TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
Empresa Fumados Douro entrou em processo de insolvência

«Foi de forma acidental que os cerca de 100 trabalhadores tomaram conhecimento do processo de insolvência deliberado pelo Tribunal para a empresa Fumados Douro, de Armamar.

Sem que nada o fizesse esperar, uma vez que apenas ainda não foi pago aos trabalhadores o salário do mês passado, sabe-se agora que a empresa Fumados Douro foi declarada insolvente em meados de Abril, mas apenas no passado dia 5 de Maio, através de pessoal dos escritórios, essa situação chegou ao conhecimento dos trabalhadores.»

Ler texto integral

 


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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015
Câmara de Lamego: O Inverno do nosso descontentamento

CM Lamego1

 Câmara de Lamego: O Inverno do nosso descontentamento

 


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Sexta-feira, 21 de Junho de 2013
Poema de B. Brecht revisitado: ou a cegueira política de uma câmara prepotente

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Numa atitude anacrónica e ilegal, a Câmara Municipal de Viseu, reincide perigosamente na sua atitude prepotente de cercear a liberdade de expressão e o direito inalienável dos partidos políticos legalmente constituídos, de exercerem a sua livre actividade nos espaços públicos da cidade.

O PCP lembra que tem sido o Partido mais visado pela senha persecutória da Câmara Municipal de Viseu. Ao ponto de reiteradamente a sua propaganda ser removida da via pública pelos serviços camarários, e os seus militantes sujeitos a processos judiciais pelo “crime” do exercício da liberdade de expressão.

Estes episódios de ataque à liberdade política consagrada no Artigo 37º da Constituição da República e na Lei 97/88, só têm paralelo nos tempos de chumbo dos “Administradores do Concelho”, quando tiranetes nomeados pelo ditador de Santa Comba, se tornavam donos e senhores da administração local, ministrando ao seu bel prazer uma justiça arbitrária. 

Esta decisão contumaz da Câmara Municipal de Viseu, dirigida agora contra o CDS-PP, deve merecer, por isso, de todas as organizações políticas e de todos os democratas a mais viva condenação.

Contudo, é oportuno introduzir no debate o facto da Câmara Municipal de Viseu invocar o “Regulamento de Propaganda do Município de Viseu” para legitimar as suas absurdas proibições. Para quem não se lembra diremos que este Documento foi aprovado em sessão ordinária da Assembleia Municipal de Viseu, em 16/02/2009, com a elucidativa votação de 55 votos a favor, 1 contra e uma abstenção.

Na altura, só o PCP veio a público denunciar o carácter inconstitucional deste “Regulamento Lei da Rolha”, como então o classificamos. Era evidente à primeira leitura, que tal “Regulamento” visava armar a Câmara Municipal de um instrumento administrativo discricionário, dirigido quase exclusivamente ao PCP. E é aqui que entra o poema de B. Brecht: “… primeiro levaram os comunistas, mas como eu não era comunista, não me importei…”

Saudamos por isso este “acordar”, apesar de serôdio, do PS e do CDS-PP, para os malefícios de um “Regulamento” de que eles são corresponsáveis, desafiando-os a comprometerem-se publicamente com a proposta da sua revogação já na próxima Assembleia Municipal ou após as Eleições Autárquicas de 29 de Setembro.

É que a Câmara de Viseu sabe, e os partidos que compõem a Assembleia Municipal também, que este Regulamento de Propaganda do Município de Viseu está fora da lei, como o comprovam os acórdãos do Tribunal da Relação de Coimbra, proferido no caso da sentença dos jovens da JCP acusados pela Câmara de pintar um “Mural” num viaduto e o do Tribunal Constitucional, expressamente elaborado sobre o anterior Regulamento de Propaganda da Câmara, de que o actual é uma cópia e dos pareceres da CNE - Comissão Nacional de Eleições, todos incidindo sobre uma conclusão: “ A Câmara Municipal de Viseu (e todas as outras) não tem competência para regular e legislar matéria de liberdade política e de expressão.

Por fim o PCP informa, que tinha programada para o Rossio, no próximo Sábado, dia 22 de Junho, durante todo o dia, uma iniciativa no âmbito do Centenário de Álvaro Cunhal, que envolvia uma Exposição, uma Feira do Livro, Colóquio e projecção de um filme, que decidiu adiar para data posterior, para não colidir com a iniciativa do CDS-PP, anunciada para o mesmo local.

Viseu,  20/06/2013

O Secretariado da DORV do PCP

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Penalva do Castelo: XXII Feira do Pastor e do Queijo

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
Assembleia de Freguesia de Real aprova Orçamento e Grandes Opções do Plano 2013

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Foram aprovados por maioria - sem votos contra - pela Assembleia de Freguesia os Documentos Previsionais para 2013: Orçamento e Grandes Opções do Plano (Actividades mais relevantes e Investimentos).

Os documentos podem ser consultados na íntegra AQUI.

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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011
Uma concepção antidemocrática da gestão das autarquias

     A propósito deste escrito do deputado «blasfemo» Carlos Abreu Amorim talvez seja de reler o que AQUI, AQUI e AQUI escrevi neste blog...

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Sábado, 17 de Setembro de 2011
Pesporrentos e prepotentes

    A Câmara Municipal de Viseu (CMV) insiste em remover periodicamente as estruturas de propaganda política do Partido Comunista Português (PCP) - e APENAS as do PCP. Só neste ano de 2011 fê-lo nas eleições presidenciais. Fê-lo nas eleições legislativas. Fê-lo na Festa do «Avante!» (!!!) (terá sido por causa da visita de Pedro Passos Coelho a Viseu?).

Porquê esta autêntica cruzada contra a liberdade de propaganda do executivo da CMV? Porquê este afrontamento gratuito das leis da República, quando se trata de uma Câmara, cujo Presidente ainda é presidente da instituição que representa todos os municípios portugueses, a ANMP?

Estamos perante uma actuação da CMV repetida e sistemática. Que não se compreende senão à luz de um perigoso instinto censório, prepotente e autoritário. Que só é explicável pela pretensão de deliberadamente «eliminar» a forte presença política dos comunistas na cidade e no Concelho.

E no entanto a Lei é clara.

O Artigo 37.º da Constituição da República Portuguesa estipula que «Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.». E que «O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.».

Ao longo dos últimos 25 anos, sempre que é chamado a pronunciar-se sobre este tema, o Tribunal Constitucional (TC) tem-no feito no mesmo sentido. Basta ler os sucessivos acórdãos – nº 74/84, 248/86, 307/88, 636/95, 231/2000, 258/2006. O TC considera, inequivocamente, que em matéria de propaganda política «a regulamentação legislativa é integralmente reservada à Assembleia da República». E «só a Assembleia da República pode proceder à sua restrição, seja qual for o motivo invocado para o fazer.».

Mais diz o TC: «a própria regulamentação de direitos, liberdades e garantias deve ser feita por lei ou com base em lei, não podendo ficar para regulamentos dos órgãos autárquicos mais do que “pormenores de execução”».

E reafirmam o TC, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Tribunal da Relação de Coimbra (este último numa sentença que abrange a CM de Viseu) que: os «órgãos executivos autárquicos não têm competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda e não podem mandar retirar cartazes, pendões ou outro material de propaganda gráfica, assim como concomitantemente as autoridades policiais se devem abster de impedir o exercício dessa actividade política, no desenvolvimento de direitos fundamentais dos cidadãos».

«A aposição de mensagens de propaganda, seja qual for o meio utilizado, não carece de autorização, licenciamento prévio ou comunicação às autoridades administrativas, sob pena de se estar a sujeitar o exercício de um direito fundamental a um intolerável acto prévio e casuístico de licenciamento que, exactamente por ser arbitrário, pode conduzir a discriminações e situações de desigualdade das forças políticas intervenientes», afirma o Tribunal Constitucional.

O mesmo tem sido, como não podia deixar de o ser, o entendimento da CNE.

A CMV sabe-o perfeitamente. Não é por acaso que no Regulamento de Publicidade do Município de Viseu de 2005 logo no seu Artigo 2.º, nº 2, se estipulava que «Exclui-se do âmbito de aplicação deste Regulamento a afixação e inscrição de mensagens de propaganda de natureza política.».

Também aqui se recorda o Parecer da CNE a propósito do «Regulamento sobre o Ordenamento da Propaganda Política», aprovado pela CMV, em Janeiro de 1995.

Disse então a CNE: «A liberdade de propaganda política, tenha ou não cariz eleitoral ou de apelo ao voto, vigora, pois, tanto durante a campanha eleitoral como fora dela e os órgãos executivos autárquicos carecem de competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda…». E no nº 14 desse parecer: «As deliberações que consubstanciam o “Regulamento do Ordenamento da Propaganda Política[da Câmara de Viseu] em apreço são materialmente ilegais».

Desenganem-se os prepotentes. Os 48 anos de ditadura fascista, com ilegalização, milhares de PIDE's, dezenas de milhar de legionários e bufos, aparelho repressivo da GNR e da PSP, perseguições, torturas e prisões não silenciaram a voz do Partido Comunista Português. Não será agora que ele se calará.

Nota solta: Este artigo foi escrito no dia 13 com os dados disponíveis nesse dia.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 16 de Setembro de 2011

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Quinta-feira, 4 de Março de 2010
Não nos insultem

O Gabriel Silva está, pelo menos, atrasado dois anos...

  • Aprova o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas - Lei nº 59 de 2008 (e anexos)

Que tal uma actualização?...


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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Trabalhadores da Administração Pública em Luta


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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Administração Pública: Contra todas as injustiças


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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Um Blog censurado pela Câmara Municipal de Penalva do Castelo

    A propósito deste post aqui de um vizinho algumas notas de um informático:

  • Começa a ser um hábito de muitas autarquias neste país usarem palavras-chave para impedirem o acesso a determinados conteúdos na Internet.

  • Isto passa-se quer nos PC's das Câmaras, quer no dos Espaços Internet.

  • Por exemplo, numa das maiores autarquias de Portugal era vedado o acesso a tudo o que fosse blogs.

  • Evidentemente isto é um pau de dois bicos.Usa-se a palavra SEXO para impedir o acesso a sitíos na Internet com conteúdos PORNOGRÁFICOS, mas também aos de SAÚDE.
  • E os exemplos podiam multiplicar-se: terror, terrorismo, palavrões (e não podemos ler Gil Vicente, Lobo Antunes, ou a maioria dos escritores, poetas, dramaturgos, etc., etc., etc.)
  • Acresce que depois surgem sempre os pequenos (grandes) censores.
  • Ficamos todos a saber: antes de utilizar os Espaços Internet convém perguntar que sítios têm o seu acesso bloqueado...

                             


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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
A Câmara de Viseu não respeita o «seu» Regulamento Municipal de Propaganda (II)

 

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A Câmara de Viseu não respeita o «seu» Regulamento Municipal de Propaganda (I)

 

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Um perigoso instinto censório, prepotente e autoritário

 

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Para a Câmara de Viseu a liberdade de propaganda termina com as eleições

Este repetido acto persecutório da Câmara de Viseu contra o PCP, constituiu uma grosseira violação da Constituição da República Portuguesa, nomeadamente do seu Artigo 37º, uma afronta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional, nomeadamente o 636/95 e o 258/06, bem como de vários pareceres da Comissão Nacional de Eleições (CNE), e do tribunal da Relação de Coimbra (que ilibou os nossos jovens) que reafirmam que “A liberdade de propaganda política, tenha ou não cariz eleitoral ou de apelo ao voto, vigora, pois, tanto durante a campanha eleitoral como fora dela e os órgãos executivos autárquicos carecem de competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda”, acrescentando que “Os órgãos executivos autárquicos não têm competência para regulamentar o exercício da liberdade de propaganda e não podem mandar retirar cartazes, pendões ou outro material de propaganda gráfica”.

                                      


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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Os resultados eleitorais no distrito de Viseu

    

A DORV DO PCP CONSIDEROU OS RESULTADOS ELEITORAIS DA CDU NO DISTRITO MUITO POSITIVOS E VALORIZOU O CICLO DE TRÊS ACTOS ELEITORAIS QUE CONFIRMAM A CDU COMO A GRANDE FORÇA DE ESQUERDA NAS AUTARQUIAS, EM MELHORES CONDIÇÕES DE LUTAR POR UMA RUPTURA E UMA ALTERNATIVA À ESQUERDA NO NOSSO PAÍS.

                                       


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Um Balanço Necessário

    Regressado ao convívio dos leitores quase 3 meses depois da última «Conversa da Treta» impõe-se um breve balanço deste período. Decorreram duas eleições. Fechado um longo e complexo processo eleitoral importa reflectir sobre os seus resultados.

Nas eleições para o Parlamento Europeu, recorde-se, o resultado obtido pela CDU traduziu-se num crescimento da sua votação superior a 70 mil votos (correspondente a um aumento de 23% da sua massa eleitoral). No aumento de 1,6 pontos da sua percentagem eleitoral (de 9,1% em 2004 para 10,7% em 2009) e na confirmação da eleição dos dois deputados (no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais, que a não se ter verificado teria assegurado a eleição do terceiro deputado). Um resultado expressivo, acompanhado do crescimento em todos os distritos, regiões autónomas e emigração, e com a obtenção da condição de força mais votada nos distritos de Setúbal, Évora e Beja.

O distrito de Viseu não fugiu à regra. Antes pelo contrário: a CDU quase duplicou o número de votos (aumento de cerca de 82% da sua massa eleitoral).

Nas eleições para os deputados (e não para primeiro-ministro…) da Assembleia da República o resultado alcançado pela CDU significou mais um passo no sentido do crescimento sustentado que nos últimos anos vem registando. Crescimento esse que se traduziu, nestas eleições, num novo aumento da sua expressão eleitoral alcançando 446.179 votos (sem os círculos da emigração), uma percentagem de 7,9% e a eleição de 15 deputados. Este resultado constitui um factor de inegável significado, tanto maior quanto identificado com um projecto claro e distintivo de ruptura e mudança para o país.

No distrito de Viseu o crescimento significou um aumento de 28% da massa eleitoral da CDU.

Nas eleições para as autarquias locais a CDU apresentou candidaturas a 301 municípios e listas a 2275 freguesias, o que constituiu a mais expressiva presença de candidaturas desde 1989. Eram independentes cerca de 40% dos quase 40 mil candidatos apresentados.

A CDU obteve uma importante votação, com um resultado de 10,7% para as Assembleias Municipais e uma votação global de 593.000 votos. Manteve a maioria dos municípios onde detinha a presidência. Reforçou as suas  posições  em toda a península de Setúbal, afirmando a CDU como a força maioritária na Área Metropolitana de Lisboa. Conquistou os municípios de Alpiarça, Alvito e Crato. Alcançou mais de três mil mandatos directos.

O conjunto dos resultados obtidos traduziu-se num crescimento superior a 3 pontos percentuais e a mais de 150 mil votos quando comparados com os das Legislativas realizados quinze dias antes.

Esta expressão eleitoral não anula o carácter insatisfatório de um resultado que ficou aquém dos objectivos. Para isso contribuiu, entre outras razões, a proximidade destas eleições com as eleições legislativas realizadas há apenas duas semanas. O que não permitiu que o valor do trabalho, da obra e do projecto da CDU no poder local e o mérito que lhe é largamente reconhecido, se tivessem plenamente afirmado nestas circunstâncias.

No distrito de Viseu, apesar de uma imensa campanha mediática destinada a favorecer uma artificial bipolarização, a CDU regista um aumento de 25% da sua massa eleitoral na votação para as Assembleias de Freguesia. Quase que duplica o seu número de eleitos. Alarga significativamente o número de concelhos onde passa a ter representantes. Conquista duas freguesias.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 16 de Outubro de 2009

 


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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Responder ao imediato e às exigências dos próximos anos

    O Comité Central do PCP, reunido a 13 de Outubro de 2009, procedeu à análise dos resultados das eleições para as autarquias locais, a uma breve avaliação sobre o ciclo eleitoral agora concluído e debateu as principais iniciativas e tarefas que a actual situação impõe na sequência da indigitação do primeiro-ministro, da próxima formação do governo e apresentação do seu programa. O Comité Central apreciou as principais linhas de intervenção para o prosseguimento da luta pela necessária ruptura e mudança e fixou as orientações que a curto prazo se colocam à intervenção política do PCP. O Comité Central debateu e fixou ainda as principais linhas de trabalho com vista ao reforço do Partido.

              


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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Penalva do Castelo: CDU ganha em Real

 

Assembleias de Freguesia: CDU ganha em Real

   


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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Penalva do Castelo: O voto na CDU

A CDU – coligação eleitoral que reúne o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista Os Verdes e a Associação Intervenção Democrática – é comprovadamente um espaço de participação de milhares de cidadãos e cidadãs independentes.

Pelo seu percurso e acção, pelos partidos que a integram e pela empenhada intervenção de milhares de homens e mulheres que lhe dão corpo e vida, a CDU é a força que dá segurança e garantia de uma política de verdade. Sempre presente e solidária com a luta em defesa dos direitos e aspirações das populações, dos trabalhadores e do povo. Sempre presente na defesa e afirmação do interesse e soberania nacionais.

Na CDU, e na intervenção dos seus eleitos locais, está presente um reconhecido património de trabalho e realizações. Uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias. Uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do país. Uma acção em defesa do poder local democrático. Um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção.
Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor.

O que dizemos aos penalvenses, a todos os penalvenses, é que há que ter a coragem de mudar o sentido de voto.

Votem na CDU, e, depois, julguem-nos pelos nossos actos.

E questionem-nos sobre o cumprimento dos nossos compromissos.

Estamos certos de que chegarão à conclusão: valeu a pena a mudança!

A CDU trouxe melhor vida, mais progresso e desenvolvimento ao concelho de Penalva do Castelo.

 

In A Força que o concelho precisa!

 


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Penalva do Castelo: O voto útil

    Há quem ande por aí a apelar ao voto útil. Está no seu direito. No entanto só algumas notas:

  • Voto inútil só o que é dado aos corruptos e aos incompetentes;
  • A forma como o conceito de voto útil tem sido defendido nestes 35 anos de democracia configura uma intolerável chantagem sobre os cidadãos eleitores;
  • Os seus defensores pretendem, com o argumento do voto útil, criar uma falsa bipolarização: PS de um lado, PPD/PSD do outro. Como se não existissem outros partidos;
  • A prática tem-se encarregado de desmentir este falso argumento. Para não irmos mais longe aí temos as últimas eleições legislativas de 27 de Setembro.

A questão, a verdadeira questão, é de políticas.

Quando votamos, em que projectos políticos estamos a votar?

 

In A Força que o concelho precisa!

 


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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Penalva do Castelo: Convívio CDU

Convívio CDU

 


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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Penalva do Castelo: a CDU e a candidatura do PDD/PSD-CDS/PP

    A CDU e a candidatura do PDD/PSD-CDS/PP

2007:

 

2008:

2009:

 

In A Força que o concelho precisa!

 


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Penalva do Castelo: a CDU nos órgãos do poder local

    Ao longo destes mais quatro anos os 2 eleitos da CDU em Real, além de identificarem os problemas da freguesia e reivindicarem a solução dos mesmos, têm também apresentado ideias e projectos inovadores.

Jamais a freguesia de Real foi tão informada sobre a acção dos seus eleitos como neste mandato.

O Boletim CDU em Real já vai no nº 20 e é distribuído porta a porta pelos 2 eleitos.

O sítio na Internet regista uma média de 20 visitas e 15 visitantes por semana.

Os eleitos CDU são os que mais intervêm na Assembleia de Freguesia.

Frequentam acções de formação e questionam as instituições sobre os mais diversos assuntos.

Elaboraram um livro sobre a freguesia.

E são apenas dois jovens que lutam pelo melhor para a sua freguesia que, quando foram eleitos em 2005, não tinham qualquer experiência nestas lides.

Toda a actividade e muito mais pode ser visto no sítio na Internet em
http://cduemreal.webnode.com

 

In A Força que o concelho precisa!

 


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Penalva do Castelo: a CDU ao lado das populações

     Nestes últimos 4 anos, a CDU esteve e estará sempre presente na defesa dos interesses das populações e solidária com as suas justas reivindicações.

  • CDU esteve com a população de Pindo, Roriz, Lusinde e Santa Eulália  quando esta se manifestou em protesto pelo atraso nas obras na respectiva estrada. Largas dezenas de pessoas cortaram a estrada de acesso à vila junto à Adega Cooperativa. E mostrou-se mais uma vez que vale sempre a pena lutar.   

  • CDU esteve com a população do concelho quando dois mil e seiscentos e oitenta e oito cidadãos do concelho, um em cada três, assinaram o abaixo-assinado em defesa do nosso Centro de Saúde. Penalva do Castelo esteve, pois, de parabéns. A sua população mostrou que sabe bem o que quer e que está disposta a lutar para o alcançar!
    Em consequência da luta expressa neste abaixo-assinado o essencial das reivindicações nele contidas foi satisfeito.
    Referimo-nos à não saída de médicos do Centro de Saúde, a menos que esteja garantida a sua substituição. À não alteração do horário das urgências. À construção do novo Centro de Saúde.
     

  • CDU esteve com os comerciantes com estabelecimento na EN-329 e na Rua 1º de Dezembro quando Estradas de Portugal e Câmara Municipal pretenderam pôr em marcha um esquema de dupla tributação. 

Onde estavam as outras forças políticas?

 

In A Força que o concelho precisa!

 


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Penalva do Castelo: a candidatura da CDU

     Pela coerência do seu projecto e a garantia que o seu percurso unitário e democrático testemunham, a CDU é a única força cujo reforço eleitoral e político pode pôr fim à alternância e abrir portas à construção de uma alternativa política em Penalva do Castelo.

Ao longo destes quase quatro anos a CDU, apesar de não ter eleitos, interveio publicamente em quase todas as reuniões públicas do de Câmara, levantando múltiplas questões do interesse dos munícipes do concelho.

Também na Assembleia Municipal, apesar de não ter eleitos, a CDU pronunciou-se publicamente no período reservado ao público.

Fê-lo quer em relação aos sucessivos Orçamentos (e as Grandes Opções do Plano), quer no que respeita às Contas e Relatório de Gestão dos Exercícios de 2006, 2007 e 2008.

Mas também sobre o horário das reuniões da Assembleia Municipal incompatível com a presença dos eleitores, já que às 14h30m estão quase todos a trabalhar. Ou sobre o PDM, as zonas industriais, as obras no centro da vila, os subsídios, o abastecimento de água, o saneamento básico, a recolha do lixo e as ETAR.

Ou, ainda, sobre os transportes escolares a serem efectuados totalmente à margem da lei, as construções que avançam ainda antes dos loteamentos estarem aprovados, o loteamento industrial adquirido a preços acima dos de mercado, os lotes camarários vendidos a preços exorbitantes. Mas também sobre as embrulhadas com o património, a protecção civil, a segurança rodoviária, o regulamento das piscinas, o livro de reclamações, as comissões de inquérito «fantasmas», as confusões, com laivos de ilegalidades, relativas às taxas de publicidade, etc., etc., etc.

Tudo isto sem eleitos da CDU na Câmara e na Assembleia Municipal. O que seria com eleitos?

In A Força que o concelho precisa!

 


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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
Jornal Campanha CDU - 1 de Outubro 2009

Jornal Campanha CDU - 1 de Outubro 2009

  • Visita às Termas da Fadagosa em Nisa

  • Arruadas em Ponte de Sôr e Portalegre e jantar-convívio em Monforte

  • Entrevista a Octávio Augusto, Responsável do PCP pelo Distrito de Santarém

                                                        


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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Pensamento de 1 de Outubro de 2009

    PS e PSD não têm nenhuma resposta nova e diferente para os problemas do País.

                              

Jerónimo de Sousa

                                


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Jornal Campanha CDU - 30 de Setembro 2009

Jornal Campanha CDU - 30 de Setembro 2009

  • Jantar em Santiago do Cacém

  • Contactos com a população em S. Luís e Vale Santiago, concelho de Odemira

  • Entrevista com Jorge Cordeiro, responsável do PCP para o trabalho autárquico

                                                      


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O país precisa de uma política que assuma claramente a ruptura e a mudança

    Jerónimo de Sousa, na apresentação das conclusões da reunião do Comité Central do PCP, afirmou que o país precisa de uma política que assuma claramente a ruptura e a mudança, tendo como matriz um crescimento económico sustentado, uma mais justa repartição do rendimento nacional, a valorização do trabalho e dos trabalhadores, o reforço das funções sociais do Estado, a afirmação e defesa da produção nacional e o controlo pelo Estado dos sectores estratégicos da economia.

             


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