TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 2 de Maio de 2015
8 Maio - 16H30 - Café-Debate 70° Aniversário da derrota do nazi-fascismo

Cercle Álvaro Cunhal

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Cercle Álvaro Cunhal

«Notre joie de vivre et de lutter naît de la conviction profonde de qu'est juste, saisissante et invincible la cause pour laquelle nous luttons.»

Commission pour la célébration du centenaire d'Álvaro Cunhal en France

 


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Sábado, 11 de Abril de 2015
O Partido, os católicos e a Igreja – questões de actualidade

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Em 24 de Março, uma delegação do Partido, que integrou o Secretário-geral, encontrou-se com o Cardeal D. Manuel Clemente. O encontro visou a troca de opiniões sobre a situação do País e resultou de uma convergência de vontades e acerto de agendas.

O encontro foi positivo. Jerónimo de Sousa situou-o nas «... relações normais e institucionais com a Igreja ...», lembrou que «... não há um partido de católicos, todos os partidos têm católicos nas suas fileiras ...», valorizou «... a convergência de opiniões em relação à necessidade de alterar o rumo desta política, que produz e reproduz tanta injustiça epobreza e, com as naturais diferenças que existem entre o Partidoe a hierarquia católica, foi possível encontrarpontos de vista comuns, formas de intervenção, a valorização do sentimento de confiança e esperança numa mudança de rumo, o valor da solidariedade, particularmente com os que menos têm e menos podem ...(e) a identificação do quea Igreja e o Partidoprocuramum País melhor, com mais justiça social, com menos pobreza e desemprego, não ficando apenas na contemplação dos problemas, mas com intervenção concreta juntodos cidadãos ….».

Estes são elementos importantes, no quadro da orientação geral do Partido para a construção de uma política e de uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril. Por isso, não se estranha a sua ocultação pelos media dominantes, nem as mistificações que traduzem o «incómodo» com o eventual crescimento da influência do PCP entre trabalhadores e sectores católicos. Para uns o PCP entrou na «caça ao voto», para outros deixou cair a «denuncia da opção capitalista da hierarquia». Mas a verdade é que essas questões estão discutidas há muito, em posições que são a base da nossa intervenção.

Em 1943, no auge da barbárie nazi-fascista, Álvaro Cunhal escreveu: «... a Igreja... tem apoiadoas atrocidades fascistaspor isso combatemos… (a sua política) e os sacerdotes fascistas... Mas não os combatemos pela actividade religiosa… (mas) sim pela actividade contra o povo e o País…». E «... não esquecemos que muitos ... são inimigos da Alemanha nazi … (e que) centenas de milhares de trabalhadores... são... influenciados pelo catolicismo, não podemos separar-nos dos nossos irmãos, operários e camponeses católicos..., ou (os) atraímos… para a luta contra o fascismo, ou deixamos que… se constituam em (sua) reserva… não fazemos a «guerra à religião» e não pretendemos atingir a liberdade de crença e de prática de culto…. Estendemos lealmente a mão aos católicos... para que participem no movimento nacional contra o fascismo...».

Em 1946, o IV Congresso do PCP apontou: «… Lutamos contra o sectarismo e incompreensão de muitos dos nossos militantes e …antifascistas republicanos. Houve erros de intolerância em 1910 que não devem... repetir-se...». Em «O Partido Comunista, os Católicos e a Igreja», de 1947, Álvaro Cunhal escreveu: «... As convicções religiosas, por si só, não são susceptíveis de afastar os homens na realização de um programa social e político,... comunistas e católicos podem e devem unir-se em defesa dos seus anseios comuns...».

O VI Congresso, em 1965, consolidou a orientação na relação com os católicos e outros crentes. A vida comprovou a sua justeza – com o papel de padres e católicos progressistas na unidade antifascista, na Revolução, no Portugal de Abril e na sua defesa.

Em 1974, com milhares de católicos militantes do PCP, Álvaro Cunhal afirmou: «…os comunistas defendem… boas relações do Estado com a Igreja. Esta... política não se baseia em critérios de oportunidade, mas numa posição de princípio.… O mundo evolui e a Igreja Católica... mostra também indícios de... evolução positiva.... Confiamos em que os homens mais esclarecidos da Igreja… compreendam… a sinceridade (e) as profundas implicações, para o presente e para o futuro, desta posição do Partido...».

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Nos dias de hoje, o PCP continua a considerar que as convicções religiosas não mudam a posição de classe de cada um, nem alteram um programa social e político progressista.

A Igreja Católica registou mudanças. Cresceu a fusão do Estado do Vaticano com o capital financeiro, que factos recentes não parecem ainda ter superado, mas avançou a secularização e emergiram novas realidades e dinâmicas. Alargou-se o fosso entre o novo diagnóstico do actual Papa, da «economia de exclusão e desigualdade», da «economia que mata» e a indefinição ou ocultação de uma resposta de facto transformadora.

Não existe uma «questão religiosa» em Portugal e o PCP intervirá para que assim continue. Mas a verdade é que há estruturas da Igreja cuja actividade serve os interesses do grande capital. Neste quadro o PCP não pode abdicar do direito de resposta, se isso for impreterível.

A Igreja deve ser respeitada na acção religiosa e ouvida com atenção no plano institucional. Nada move os comunistas contra a Igreja, não acompanhamos posições anticlericais, de génese anarco-maçónica. A experiência mostra que é positivo o relacionamento regular entre o PCP e a Igreja, apesar dos preconceitos.

Hoje, o relacionamento dos comunistas com amplos sectores sociais e de massas, sejam ou não crentes, tem de aprofundar-se, na defesa dos trabalhadores, nas instituições, na CDU, na luta por um Portugal soberano e desenvolvido.

A experiência prova que não é difícil a convergência. O humanismo, a proximidade aos pobres e oprimidos, os valores de paz, justiça e igualdade do «cristianismo primitivo», que resistiu à assimilação pelo Império Romano, e o acervo cultural dos trabalhadores e das massas católicas não estão longe dos ideais comunistas.

No caminho para uma alternativa patriótica e de esquerda há passos a consolidar, com os católicos mais próximos da «Teologia de Libertação» e da «Igreja dos Pobres», com sacerdotes e crentes que não militem na política de direita, que não manipulem a religião como «ópio do povo», que se comprometam com a sua fé por um Portugal com futuro.

AQUI

 


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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2014
Apresentação do 5º Volume das Obras escolhidas de Álvaro Cunhal

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Este 5º Volume das “Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal”, debruça-se sobre o período que vai de Abril/Maio de 1974 a Dezembro de 1976, contendo documentos únicos para a compreensão do 25 de Abril e do processo contra-revolucionário que se lhe seguiu.

 


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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2014
A apreciação certa da época em que vivemos

Álvaro Cunhal desenho

 

(...)

É certo que o empreendimento da construção da nova sociedade – a sociedade socialista – se revelou mais difícil, mais complexa, mais irregular, mais acidentada e mais demorada do que nós, os comunistas, previmos e anunciámos.

Absolutizaram-se como leis objectivas de curso imparável leis relativas à evolução económica e social num determinado período histórico. Absolutizaram-se leis tendenciais relativas ao sistema capitalista que, sendo tendenciais, podiam ser contidas, e de facto de certa forma o foram, por factores que as contraditavam. Acreditou-se na irreversibilidade do socialismo. Considerou-se quase como fatal que a competição económica entre os dois sistemas se resolveria a curto prazo a favor do socialismo.

Subestimaram-se factores subjectivos, todas as consequências de erros graves, a possibilidade de a partir do próprio poder político após a revolução se verificar um afastamento dos ideais comunistas, conduzindo à mudança efectiva do exercício popular do poder político, à degeneração da democracia socialista, à estagnação e ulterior bloqueio das forças produtivas, à oposição do povo ao poder e como resultado, à degeneração e desagregação do sistema socioeconómico socialista.

Mau grado essas incorrectas apreciações e previsões, o facto é que o século XX ficará marcado na história precisamente por esse empreendimento gigantesco de transformação social que foi a concretização da sociedade socialista. Pelas suas grandes realizações e conquistas. Pela transformação radical do bem estar dos povos. Por importantes direitos alcançados pelos trabalhadores. Pelo ruir do sistema colonial e a conquista da independência por povos secularmente dominados, explorados e colonizados por Estados estrangeiros. O que marca o século XX na história não é qualquer superioridade do capitalismo, mas as profundas e revolucionárias transformações sociais verificadas pela luta dos trabalhadores e dos povos do mundo.

O século XX não foi o século do “fim do comunismo (como para aí apregoam), mas sim o século do “princípio do comunismo” como concretização e edificação de uma nova sociedade para o bem do ser humano.

Álvaro Cunhal «O comunismo hoje e amanhã»

 


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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
Apresentação do Tomo V das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

«No vasto conjunto de iniciativas comemorativas do 40º aniversário da Revolução do 25 de Abril que, este ano, o PCP decidiu promover sob o lema “Os valores de Abril no Futuro de Portugal”, incluía-se o lançamento do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal.

Ele aí está como anunciado, abrangendo todo o período daquela que foi uma empolgante revolução libertadora e profundamente transformadora, um dos momentos mais marcantes e mais altos da vida do nosso povo e da história de Portugal.»

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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
Apresentação do V Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal

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Sábado, 3 de Maio de 2014
Palavras para quê?
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Relembremos apenas o que disse o embaixador dos EUA em 2008 acerca do papel de Mário Soares na contrarevolução:

«During the turbulent years after its 1974 revolution, U.S. Ambassador Frank Carlucci and Portuguese Prime Minister Mario Soares spent countless hours advancing the cause of democracy and human rights for the people of, often meeting in “the Crow’s Nest,” a room at the very top of the Ambassador’s official residence in Lisbon.»

An American's Perspective on Portugal Day (June 10, 2008)

   Sobre o papel de Mário Soares na contrarevolução, ler ainda (de Álvaro Cunhal):

O 25 de Novembro de 1975

Capítulo 8 do livro "A verdade e a mentira na Revolução de Abril: A contra-revolução confessa-se", Edições «Avante!»

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Publicado neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014
Evocação do Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal no Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul

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Domingo, 5 de Janeiro de 2014
Eusébio da Silva Ferreira (25 de janeiro de 1942 / 5 de janeiro de 2014)
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«Com o falecimento de Eusébio da Silva Ferreira, o país perde aquele que foi um símbolo maior do desporto nacional, reconhecido em todo o mundo pelo seu percurso no clube que representou – o Sport Lisboa e Benfica – e na selecção nacional.» (Jerónimo de Sousa)

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Publicado neste blog:

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Domingo, 22 de Dezembro de 2013
25 de Novembro: A verdade dos factos (conclusão)

   A preparação e a execução do golpe militar contra-revolucionário de 25 de Novembro realizou-se no quadro complexo e movediço de alianças diversas e contraditórias, de arrumações e desarrumações de forças em movimento, de objectivos políticos e militares diferenciados e incompatíveis no que respeita ao que cada qual pretendia como resultado final do golpe.

Mário Soares e o PS participaram com importante contribuição na formação da grande aliança contra-revolucionária anticomunista e anti-MFA, que conduziu ao golpe. Mas pela identificação dos seus objectivos e pela sua colaboração estreita e prioritária com as forças mais reaccionárias, estiveram à margem do processo efectivo de preparação do golpe e não conseguiram desencadear o que apelidavam de «contra-golpe», nem conseguiram o seu objectivo de reprimir e ilegalizar violentamente o PCP e o movimento operário.

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Domingo, 15 de Dezembro de 2013
25 de Novembro: A verdade dos factos (2)

   Na medida em que avançava a preparação do golpe militar contra-revolucionário, travou-se acesa luta política em torno dos trabalhos e das funções da Assembleia Constituinte.
Soares pretendia (tal como Freitas do Amaral) que a Assembleia Constituinte, sem aprovar a Constituição, se transformasse de imediato num órgão do poder para fazer leis gerais e escolher novo governo. Pretendia no imediato, tendo Mário Soares como Primeiro-Ministro, formar governo em substituição do VI Governo Provisório.

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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013
Viseu: Apresentação da fotobiografia de Álvaro Cunhal

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Apresentação da fotobiografia de Álvaro Cunhal

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Domingo, 8 de Dezembro de 2013
25 de Novembro: A verdade dos factos (1)

   O capítulo 8 do livro «A verdade e a mentira na Revolução de Abril: A contra-revolução confessa-se», de Álvaro Cunhal, é dedicado ao 25 de Novembro. De forma objectiva, o livro do ex-secretário-geral do PCP põe a nu a história deste golpe militar contra-revolucionário que, 38 anos volvidos, continua a ser manipulada e branqueada por quantos têm como principal objectivo denegrir o PCP. Dada a sua extensão, o capítulo será publicado em três partes, na certeza de que será um valioso contributo para repor a verdade dos factos.

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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013
UPP: «Cinco Dias, Cinco Noites» - Um livro. Um filme
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Domingo, 1 de Dezembro de 2013
UPP: «O Lápis e o Punho - no Centenário de Álvaro Cunhal»

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013
Inaugura no Porto - Exposição Álvaro Cunhal

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Inaugura no Porto - Exposição «Álvaro Cunhal - Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro»

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Domingo, 24 de Novembro de 2013
UPP: Comemorações do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013
Álvaro Cunhal: um protagonista da história, homem de cultura integral

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Reunimo-nos hoje aqui, neste espaço que tem sido palco de grandes e marcantes iniciativas do nosso Partido, realizadas em momentos cruciais da Revolução Portuguesa de Abril e da nossa vida democrática, mas também de grande celebração, para assinalar um dia muito especial no âmbito das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal – o dia em que se completam cem anos sobre o seu nascimento.

Um dia muito especial que os comunistas portugueses, seus companheiros de luta e de projecto, assinalam com orgulho com a sua massiva presença neste magnífico comício, mas igualmente os democratas e patriotas que reconhecem em Álvaro Cunhal um dos mais destacados protagonistas da nossa história contemporânea, valoroso combatente pela liberdade, pela democracia, pelo desenvolvimento e independência do país e a prosperidade do seu povo, pela grande causa da libertação dos trabalhadores e dos povos – o socialismo.

Connosco nesta grande iniciativa comemorativa do nascimento de Álvaro Cunhal estão dezenas de delegações estrangeiras de todo o mundo que recebemos no nosso país no âmbito de mais um Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, permitam-me por isso que, antes de mais, saúde e agradeça a sua presença nesta iniciativa de grande significado para nós e aproveite para reafirmar a nossa total solidariedade à sua luta, à luta que, em condições tão diversas, travam em cada um dos seus países em defesa dos interesses dos trabalhadores e dos seus povos e pela transformação progressista e revolucionária da sociedade.

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Quinta-feira, 7 de Novembro de 2013
Comício comemorativo do centenário de Álvaro Cunhal

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No próximo domingo, 10 de Novembro – dia em que se cumprem 100 anos sobre o nascimento de Álvaro Cunhal – tem lugar no Campo Pequeno, em Lisboa, um comício evocativo da vida, do pensamento e da luta do histórico dirigente comunista e, sobretudo, do legado que comportam.

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Sábado, 26 de Outubro de 2013
Congresso «Álvaro Cunhal, o projecto comunista, Portugal e o mundo de hoje»

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Abertura do Congresso - saudações de abertura

O homem, o comunista, o intelectual e o artista

Democracia e Socialismo-

O processo de transformação social. O Partido e as massas-

O Capitalismo: os seus limites e o socialismo como alternativa

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013
Álvaro Cunhal e o Partido com Paredes de Vidro

      Em 1985, quando foi lançada em Lisboa a 1ª edição dessa obra, era inimaginável a tragédia que destruiu a URSS e transformou a Rússia num país capitalista. No horizonte próximo o que se esboçava era a vitória do socialismo sobre o capitalismo.

Mas a História tomou outro rumo.

No prefácio a esta 6ª edição, Álvaro Cunhal apresenta por isso com espirito autocritico a perspectiva histórica da 1ª, mas reafirma que o capitalismo está condenado a desaparecer porque não pode superar «insanáveis contradições internas e continua a mostrar-se incapaz de responder às legítimas aspirações económicas, sociais, políticas e culturais da humanidade

Este livro traz respostas a questões relativas aos comunistas. Ajuda a compreender porque resistiu o PCP ao desaparecimento da União Soviética e é um dos poucos partidos comunistas que na Europa sobreviveu intacto ao vendaval que desnaturou ou destruiu a maioria deles.

Enquanto outros, como o italiano, o francês e o espanhol, aderiram ao anti sovietismo, e adotaram linhas reformistas que os tornaram cúmplices do neoliberalismo, o PCP manteve-se fiel aos princípios e valores do marxismo-leninismo.

O Partido com Paredes de Vidro não é apenas como ensaio uma demonstração brilhante do domínio pelo autor do materialismo dialectico. O livro não seria o que é sem o talento e a imaginação que fazem dele uma obra marcada por poderosa criatividade.

«Como somos, como pensamos, como atuamos, como lutamos, como vivemos,nós,os comunistas portugueses.»

Na sua resposta, Álvaro Cunhal procura e consegue com frequência imprimir força de revelação à própria evidência. A personagem central é sempre o Partido.

É nele que se inserem o abstracto - as ideias, a concepção do mundo - e o concreto, os homens que fazem do Partido um grande coletivo revolucionário.

O tratamento de questões teóricas surge entrosado em exemplos de uma praxis viva. Está ali praticamente tudo, exposto, comentado e explicado sem véus, nem omissões: a organização, o trabalho colectivo, o estilo e o tipo de direcção do centralismo democrático, as eleições internas, o voto secreto, a prestação de contas, a experiencia, a renovação permanente, o consenso, a unanimidade, os quadros, a democracia, os deveres e direitos, a crítica e a autocrítica, a moral comunista.Com transparência cristalina.

A estrutura orgânica do Partido e a sua praxis revelam a natureza de classe, inseparável da raiz ideológica e da firmeza política e revolucionária. Alias, a manutenção da regra de ouro de uma maioria de operários nos organismos de direção tem sido justificada pelas respostas da História. Sem ela o PCP seria um partido muito diferente.

O tema do individuo, do militante inserido no coletivo, merece uma atenção especial.

«Ser comunista – sublinha - não impede que se ria mais ou se ria menos, que se goste de estar em casa ou de passear ao ar livre, que se aprecie ou não se aprecie um bom petisco, que se fume ou não se fume, que se beba ou não se beba um copo, que se viva mais ou menos intensamente o amor (…) Amar o sol, o ar livre, a natureza, a terra e o mar, o ar e a água, as plantas e as flores, os animais, as pedras, a luz, a cor, o som,o movimento, a alegria, o riso, o prazer, é da própria natureza do ser humano (…) Que ninguém tenha vergonha de ser feliz. Alem do mais porque a felicidade do ser humano é um dos objetivos da luta dos comunistas

Trechos como estes, pela mundividência que expressam, derrubam pirâmides de mentiras erguidas pela propaganda anticomunista.

Álvaro Cunhal sabe que não há comunistas perfeitos. Não apresenta portanto o PCP como um partido de santos. Mas acha que a exigência moral dos comunistas favorece o seu aperfeiçoamento individual.

«Em cada ser humano – recorda - há imensas potencialidades de evolução para o bem e de evolução para o mal. O Partido, em relação aos seus membros tem de confiar que com a sua ajuda a evolução será para o bem».

Aos que, caluniando o Partido, insistem em apresentá-lo como uma máquina que tritura os seus membros, Álvaro Cunhal responde com uma crítica profunda ao dogmatismo e ao sectarismo. Apontando erros cometidos, condena como inadmissível a tendência de alguns dirigentes e quadros a ingerir-se na vida privada dos militantes.

Não surpreendeu que o livro de Álvaro Cunhal tenha suscitado reparos no Leste europeu. Em alguns países foi publicado com cortes. A transparência do PCP incomodou dirigentes que se sentiram retratados em críticas ao autoritarismo e ao dogmatismo.

Uma certeza: a publicação pela Editora Expressão Popular do Partido com Paredes de Vidros é uma contribuição valiosa para um melhor conhecimento no Brasil do Partido Comunista Português, do seu coletivo revolucionário, da sua luta por um Portugal democrático, soberano, progressista.

O livro de Álvaro Cunhal, sendo pessoal, é de todo o Partido, um ser único, com vida e vontade próprias cujo caminhar é traçado por todos e cada um.

Miguel Urbano Rodrigues

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publicado por António Vilarigues às 09:27
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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2013
Somos o Partido com uma pronta resposta e soluções para os problemas do País

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É preciso dizer com total clareza que não aceitamos que, em nome da crise, se possa invocar o direito de não cumprir a Constituição.

Tal como não se pode aceitar que, em nome da obediência à troika, se possa instalar uma espécie de “estado de sítio” não declarado no país.

O que está mal não é a Constituição, e é mau sinal que o PS já admita a sua revisão. O que é preciso mudar não é a Lei fundamental do país, garante do regime democrático. O que é preciso mudar, e com urgência, é este governo e esta política que estão a conduzir Portugal e os portugueses para o abismo

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Sábado, 24 de Agosto de 2013
No lançamento da Fotobiografia de Álvaro Cunhal

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Não há exagero quando afirmamos que esse homem de cultura integral e invulgar inteligência, de firmes convicções humanistas, inteireza de carácter, é uma figura fascinante. Esta obra colectiva que agora se dá à estampa revela-o na plenitude e diversidade da sua vida, da sua intervenção política, como militante e dirigente comunista, como estadista, como intelectual, ensaísta, criador literário, artista plástico e teorizador de arte, mas igualmente nas suas relações mais íntimas e pessoais como filho, como pai, como irmão, como companheiro que amou os seus com a mesma intensidade com que foi amado e cuja profundidade dessas relações afectivas sobressaem com cristalina transparência nesta fotobiografia.

Uma obra que contendo uma história pessoal de um homem extraordinário, comunista convicto, revela não apenas o trajecto de uma vida de trabalho, luta, coragem e dignidade, vivida em nome da concretização do ideal da construção de uma sociedade liberta da exploração do homem pelo homem, mas também a história das nossas próprias vidas no último século.

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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
É já amanhã: Apresentação da Fotobiografia de Álvaro Cunhal

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Sábado, 17 de Agosto de 2013
A luta popular de massas, motor da revolução

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«O elemento motor das lutas de massas é o objectivo imediato e não o objectivo final. Se não o compreendermos, não podemos conduzir as massas à luta, orientá-las e encaminhá-las para que, numa fase posterior, venham de facto a lutar directamente pelo objectivo final, que então se tornará também um objectivo imediato.»

Álvaro Cunhal, «Relatório da Actividade do Comité Central ao VI Congresso», in Obras Escolhidas,

Edições «Avante!», Lisboa, t. III, 2010, p. 383

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Quarta-feira, 7 de Agosto de 2013
Apresentação da Fotobiografia de Álvaro Cunhal

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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013
Camaradas

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Álvaro Cunhal, António Dias Lourenço, Sérgio Vilarigues, Fernando Blanqui Teixeira

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Sábado, 3 de Agosto de 2013
A classe operária, as massas e a Revolução de Abril

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«Nos últimos anos da ditadura, a luta do povo português contra o fascismo e a guerra colonial tornou-se um poderoso movimento nacional de massas, abrangendo praticamente todas as classes e camadas antimonopolistas e todos os sectores da vida nacional.

«A aliança social contra o poder dos monopólios e dos agrários traduzia-se no avanço convergente da luta em todas as zonas da vida económica e social do País.

«Nos últimos meses de 1973 e nos primeiros de 1974, antecedendo imediatamente o 25 de Abril, o movimento popular de massas desenvolvia-se impetuosamente em todas as frentes.

«A primeira grande frente da luta popular contra a ditadura foi o movimento operário.

«A classe operária intervinha como vanguarda em toda a luta antifascista, em todo o processo da luta popular, adquirindo particular relevo a luta reivindicativa nas empresas e o movimento sindical.

«A luta reivindicativa foi ao longo dos anos do fascismo uma das formas essenciais, não só da defesa dos interesses imediatos dos trabalhadores, mas do combate à ditadura.

«É para dirigirem e conduzirem a luta que são formadas as Comissões de Unidade, comissões unitárias de trabalhadores, muitas vezes eleitas nas empresas, que, desde 1943, adquiriram um papel decisivo na organização e na luta da classe operária. Formaram-se muitas centenas (milhares através dos anos) de Comissões de Empresa. Desenvolveram-se constantemente milhares e milhares de luta, com reclamações, concentrações, paralisações, greves e manifestações.

«A repressão caía violentamente sobre o movimento operário e sobre o seu Partido. Nunca porém o fascismo conseguiu liquidar e abafar a organização e a luta dos trabalhadores.

«Grandes greves dos operários industriais, dos transportes, dos empregados, dos pescadores, dos trabalhadores agrícolas – algumas das quais ficaram gravadas como feitos heróicos na história do movimento operário – exerceram profunda influência no processo revolucionário. Tomando apenas os últimos anos da ditadura, as greves de 1969, dando uma primeira grande resposta de massas à manobra "liberalizante" de M. Caetano, as greves de 1973, intervindo como poderoso factor de dinamização política para a batalha em torno da mascarada "eleitoral" que se aproximava, e finalmente a vaga de greves nos meses que antecederam o 25 de Abril, tiveram um papel de primacial importância para o agravamento das dificuldades do regime, o aprofundamento da sua crise, e finalmente o seu derrubamento.

«Assim como o surto de greves e as outras lutas operárias na primeira metade de 1973 deram decisivo impulso ao movimento democrático, da mesma forma a grande campanha política de massas realizada quando das "eleições" deu novo impulso à luta dos trabalhadores nas empresas, nos sindicatos e nos campos.

«De Outubro de 1973 até ao 25 de Abril, além de muitas centenas de pequenas lutas nas empresas, mais de 100 000 trabalhadores dos centros industriais e milhares de trabalhadores agrícolas do Alentejo e Ribatejo participaram numa vaga de greves que vibrou golpes repetidos, incessantes e vigorosos no abalado edifício do regime fascista.»

Álvaro Cunhal, A Revolução Portuguesa. O Passado e o Futuro, (Relatório aprovado pelo CC do PCP para o VIII Congresso),

Edições «Avante!», Lisboa, Lisboa, 2.ª ed., 1994, pp. 84-85

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Terça-feira, 30 de Julho de 2013
No 25.º aniversário da CGTP-IN

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«Os defensores do capitalismo negam entretanto estas realidades e apresentam o capitalismo neste findar do século como um sistema não historicamente gasto e condenado, mas como um sistema renovado, democratizado, progressista e em qualquer caso sem alternativa. Com tal atitude ante e realidade, há quem vá ao ponto de definir como objectivo que os trabalhadores deveriam também adoptar “civilizar” o capitalismo. Partindo daí apontam (e não se lhes pode neste aspecto negar coerência) que o movimento sindical tem de ser completamente “refundado”, perder o seu carácter de classe, tornar-se um sindicalismo “civilizado” ou “civilizacional”, conviver com o “capitalismo civilizado”, tornar-se um elemento institucional, integrado, integrante e colaborante da ordem e do sistema capitalista, ou, não sendo assim, desaparecer como tendo sido um episódio na história.

«Como se já não houvesse explorados e exploradores no mundo. Como se já não houvesse governos ao serviço do capital. Como se já não houvesse Estados que asseguram os interesses e a impunidade dos grandes capitalistas e impõem com leis antidemocráticas e pela força e a violência as condições de trabalho e de vida aos que trabalham. Como se vivessemos num mundo donde tivessem desaparecido as classes, num mundo de seres humanos que é possível unir nas relações de trabalho com reais laços de solidariedade. Estas opiniões não se podem definir como utopia. São uma grosseira falsificação da realidade em que pretende fundamentar-se a dócil aceitação pelos trabalhadores da exploração capitalista, a capitulação do movimento sindical como movimento da classe operária e de todos os trabalhadores, a desistência da luta consequente em defesa dos seus interesses e direitos.

«A nossa opinião é oposta à desses defensores do capitalismo.

«Os trabalhadores vivem numa situação difícil e têm por diante novas dificuldades. Mas o capitalismo também não tem diante de si um caminho fácil. Além das múltiplas contradições do sistema, na sua ofensiva visando restabelecer o domínio mundial, defronta e defrontará a luta crescente dos trabalhadores, dos povos, de nações que explora e submete, de Estados que se sentem atingidos nas suas opções e na sua independência, incluindo aqueles que, com projectos diversificados, insistem em construir uma sociedade socialista.

«Neste quadro em que o capitalismo, apesar de profundas mudanças, conserva a sua natureza exploradora, opressora e agressiva, e não só não resolve como agrava os grandes problemas dos trabalhadores e liquida direitos vitais que estes alcançaram com a luta, o movimento sindical, como movimento de classe, é mais necessário que nunca.»

«A influência dos comunistas no movimento sindical não resulta de qualquer imposição ou ingerência partidária. Resulta, em termos históricos, do papel que os comunistas tiveram na organização e dinamização da luta dos trabalhadores e nas organizações e luta de carácter sindical nas duras condições de repressão fascista durante dezenas de anos. Resulta do papel (que muitos esquecem e outros muito voluntariamente omitem) dos comunistas (além de trabalhadores de outras tendências políticas, cujo papel também sempre valorizamos e continuamos valorizando) na criação, dinâmica e actividade da CGTP-IN. Resulta (não de imposições externas e muito menos da vontade que alguém teria que intervenções de topo impedissem a expressão da vontade das bases) da confiança que os trabalhadores têm continuado a depositar em seus companheiros comunistas para as várias estruturas e responsabilidades nos sindicatos, nas Uniões e Federações, e na Central.

«A nosso ver, as dificuldades, obstáculos, novos problemas que defronta o movimento sindical, não resultam da sua natureza e identidade de classe, da sua luta corajosa em defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores contra a exploração e opressão do grande capital e governos que o servem e da influência dos comunistas, a que indiscutivelmente os trabalhadores e o movimento sindical devem uma contribuição de valor para os êxitos e a sua força.

«A nosso ver para superar a chamada “crise sindical” o necessário não é uma “renovação total”, uma “refundação” do movimento sindical eliminando aspectos que consideramos essenciais da sua identidade. Mas, pelo contrário, encontrar a capacidade, a força, a iniciativa, a resposta criativa à nova situação e aos novos problemas no reforço de aspectos fundamentais da sua identidade, nomeadamente a sua natureza de classe, a sua autonomia, a sua unidade e a sua democracia interna

Intervenção de Álvaro Cunhal no ciclo de debates «CGTP-IN: 25 anos com os trabalhadores»,

25 de Outubro de 1995

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publicado por António Vilarigues às 13:13
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013
Uma certa podridão de hábitos políticos

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«(…) os partidos reaccionários, pela natureza inconfessável dos seus fins, são os partidos da mentira.

Nenhum dos governos de direita e nenhum dos partidos seus componentes ousou dizer a verdade acerca dos objectivos da sua política. Todos os seus actos e todas as suas medidas foram e são apresentados com extenso rol de mentiras elaboradas, planeadas e sistematizadas. (…)

A mentira é parte integrante, constitutiva, intrínseca, permanente, da política dos governos de direita e dos partidos que nestes participam. Tornou-se uma prática que se insere com desfaçatez e cinismo na completa falta de escrúpulos morais desses governos e partidos.»

Estas palavras, escritas por Álvaro Cunhal em 1985 no seu conhecido ensaio «O Partido com paredes de Vidro», estão mais actuais que nunca.

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publicado por António Vilarigues às 08:24
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