TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016
XX Congresso do PCP: 2, 3 e 4 de Dezembro de 2016

Cartaz_xx_congresso_pcp_2016-04

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Sítio do XX Congresso

 


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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016
XX Congresso do PCP: Acessos, transportes e serviços de apoio

 

Planta do Complexo Municipal dos Desportos «Cidade de Almada»

 

 

Mapa de Acessos

 

 

Indicações Gerais

 

 

Serviços de Apoio

 

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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016
XX Congresso: Teses - Projecto de Resolução Política

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Teses - Projecto de Resolução Política

 


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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2016
Sobre as contradições antagónicas e as rupturas necessárias...

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«Os desenvolvimentos mais recentes evidenciam o carácter inconciliável entre a submissão a imposições da União Europeia e uma política capaz de dar resposta sólida e coerente aos problemas nacionais»

 


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Terça-feira, 8 de Março de 2016
XX Congresso do PCP

XX Congresso PCP_logo

Resolução do Comité Central do PCP

Sobre a realização do XX Congresso do PCP

 

«O Comité Central do PCP, reunido a 4 e 5 de Março, definiu como local para a realização do XX Congresso, que decorrerá nos dias 2, 3 e 4 de Dezembro de 2016, o Complexo Municipal dos Desportos – Cidade de Almada.

O Comité Central do PCP tomou decisões quanto ao andamento da preparação e realização do Congresso, designadamente quanto à metodologia, ao faseamento e aos objectivos, visando uma ampla participação do colectivo partidário.

O Comité Central do PCP apontou um conjunto de matérias centrais para o debate inicial relativo ao conteúdo das Teses – Projecto de Resolução Política, que constituem base para a reflexão e discussão das organizações e militantes, e elementos indicativos para o início da elaboração do documento a apresentar.»

 


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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016
Dizem que a mensagem não passa (o que seria se passasse...)

Programa Eleitoral 2015

 

O que se segue são apenas algumas das principais tomadas de posição, propostas e actividades do PCP na última semana de Fevereiro.

Dizem eles que a mensagem não passa (o que seria se passasse...).

 

bandeira_pcp oficial.jpg

 

«Na actual fase da vida política nacional, no seguimento de um longo processo de luta de massas, com a nova correlação de forças existente na Assembleia da República, a acção do governo no quadro das posições conjuntas entretanto assinadas, estão reflectidas por iniciativa e intervenção do PCP medidas e disposições que dão resposta a problemas mais imediatos do povo português e que são em si mesmo prova de como o País não está condenado ao caminho da intensificação do retrocesso e empobrecimento.

(...)

A campanha movida nas últimas semanas contra a proposta de Orçamento do Estado, explorando os seus limites e contradições, que são inseparáveis aliás das próprias opções do PS, não resulta do chamado interesse nacional ou da preocupação com o rigor e credibilidade das contas públicas e, muito menos, de preocupações sociais em torno dos rendimentos e da carga fiscal sobre a população. Por detrás desta campanha, cuja promoção envolve o PSD e o CDS que se articulam com os interesses dos grupos económicos e com as orientações e estruturas da União Europeia, está, para lá do espírito revanchista de quem viu derrotados os seus projectos para aprofundar a exploração e empobrecimento, o receio dos resultados e do exemplo da própria luta dos trabalhadores e das populações que estão a tornar possível a reposição desses direitos e rendimentos que foram roubados.»

«2. As negociações sobre a posição da Grã-Bretanha na União Europeia (o chamado caso “Brexit”) e a “solução” encontrada demonstram que face ao agravamento da crise económica e social na Europa e às contradições entre potências que nesse quadro se desenvolvem, os dirigentes da União Europeia não têm outra resposta que não seja a de, por um lado, tentar “acomodar” num enleado burocrático, os elementos de desagregação da União Europeia e por outro, aprofundar o carácter reaccionário das suas políticas. As decisões agora anunciadas desmentem as tão propaladas e endeusadas “liberdades” da União Europeia. A “liberdade de movimentos e circulação” é afinal, como o PCP sempre denunciou, a liberdade do grande capital e dos grandes monopólios de não conhecerem fronteiras na sua política e acção de domínio económico, exploração, extorsão e destruição de direitos e garantias dos trabalhadores na União Europeia. “Liberdade” essa reafirmada e aprofundada agora no pacote negocial sobre “competitividade”.

(...)

Independentemente da sua natureza e contradições, as decisões agora tomadas terminam com o mito da impossibilidade de ajuste do estatuto de cada Estado Membro às suas especificidades nacionais e à vontade do seu povo, estabelecendo se necessário as necessárias derrogações, excepções ou salvaguardas específicas às políticas comuns, ao mercado interno, aos tratados – cuja possibilidade de reversibilidade agora se comprova na prática – aos pactos e demais legislação da UE.»

 

parlamento1

 

«Com a derrota do PSD/CDS e a construção de uma nova solução política afirmámos então que a maioria dos portugueses não iria exigir tudo de uma só vez mas que também não aceitava que se mudasse alguma coisa para que no essencial tudo continuasse na mesma.

O que muito portugueses aspiram saber ainda é se haverá resposta a problemas muitos sentidos e que persistem e a que, em nossa opinião, é justo e urgente dar solução».

Jerónimo de Sousa

«O processo de discussão deste Orçamento do Estado evidenciou com ainda mais clareza a necessidade da ruptura com a política de direita e que é necessária e é possível a política patriótica e de esquerda que o PCP propõe ao povo português».

Francisco Lopes

«Este é o primeiro OE em cinco anos que não tem o debate na generalidade a iniciar-se sob o cutelo das inconstitucionalidades, sob o confronto com a Constituição».

João Oliveira

«No debate que se vai desenrolar em torno da proposta de Orçamento do Estado para 2016, o PCP trabalhará seriamente para que o Orçamento possa dar resposta a problemas imediatos e a expectativas dos trabalhadores e do povo português.»

Novo Banco logo

«O PCP apresentou um projecto de resolução que propõe a manutenção do Novo Banco na esfera pública, assegurando a sua propriedade e gestão públicas ao serviço dos interesses do povo e do país. Miguel Tiago em declaração à comunicação social afirmou que "o pior que podia acontecer ao país, seria ter pago o banco e não ficar com ele, e o risco que se corre com o processo que está em curso, de desvalorização do banco, reestruturação para o entregar a um privado, é o de perder muito dinheiro, que é no essencial dinheiro público."»

«2 – Tal como por várias vezes o PCP denunciou, este despedimento faz parte de um processo em curso que visa desvalorizar o Novo Banco e que tem, com a reestruturação agora apresentada, o objectivo de o entregar limpo de de imparidades e de uma parte dos trabalhadores, para depois ser vendido ao desbarato a um qualquer grupo estrangeiro, como recentemente aconteceu com a compra do Banif pelo Santander Totta.

(...)

3 – O processo de reestruturação agora divulgado, mesmo conhecido só em parte, vem mais uma vez dar razão ao PCP na defesa do controlo público da banca e confirmar a actualidade do Projecto de Resolução apresentado no dia de encerramento do debate do Orçamento do Estado, na Assembleia da República, que recomenda ao governo que adopte as medidas legislativas e regulamentares necessárias à nacionalização em definitivo do Novo Banco. Desta forma seria impedida a venda do Novo Banco a uma entidade privada, inviabilizando assim a entrega a uma entidade alheia ao interesse nacional, de uma instituição que pode ter um importante papel no sistema público bancário e na concretização de alterações políticas e económicas fundamentais para fazer frente às adversidades com que o País continua confrontado.»

 


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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016
Organizar, intervir, lutar

Organizar_agir_transformar.jpg

 

O Comité Central, reunido a 26 de Janeiro, procedeu à análise das eleições para Presidente da República, apreciou a situação política e aspectos da actividade, reforço e iniciativa política do Partido.

«(...)

3. O resultado obtido pela candidatura de Edgar Silva (182 905 votos e 3,95%) fica aquém do valor que o seu projecto exigia, quer quanto ao objectivo destas eleições, quer quanto ao que ela representa e expressa de uma intervenção coerente e insubstituível para a intervenção e a luta presente e futura por um outro rumo para a vida política nacional. Um resultado construído a pulso, no quadro de um panorama mediático desigual e de promoção e favorecimento de outras candidaturas e de apelos a sentimentos populistas e anti-democráticos.

Nestas eleições, o objectivo declaradamente assumido de derrotar o candidato do PSD e do CDS e colocar na Presidência da República, quem contribuísse para a defesa e cumprimento da Constituição, foi entendido, por muitos democratas e patriotas, como uma expressão do seu voto na candidatura de Sampaio da Nóvoa na primeira volta, antecipando aquilo que apenas se colocaria na segunda volta e afectando assim o resultado da candidatura de Edgar Silva.

Regista-se, ainda, o facto de a insistente proclamação antecipada da vitória de Marcelo Rebelo de Sousa à primeira, ou à segunda volta, ter contribuído para conduzir à abstenção de muitos milhares de eleitores.

A corrente de mobilização e apoio que a candidatura de Edgar Silva suscitou, projecta-se no futuro próximo como um factor para o desenvolvimento da intervenção política e da luta na nova fase da vida política nacional.

(...)»

 


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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015
Carta a Suslov

Mikhail Suslov_Life1

Neste caso só há uma resposta realmente admissível (e continuarei incessantemente a exigi-la): a resolução dos problemas levantados (levantados pela própria realidade e não por uma qualquer arbitrariedade minha), a resolução dos problemas levantados a partir de posições marxistas, no espírito dos princípios leninistas do debate político-ideológico, no respeito incondicional da legalidade socialista em relação aos iniciadores desse debate, às pessoas que intervêm com críticas argumentadas e construtivas. Não sei que outros materiais críticos (além daqueles entregues por mim) desconhecidos da opinião pública em vão têm sido enviados ao CC; é possível que entre eles se encontrem trabalhos muito melhores que os meus, mais dignos de constituírem a base do referido debate; mas se em todo o caso as minhas intervenções vierem a ser consideradas, é desnecessário precisar que qualquer selecção só será reconhecida por mim, na condição de nela participar directamente.

Tatiana Khabarova, Doutorada em Ciências Filosóficas

26 de Abril de 1976

 


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Segunda-feira, 6 de Abril de 2015
Duas cartas a Andrópov (II)

Yuri Andropov_August_1983      Em 1978 havia na URSS quem escrevesse isto:

«Por esta via desenvolve-se uma diversão ideológica e política com tal dimensão e força destruidora que, enquanto não se lhe puser fim, tarefa que incumbe à vossa organização, podemos calmamente dizer adeus a tudo o resto, uma vez que este trabalho «teórico» de sapa (como demonstrou a lição checoslovaca) é mais do que suficiente para destruir o regime socialista na URSS


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Terça-feira, 24 de Março de 2015
Duas cartas a Andrópov (I)

Yuri Andropov_August_1983

 Duas cartas a Andrópov (I)

 

Um bom exemplo de «O camarada é aquele que, vendo a sua opinião minoritária ou isolada, mas julgando-a certa, não desiste de lutar por ela - e que trava essa luta no espaço exacto em que ela deve ser travada: o espaço democrático, amplo, fraterno e solidário, da camaradagem.» AQUI

 


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Quarta-feira, 4 de Março de 2015
O Partido Comunista Português é aquele em que houve menos renovação...

Débora Santos_2015-02-28

 «(...)

A solução é quem não decidiu que decida, porque o silêncio de cada um é garantia para a política de direita. Quem tem dúvidas que procure esclarecê-las. E, quem desconfia da possibilidade de construir uma política Alternativa, Patriótica e de Esquerda, que se desengane e venha à luta.

(...)

Quem luta faz parte das soluções: a valorização do trabalho, o aumento do salário, o combate à precariedade e o direito a uma vida digna, são a solução.

(...)

A Alternativa não é possível somente com os comunistas mas, também não é possível sem nós. A Alternativa é a gente do nosso país, é nosso povo, é a nossa cultura, o nosso património, é a confiança nas massas e o trabalho em unidade. E será tanto mais possível, quanto mais força tiver o colectivo que a constrói.

Avançamos, sem falsas ilusões, sabendo que há grandes perigos e potencialidades. Sabendo que PS, PSD e o CDS, decidem há 38 anos para destruir direitos, conquistas e valores de Abril. Conhecemos a ofensiva e sabemos que temos de superar muitas dificuldades. Mas a História do nosso país e do nosso povo comprovam que é possível.

Por isso é urgente unir forças e vontades. É preciso construir mais lutas, mandar embora a resignação e, ter confiança e a tranquilidade de quem sabe que é agora que se constrói o futuro. Com a certeza de que, nada nem ninguém, vale mais que a força da juventude e do povo, unidas.

Queremos, Educação. Queremos o horário, o salário e o trabalho. Queremos a terra, o mar a pesca e a embarcação. Queremos ter o nosso pão. Queremos ter a nossa casa, a cultura, o desporto.

Queremos o que é nosso! Queremos a nossa vida!»

AQUI

 

É só velhos jarretas...

Comité Central do PCP

Comissão Política do Comité Central do PCP

 


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Domingo, 16 de Novembro de 2014
Presidente, Luís Filipe Vieira, presente no último adeus a José Casanova

Emblema_actual SLB.jpg    José Casanova, Benfiquista por convicção, que assistia aos jogos no Estádio da Luz sempre que a agenda pessoal e política o permitia, era um dos exemplos de que ser do SL Benfica está acima de qualquer outra cor partidária ou credo religioso. Participava regularmente em encontros e momentos de confraternização  que reuniam nomes de todas as cores ideológicas. Ele próprio via na vivência do Clube um foco de sintonia numa sociedade democrática  por vezes demasiado díspar na forma de pensar.

Membro do Comité Central do Partido Comunista Português, escritor e empenhado benfiquista, faleceu na última sexta-feira, aos 75 anos, após "doença grave", segundo uma nota enviada pelo partido. 

O funeral realizou-se este domingo, no cemitério do Alto de S. João, tendo o presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, marcado presença nas exéquias fúnebres de um homem que vivia o Benfica com orgulho.

Ler texto integral

 



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Sábado, 15 de Novembro de 2014
José Casanova (1939 / 2014)

José Casanova 2011

O Secretariado do Comité Central informa que faleceu hoje, após doença grave, José Casanova, membro do Comité Central do Partido Comunista Português.

José Casanova nasceu no Couço em 1939, onde desde muito novo viveu acontecimentos da luta antifascista nesta terra de resistência dos trabalhadores e do povo contra a exploração e a opressão, pela liberdade e a democracia.

Aderiu ao Partido Comunista Português em 1958, com 19 anos, e as suas primeiras actividades políticas foram desenvolvidas na União da Juventude Portuguesa, de cuja Direcção fez parte.

Assumiu como jovem comunista papel destacado nas candidaturas democráticas de Arlindo Vicente e Humberto Delgado em 1958. Desempenhou tarefas partidárias em vários pontos do País nas décadas de 50 e 60 do século XX.

Preso pela PIDE em 1960, julgado e condenado a dois anos de prisão, foi sujeito às chamadas “medidas de segurança” que o forçaram a permanecer cerca de seis anos nas prisões fascistas.

Entre 1971 e 1974, José Casanova esteve exilado na Bélgica, prosseguindo aí a sua actividade partidária, quer junto dos emigrantes portugueses – foi Presidente da Associação dos Portugueses Emigrados na Bélgica – quer em contactos com os movimentos de libertação das ex-colónias: MPLA, PAIGC e FRELIMO.

Regressado a Portugal em Abril de 1974, assumiu tarefas partidárias na Organização Regional de Lisboa.

Membro do Comité Central do PCP desde 1976. Foi membro da Comissão Política de 1979 a 2008. Entre outras tarefas foi responsável pela Organização Regional de Lisboa de 1989 a 1996 e pela Organização Regional de Santarém entre 1997 e 1998.

José Casanova foi director do “Avante!”, Órgão Central do PCP, entre 1997 e Fevereiro de 2014. Actualmente era responsável pela Comissão Nacional da Cultura.

Salienta-se ainda a sua produção no campo literário, com os romances “Aquela Noite de Natal”, “O Caminho da Aves” e “O Tempo das Giestas”, bem como com outras obras, nomeadamente o livro sobre Catarina Eufémia, recentemente editado, e diversos trabalhos e participações.

José Casanova faleceu. Deixa-nos a sua intervenção dedicada como militante e dirigente do PCP nas mais diversas tarefas e responsabilidades e a sua sensibilidade e contribuição no plano cultural. A melhor homenagem que lhe podemos prestar é prosseguir a luta do seu Partido de sempre, o Partido Comunista Português, ao serviço dos trabalhadores, do povo e do País, pelo ideal e projecto comunista.

À família do camarada José Casanova, o Secretariado do Comité Central do PCP endereça as suas mais sentidas condolências.

A informação sobre o funeral será dada posteriormente.


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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Resultados de dois anos e meio de troikas
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A confirmarem-se as estimativas mais optimistas para 2013, nomeadamente as do Banco de Portugal, a não ser travada esta política, chegaremos ao fim deste ano, dois anos e meio após a imposição pelas troikas do Pacto de Agressão, com uma recessão acumulada de, pelo menos, 7,7%, com mais 400 mil empregos destruídos e o êxodo forçado de mais de 250 mil portugueses, na sua maioria jovens, com uma quebra no investimento de 43,5% e na procura interna de 19,6%. Um rasto de destruição expresso numa taxa de desemprego sem precedentes no final de 2012 (25,3% em sentido lato, correspondente a mais de um milhão e quatrocentos e trinta mil desempregados).

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
A necessária e inadiável ruptura com a política de direita

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O PCP, fiel às suas tradições e ao seu valioso património de luta pela convergência e unidade contra a política de direita e consciente da situação social e política do país, dirige-se e apresenta ao povo português, aos democratas e patriotas, os objectivos e eixos centrais da política alternativa aprovados pelo XIX Congresso.

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Sábado, 5 de Janeiro de 2013
Alguns homens e mulheres de «um partido em crise»...

   Martinho Baptista. Operário. 56 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável no plano do Comité Central pela Organização da Região Autónoma dos Açores.

   Miguel Madeira. Empregado. 34 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Beja.

   Octávio Augusto. Operário. 51 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Santarém. No plano da Comissão Política é responsável pelas questões do Desporto.

   Patrícia Machado. Licenciada em Animação Socio-Educativa. 34 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pelas Organizações Regionais de Guarda e Castelo Branco.

   Paulo Raimundo. Operário. 36 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área da Juventude. No plano da Comissão Política é responsável pela ligação à JCP no quadro da área da Juventude e pelos sectores e empresas de âmbito pluridistrital e nacional.

   Pedro Guerreiro. Psicólogo. 46 anos de idade.

 Membro do Secretariado do Comité Central. No âmbito do Secretariado é responsável pela Secção Internacional

   Rui Fernandes. Empregado. 52 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité CentralNo plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área dos Assuntos Constitucionais, da Justiça e da Administração Interna e Área da Defesa Nacional. No plano da Comissão Política é responsável pelas questões da Emigração e da Imigração.

   Vasco Cardoso. Licenciado em Gestão. 35 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Algarve. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área da Economia.

   Vladimiro Vale. Engenheiro Técnico de Produção Animal. 39 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Coimbra. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área do Ambiente.

In Nota Informativa sobre Questões de Direcção apreciadas na reunião do Comité Central do PCP no seguimento do XIX Congresso

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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2013
Alguns homens e mulheres do «partido mais stalinista da Europa»...

    José Capucho. Empregado. 54 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité Central. Membro da Comissão Central de Quadros e da Comissão Administrativa e Financeira. Em termos de Secretariado, acompanha a Organização Regional de Setúbal.

    José Casanova. Operário. 73 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela área das questões da Cultura, Artes e Letras. Director do jornal «Avante!».

    Luisa Araújo. Empregada. 65 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité Central. Membro da Comissão Central de Quadros. Em termos de Secretariado, acompanha as Organizações Regionais de Évora, Beja, Portalegre, Litoral Alentejano e a Direcção Regional do Alentejo.  

   Manuel Valente. Serralheiro Civil. 55 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional do Litoral Alentejano.

   Margarida Botelho. Licenciada em Ciências da Comunicação. 36 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Setúbal.

   Maria Adelaide Alves. Empregada. 57 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Leiria.

   Maria Fernanda Mateus. Operária Têxtil. 53 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área para os Assuntos Sociais e Área para a Luta e o Movimento das Mulheres.

   Manuela Bernardino. Intelectual. 69 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité CentralMembro da Comissão Central de Quadros. Em termos de Secretariado, acompanha a Organização Regional de Leiria. No âmbito do Secretariado é responsável pelo Organismo do Trabalho dos Deputados do PCP no Parlamento Europeu.  

   Manuela Pinto Ângelo. Intelectual. 59 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité Central. Membro da Comissão Administrativa e Financeira. Em termos de Secretariado, acompanha as Organizações Regionais de Santarém, Algarve e Direcção da Organização da Emigração. No âmbito do Secretariado é responsável pelo jornal «Avante!».

   Maria Rosa Rabiais. Empregada. 60 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Membro da Comissão Central de Quadros. Responsável directo pela Organização da Emigração e pela área das questões da Imigração.

In Nota Informativa sobre Questões de Direcção apreciadas na reunião do Comité Central do PCP no seguimento do XIX Congresso

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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013
Alguns homens e mulheres que «não sabem pensar pela própria cabeça»...

   Francisco Lopes. Operário. 57 anos de idade.

Membro da Comissão Política e do Secretariado do Comité CentralNo plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área do Movimento Operário, Sindical e das Questões Laborais. Em termos de Secretariado, acompanha a Organização Regional de Lisboa. No âmbito do Secretariado é responsável pelo Gabinete e Comissão de Organização e pelo Grupo Parlamentar da Assembleia da República.

   Jaime Toga. Intelectual. 34 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pelas Organizações Regionais de Porto, Vila Real e Bragança. 

   Jerónimo de Sousa. Operário Metalúrgico. 65 anos de idade.

Membro da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central. Secretário-Geral. No plano da Comissão Política é responsável pelo jornal «Avante!».

   João Abreu. Operário da Construção Civil. 56 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Viseu.

     João Dias Coelho. Empregado. 57 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional do Alentejo.

   João Frazão. Intelectual. 41 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité CentralEm termos de Comissão Política, é responsável pelas Organizações Regionais de Braga e Viana do Castelo. No plano da Comissão Política é responsável pelas questões da Agricultura.

    João Pauzinho. Empregado. 38 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Évora.

    Jorge Cordeiro. Empregado. 59 anos de idade.

Membro da Comissão Política e do Secretariado do Comité CentralEm termos de Secretariado, acompanha as Organizações das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área do Trabalho Autárquico, do Movimento Associativo e do Desporto e Área da Comunicação. No âmbito do Secretariado é responsável pelo Departamento de Propaganda e Gabinete de Imprensa.

       Jorge Humberto. Operário. 51 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Vila Real.

   Jorge Pires. Operário Químico. 59 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área dos Serviços Públicos e Defesa do Consumidor, Área da Saúde, Área da Educação, Ciência e Tecnologia e Área da Cultura.

In Nota Informativa sobre Questões de Direcção apreciadas na reunião do Comité Central do PCP no seguimento do XIX Congresso

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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013
Alguns homens e mulheres que «só sabem repetir acriticamente o chefe»...

   Agostinho Lopes. Engenheiro. 68 anos de idade. 

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela área das questões económicas e pela Comissão das Actividades Económicas, envolvendo designadamente PMEs, Movimento Cooperativo, Turismo e Pescas.

   Albano Nunes. Intelectual. 71 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité Central. Membro da Comissão Central de Quadros. Em termos de Secretariado, acompanha as Organizações Regionais de Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança. Director da revista «O Militante».

   Alexandre Araújo. Intelectual. 40 anos de idade.

Membro do Secretariado do Comité CentralMembro da Comissão Administrativa e Financeira. Em termos de Secretariado, acompanha as Organizações Regionais de Coimbra, Aveiro, Viseu, Guarda e Castelo Branco. Responsável pelo Secretariado da Festa do «Avante!».

   Ângelo Alves. Intelectual. 41 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Leiria. No plano da Comissão Política é responsável pelas seguintes Áreas de Trabalho e intervenção política: Área da Integração Europeia e Área dos Assuntos Internacionais e da Política Externa.

   Armindo Miranda. Empregado. 59 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Em termos de Comissão Política, é responsável pela Organização Regional de Lisboa.

   Bernardino Soares. Licenciado em Direito. 41 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité Central. Responsável a nível da Comissão Política pelo Grupo Parlamentar da Assembleia da República.

   Carlos Gonçalves. Empregado. 61 anos de idade.

Membro da Comissão Política do Comité CentralEm termos de Comissão Política, é responsável pelas Organizações Regionais de Aveiro e Viseu. No plano da Comissão Política é responsável pelas questões da Toxicodependência.

   Edgar Silva. Licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa. 50 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável no plano do Comité Central pela Organização da Região Autónoma da Madeira.

   Fernando Carmosino. Empregado. 57 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Portalegre.

   Filipe Vintém. Intelectual. 32 anos de idade.

Membro do Comité Central do PCP. Responsável directo pela Organização Regional de Viana do Castelo.

In Nota Informativa sobre Questões de Direcção apreciadas na reunião do Comité Central do PCP no seguimento do XIX Congresso

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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008
Moda Nova - Os invertidos

    Passei dezenas de anos a ler e ouvir que o Comité Central do Partido Comunista Cortuguês e os seus organismos executivos (Secretariado, Comissão Política e Comissão Central de Controlo) «obrigavam» todos os militantes do PCP a cumprir as suas orientações. E ai de quem não obedecesse, diziam e escreviam...

Agora a moda é outra: o PCP e os seus organismos dirigentes são responsabilizados por afirmações, mais ou menos avulsas, mais ou menos discutíveis, de alguns militantes seus. Refira-se  que tal critério, estranhamente,  não se aplica a qualquer outro partido. Mais uma originalidade nascida na blogosfera...

Como parece haver quem não saiba, nem procure saber, «quem é quem» no PCP, no 1º parágrafo ficaram as respectivas hiperligações. (podem constatar pela enésima vez que não sou, nem nunca fui, membro do Comité Central do PCP...)

 

Mais uma originalidade de alguns comentadores, jornalistas e analistas.

                           


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publicado por António Vilarigues às 18:51
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
A anedota da semana (VI)

   O Fado Alexandrino inaugurou aqui esta série de anedotas. E regressa por mérito próprio. A propósito duma polémica sobre a saída ou não saída de Manuel Carvalho da Silva da liderança da CGTP emitiu esta verdadeira «pérola»:

«O senhor [sou eu...] sabe bem melhor do que eu que um comunista deve respeitar sempre as directivas do colectivo.

Então se o partido, e para mim são todos funcionários, determina uma linha de actuação ele vai ignorá-la quando se sentar noutro órgão e lá quiserem ter um rumo diferente?»

Registe-se que o PCP tem cerca de 85 mil militantes inscritos e contactados. Os quais, segundo o Fado Alexandrino, são TODOS funcionários do partido que cumprem à risca as orientações do Comité Central (CC).

Peço aos meus leitores que imaginem estas cenas:

  • Um membro do PCP artista (que os há), a discutir com o CC qual deve ser a sua actuação na mais recente telenovela, filme ou peça de teatro. E o CC a dar a «orientação» respectiva;
  • Um desportista comunista (que os há), a discutir com o CC qual deve ser a sua metodologia de treino e o seu desempenho. E o CC a dar a «orientação» respectiva;
  • Um membro do PCP da área das TIC (que os há), a discutir com o CC qual deve ser o hardware e o software mais adequados. E o CC a dar a «orientação» respectiva;
  • Um professor comunista (que os há), a discutir com o CC quais devem ser os métodos e técnicas pedagógicas e avaliações mais adequados. E o CC a dar a «orientação» respectiva;
  • Um membro do PCP músico (que os há), a discutir com o CC qual deve ser o alinhamento e o naipe de orquesta mais adequados. E o CC a dar a «orientação» respectiva;
  • Um cirurgião comunista (que os há), a discutir com o CC qual deve ser a cirurgia mais adequada para tal ou tal doente. E o CC a dar a «orientação» respectiva.

E podíamos continuar por aí fora. É só questão de por a imaginação a trabalhar consoante a profissão.

                  

O meu agradecimento ao autor. Ri-me até me doer a barriga…
   


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publicado por António Vilarigues às 14:48
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007
Comité Central do PCP

    Jerónimo de Sousa apresentou as conclusões da reunião do Comité Central, sublinhando a importância dos avanços verificados na concretização das orientações de reforço do PCP e destacando como áreas de intervenção política para o futuro: o aumento dos salários, reformas e pensões; o combate ao aumento do custo de vida; a legislação laboral e o emprego com direitos; a acção contra a alteração antidemocrática das leis eleitorais; o combate ao continuado ataque aos Serviços Públicos; a defesa de outro rumo para a Europa e a exigência de um referendo ao Tratado; as questões da Democracia Política.

  

Ler Texto Integral da Declaração de Jerónimo de Sousa

       
    O Comité Central do PCP, na sua reunião de 14 e 15 de Dezembro, analisou os aspectos mais actuais da situação política nacional e dos desenvolvimentos recentes da acção do Governo; procedeu a um balanço da presidência portuguesa da União Europeia bem como das suas consequências, e em particular do Tratado nela assinado; debateu o conjunto de orientações e linhas de trabalho com vista ao reforço da organização do Partido e à sua actividade; definiu as áreas de intervenção e de iniciativa política e os elementos mais marcantes do calendário político para 2008. O Comité Central do PCP decidiu marcar para 29 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2008 a realização do XVIII Congresso do PCP.

   

Ler Texto Integral do Comunicado do Comité Central do Partido Comunista Português

                     


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publicado por António Vilarigues às 16:27
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