou articulada com o capital nacional, do capital estrangeiro origina inevitavelmente uma elevada drenagem para o exterior de riqueza cá produzida. O capital estrangeiro em Portugal

  • reduz o rendimento nacional disponível, o mercado de capitais para investimento e reinvestimento,
  • foge do investimento de raiz,
  • chega a destruir actividades produtivas, interessando-se apenas pela clientela, a carteira de encomendas e os circuitos de comercialização,
  • assenta demasiadamente na mão-de-obra barata e nos apoios públicos, modelando negativamente o perfil de especialização do país e subvertendo a gestão de fundos,
  • transfere para fora centros de decisão, favorecendo o comando de sectores e empresas estratégicas segundo os planos e as conveniências das “empresas mãe”, das sociedades gestoras de participações sociais do capital multinacional.

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Vila Nova de Paiva: Convívio PCP na Quinta da Azenha

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Domingo, 20 de Julho de 2014
Benfica 0-1 Sporting

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB


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Joana Vasconcelos Medalha de Bronze em K1 200 metros nos Mundiais sub-23

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A canoísta do Sport Lisboa e Benfica Joana Vasconcelos conquistou, esta manhã de domingo, a Medalha de Bronze na Final A de K1 200 metros em Sub-23.

Joana Vasconcelos encontra-se na cidade húngara de Szeged que recebe nestes dias o Campeonato do Mundo de Juniores e de Sub-23 de Velocidade.

Joana Vasconcelos voltou à pista para disputar a final de K1 500 metros, na qual foi sétima classificada.

Parabéns à Joana Vasconcelos e ao seu clube, o SL Benfica

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Sábado, 19 de Julho de 2014
Aumenta o risco na banca em Portugal

«Numa altura em que o Grupo Espirito Santo implode e em que a má gestão dos banqueiros se torna mais uma vez clara para os portugueses, interessa fazer uma reflexão sobre o sistema financeiro português e sobre situações e tendências atuais preocupantes, o que tornará mais compreensível o caso GES.

Para se poder ter uma perceção do elevado risco que existe na banca em Portugal é necessário ter presente que é uma banca universal. Isto significa que ela é simultaneamente uma banca comercial, de retalho, (que recebe depósitos e concede crédito) e uma banca de investimento (que faz investimentos financeiros com dinheiro dos depositantes cujo risco é elevado, pois tanto se pode ganhar muito como perder muito), o que não acontece em todos os países já que, para reduzir o risco, é necessária a separação entre banca comercial e banca de investimento (os EUA durante muitos anos impuseram, por lei, a separação).

Em Portugal, são fundamentalmente os depósitos dos portugueses que, por um lado, permitem à banca conceder crédito à economia, aos particulares e ao Estado e, por outro lado, possibilitam aos banqueiros fazer investimentos financeiros (compra de ações e obrigações de empresas, de títulos do Estado, etc.), muitos deles de elevado risco. E isto porque o “dinheiro” que os banqueiros e outros acionistas possuem nos bancos corresponde a uma pequena percentagem do Ativo Total da Banca como mostra o quadro 1.»

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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Benfica 1-0 Estoril

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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Apresentação do Tomo V das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

«No vasto conjunto de iniciativas comemorativas do 40º aniversário da Revolução do 25 de Abril que, este ano, o PCP decidiu promover sob o lema “Os valores de Abril no Futuro de Portugal”, incluía-se o lançamento do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal.

Ele aí está como anunciado, abrangendo todo o período daquela que foi uma empolgante revolução libertadora e profundamente transformadora, um dos momentos mais marcantes e mais altos da vida do nosso povo e da história de Portugal.»

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O «conflito» na Palestina

     No momento da redacção deste artigo circula na comunicação social a possibilidade de um «cessar-fogo» no «conflito israelo-palestiniano». Mas o que significa de facto este «cessar-fogo»? Significa que duas partes em conflito, com partes iguais de responsabilidade, munidas de meios proporcionais, levando a cabo actos de guerra proporcionais decidem, mesmo que temporariamente, cessar as operações militares de um «conflito» neste caso «israelo-palestiniano»?

Não! E o problema da abordagem do problema palestiniano começa exactamente aqui. Não existe nenhum «conflito israelo-palestiniano», o dito «cessar-fogo» será, se confirmado, apenas a suspensão de mais uma dantesca e criminosa expressão da política de terrorismo de estado de Israel – potência ocupante da Palestina. Dirão alguns que existe um conflito, porque de Gaza e de outros territórios partem «rockets» direccionados contra o território de Israel. Vejamos então quais as razões desse «conflito» e como ele ocorre.

A Palestina é um País ocupado há mais de sessenta anos. Sete milhões de palestinianos são refugiados ou deslocados. Aquando da formação do Estado de Israel em 1948 os acordos de cedência de territórios preconizavam 55% para Israel e 45% para a Palestina. Hoje Israel ocupa 82% destes territórios e mantém os restantes sob férreo controlo. A Faixa de Gaza é um dos territórios vítima desse cerco e controlo. Cercado por ar, mar e terra (nomeadamente pelo muro racista), sujeito a um bloqueio, este território de 40km de comprimento e de seis a 12 km de largura, onde tentam sobreviver 1,8 milhões de pessoas, é a maior prisão a céu aberto do mundo. A Faixa de Gaza não tem um exército, aliás como o não tem a Palestina. Do outro lado, Israel é, qualitativamente, um dos mais (senão o mais) poderosos exércitos do mundo.

Há seis dias (ao momento da redacção deste artigo) que este território – onde 80% da população vive abaixo do limiar da pobreza – é bombardeado pelas mais sofisticadas armas à semelhança de 2008 e 2012 quando foram assassinados 3000 palestinianos. Apenas no primeiro dia deste novo massacre os ataques aéreos deram-se ao ritmo de 11 por hora. Um terror inimaginável.

Esta é a realidade de seis dias de «conflito»: 700 ataques aéreos israelitas, mais de 1100 mísseis disparados, mais de 100 disparos de tanques de guerra e cerca de 330 bombardeios navais. Um autêntico inferno que já matou mais de 180 palestinianos (dos quais cerca de 40 crianças) e fez 1250 feridos na sua maioria mulheres e crianças. Segundo dados da ONU, 5600 pessoas (940 famílias) estão deslocadas; 60 000 pessoas não têm acesso a comida; 400 000 pessoas estão sem electricidade; 1/3 da população tem acesso restrito a água potável; foram danificadas oito unidades de saúde, quatro ambulâncias e 36 escolas; 940 unidades residenciais foram arrasadas e 2500 casas estão danificadas. Foram incendiados 32 barcos de pesca, 3600 pescadores estão há sete dias sem acesso ao mar. Do lado de Israel foram destruídas duas casas e nove pessoas ficaram feridas.

Não foi o assassinato de três jovens colonos, em condições ainda por esclarecer, ocorrido numa zona controlada civil e militarmente por Israel, que está na origem deste «conflito». E muito menos os «foguetes» de Gaza. Não! O que motiva o poder sionista é o racismo, a ocupação e a tentativa de fazer «explodir» o processo de unidade entre as forças da resistência palestiniana de cada vez que ele dá um passo em frente. Não estamos perante um conflito. Estamos perante uma agressão, perante uma das mais escandalosas violações de direitos humanos, levada a cabo com o apoio dos EUA, com a silenciosa cumplicidade da União Europeia e de governos como o português. Há que tomar partido! Pela vítima, pelo povo palestiniano, reconhecendo o seu direito à resistência!

(sublinhados meus)

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Cisjordânia

«Israel continuou a bombardear a Faixa de Gaza apesar de o Egipto ter proposto a suspensão da ofensiva que, em sete dias, já provocou mais vítimas que a agressão de 2012 e agravou o drama humanitário no território.»

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
Aumenta o calor da luta

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População diminui em Portugal

  • Portugal registou no ano passado a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia, com 7,9 nascimentos por mil habitantes, inferior à mortalidade (10,2), segundo dados publicados, dia 10, pelo Eurostat.
  • De acordo com as estimativas do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, Portugal perdeu 60 mil habitantes em 2013, descendo de 10,48 milhões de pessoas para 10,42 milhões.
  • Esta diminuição da população deveu-se não só à diferença entre nascimentos e mortes (-2,3), como também ao saldo migratório (-3,5).
  • No ano passado nasceram 82,8 mil pessoas e morreram 106,5 mil, uma diferença de menos 23,8 mil pessoas. Além disso, outros 36,2 mil habitantes emigraram no último ano.
  • Em sentido inverso, a população na União Europeia aumentou ligeiramente, sobretudo devido a um saldo migratório positivo de 700 mil indivíduos. A taxa de natalidade foi praticamente idêntica à de mortalidade (10 por mil contra 9,9 por mil).
  • As mais altas taxas de natalidade foram registadas na Irlanda (15 por mil), França (12,3) e Reino Unido (12,2). Depois de Portugal, Alemanha, Grécia e Itália tiveram as taxas mais baixas (todos com 8,5 por mil).

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
Será verdade?

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Na págª 22 da edição da passada quinta-feira, dia 10 de Julho, do jornal «Correio da Manhã», deu à estampa esta notícia (?), informação (?), comentário (?), creio que da responsabilidade de Miguel Alexandre Ganhão, sub-chefe de redação do referido diário.

Lê-se e não se acredita! Esperei, esperei, esperei. Pesquisei, pesquisei, pesquisei. Nada. Nicles. Nepias. Zero. Nem uma palavra sobre o assunto.

Então o senhor Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa de seu nome, comporta-se (de acordo com o texto acima) como um autêntico O Padrinho e a comunicação social dominante cala-se?

Ou os referidos «dossiês comprometedores» existem, ou são fruto da imaginação do jornalista (o que não é crível). Se existem, e continham matéria susceptível de «dar origem a uma série de investigações», qual a razão para o comportamento de chantagista (não encontro melhor termo) de Carlos Costa? Porque não avançaram as investigações a Ricardo Salgado? Porque...

Como cidadão exijo saber toda a verdade...

E, em sensacional exclusivo de «O CASTENDO», veja como tudo isto termina:

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Apresentação do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
João Ribeiro: «Uma Medalha de Ouro no Europeu é gratificante»

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O canoísta do Sport Lisboa e Benfica, João Ribeiro, sagrou-se, no domingo, Campeão da Europa na categoria de K2 500 metros e conquistou ainda a medalha de Bronze no K4 1000 metros, em Brandenburgo, na Alemanha.

Em declarações à BTV, o canoísta não consegui esconder o seu contentamento. «Felizmente correu tudo bem. Conseguir uma Medalha de Ouro no Europeu é gratificante, estou no bom caminho. Daqui a um mês é o Mundial, é preciso pensar que o caminho está a ser bem feito», anteviu João Ribeiro.

O atleta do Benfica fez questão de recordar que até há bem pouco tempo estava a recuperar de uma lesão, facto que ainda engrandece mais esta conquista: «Há três semanas, estive no Estádio a fazer fisioterapia para recuperar de uma lesão. Regressar após um ano de interregno, competir e trazer um título Europeu é extremamente gratificante.»

«As provas estavam separadas apenas por uma hora, mas felizmente correu tudo bem e trazemos mais duas medalhas para Portugal e para o SL Benfica», concluiu o canoísta.

Parabéns ao João Ribeiro e ao seu clube, o SL Benfica

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Teresa Portela: «Duas Medalhas no Europeu trazem mais confiança»

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A canoísta do Sport Lisboa e Benfica, Teresa Portela, fez história no Campeonato Europeu de Canoagem, em Brandenburgo, na Alemanha, ao conquistar a medalha de bronze em K1 200 metros e em K1 500 metros.

Em declarações à BTV, Teresa Portela contou os detalhes da prova.

«As provas realizaram-se com uma diferença de três horas. Gosto mais do K1 500 metros, preparei-me melhor para essa prova. No entanto, são duas distancias olímpicas, duas competições muito competitivas e ambas foram difíceis. Ter conseguido uma medalha em cada distância foi sem dúvida muito bom. Mas confesso que ter recebido uma medalha no K1 500 metros, a minha distancia favorita, foi especial para mim», confessou satisfeita a canoísta.

Teresa Portela provou, mais uma vez, todo o seu calibre e apontou a conquistas futuras: «Foi um dia muito importante. Depois de um ano complicado consegui estar mais focada no K1. Ter conseguido estas duas medalhas no Europeu dá-me mais confiança e motivação para continuar a desenvolver o meu trabalho

Parabéns à Teresa Portela e ao seu clube, o SL Benfica

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A despesa pública com a saúde em Portugal é muito inferior à média dos países da OCDE

«Apesar de no estudo anterior termos analisado, embora muito sintéticamente, o ataque do governo ao SNS através de cortes brutais no financiamento, neste estudo vamos voltar de novo aos problemas da saúde. E isto porque interessa desmontar mais uma mentira utilizada pelo governo, já que ela é usada para enganar a opinião pública e assim justificar aquele ataque. E essa mentira é que a despesa pública com a saúde em Portugal é superior à dos outros paises, sendo excessiva e mesmo incomportável.

Nessa manipulação da opinião pública substitui-se, muitas vezes, a despesa pública com a saúde pela despesa total com saúde que são duas coisas diferentes, embora possa passar despercebida, pois a despesa total inclui a despesa pública mais a despesa privada, e esta última é paga diretamente pelo cidadão do seu bolso quando vai a um médico privado ou a um hospital privado.»

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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
Um retrato a negro
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Aqui ficam algumas das «metas» alcançadas por este Governo:

  • Mais de 2 milhões de pobres, 736 mil desempregados, (n.ºs oficiais) 300 mil desencorajados, 160 mil obrigados a assinar contratos em que recebem 200 euros de salário. 64% dos desempregados são desempregados de longa duração e 412 mil desempregados não recebem subsídio de desemprego.
  • 440 mil postos de trabalho destruídos e só em 2013 foram à falência 18 800 empresas.
  • Meio milhão de salários e 181 mil reformas penhoradas porque as pessoas não conseguem cumprir os compromissos. 150 mil famílias perderam a casa, 300 mil viram a electricidade cortada e 12 mil a água.
  • Foram cortados 40 mil abonos de família, 60 mil complementos solidários para idosos (30%) e 305 mil rendimentos de inserção social (60%).
  • Emigraram mais de 250 mil jovens, só no último ano emigraram 30 mil enfermeiros.
  • Mais de 2 000 milhões de euros ano foram transferidos do rendimento do trabalho para o rendimento do capital com este Governo.

Sofhia de Mello Breyner, dizia «em vez de dizerem aos pobres: tenham paciência não pode ser é preciso dizer-lhes: Não tenham paciência».

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Fim à agressão israelita!

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A acção criminosa de Israel contra o povo palestiniano - que agora adquire a forma de mais uma agressão armada de grande envergadura - vem confirmar aquilo que já era uma evidência: o chamado processo negocial encenado pelos EUA não tinha outro objectivo senão o de tentar impor e consagrar a aceitação da efectiva ocupação da Palestina e a capitulação e abdicação dos direitos nacionais do povo palestiniano.

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CONCENTRAÇÃO

SEGUNDA-FEIRA 14 de JULHO, ÀS 18 HORAS

NO ROSSIO, EM LISBOA

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