TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
ACES Dão Lafões: Despacho põe em causa a prestação de cuidados de saúde à população

centro_saude_2012

O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República teve conhecimento de que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões publicou, no passado dia 14, o despacho nº 22/DE/2017 relativo a transporte de pessoal - domicílios de enfermagem e médicos, no qual são dadas orientações sobre transporte do pessoal para a realização destes serviços.

O “Despacho” assinado pelo Director Executivo do ACES Dão Lafões define critérios economicistas e contrários ao interesse da população alvo e ao bom desempenho das equipas que asseguram este reconhecido serviço público, para impor a  “imediata suspensão dos domicílios preventivos” em táxis ou viaturas oficiais.

Para a utilização das viaturas, determinou o escalonando da prioridade da sua utilização por esta ordem:  a) “viatura de serviço sem motorista; b) viatura de serviço com motorista; c) viatura própria e d) táxi apenas excepcionalmente, quando fundamentado e solicitado com uma antecedência mínima de 10 dias úteis sobre a data da prestação de cuidado”.

Estas incompreensíveis orientações são sustentadas no facto de a “verba orçamentada por parte da ARSC IP, para este ACES, para o ano de 2017 [ser] de 70.000,00 €” e de haver a previsão de que esta se esgote no final do corrente mês”.

Ler texto integral

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:40
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015
SNS: A drenagem dos recursos do Estado para os bolsos do grande capital

dinheiro_euros_reuters

De facto, segundo informações vindas a público, enquanto os serviços públicos de saúde vão sendo sangrados dos necessários recursos e condições:

  • No último ano, foram abatidas 689 camas nos serviços públicos de saúde;
  • Os serviços de saúde privados revelam já uma capacidade de internamento igual a cerca de metade da que existe no Serviço Nacional de Saúde (mais de 9000 camas);
  • Por ano, internam 200 000 doentes, fazem 13 por cento das urgências (cerca de um milhão) e 30 por cento das consultas (mais de cinco milhões) de todo o País, facturando à volta de 1,5 mil milhões de euros;
  • Segundo a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada estima-se que o sector privado conte já com 150 unidades de saúde com categoria de hospital (50 dos quais com serviço de internamento);
  • Entre os maiores grupos de saúde do País está a José Mello Saúde, com 1430 camas, a ES Saúde com 1179, a Lusíadas Saúde com 740 e o Grupo Trofa Saúde com mais de 500 camas, que, esta semana, abriu mais um hospital privado – o Hospital Privado de Gaia, com 100 camas, 73 consultórios e 35 salas de exames e tratamentos.

Para o grande capital, os lucros; para os trabalhadores e o povo, os custos.

Custos que também significam inacessibilidade, falta de assistência e morte.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:31
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 12 de Outubro de 2014
Processo de privatização da saúde

Dinheiro_coins_banknotes

A saúde transformou-se num grande negócio para os privados que hoje já são responsáveis por cerca de 50% das unidades de saúde em Portugal.

Formaram-se 4 grandes grupos, com mais de 20.000 trabalhadores neste momento.

 

José de Mello Saúde

24 unidades, entre as quais 5 hospitais (2 PPP) e 14 clínicas.

 

BES/Saúde

18 unidades, entre as quais 8 hospitais (1 PPP) e 10 clínicas.

 

HPP, agora privado e a chamar-se Lusíadas Saúde   

9 unidades, entre as quais 6 hospitais (uma PPP) e três clinicas

 

Trofa Saúde      

7 unidades, entre as quais 6 hospitais e um Instituto de Radiologia.

 

São mais de 60 unidades, uma facturação de 1 500 milhões de euros/ano, 83% do mercado.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 06:02
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sábado, 11 de Outubro de 2014
Uma das linhas de ataque que maiores prejuízos podem trazer ao SNS

SNSaúde.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

 

 

Entre 2010 e 2013 (4 anos), reformaram-se 2 103 médicos, sendo que:

  • 1 050 são de Medicina Geral e Familiar,
  • 25 de Saúde Pública
  • 1 028 da área hospitalar.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 05:28
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quarta-feira, 8 de Outubro de 2014
A saúde em Portugal durante a ditadura e os ganhos em obtidos com o SNS

centro_saude_2012hospital1.jpg

 

Em 1971 a despesa nacional com a saúde representava 2,6% do PIB e a grande maioria da população não tinha acesso aos cuidados de saúde. Era o tempo das Misericórdias onde a prestação de cuidados era gratuita mediante a apresentação de atestado de pobreza e dos postos da “Caixa” criados pelos regimes de segurança social das diversas actividades económicas e profissionais. E apenas acessíveis aqueles que descontavam para a “Caixa”.

Alguns indicadores de saúde expressam bem a realidade daquela época e a realidade actual.

  • A taxa de mortalidade perinatal, o número de óbitos fetais de 28 ou mais semanas de gestação e óbitos de nados-vivos com menos de 7 dias de idade, era em 1960 de 42,2 por mil e em 2012 baixou para 4,2 por mil.
  • A taxa de mortalidade neonatal, número de óbitos de crianças com menos de 28 dias de idade, era em 1960 de 28 por mil e em 2012 baixou para 2,2 por mil.
  • A taxa de mortalidade infantil, número de óbitos de crianças com menos de 1 ano de idade, era em 1960 de 77,5 por mil e em 2012 baixou para 3,4 por mil.
  • A taxa de mortalidade materna, número de óbitos de mulheres devido a complicações da gravidez, do parto e de puerpério, era em 1960 de 115,5 por 100 mil e em 2012 baixou para 4,5 por 100mil.
  • Os novos casos de tuberculose por 100mil habitantes eram em 1960 de 194,5 e em 2011 baixaram para 22,6.
  • A esperança de vida à nascença, número médio de anos que uma pessoa à nascença pode esperar viver, era em 1970 de 67,1 anos e em 2011 aumentou para 79,8 anos.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
SNS: Números que falam por si

  Números que revelam bem as potencialidades do Serviço Nacional de Saúde, bem como a dimensão do ataque a que tem vindo a ser sujeito:

  • 1 600 000 utentes sem médico de família;
  • entre 2007 e 2012, a despesa pública com a saúde diminuiu 8,6 por cento, enquanto a despesa das famílias aumentou 13,9 por cento. As famílias portuguesas gastam hoje 5,2 por cento do seu orçamento familiar com a saúde, enquanto a média nos países da OCDE é de 3,2 por cento.
  • as famílias suportam de forma directa cerca de 30 por cento das despesas com saúde;
  • os quatro grandes grupos privados de saúde (BES Saúde, José de Mello Saúde, Lusíadas Saúde e Trofa Saúde) controlam 83 por cento do chamado «mercado de saúde», que representa qualquer coisa como 1500 milhões de euros/ano, e mais de metade das unidades de saúde do País, das quais 23 são hospitais;
  • parte substancial das receitas destes grupos são garantidas pelo Estado, através do regime convencional, das PPP ou de subsistemas como a ADSE. No caso do BES/Saúde, atinge os 50 por cento;
  • nos últimos quatro anos, os cortes no sector atingiram os 1667 milhões de euros. Anulando-se o efeito do aumento dos preços, isto significa uma redução real de 2398 milhões.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:00
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
DEBATE - 35 anos do Serviço Nacional de Saúde

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 22 de Julho de 2014
Por todo o país as populações protestam

      Por todo o país as populações protestam em defesa dos serviços públicos, usando as mais diversas formas de luta!

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:05
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 15 de Julho de 2014
A despesa pública com a saúde em Portugal é muito inferior à média dos países da OCDE

«Apesar de no estudo anterior termos analisado, embora muito sintéticamente, o ataque do governo ao SNS através de cortes brutais no financiamento, neste estudo vamos voltar de novo aos problemas da saúde. E isto porque interessa desmontar mais uma mentira utilizada pelo governo, já que ela é usada para enganar a opinião pública e assim justificar aquele ataque. E essa mentira é que a despesa pública com a saúde em Portugal é superior à dos outros paises, sendo excessiva e mesmo incomportável.

Nessa manipulação da opinião pública substitui-se, muitas vezes, a despesa pública com a saúde pela despesa total com saúde que são duas coisas diferentes, embora possa passar despercebida, pois a despesa total inclui a despesa pública mais a despesa privada, e esta última é paga diretamente pelo cidadão do seu bolso quando vai a um médico privado ou a um hospital privado.»

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
A destruição do SNS pelo governo e a luta dos médicos em sua defesa

«Numa altura em que os médicos recorreram à greve para defender o SNS e os seus direitos, interessa recordar (até para que possa ficar claro para todos portugueses a razão da luta dos médicos), a forma como este governo, através do seu ministro da saúde, tem procurado destruir, de uma forma silenciosa, o SNS, através de cortes brutais no seu financiamento e no dos hospitais públicos. Ao mesmo tempo que faz isto tem-se revelado um "mãos largas" no financiamento dos grupos económicos privados (Espírito Santo Saúde, José Mello e o grupos brasileiro AMIL que adquiriu os Hospitais Privados à CGD, quando o governo privatizou a área de saúde da "Caixa") grupos esses que já controlam uma parte importante do serviço público de saúde.

O quadro 1, construído com dados oficiais constantes da "Síntese da execução orçamental" divulgada mensalmente pelo Ministério das Finanças e do OE-2014, mostra com clareza a fúria destruidora deste governo contra tudo que é público.»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:13
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 27 de Junho de 2014
35 anos de Serviço Nacional de Saúde
-

No ano em que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) completa 35 anos da sua existência, defender esta importante conquista de Abril é um imperativo nacional. Só assim é possível garantir, no presente e no futuro, o acesso de todos os portugueses ao cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação, independentemente da sua condição económica. As extraordinárias realizações do SNS na melhoria das condições de Saúde da população são fruto da capacidade técnica, do brio e da consciência democrática dos seus profissionais e da sua identificação com os interesses do povo.

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:27
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
A política de saúde deste Governo "mata"
-

As causas destas consequências, ao invés do que o Governo pretende fazer crer, não se devem a um qualquer objectivo sério de reorganização do SNS. Ao mesmo tempo que vozeiam declarações sobre a sua dedicação à defesa do SNS e dos serviços públicos de saúde, o Governo aplica a política criminosa que acelera o seu desmembramento progressivo por via do encerramento de serviços e da asfixia financeira, o que, consequentemente conduzirá à falência funcional das instituições de saúde levando ainda mais portugueses à negação do direito à prestação de cuidados e sujeitos a uma política que os condena a uma morte prematura.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:37
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Infeliz é que o Paulo Macedo seja Ministro...

   Gostava de ter escrito ISTO:

«(...)

Porque não é engano dos serviços quando enviam uma conta a um doente crónico (com, por exemplo, doença de Crohn, colite ulcerosa, diabetes) – é a lei.

Não é engano dos serviços quando os exames ultrapassam os três por ano ou as consultas na especialidade para a dita doença crónica – é a lei.

Não é engano quando um agregado familiar vive com 612 euros por mês e paga taxas moderadoras de 7,75 euros se um deles for ao hospital a uma consulta pela qual esperou seis meses – é a lei.

(...)

Não é por uma infelicidade, por uma má interpretação, por um acaso.

É porque o senhor Ministro da Saúde e os restantes companheiros do Governo fazem leis e políticas que, objectiva e concretamente – MATAM.»

-

Publicado neste blogue:

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:25
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 26 de Junho de 2013
A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (16)
  • O investimento público na saúde situa-se muito abaixo da média da OCDE. Entre 2005 (8.998 milhões de euros) e 2013 (7.159,6 milhões de euros) há uma diferença para menos de 20,4%.

  • Em Portugal os privados já detêm entre 40 e 50% das unidades de saúde.

  • Os 4 maiores grupos de saúde privados em Portugal já facturaram em 2012 mais de 1000 milhões de euros, quando em 2009 tinham facturado cerca de 700 milhões de euros.

  • Mais de metade das unidades privadas de saúde estavam sem licenciamento. Num total de mais de 12 mil clínicas, consultórios e centros de saúde, 6.831 estão registadas, mas não têm licença, segundo dados da Entidade reguladora.

  • Dos 5.800 consultórios médicos, apenas 300 tinham tratado do licenciamento e das 47 unidades com internamento ou bloco operatório nenhuma está a funcionar com licença.

  • De acordo com o rácio recomendado pela OMS em Portugal faltavam mais de 1.000 médicos de família e 13.000 enfermeiros de família.

  • Em quatro anos (entre 2009 e 2012) deixaram o SNS mais de 600 chefes de serviço e reformaram-se mais do dobro dos médicos do que indicavam as projecções. Previam 879 e reformaram-se 2.255 (2,5 vezes mais). O ano pior foi o de 2011 em que previam 226 e saíram 679.

  • Nos dois primeiros meses de 2013, os Centros de Saúde realizaram menos 312.238 consultas (-5,9%) em comparação com o mesmo período de 2012.

  • Em 2012 os Centros de Saúde realizaram menos 1.446.882 (-4,7%) comparativamente com o ano anterior.

  • A previsão é que este ano se possa ter menos 1,5 milhão de consultas.

  • Em 2016 teremos 80% dos médicos de medicina geral e familiar com mais de 55 anos.

  • Mais de 1 milhão de utentes sem médico de família.

  • Em 2010, 6 em cada 10 portugueses foram à urgência. Em França, menos de 3 em cada 10. Em Inglaterra, 1 em cada 10.

  • Em 2008, de acordo com os dados oficiais, cada urgência num hospital do SNS custava em média 130 euros.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:47
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012
O processo de privatização dos Cuidados de Saúde Primários
-

1 - A decisão do Ministro da Saúde de constituir um grupo de trabalho, mais um, com o objectivo de «analisar as condições de abertura do modelo C de Unidades de Saúde Familiar (USF), a título experimental ao sector social e cooperativo», vem confirmar o que desde de 2006, ano em que foi anunciada por Correia de Campos a «Reforma dos Cuidados de Saúde Primários (CSP)», o PCP tem vindo a denunciar – a dita reforma, utilizando motivos de justo descontentamento das populações e dos profissionais nos CSP, e parecendo pretender dar satisfação a algumas das suas reivindicações, insere-se nas dinâmicas dos planos do grande capital que visam, de facto, a concretização do mesmo processo de mercantilização e privatização da saúde.

-

-

NOTÍCIAS:

  • Segundo dados recolhidos pela Agência Lusa (12.07), o distrito de Viseu perdeu um total de 480 serviços públicos, entre 443 escolas, 15 postos de correios, 11 extensões de saúde e 1 blocos de parto. Em breve deverá perder nove tribunais, no âmbito da reorganização do mapa judiciário.

Profissionais da saúde emigram

  • Todos os dias, uma média de dez profissionais de enfermagem solicita à Ordem dos Enfermeiros a documentação necessária para trabalhar no estrangeiro.

  • Em 2009 foram registados 609 pedidos deste tipo, número que subiu para 1030 em 2010 e para 1724 em 2011. Este ano, já deram entrada 1072 requerimentos.

  • A Ordem dos Enfermeiros responsabiliza as políticas de emprego público por esta sangria de profissionais que fazem falta ao País, salientando que as unidades de saúde necessitam de 10 a 15 mil enfermeiros.

  • Também a Ordem dos Médicos assinala que «há cada vez mais médicos a irem trabalhar para outros países porque, infelizmente, não lhes são oferecidas condições mínimas para se manterem em Portugal».

  • José Manuel Silva, bastonário da Ordem do Médicos, afirma que há um «recrutamento activo por parte de países europeus de médicos portugueses». «Formamos técnicos altamente qualificados que ficam muito caros ao país, são necessários aos doentes e são obrigados a emigrar para outro país por força da política de destruição do SNS desenvolvida por este Governo». (Lusa, 13.11)

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:27
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012
Políticas assassinas

Oferta do blog Renascer

-

(...)

O parecer do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (...) deve envergonhar quem o produziu porque defende a limitação da utilização dos medicamentos necessários ao tratamento de algumas doenças graves, com o argumento de que nem todos os portugueses devem ter acesso a todos os tratamentos.

O que o presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, disse, por mais que agora procure contornar, foi que os medicamentos mais caros, independentemente da sua eficácia, não devem ser utilizados no tratamento de algumas doenças, sendo os parâmetros dessa utilização definidos em função da idade e do tempo de vida expectável para o doente.

(...)

(...) o que o parecer defende é claramente a divisão dos portugueses em dois grupos: os que têm dinheiro para ter acesso a todos os cuidados de saúde e aqueles que não têm possibilidades financeiras, a grande maioria dos portugueses, para quem fica reservado um serviço público com serviços mínimos.

(...)

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 16:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
Serviço Nacional de Saúde

Oferta do blog Renascer

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:23
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 8 de Junho de 2012
Vila Nova de Paiva: Valeu e vale a pena lutar!

-

O Núcleo de Vila Nova de Paiva da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu há muito vem travando uma luta reclamando a colocação de mais médicos no nosso Centro de Saúde local.

Nesta luta, em que tem participado uma grande parte da população deste concelho, deslocámo-nos à sede do Agrupamento de Centros de Saúde Dão Lafões II em Vouzela, concentrámo-nos junto ao Centro de Saúde de Vila Nova de Paiva, deslocámo-nos e concentrámo-nos junto à Administração Regional de Saúde do Centro (Coimbra) e junto aos Hospitais da Universidade de Coimbra com a nossa reclamação e em defesa do Serviço Nacional de Saúde.

Valeu a pena a nossa luta!

Recentemente, foi colocada mais uma médica no nosso Centro de Saúde, o que vem melhorar as condições de atendimento aos utentes deste concelho.

E porque vale a pena lutar, não podemos agora cruzar os braços! Queremos melhorar a situação do Serviço de Saúde no nosso concelho. A situação melhorou, mas o problema de fundo ainda se mantém (os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar ainda não são suficientes para repor os níveis de atendimento anteriormente existentes, com horários compatíveis com as necessidades da população, que abranjam o fim-de-semana).

Por isso, apelamos à população deste concelho para que participe na manifestação que a CGTP vai realizar no Porto, no próximo dia 9 (sábado), reclamando, entre outras coisas, a defesa dos serviços públicos, que fazem falta às populações.

Haverá transporte a partir de Vila Nova de Paiva, com saída às 9 horas, junto à Câmara Municipal.

Vila Nova de Paiva, 5/06/2012

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu

(Núcleo de Vila Nova de Paiva)

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Utentes do Centro de Saúde de Vila Nova de Paiva deslocam-se a Coimbra

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:06
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
Miguel Tiago visita Centros de Saúde de Vila Nova de Paiva e Penalva do Castelo

Miguel Tiago visita Centros de Saúde de Vila Nova de Paiva e Penalva do Castelo

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
Estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES

-

  • As taxas moderadoras das urgências hospitalares vão passar a custar a cada utente entre 15 e 20 euros e as dos centros de Saúde aumentam de 3,80 euros para 10 euros, a partir de 1 de Janeiro.

  • A estes valores acrescem as taxas moderadoras por cada meio complementar de diagnóstico e terapêutica (MCDT) efectuada no âmbito da urgência, podendo o total chegar aos 50 euros.

  • Assim, estipula-se para o serviço de urgência polivalente um aumento de 9,60 para 20 euros de taxa moderadora.

  • A urgência básica e a urgência médico-cirúrgica, que custavam 8,60 euros, passam a custar 15 euros e 17,5 euros, respectivamente.

  • O Serviço de Atendimento Permanente ou Prolongado (SAP) terá um valor de 10 euros, o que representa um acréscimo de 6,20 euros.
  • No âmbito das consultas, as de medicina geral e familiar, ou outra médica que não a de especialidade, os valores passam de 2,25 euros para cinco euros.

  • As consultas de enfermagem, ou de outros profissionais de Saúde, vão custar no próximo ano quatro euros nos cuidados de Saúde primários e cinco euros nos hospitais, ao passo que as consultas de especialidade passam a ter um custo de 7,5 euros.

  • A taxa moderadora para a consulta no domicílio (que inclui lares e instituições afins) passa de 4,80 euros para 10 euros.

  • A consulta médica sem a presença do utente custará três euros.

  • Uma sessão de hospital de dia terá um custo de taxa moderadora correspondente ao valor das taxas moderadoras aplicáveis aos actos complementares de diagnóstico e terapêutica realizados no decurso da sessão, neste caso até um valor máximo de 25 euros.

  • O Governo define ainda uma tabela de valores para os MCDT, que vai desde um taxa moderadora de 0,35 euros para exames entre 1,10 e 1,49 euros até aos 50 euros para exames de valor igual ou superior a 500 euros.

Na saúde temos um ministro, Paulo Macedo, que sabe como acabar com o défice. E disse-o preto no branco em 2010: combata-se a fraude fiscal e a economia paralela clandestina e o dinheiro (diversos estudos apontam para cerca de 16 mil milhões de euros/ano, ou 10% do PIB) aparecerá. Disse-o mas não o faz.

Este ministro afirma, sem ponta de vergonha, que o Governo vai cortar mais de 1000 milhões de euros no orçamento da saúde e que consegue fazer o mesmo e garantir a mesma qualidade no Serviço Nacional de Saúde. Como é óbvio não só não consegue, como põe em causa o acesso aos cuidados de saúde a milhões de portugueses.

Reduzir o valor da vida humana a um número é um crime.

Sejamos claros e frontais: estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
É o direito à vida, estúpidos!*

-

Mandantes (grande capital e grupos económicos) arrogantes e pesporrentos, executantes (Presidente da República, governo e seus apoiantes) diligentes e servis, políticos e politólogos, analistas e comentadores, economistas e jornalistas, todos defensores do pensamento único, mais ou menos neoliberal, com presença assegurada na comunicação social dominante, afirmam que não há dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde.

«Em 2010, pelo menos 45 mil pessoas morreram nos EUA por incapacidade de acesso a assistência médica.».

E em Portugal?

Paulo Macedo, ministro da saúde (???)  afirma, sem ponta de vergonha, que o Governo vai cortar mais de 1000 milhões de euros no orçamento da saúde e que consegue fazer o mesmo e garantir a mesma qualidade no Serviço Nacional de Saúde. Como é óbvio não só não consegue, como põe em causa o acesso aos cuidados de saúde a milhões de portugueses.

Reduzir o valor da vida humana a um número é um crime. Sejamos claros e frontais: estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES.

Como criminosas e execráveis são as propostas que alguns trogloditas apresentaram de fornecer medicamentos fora de prazo aos «pobrezinhos». E de dispensar a fiscalização das condições de higiene e saúde da alimentação em lares e creches.

-

É o direito à vida, estúpidos!

-

* Em 1992 Bush (pai) parecia imbatível. Porém, Bill Clinton venceu as eleições ajudado por uma frase que ficou nos anais: «É a economia, estúpido!»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:05
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
Nos EUA pelo menos 45 mil pessoas morreram. E em Portugal?

Como se refere neste blog num post anterior,  «Em 2010, pelo menos 45 mil pessoas morreram nos EUA por incapacidade de acesso a assistência médica.».

E em Portugal?

Paulo Macedo, ministro da saúde (???)  afirma, sem ponta de vergonha, que o Governo vai cortar mais de 1000 milhões de euros no orçamento da saúde e que consegue fazer o mesmo e garantir a mesma qualidade no Serviço Nacional de Saúde. Como é óbvio não só não consegue, como põe em causa o acesso aos cuidados de saúde a milhões de portugueses.

Reduzir o valor da vida humana a um número é um crime. Sejamos claros e frontais: estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES.

Como criminosas e execráveis são as propostas que alguns trogloditas apresentaram de fornecer medicamentos fora de prazo aos «pobrezinhos». E de dispensar a fiscalização das condições de higiene e saúde da alimentação em lares e creches.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 4 de Outubro de 2011
Serviço Nacional de Saúde: 32 anos a melhorar a Saúde dos portugueses

A criação de um serviço público de Saúde resultou em Portugal da iniciativa revolucionária do povo e de muitos profissionais de Saúde no contexto da Revolução de Abril. A Constituição da República designou-o como Serviço Nacional de Saúde e inscreveu-o como instrumento da concretização da responsabilidade prioritária do Estado garantir o direito à Saúde.

Passados 32 anos desde o dia em que a Assembleia da República aprovou a lei 56/79 de 15 de Setembro, que pela primeira vez dá forma ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), e numa altura em que este é alvo de uma ofensiva destruidora sem precedentes, importa destacar a importância que o mesmo teve na melhoria das condições de vida e de Saúde do povo português.

Ler Texto Integral

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011
Políticas assassinas

(...) a saúde deixa de ser um direito e uma prioridade e passa a ser tratada como uma área de negócio, em que o acesso aos cuidados de saúde passa a ser um privilégio dos portugueses que têm dinheiro.

(...)

-

(...)

Na Saúde, onde está em preparação a revisão do modelo de taxas moderadoras, o Governo decide cortar mais de 1 000 milhões de euros no orçamento da saúde e sem ponta de vergonha afirma que, desta forma, consegue fazer o mesmo e garantir a mesma qualidade no SNS. Não só não consegue, como põe em causa o acesso aos cuidados de saúde a milhões de portugueses.

(...)

-

Reduzir o valor da vida humana a um número é um crime.

Sejamos claros e frontais: estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:04
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
A informática como instrumento de manipulação

    Como os leitores mais atentos já devem ter reparado (artigo da edição de 31 de Maio "Não há erros informáticos") o info-analfabetismo de alguns dos nossos decisores fascina-me. O mais recente episódio gira em torno da polémica entre o Tribunal de Contas e o Ministério da Saúde sobre os médicos de família.

O coordenador da Unidade de Missão de Cuidados de Saúde Primários (UMCSP), Luís Pisco, afirmou peremptoriamente que «ninguém sabe certamente quantos utentes estão sem médico de família». Ao que parece, segundo ele, não existe um registo nacional de utentes, mas sim 350 bases de dados (tantas quantos os Centros de Saúde). Também não há uma lista nacional de profissionais de saúde. 

Menos de 24 horas depois, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Manuel Pizarro, falava NUMA «base de dados de utentes que não permite com absoluto rigor conhecer qual é o número de utentes». E defendeu que o Tribunal de Contas tinha a obrigação de ter reparado que a soma do número de utentes era superior à própria população portuguesa. Refira-se que o número de utentes – 11,3 milhões de utentes – foi fornecido por organismos do Ministério da Saúde.

Sublinhe-se que o cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi criado em 29 de Julho de 1995 pelo decreto-lei nº 198/95. Aí se atribuiu às cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) existentes a responsabilidade pelas bases de dados. Mais tarde foi decidido centralizar numa única base de dados os dados do cartão de utente, processo acelerado com a criação do cartão do cidadão.

Existe uma estrutura no ministério da Saúde que deveria assegurar toda esta operacionalização: O IGIF – Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde – entretanto substituído pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde.

Em Março de 2008 podia-se ler no sítio na Internet da ARS de Lisboa e Vale do Tejo que a limpeza de ficheiros dos Centros de Saúde apontava para um total de entre 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos. Destes 1,3 a 1,4 milhões de residentes no continente não tinham cartão de utente. Calculava-se que 600 mil pessoas, não tinham médico assistente nos Centros de Saúde.

Estes são os factos (ou os dados, para utilizar linguagem de informático). Agora as questões e responda quem souber.

Como é possível, a ser verdade, que no 30º aniversário do SNS ninguém saiba quantos utentes estão sem médico de família? Como se faz a planificação (“não se pode gerir o que não se pode quantificar”)? Na base de quê andaram durante 30 anos a dizer que havia médicos a mais e que havia que restringir o acesso às faculdades de medicina? O que fez (faz) o coordenador da UMCSP, Luís Pisco, para inverter esta situação? 

Em que ficamos: quantas bases de dados do cartão de utente existem? Uma? Cinco (tantas quantas as ARS)? Trezentas e cinquenta (tantas quantos os Centros de Saúde)? Como se processa a integração dos dados do cartão de utente no cartão do cidadão se, pelos vistos, existem utentes com mais que um cartão? Como foi possível, em menos de 17 meses, passar de 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos para 11,3 milhões (mais 2,5 milhões!!!)? 

Desta vez os decisores não falaram em «erros informáticos». Já é um avanço! Mas a informática foi utilizada, mais uma vez, como instrumento de manipulação da realidade. As contradições, neste caso, são tantas que quase podemos dizer que não estamos perante simples afirmações de info-analfabetos. O grau de probabilidade de alguém nos estar a mentir é muito elevado… 

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                                                          

In jornal "Público" - Edição de 7 de Agosto de 2009

                                                                                           


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
Região Centro vai ter 18 agrupamentos de centros de saúde
Texto de Paulo Leitão
    Centros de saúde vão deixar de ter direcções locais e passam a ser dirigidos pelos directores dos agrupamentos de centros de saúde.

Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), já concluiu a proposta para os Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES). Os actuais 78 centros de saúde dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Viseu, vão ficar englobados em 18 agrupamentos.
Estes ACES vão de certa forma substituir as sub-regiões de saúde, mas passarão a ter uma gestão autónoma, com um director que irá gerir todos os centros de saúde sob a sua alçada.
A Adminstração Regional de Saúde do Centro (ARSC), para a elaboração desta proposta, que aguarda agora aprovação por parte do ministro da Saúde, reuniu com os coordenadores das sub-regiões e com os responsáveis da Missão para os Cuidados de Saúde Primários, que elaboram a nível nacional toda esta “revolução” nos centros de saúde.
O presidente da ARSC, João Pedro Pimentel, adiantou à revista Médico de Família, que as escolhas para os ACES “tiveram em conta as afinidades geodemográficas, acessibilidades, as respectivas referenciações para hospitais, os recursos humanos e os equipamentos de saúde disponíveis”.
A proposta para a criação destes agrupamentos obedeceu, em regra, a um critério populacional que correspondeu a um número de pessoas residentes entre 50 a 200 mil e complementado por um conjunto de variáveis que passaram pela acessibilidade geográfica, densidade populacional, índice de concentração urbana, índice de envelhecimento, acessibilidade das pessoas a cuidados hospitalares e divisão administrativa do território e NUT III.
Em termos gerais, a ideia para estas alterações tem como objectivo que os CS passem a funcionar com outros serviços, até agora sem articulação com os hospitais, no sentido de levar aos CS especialistas dos hospitais, para darem consultas de especialidade, fazendo com que as pessoas, em vez de irem aos hospitais centrais, possam ter as consultas no CS local.
(...)

Viseu      
Para o distrito de Viseu, estão propostos três ACES: Viseu Cidade (CS de Viseu I, II e III); Lafões através dos CS de Aguiar da Beira, Castro Daire, Oliveira de Frades, S. Pedro do Sul, Sátão, Vila Nova de Paiva e Vouzela; Dão juntando os CS Carregal do Sal, Mangualde, Mortágua, Nelas, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão e Tondela.
          
Mudanças na “governação”

              
Cada ACES terá como órgãos dirigentes um director executivo, um conselho clínico e um conselho da comunidade e compreende uma rede de unidades funcionais de prestação de cuidados de saúde. Estas unidades funcionais são as seguintes: Unidade de Saúde Familiar (USF), Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC), Unidade de Saúde Pública (USP) e Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP).
Cada unidade funcional vai assentar numa equipa multiprofissional, com autonomia técnica e funcional, e actua em intercooperação com as demais unidades funcionais do centro de saúde e do ACES sendo dirigida por um coordenador. Em cada centro de saúde integrante do ACES funciona, pelo menos, uma USF ou UCSP e uma UCC ou serviços desta. Cada ACES terá somente uma USP e uma URAP.

(sublinhados meus)
                   
In "Diário As Beiras" - Edição de 18 de Janeiro de 2008
                    

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:06
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24

26
27
28
29
30


posts recentes

ACES Dão Lafões: Despacho...

SNS: A drenagem dos recu...

Processo de privatização ...

Uma das linhas de ataque ...

A saúde em Portugal duran...

SNS: Números que falam po...

DEBATE - 35 anos do Servi...

Por todo o país as popula...

A despesa pública com a s...

A destruição do SNS pelo ...

35 anos de Serviço Nacion...

A política de saúde deste...

Infeliz é que o Paulo Mac...

A Crise do Sistema Capita...

O processo de privatizaçã...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds