TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 15 de Julho de 2016
Petróleo e gás no Algarve e Costa Alentejana - Estudar, avaliar, ponderar, decidir

Mapa Algarve

O gás natural e o petróleo, sem prejuízo de desenvolvimentos científicos e tecnológicos em curso susceptíveis do aproveitamento de outras formas de energia, são um recurso estratégico nas sociedades contemporâneas. Como qualquer recurso, ainda para mais limitado e escasso como é o caso, a decisão sobre o seu aproveitamento e utilização não é independente das condições em que se realiza, do tempo e do modo em como é efectuado, dos impactos económicos e ambientais da sua exploração, da natureza da propriedade em que esta actividade se desenvolve, da relação com outros recursos e actividades humanas.

Mapa Parque Natural Sudoeste Alentejano e Costa Vi

Todas estas questões estão e devem estar naturalmente em cima da mesa quando se discute a possibilidade da prospecção, pesquisa, exploração e produção de petróleo e gás seja no Algarve e na Costa Alentejana, seja no resto do País. Sobretudo quando o actual processo – com concessões já atribuídas a várias empresas – foi espoletado a partir do anterior governo PSD/CDS que assinou contratos duvidosos, sem qualquer consulta pública, sem qualquer estudo de impacto ambiental ou económico, sem qualquer articulação com uma estratégia de desenvolvimento do País, particularmente no plano energético.

Uma atitude que motivou inquietações e preocupações no seio das populações e dos agentes económicos, particularmente no Algarve, e que tem estado na base de diversas movimentações ocorridas naquela região que, sem prejuízo de aproveitamentos e instrumentalizações que possam existir, tem como pano de fundo a possibilidade de uma intervenção significativa naqueles territórios à margem ou mesmo em conflito com outras actividades económicas e valores ambientais ali existentes.

A avaliação de uma matéria tão complexa e multifacetada como esta implica um estudo prévio rigoroso e abrangente onde nenhuma das dimensões seja ignorada:

  • a dependência energética;

  • o direito do povo português conhecer os seus recursos;

  • os impactos ambientais e noutras actividades económicas;

  • a intervenção do Estado e a relação com os grupos monopolistas que operam no sector;

  • o emprego, o desenvolvimento e a soberania nacional.

Rejeitando a perspectiva e os interesses daqueles que apenas olham para esta questão como uma oportunidade de negócio para o grande capital, mas também contrariando visões sobre esta matéria que, em nome de justas preocupações, ignoram que explorando ou não este recurso no nosso País, Portugal continuará a precisar desta forma de energia durante as próximas décadas com todas as consequências que daí decorrem, o PCP considera que é necessário estudar, avaliar, ponderar, para depois decidir sobre a forma e o modo da gestão e utilização destes recursos.

(sublinhados meus)

Plataforma-de-petroleo

 

Portugal precisa de uma política energética soberana, como uma das bases do desenvolvimento nacional

 


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publicado por António Vilarigues às 12:21
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
A resposta é há muito evidente...

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Hoje, perante a grave evolução da situação económica, social e política do País, a sucessão de casos de fraude no sector financeiro, envolvendo os grandes grupos económicos, sendo o mais recente o da fraude e implosão do império da família Espírito Santo, do seu Grupo e do Banco, os portugueses, muito justamente e de forma indignada interrogam-se como foi possível chegar até aqui, até a este grau de degradação da situação do País e das suas vidas.

Para nós, tal como para cada vez mais portugueses, a resposta é há muito evidente.

Toda esta situação de degradação, que se aprofunda e alastra, é o resultado de uma política de recuperação capitalista e restauração monopolista que tem estado exclusivamente ao serviço do restabelecimento do poder e do domínio do grande capital económico e financeiro sobre o País, a sua economia e dos centros de decisão política, cada vez mais capturados e dependentes dos seus interesses, em detrimento do interesse nacional.

Um domínio que se fortaleceu com as práticas de promiscuidade entre poder económico e político, traduzido na circulação de quadros e altos dirigentes entre os grandes grupos e o aparelho de Estado. Quadros que circulam e articulam com os grandes centros financeiros internacionais, as suas organizações e as instituições políticas supranacionais. Os exemplos são abundantes. O mais recente é a passagem de Carlos Moedas, quadro do mega banco Goldman Sachs e homem de confiança da troika no governo português, para a Comissão Europeia.

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publicado por António Vilarigues às 13:58
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Sexta-feira, 9 de Março de 2012
António Aleixo (V)
-

Esta mascarada enorme

com que o mundo nos aldraba,

dura enquanto o povo dorme,

quando ele acordar, acaba.

António Aleixo

-

António Aleixo sempre actual...



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publicado por António Vilarigues às 18:21
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Quinta-feira, 8 de Março de 2012
António Aleixo (IV)
-

Não me dêem mais desgostos

porque sei raciocinar...

Só os burros estão dispostos

a sofrer sem protestar!

António Aleixo

-

António Aleixo sempre actual...

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publicado por António Vilarigues às 18:16
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Quarta-feira, 7 de Março de 2012
António Aleixo (III)
-

Esses por quem não te interessas

produzem quanto consomes:

vivem das tuas promessas

ganhando o pão que tu comes.

António Aleixo

-

António Aleixo sempre actual...

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publicado por António Vilarigues às 18:11
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Terça-feira, 6 de Março de 2012
António Aleixo (II)
-

Sou um dos membros malditos

dessa falsa sociedade

que, baseada nos mitos,

pode roubar à vontade.

António Aleixo

-

António Aleixo sempre actual...

-


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publicado por António Vilarigues às 18:07
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Segunda-feira, 5 de Março de 2012
António Aleixo (I)
-

Acho uma moral ruim

trazer o vulgo enganado:

mandarem fazer assim

e eles fazerem assado.

António Aleixo

-

António Aleixo sempre actual...

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publicado por António Vilarigues às 16:27
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010
Groundforce: Lutar contra a tentativa de despedimento colectivo até a derrotar

Clicar na imagem para visualizar a ligação

Sítio na Internet da Greve Geral

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publicado por António Vilarigues às 20:13
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Médicos cubanos em Portugal

Duas notícias recentes:

Sobre a medicina em Cuba neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Adenda em 02/09  às 08h55m:

  • Protocolos médicos com Cuba (a partir dos 11m30s até aos 16m20s) Novos protocolos entre Vila Real de Santo António e Cuba (SIC, 31 de Agosto de 2009)


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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
Mapa de Portugal versão "Financial Times"

   Eu sei que a notícia tem barbas. E que é como estar a bater no ceguinho. Mas o que é que querem. Este mapa de Portugal (???) publicado em duas páginas do jornal de referência (???) de seu nome «Financial Times», edição de 13 de Outubro de 2007, faz-me rir a bom rir sempre que o vejo.

Para quem tenha dúvidas aqui fica uma alternativa, mais perto da realidade, proposta por este blog...

                                   

                               

Obrigado ao "Financial Times". Em época de crise é sempre bom ter quem nos faça rir...

                                                              


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publicado por António Vilarigues às 14:14
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008
O Dão no Algarve

    Os melhores vinhos do Dão vão estar representados no INATEL de Albufeira, nos próximos dias 13 e 14 de Junho (sexta-feira e sábado). Trata-se do Dão - Vinhos & Gourmet, um evento que pela primeira vez acontece no Algarve, integrado no programa que assinala este ano o Centenário da Região Demarcada do Dão.
A iniciativa vai colocar cerca de uma centena de vinhos em prova de 15 produtores do Dão. O programa contempla ainda sessões de cozinha ao vivo, wine parties, muita animação e música com actuações de DJ’s. O evento oferece a possibilidade ao visitante de provar os melhores e mais recentes vinhos do Dão, podendo interpelar directamente os respectivos protagonistas.
Os produtores presentes são: Adega Cooperativa de Penalva do Castelo; Quinta da Garrida (Aliança – Vinhos de Portugal); Vinha Paz; Pedra Cancela; Quinta de Cabriz e Casa de Santar (Dão Sul); Casa da Ínsua; FTP Vinhos; Casa dos Gaios; Quinta da Bica; Quinta dos Carvalhais (Sogrape); Quinta do Cerrado; Quinta das Estrémuas (Vinícola de Nelas); Quinta da Fata; Quinta da Nespereira; Quinta da Taboadela; Sociedade dos Vinhos Borges.
O Dão - Vinhos & Gourmet é uma realização da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, com produção da Essência do Vinho e que, desde 2004, tem marcado o panorama de eventos vínicos no nosso país. O sucesso que o evento tem merecido nos últimos anos, espelhado na afluência de milhares de pessoas ao Solar do Vinho do Dão, em Viseu, justifica em larga medida a decisão de agora o realizar também no Algarve. Neste caso, o objectivo passa por captar a atenção da população algarvia – permanente e turística – para os vinhos do Dão, demonstrando toda a qualidade e potencialidade que possuem, servindo ainda como forma de cativar e educar consumidores para uma melhor apreciação do vinho e dos produtos gourmet, usufruindo de um ambiente informal, confortável e moderno.

(sublinhados meus)
                                                                

In "Agro Portal" - Edição de 7 de Junho de 2008

                                          


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publicado por António Vilarigues às 17:45
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007
Leitura Obrigatória (XXIV)

       Relatório Sobre o Algarve (Agosto de 1952) (Carlos Costa)

 Neste Relatório conjugam-se - numa análise de notável finura e competência científica num quadro tão jovem - a pesquisa rigorosa das estatísticas, da legislação do trabalho, dos contratos colectivos e das disposições orgânicas das instituições de carácter social, da imprensa clandestina e legal (esta, apesar de tudo, não podia deixar que certas verdades transparecessem numa leitura avisada de classe...), com a procura de informações directas e insubstituíveis dos próprios trabalhadores. O conhecimento aprofundado das especificidades da estrutura económica e social da região em questão, das particularidades das diversas actividades profissionais aí desenvolvidas, dos problemas que afectavam a vida dos diferentes núcleos populacionais, permitem ao autor, combatendo ideias feitas erróneas, discernir perspectivas de acção fundamentadas e apontar formas e orientações de luta apropriadas à realidade objectiva.

Em resumo - e quem ler o Relatório não poderá deixar de o constatar - trata-se de uma obra de um revolucionário profissional, na autêntica acepção leninista, e de um exemplo vivo do estilo e do método de trabalho caracterizadores do Partido Comunista Português.

  

In Edições «Avante!»

  


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publicado por António Vilarigues às 00:41
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