TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016
Missionária argentina em Alepo desde 2011

Alepo

Alepo antes da guerra

 

O testemunho de Maria Guadalupe começa ao minuto 04:00

 

«Maria de Guadalupe, é uma missionária católica, argentina, que viveu vários anos em Alepo, viveu de muito perto os horrores da guerra na Síria.

Tem uma posição mais pessoal desta guerra e critica o que diz ser uma visão parcial deste conflito sírio.

Um relato impressionante desta missionária feito à RTP.»

Maria Guadalupe3

 

 

 

 

Alepo1

A guerra em Alepo

 


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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016
O Papa Francisco e os comunistas

Papa Francisco_12_May_2013

Em entrevista ao jornal “La Repubblica”, o papa Francisco comparou os comunistas aos cristãos e defendeu que os movimentos cívicos devem entrar na política.

 

O papa Francisco disse que os comunistas "pensam como os cristãos", numa entrevista publicada esta sexta-feira pelo jornal italiano "La Repubblica".

"São os comunistas que pensam como os cristãos. Cristo falou de uma sociedade em que os pobres, os débeis e os excluídos é que decidem. Não os demagogos, os Barrabás, mas o povo, os pobres, tenham fé em Deus ou não, mas são eles que temos de ajudar a obter a igualdade e a liberdade", afirmou o papa, na entrevista.

Francisco disse esperar, por isso, que os movimentos cívicos entrem na política.

"Não na politiquice, nas lutas de poder, no egoísmo, na demagogia, no dinheiro, mas na alta política, criativa e de grandes visões", salientou.

AQUI e AQUI

 

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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016
29 de Setembro de 1964 – Nasce a Mafalda

Quando a primeira tira apareceu na revista «Primera Plana», há mais de meio século, ninguém esperava que as histórias da Mafalda irreverente e contestatária percorressem o mundo em 26 línguas e permanecessem vivas muito para além do seu desaparecimento.

Fruto da imaginação e arte de Joaquín Lavado «Quino», um argentino pobre de Mendoza que aos 18 anos chegou a Buenos Aires com uma pasta de desenhos debaixo do braço, Mafalda despediu-se dos seus leitores em Junho de 1973, mas a universalidade das suas críticas sociais e políticas tornaram-na imortal.

Forçado a exilar-se em 1976 na sequência do golpe de Estado de Rafael Videla que mergulhou a Argentina numa feroz ditadura militar, Quino, para quem o humor «é aquele pequeno grão de areia com o qual contribuímos para que as coisas mudem», não tenciona ressuscitar a Mafalda porque, afirma, «ressuscitá-la seria dizer que está morta, e ninguém duvida que ela esteja bem viva, por sorte».

Ou seja, a mensagem permanece actual, como disse numa entrevista ao Página/12: «Se pensarmos que o cristianismo levou três séculos para se impor, por que não podemos pensar que o socialismo voltará e que finalmente poderemos viver em um sistema mais justo e mais humano para todos?»

AQUI

 


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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016
Conspiração na Venezuela

Mapa Venezuela_agresion

Podendo ser justamente qualificada de inaudita a situação criada no Mercosul – e toda a campanha em curso que visa o poder popular na Venezuela, como um dos alvos centrais do imperialismo na América Latina –, esta não é porém uma surpresa, dados os revezes e mudanças desfavoráveis na correlação de forças verificados nos últimos meses.

 

O conluio golpista no Mercosul está na linha directa do golpe (reciclado) no Paraguai de 2012 e do «golpe institucional» contra a presidente Dilma Rousseff no Brasil, que a direita espera selar em breve na decisão final do Senado.

A que se alia a chegada à presidência de Macri, na Argentina, representante do neoliberalismo puro e duro e dos círculos da burguesia rendida a Washington, cujo poder, eminentemente reaccionário, tem vindo a ensaiar um crescente pendor persecutório e antidemocrático.

 

venezuela 2015

«Basta passar por um hipermercado ou por uma farmácia para se perceber que a Venezuela atravessa um momento muito difícil. Faltam alimentos de primeira necessidade e o mesmo sucede com muitos remédios para atender, por exemplo, doenças crónicas como a hipertensão.

Contudo, não quer isto dizer que as pessoas estejam a morrer de fome – isso dos «corredores humanitários» não é mais do que uma farsa inserida na campanha internacional contra o processo bolivariano. Para além da eventual necessidade de correcções na tomada de decisões sobre a política de produção agrícola e industrial – o povo venezuelano e a sua vanguarda progressista encontrarão a melhor maneira de o fazer – e dos casos de corrupção – não são poucos os presos e condenados por esse motivo –, existe também uma guerra económica sem quartel, onde os grandes produtores nacionais e internacionais têm uma santa aliança para acabar, seja como for, com o processo de transformações sociais, económicas e culturais iniciado por Hugo Chávez.»

 

«Desde 1999, momento de viragem política e social na Venezuela com a chegada ao poder de Hugo Chávez, que se consolidam os apoios do imperialismo às forças mais reaccionárias que lideram a chamada oposição, patrocinando violentas acções de desestabilização política, social e económica. Ao longo de 17 anos, destacam-se um golpe de Estado falhado, em Abril de 2002, a sabotagem da empresa petrolífera em Dezembro de 2002, ou as chamadas guarimbas (barricadas) de 2014, onde as forças reaccionárias, incluindo fascistas, incitaram à violência e desordem pública, de que resultariam 43 mortos e centenas de feridos.

Em todos estes momentos, foi o povo mobilizado nas ruas que defendeu e afirmou a revolução bolivariana, e que impediu que os golpes e a desestabilização ditassem a queda do Governo.»

 

Escudo Venezuela.png

Os avanços da revolução bolivariana desde 1999 são incontestáveis:

  • a redução para metade do desemprego (hoje nos 7%);

  • a redução da pobreza de 70,8 para 33,1 por cento;

  • uma melhor distribuição da riqueza e a eliminação da fome;

  • a entrega de mais de um milhão de habitações para famílias carenciadas;

  • a massificação do acesso ao ensino superior;

  • o acesso gratuito à saúde;

  • o aumento substantivo do salário mínimo,

são algumas, entre muitas outras, destas importantes conquistas.

 

PCV-la-opcion-revolucionaria

«No quadro da contraofensiva do imperialismo para recuperar os seus níveis de influência e domínio na América Latina e no Caribe, é de particular relevância a agressão multifacetada que desenvolve contra a Venezuela e o seu processo bolivariano de mudança, iniciado em 1999.

A política do imperialismo na região conseguiu avanços importantes, o que se evidencia nos retrocessos dos diversos projetos progressistas-reformistas, incluindo o do nosso país, sobretudo por inconsistências, erros e deficiências dos governos, apesar de terem um bem-intencionado objetivo de justiça social; além disso, há a ausência de poderosos partidos revolucionários que encabeçaram a rutura com o sistema capitalista e os seus valores.

A Venezuela é um objetivo apetecível para o grande capital transnacional; por isso, tem sempre de se saber identificar a mão do imperialismo numa ofensiva global, que utiliza simultaneamente diferentes táticas: referendo revogatório, implosão do executivo e golpe de Estado. Para o apoio e incentivo destas táticas, é claro o papel atribuído à maioria de direita na Assembleia Nacional, como agente ao serviço dos interesses de potências estrangeiras.

Neste contexto, é um dever incontornável levantar a moral patriótica do povo, com a consciência exata de que a crescente deterioração na orientação e apoio popular se pode reverter se conseguirmos acumular a força necessária.»

 

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Domingo, 24 de Julho de 2016
24 de Julho de 2005 – Nasce a Telesul

Telesul

A Nova Televisão do Sul (Telesur, em castelhano) iniciou as suas transmissões no dia de aniversário de nascimento de Simón Bolívar sob o lema «Nuestro Norte es el Sur» (Nosso Norte é o Sul).

Criada por iniciativa do presidente Hugo Chávez, da Venezuela, em parceria com os governos de Cuba, Argentina e Uruguai, a estação nasce para dar resposta a «uma evidente necessidade latino-ameircana: contar com um canal que permita a todos os habitantes desta vasta região difundir seus próprios valores, divulgar sua própria imagem, debater suas próprias ideias e transmitir seus próprios conteúdos, livre e equitativamente».

A Telesul não tem fins lucrativos.

AQUI

 


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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
25 de Maio de 1810 – Revolução de Maio argentina

Argentina 1810-05-25

A independência da Argentina da coroa espanhola, em 1816, tem origem numa série de acontecimentos registados seis anos antes, quando a 13 de Maio de 1810 chega ao território a confirmação de que as tropas de Napoleão Bonaparte tinham invadido Espanha e destituído o rei Fernando VII.

O vice-rei Baltasar Hidalgo de Cisneros, governador em nome da coroa espanhola, é posto em causa.

Cisneros tenta manter o poder e convoca um Cabildo Aberto, uma espécie de assembleia de homens bons, que se realiza a 22 de Maio.

Na reunião participam as principais personalidades e proprietários da capital, que após longas discussões decidem formar uma Junta governativa, presidida por Cisneros.

A decisão provoca a fúria do «povo crioulo», que no dia 25, aos gritos de liberdade, liberdade, exige na Praça Maior – hoje a Praça de Maio – a renúncia de Cisneros e a formação de um governo próprio.

Os governantes chegam a pedir a intervenção das tropas, mas os comandantes militares recusam-se a reprimir a população.

É instalada uma Junta Provisória crioula, com forte representação de comerciantes, a que depois se juntam deputados provinciais.

A «Primeira Junta» passa a ter a designação de «Junta Grande».

AQUI

 


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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015
Condor - O Plano Secreto das Ditaduras Sul-Americanas

Convite Condor

 Clicar na imagem para ampliar 

 

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Joao Pina

 


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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013
O servilismo incondicional do governo português perante os EUA

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25 verdades:

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O caso Edward Snowden esteve na origem de um grave incidente diplomático entre a Bolívia e vários países europeus. Após uma ordem de Washington, França, Itália, Espanha e Portugal proibiram que o avião presidencial de Evo Morales sobrevoasse seus territórios.

1. Após uma viagem oficial à Rússia para assistir a uma cimeira de países produtores de gás, o Presidente Evo Morales tomou o seu avião para regressar à Bolívia.

2. Os Estados Unidos, a pensar que Edward Snowden – ex-agente da CIA e da NSA autor das revelações sobre as operações de espionagem do seu país – se encontrava no avião presidencial ordenou a quatro países europeus (França, Itália, Espanha e Portugal) que proibissem o sobrevoo do mesmo nos seus respectivos espaços aéreos.

3. Paris cumpriu imediatamente a ordem procedente de Washington e cancelou a autorização de sobrevoo do seu território que havia concedido à Bolívia em 27 de Julho de 2013, quando o avião presidencial se encontrava a apenas alguns quilómetros das fronteiras francesas.

4. Assim, Paris pôs em perigo a vida do Presidente boliviano, o qual teve efectuar aterragem de emergência na Áustria por falta de combustível.

5. Desde 1945, nenhuma nação do mundo impediu um avião presidencial de sobrevoar o seu território.

6. Paris, além de desencadear uma crise de extrema gravidade, violou o direito internacional e a imunidade diplomática absoluta de que goza todo Chefe de Estado.

7. O governo socialista de François Hollande atentou gravemente contra o prestígio da nação. A França surge perante os olhos do mundo como um país servil e dócil que não vacila um só instante em obedecer às ordens de Washington, contra os seus próprios interesses.

8. Ao tomar semelhante decisão, Hollande desprestigiou a voz da França na cena internacional.

9. Paris tornou-se também objecto de riso no mundo inteiro. As revelações feitas por Edward Snowden permitiram descobrir que os Estados Unidos espionavam vários países da União Europeia, dentre os quais a França. Após estas revelações, François Hollande pediu pública e firmemente a Washington que parasse estes actos hostis. Não obstante, no seu âmago, o Palácio do Eliseu segue fielmente as ordens da Casa Branca.

10. Depois de descobrir que se tratava de uma informação falsa e que Snowden não se encontrava no avião, Paris decidiu anular a proibição.

11. Itália, Espanha e Portugal também cumpriram as ordens de Washington e proibiram a Evo Morales o sobrevoo dos seus territórios, até mudarem de opinião depois de saberem que a informação não era verídica e permitirem ao Presidente boliviano continuar a sua rota.

12. Antes disso, a Espanha até exigiu revistar o avião presidencial em violação de todas as normas legais internacionais. "Isto é uma chantagem, não o vamos permitir por uma questão de dignidade. Vamos esperar todo o tempo necessário", respondeu a Presidência boliviana. "Não sou um criminoso", declarou Evo Morales.

13. A Bolívia denunciou um atentado contra a sua soberania e contra a imunidade do seu presidente. "Trata-se de uma instrução do governo dos Estados Unidos", segundo La Paz.

14. A América Latina condenou unanimemente a atitude da França, Espanha, Itália e Portugal.

15. A União de Nações Sul Americanas (UNASUL) convocou com urgência uma reunião extraordinária após este escândalo internacional e exprimiu sua "indignação" pela voz do seu secretário-geral Ali Rodríguez.

16. A Venezuela e o Equador condenaram "a ofensa" e "o atentado" contra o Presidente Evo Morales.

17. O Presidente Nicolás Maduro, da Venezuela, condenou "uma agressão grosseira, brutal, inadequada e não civilizada".

18. O Presidente equatoriano Rafael Correa exprimiu sua indignação: "Nossa América não pode tolerar tanto abuso!"

19. A Nicarágua denunciou o caso como "acção criminosa e bárbara".

20. Havana fustigou o "acto inadmissível, infundado e arbitrário que ofende toda a América Latina e o Caribe".

21. A Presidente argentina Cristina Fernández exprimiu a sua consternação: "Definitivamente estão todos loucos. Chefe de Estado e seu avião têm imunidade total. Não pode ser este grau de impunidade".

22. Mediante a voz do seu secretário-geral José Miguel Insulza, a Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou a decisão dos países europeus. "Não existe circunstância alguma para cometer tais acções em prejuízo do Presidente da Bolívia. Os países envolvidos devem dar uma explicação das razões pelas quais tomaram esta decisão, particularmente porque ela pôs em risco a vida do primeiro mandatário de um País Membro da OEA".

23. A Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA) denunciou "uma flagrante discriminação e ameaça à imunidade diplomática de um Chefe de Estado".

24. Em vez de conceder o asilo político à pessoa que lhe permitiu descobrir que era vítima de espionagem hostil, a Europa, particularmente a França, não vacila em criar uma grave crise diplomática com o objectivo de entregar Edward Snowden aos Estados Unidos.

25. Este caso ilustra que se a União Europeia é uma potência económica, é uma anã política e diplomática incapaz de adoptar uma postura independente para com os Estados Unidos.

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
Argentina, Bolívia,... «La segunda independencia»

Comentando a agitação na Comissão e no Parlamento Europeu face à decisão do governo argentino de nacionalizar a companhia petrolífera nacional, o deputado do PCP, João Ferreira, declarou, dia 18, no hemiciclo:

«Na Argentina estão hoje a corrigir as políticas neoliberais que levaram o país ao desastre económico e social – precisamente as mesmas que os senhores querem à força impor na Europa.

Enquanto cá roubam à esfera pública sectores estratégicos da economia – incluindo empresas lucrativas, como sucede em Portugal – do outro lado do Atlântico percebem a importância de pôr ao serviço do desenvolvimento económico e social esses sectores.

O que vos incomoda verdadeiramente é a demonstração dos resultados opostos de um e de outro caminho.

Enquanto outros crescem e melhoram os seus indicadores económicos e sociais, os senhores afundam a Europa na crise e empurram-nos para um retrocesso civilizacional sem precedentes.

O medo que os senhores têm é o do exemplo.

O exemplo de quem afirma que o interesse dos povos está acima dos interesses do capital, e que ambos são inevitavelmente antagónicos.

O exemplo de quem afirma que a assunção da soberania de um povo, da sua vontade e interesses soberanos, contra os interesses do capital financeiro, é um ponto de partida necessário e essencial para a saída desta crise.»

«Populismo intimidatório» da recém reeleita «Presidente argentina e da sua pequena camarilha» decreta o espanhol El País (18.4.12). Acto «deplorável» e «ataque ao mundo dos negócios» estrilha o Parlamento Europeu (Telegraph, 20.4.12). Acto «ilegal» que terá de ser enfrentado com «todas as opções possíveis» decretou a Comissão Europeia (El Mundo, 18.4.12). «Sintoma daquilo em relação ao qual teremos de estar vigilantes» diz o presidente do Banco Mundial (La Razón, 19.4.12). «Acto esfarrapado de pirataria económica» sentencia em editorial o Financial Times (18.4.12), acrescentando: «Há boas razões para suspender a Argentina do G20. Ao rasgar acordos internacionais, a Sra. Fernández coloca-se no mesmo campo que o caprichoso dirigente da Venezuela, Hugo Chávez. Não se pode deixar que ela se esqueça que as acções têm consequências». Uma frase sinistra, a poucos dias do 10.º aniversário do falhado golpe de estado que tentou derrubar Chavez e as instituições democraticamente eleitas da Venezuela, golpe apoiado pelo governo espanhol (El País, 2.12.04) e pelos EUA.
(
Continuar a ler)

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Las razones de Bolivia, el expolio español

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Para, Ver, Ouvir e Ler:

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Domingo, 12 de Setembro de 2010
E Borges não tinha facebook?

Allan Mcdonald, Rebelión de 7 de Setembro de 2010

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- Borges metia todo o universo num parágrafo.

- E não tinha facebook?

Este desenho pode referir-se ao primeiro parágrafo do seguinte conto:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
Argentina: Mostra de humor gráfico pela memória, a verdade e a justiça (5)

J. R. Mora

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Para Ler:

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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010
Argentina: Mostra de humor gráfico pela memória, a verdade e a justiça (4)

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Para Ler:

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Domingo, 22 de Agosto de 2010
Argentina: Mostra de humor gráfico pela memória, a verdade e a justiça (3)

Joe Esteves Curbelo

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- Você acredita, sr. ex-coronel, que com esse disfarce iludirá a Justiça?

- É que sempre ouvi dizer que a Justiça era cega...

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Para Ler:

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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Argentina: Mostra de humor gráfico pela memória, a verdade e a justiça (2)

Alfredo Martirena

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Para Ler:

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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010
Argentina: Mostra de humor gráfico pela memória, a verdade e a justiça (1)

Grupos defensores de los derechos humanos como las Madres de Plaza de Mayo y el Servicio Paz y Justicia, estiman que hubo 30.000 desaparecidos

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Para Ler:

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Domingo, 8 de Agosto de 2010
Para que jamais se esqueça

PARA NO OLVIDAR JAMÁS, Omar Zevallos

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«Esta es una caricatura que muestra toda la ferocidad de la que fue capaz este sujeto llamado Jorge Rafael Videla, miembro de una estirpe de militares argentinos emparentados con otros de su misma calaña que también hay en toda América Latina.

La caricatura fue hecha especialmente para la "Muestra de Humor Gráfico por la Memoria, la Verdad y la Justicia" que se realizará en Argentina. El trabajo está hecho en acuarela sobre cartulina sin ácidos


Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 7 de Agosto de 2010
Julgamento em Mendoza, Argentina: «Os ianques ensinaram-nos a torturar»

“Los yanquis nos enseñaron a torturar”

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Lo contó un testigo en el juicio a represores en Mendoza. Dijo que “unos 200” efectivos argentinos acudieron al curso, dictado por rangers que “habían estado en Vietnam”. Terminaron aprendiendo de nosotros, señaló. (...)

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 27 de Abril de 2010
Julio Cortázar: Casa Tomada

Nos gustaba la casa porque aparte de espaciosa y antigua (hoy que las casas antiguas sucumben a la más ventajosa liquidación de sus materiales) guardaba los recuerdos de nuestros bisabuelos, el abuelo paterno, nuestros padres y toda la infancia.

Nos habituamos Irene y yo a persistir solos en ella, lo que era una locura pues en esa casa podían vivir ocho personas sin estorbarse. Hacíamos la limpieza por la mañana, levantándonos a las siete, y a eso de las once yo le dejaba a Irene las ultimas habitaciones por repasar y me iba a la cocina. Almorzábamos al mediodía, siempre puntuales; ya no quedaba nada por hacer fuera de unos platos sucios. Nos resultaba grato almorzar pensando en la casa profunda y silenciosa y cómo nos bastábamos para mantenerla limpia. A veces llegábamos a creer que era ella la que no nos dejó casarnos. Irene rechazó dos pretendientes sin mayor motivo, a mí se me murió María Esther antes que llegáramos a comprometernos. Entramos en los cuarenta años con la inexpresada idea de que el nuestro, simple y silencioso matrimonio de hermanos, era necesaria clausura de la genealogía asentada por nuestros bisabuelos en nuestra casa. Nos moriríamos allí algún día, vagos y esquivos primos se quedarían con la casa y la echarían al suelo para enriquecerse con el terreno y los ladrillos; o mejor, nosotros mismos la voltearíamos justicieramente antes de que fuese demasiado tarde.

Continuar a ler aqui: Casa tomada - Julio Cortázar - Ciudad Seva

Para Ouvir e Ler Julio Cortázar:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 23 de Agosto de 2009
Os EUA procuram controlar a América do Sul com a instalação de bases militares

(...)

el presidente Chávez aseguró que la instalación de las 7 bases militares en Colombia, le permitirá a Estados Unidos, el control de los principales recursos naturales de Suramérica.

Explicó que estas bases militares yanquis instaladas en Colombia, especialmente la de Palanquero, le permite a Estados Unidos tener bajo vigilancia y relativo control a través de "su gran poderío científico, tecnológico, militar y de inteligencia, al pulmón de Suramérica".

Primero, en el Orinoco, la reserva de petróleo más grande la reserva del mundo.

Segundo, en el corazón de Brasil, la Amazonía.

Tercero, en la triple frontera, compartido por Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay, el Acuífero Guaraní, la más grande reserva de agua dulce en el planeta.

(...)

Colombia y Estados Unidos, pretende hacer creer al mundo, que esta instalación militar es inofensiva, a juicio del presidente Chávez, esto es "una verdadera amenaza, sumamente peligroso. La burguesía bogotana, siempre ha apuñalado a Colombia", expresó.

(...)

"No derrotarán la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), ni la Alianza Bolivariana para los pueblos de Nuestra América (ALBA), no podrán con nosotros. Aquí estamos dispuestos a tener patria", aseveró.

El presidente Chávez hizo un llamado al pueblo colombiano a levantar la bandera de la dignidad, y a los pueblos vecinos a estar alerta ante "esta amenaza que pretende establecer el gobierno imperialista".

A localização da base de Palanquero que, provavelmente, substituirá a base de Manta da qual o Equador recusou renovar a autorização de utilização aos EUA.

 

Chávez também fala em Paraguaná (onde se localiza a maior refinaria de petróleo do mundo):

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    

Adenda em 24/08  às 10h55m: 

                      


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Sábado, 11 de Julho de 2009
O que é a TeleSUR?

     «TeleSUR (La Nueva Televisora del Sur) es una cadena de televisión pan-Latinoamericana que transmite en señal abierta y por satélite con sede en Caracas, Venezuela. Telesur fue impulsada con la misión de ser un instrumento hacia la "consolidación del ideal bolivariano" a través de la integración de América Latina y como contrapeso a lo que los gobiernos que la auspician consideran una "visión distorsionada de la realidad de América Latina por las televisoras foráneas que transmiten a la región", tales como la CNN, Univisión, la BBC, TVE y Deutsche Welle».

«La Nueva Televisora del Sur, C.A. es, de acuerdo a su sitio de Internet una compañía pública que tiene gobiernos latinoamericanos como sus auspiciadores. Sus auspiciadores son los gobiernos de Argentina, Bolivia, Cuba, Ecuador, Nicaragua y Venezuela. La agenda noticiosa de la cadena es determinada por su Consejo de Administración, con la ayuda de un consejo consultivo formado por varios intelectuales latinoamericanos e internacionales de prestigio como el Premio Nobel Adolfo Pérez Esquivel, el poeta nicaragüense Ernesto Cardenal, los escritores Eduardo Galeano, Tariq Ali, Saul Landau, el redactor jefe de Le Monde diplomatique e historiador Ignacio Ramonet, el productor de cine argentino Tristán Bauer, el programador y pionero del software libre Richard Stallman y el actor y activista norteamericano Danny Glover. La cadena no difunde ningún tipo de publicidad comercial».

(sublinhados meus)

Também:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Zelaya impedido de aterrar e um insulto a Obama do «MNE» das Honduras

Tropas dispararon contra pueblo en aeropuerto, mataron a 2 y colocaron vehículos y obstáculos en la pista / Zelaya afirmó que responsabilidad de lo sucedido recae sobre grandes potencias, especialmente EEUU / Régimen de facto adelanta Toque de Queda desde las 6:30 pm / Plan B se inició desde El Salvador con la OEA y la ONU.

Enrique Ortez, la autoridad puesta de manera de facto en el alto cargo por Micheletti, dijo que el presidente Obama no conoce Tegucigalpa / Indicó que lo respeta pero es un "negrito" que no sabe lo que está pasando en Honduras / Dijo que ese gobierno "ya no es defensor de la democracia", como reacción al desconocimiento que hizo el mandatario estaodounidense.   

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Notícias AQUI

                     


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Milhares de pessoas aguardam Zelaya no aeroporto de Tegucigalpa

Mensaje del presidente de Honduras Miguel Zelaya al pueblo y a la resistencia popular en favor del restablecimiento de la constitucionalidad.

 

Miguel D`Escotto, presidente de la Asamblea General de la ONU, y otros representantes internacionales viajan en un avión con Zelaya directamente a Tegucigalpa / Una segunda aeronave, que transporta a presidentes de Argentina, Ecuador, Paraguay, así como otras personalidades, llegarán a El Salvador.

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Segunda-feira, 30 de Março de 2009
Joan Manuel Serrat canta Miguel Hernández / Alberto Cortez: Nanas de la Cebolla

(Dedicadas a su hijo, a raíz de recibir una carta de su mujer, en la que le decía que no comía más que pan y cebolla)

 

Nanas de la cebolla
  (Miguel Hernández) 

 

La cebolla es escarcha
cerrada y pobre.
Escarcha de tus días
y de mis noches.
Hambre y cebolla,
hielo negro y escarcha
grande y redonda.

En la cuna del hambre
mi niño estaba.
Con sangre de cebolla
se amamantaba.
Pero tu sangre,
escarchada de azúcar
cebolla y hambre.

Una mujer morena
resuelta en luna
se derrama hilo a hilo
sobre la cuna.
Ríete niño,
que te traigo la luna
cuando es preciso.

Alondra de mi casa
ríete mucho,
que es la risa en tus ojos
la luz del mundo.
Ríete tanto,
que mi alma al oírte
bata el espacio.

Tu risa me hace libre,
me pone alas.
Soledades me quita,
cárcel me arranca.
Boca que vuela,
corazón que en tus ojos
relampaguea.

Es tu risa la espada
más victoriosa,
vencedor de las flores
y las alondras.
Rival del sol.
Porvenir de mis huesos
y de mi amor.

Desperté de ser niño:
nunca despiertes.
Triste llevo la boca:
ríete siempre.
Siempre en la cuna
defendiendo la risa
pluma por pluma.

Ser de vuelo tan alto,
tan extendido,
que tu carne es el cielo
recién nacido.
Si yo pudiera
remontarme al origen
de tu carrera.

Al octavo mes ríes
con cinco azahares.
Con cinco diminutas
ferocidades.
Con cinco dientes
como cinco jazmines
adolescentes.

Frontera de los besos
serán mañana,
cuando en la dentadura
sientas un arma.
Sientas un fuego
correr dientes abajo
buscando el centro.

Vuela niño en la doble
luna del pecho:
él, triste de cebolla,
tú, satisfecho.
No te derrumbes.
No sepas lo que pasa
ni lo que ocurre.

Música: Alberto Cortez

Nanas de la cebolla pertenece a uno de los libros más intimistas y más exaltados de la trayectoria literaria de Miguel Hernández. Hemos podido comprobar, que, con motivo de la Guerra Civil española, el poeta alicantino, o más bien su obra, sufre una serie de cambios, si no radicales, bastante evidentes al ser sus distintos poemas comparados entre sí.

Esta composición, una de las más tristes “canciones de cuna” de la llamada Generación del 36, se origina al ser el poeta capturado y posteriormente encarcelado por haber participado en el bando republicano en la sexta división. Hernández escribe a su mujer y su hijo desde prisión explicando con sutileza y maestría, cómo se siente al saberse condenado a muerte, al darse cuenta de que nunca los volverá a ver, abrazar, que no será partícipe de sus vidas, de su futuro, del crecimiento de su hijo, su evolución… morirá entre esas cuatro paredes sin poder remediarlo.

Éste es el último poema perteneciente al “Cancionero y romancero de ausencias”, que el autor empieza a escribir en 1938 (ésta es de 1939), entre rejas, en ocasiones valiéndose tan sólo de un trozo de papel higiénico, a falta de un cuaderno u hojas de papel sueltas. En este libro los protagonistas serán sin duda, el hijo fallecido del autor, la nueva llegada a la familia Hernández, y claro está, su esposa, así como la frustración por la derrota de los republicanos ante los fascistas. Todo esto, claro está, bajo los efectos de las penurias, desolación, el hambre, los tratos vejatorios, la soledad y la desesperanza que producen a un ser humano, el estar enjaulado y condenado a muerte. En 1942, Miguel Hernández cae gravemente enfermo, y muere en el reformatorio de adultos de Alicante. Nanas de la cebolla, y los demás poemas que componen este libro, son, por tanto, los últimos que el poeta alcanzó a escribir en los concluyentes (y dolorosos) años de su vida.

Para ver e ouvir Joan Manuel Serrat a cantar «Nanas de la Cebolla» de Miguel Hernández:

Para Ler: 

 

Sítio na Internet de Joan Manuel Serrat

 

Sítio na Internet de Alberto Cortez

                                                                     

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:11
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Carlos Paredes na Patagónia argentina! (actualização)

    Foi actualizado o post "Carlos Paredes na Patagónia argentina!" com inserção de um vídeo com a música Canção de Alcipe

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 22:21
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Israel, no oprimas a tu hermano, estas sembrando vientos y tempestades

«y juzgará entre las naciones y
reprenderá a muchos pueblos;
y volverán sus espadas en rejas de arado,
y sus lanzas en hoces; no alzará espada
nación contra nación, ni se adiestrarán
más para la guerra
» (Isaias 1,4)

Adolfo Pérez Esquivel

Sonó el teléfono a las 3.45 de la noche, la voz de un amigo preocupado y dolorido se preguntaba que podía hacer la comunidad internacional frente a los bombardeos de Israel, el 27 de diciembre del 2008 sobre la Franja de Gaza y la posterior invasión terrestre provocando muertes y graves daños a la población palestina, con los llamados "daños colaterales",utilizado para ocultar las masacres.

Israel trata de justificar los ataques por la escalada de violencia de los misiles lanzados por las milicias de Hamas contra poblados de colonos israelíes en territorio palestino ocupado.

Tras largas décadas el conflicto entre Israel y Palestina no tiene perspectivas de solución, a pesar de los intentos de diálogo y treguas que terminaron fracasando en el tiempo. El problema es que no quieren llegar a una solución del conflicto.

Los intereses económicos, políticos y militares de Israel y de los EE.UU desconocen las reiteradas resoluciones de la ONU para poner fin al conflicto y buscar una salida política y que se aplique la resolución del año 1948 sobre la constitución de dos Estados, el de Israel y Palestina.

En el tiempo transcurrido se ha constituido únicamente el Estado de Israel, país que en alianza con los EE.UU. se oponen por las armas a la constitución del Estado Palestino, invadiendo su territorio y asentando colonias judías, expulsando y marginando al pueblo palestino y utilizando métodos aberrantes como la tortura, el trato cruel y degradante y violando los derechos humanos; levantando un "muro infame" que divide a los pueblos sometiendo a los palestino a la marginalidad, la pobreza y el terror.

 

Continuar a ler aqui:

   Adolfo Pérez Esquivel

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                              

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI                                   

                                               


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publicado por António Vilarigues às 00:01
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
La Escuela de las Américas - «Hidden in Plain Sight», narrado por Martin Sheen

 

«"HIDDEN IN PLAIN SIGHT", ESCUELA DE LAS AMÉRICAS - ESCUELA DE GENOCIDAS (EE.UU.) La "Escuela de las américas", fue el lugar de entrenamiento militar al que llegaban soldados de todas partes de latinoamerica para instruirse en las técnicas de resistencia anti subversivas, como parte de la táctica de defensa de los intereses imperialistas de EE.UU. durante la guerra fría. Los ejércitos de Pinochet en Chile, Somoza en Nicaragua o la Junta militar en Argentina recibieron allí su adoctrinamiento criminal. Pero hasta hace pocos años atrás, los sucesivos gobiernos democráticos latinoamericanos siguieron enviando allí sus tropas. "hidden in plain sight" (oculto a la vista de todos) relata la historia siniestra de esta "escuela de genocidas", como parte de una campaña internacional para lograr su cierre definitivo. más información AQUI»

 

    Título original: Hidden in Plain Sight (2003), um filme de John Smihula, narrado por Martin Sheen. Ver ainda: Hidden in Plain Sight.

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                       


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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008
Bolívia: Governo enfrenta reacção

    O governo Boliviano decretou, domingo, sanções contra os titulares e funcionários de órgãos de poder local que participem ou promovam bloqueios de estradas e assaltos a instalações petrolíferas e de gás natural. A medida insere-se no combate à sabotagem anunciada pela oposição.

Em causa está a redução da quota dos governos regionais nos impostos sobre os hidrocarbonetos, decidida pelo executivo de Evo Morales para cobrir o pagamento de uma prestação social a todos os idosos com mais de 60 anos.

Das sanções consta, segundo explicou o ministro das finanças, Luis Alberto Arce, a subtracção à parte que ainda lhes cabe dos custos inerentes à paralisação ilegal das referidas estruturas, a qual, ordenou anteriormente o chefe de Estado, deve ser impedida firmemente e sem excepção pelas Forças Armadas do país.

A direita da chamada Meia Lua fez saber também que o «pé de guerra» com que procura atacar o governo de Morales inclui a interrupção do fornecimento de gás natural ao Brasil e à Argentina, e o abastecimento de carne e cereais em parte do território nacional, mas tais operações parecem não estar a ter sucesso.

Na cabeça da contestação continua o Conselho Nacional Democrático (CONALDE) e os governadores de Santa Cruz, Chuquisaca, Beni, Pando, Cochabamba e Tarija, cujas pretensões de revogar o mandato do presidente da Bolívia foram rechaçadas pelo povo em referendo nacional, ocorrido no passado dia 10 de Agosto, por uma maioria de 68 por cento dos votos.

Não obstante, a reacção mantém os intentos secessionistas, confirmados esta segunda-feira nas declarações incendiárias de um alto responsável do poder local em Santa Cruz, para quem, a Bolívia devia converter-se num Estado federal, abandonado, assim, o projecto progressista e de reforço da unidade e coesão social protagonizado por Evo Morales.

Nesta batalha, os governadores da Meia Lua contam com o precioso apoio do embaixador dos EUA, Philip Goldberg, experiente no desmembramento de nações, como atesta a sua carreira na Bósnia Herzegovina durante os conflitos entre sérvios-bósnios, croatas e muçulmanos, e,mais recentemente, no Kosovo e na perseguição ao ex-presidente da Jugoslávia, Slobodan Milosevic.

Vitória esmagadora

A vitória de Morales no sufrágio representou a reafirmação do apoio que o seu programa político goza entre as massas e faz corar de vergonha a maioria dos democratas burgueses, não apenas pela votação granjeada, mas pelo facto desta superar em quase 15 por cento a do sufrágio presidencial passados cerca de dois anos de mandato.

Recorde-se que Morales seria destituído caso obtivesse uma votação inferior à das presidenciais, norma que para a administração norte-americana e para muitos governos europeus, da social-democracia rendida ao capitalismo ou da direita neoliberal, significaria a perda de mandato ante a rejeição nas urnas das políticas seguidas ao arrepio das promessas eleitorais.

Acresce que, de acordo com os dados da Comissão Nacional de Eleições da Bolívia, divulgados pela Agência de Notícias Boliviana, Morales triunfou em 95 das 112 províncias existentes no território nacional.

Mesmo nos departamentos onde a oligarquia detém o poder, o presidente foi ratificado por números esmagadores, exceptuando Santa Cruz, onde perde 8 das 15 províncias. Em Chuquisaca venceu nove dos dez círculos, em Tarija, cinco dos seis existentes, em Pando três num total de cinco, e em Beni outros tantos num total de seis.

Mobilização popular

Entretanto, face à campanha da burguesia conservadora acoitada nas regiões, nos respectivos comités cívicos, e em grupos de mercenários que espalham a violência, como a União Juvenil de Santa Cruz, Evo Morales reuniu, sábado, com a Coordenadora Nacional para a Mudança (Conalcam, na sigla em castelhano) com o objectivo de articular uma estratégia capaz de fazer avançar o processo de soberania e justiça social.

Executivo e movimentos sociais e sindicais de camponeses, povos originários, mulheres, jovens e trabalhadores, decidiram manter a mobilização permanente do povo na defesa da entrada em vigor da nova Constituição, aprovada por maioria no passado mês de Dezembro, e que reconhece, entre outras matérias, a plurinacionalidade e implementa mecanismos de participação directa das populações na vida política; dota o Estado e as comunidades de mecanismos de acção efectiva na economia nacional e na gestãio e redistribuição dos recursos; amplia os direitos sociais e comtempla a Bolívia como um país livre de bases militares estrangeiras.

(sublinhados meus)

                          

In jornal "Avante!" - Edição de 28 de Agosto de 2008

                                                      


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publicado por António Vilarigues às 00:14
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Terça-feira, 1 de Julho de 2008
Carlos Paredes na Patagónia argentina!

     Parte da banda sonora do maravilhoso filme Historias mínimas (2002), de Carlos Sorin, passado na Patagónia argentina, é de Carlos Paredes. Trata-se da Canção de Alcipe

Para ver e ouvir:

                                                       

           

                                                                                  

Para ler:

                              

 

                                                           

Adenda 02/07 às 11h49m: Mais dois vídeos enviados pelo Jorge

Adenda em 14/01/2009 às 21h55m: Mais um vídeo enviados pelo Jorge

                                              


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publicado por António Vilarigues às 12:07
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