TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016
UPP: Início das aulas

UPP Horário 2016-2017

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Quarta-feira, 15 de Junho de 2016
15 de Junho de 1924 – 20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada

20-Poemas de Amor

Pablo Neruda, aliás Nefatali Ricardo Reyes, tinha apenas 20 quando editou o livro «20 Poemas de Amor uma Canção Desesperada», consensualmente considerado como uma jóia da poesia latino-americana.

Dirigidos por um homem a uma mulher – não necessariamente a mesma –, os poemas abordam a complexidade da relação amorosa, misturando a felicidade com a melancolia, a alegria da posse com a tristeza da ausência, a certeza do amor («Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras», poema 14), com o desespero do abandono («Posso escrever os versos mais tristes esta noite», poema 20).

Com propriedade, esta obra da juventude revela o poeta que Neruda tão bem definiu quando recebeu o Nobel de Literatura em 1971:

«Frequentemente disse que o melhor poeta é o homem que nos entrega o pão de cada dia, o padeiro mais próximo e que não se crê um deus. Ele cumpre a sua majestosa e humilde tarefa de amassar, colocar o pão no forno, dourar e entregar o pão de cada dia como uma obrigação comunitária. E se o poeta alcançar esta consciência poderá também converter-se como parte de uma colossal obra de artesão [...] e entregar com a sua mercadoria: pão, verdade, vinho e sonhos.»

AQUI

 

Pablo Neruda_Av

Pablo Neruda e Pablo Neruda

 


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Terça-feira, 7 de Junho de 2016
UPP: Cursos livres 2016 / 20217

UPP Dia Horário Prov

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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015
UPP: O Amor e a Sexualidade no Ocidente

UPP amor e sexualidade

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Segunda-feira, 7 de Março de 2011
No uso do preservativo não é preciso exagerar!...

Superprotegido!!, desenho de Chispa (Douglas Nelson Pérez)

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Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 31 de Outubro de 2010
O uso do preservativo...

Desenho de Martirena, publicado em diario siglo xxi, 25 de Outubro de 2010

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- Esqueci-me do preservativo!...

- Pois então esquece-te de fazê-lo sem ele!

-

Publicado neste blog:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Nicolás Guillén / Emilio Grenet: Tú no sabe inglé

TÚ NO SABE INGLÉ


guajira, son cubano

 

Con tanto inglé que tú sabía,

Vito Manué,

con tanto inglé no sabe ahora

decir ye;

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

 

Con tanto inglé que tú sabía,

Vito Manué,

con tanto inglé no sabe ahora

decir ye;

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

 

La americana te busca,

y tú la tienes que huir.

Tu inglé era detrai guan,

detrai guan y guan tu tri.

 

Tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

Tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

 

No te enamore más nunca,

Vito Manué, si no sabe inglé

 

Si no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé,

tú no sabe inglé, Vito Manué,

tú no sabe inglé.

Nicolas Guillen / Emilio Grenet

Para ver e ouvir várias interpretações da «Tú no sabe inglé» de Nicolas Guillen:

  • "Vito Manué". Poema de Nicolás Guillén, Cantado por Ignacio Villa (Bola de Nieve)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Domingo, 19 de Julho de 2009
Nicolás Guillén / Amaury Pérez: Soneto

Soneto


Cerca de ti, ¿por qué tan lejos verte?
¿Por qué noche decir, si es mediodía?
Si arde mi piel, ¿por qué la tuya es fría?
si digo vida yo, ¿por qué tú muerte?
 
Ay, ¿por qué este tenerte sin tenerte?
Este llanto ¿por qué, no la alegría?
¿Por qué de mi camino te desvía
quién me vence tal vez sin ser más fuerte?
 
Silencio. Nadie a mi dolor responde.
Tus labios callan y tu voz se esconde.
¿A quien decir lo que mi pecho siente?
 
A ti, François Villón, poeta triste,
lejana sombra que también supiste
lo que es morir de sed junto a la fuente.

Nicolás Guillén / Amaury Pérez

Para ouvir Amaury PérezAna Belén a interpretar «Soneto» de Nicolas Guillen clicar AQUI e AQUI

Para Ver:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Paco Ibañez canta: Romance del Conde Niño

     Romance del Conde Niño                                  

(Anónimo espanhol - Séculos XV-XVI)

                                                                  

Conde Niño, por amores
es niño y pasó a la mar;
va a dar agua a su caballo
la mañana de San Juan.
Mientras el caballo bebe
él canta dulce cantar;
todas las aves del cielo
se paraban a escuchar;
caminante que camina
olvida su caminar,
navegante que navega
la nave vuelve hacia allá.
La reina estaba labrando,
la hija durmiendo está:
-Levantaos, Albaniña,
de vuestro dulce folgar,
sentiréis cantar hermoso
la sirenita del mar.
-No es la sirenita, madre,
la de tan bello cantar,
si no es el Conde Niño
que por mí quiere finar.
¡Quién le pudiese valer
en su tan triste penar!
-Si por tus amores pena,
¡oh, malhaya su cantar!,
y porque nunca los goce
yo le mandaré matar.
-Si le manda matar, madre
juntos nos han de enterrar.
Él murió a la media noche,
ella a los gallos cantar;
a ella como hija de reyes
la entierran en el altar,
a él como hijo de conde
unos pasos más atrás.
De ella nació un rosal blanco,
de él nació un espino albar;
crece el uno, crece el otro,
los dos se van a juntar;
las ramitas que se alcanzan
fuertes abrazos se dan,
y las que no se alcanzaban
no dejan de suspirar.
La reina, llena de envidia,
ambos los mandó cortar;
el galán que los cortaba
no cesaba de llorar;
della naciera una garza,
dél un fuerte gavilán
juntos vuelan por el cielo,
juntos vuelan a la par.

In Romance del Conde Niño - Anónimo - Ciudad Seva

Para ver e ouvir Paco Ibañez a cantar «Romance del Conde Niño»:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Raimundo Fagner canta Florbela Espanca: Fanatismo

Fanatismo

                            

Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver !
Não és sequer a razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida !

Não vejo nada assim enlouquecida ...
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida !

"Tudo no mundo é frágil, tudo passa ..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim !

E, olhos postos em ti, digo de rastros :
"Ah ! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus : Princípio e Fim ! ..."

In Livro de Soror Saudade (1923)

Florbela Espanca / Raimundo Fagner

Para ver e ouvir Raimundo Fagner a cantar «Fanatismo» de Florbela Espanca clicar AQUI  

A letra de Fagner acrescenta no final: "Eu já te falei de tudo / Mas tudo isso é pouco / Diante do que sinto."

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Os Trovante cantam Florbela Espanca e João Gil: Ser poeta

Ser poeta


Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!


É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!


É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
é condensar o mundo num só grito!


E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

Florbela Espanca /João Gil

 

Para ver e ouvir «Ser Poeta» de Florbela Espanca e João Gil:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Teresa Silva Carvalho canta Florbela Espanca: Amar!

Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui...além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente
Amar!Amar!E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó,cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

Florbela Espanca / Teresa Silva Carvalho

Para ver e ouvir Teresa Silva Carvalho a cantar «Amar!» de Florbela Espanca clicar AQUI e AQUI  

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Georges Brassens canta Victor Hugo: La légende de la nonne

La légende de la nonne

 

Venez, vous dont l'œil étincelle
Pour entendre une histoire encor
Approchez: je vous dirai celle
De doña Padilla del Flor
Elle était d'Alanje, où s'entassent
Les collines et les halliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Il est des filles à Grenade
Il en est à Séville aussi
Qui, pour la moindre sérénade
A l'amour demandent merci
Il en est que parfois embrassent
Le soir, de hardis cavaliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Ce n'est pas sur ce ton frivole
Qu'il faut parler de Padilla
Car jamais prunelle espagnole
D'un feu plus chaste ne brilla
Elle fuyait ceux qui pourchassent
Les filles sous les peupliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Elle prit le voile à Tolède
Au grand soupir des gens du lieu
Comme si, quand on n'est pas laide
On avait droit d'épouser Dieu
Peu s'en fallut que ne pleurassent
Les soudards et les écoliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Or, la belle à peine cloîtrée
Amour en son cœur s'installa
Un fier brigand de la contrée
Vint alors et dit : "Me voilà!"
Quelquefois les brigands surpassent
En audace les chevaliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Il était laid : les traits austères
La main plus rude que le gant
Mais l'amour a bien des mystères
Et la nonne aima le brigand
On voit des biches qui remplacent
Leurs beaux cerfs par des sangliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

La nonne osa, dit la chronique
Au brigand par l'enfer conduit
Aux pieds de Sainte Véronique
Donner un rendez-vous la nuit
A l'heure où les corbeaux croassent
Volant dans l'ombre par milliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Or quand, dans la nef descendue
La nonne appela le bandit
Au lieu de la voix attendue
C'est la foudre qui répondit
Dieu voulu que ses coups frappassent
Les amants par Satan liés
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Cette histoire de la novice
Saint Ildefonse, abbé, voulut
Qu'afin de préserver du vice
Les vierges qui font leur salut
Les prieurs la racontassent
Dans tous les couvents réguliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Paroles: Victor Hugo

Musique: Georges Brassens (1956)

Para ver e ouvir  Georges Brassens a cantar «La légende de la nonne» de Victor Hugo clicar AQUI

     Para ver e ouvir Barbara clicar AQUI   

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                   


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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Jacques Brel: La Tendresse

LA TENDRESSE
(Jacques Brel)

Pour un peu de tendresse
Je donnerais les diamants
Que le diable caresse
Dans mes coffres d'argent
Pourquoi crois-tu la belle
Que les marins au port
Vident leurs escarcelles
Pour offrir des trésors
A de fausses princesses
Pour un peu de tendresse

Pour un peu de tendresse
Je changerais de visage
Je changerais d'ivresse
Je changerais de langage
Pourquoi crois-tu la belle
Qu'au sommet de leurs chants
Empereurs et ménestrels
Abandonnent souvent
Puissances et richesses
Pour un peu de tendresse

Pour un peu de tendresse
Je t'offrirais le temps
Qu'il reste de jeunesse
A l'été finissant
Pourquoi crois-tu la belle
Que monte ma chanson
Vers la claire dentelle
Qui danse sur ton front
Penché vers ma détresse
Pour un peu de tendresse

                                       

In "LA TENDRESSE" 1959

                                                    

Para ver e ouvir Jacques Brel a cantar «La Tendresse» clicar AQUI

                                                                    

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                       

Adenda em 15/04/2009  às 14h15m:

Outros Vídeos:

  • Jacques Brel - "La Tendresse"                                                                   

                                                                               


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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
Yves Montand canta Aragon: Est-Ce Ainsi Que Les Hommes Vivent? (actualização)

    Foi actualizado o post "Yves Montand canta Aragon: Est-Ce Ainsi Que Les Hommes Vivent?" com a inserção de dois vídeos com a interpretação de Léo Ferré Marc Ogeret.      

                                                        


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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
Yves Montand canta Aragon: Est-Ce Ainsi Que Les Hommes Vivent?

Est-Ce Ainsi Que Les Hommes Vivent?

(Louis Aragon)

                          
Tout est affaire de décor
Changer de lit changer de corps
A quoi bon puisque c'est encore
Moi qui moi-même me trahis
Moi qui me traîne et m'éparpille
Et mon ombre se déshabille
Dans les bras semblables des filles
Où j'ai cru trouver un pays.

Cœur léger cœur changeant cœur lourd
Le temps de rêver est bien court
Que faut-il faire de mes jours
Que faut-il faire de mes nuits
Je n'avais amour ni demeure
Nulle part où je vive ou meure
Je passais comme la rumeur
Je m'endormais comme le bruit.

Est-ce ainsi que les hommes vivent
Et leurs baisers au loin les suivent.

C'était un temps déraisonnable
On avait mis les morts à table
On faisait des châteaux de sable
On prenait les loups pour des chiens
Tout changeait de pôle et d'épaule
La pièce était-elle ou non drôle
Moi si j'y tenais mal mon rôle
C'était de n'y comprendre rien

Dans le quartier Hohenzollern
Entre la Sarre et les casernes
Comme les fleurs de la luzerne
Fleurissaient les seins de Lola
Elle avait un cœur d'hirondelle
Sur le canapé du bordel
Je venais m'allonger près d'elle
Dans les hoquets du pianola.

Est-ce ainsi que les hommes vivent
Et leurs baisers au loin les suivent.

Le ciel était gris de nuages
Il y volait des oies sauvages
Qui criaient la mort au passage
Au-dessus des maisons des quais
Je les voyais par la fenêtre
Leur chant triste entrait dans mon être
Et je croyais y reconnaître
Du Rainer Maria Rilke.

Elle était brune elle était blanche
Ses cheveux tombaient sur ses hanches
Et la semaine et le dimanche
Elle ouvrait à tous ses bras nus
Elle avait des yeux de faïence
Elle travaillait avec vaillance
Pour un artilleur de Mayence
Qui n'en est jamais revenu.

Est-ce ainsi que les hommes vivent
Et leurs baisers au loin les suivent.

Il est d'autres soldats en ville
Et la nuit montent les civils
Remets du rimmel à tes cils
Lola qui t'en iras bientôt
Encore un verre de liqueur
Ce fut en avril à cinq heures
Au petit jour que dans ton cœur
Un dragon plongea son couteau

Est-ce ainsi que les hommes vivent
Et leurs baisers au loin les suivent.

                                 

Musique: Léo Ferré

1961  "Les chansons d'Aragon chantées par Léo Ferré"


Para ouvir Yves Montand a cantar «Est-Ce Ainsi Que Les Hommes Vivent?» de Louis Aragon clicar  AQUI     

                                                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                               

 

Adenda em 02/02/2009 às 08h50m:

Interpretação de Léo Ferré:

Interpretação de Marc Ogeret

A letra desta canção foi retirada da poesia de Louis Aragon Bierstube Magie allemande

                                


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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
Léo Ferré canta Aragon: Tu N'En Reviendras Pas


Tu n'en reviendras pas

(Louis Aragon)

 

Tu n'en reviendras pas toi qui courais les filles
Jeune homme dont j'ai vu battre le cœur à nu
Quand j'ai déchiré ta chemise et toi non plus
Tu n'en reviendras pas vieux joueur de manille

Qu'un obus a coupé par le travers en deux
Pour une fois qu'il avait un jeu du tonnerre
Et toi le tatoué l'ancien légionnaire
Tu survivras longtemps sans visage sans yeux

On part Dieu sait pour où ça tient du mauvais rêve
On glissera le long de la ligne de feu
Quelque part ça commence à n'être plus du jeu
Les bonshommes là-bas attendent la relève

Roule au loin roule train des dernières lueurs
Les soldats assoupis que ta danse secoue
Laissent pencher leur front et fléchissent le cou
Cela sent le tabac la laine et la sueur

Comment vous regarder sans voir vos destinées
Fiancés de la terre et promis des douleurs
La veilleuse vous fait de la couleur des pleurs
Vous bougez vaguement vos jambes condamnées

Déjà la pierre pense où votre nom s'inscrit
Déjà vous n'êtes plus qu'un mot d'or sur nos places
Déjà le souvenir de vos amours s'efface
Déjà vous n'êtes plus que pour avoir péri

                                 

Musique: Léo Ferré

1961  "Les chansons d'Aragon chantées par Léo Ferré"

                                            

Para ver e ouvir Léo Ferré a cantar «Tu N'En Reviendras Pas» de Louis Aragon clicar AQUI

     Para ver e ouvir Barbara clicar AQUI    

                                                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                            


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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008
Jean Ferrat canta Louis Aragon - Aimer à perdre la raison

                                                       

Aimer à perdre la raison

                                              

Aimer à perdre la raison
Aimer à n'en savoir que dire
A n'avoir que toi d'horizon
Et ne connaître de saisons
Que par la douleur du partir
Aimer à perdre la raison

Ah c'est toujours toi que l'on blesse
C'est toujours ton miroir brisé
Mon pauvre bonheur, ma faiblesse
Toi qu'on insulte et qu'on délaisse
Dans toute chair martyrisée

Aimer à perdre la raison
Aimer à n'en savoir que dire
A n'avoir que toi d'horizon
Et ne connaître de saisons
Que par la douleur du partir
Aimer à perdre la raison

La faim, la fatigue et le froid
Toutes les misères du monde
C'est par mon amour que j'y crois
En elle je porte ma croix
Et de leurs nuits ma nuit se fonde

Aimer à perdre la raison
Aimer à n'en savoir que dire
A n'avoir que toi d'horizon
Et ne connaître de saisons
Que par la douleur du partir
Aimer à perdre la raison

Louis Aragon / Jean Ferrat

                                 

Para ver e ouvir Jean Ferrat a interpretar a canção «Aimer à perdre la raison» de Louis Aragon clicar AQUI e AQUI

Para ver e ouvir Les Enfoirés clicar AQUI

                                                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge     

 


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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008
Léo Ferré canta Aragon: Elsa


       

Elsa

                                      

(Louis Aragon)

             

Suffit-il donc que tu paraisses
De l'air que te fait rattachant
Tes cheveux ce geste touchant
Que je renaisse et reconnaisse
Un monde habité par le chant
Elsa mon amour ma jeunesse

O forte et douce comme un vin
Pareille au soleil des fenêtres
Tu me rends la caresse d'être
Tu me rends la soif et la faim
De vivre encore et de connaître
Notre histoire jusqu'à la fin

C'est miracle que d'être ensemble
Que la lumière sur ta joue
Qu'autour de toi le vent se joue
Toujours si je te vois je tremble
Comme à son premier rendez-vous
Un jeune homme qui me ressemble

Pour la première fois ta bouche
Pour la première fois ta voix
D'une aile à la cime des bois
L'arbre frémit jusqu'à la souche
C'est toujours la première fois
Quand ta robe en passant me touche

Ma vie en vérité commence
Le jour où je t'ai rencontrée
Toi dont les bras ont su barrer
Sa route atroce à ma démence
Et qui m'as montré la contré
Que la bonté seule ensemence

Tu vins au cœur du désarroi
Pour chasser les mauvaises fièvres
Et j'ai flambé comme un genièvre
A la Noël entre tes doigts
Je suis né vraiment de ta lèvre
Ma vie est à partir de toi

Suffit-il donc que tu paraisses
De l'air que te fait rattachant
Tes cheveux ce geste touchant
Que je renaisse et reconnaisse
Un monde habité par le chant
Elsa mon amour ma jeunesse

                                 

Musique: Léo Ferré  
1961  "Les chansons d'Aragon chantées par Léo Ferré"

                                            

                                       

Para ver e ouvir Léo Ferré a cantar «Elsa» de Louis Aragon clicar AQUI           

                                                                                                           


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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008
Louis Aragon - Je t'aime tant

                                      

Je t'aime tant

                           

Mon sombre amour d'orange amère
Ma chanson d'écluse et de vent
Mon quartier d'ombre où vient rêvant
Mourir la mer

Mon beau mois d'août dont le ciel pleut
Des étoiles sur les monts calmes
Ma songerie aux murs de palme
Où l'air est bleu

Mes bras d'or mes faibles merveilles
Renaissent ma soif et ma faim
Collier collier des soirs sans fin
Où le cœur veille

Est-ce qu'on sait ce qui se passe ?
C'est peut-être bien ce tantôt
Que l'on jettera le manteau
Dessus ma face

Coupez ma gorge et les pivoines
Vite apportez mon vin mon sang
Pour lui plaire comme en passant
Font les avoines

Il me reste si peu de temps
Pour aller au bout de moi-même
Et pour crier Dieu que je t'aime
Je t'aime tant, je t'aime tant

                             

Louis Aragon

                                                 


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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008
Louis Aragon - L'étrangère

                                                                                

L'étrangère

                                 

Il existe près des écluses
Un bas quartier de bohémiens
Dont la belle jeunesse s'use
A démêler le tien du mien
En bande on s'y rend en voiture,
Ordinairement au mois d'août,
Ils disent la bonne aventure
Pour des piments et du vin doux

On passe la nuit claire à boire
On danse en frappant dans ses mains,
On n'a pas le temps de le croire
Il fait grand jour et c'est demain.
On revient d'une seule traite
Gais, sans un sou, vaguement gris,
Avec des fleurs plein les charrettes
Son destin dans la paume écrit.

J'ai pris la main d'une éphémère
Qui m'a suivi dans ma maison
Elle avait des yeux d'outre-mer
Elle en montrait la déraison.
Elle avait la marche légère
Et de longues jambes de faon,
J'aimais déjà les étrangères
Quand j'étais un petit enfant !

Celle-ci par là vite vite
De l'odeur des magnolias,
Sa robe tomba tout de suite
Quand ma hâte la délia.
En ce temps-là, j'étais crédule
Un mot m'était promission,
Et je prenais les campanules
Pour des fleurs de la passion

A chaque fois tout recommence
Toute musique me saisit,
Et la plus banale romance
M'est l'éternelle poésie
Nous avions joué de notre âme
Un long jour, une courte nuit,
Puis au matin : "Bonsoir madame"
L'amour s'achève avec la pluie.

                             

Louis Aragon

                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:04
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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008
Federico García Lorca - La monja gitana

                                                                   

La monja gitana

 A José Moreno Villa

                                               

Silencio de cal y mirto.
Malvas en las hierbas finas.
La monja borda alhelíes
sobre una tela pajiza.
Vuelan en la araña gris
siete pájaros del prisma.
La iglesia gruñe a lo lejos
como un oso panza arriba.
¡Que bien borda! ¡Con qué gracia!
Sobre la tela pajiza
ella quisiera bordar
flores de su fantasía.
¡Qué girasol! ¡Qué magnolia
de lentejuelas y cintas!
¡Qué azafranes y qué lunas,
en el mantel de la misa!
Cinco toronjas se endulzan
en la cercana cocina.
Las cinco llagas de Cristo
cortadas en Almería.
Por los ojos de la monja
galopan dos caballistas.
Un rumor último y sordo
le despega la camisa,
y al mirar nubes y montes
en las yertas lejanías,
se quiebra su corazón
de azúcar y yerbaluisa.
¡Oh, qué llanura empinada
con veinte soles arriba!
¡Qué ríos puestos de pie
vislumbra su fantasía!
Pero sigue con sus flores,
mientras que de pie, en la brisa,
la luz juega el ajedrez
alto de la celosía.

 

Federico Garcia Lorca

                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008
Paquistão: A crise dos "casamentos combinados"

    Para ajudar a uma melhor compreensão da situação no Paquistão:

                          

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publicado por António Vilarigues às 08:18
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