TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 17 de Setembro de 2013
Penalva do Castelo: CDU - A Força que o Concelho Precisa

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publicado por António Vilarigues às 14:44
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013
Penalva do Castelo: Debate autárquico na Rádio Alive (7/9)

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Debate autárquico na Rádio Alive

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Ouçam, reflictam e opinem...

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publicado por António Vilarigues às 14:23
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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013
O recurso dos vencidos

    Seja qual for a posição que cada um assuma perante o princípio da limitação de mandatos – e a do PCP é de há muito conhecida pelas razões e fundamentos que nos dispensamos de reapresentar – já tem outro significado, bem mais grave e inquietante, pretender que essa limitação ultrapasse as fronteiras de um impedimento a uma recandidatura numa determinada autarquia para ganhar a dimensão de expropriação do direito político de um qualquer cidadão se poder candidatar.

1. Merece contestação e repúdio, embora não se estranhe, que organizações fascizantes e de extrema-direita como a da Revolução Branca inconformada com o regime democrático, as liberdades e direitos fundamentais se assuma enquanto aríete da cruzada antidemocrática que a propósito da limitação de mandatos se empreendeu no país. Mais perplexidade causa ter visto o Bloco de Esquerda, não só acompanhar e animar essa campanha, como tomar nas suas mãos esse papel na fase do processo eleitoral.  

E por antecipação às vozes indignadas que venham a surgir acusando-nos de estar a comparar o incomparável em termos de doutrina e objectivos das organizações acima citadas, aqui se esclarece que não estamos. Apenas e tão só a constatar o que objectivamente não pode ser negado: o facto de que à vez, primeiro aquela agremiação por via de providências cautelares que, embora inúteis e sem sustentação jurídico-constitucional, algumas surpreendentes decisões judiciais animaram politicamente, e depois o Bloco de Esquerda por via de uma insensata fúria impugnadora (com a hipócrita companhia do PS, diga-se),  deram corpo à operação a que acabámos de assistir.  

E se a decisão agora conhecida do Tribunal Constitucional, esperada e óbvia, pôs termo a este processo bem se pode dizer que quem as animou contribuiu, e não pouco, para alimentar o populismo mais doentio e a demagogia mais rasteira, e para minar a credibilidade da política e dos direitos democráticos.  

Merece anotação que tudo o que o BE tenha para apresentar ao país nestas eleições autárquicas se confine à perseguição de candidaturas. Como não deixará de ser objecto de registo por todos os que vêem nestas eleições mais do que a pequenez dessa dimensão, que este tenha feito desta decisão o elemento central das conclusões da sua convenção autárquica e o eixo essencial da sua campanha eleitoral.

Um “projecto” autárquico que se esgota no anúncio de impedimento de elegibilidade de outros poderá ter como objectivo procurar ganhar na secretaria o que no terreno do debate eleitoral não obtém vencimento, mas será sem dúvida curto demais para o que está em discussão e decisão em eleições locais. O caminho da limitação de direitos fundamentais, e mais ainda da sua liquidação, é um caminho perigoso que todos quantos se identificam com o regime democrático deveriam conhecer e prevenir pela simples razão de que hoje são estes os invocados para serem cerceados e amanhã serão outros mais profundos e não menos inquietantes. Que forças e organizações fascizantes o queiram percorrer pelas razões que se antevêem percebe-se, embora se repudie. Que outros sem esse posicionamento e objectivos os acompanhem na ilusória ânsia de uns quantos votos fáceis é bem mais grave.

2. Dir-se-á com verdade que esta azáfama impugnadora poderá ficar para a história conhecida como a do recurso dos vencidos. Assim é. Deitando mão ao recurso julgado mais útil – o dos recursos judiciais de impugnação – o BE expôs à evidência um conjunto de concepções, posicionamentos e argumentos reveladores da inconsistência política que o caracteriza. 

No arsenal de argumentos e pretextos sempre apresentados como os mais moralizadores e válidos, o BE não olhou a meios e bem menos ao rigor. Para o Bloco princípios constitucionais como o direito fundamental de acesso a cargos públicos em condições de igualdade e liberdade, o princípio da elegibilidade enquanto regra e o da inelegibilidade como excepção, o juízo da proporcionalidade entre o direito fundamental em causa e os interesses com ele concorrentes, são chão que deu uvas. 

Umas quantas, datadas e descontextualizadas citações de Rousseau no século XIX são bastantes para, transformando o iluminismo deste com o obscurantismo teórico de quem o invoca, fazer tábua rasa do comando constitucional sobre direitos e garantias políticas fundamentais; a inflamada invocação da proposta do Governo de Cavaco Silva de 1991 sobre a limitação de mandatos, com recurso à citação do então ministro Valente de Oliveira no debate parlamentar de então, chega para atestar o conceito de moralização de vida política que o BE parece partilhar; a deliberada mistificação sobre o chamado princípio da renovação de mandatos, insinuando em sua contraposição um quadro de perpetuação de poder, para iludir que essa renovação está sempre garantida pelo voto soberano das populações; o trocadilho sobre o alcance de  uma preposição e a sua contracção com um artigo definido (sobre a dimensão jurídica do de e do da) para “na dúvida” optar pela restrição em detrimento do direito. Ao que se deve juntar a intolerável e insultuosa tentativa de transformar cada um dos milhares de eleitos locais em potenciais réplicas de Alberto João Jardim.

No vale tudo argumentativo, o Bloco recorreu sempre pelo lado dos vencidos: assumiu objectivamente o que de mais reaccionário a Revolução Branca propagandeou e promoveu, até esta ser desautorizada e vencida, quer por acórdão do Tribunal Constitucional sobre as providências cautelares, quer pela ilegitimidade superveniente para lhe dar seguimento no processo eleitoral; citou abundante e copiosamente em seu favor o voto vencido do presidente da Comissão Nacional de Eleições ignorando a deliberação largamente maioritária adoptada pela entidade sobre a matéria; invocou entusiasticamente em seu socorro o processo legislativo de 1991 sobre a limitação de mandatos fingindo desconhecer que a lei então aprovada foi declarada inconstitucional por acórdão do Tribunal Constitucional; sustentou repetida e falsamente a tese da inelegibilidade (absoluta e inibidora de direitos políticos apenas permitida em circunstâncias especial e obrigatoriamente previstas na Lei) em contraponto à da limitação que em concreto se encontra em vigor, escamoteando o facto de tendo o BE apresentado em 2005 um projecto-lei que explicitamente visava aquele objectivo esse diploma ter sido rejeitado pela esmagadora maioria do parlamento. 

3. Não deixa de ser significativo que alguns dos que fazem desta questão o centro de tudo e que associam o número de mandatos a alegados vícios do sistema político e as teias de interesses económicos percam, porque o não têm ou ignoram, o sentido de classe que por detrás destes fenómenos se escondem e em muito os ultrapassam.

O que determina aquelas situações é a natureza de classe e os interesses económicos que lhe estão associados independentemente do papel dos indivíduos. É uma pura ilusão admitir que a teia de interesses e dependências políticas, económicas e sociais não sobreviverá pela mão dos partidos que lhes dão expressão apenas pela mera mudança do eleito dessa mesma força política. Bastaria olhar para as remodelações governamentais para se perceber que vão as pessoas mas as políticas ficam. Só por imaturidade política se pode privilegiar a natureza pessoal no exercício dos cargos, ignorando a própria seriedade de cada um, para ocultar os interesses que estão presentes para lá dos indivíduos em si considerados. Alguns dos que fingem compromisso com a isenção ou transparência fazem-no para esconder agendas obscuras, ambições de poder, projectos de amputação e cerceamento democrático. 

E só por imprevidência política se pode prosseguir um caminho de criminalização da política e dos políticos, explorando profusamente concepções populistas e alimentando suspeições sobre o exercício de cargos públicos na base da generalização de práticas  e comportamentos. A campanha a que se assistiu deixou marcas bem mais profundas na democracia, é preciso que todos tenham disso consciência, do que aquelas que os que viram na coisa um filão rico de apoio eleitoral imaginam.

O recurso a expedientes, o exercício de surfar a onda da demagogia e do populismo, a busca de apoio fácil à corrente das ideias dominantes, mesmo que com a expectativa de algum proveito de curto prazo, acabará por ser paga com preço elevado. Seja o recurso à limitação de direitos seja a de animar e promover listas de cidadãos - quer por falta de apoio e projecto próprio, pretendida dissimulação ou porque é moda ser contra os partidos, a política e os políticos em abstracto - em contraponto às dos partidos, identificando nuns um paraíso de costumes e noutros um inferno de pecados.

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publicado por António Vilarigues às 07:59
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Domingo, 1 de Setembro de 2013
Cinfães: CDU reclama e local da assembleia de voto foi alterado

Cinfães: CDU reclama e local da assembleia de voto foi alterado

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publicado por António Vilarigues às 08:13
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Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013
Jerónimo de Sousa em Viseu, Real e Mangualde

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Arruada pela cidade de Viseu

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Visita à freguesia de Real no concelho de Penalva do Castelo

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Jantar em Mangualde

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Cinfães: Almoço / Convívio discute a estratégia de intervenção política da CDU

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Domingo, 25 de Agosto de 2013
Candidatos CDU à Assembleia de Freguesia de Ínsua

Assembleia de Freguesia da Ínsua:

 

Mafalda Sofia dos Lóios Serralha Vilarigues, 39 anos, técnica de Informática

Joaquim Campos Vinagre, 49 anos, assistente operacional

Luís Manuel Pires Barbosa, 51 anos, operário metalúrgico

Elisabete de Jesus Pereira Correia, 50 anos, professora

João José Soares, 52 anos, serralheiro

José Maria Pinto de Almeida Quadros, 53 anos, assistente operacional

Susana Isabel Albuquerque Peixoto, 22 anos, desempregada

Sérgio Sales de Almeida, 29 anos, operário especializado

José Luís de Castelo Branco Cardoso de Menezes, 50 anos, empresário agrícola

Fernanda da Costa Almeida Lopes, 62 anos, funcionária pública (aposentada)

José Luís Martins Batista, 58 anos, operário construção civil

José Campos Alves, 84 anos, alfaiate (reformado)

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publicado por António Vilarigues às 14:32
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Sábado, 24 de Agosto de 2013
Candidatos CDU à Assembleia de Freguesia de Pindo

Assembleia de Freguesia de Pindo:

 

Dulce Helena Figueiredo Gonçalves, 21 anos, empregada restauração/bar

Laurindo Gonçalves da Costa, 67 anos, operador cardador (reformado)

Adriano de Almeida Gomes, 64 anos, carteiro (aposentado)

Alexandra Filipa Correia Pires, 21 anos, empregada hotelaria

Florentino Gonçalves, 51 anos, operário construção civil

Francisco Nunes Rodrigues, 45 anos, operário construção civil

Maria Idalina Figueiredo Lopes, 50 anos, cozinheira

José Alberto dos Santos Melo, 51 anos, motorista de pesados

Toni Coelho Ferreira, 56 anos, padeiro

Maria de Lurdes Sales de Almeida e Silva, 65, engenheira agrária

João Miguel Carvalho Lopes, 37 anos, agricultor

David Manuel Gonçalves Rebelo, 26 anos, bombeiro

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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013
Candidatos CDU à Assembleia de Freguesia de Real

Assembleia de Freguesia de Real:

 

Pedro Pina Nóbrega, 32 anos, investigador

Paulo Jorge Sousa Lemos, 37 anos, serralheiro

António Manuel Correia Nunes, 34 anos, operário fabril

Manuel Martins Sarmento, 67 anos, reformado

Manuel Liberto Pina Almeida, 37 anos, motorista de distribuição

Marisa Matos Oliveira, 23 anos, engenheira electrotécnica

Lucia Maria Ferreira de Oliveira, 36 anos, professora

Fernando Manuel Rodrigues Sarmento, 48 anos, empregado restauração

Fernando de Pina e Silva, 57 anos, ferroviário

Joaquim Ferreira Lemos, 61 anos, agricultor

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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
Candidatos CDU à Assembleia Municipal de Penalva do Castelo

Assembleia Municipal:

 

Manuel Nóbrega da Silva, 70 anos, motorista de distribuição (reformado)

Carlos Alberto Pina Rodrigues, 34, anos, professor

Fernanda da Costa Almeida Lopes, 62 anos, funcionária pública (aposentada)

António Nogueira de Matos Vilarigues, 59 anos, gestor de projectos

José Manuel Lemos Oliveira, 47 anos, vendedor/distribuidor

Marisa Matos Oliveira, 23 anos, engenheira electrotécnica

João José Soares, 52 anos, serralheiro

Laurindo Gonçalves da Costa, 67 anos, operador cardador (reformado)

Alexandra Filipa Correia Pires, 21 anos, empregada hotelaria

Joaquim Campos Vinagre, 49 anos, assistente operacional

Florentino Gonçalves, 51 anos, operário construção civil

Mafalda Sofia dos Lóios Serralha Vilarigues, 39 anos, técnica de Informática

José Alberto dos Santos Melo, 51 anos, motorista de pesados

José Luís Martins Batista, 58 anos, operário construção civil

Maria Idalina Figueiredo Lopes, 50 anos, cozinheira

António Alexandre Almeida Santos, 41 anos, soldador

José Maria Pinto de Almeida Quadros, 53 anos, assistente operacional

Susana Isabel Albuquerque Peixoto, 22 anos, desempregada

Luís Manuel Pires Barbosa, 51 anos, operário metalúrgico

Francisco Nunes Rodrigues, 45 anos, operário construção civil 

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publicado por António Vilarigues às 13:06
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Candidatos CDU à Câmara Municipal de Penalva do Castelo

Câmara Municipal:

 

António Nogueira de Matos Vilarigues, 59 anos, gestor de projectos

José Luís de Castelo Branco Cardoso de Menezes, 50 anos, empresário agrícola

Elisabete de Jesus Pereira Correia, 50 anos, professora

Carlos Alberto de Pina Rodrigues, 34 anos, professor

Sérgio Sales de Almeida, 29 anos, operário especializado

Maria de Lurdes Sales de Almeida e Silva, 65, engenheira agrária

Dulce Helena Figueiredo Gonçalves, 21 anos, empregada restauração/bar

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publicado por António Vilarigues às 12:42
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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
Almoço CDU em Cinfães

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publicado por António Vilarigues às 16:14
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Visita de Jerónimo de Sousa ao Distrito de Viseu

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publicado por António Vilarigues às 12:10
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Terça-feira, 20 de Agosto de 2013
Jerónimo de Sousa visita a freguesia de Real

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publicado por António Vilarigues às 15:55
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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2013
Estamos mais uma vez no domínio da mistificação e da mentira

  Um discurso onde o cinismo e a mistificação perpassa em toda a sua extensão. Vem dizer, Passos Coelho, que os portugueses votaram em eleições livres sabendo o que os esperava. É muito o seu descaramento!

Tem feito tudo ao contrário do que anunciou e prometeu e agora diz que o povo sabia no que votava. Então quem disse que era contra o aumento dos impostos, contra a ideia das famílias pagarem a crise, dos cortes nos salários na função pública, que era pelo fim do ataque à classe média, contra a liberalização dos despedimentos, contra o aumento dos medicamentos? Quem é que disse na campanha eleitoral que o desemprego não pode continuar a aumentar? Que não iria massacrar mais quem já foi penalizado? Que não podemos pôr pensionistas e reformados a pagar mais?

Que tirar o 13º. mês era um disparate. Que o país não precisa de mais austeridade e o IVA não é para subir. Que temos pena daqueles que deixaram de receber o subsídio de desemprego.

Quem foi que disse tudo isto? O mesmo que dizia que era preciso valorizar a palavra e tem sido o que se vê: - Passos Coelho.

É preciso dizer basta à política de mentira e ao cinismo!

(sublinhados meus)


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publicado por António Vilarigues às 15:44
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Terça-feira, 23 de Julho de 2013
Convívio da CDU em Vila Nova de Paiva - Quinta da Azenha

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No Próximo Domingo, dia 28 de Julho, a CDU vai realizar em Vila Nova da Paiva, na Praia Fluvial da Quinta da Azenha, um salutar Convívio que pretende juntar naquele aprazível lugar, camaradas e amigos da CDU.

O repasto constará de arroz de feijão, com grelhada mista, saladas e sobremesas e ao Lanche será servida sardinha assada e caldo verde.

João Abreu, membro do Comité Central do PCP e responsável da DOR Viseu, caberá a intervenção política na iniciativa. O actual momento político e o apoio dado pelo Presidente da República a um governo derrotado e moribundo, que conduziu o país ao caos e os portugueses ao empobrecimento. O processo de formação de listas e os objectivos da CDU na batalha eleitoral para as Autarquias Locais, serão temas que merecerão a análise e opinião do dirigente do PCP e da CDU.

Desfrutando das sombras abundantes do lugar e da placidez das águas do Rio Paiva, os participantes disporão ainda de uma mini-feira do Livro, poderão intervir em pequenas tertúlias temáticas, para além de interagirem na recriação de diversos jogos tradicionais.   

Este Convívio organizado pela CDU está aberto à participação de todos os que, mediante inscrição prévia, queiram participar.

Sob o lema “Confiança na CDU”, o objectivo central da iniciativa é proporcionar o estreitamento dos laços de amizade e fraternidade entre camaradas, companheiros e amigos e reganhar forças para a batalha das eleições autárquicas, para as jornadas de trabalho na Festa do «Avante!», para a Campanha Eleitoral e para a luta contra este governo PSD/CDS  e a sua desastrosa política de direita.

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publicado por António Vilarigues às 09:41
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Domingo, 14 de Julho de 2013
Vila Nova de Paiva: Convívio CDU na Quinta da Azenha

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publicado por António Vilarigues às 00:08
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Sábado, 13 de Julho de 2013
Apresentação dos 1ºs Candidatos CDU à Câmara e Assembleia Municipal do Sátão

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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
Candidatos CDU à Câmara e à Assembleia Municipal de São Pedro do Sul
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Segunda-feira, 8 de Julho de 2013
Cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Cinfães
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publicado por António Vilarigues às 18:51
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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013
Intervenção de António Vilarigues (1.º Candidato da lista da CDU concorrente à Câmara Municipal de Penalva do Castelo)

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Um colectivo decidiu atribuir-me este importante papel de encabeçar a lista à Câmara Municipal. Foi com orgulho e satisfação que aceitei. E fi-lo para poder dar o meu contributo para uma luta que a CDU tem desenvolvido quer a nível nacional, quer ao nível distrital, e naturalmente, aqui no Concelho de Penalva do Castelo.

A CDU deste concelho chega a estas eleições forte da maneira própria de estar na política dos seus membros que se caracteriza por não se servirem dos cargos para que são eleitos. Antes pelo contrário. Usam esses cargos para defender com firmeza o interesse das populações.

Os eleitos e activistas da CDU estiveram e estão na primeira linha da defesa intransigente do Centro de Saúde, contra a falta de médicos e enfermeiros. Na primeira linha da luta contra as portagens na A25, na A24 e na A23. Na primeira linha do combate pela instalação efectiva dos serviços do Julgado de Paz no nosso concelho e pela manutenção do Tribunal Judicial de Mangualde com todas as suas actuais competência e pela manutenção do nosso concelho na Comarca de Mangualde. Contra a tentativa, sublinhe-se, promovida pela maioria PSD/CDS do executivo camarário, de transferência do nosso concelho da Comarca de Mangualde para o Sátão. Na primeira linha das causas e das consequências da sistemática poluição dos rios Dão e Côja. Na primeira linha da batalha contra a extinção de freguesias.

E é com orgulho que dizemos que a população esteve ao nosso lado: subscrevendo massivamente abaixo-assinados; participando em plenários, concentrações e manifestações; deslocando-se a Coimbra para duas concentrações. Quanto às outras forcas políticas do concelho - PSD, CDS e PS - a sua inércia (quando não cumplicidade) foi quase total.

Como é com orgulho que os nossos eleitos da Freguesia de Real podem apresentar um balanço de 4 anos de mandato em que os compromissos apresentados em 2009 foram cumpridos quase na íntegra (mais de 90%). Valeu a pena a mudança! A CDU trouxe melhor vida, mais progresso e desenvolvimento, à freguesia de Real e ao concelho de Penalva do Castelo.

Oportunamente apresentaremos o nosso Programa Eleitoral. Programa Eleitoral esse que será construído em colectivo e elaborado com a participação da população deste concelho.

Mas desde já aqui queremos reafirmar as grandes linhas de força dos nossos compromissos para com os penalvenses:

  1. Queremos a revisão do PDM, discutida e participada pelas populações e acautelar a degradação urbanística do concelho.
  2. Queremos levar o saneamento básico, a água ao domicílio, a recolha de lixos a todas as freguesias e povoações do concelho e construir as estações de tratamento (ETAR) necessárias à despoluição das águas e à defesa do ambiente.
  3. Queremos mais indústrias que privilegiem as produções locais na região com respeito pelos direitos dos trabalhadores e do meio ambiente, com parques industriais com as infra-estruturas adequadas e terrenos com preços acessíveis às micro, pequenas e médias empresas.
  4. Queremos defender a agricultura, a floresta e os baldios como património das populações e valorizar os nossos produtos de qualidade – designadamente o vinho do Dão, o Queijo da Serra e a Maçã Bravo de Esmolfe – e dinamizar o Mercado Municipal para que se faça a comercialização desses produtos, com condições mais adequadas.
  5. Queremos defender o comércio tradicional e os feirantes, valorizar a indústria hoteleira e desenvolver o turismo como grande potencialidade deste concelho/região.
  6. Queremos melhorar as acessibilidades à vila e às povoações com transportes públicos a servir todas as pessoas (incluindo as pessoas com deficiência), com horários e trajectos adequados às necessidades de cada um e a preços acessíveis a todos.
  7. Queremos apoiar as escolas, lutar pela abertura de mais jardins-de-infância da rede pública, melhorar as suas instalações e requalificar as escolas do 1º ciclo do ensino básico.
  8. Queremos apoiar a chamada 3ª idade, lutar pela abertura de mais lares e centros de dia, garantir o apoio domiciliário, melhorar e requalificar as suas instalações.
  9. Queremos defender e melhorar os serviços públicos de saúde existentes no concelho, com mais médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar.
  10. Queremos apoiar de forma equitativa e adequada o movimento associativo, as associações de bombeiros, as colectividades, o desporto e a cultura.
  11. Queremos melhor o ambiente na vila com um verdadeiro ordenamento do trânsito e do estacionamento e a promoção de acções e iniciativas que incentivem uma mais ampla fruição dos espaços verdes do concelho.

Os trabalhadores e o povo deste concelho precisam de mais CDU nos órgãos municipais e nas freguesias para melhor resolver os problemas locais. Mas precisam também, e muito, de uma CDU mais forte com mais força para melhor defender o Poder Local democrático e o que ele representa de conquista de Abril e, sobretudo, para enfrentar a política destruidora do governo do PSD/CDS e do Pacto de Agressão, que atinge todos os aspectos da vida do nosso povo.

Desse Pacto que PS, PSD e CDS assinaram com a troika estrangeira e que está a conduzir ao desastre económico e social e à ruína dos portugueses. Mas também à fragilização e amputação da capacidade de realização do próprio Poder Local. E é por isso que nós dizemos também que nunca umas eleições autárquicas estiveram tão ligadas às questões mais gerais do país. Nem, nunca como agora, a defesa das populações e do Poder Local democrático esteve tão ligada à luta mais geral contra a política de direita.

Porque a verdade é esta: a redução significativa de autarquias, a alteração à Lei de Finanças Locais, a lei dos compromissos, a destruição de emprego púbico, a privatização da água ou o roubo do direito à saúde e à educação, mais não são do que a concretização do Pacto que PS, PSD e CDS subscreveram com a troika do FMI/UE/BCE.

É por tudo isto que nas próximas eleições de 29 de Setembro o reforço da CDU, das suas posições, da sua votação, do número dos seus eleitos assume uma enorme importância e significado.

Mais CDU significará, sem dúvida, mais capacidade de resolução dos problemas do concelho de Penalva do Castelo. E significará também mais força aos que lutam por uma política alternativa, patriótica e de esquerda, que abra caminho a uma vida digna e a um futuro com segurança.

Dizemos à população do nosso concelho que podem confiar na CDU!

Porque a CDU, e os seus eleitos, dão confiança pelo trabalho que realizam, pela honestidade com que exercem os seus mandatos, pela reconhecida competência no desempenho das suas funções!

Porque é na CDU e no seu reforço que os penalvenses têm a oportunidade mais sólida de olhar com confiança para o futuro do seu país e das suas vidas!

Viva a CDU!

Viva Penalva do Castelo!

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publicado por António Vilarigues às 16:14
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Intervenção de Manuel Nóbrega (1.º Candidato da lista da CDU concorrente à Assembleia Municipal de Penalva do Castelo)

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Bom dia a todos.

Agradeço desde já aos presentes.

Quero também agradecer à CDU pelo convite que me foi dirigido. Aceitei este convite por várias razões:

A primeira delas prende-se com o facto de sentir um constante distanciamento da população em relação á política, muito por culpa daqueles que nos representam nas estruturas de poder local, com as suas políticas de interesses pessoais e obsoletas.

É preciso restituir a credibilidade aos órgãos de poder, e isso só é possível com trabalho sério e honesto, capaz de resolver os problemas da população, sendo para isso necessário ouvir e apelar à participação de todos, potenciando ao máximo as capacidades de cada um.

É necessária uma maior aproximação e participação da população nas estruturas de gestão autárquica, nomeadamente na Assembleia Municipal. Para tal, vamos continuar a lutar por uma maior acessibilidade dos eleitores às reuniões da Assembleia Municipal.

A segunda razão tem que ver com o facto de pela coerência do seu projecto e a garantia que o seu percurso unitário e democrático testemunham, a CDU é a única força cujo reforço eleitoral e político pode pôr fim à alternância e abrir portas à construção de uma alternativa política em Penalva do Castelo.

Sabemos que o desenvolvimento de Penalva do Castelo passa por uma gestão diferente da vida deste município. Trinta e sete anos de gestão do PSD/CDS-PP já provaram que não servem para resolver os problemas fundamentais deste concelho.

E quatro anos de gestão CDU na freguesia de Real provam à saciedade que os eleitos da CDU cultivam uma maneira própria de estar na política que se caracteriza por não se servirem dos cargos para que são eleitos, mas antes pelo contrário, usam esses cargos para defender intransigentemente o interesse das populações.

Na CDU temos a consciência de que para que este Concelho se possa voltar para o desenvolvimento é necessária uma outra política nacional.

Defender e afirmar o Poder Local é sinónimo de luta pela rejeição do Pacto de Agressão, de ruptura com a política de direita, de derrota dos projectos que já se insinuam para, mudando rostos, manter a mesma política mesmo para lá da ingerência externa.

Não há nada que o possa desmentir: da redução significativa de freguesias à Lei de Finanças Locais, da Lei dos compromissos à destruição de emprego púbico, da privatização da água ao roubo dos direitos à saúde e à educação, está lá tudo no memorando que o PS negociou e que, com o PSD e CDS, subscreveu com o FMI e a União Europeia.

Por isso, tal como há quatro anos, entendemos que votar na CDU no dia 29 de Setembro é a melhor alternativa. E, se elegermos representantes da CDU para a Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia, como esperamos, depressa veremos quão acertada foi essa escolha.

O que dizemos aos penalvenses, a todos os penalvenses, é que há que ter a coragem de mudar o sentido de voto. Votem na CDU, e, depois, julguem-nos pelos nossos actos. E questionem-nos sobre o cumprimento dos nossos compromissos. Estamos certos de que chegarão à conclusão: valeu a pena a mudança! A CDU trouxe melhor vida, mais progresso e desenvolvimento ao concelho de Penalva do Castelo.

É com grande sentido de responsabilidade, honestidade e competência, que assumo o compromisso de pôr em prática as politicas assumidos pela CDU para esta autarquia.

Viva a CDU!

Viva Penalva do Castelo!

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Apresentação dos cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Penalva do Castelo

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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
Apresentação dos cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Armamar

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Acto público da CDU em Penalva do Castelo

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
Apresentação dos cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Oliveira de Frades

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publicado por António Vilarigues às 17:37
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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
Apresentação dos cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Viseu

Apresentação dos cabeças de lista da CDU aos órgãos municipais de Viseu

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publicado por António Vilarigues às 15:13
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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
Disponíveis para continuar a trabalhar pela nossa Freguesia!

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publicado por António Vilarigues às 07:49
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013
A propósito da limitação de mandatos: Quatro respostas à mentira e à intoxicação ideológica

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A intensa operação ideológica a propósito da limitação de mandatos está intimamente associada à campanha de descredibilização da democracia e à persistente acção para procurar desviar e iludir os principais problemas da vida política nacional.

A cobertura mediática pelos principais órgãos da comunicação social dominante, o rosário de comentadores e politólogos ao serviço da política de direita e do grande capital, as linhas de intoxicação que vêm sendo construídas revelam estar-se perante uma intensa e bem organizada operação. Assente na criminalização da política e dos políticos, explorando profusamente concepções populistas e fascizantes, alimentando suspeições sobre o exercício de cargos públicos na base da generalização de práticas e comportamentos, a campanha une nebulosas associações de carácter fascizante a agendas populistas como as do Bloco de Esquerda que vêem no ataque à democracia, uns, e na generalização da crítica aos «políticos», outros, um filão para os objectivos específicos que prosseguem. Em muitos deles a mesma observação à margem da observação de classe do exercício do poder, privilegiando a natureza pessoal no exercício dos cargos para ocultar os interesses de classe que estão presentes para lá dos indivíduos em si considerados, fingindo compromissos com a isenção ou transparência mas escondendo agendas obscuras, ambições de poder, projectos de amputação e cerceamento democrático.

No mar de falsidades em que navega esta intensa operação importa deixar reiterada não apenas a posição de princípio do PCP e as razões que a sustentam como contribuir para desconstruir o conjunto de equívocos, boçalidades e mentiras que diariamente têm sido despejadas sobre o País.

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publicado por António Vilarigues às 12:45
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
Conclusões do Encontro Distrital de Viseu da CDU

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publicado por António Vilarigues às 09:03
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