TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 19 de Novembro de 2016
1991 – Lei do Muro nos EUA

Muro us-mexico_border_deaths_monument

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, prometeu construir um muro ao longo de toda a fronteira com o México.

A ideia, acompanhada de afirmações racistas e xenófobas, mereceu o maior destaque na comunicação social, mas não é nova nem original.

Em 1991, George W. Bush (pai) assinou a «Lei do muro» autorizando a construção de uma cerca dupla em certas zonas da fronteira entre os dois países, para «proteger o povo americano» e tornar as «fronteiras mais seguras».

O muro começou de facto a ser construído em 1994, durante a presidência de Bill Clinton, com o programa anti-imigração-ilegal conhecido como Operação Guardião (Operation Gatekeeper).

Com vários quilómetros de extensão na fronteira de Tijuana – San Diego, o muro inclui «três barreiras de contenção, iluminação de muito alta intensidade, detectores antipessoais de movimento, sensores electrónicos e equipas de visão nocturna entrelaçados com radiocomunicações com a polícia de fronteira dos Estados Unidos, bem como vigilância permanente com veículos e helicópteros artilhados».

Outras secções do muro foram erguidas posteriormente nos estados de Arizona, Novo México e Texas.

Estima-se que nos últimos 20 anos morreram na fronteira dos dois países cerca de dez mil migrantes.

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Sábado, 24 de Setembro de 2016
Tensão no Saara Ocidental

Mapa Sahara Ocidental - muro

As forças de ocupação marroquinas no Saara Ocidental ocuparam posições na zona de Guergarat, a 11 de Agosto, numa clara violação do acordo de cessar-fogo assinado entre a Frente Polisário e Marrocos em 1991.

Foram necessários 18 dias de violação do cessar-fogo por parte de Marrocos e a deslocação para a zona de parte do contingente militar da República Árabe Saaráui Democrática (RASD) para que o secretário-geral da ONU se manifestasse. Numa declaração emitida no domingo, 28, Ban Ki-Moon limita-se a manifestar a sua preocupação com a situação tensa criada na faixa tampão no Sudoeste do Saara Ocidental entre o muro marroquino e a fronteira mauritana, como resultado de mudanças no status quo e da introdução de unidades armadas de Marrocos e da Polisário em estreita proximidade uns dos outros.

O secretário-geral exortou ambas as partes a suspender qualquer acção que altere esse status quo e a retirar todos os elementos armados de modo a evitar nova escalada e permitir à MINURSO manter discussões com ambas as partes sobre a situação.

As autoridades saaráuis, em comunicado divulgado dia 29, responsabilizam as Nações Unidas e o Conselho de Segurança pela «violação marroquina sem precedentes do cessar-fogo», instando aquelas instituições a tomar imediatamente as medidas necessárias para que tal não se repita.

A RASD exige a «retirada de todo o arsenal e militares e elementos civis marroquinos da zona de separação de Guergarat», e alerta que «qualquer inação ou passividade» seria considerada um «sinal de luz verde às autoridades de ocupação marroquina para prosseguirem a sua política de intransigência, escárnio e agressão que ameaçam seriamente a paz e a segurança na região».

A monitorização do cessar-fogo está sob a responsabilidade da MINURSO (Missão da ONU para o Saara Ocidental), mas o seu contingente foi significativamente reduzido com a expulsão de mais de 80 funcionários por Marrocos. Apesar do Conselho de Segurança ter decidido repor o contingente, este ainda não recuperou a sua funcionalidade.

Morocco s Wall of Shame.jpg

Acordos com Marrocos inaplicáveis ao Saara Ocidental

O advogado-geral do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), Melchior Wathelet, considera que «o Saara Ocidental não faz parte do território de Marrocos e que, por conseguinte, nem o acordo de associação nem o acordo UE-Marrocos de liberalização são aplicáveis» ao território.

A posição consta de um comunicado divulgado dia 13, na sequência do recurso apresentado pelo Conselho Europeu (chefes de Estado e de governo) contra o acórdão do TJUE, de 10 de Dezembro de 2015, que anulou o acordo UE-Marrocos.

As conclusões do advogado-geral não vinculam o Tribunal de Justiça, mas serão consideradas na sua decisão final sobre o assunto.

 

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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016
A questão dos refugiados na Europa: factos, teorias e necessidades prementes

Mapa campos refugiados e de detenção

Campos de refugiados e de detenção de imigrantes irregulares espalhados pela Europa e região do Mediterrâneo sul

 

O fluxo de refugiados e deslocados, hoje já sem as muitas capas e noticiários que encheu até Março deste ano, tem uma dimensão que é muitas vezes negligenciada pelos órgãos que fabricam opinião e notícia. Falar sobre e compreender esse fenómeno implica uma percepção de dimensão e escala.

 

Ao mesmo tempo que os EUA, a NATO e a UE aumentam os seus orçamentos e capacidades militares, diminuem significativamente as verbas para o apoio humanitário. No caso do ACNUR falamos de uma redução de 53% do financiamento para o ano de 2016. Uma realidade que acompanha a redução dos padrões da resposta humanitária. Para lá do deficiente apoio financeiro, as deficientes, precárias e degradantes condições de acolhimento, de alojamento, sanitárias, médicas ou alimentares, nos autênticos campos de concentração que a UE promoveu na Turquia e em solo europeu, são recorrentemente denunciadas. Os refugiados em campos gregos são hoje vítimas da máfia, do tráfico de drogas, de seres humanos e prostituição, também de menores. Uma realidade que promove a exploração mais atroz, sujeitando os que sobreviveram ao sofrimento imposto pela guerra, a perseguições, a meses de rumo incerto, apenas a mais sofrimento no local onde poderiam ser protegidos.

Exploração que é de Estado também. Ou que dizer da criação de empregos que, a Alemanha primeiro e agora a Áustria, criaram direccionados aos refugiados, pagos a… um euro à hora. Expressões da face mais negra do capitalismo e da União Europeia.

 

Lampedusa 2013

«Até se criou um organismo, o Frontex. O orçamento do Frontex, apesar de ter sido aumentado depois do início de funções, espelha bem a hipocrisia da União Europeia. A agência funciona em dois pisos sem condições num arranha-céus de Varsóvia.

A contrastar com esta realidade, desenvolveu-se, dentro do Frontex, um dispositivo chamado Eurosur que concentra a maior parte do investimento em drones, helicópteros e satélites, destinados a rastrear pessoas que tentam migrar para escapar da “opressão” e da “miséria” (agressão e grandes carências, digo eu) no seu país de origem.»

 

Mapa Crise Migratória Europeia_2015

«A Provedora da Justiça da União Europeia abriu uma investigação sobre os impactos nos direitos humanos do acordo com a Turquia para travar a entrada de migrantes.»

 

Estes deslocados não são números. São pessoas. Como nós. São eles. Podíamos ser nós.

 

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Sábado, 19 de Março de 2016
A União Europeia está lançada numa deriva reaccionária e xenófoba

Lampedusa 2013

 

Durante o ano de 2015 pode afirmar-se, sem qualquer dúvida, que muito mais de um milhão de pessoas atingiram territórios europeus.

Embora de uma magnitude catastrófica, este número é inferior ao registado em países mais próximos dos cenários de conflitos: um milhão e 900 mil na Turquia; um milhão e cem mil no Líbano; e 650 mil na Jordânia.

Da hecatombe humanitária resultante da entrada de mais de um milhão de refugiados, o rateio efectuado entre os 28 Estados membros da União Europeia abriu espaço para a admissão de apenas 170 mil, isto é, muito menos de 17%.

Até ao momento, foram alojados e integrados no espaço europeu menos de 500 dos desesperados que pretendem asilo!!!

AQUI

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015
«QUE SE PARE A TRAGÉDIA DO MEDITERRÂNEO, AGORA!»

Tragédia Mediterrâneo1 2015

Tragédia Mediterrâneo2 2015

Clicar nas imagens para ampliar

 


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Terça-feira, 21 de Abril de 2015
Políticas de exploração, guerra e imigração da UE na origem do problema

Lampedusa 2013

Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Mediterrâneo e Atlântico

 

Neste blog em 25 de Novembro de 2008...

 


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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2015
Terrorismo organizado

Guantanamo-Base Militar5.jpg

O Senado norte-americano discutiu um relatório de 6000 páginas - das quais apenas 524 foram desclassificadas - sobre um assunto que mereceria a maior atenção de todo o Mundo. O pouco que se conhece do relatório confirma aquilo que já se sabia: a CIA, sob as ordens do presidente Bush, desenvolveu um chamado «programa de detenção e interrogatório» que incluía «técnicas reforçadas de interrogatório», ou seja as mais abjectas torturas praticadas em Guantanamo e em vários outros campos de detenção espalhados pelo mundo. No sumário do relatório é possível identificar práticas como tortura do sono durante semanas a fio, alimentação e hidratação forçada por via rectal, simulação de afogamento, isolamento, iminência de assassinato, humilhações de variada espécie, estátua, entre outras. Técnicas de tortura, algumas das quais muitos comunistas e outros democratas portugueses conhecem bem e que, no tempo da ditadura fascista, eram já inspiradas nas «ordens» do «Big Brother».

Este relatório apenas vem confirmar aquilo que já se sabia: o carácter criminoso de um regime político de uma grande potência capitalista, que se coloca acima da lei e de quaisquer obrigações do direito internacional. Vem também reforçar a exigência de se apurar toda a verdade quer no que toca à tortura, quer relativamente aos raptos, aos chamados «voos da CIA» e à verdadeira dimensão dos campos de detenção, nomeadamente na Europa, todos eles elementos de uma estratégia brutal.

Mas vem sobretudo colocar a questão da responsabilização e da culpa. Tudo foi feito para adiar e esconder a apresentação do conteúdo deste relatório. Após a divulgação do seu sumário executivo o esforço foi direccionado para alimentar um criminoso e falso dilema que se poderia resumir numa frase: «vale a pena torturar?».

A História dos EUA está feita de crimes similares em que a culpa, directa e política, morre solteira. Estamos a falar de brutais crimes, de terrorismo de Estado, de crimes contra a Humanidade que numa outra qualquer situação já teriam sido motivo de várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e muito possivelmente de uma agressão militar em nome da «liberdade» e contra a «ditadura». Da nossa parte tão somente exigimos que os responsáveis – executivos e políticos – sejam punidos, que as vítimas sejam compensadas e que por todo o Mundo se retire a lição: um dos factores de maior perigo na situação internacional são os EUA, o seu governo, as suas forças armadas e as suas agências de terrorismo organizado.

Abu Ghraib1.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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(As imagens podem ser chocantes)

ABU GHRAIB3.jpg

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014
Ao cuidado do Bruno Nogueira
 

«A situação que hoje se vive na Ucrânia, nomeadamente com a ascensão ao poder de forças fascistas, a perseguição anticomunista e a escalada de confrontação com a Rússia é o desenvolvimento lógico da «cavalgada» do imperialismo para Leste que se seguiu às derrotas do socialismo na RDA e noutros países socialistas.»

 
O Bruno Nogueira, no seu programa na TSF «Tubo de ensaio» de 12 de Novembro, pronunciou-se sobre ISTO. Está no seu direito.
 
Bruno Nogueira não tem obrigação de estar informado de tudo o que se passa no mundo. Por isso, a propósito da prosa a partir dos 3m33s, aqui ficam algumas leituras...
 

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E também

 


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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014
25 anos depois: A chamada «queda do muro de Berlim»

Mapa RDA_RFA.jpg

Perante a campanha anticomunista de intoxicação da opinião pública desencadeada a pretexto da passagem de 25 anos sobre a chamada «queda do muro de Berlim», o PCP considera necessário afirmar o seguinte:

1. Mais do que a «queda do muro de Berlim» o que as forças da reacção e da social-democracia celebram é o fim da República Democrática Alemã (RDA), é a anexação (a que chamam de «unificação») da RDA pela República Federal Alemã (RFA) com a formação de uma «grande Alemanha» imperialista, é a derrota do socialismo no primeiro Estado alemão antifascista e demais países do Leste da Europa e, posteriormente, a derrota do socialismo na URSS.

2. A criação da RDA socialista, herdeira das heróicas tradições revolucionárias do movimento operário e comunista alemão (de que, na sequência de Marx e Engels, são símbolos Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht e Ernest Thalmann) é inseparável da vitória sobre o nazi-fascismo na 2.ª Guerra Mundial e produto das aspirações do martirizado povo alemão à liberdade, à paz e ao progresso social.

A responsabilidade da divisão da Alemanha, a que desde o primeiro momento a URSS se opôs, cabe inteiramente às potências imperialistas (Estados Unidos, Grã-Bretanha e França) que nas respectivas zonas de ocupação, e ao contrário do que aconteceu na zona de ocupação soviética, não só não desmantelaram completamente as estruturas hitlerianas como protegeram os nazis e os monopólios alemães (Krupp, Siemens, e outros) responsáveis pela carnificina da guerra e criaram em 23 de Maio de 1949, contra os próprios Acordos de Ialta (Fevereiro de 1945) e de Potsdam (Julho/Agosto de 1945), uma RFA capitalista amarrada ao imperialismo norte-americano e à NATO, fundada aliás nesse mesmo ano, seis anos antes da resposta dos países socialistas do Leste da Europa com a criação do Tratado de Varsóvia em 1955, na sequência da entrada da RFA na NATO.

Ler texto integral

 

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Domingo, 2 de Dezembro de 2012
Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: uma realidade perturbadora

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Notícias hoje [9 de Novembro] divulgadas dão-nos conta de uma realidade perturbadora: «Quase duas mil pessoas morreram em 2011 durante a tentativa de emigrar para a Europa, das quais 1.500 no primeiro semestre (...)». São mais de 15 vezes o número de mortos oficialmente reconhecidos como resultantes da existência do chamado "muro de Berlim", durante os seus quase 30 anos de existência.

In blog «O Companheiro Vasco»


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Terça-feira, 3 de Abril de 2012
Criação de campos de concentração para imigrantes

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O governo de sociais-democratas (PASOK) e liberais (ND) prosseguirá com a criação de campos de concentração para imigrantes, utilizando financiamento da União Europeia (UE). Estes campos funcionarão com o objectivo de deportar pessoas desamparadas, as quais em resultado de guerras e intervenções imperialistas e da barbárie capitalista nos seus países procuram um melhor destino nos países da UE.

É característico que eles terão cercas de arame farpado triplas com três metros de altura, de acordo com os padrões da NATO. A guarda externa será executada por equipes de polícias armados e a interna por pessoal de segurança privada. Isto será apoiado por ferramentas técnicas de vigilância (CCTV, televisão em circuito fechado).

Por este meio a coligação governamental dos dois maiores partidos burgueses afirma que por um lado resolverá a questão dos imigrantes ilegais e por outro criará empregos, supostamente combatendo o desemprego.

A declaração do Gabinete de Imprensa do CC do KKE diz o seguinte:

Ler Texto Integral

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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011
Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Grécia - barreira com a Turquia e prisões flutuantes

Greece: Wall to be built along Turkish border, Desenho de Carlos Latuff

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[O muro azul e branco é a bandeira da Grécia]

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George Papandreou: George Papandreou (em grego, Γεώργιος Παπανδρέου) é o primeiro-ministro grego.

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Para Ler, Ver e Ouvir :

«Grécia pretende instalar uma barreira na fronteira terrestre com a Turquia, principal ponto de entrada de imigrantes clandestinos na União Europeia.(...)

O projecto foi revelado no final de dois mil e dez pelo ministro grego da Imigração. Christos Papoutsis diz que “a sociedade grega atingiu o limite de acolhimento de imigrantes ilegais”.»

«En 2010 se registró en Grecia la entrada de más de 120.000 indocumentados. El Gobierno pensaba que un muro de 12,5 kilómetros con cámaras térmicas y sensores de movimiento sería la solución

«O ministro da Ordem Pública, Christos Papoutsis, disse, citado pela agência AFP, que as prisões flutuantes estão a ser consideradas a par de outras medidas, como a construção de um muro em parte da fronteira greco-turca e a utilização de antigas instalações militares como centros de detenção

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O ministro grego da Imigração, Christos Paputsis, confirmou, na terça-feira, 4, a intenção do seu governo de erguer uma barreira física na sua fronteira com a Turquia, com vista a impedir a imigração ilegal.

O projecto, que tem uma extensão de 12,5 quilómetros numa área em que não existem obstáculos naturais, foi criticado na véspera pela Comissão Europeia, segundo a qual «os muros ou vedações são medidas de curto prazo que não permitem resolver de maneira estrutural a imigração clandestina».

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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Milhares de africanos morrem afogados todos os anos tentando chegar à Europa...

... o saqueio internacional empobrece e causa o êxodo... A União Europeia quer as riquezas mas NÃO as pessoas

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Areito (areito imagen), Rebeliónde 3 de Janeiro

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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010
Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Israel começou a construir uma barreira com o Egipto

«Em Israel, começaram os trabalhos para a construção de uma barreira de alta tecnologia, a ser instalada ao longo da Península do Sinai, nos mais de 200 quilómetros que separam o país do Egipto.

A divisão será erguida apenas nos locais de fácil acesso a pé e custará 271 milhões de euros, de acordo com o projecto anunciado em 2008, que contempla a instalação de radares

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Sábado, 27 de Novembro de 2010
Com o Sahara! (5)

Iván Lira, Rebelión de 17 de Novembro de 2010

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Sale carísimo, Desenho de Manel Fontdevila

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Rebelión


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Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010
Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Os muros da Europa

Los muros de Europa, J. R. Mora

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«Según el informe de UNITED se cuentan desde 1993 casi 14.000 muertes en los muros de Europa. Los refugiados mueren, por ejemplo, porque tanto entre los puestos fronterizos, entre los estados europeos y en el mar se les va mandando de un sitio a otro hasta que al final mueren de inanición o ahogados.
Los refugiados que se rescatan en territorio europeo son retenidos. Los “ilegales” mueren en los centros de detención de los estados miembros de Schengen o al ser expulsados.
Las personas consideradas cargas sociales se pueden ver rápidamente dentro de Europa como “masa prescindible”, como se puede comprobar en las expulsiones de gitanos en Francia. Familias que viven desde hace mucho tiempo en Alemania, cuyos hijos ni siquiera pueden hablar ya el idioma materno de sus padres, son expulsadas a sus “países de origen
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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010
Com o Sahara! (4)

El gran Mohamed VI. Gran tocapelotas, digo., Padylla

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Diplomacia, (Territorio Vergara)

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Otra vez el Sahara..., (El blog de JotaJota)

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Rebelión

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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
Com o Sahara! (3)

La acción de Marruecos y la reacción de España, Padylla

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Rabat arrasa el Campamento Dignidad, (Territorio Vergara)

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Marruecos saquea El Aaiún, (Territorio Vergara)

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Enérgica petición, (Territorio Vergara

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Rebelión

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Domingo, 21 de Novembro de 2010
Com o Sahara! (2)

Despotismos, Desenho de Luis Davila (O Bichero)

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La política de la pegatina, J. R. Mora

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Esta situación, Desenho de Manel Fontdevila

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Rebelión

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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010
Com o Sahara! (1)

Juan Hernandez, Rebelión de 9 de Novembro

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Adán Iglesias (Adán), Rebelión de 14 de Novembro

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Areito (areito imagen), Rebelión de 13 de Novembro

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Rebelión

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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010
Brutal ataque de Marrocos contra o povo saraui

(...)

Desencadeado na sequência de reiteradas e inaceitáveis violações da legalidade e dos mais elementares direitos humanos e realizado quando se tentava o reatamento de negociações informais entre a Frente Polisário e o Reino de Marrocos, este ataque - que assumiu tenebrosos contornos e provocou vários mortos e feridos, incluindo crianças e idosos - é um particularmente grave exemplo da política de repressão e de terror de Marrocos e mais uma prova do constante bloqueio das autoridades marroquinas a um verdadeiro e justo processo de paz e de negociação com o povo do Sahara ocidental e os seus legítimos representantes – a Frente Polisário.

(...)

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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
Tiago Vieira, Presidente da FMJD, detido e expulso pelas autorridades de Marrocos

Nos dias 30 e 31 de Outubro, o presidente da Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) e Coordenador da Comissão Organizadora do Comité Internacional do 17.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, Tiago Vieira, foi detido e expulso pelas autoridades marroquinas sem qualquer explicação consistente.

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Onde pára a comunicação social dominante? Anda distraída? Ou nem por isso...

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Domingo, 17 de Outubro de 2010
Ainda se tortura em Guantánamo!

OBAMA: TODAVÍA ALLÍ SE TORTURA, desenho de Chispa (Douglas Nelson Pérez)

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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010
Alemanha: 20 anos depois do fim da RDA

A propósito da passagem dos 20 anos da proclamada "reunificação alemã", convidamos a revisitar um conjunto de artigos de opinião e tomadas de posição do PCP, produzidas ao longo das últimas duas décadas, que ajudam a compreender a natureza de um processo movido pela afirmação das aspirações imperialistas da Alemanha.

Uma avaliação cuja justeza é inteiramente confirmada pelos desenvolvimentos posteriores verificados, tanto na Alemanha e na UE, como na Europa e no mundo em geral, e o quadro patente de grave crise sistémica do capitalismo.


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Terça-feira, 10 de Agosto de 2010
Arizona: A polícia e os imigrantes...

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 4 de Agosto

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- Por culpa do truncamento que fizeram à lei hoje tive que cacetear ilegalmente alguns imigrantes!

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Para Ler:

«A nova lei de imigração do Arizona entrou hoje em vigor, mas a Justiça dos Estados Unidos da América bloqueou as partes mais polémicas do articulado. Entre as disposições suspensas está a possibilidade de a polícia pedir documentos de imigração a pessoas abordadas por outras infrações e que o agente considere terem aspeto suspeito. Espera-se que o Governo do Arizona recorra da suspensão

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«A polémica Lei de Imigração do Arizona (SB1070), que criminaliza os imigrantes em situação irregular, pode vir a ser seguida em pelo menos mais 14 estados dos EUA, advertiu há dias o gabinete de Relações Externas do México em nota divulgada pelo diário El Universal. Texas, Carolina do Norte, Georgia, Utah, Mississippi e Ohio são alguns dos estados que estarão a estudar a possibilidade de adoptar a SB1070. Entretanto, um grupo de senadores mexicanos e representantes democratas norte-americanos decidiu «denunciar» a referida legislação junto da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por atentar contra as garantias individuais dos migrantes

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Terça-feira, 4 de Maio de 2010
Arizona: Nos Estados Unidos a Liberdade é uma estátua

Allan Mcdonald, Rebelión de 29 de Abril

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EUA: A governadora do Estado do Arizona, Jan Brewer, aprovou a criminalização dos imigrantes indocumentados naquela região fronteiriça com o México. Estima-se que em todo o território residam cerca de 460 mil pessoas nessas condições, a esmagadora maioria provenientes do país vizinho.

A norma que converte em delito a imigração ilegal permite que as autoridades detenham qualquer pessoa por simples «suspeita razoável» de que se encontre nessa condição.

A aprovação da legislação considerada persecutória está a levantar um coro de protestos. No dia em que subscreveu o diploma, Brewer enfrentou uma manifestação frente à sede do governo local.


Arizona has virtually criminalized “being” while brown. Its new racist laws require police to profile and stop anyone who “looks like” an undocumented immigrant. Even police chiefs across the country, who know they cannot police communities that won't talk to them, are denouncing this racist, unjust and downright foolish law.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 19 de Dezembro de 2009
Uma vitória do povo sarauí!

         O PCP regozija-se com o legítimo regresso de Aminetu Haidar à sua pátria, o Sahara Ocidental e reafirma a exigência do pleno respeito do direito do povo sarauí à autodeterminação, incontornável e única solução viável, justa e durável para o conflito, isto é, para o fim da inaceitável colonização do Sahara Ocidental e da opressão que se abate sobre o seu povo por parte de Marrocos.

Para Ver e Ouvir:

Ver neste blogue:

                                  


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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Solidariedade com Aminetou Haidar

 

Rebelión:

     Zapatero nota que Portugal e Espanha coincidem "em objectivos e estratégias".

E quanto a ti, José? Não se telefona a Zapatero? Ou as relações de ambos com Marrocos são mais fortes? [Por Marrocos passam vôos da CIA. Em Marrocos, diz-se, e é quase certo, que há prisões clandestinas da CIA (black holes)]. E agora, José?

 

Kalvellido

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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
O socialismo real e o capitalismo global

Mariano Utin em utinhumor

       

- Olha papá... Cumpriram-se vinte anos sobre a queda do muro de Berlim... Aqui terminou o pesadelo do socialismo real...

- E começou o pesadelo do capitalismo global...

                                        

«Estoy un poco experimentando con el trazo del dibujo intentando encontrar una línea que me sea cómoda y satisfactoria para trabajar y en eso me topé con un informe pedorro de la CNN sobre la caída del muro de Berlín y toda la fiesta y celebración que montaron y montan con éste nuevo aniversario los grandes medios masivos de comunicación y nos vuelven a enseñar lo mal que vivían en los países del éste con pleno empleo, salud, y educación para todos...claro, pobrecitos...les faltaba la Libertad, como diría Vargas Chota...libertad de empresa, libertad de explotación, libertad de expresión de los medios periodísticos monopólicos, libertad para comerte una hamburguesa en Mc Mierda y todas las delicias de nuestro bien amado sistema de libertades absolutas que se mide en monedas...pero en fin...que me salió esto casi que de las tripas...y vomité.»

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Os muros de Berlim e de Israel

Latuff2 Carlos Latuff

 

Ver o que foi publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                              


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