TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»
Terça-feira, 22 de Julho de 2014
Cú de Judas

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Para todos os não crentes e que, apesar de todas as evidências em contrário, continuam a duvidar da sua existência a prova cartográfica aqui fica mais uma vez...

É em Portugal, Açores, Ilha de São Miguel, Serra da Tronqueira!

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Linhas de força para promover a Natalidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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18 Linhas de força para uma política de promoção da natalidade

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«A consagração e o reconhecimento da maternidade e da paternidade na Constituição da República Portuguesa traduziram-se no desenvolvimento de um conjunto articulado de políticas – de família, laborais, de segurança social, de saúde e de educação – cujo conteúdo e sentido é profundamente positivo e progressista

(...)

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publicado por António Vilarigues às 13:50
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Por todo o país as populações protestam

      Por todo o país as populações protestam em defesa dos serviços públicos, usando as mais diversas formas de luta!

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publicado por António Vilarigues às 09:05
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014
A propósito da «bondade» do capital estrangeiro...

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A cada vez mais relevante presença, autónoma ou articulada com o capital nacional, do capital estrangeiro origina inevitavelmente uma elevada drenagem para o exterior de riqueza cá produzida. O capital estrangeiro em Portugal

  • reduz o rendimento nacional disponível, o mercado de capitais para investimento e reinvestimento,
  • foge do investimento de raiz,
  • chega a destruir actividades produtivas, interessando-se apenas pela clientela, a carteira de encomendas e os circuitos de comercialização,
  • assenta demasiadamente na mão-de-obra barata e nos apoios públicos, modelando negativamente o perfil de especialização do país e subvertendo a gestão de fundos,
  • transfere para fora centros de decisão, favorecendo o comando de sectores e empresas estratégicas segundo os planos e as conveniências das “empresas mãe”, das sociedades gestoras de participações sociais do capital multinacional.

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Vila Nova de Paiva: Convívio PCP na Quinta da Azenha

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publicado por António Vilarigues às 05:42
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Domingo, 20 de Julho de 2014
Benfica 0-1 Sporting

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB


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publicado por António Vilarigues às 22:46
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Joana Vasconcelos Medalha de Bronze em K1 200 metros nos Mundiais sub-23

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A canoísta do Sport Lisboa e Benfica Joana Vasconcelos conquistou, esta manhã de domingo, a Medalha de Bronze na Final A de K1 200 metros em Sub-23.

Joana Vasconcelos encontra-se na cidade húngara de Szeged que recebe nestes dias o Campeonato do Mundo de Juniores e de Sub-23 de Velocidade.

Joana Vasconcelos voltou à pista para disputar a final de K1 500 metros, na qual foi sétima classificada.

Parabéns à Joana Vasconcelos e ao seu clube, o SL Benfica

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publicado por António Vilarigues às 12:13
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Sábado, 19 de Julho de 2014
Aumenta o risco na banca em Portugal

«Numa altura em que o Grupo Espirito Santo implode e em que a má gestão dos banqueiros se torna mais uma vez clara para os portugueses, interessa fazer uma reflexão sobre o sistema financeiro português e sobre situações e tendências atuais preocupantes, o que tornará mais compreensível o caso GES.

Para se poder ter uma perceção do elevado risco que existe na banca em Portugal é necessário ter presente que é uma banca universal. Isto significa que ela é simultaneamente uma banca comercial, de retalho, (que recebe depósitos e concede crédito) e uma banca de investimento (que faz investimentos financeiros com dinheiro dos depositantes cujo risco é elevado, pois tanto se pode ganhar muito como perder muito), o que não acontece em todos os países já que, para reduzir o risco, é necessária a separação entre banca comercial e banca de investimento (os EUA durante muitos anos impuseram, por lei, a separação).

Em Portugal, são fundamentalmente os depósitos dos portugueses que, por um lado, permitem à banca conceder crédito à economia, aos particulares e ao Estado e, por outro lado, possibilitam aos banqueiros fazer investimentos financeiros (compra de ações e obrigações de empresas, de títulos do Estado, etc.), muitos deles de elevado risco. E isto porque o “dinheiro” que os banqueiros e outros acionistas possuem nos bancos corresponde a uma pequena percentagem do Ativo Total da Banca como mostra o quadro 1.»

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publicado por António Vilarigues às 10:30
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Benfica 1-0 Estoril

SLB, SLB, SLB, GLORIOSO SLB

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publicado por António Vilarigues às 22:10
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Apresentação do Tomo V das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

«No vasto conjunto de iniciativas comemorativas do 40º aniversário da Revolução do 25 de Abril que, este ano, o PCP decidiu promover sob o lema “Os valores de Abril no Futuro de Portugal”, incluía-se o lançamento do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal.

Ele aí está como anunciado, abrangendo todo o período daquela que foi uma empolgante revolução libertadora e profundamente transformadora, um dos momentos mais marcantes e mais altos da vida do nosso povo e da história de Portugal.»

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publicado por António Vilarigues às 11:06
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O «conflito» na Palestina

     No momento da redacção deste artigo circula na comunicação social a possibilidade de um «cessar-fogo» no «conflito israelo-palestiniano». Mas o que significa de facto este «cessar-fogo»? Significa que duas partes em conflito, com partes iguais de responsabilidade, munidas de meios proporcionais, levando a cabo actos de guerra proporcionais decidem, mesmo que temporariamente, cessar as operações militares de um «conflito» neste caso «israelo-palestiniano»?

Não! E o problema da abordagem do problema palestiniano começa exactamente aqui. Não existe nenhum «conflito israelo-palestiniano», o dito «cessar-fogo» será, se confirmado, apenas a suspensão de mais uma dantesca e criminosa expressão da política de terrorismo de estado de Israel – potência ocupante da Palestina. Dirão alguns que existe um conflito, porque de Gaza e de outros territórios partem «rockets» direccionados contra o território de Israel. Vejamos então quais as razões desse «conflito» e como ele ocorre.

A Palestina é um País ocupado há mais de sessenta anos. Sete milhões de palestinianos são refugiados ou deslocados. Aquando da formação do Estado de Israel em 1948 os acordos de cedência de territórios preconizavam 55% para Israel e 45% para a Palestina. Hoje Israel ocupa 82% destes territórios e mantém os restantes sob férreo controlo. A Faixa de Gaza é um dos territórios vítima desse cerco e controlo. Cercado por ar, mar e terra (nomeadamente pelo muro racista), sujeito a um bloqueio, este território de 40km de comprimento e de seis a 12 km de largura, onde tentam sobreviver 1,8 milhões de pessoas, é a maior prisão a céu aberto do mundo. A Faixa de Gaza não tem um exército, aliás como o não tem a Palestina. Do outro lado, Israel é, qualitativamente, um dos mais (senão o mais) poderosos exércitos do mundo.

Há seis dias (ao momento da redacção deste artigo) que este território – onde 80% da população vive abaixo do limiar da pobreza – é bombardeado pelas mais sofisticadas armas à semelhança de 2008 e 2012 quando foram assassinados 3000 palestinianos. Apenas no primeiro dia deste novo massacre os ataques aéreos deram-se ao ritmo de 11 por hora. Um terror inimaginável.

Esta é a realidade de seis dias de «conflito»: 700 ataques aéreos israelitas, mais de 1100 mísseis disparados, mais de 100 disparos de tanques de guerra e cerca de 330 bombardeios navais. Um autêntico inferno que já matou mais de 180 palestinianos (dos quais cerca de 40 crianças) e fez 1250 feridos na sua maioria mulheres e crianças. Segundo dados da ONU, 5600 pessoas (940 famílias) estão deslocadas; 60 000 pessoas não têm acesso a comida; 400 000 pessoas estão sem electricidade; 1/3 da população tem acesso restrito a água potável; foram danificadas oito unidades de saúde, quatro ambulâncias e 36 escolas; 940 unidades residenciais foram arrasadas e 2500 casas estão danificadas. Foram incendiados 32 barcos de pesca, 3600 pescadores estão há sete dias sem acesso ao mar. Do lado de Israel foram destruídas duas casas e nove pessoas ficaram feridas.

Não foi o assassinato de três jovens colonos, em condições ainda por esclarecer, ocorrido numa zona controlada civil e militarmente por Israel, que está na origem deste «conflito». E muito menos os «foguetes» de Gaza. Não! O que motiva o poder sionista é o racismo, a ocupação e a tentativa de fazer «explodir» o processo de unidade entre as forças da resistência palestiniana de cada vez que ele dá um passo em frente. Não estamos perante um conflito. Estamos perante uma agressão, perante uma das mais escandalosas violações de direitos humanos, levada a cabo com o apoio dos EUA, com a silenciosa cumplicidade da União Europeia e de governos como o português. Há que tomar partido! Pela vítima, pelo povo palestiniano, reconhecendo o seu direito à resistência!

(sublinhados meus)

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Cisjordânia
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«Israel continuou a bombardear a Faixa de Gaza apesar de o Egipto ter proposto a suspensão da ofensiva que, em sete dias, já provocou mais vítimas que a agressão de 2012 e agravou o drama humanitário no território.»

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
Aumenta o calor da luta

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publicado por António Vilarigues às 13:42
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População diminui em Portugal

  • Portugal registou no ano passado a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia, com 7,9 nascimentos por mil habitantes, inferior à mortalidade (10,2), segundo dados publicados, dia 10, pelo Eurostat.
  • De acordo com as estimativas do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia, Portugal perdeu 60 mil habitantes em 2013, descendo de 10,48 milhões de pessoas para 10,42 milhões.
  • Esta diminuição da população deveu-se não só à diferença entre nascimentos e mortes (-2,3), como também ao saldo migratório (-3,5).
  • No ano passado nasceram 82,8 mil pessoas e morreram 106,5 mil, uma diferença de menos 23,8 mil pessoas. Além disso, outros 36,2 mil habitantes emigraram no último ano.
  • Em sentido inverso, a população na União Europeia aumentou ligeiramente, sobretudo devido a um saldo migratório positivo de 700 mil indivíduos. A taxa de natalidade foi praticamente idêntica à de mortalidade (10 por mil contra 9,9 por mil).
  • As mais altas taxas de natalidade foram registadas na Irlanda (15 por mil), França (12,3) e Reino Unido (12,2). Depois de Portugal, Alemanha, Grécia e Itália tiveram as taxas mais baixas (todos com 8,5 por mil).

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
Será verdade?

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Na págª 22 da edição da passada quinta-feira, dia 10 de Julho, do jornal «Correio da Manhã», deu à estampa esta notícia (?), informação (?), comentário (?), creio que da responsabilidade de Miguel Alexandre Ganhão, sub-chefe de redação do referido diário.

Lê-se e não se acredita! Esperei, esperei, esperei. Pesquisei, pesquisei, pesquisei. Nada. Nicles. Nepias. Zero. Nem uma palavra sobre o assunto.

Então o senhor Governador do Banco de Portugal, Carlos Costa de seu nome, comporta-se (de acordo com o texto acima) como um autêntico O Padrinho e a comunicação social dominante cala-se?

Ou os referidos «dossiês comprometedores» existem, ou são fruto da imaginação do jornalista (o que não é crível). Se existem, e continham matéria susceptível de «dar origem a uma série de investigações», qual a razão para o comportamento de chantagista (não encontro melhor termo) de Carlos Costa? Porque não avançaram as investigações a Ricardo Salgado? Porque...

Como cidadão exijo saber toda a verdade...

E, em sensacional exclusivo de «O CASTENDO», veja como tudo isto termina:

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Apresentação do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
João Ribeiro: «Uma Medalha de Ouro no Europeu é gratificante»

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O canoísta do Sport Lisboa e Benfica, João Ribeiro, sagrou-se, no domingo, Campeão da Europa na categoria de K2 500 metros e conquistou ainda a medalha de Bronze no K4 1000 metros, em Brandenburgo, na Alemanha.

Em declarações à BTV, o canoísta não consegui esconder o seu contentamento. «Felizmente correu tudo bem. Conseguir uma Medalha de Ouro no Europeu é gratificante, estou no bom caminho. Daqui a um mês é o Mundial, é preciso pensar que o caminho está a ser bem feito», anteviu João Ribeiro.

O atleta do Benfica fez questão de recordar que até há bem pouco tempo estava a recuperar de uma lesão, facto que ainda engrandece mais esta conquista: «Há três semanas, estive no Estádio a fazer fisioterapia para recuperar de uma lesão. Regressar após um ano de interregno, competir e trazer um título Europeu é extremamente gratificante.»

«As provas estavam separadas apenas por uma hora, mas felizmente correu tudo bem e trazemos mais duas medalhas para Portugal e para o SL Benfica», concluiu o canoísta.

Parabéns ao João Ribeiro e ao seu clube, o SL Benfica

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Teresa Portela: «Duas Medalhas no Europeu trazem mais confiança»

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A canoísta do Sport Lisboa e Benfica, Teresa Portela, fez história no Campeonato Europeu de Canoagem, em Brandenburgo, na Alemanha, ao conquistar a medalha de bronze em K1 200 metros e em K1 500 metros.

Em declarações à BTV, Teresa Portela contou os detalhes da prova.

«As provas realizaram-se com uma diferença de três horas. Gosto mais do K1 500 metros, preparei-me melhor para essa prova. No entanto, são duas distancias olímpicas, duas competições muito competitivas e ambas foram difíceis. Ter conseguido uma medalha em cada distância foi sem dúvida muito bom. Mas confesso que ter recebido uma medalha no K1 500 metros, a minha distancia favorita, foi especial para mim», confessou satisfeita a canoísta.

Teresa Portela provou, mais uma vez, todo o seu calibre e apontou a conquistas futuras: «Foi um dia muito importante. Depois de um ano complicado consegui estar mais focada no K1. Ter conseguido estas duas medalhas no Europeu dá-me mais confiança e motivação para continuar a desenvolver o meu trabalho

Parabéns à Teresa Portela e ao seu clube, o SL Benfica

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A despesa pública com a saúde em Portugal é muito inferior à média dos países da OCDE

«Apesar de no estudo anterior termos analisado, embora muito sintéticamente, o ataque do governo ao SNS através de cortes brutais no financiamento, neste estudo vamos voltar de novo aos problemas da saúde. E isto porque interessa desmontar mais uma mentira utilizada pelo governo, já que ela é usada para enganar a opinião pública e assim justificar aquele ataque. E essa mentira é que a despesa pública com a saúde em Portugal é superior à dos outros paises, sendo excessiva e mesmo incomportável.

Nessa manipulação da opinião pública substitui-se, muitas vezes, a despesa pública com a saúde pela despesa total com saúde que são duas coisas diferentes, embora possa passar despercebida, pois a despesa total inclui a despesa pública mais a despesa privada, e esta última é paga diretamente pelo cidadão do seu bolso quando vai a um médico privado ou a um hospital privado.»

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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
Um retrato a negro
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Aqui ficam algumas das «metas» alcançadas por este Governo:

  • Mais de 2 milhões de pobres, 736 mil desempregados, (n.ºs oficiais) 300 mil desencorajados, 160 mil obrigados a assinar contratos em que recebem 200 euros de salário. 64% dos desempregados são desempregados de longa duração e 412 mil desempregados não recebem subsídio de desemprego.
  • 440 mil postos de trabalho destruídos e só em 2013 foram à falência 18 800 empresas.
  • Meio milhão de salários e 181 mil reformas penhoradas porque as pessoas não conseguem cumprir os compromissos. 150 mil famílias perderam a casa, 300 mil viram a electricidade cortada e 12 mil a água.
  • Foram cortados 40 mil abonos de família, 60 mil complementos solidários para idosos (30%) e 305 mil rendimentos de inserção social (60%).
  • Emigraram mais de 250 mil jovens, só no último ano emigraram 30 mil enfermeiros.
  • Mais de 2 000 milhões de euros ano foram transferidos do rendimento do trabalho para o rendimento do capital com este Governo.

Sofhia de Mello Breyner, dizia «em vez de dizerem aos pobres: tenham paciência não pode ser é preciso dizer-lhes: Não tenham paciência».

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Fim à agressão israelita!

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A acção criminosa de Israel contra o povo palestiniano - que agora adquire a forma de mais uma agressão armada de grande envergadura - vem confirmar aquilo que já era uma evidência: o chamado processo negocial encenado pelos EUA não tinha outro objectivo senão o de tentar impor e consagrar a aceitação da efectiva ocupação da Palestina e a capitulação e abdicação dos direitos nacionais do povo palestiniano.

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CONCENTRAÇÃO

SEGUNDA-FEIRA 14 de JULHO, ÀS 18 HORAS

NO ROSSIO, EM LISBOA

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Domingo, 13 de Julho de 2014
Casa do Benfica em Penalva do Castelo venceu 5.º Mundial da Sueca

  O Pavilhão Fidelidade foi o local que acolheu, este domingo, a 5.ª edição do Mundial da Sueca que foi ganha pela Casa do Benfica em Penalva do Castelo.

O Torneio começou cedo, pouco antes das 10 horas e terminou perto das 18 horas com a confirmação do vencedor. Durante o dia, a Sueca, jogo de cartas tradicionalmente português, foi “rei” onde várias equipas das Casas do Benfica espalhadas por Portugal e não só mostraram as valências.

O rescaldo foi positivo por mais uma iniciativa de sucesso organizado pelo departamento das Casas do Clube e que contou com a participação de cerca de 400 pessoas, onde o fair-play e a alegria reinaram.

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Os vencedores da 5.ª edição do Mundial da Sueca foram:

1.º lugar: Penalva do Castelo

2.º lugar: Quinta do Conde

3.º lugar: Oliveira de Azeméis

4.º lugar: Resende

5.º lugar: Montemor-o-Velho

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Parabéns à Equipa vencedora.

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Sábado, 12 de Julho de 2014
Fascismo silencioso
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O fantasma do fascismo paira sobre a Europa. Embora seja impossível determinar o momento em que começou a manifestar-se, é um facto que os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001 nos EUA abriram a porta à imposição de legislação altamente restritiva da liberdade e dos direitos dos cidadãos naquele país e em todo o espaço europeu. Veio depois a «crise», também com origem no outro lado do Atlântico, com as consequências que se sentem deste lado. De súbito os trabalhadores e os povos da Europa ficaram a saber que viviam «acima das suas possibilidades», por isso se entendendo o trabalho com direitos, a habitação, o direito à saúde, à educação, à protecção social. Em menos de uma década registou-se uma regressão civilizacional tal que a expressão «escravatura do século XXI» entrou no vocabulário do velho continente.


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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
Diferenças salariais prejudicam mulheres
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Em 68 de 84 actividades económicas, as mulheres auferem os salários médios mensais de base inferiores aos dos homens, sendo que os ganhos médios mensais dos homens (que incluem compensação por trabalho suplementar, prémios e outros benefícios) são também superiores aos das mulheres em 71 actividades.

Os dados constam no Relatório Sobre Diferenciações Salariais por Ramos de Actividade, encomendado pelo Governo e divulgado dia 4, segundo o qual a remuneração média mensal das mulheres era 18 por cento inferior à dos homens.

O documento constata que, «quanto mais elevado é o nível de qualificação maior é o diferencial salarial», sendo «particularmente elevado entre os quadros superiores», em que o rácio entre a remuneração das mulheres e a dos homens era, em 2011, de 72,2 por cento para a remuneração média de base e de 71,2% em relação à média do ganho. Ou seja, nestas categorias profissionais, as mulheres ganham 27 por cento menos do que os homens.

Inversamente, a diferença salarial é menor entre os níveis de qualificação mais baixos, como, por exemplo, entre praticantes e aprendizes (5% e 8,2% em termos de remuneração média de base e de ganho, respectivamente).

O documento assinala ainda que «o crescimento da presença feminina no mercado de trabalho, bem como o aumento da escolarização, não tem tido um efeito equivalente no acesso aos cargos de decisão das empresas e na sua participação na decisão.»

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A destruição do SNS pelo governo e a luta dos médicos em sua defesa

«Numa altura em que os médicos recorreram à greve para defender o SNS e os seus direitos, interessa recordar (até para que possa ficar claro para todos portugueses a razão da luta dos médicos), a forma como este governo, através do seu ministro da saúde, tem procurado destruir, de uma forma silenciosa, o SNS, através de cortes brutais no seu financiamento e no dos hospitais públicos. Ao mesmo tempo que faz isto tem-se revelado um "mãos largas" no financiamento dos grupos económicos privados (Espírito Santo Saúde, José Mello e o grupos brasileiro AMIL que adquiriu os Hospitais Privados à CGD, quando o governo privatizou a área de saúde da "Caixa") grupos esses que já controlam uma parte importante do serviço público de saúde.

O quadro 1, construído com dados oficiais constantes da "Síntese da execução orçamental" divulgada mensalmente pelo Ministério das Finanças e do OE-2014, mostra com clareza a fúria destruidora deste governo contra tudo que é público.»

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Quinta-feira, 10 de Julho de 2014
Sessão de lançamento do livro «Vasco Nome de Abril»

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Penalva do Castelo: Real é freguesia «aberta e de diálogo»

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Todos para São Bento

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Quarta-feira, 9 de Julho de 2014
Acerca do Mapa Judiciário

    A confusão gerada com a entrada em vigor da nova organização dos tribunais, num contexto de falta generalizada de condições, como é público, vem provar a razão do PCP que desde a primeira hora se manifestou contra a sua implementação. Nas presentes condições, o novo Mapa só formalmente entrará em vigor no dia 1 de Setembro, pois a sua aplicação vai arrastar-se no tempo com elevados prejuízos para a realização da Justiça.

O mapa judiciário que o Governo quer impor, alegadamente em nome da especialização e da qualidade da aplicação da Justiça, desfere um golpe profundo no acesso dos cidadãos à tutela judicial efectiva em condições de igualdade. O que caracteriza esta reforma, é o encerramento e a desqualificação de tribunais em meras extensões, a concentração de valências judiciais nas capitais de distrito, o prejuízo das populações que vivem fora dos grandes centros e do litoral.

Às dificuldades já existentes, decorrentes da escandalosa onerosidade do acesso aos tribunais e da negação de apoio judiciário, somam-se as dificuldades da distância, da falta de transportes e do custo das deslocações decorrentes da concentração dos tribunais e das valências judiciais.

O que caracteriza este mapa judiciário não são as vantagens da especialização. São as desvantagens da concentração. O que caracteriza esta reforma é o encerramento e a eliminação de valências de dezenas de tribunais e a redução da competência genérica de maioria dos actuais tribunais de comarca. Com este mapa judiciário as populações ficam mais longe do acesso à Justiça. O País fica mais desigual e injusto.

Como se tudo isto não bastasse, ainda acresce a manifesta falta de funcionários judiciais, aspecto para o qual diversos operadores da justiça têm repetidamente alertado.

PCP não aceita o encerramento de tribunais e não se conforma com a ideia de que este mapa judiciário é um facto consumado. É imperioso que cada uma das comarcas actualmente existentes deva continuar a dispor de um tribunal de competência genérica. Foi nesse sentido uma das várias propostas que o PCP apresentou para minimizar as consequências muito negativas desta reforma.

PCP continuará a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para derrotar tais objectivos que se inserem num plano mais vasto de reconfiguração do papel do Estado.

PCP saúda autarcas, populações e todos quanto trabalham nos Tribunais na luta que têm desenvolvido e que está em curso contra o novo Mapa Judiciário. E, como tem feito até aqui, continuará a apoiar sem reservas a luta em defesa das populações e por melhor Justiça para todos.

(sublinhados meus)

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Sublinhe-se que no caso de Penalva do Castelo, com a transferência para a comarca do Sátão, com a desqualificação do Tribunal de Mangualde e com a concentração de valências judiciais na capital de distrito, podemos hoje afirmar com plena certeza que a população do concelho vai passar a tratar dos seus assuntos na Justiça em... VISEU!!!

Quem paga?...

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Terça-feira, 8 de Julho de 2014
Os cortes nas pensões nominais ilíquidas

 

«É reconhecido que os pensionistas foram um dos grupos da população mais massacrados por este governo. O governo PSD/CDS transformou os pensionistas em alvo preferencial da sua fúria neoliberal. Para se poder ter uma ideia completa da dimensão da redução dos rendimentos dos pensionistas determinado pelo efeito conjugado das medidas deste governo é necessário quantificar cada uma dessa medidas e depois somar os resultados obtidos, o que normalmente não é feito, mas que vamos procurar fazer neste estudo. No entanto, é importante recordar que desde 2010, apenas o escalão mais baixo das pensões mínimas (até 246€ em 2010) é que têm tido aumentos, todas as outras pensões (que são a esmagadora maioria) têm-se mantido inalteráveis, ou seja, congeladas. E mesmo as poucas que foram aumentadas, as subidas têm sido irrisórias.

Em 2011, nenhum reformado ou aposentado teve qualquer aumento. Em 2012, apenas as pensões de valor inferior a 247€ tiveram um aumento de 7,46€ por mês (25 cêntimos por dia); em 2013 apenas as pensões de valor inferior a 254€ foram aumentadas em 2,79€ por mês (9 cêntimos por dia); e em 2014, apenas as pensões de valor inferior a 257€ tiveram uma subida de 2,57€ por mês (8,5 cêntimos por dia). Isto significou que na Segurança Social dos1.922.600 reformados de velhice apenas 253.000 (13,2%) tiveram aumentos irrisórios. E na CGA dos 471.779 aposentados apenas 51.871 (11%) viram as suas pensões serem aumentadas nos mesmos valores irrisórios. Os restantes reformados e aposentados (quase 2.100.000) têm as suas pensões congeladas desde 2010. E o congelamento das pensões representa, segundo cálculos do próprio governo, uma perda de rendimentos para os pensionistas avaliada em 628 milhões € por ano. E já são quatro anos em que a esmagadora maioria dos pensionistas em Portugal não tem qualquer aumento. E é sobre estas pensões que não têm tido qualquer aumento que o governo tem feito múltiplos cortes, como se vai mostrar e quantificar.»

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Freguesia de Real reforça presença na Internet e Redes Sociais

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