TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 25 de Julho de 2016
A CGD é um dos bancos que tem revelado maior resiliência à má gestão e à crise

 

«A CGD tem um papel fundamental na economia do país. Para concluir isso, basta observar os dados do quadro 1.

Apesar da redução do crédito bancário em Portugal, a CGD continua a ser o principal, e de longe, banco na concessão de crédito à economia, às empresas e às famílias, vital ao seu funcionamento e para a sua vidade tudo, comportamentos para reflexão dos leitores, já que atingiram níveis de despudor chocantes para todos aqueles para quem a dignidade nacional não é só uma palavra.»

 

Quadro 1 – Credito concedido pelos principais bancos em Portugal – 2015

Credito bancos Portugal – 2015

 

Gráfico 1- Evolução do crédito total dos principais bancos no período 2007-2015 – Milhões €

Evolução crédito bancos 2007-2015

FONTE: Relatórios e contas dos bancos – 2007-2015
 

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016
A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (28)

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Banca reduz postos de trabalho

  • Os principais bancos a operar no país prosseguiram a política de redução de postos de trabalho e de agências em 2015.
  • No total, as diferentes instituições, com excepção do Novo Banco que não apresentou resultados, reduziram 872 trabalhadores.
  • A Caixa Geral de Depósitos lidera a lista com menos 448 efectivos, encerrando o ano com 8410 trabalhadores em Portugal. Seguiu-se o BCP, que conta agora com 7459 trabalhadores na actividade doméstica, ou seja, menos 336 pessoas.
  • A redução de trabalhadores foi mais modesta no BPI e Santander Totta (63 e 25 trabalhadores, respectivamente).
  • Quanto à rede de distribuição, a CGD fechou 22 balcões em 2015, tendo ficado com 764, e o BCP encerrou 24, restando-lhe 671.
  • O BPI tinha 597 agências no final do ano (menos 52 balcões) e o Santander Totta 560 (menos 19).

 


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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
França: Uma democracia de caserna

Mapa França2.JPG

 

E, como na véspera das duas guerras mundiais, uma crise financeira maior, estrutural, o aumento dos nacionalismos, o desejo daí avançar, a ausência de uma resistência coerente e organizada, e centenas de outros sintomas análogos: as eleições regionais francesas, de 6 a 13 de Dezembro passado, consagraram a vitória ideológica, «moral» e organizacional da Frente Nacional, o partido da extrema-direita francês.

Esse partido, que foi fundado em 1972 por um pequeno grupo de neofascistas e de nostálgicos do regime de Vichy (um certo Leon Gaultier, ex-subtenente das Waffen-SS), reagrupados em volta de um velho torcionário da guerra da Argélia, reuniu mais de 6,8 milhões de sufrágios na noite de uma segunda volta que mesmo assim, não lhe assegurou a vitória de uma única presidência de região [Sete regiões da direita dita «clássica» e cinco à «esquerda», que se quer assim chamar, — uma decima terceira região (a Córsega) que ficou nos autonomistas locais].

Uma aliança bizarra da direita dita «clássica» mas não menos virulenta, e de um melting pot em que o Partido Socialista tem o papel forte pouco interessante; restos de listas de «esquerda» em benefício das actuais, sob pretexto de erguer uma «frente republicana»; e «fusões técnicas», aliás muito espantosas, operadas aqui e ali entre as listas que dizem representar a «esquerda da esquerda», (comunistas, ecologistas, vários) com as listas do Partido Socialista; tais foram os vários processos que, sem o menor debate de ideias, permitiram chegar aqui.

Assim, na noite da segunda volta de toda esta eleição, a 13 de Dezembro, não levando em conta quase 19 milhões de abstenções e 5,7 milhões de não inscritos, são duas «forças» que reuniram uma (os Republicanos e seus aliados) cerca de 10 milhões de sufrágios, e o outra (o PS e seus satélites) apenas 7,3 milhões, que tiraram a parte de leão dos lugares de concelheiros regionais (1.259 dos 1.758 que estavam em disputa, ou seja cerca de 72% dos lugares) ainda que essas duas forças não tivessem sido escolhidas por mais de 34% dos 54 milhões de pessoas em idade de votar…

Resta um «derrotado» perante o qual tudo deveria ajustar-se: a Frente nacional de Marine Le Pen. Pois este escrutínio tem toda a aparência de um simples adiamento. Devemos pensar, que num país em que dois milhões de jovens na idade de votar com pelo menos 25 anos estão no desemprego e sem formação, 76% dos eleitores entre 18 e 24 anos (contra 49,4% de abstenções no conjunto dos inscritos) não foram às urnas, a 6 de Dezembro último, dia da primeira volta destas eleições regionais. E, entre aqueles (bem raros) que nesse dia se votaram, 34% dos entre 18-30 anos deram o seu sufrágio à Frente nacional.

AQUI

 

Dados arrepiantes, não divulgados pela comunicação social dominante (sublinhe-se), para analisar, reflectir e agir.

 


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Sábado, 19 de Dezembro de 2015
Em defesa do interior do país

Edgar Silva Lamego_2015-12-17

 Edgar Silva Teatro Montemuro_2015-12-17

 Edgar Silva Capuchinhas1_2015-12-17

 Edgar Silva Viseu_2015-12-17

 Edgar Silva Viseu2_2015-12-17

 Edgar Silva Urgeiriça_2015-12-17

 Edgar Silva Urgeiriça1_2015-12-17

 

Edgar Silva dedicou o dia 17, quinta-feira, ao Distrito de Viseu. Em Lamego, contactou a população e comerciantes, em Castro Daire visitou o Teatro Montemuro e o Projecto das Capuchinhas em campo Benfeito, em Viseu contactou a população terminado o dia numa Sessão Pública, na Casa de Pessoal das Minas da Urgeiriça, em Nelas.

 


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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015
Edgar Silva, candidato a Presidente da República, em campanha no distrito de Viseu

Edgar Silva 2015

Inserida no quadro de dinamização da pré-campanha de Edgar Silva a Presidente da República, o candidato vai estar na próxima Quinta-feira, 17 de Dezembro, no Distrito de Viseu, para cumprir um diversificado programa.

À cidade de Lamego chegará cerca das 12 horas, para realizar uma Acção de Contacto com a população, a partir da Av. Alfredo de Sousa, fazendo-se acompanhar do Mandatário Distrital, José Pessoa, figura destacada de dinamizador e protagonista cultural, com actividade predominante no Museu de Lamego.

Edgar Silva escolheu o Distrito de Viseu para abordar os problemas da interioridade e apresentar sobre eles a visão da sua candidatura.

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Logo Edgar Silva mensagem

 

 


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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015
Legislativas na Venezuela: A luta continua

Mapa venezuela politico.jpg

«O campo bolivariano saiu vitorioso em 18 dos 20 actos eleitorais. Porém, seria pouco acertado retirar importância ao desaire eleitoral agora sofrido pela revolução venezuelana, primeira derrota em eleições legislativas. Um revés cuja avaliação aturada caberá fazer às forças revolucionárias bolivarianas. Salta à vista que a votação da MUD supera largamente a base social da oligarquia e burguesia venezuelanas. Por outro lado, parte do campo popular que apoia o processo bolivariano absteve-se de votar. As massas têm revelado uma disponibilidade quase incansável de mobilização ao logo destes 16 anos. Contudo, nas urnas acabaram por se expressar os efeitos do desgaste social resultantes da continuada política de chantagem, desestabilização e agressão económica – agravado pela baixa do preço do crude – de que é alvo o poder de Caracas por parte do imperialismo. O que não obsta à necessidade de encarar os sérios problemas, limitações e deficiências no plano interno.»

bandeira venezuela.jpg

«Sendo certo que o regime democrático venezuelano é presidencial e que o mandato de Nicolás Maduro só termina em 2019, estando atribuído ao executivo poderes de condução política e governação da nação, a distribuição e correlação de forças na Assembleia Nacional não é de todo inócua.»

Escudo Venezuela.png

«O PCP salienta que estas eleições se realizaram no contexto de uma conjuntura económica particularmente desfavorável em resultado da baixa do preço do petróleo e no quadro de grandes operações de desestabilização e boicote económico dos sectores mais reaccionários venezuelanos articuladas com a ingerência do imperialismo contra a Revolução Bolivariana.»

mapa_america-sul.jpg

«O desfecho venezuelano confere atualidade à pergunta: é possível pela via institucional transformar radicalmente uma sociedade capitalista, utilizando as instituições criadas pela burguesia para atingir os seus objetivos?»

Mapa Venezuela_agresion

 


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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2015
Estamos num tempo novo onde o povo português vive um novo tempo de esperança e de confiança

Edgar Silva Mang2015-12-04

Mangualde_2 2015-12-2-04

José Pessoa Mang2015-12-04

Mangualde_6 2015-12-2-04

 «Estamos num tempo novo onde o povo português vive um novo tempo de esperança e de confiança»

 


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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015
Edgar Silva Presente em Jantar de Apoio em Mangualde

Edgar Silva 2015

A Comissão de Apoio à candidatura de Edgar Silva a Presidente da República, vai realizar na próxima Sexta-feira, dia 4 de Dezembro, pelas 20 horas, no Restaurante “Gestur”, em Cubos, Mangualde, um JANTAR DE APOIO, que contará com a participação do candidato.

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Logo Edgar Silva mensagem

 


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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015
Candidatura de Edgar Silva a PR: Jantar de Apoio

JantarComicio_Mangualde_04-12

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
(123-107 deputados), (50,75%-38,4%), (2 744 557-2 082 511 votos) Quem Ganhou???

Resultados Globais 2015

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O PAF perde:

  • 731 000 votos (de 2 813 729 para 2 082 511)
  • 25 deputados (de 132 para 107)
  • 12 pontos percentuais (de 50,4% para 38,4%)

 

O PS ganha:

  • 179 517 votos
  • 12 deputados
  • 4,25 pontos percentuais

 

O BE ganha:

  • 262 019 votos
  • 11 deputados
  • 5,02 pontos percentuais

 

A CDU ganha:

  • 4 128 votos
  • 1 deputado
  • 0,34 pontos percentuais

 

O PS e os partidos à sua esquerda ganham:

  • 445 664 votos
  • 24 deputados
  • 9,1 pontos percentuais

 


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Terça-feira, 10 de Novembro de 2015
Debate do Programa do XX Governo: Rejeitar o Programa de Governo de PSD/CDS

 

No debate em torno do Programa do XX Governo, o PCP afirma que o objectivo de PSD e CDS é claro no assegurar da política de desastre nacional seguida nos últimos anos, que conduziu o nosso país a uma situação de retrocesso económico e social jamais vivida depois do 25 de Abril, confirmando as muito fortes razões para que o governo PSD/CDS não entre em funções.

 


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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015
É hora de mudar de política

Cartazete CGTP 2015-11-10

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Domingo, 8 de Novembro de 2015
Governo PSD/CDS rejeitado lá dentro, rejeitado cá fora

Cartazete1 CGTP 2015-11-10

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Sábado, 7 de Novembro de 2015
A luta foi e é determinante para a construção de outra maioria de deputados

cabeca 2015-11-10

concentracao-2015-11-10

 

Nas eleições para deputados à Assembleia da República, a maioria do povo português condenou e rejeitou a política de exploração, de empobrecimento e de desigualdades, brutalmente agravadas pela coligação PSD/CDS.

O dia 4 de Outubro confirmou que vale a pena lutar:

o PSD e o CDS foram fortemente penalizados, perderam mais de 700 mil votos, 12 pontos percentuais e 25 deputados, registando o segundo pior resultado dos últimos 40 anos.

Hoje, estão em minoria na Assembleia da República.

Vencendo imensas dificuldades e sacrifícios, a luta desenvolvida pelos trabalhadores ao longo da legislatura que terminou foi decisiva para derrotar a maioria absoluta do PSD e CDS e determinante para a construção de outra maioria de deputados.

 


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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015
Todos à concentração!

Cartaz cgtp 2015-11-10

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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
Novas soluções de governo...

Folheto_dar_resposta_problemas2_2015-11-05

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Dar resposta aos problemas e aspirações mais urgentes dos trabalhadores e do povo

Folheto_dar_resposta_problemas1_2015-11-05

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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2015
UPP: Magusto-convívio

UPP Magusto Nov 2015

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015
DOR Viseu do PCP analisa resultados eleitorais e define tarefas imediatas

Logo DORV

A DORV do PCP, reunida em 10 de Outubro de 2015, analisou os resultados das eleições legislativas, com particular incidência os referentes ao Distrito, balizou o quadro político, económico e social com que os trabalhadores e o povo estão confrontados, bem como o desenvolvimento da luta de massas. Definiu linhas essenciais de iniciativa política e medidas para o reforço orgânico do Partido, potenciadas pelos resultados eleitorais e as exigências de acção que se colocam para o futuro. Discutiu ainda as eleições presidenciais de Janeiro de 2016 e as tarefas para apoio ao candidato Edgar Silva, apresentado pelo PCP.

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Sábado, 10 de Outubro de 2015
Luta e confiança

cartaz_mupi_luta_confianca_2015-10

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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015
Obscenidade política, atrevimento da ignorância ou pulhice?

Pires de Lima_caricatura

Desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

 

Pires de Lima, o senhor que ainda está de ministro da Economia, considerou que seria uma «obscenidade política» que o próximo Governo venha a ser liderado pelo PS, através de uma coligação de esquerda, afirmando que «quem perde as eleições não pode governar o país».

E no entanto...

Pires de Lima foi no engodo de Cavaco Silva que, na sua declaração de 5 de Outubro, propôs um entendimento alargado entre o PSD, o CDS e o PS, e afirmou que  é uma solução comum nas «democracias europeias». Mas basta fazer uma pesquisa na Internet para se ficar a saber que «entre os 13 países europeus citados que são governados por pelo menos três partidos, quase metade são-no com partidos que não venceram as eleições».

 

Em que ficamos? Obscenidade política, atrevimento da ignorância ou pulhice?

 


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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015
Grande vitória do PSD/CDS???!!!...

Resultados Globais 2015

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O PAF perde:

  • 738.000 votos
  • 25 deputados
  • 12 pontos percentuais

 

Grande vitória o 2º pior resultado de sempre em eleições legislativas???!!!...

 

Já agora:

Os partidos da troika nacional, juntos, PS-PSD-CDS obtiveram a mais baixa percentagem de votos desde 1985...

 


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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015
A luta continua!

CDU 2015-10-04

 


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Domingo, 4 de Outubro de 2015
Real: CDU torna-se a 2ª força política com mais votos

Real 2015-10-04

Os eleitores da Freguesia de Real dizem não à política de direita e reforçam a confiança na CDU como alternativa para prosseguir uma verdadeira politica patriótica e de esquerda!!!

O PSD/CDS conseguiu agora apenas 73 votos quando em 2011 os dois partidos tinham conseguido 107.

A CDU mais do que duplica os votos e em termos de percentagem sobe de 7,32% em 2011 para 20,42% agora. Torna-se a 2ª força política com mais votos.

 


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Sábado, 3 de Outubro de 2015
Atitude prepotente e discriminatória de Almeida Henriques

Almeida Henriques

Atitude prepotente e discriminatória de Almeida Henriques

 

«Numa atitude inusitada, ilegal e prepotente o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, mandou remover logo pela madrugada/manhã de hoje, Sábado, dia 3 de Outubro, a propaganda da CDU e de outros partidos em diversos locais da cidade.

A Câmara Municipal de Viseu agiu deliberadamente e de má-fé, exorbitando a sua competência legal.

Consultada a Comissão Nacional de Eleições sobre este assunto, foi-nos dado a conhecer o seguinte parecer em resposta à pergunta:

Pode haver propaganda afixada nas imediações das assembleias de voto no dia da eleição?

Com efeito, é proibida qualquer propaganda até à distância de 500 metros das assembleias de voto.
Esta proibição tem apenas incidência no dia da eleição, ou seja, no dia em que as assembleias de voto se encontram em funcionamento. Apenas se considera indispensável o desaparecimento da propaganda dos próprios edifícios (interior e exterior) onde funcionam as assembleias eleitorais e, se possível, das suas imediações mais próximas, especialmente a propaganda que seja visível da assembleia de voto.
»

 


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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015
Seis razões para votar CDU

Seis razões para votar CDU

 


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publicado por António Vilarigues às 23:58
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Reflexão (3): «15 falácias para não votar CDU», por António Santos

Cartaz_vota_cdu_2015-09

Volvidos 39 anos de retrocessos sociais marcados pela continuada aleivosia de três partidos (PS, PSD e CDS-PP) que se alternam, ufanos, no poder, muitos portugueses parecem presos, na hora de votar, a velhos preconceitos.

Extraordinariamente, mesmo diante de uma força política diferente e com décadas de provas dadas, há quem aposte por castigar a austeridade do PS votando no PSD, para, no acto eleitoral seguinte, punir o PSD votando no PS, (que desta vez é que vai ser diferente, não é?).

A má notícia é que as arreigadas (mas espúrias) crendices sobre a exequibilidade política da CDU têm vaticinado o país a prosseguir o mesmo caminho de pobreza e injustiça.

A boa notícia é que os argumentos de quem se recusa apaixonadamente a ver o óbvio são, regra geral, fáceis de compilar e desmontar.

Ler texto integral

Dizem os livros que falácia consiste em partir de uma afirmação falsa, intencionalmente, e, a partir dela, pretender retirar conclusões verdadeiras.

 


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publicado por António Vilarigues às 12:22
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CDU reuniu com a FRAPV – Federação Regional das Associações de Pais

FRAP_2

CDU reuniu com a FRAPV – Federação Regional das Associações de Pais

 


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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2015
Reflexão (2): «Pedro Filipe Soares, e se te deixasses de merdas?», por Lúcia Gomes

Eu voto CDU

O que terá passado pela cabeça de Pedro Filipe Soares, líder parlamentar do Bloco de Esquerda, para inaugurar, a uma semana das eleições, a deriva contra o PCP, não sou capaz de dizer, mas posso tentar adivinhar.

Em todo o caso, estou certa de que esta deriva não é acompanhada pela maioria dos activistas e apoiantes do BE, que, naturalmente, estarão bem mais preocupados em dar combate à política de direita e aos seus protagonistas e não ao PCP.

Segundo o Expresso, Pedro Filipe Soares, o líder parlamentar do Bloco deu «alfinetadas» ao PCP ao lembrar que a reduzida bancada do BE na Assembleia da República precisou da assinatura de mais deputados para submeter ao Tribunal Constitucional a apreciação de um diploma sobre cortes de pensões e subsídios de férias. “Levámos a tampa do PS e levámos a tampa do PCP”, afirmou Pedro Filipe Soares.

Pois é, Pedro, já se estranhava a ausência do piquinho do BE, não era? Falta de rigor (como, por exemplo, lançar listas de apoiantes onde constam presidentes de sindicatos que já não o são), alguma desfaçatez (o assobio para o ar constante) e o contar das coisas pela metade. Pela metade não, nem por ¼, porque sobre as tampas e os erros do BE, há muito por dizer, não achas, Pedro?

Por exemplo, Pedro, podias falar da tampa que levaste do PCP mas não do PS, nem do PSD, nem do CDS, quando o BE fez aprovar, na Assembleia da Republica, o memorando da troika à Grécia e contra o povo Grego. Lembras-te, Pedro?

Também podias ter lembrado a tampa que  PCP, mas não do PS, nem do PSD, nem do CDS,  quando o BE com o seu voto apoiou a ruinosa decisão de nacionalizar os prejuízos do BPN e deixar intocáveis as empresas rentáveis do grupo que o detinha. Lembras-te, Pedro?

Também podias falar da tampa que levaste do PCP quando, com a abstenção “violenta” (que até parecia que se estava a preparar para votar a favor) do BE,o governo foi ilibado das suas responsabilidades nas conclusões da comissão de inquérito do BES, deixando o PCP sozinho no voto contra e a levar tampa de todo o lado.

Também podias falar da tampa do BE ao PCP, quando o PCP andou meses (desde 5 de Abril de 2011) sozinho a exigir a renegociação da dívida e que só alguns meses depois o Bloco passou a defender, e inicialmente de forma tímida, aquilo que designava de “reestruturação” da dívida.

Sobre o pedido de inconstitucionalidade, Pedro, sabes bem que foi uma tampa merecida. Sabes dos riscos e das consequências práticas da iniciativa em curso, e sabes bem porque foste alertado para tal – incluindo pelo PCP, Pedro! Sabes também que a iniciativa que teve o BE com o PS (ou a iniciativa de deputados do PS com o BE?), abriu as portas para que os cortes não fossem só para os trabalhadores da Administração Pública mas sim para todos os trabalhadores, ou não te lembras disto, Pedro?

Ou da tampa que levaste do PCP sobre o trabalho temporário, que o BE quis legitimar através da regulamentação e agora... pois, é tudo temporário, não é?

Tens mesmo a certeza que é destas tampas que queres falar, Pedro? Não seria melhor concentrares-te no importante, no ataque às políticas de direita? Já sabes que o PCP é consequente, independentemente das conjunturas, de epifenómenos políticos, de guerras de egos e não vai deixar de dar tampas quando essas tampas protejam os interesses de quem o PCP representa: os trabalhadores e o povo.

Vá, Pedro, deixa-te lá de merdas.

AQUI

 


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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015
CDU vai «julgar» política de direita para os serviços públicos e reivindicar a abolição de portagens na A24 e A25

Moimenta 2015-09-29

Folgosa do Douro 2015-09-29

Lamego 2015-09-29

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CDU vai «julgar» política de direita para os serviços públicos e reivindicar a abolição de portagens na A24 e A25

 


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