TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
Hasta la victoria siempre!

Hasta la victoria siempre

Hasta la victoria siempre1

 


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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
Fidel Castro deixa legado de firmeza revolucionária

Fidel Castro_PCP

Revolução é sentido do momento histórico;

é mudar tudo o que deve ser mudado;

é igualdade e liberdade plenas;

é ser tratado e tratar os demais como seres humanos;

é emanciparmo-nos por nós próprios e com os nossos próprios esforços;

é desafiar poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional;

é defender valores nos quais se acredita acima de qualquer sacrifício;

é modéstia, desinteresse, altruísmo, solidariedade e heroísmo;

é lutar com audácia, inteligência e realismo;

é não mentir jamais nem violar princípios éticos;

é convicção profunda de que não existe força no mundo capaz de soterrar a força da verdade e das ideias.

Revolução é unidade, é independência, é lutar pelos nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo, que são a base do nosso patriotismo, do nosso socialismo e do nosso internacionalismo.

 

Venceremos!

 


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Sábado, 26 de Novembro de 2016
Fidel Alejandro Castro Ruz (13 de agosto de 1926 / 25 de novembro de 2016)

Fidel Castro13

 

Perante o falecimento do camarada Fidel Castro, o Comité Central do Partido Comunista Português expressa os seus sentimentos de profundo pesar e transmite ao Comité Central do Partido Comunista de Cuba e por seu intermédio a todos os comunistas, ao povo de Cuba, ao camarada Raúl Castro e restante família de Fidel os sentidos pêsames e a solidariedade dos comunistas portugueses.

Neste momento de tristeza para os comunistas, revolucionários e progressistas de todo o mundo, o PCP presta homenagem à sua excepcional figura de patriota e de revolucionário comunista evocando o exemplo de uma vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo em que, com os seus companheiros de armas, numa epopeia que passou por Moncada e pela heróica guerrilha da Sierra Maestra, libertou Cuba de uma cruel ditadura e que, enfrentando a agressão e o bloqueio dos EUA, uniu e mobilizou a energia criadora dos trabalhadores e do povo na construção de uma nova sociedade liberta da exploração e da opressão imperialista, uma sociedade socialista, solidária com a luta libertadora de todos os povos do mundo. A luta, a acção e a palavra inspirada de Fidel animaram e continuarão a animar a luta das forças progressistas e revolucionárias de todos os continentes.

Fidel deixa-nos num momento em que, depois de importantes avanços de soberania e progresso social na América Latina e Caraíbas, inseparáveis do exemplo e da solidariedade internacionalista de Cuba, o imperialismo e a reacção passaram à contra-ofensiva, procurando a todo o custo reverter conquistas e recuperar posições perdidas. Mas é nossa profunda convicção de que, confiando no papel das massas populares e da sua luta organizada, e inspirados pelo exemplo de Fidel e da Revolução Cubana, os projectos imperialistas serão derrotados.

A melhor forma de honrar a memória do camarada Fidel Castro, é prosseguir a luta pelos ideais e o projecto a que se consagrou até ao fim da sua vida, é fortalecer a solidariedade com Cuba e a sua revolução socialista exigindo o incondicional respeito pela soberania da Ilha da Liberdade, o imediato fim do criminoso bloqueio norte-americano e a restituição ao povo cubano de Guantanamo.

Fidel Castro4

 

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Fidel Castro12

 

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2016
As catástrofes e a luta de classes ou Furacões em tempos de cólera

Mapa America Central_4

 

O número de mortos provocado pelo furacão Matthew, o mais poderoso desde 2007, varia de estimativa para estimativa.

Certo é que o número de vítimas mortais ascende a mais de um milhar.

Nenhuma delas é cubana.

(...)

Um Estado – como o Haiti – ao serviço dos grandes grupos económicos, da corrupção, do crime organizado, nas mãos do capitalismo transnacional é bem tratado na comunicação social, ou nem mencionado, mas o seu povo sucumbe à cólera do capitalismo.

Um Estado – como Cuba – ao serviço das pessoas, dos trabalhadores, constantemente criticado pela comunicação social dominante, salva o seu povo da miséria e da morte com a construção do socialismo. Distam cem quilómetros um do outro.

(...)

Ficará ao critério de cada um julgar por que não é notícia igual um milhar de mortos, onde quer que tombem, tal como ficará ao critério de cada um julgar por que motivo o facto de Cuba resistir de forma tão humana às forças da natureza, quanto firme resiste às forças do império norte-americano, nunca é notícia.

Os povos da República Dominicana, Haiti e Cuba têm nas suas mãos a reconstrução das suas vidas, das suas casas, das suas cidades, aldeias e vilas. A grande diferença é que os cubanos não perderam vidas para esse recomeço e tiveram, antes e depois do furacão, um Estado ao seu serviço, das pessoas.

 

Cuba furacao Matthew 2016-10

(...)

O balanço da catástrofe e o seu tratamento mediático remetem-nos para duas considerações:

1 – O Haiti, ainda não refeito do terremoto de 2010 que provocou cerca de 200 000 mortos, submetido a bloqueios, ingerências e pressões do imperialismo, na prática ocupado militarmente, com um povo condenado à pobreza extrema, foi arrasado pelo poderoso furacão. Os mortos são já mais de mil, terão sido afectados 1,3 milhões de pessoas e a cólera alastra entre a população daquele país. A vizinha República Dominicana, apesar de não atingida directamente, contou com quatro mortes e dezenas de comunidades isoladas. Os EUA atingidos já na fase de enfraquecimento do Matthew (nível 3 e 2) registaram 20 mortos e centenas de milhares de afectados e deslocados.

Cuba foi atingida directamente pelo Matthew com o mesmo grau de intensidade do Haiti (4). Ventos de 220 Km/h, chuvas torrenciais e marés de tempestade afectaram sobretudo a província de Guantánamo. Apesar de avultadíssimos estragos e de 73 000 pessoas evacuadas, as vítimas mortais foram… Zero! Não há registo de epidemias, dois dias depois as comunicações estavam repostas. As razões de tão radical diferença residem no exemplar sistema de preparação, evacuação, socorro e reparação cubano (com a participação das forças armadas) e, apesar das dificuldades, na solidez das construções. Mais uma vez Cuba socialista demonstra a sua organização e capacidade para proteger os seus cidadãos.

(...)

Até as catástrofes têm um sentido de classe!

AQUI

 

Furacão Matthew1 2016-10

(...)

Ou seja, o país onde se registaram 98 por cento das vítimas mortais recebeu menos atenção mediática do que o país onde se registou um por cento do total de mortos.

(...)

Em 2010, perante o Comité de Negócios Estrangeiros do Senado dos EUA, Bill Clinton assumiu a responsabilidade pela destruição da economia haitiana. O ex-presidente reconheceu que ao forçar o Haiti a levantar as barreiras à importação de arroz conduziu o país caribenho a uma dependência alimentar absoluta: «Os países ricos que produzem muita comida deviam vendê-la aos países pobres, libertando-os desse fardo. Foi bom para os agricultores do Arcansas, mas foi um erro. Terei de viver todos os dias com as consequências de ter destruído a capacidade do Haiti se alimentar». Durante duas décadas, o Haiti foi proibido de subsidiar a própria agricultura e forçado a substituir o arroz por frutas tropicais. A NAFTA, a adesão à Organização Mundial de Comércio e o fim da lei Glass-Steagall foram os últimos pregos no caixão da economia haitiana, agora votada aos caprichos do capitalismo estado-unidense.

(...)

O que a devastação do Matthew revela é a natureza da «reconstrução» após o terramoto de 2010.

No livro «Haiti depois do Terramoto», os investigadores Bill Quigley e Amber Ramanauskas provaram que o principal destino das doações foram os governos dos EUA e de outros países. Para cada dólar enviado, 33 cêntimos regressaram aos governos «dadores» através, por exemplo, de rubricas militares e outros 42 cêntimos foram absorvidos por ONG. Só 25 cêntimos se destinaram a ajuda humanitária e nem um cêntimo foi direccionado para o Estado haitiano. A título de exemplo, a ONU dedica anualmente 23,5 milhões de dólares para combater o surto de cólera que a própria ONU criou. Em contrapartida, gasta anualmente 650 milhões de dólares para manter a presença militar que criou o surto de cólera. Tinha razão o embaixador dos EUA no Haiti quando, após o terramoto, escreveu que «começou a febre do ouro». Malhas que o império tece.

(sublinhados meus)

 


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Domingo, 26 de Julho de 2015
26 de Julho de 1953 – Assalto ao Quartel Moncada

Moncada1

O assalto ao quartel Moncada, em Santiago de Cuba, e ao quartel de Cespedes, Bayamo, foi uma das primeiras tentativas de acabar com a ditadura de Fulgêncio Batista.

Um grupo de patriotas liderado por Fidel Castro planeia apoderar-se das armas, armar a população e derrubar o governo.

A acção falhou e os revoltosos sobreviventes são encarcerados.

Levado a julgamento, Fidel faz a própria defesa: argumenta com a necessidade de acabar com a ditadura que oprime o povo e termina com a célebre frase «A história me absolverá».

Em 1955 os presos políticos são amnistiados e exilam-se no México, onde formam o Movimento 26 de Julho.

Regressam a Cuba em Dezembro de 1956, a bordo do iate Granma e dão início à guerrilha contra o regime a partir da Sierra Maestra.

A Revolução triunfa em 1 de Janeiro de 1959.

 

Moncada 1955

«(...)

Citarei apenas frases e parágrafos curtos de meus depoimentos no julgamento realizado em 16 de outubro de 1953:

"600 mil cubanos estão sem trabalho."

"500 mil camponeses trabalham quatro meses por ano e passam fome no restante."

"400 mil trabalhadores industriais e braçais cujas pensões estão desfalcadas, cujas moradias são os infernais quartinhos dos cortiços, cujos salários passam das mãos do patrão às do vendeiro, cuja vida é o trabalho perene, e cujo descanso é a tumba."

"10 mil profissionais jovens: médicos, engenheiros, advogados, veterinários, pedagogos, dentistas, farmacêuticos, jornalistas, pintores, escultores etc. saem das escolas com seus diplomas, ansiosos por luta e cheios de esperança, para ver-se num beco sem saída, com todas as portas fechadas."

"85 por cento dos pequenos agricultores cubanos estão pagando arrendamentos e vivem sob a constante ameaça do desalojamento de seus lotes."

"200 mil famílias camponesas não têm um pedaço de terra onde semear alimentos para seus filhos famintos."

"Mais da metade das melhores terras de produção cultivadas está em mãos estrangeiras."

"Cerca de 300 mil 'caballerías' (mais de três milhões de hectares) permanecem sem cultivar."

"Dois milhões e duzentas mil pessoas de nossa população urbana pagam aluguéis que consomem entre um quinto e um terço de seus rendimentos."

"Dois milhões e oitocentas mil pessoas de nossa população rural e suburbana não têm luz elétrica."

"Às escolinhas públicas rurais comparecem, descalças, seminuas e desnutridas, menos da metade das crianças em idade escolar."

"90 por cento das crianças do campo estão cheias de vermes."

"A sociedade permanece indiferente diante do assassinato em massa de milhares e milhares de crianças que, todos os anos, morrem por falta de recursos."

"Entre os meses de maio e de dezembro, um milhão de pessoas se encontram sem trabalho em Cuba, com uma população de cinco milhões e meio de habitantes."

"Quando um pai de família trabalha quatro meses por ano, com que poderá comprar roupas e medicamentos para seus filhos? Crescerão raquíticos, aos 30 anos não terão um dente saudável na boca, terão ouvido dez milhões de discursos, e no final morrerão de miséria e decepção. O acesso aos hospitais públicos, sempre repletos, só é possível mediante a recomendação de um magnata político, que exigirá do infeliz seu voto e o de toda a sua família, para que Cuba continue sempre igual ou pior."

(...)»

Cuba 1959

 

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O 26 de Julho é comemorado como o Dia da Rebeldia Nacional.

 


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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2015
Exaltante desafio socialista

Mapa Cuba Wiki

 Entrevista ao jornal  "Avante!" de José Capucho, Membro do Secretariado do CC, sobre a visita de uma delegação de estudo do PCP a Cuba

 

«Garantir o futuro socialista de Cuba é o objectivo apontado pelo Partido Comunista de Cuba e partilhado pelo Governo, pelo povo e pelas organizações de massas cubanas. Recentemente uma delegação de estudo do Partido Comunista Português deslocou-se a Cuba. A visita permitiu aprofundar o conhecimento sobre a situação no país e confirmou o exaltante desafio socialista em curso.»

 

Escudo Cuba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Salim Lamrani desmascara Yaoni Sánchez

     A propósito de Yaoni Sánchez - a bloguista, dita dissidente, cubana cuja visita ao Brasil tem sido marcada por protestos e manifestações de apoio ao regime cubano - recorde-se o que AQUI se escreveu neste blog já lá vão quase dois anos.

Garanto que vale mesmo a pena reler a entrevista de Salim Lamrani, Professor na Sorbonne IV, jornalista, especialista em relações Cuba-EUA.

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publicado por António Vilarigues às 14:09
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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
O terrorismo cubano...

Pedro Méndez Suárez,Rebelión de 18 de Agosto

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Tio Sam: TERRORISTA!

Cubano: Será pelo terror que vocês têm à nossa independência?!

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 15 de Agosto de 2010
A marinha dos EUA e a Costa Rica

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 9 de Agosto

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- Dizem que vieram consumir... perdão... combater a droga...

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«Ângelo Alves manifestou ainda a «extrema preocupação» com que o PCP acompanha os diversos focos de tensão que caracterizam a actual situação internacional. Que, lembrou, «são indissociáveis da política de ingerência e militarismo dos EUA e da NATO».

 

Entre eles, o dirigente comunista destacou, «no Extremo Oriente, as recentes manobras militares sul-coreanas e dos EUA nos mares Amarelo e do Japão»; na América Latina, as «provocações à Venezuela, a reactivação da IV Esquadra dos EUA, a instalação de inúmeras bases militares norte-americanas na Colômbia e outros países da região e as ocupações militares de facto do Haiti e da Costa Rica e o golpe de Estado nas Honduras»; e, no Médio Oriente, as «provocações israelitas na linha azul entre o Líbano e Israel», a política de terrorismo de Estado de Israel contra o povo palestiniano ou contra aqueles que com ele se solidarizam e a «extremamente perigosa» escalada contra o Irão a pretexto do alegado perigo nuclear.»

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«Foi ainda desse «sacrifício» que nasceu há 50 anos o criminoso bloqueio a Cuba e, há um ano, o golpe fascista nas Honduras e, mais recentemente, a ocupação da Costa Rica e as sucessivas provocações contra os povos que na América Latina decidiram ser donos do seu próprio destino. E por aí fora, numa sucessão de «sacrifícios» que deixa atrás de si um rasto de destruição e morte – a barbárie.»

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:01
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
A marinha dos EUA e os povos do Caribe

Pedro Méndez Suárez, Rebelión de 9 de Agosto

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- Impressionados? Não me parece... Senhor Presidente!

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Para Ler:

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:10
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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010
BP: Do Irão (1953) ao Golfo do México (2010)

, Rebelión de 5 de Agosto

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«Desde que em 20 de Abril uma das suas plataforma de exploração petrolífera explodiu no Golfo do México que a BP tem vindo a ocultar a real dimensão e os contornos do sucedido.

Esta semana, um funcionário da companhia veio confirmar que a empresa foi alertada atempadamente para a existência de falhas no equipamento mas ignorou o aviso. Simultaneamente, um documento interno da British Petroleum, divulgado por um eleito democrata na Câmara de Representantes dos EUA, calcula em quase 100 mil o total de barris de petróleo que diariamente contaminam as águas e a costa norte-americana.

Inicialmente, a BP falou em mil barris. Depois aumentou para 5 mil. Mas as estimativas da multinacional pecam sempre por defeito, referiu Ed Markey, presidente da subcomissão de energia e meio ambiente.

Entretanto, e em face da catástrofe que ameaça todos os estados norte-americanos do Golfo do México e parece, não se deter, o governo de Cuba decidiu antecipar a chegada da maré negra às costas da ilha tomando as medidas possíveis de contenção da mancha negra

Para Ler, Ver e Ouvir:

«Hace sesenta años, BP se llamaba Anglo-Iranian Oil Co. (AIOC, por sus siglas en inglés). Un gobierno iraní popular y progresista había pedido a la AIOC, un monopolio en su mayor parte de propiedad británica, que compartiera más de sus ganancias del petróleo iraní con el pueblo de Irán. La AIOC se negó, lo que provocó que Irán nacionalizara su industria petrolera. Esto no le cayó bien a Estados Unidos, por lo que la CIA organizó un golpe de Estado contra el Primer Ministro Mohammed Mossadegh. Luego de que fuera derrocado, la AIOC cambió su nombre a British Petroleum, recuperó gran parte de su monopolio y a los iraníes se les impuso la cruel dictadura del Shah de Irán, sembrando la semilla de la revolución iraní de 1979, la subsiguiente “crisis de los rehenes” y el conflicto político que atormenta a Irán hasta nuestros días

Este é o já conhecido vídeo em que se vê Frank Carlucci falar de pasta dentífrica envenenada e do assassinato de Lumumba (a partir dos 6m 18s).

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
CUBA, SEMPRE!
Robert García, Rebelión de 26 de Julho
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Rebelión:

Crónica da intervenção de José Ramón Machado Ventura, primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, ontem dia 26 de Julho, aniversário do assalto ao quartel Moncada:

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Sábado, 24 de Julho de 2010
Os «presos políticos»

A decisão do Estado cubano de libertar cidadãos julgados, condenados e presos em Cuba teve uma grande visibilidade mediática. Mas, em vez da verdade, foram as mentiras, a ocultação de factos e as acusações gratuitas contra Cuba que marcaram o tom das notícias veiculadas pelos media dominantes. Mais uma vez, como em tantas outras, o que se pôde ler nos jornais europeus tem muito pouco de notícia e muito de operação de desinformação e intoxicação ideológica.

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Terça-feira, 15 de Junho de 2010
O que é mais perigoso? A maré negra do petróleo ou a chuva negra da desinformação?

Desenho de Tomy

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Já não se sabe o que é mais perigoso: a maré negra do petróleo ou a chuva negra da desinformação.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010
O Tio Sam e o petróleo no mar do Caribe

Derrame de petróleo en el Mar Caribe - Desenho de Pedreira

Para Ler, Ver e Ouvir:
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
Cuba: «Oposição interna»

Desenho de Lacoste

-

Tio Sam: Ainda que fictícia, consegui fabricar uma oposição interna para Cuba.

União Europeia: E, pelo que vejo, cada um tem o seu preço!

Para Ler:

«Un yemení detenido en la prisión militar estadounidense de Guantánamo fue encontrado muerto el lunes por la noche en su celda en lo que las autoridades calificaron como un "aparente suicidio". (...) De confirmarse que la muerte de este yemení ha sido un suicidio, no sería éste el primer caso. Desde su creación en enero de 2002, en la base naval estadounidense se han producido otros tres suicidios y más de 40 intentos por 25 presos (...)»

«Em dez meses suicidaram-se no Estabelecimento Prisional de Custóias, no Porto, sete presos, tantos quantos os que, em todo o ano passado, se mataram nas 50 cadeias do país

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 1 de Maio de 2010
Salim Lamrani desmascara dissidente Cubana

A entrevista de Salim Lamrani, Professor na Sorbonne IV, jornalista, especialista em relações Cuba-EUA com Yoani Sanchez, uma dissidente cubana com lugar reservado nos media hegemónicos ocidentais, é esclarecedora. As suas palavras nesta entrevista explicam por que foi tão meteórica a sua ascensão e a promoção que tem.

Qualquer comentário é desnecessário...

Yoani Sánchez é a nova personalidade da oposição cubana. Desde a criação de seu blog, Generación Y, em 2007, obteve inúmeros prêmios internacionais: o prêmio de Jornalismo Ortega y Gasset (2008), o prêmio Bitacoras.com (2008), o prêmio The Bob's (2008), o prêmio Maria Moors Cabot (2008) da prestigiada universidade norte-americana de Colúmbia. Do mesmo modo, a blogueira foi escolhida como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo pela revista Time (2008), em companhia de George W. Bush, Hu Jintao e Dalai Lama.

Seu blog foi incluído na lista dos 25 melhores do mundo do canal CNN e da Time (2008). Em 30 de novembro de 2008, o diário espanhol El País a incluiu na lista das 100 personalidades hispano-americanas mais influentes do ano (lista na qual não apareciam nem Fidel Castro, nem Raúl Castro). A revista Foreign Policy, por sua vez, a considerou um dos 10 intelectuais mais importantes do ano, enquanto a revista mexicana Gato Pardo fez o mesmo para 2008.

Esta impressionante avalanche de distinções simultâneas suscitou numerosas interrogações, ainda mais considerando que Yoani Sánchez, segundo suas próprias confissões, é uma total desconhecida em seu próprio país. Como uma pessoa desconhecida por seus vizinhos - segundo a própria blogueira - pode integrar a lista das 100 personalidades mais influentes do ano?

Ler Texto Integral

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Domingo, 5 de Julho de 2009
A propósito do golpe de estado nas Honduras

    Raúl Castro denuncia as tentativas de golpes de estado contra os países que fazem parte da ALBA

(...)

Pensamos que no puede haber negociación alguna con los golpistas, ni condicionamiento o exigencia de ningún tipo al gobierno legítimo del Presidente Zelaya.

Se decide allí el conflicto entre las aspiraciones del pueblo por un futuro mejor y los intereses de sectores oligárquicos empeñados en perpetuar un orden injusto e insostenible. Es un conflicto que trasciende las fronteras de Honduras y una expresión del peligro de regreso al pasado de dictaduras militares que, con el apoyo del gobierno de los Estados Unidos, en un pasado muy reciente aterrorizaron durante décadas a los pueblos latinoamericanos, y muy especialmente a los de Centroamérica y el Caribe, pero sin ninguna exclusión prácticamente.

Recordemos los intentos más recientes: Bolivia con Evo amenazada por el separatismo. Los gobiernos amigos acudieron en su defensa, desempeñaron su papel, detuvieron esa variedad de agresión contra un país soberano y un presidente que por primera vez representa a los nacidos en este continente que más han sobrellevado sobre sus hombros la carga de la explotación (aplausos).

Antes fue con Chávez, el doble golpe, el típico golpe de Estado y al sacudir el pueblo y reponer en su lugar al presidente Chávez, el golpe petrolero que le costó miles de millones de dólares a Venezuela.

Y ahora con Zelaya en Honduras. No sé si será casualidad que los tres mencionados forman parte de la naciente ALBA, que aunque no lo digan preocupa a muchos.

Solo estos tres ejemplos demuestran que las oligarquías y las fuerzas exteriores que la acompañan tiene aún muchos resortes para frenar la historia.

Me pregunto qué harán con Correa en el Ecuador. Me temo que sea el próximo candidato y la próxima reunión del Grupo de Río sea para felicitar a Correa porque tuvo éxito en la defensa de su país y de su proceso revolucionario (aplausos).

He mencionado sólo unos pocos países, podría mencionar otros más que pertenecen al ALBA. Por eso el golpe de Estado fascista contra el Presidente Zelaya es una afrenta contra todos los pueblos y gobiernos de América Latina y del Caribe, y no puede quedar impune. Sus autores tendrán que asumir la responsabilidad por los crímenes y atropellos que han tenido lugar en esa hermana nación.

(...)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Discurso do Presidente das Honduras, Manuel Zelaya, na ONU

   «Manuel Zelaya Presidente Constitucional de la Republica de Honduras habla ante la Organizacion de Naciones Unidas, sobre el golpe de estado perpetuado en su contra e informa que estará regresando a su país para tomar posesión del cargo que le fue otorgado legítimamente por el pueblo».

Discurso completo:


 

Venezuela Televisión (incompleto):

 

Outros vídeos da Venezuela Televisión:

Quais são as verdadeiras razões do golpe de estado nas Honduras?

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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O golpe de estado nas Honduras

    O PCP condena firmemente o golpe de estado consumado nas Honduras no domingo, 28 de Junho, visando impedir a livre expressão política do povo hondurenho e liquidar o processo democrático em curso no país. Expressa a sua solidariedade com a resistência e a crescente mobilização dos trabalhadores, das massas populares e das forças democráticas e progressistas hondurenhas pelo imediato restabelecimento da legalidade democrática naquele país da América Central.

                                                                                                           


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