TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 15 de Novembro de 2016
Mesa Redonda sobre a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

cartaz_aljube_cnspp

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A URAP, em parceria com o Museu do Aljube, organiza uma Mesa Redonda sobre a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, de que a URAP é a herdeira.

A iniciativa realizar-se-á no dia 16 de Novembro, Quarta-feira, às 16h, nas instalações do museu.

Contará com as intervenções de Frei Bento Domingues, Levy Batista e Manuela Bernardino e será moderada por Ana Aranha.

 



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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016
Batalha das Ardenas: o papel do Exército Vermelho

Mapa batalha das Ardenas1

 

Numa carta para o Quartel-General dos Aliados, Eisenhower escreveu: «A situação tensa podia ser sensivelmente aliviada se os russos iniciassem uma grande ofensiva…»[1]. Esta foi a situação que levou à troca de correspondência entre Churchill e Stáline já citada. A 14 de Janeiro, Eisenhower enviou ao chefe do Estado-Maior das Forças Armadas soviéticas um telegrama: «A notícia importante de que o esplêndido Exército Vermelho avançou num novo campo de batalha foi recebida com entusiasmo por todos os exércitos aliados. Permito-me saudá-lo e desejar-lhe os maiores êxitos a si e a todos os que dirigem e participam nesta esplêndida ofensiva[2]

Churchill anotou a 18 de Janeiro na Câmara dos Comuns: «O Marechal Stáline é muito pontual. Prefere adiantar-se do que atrasar-se na colaboração com os aliados[3]

A ofensiva soviética obrigou o Quartel-General da Wehrmacht a deslocar, entre 15 e 31 de Janeiro, oito divisões, entre as quais quatro divisões de blindados e uma divisão de infantaria motorizada com 800 blindados para a frente germano-soviética. A frente Oeste teve poucas substituições, em Janeiro 291 blindados, 1328 na frente germano-soviética.[4]

A ofensiva soviética tinha levado o Quartel-General da Wehrmacht a abdicar de novas acções ofensivas.

Ler texto integral

 

[1] The Papers of Dwight D. Eisenhower: The War Years, Tomo 4, Baltimore - Londres 1970, p. 2407. Citado de acordo com História da II Guerra Mundial em XII Volumes, 10/288.

[2] The Papers of Dwight D. Eisenhower: The War Years, Tomo 4, Baltimore - Londres 1970, p. 2407. Citado de acordo com História da II Guerra Mundial em XII Volumes, 10/289.

[3] Winston S. Churchill, Discursos 1945, Vitória Final, Charles Eade, Zurique, 1950, p. 47.

[4] História da II Guerra Mundial em XII Volumes, 10/290.

 

Sobre isto nem uma linha na wikipedia...

Assim se faz a «história dos vencedores»!

 


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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2015
Recordando a Reforma Agrária

ACR-Reforma Agrária

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Domingo, 22 de Novembro de 2015
UPP: Virgínia, uma grande força da natureza

UPP Virginia Moura1

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Sábado, 10 de Maio de 2014
Uma grosseira violação dos princípios de neutralidade e garantia de igualdade

«Mas a gravidade de um tal acontecimento torna-se ainda maior ao verificar que nessa conferência está prevista a participação do Presidente da Comissão Europeia, a par do Presidente do Banco Central Europeu e da directora-geral do Fundo Monetário Internacional, os grandes responsáveis da troika que de braço dado com o Governo português tem infernizado a vida dos portugueses, destruído o País e comprometido a soberania nacional.»

«Trata-se sim, e em substância, para os efeitos de intervenção da Comissão Nacional de Eleições, de rejeitar que no dia das eleições e num momento em que desde a véspera todos os partidos, instituições ou pessoas estão proibidos de promover acções de campanha, se tencionar realizar uma iniciativa que em si mesma é uma descarada invasão do período de votação que a lei assegura e protege

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013
Este sábado: Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido

 

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Sábado, 2 de Fevereiro de 2013
Ciclo de conferências: Ferramentas para a cidadania

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013
Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido

 

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Está já disponível a página de Internet do Apelo «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido»:

Aí pode encontrar o texto do Apelo, a lista das 600 personalidades que já o subscreveram, notícias de actividades e material gráfico, nomeadamente o convite para a Conferência Nacional.

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Terça-feira, 20 de Novembro de 2012
A União Soviética e o processo revolucionário em Portugal depois do 25 de Abril

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
A União Soviética e o colonialismo português

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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012
A revolução russa de 1917 e o seu impacto em Portugal

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Terça-feira, 12 de Junho de 2012
Conferências Seara Nova: Comunicação Social e Poder

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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
O tráfico de mulheres: «Romper silêncios»

O tráfico de seres humanos é sinónimo de escravatura

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Sábado, 11 de Dezembro de 2010
7

   Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010 Mar del Plata, na Argentina: o Presidente da República disse ter escrito em 2003 «o que está a acontecer hoje» sobre a economia portuguesa. E proclamou-o ufano como se não tivesse nada a ver com o rumo que o País levou e leva. Como diz o ditado popular «presunção e água benta cada um toma a quer». Cavaco Silva manifestamente tomou uma dose muito exagerada!

Cavaco Silva que, de entre os actuais responsáveis políticos, é dos que mais responsabilidades tem na situação do País! Recorde-se a sua demolidora (para Portugal) passagem por São Bento ao longo de DEZ ANOS (o 1º ministro pós 25 de Abril de 1974 mais tempo em funções!). Relembre-se o que tem sido, nestes CINCO ANOS, o seu mandato presidencial. Nos últimos 25 anos o homem exerceu as mais altas funções de Estado durante 15 e nada fez para corrigir o que previu e escreveu?

Como o economista Sérgio Ribeiro ironizou, foi há menos de sete anos (em dois mil e sete) que os comunistas «passaram a limpo», numa Conferência Económica, o que vinha sendo dito e escrito sobre os caminhos da economia portuguesa há sete e mais anos. Como o fizeram, lembra, por exemplo:

1. Há sete anos (mais mês menos mês) quando entrou em funcionamento o euro.

2. Há duas vezes sete anos (mais coisa menos coisa) quando foi decidida, em definitivo (?) a criação da moeda única e com quem.

3. Há três vezes sete anos (mais ou menos) quando se entrou na Comunidade Europeia e começou a «construir» a União Europeia.

4. Há quatro vezes sete anos (mas já antes) se enveredou pelos caminhos do FMI e da «Europa connosco».

5. Há cinco vezes sete anos (e mais uns tantos meses) quando se usou a via parlamentar para apagar, aos poucos e como o podiam fazer, a via da democracia participativa e avançada.

6. Há seis vezes sete anos (vindos de antes) se adoptou a efectiva mudança contra a continuidade de mudança faz-de-conta.

7. Há sete vezes sete anos (à volta disso) se definiu qual o rumo para a vitória.

No grande colectivo que propõe Francisco Lopes para Presidente da Republica, há muita coisa escrita sete vezes sete anos (e mais). E que apagam totalmente as pretensões de quem se arroga o dom de prever e escrever com antecipação. Mais uma (ou serão SETE?) razão para apoiar a única candidatura que tem na agenda, como questão principal, os problemas dos trabalhadores e das populações, agindo no sentido da sua resolução.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 10 de Dezembro de 2010

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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010
CICLO DE CONFERÊNCIAS: «A Intersindical Nacional e os Sindicatos Corporativos»

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Unidade e diversidade no neo-realismo português

                   


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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Lista dos participantes na reunião de 2009 do Grupo de Bilderberg

     Lista dos participantes na reunião de 2009 do Grupo de Bilderberg (e AQUI).

14 a 17 de Maio de 2009, Astir Palace, em Atenas, Grécia

                                                


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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Leitura Obrigatória (CXVII)

    Outro Rumo Nova Política ao Serviço do Povo e do País (Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais)

Nesta edição reúnem-se os documentos aprovados na Conferência – Resolução e Proclamação –, o Texto-Base que foi objecto de discussão nas organizações do Partido, os documentos sectoriais e outros anexos elaborados no âmbito da sua preparação, bem como as intervenções, incluindo aquelas que por manifesta falta de tempo não foi possível proferir no decorrer dos trabalhos da Conferência.

Com a publicação deste conjunto de materiais fica à disposição de todos mais um importante instrumento de trabalho para dar corpo ao apelo aprovado na Resolução da Conferência, de, pela divulgação das suas conclusões e pela acção de mobilização e esclarecimento junto dos trabalhadores e do povo português, transformarem as propostas e orientações resultantes da Conferência Nacional num factor de exigência de uma nova política e de afirmação de confiança num Portugal de progresso, de justiça social, desenvolvido e soberano.

              

In Edições «Avante!»

                                          

Notícias AQUI

           


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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
IL GATTOPARDO: "Noi fummo i Gattopardi, i Leoni..."

    «Noi fummo i Gattopardi, i Leoni; quelli che ci sostituiranno saranno gli sciacalletti, le iene; e tutti quanti Gattopardi, sciacalli e pecore, continueremo a crederci il sale della terra.»  

(We were the Leopards, the Lions; those who'll take our place will be little jackals, hyenas; and the whole lot of us, Leopards, jackals, and sheep, we'll all go on thinking ourselves the salt of the earth.)

 

Noi fummo i Gattopardi, i Leoni...

Leopold II Rei da Bélgica

Conferência de Berlim - a divisão de África (1884)

 

quelli che ci sostituiranno saranno gli sciacalletti, le iene...

 

     VÍDEO - IL GATTOPARDO - Visconti 1963 - La Sicilia non vuole cambiare 

                                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                       

                                       


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Sábado, 5 de Abril de 2008
Portugal em Números: Micro e Pequenas Empresas (Falências)

    No ano passado faliram duas vezes mais pequenas e médias empresas, em Portugal, do que no ano anterior, anunciou a Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas.

Foram cerca de 50 mil, as encerradas no ano passado, tendo 18 520 aberto falência, sendo 80 por cento delas, do sector do comércio e serviços.

Entre Agosto de 2007 e Fevereiro deste ano já encerraram 12 830, atirando mais 50 mil trabalhadores para o desemprego. Destes, 30 mil desempenhavam funções em micro-empresas, 15 800, em pequenas e 3 900 em médias.

Actualmente, existem 264 mil PME’s em Portugal, com uma empregabilidade média de 10,6 trabalhadores.

                              


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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008
CEM!

    Com esta atingimos a «Conversa da Treta» nº 100! Aos leitores e à direcção do «Jornal do Centro» um muito obrigado pela paciência que têm tido em aturar estas minhas rabugices. Nada melhor para celebrar que mais uma treta. Esta é uma verdadeira pérola.

Mário Bettencourt Resendes (MBR) tem um percurso profissional que fala por si. É o Provedor do Leitor do jornal «Diário de Notícias». Pelo que diz e escreve evidencia inteligência e cultura acima da média.

No entanto a propósito da queixa de um leitor sobre o (não) tratamento dado pelo referido jornal à Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, escreveu um conjunto de tretas que pode ser lido no “DN” de 8/12 ou na sua edição on line.

É óbvio que MBR (e com ele o director João Marcelino), não faz ideia do que está a falar. Não leu o documento de lançamento da Conferência Económica e Social, a agenda, o regulamento, o Texto Base com cerca de 225 mil caracteres, a Proclamação, os documentos sectoriais e anexos estatísticos, as mais de 60 intervenções.

Se tivesse feito os trabalhos de casa não escreveria que o PCP não se comoveu com a mudança de paradigma no jornalismo político (o avanço da "interpretação" em prejuízo do relato, puro e duro). Ou que quem se der ao trabalho de ler os textos emanados do PCP encontra apenas «mais do mesmo».

Saberia que há 22 anos que o PCP não fazia uma Conferência Nacional sobre Questões Económicas e Sociais. Uma Conferência nos termos dos Estatutos do PCP (nomeadamente com 1250 delegados eleitos em 500 assembleias plenárias) com Regulamento como se de um Congresso se tratasse. Isto é «mais do mesmo»? Isto não merece interpretação?

Saberia que no âmbito da realização desta iniciativa, decorreu desde Março um período de preparação com um vasto programa de iniciativas realizadas nos vários distritos e regiões que permitiram o exame e o debate das principais questões económicas e sociais, pondo em evidência constrangimentos e perspectivas de desenvolvimento regional, as profundas assimetrias regionais que marcam o país e as propostas do PCP em relevantes questões económicas sectoriais, como a indústria, a energia, a agricultura, as pescas e o mar, os transportes, as comunicações, as telecomunicações, o sector automóvel, a indústria naval, as tecnologias da informação e comunicação, o sector financeiro, a administração pública, a economia mundial, as micro e as pequenas e médias empresas, o movimento cooperativo, a ciência e a tecnologia, e outras de âmbito social como a pobreza, a habitação, a saúde e a educação, a juventude, o ambiente e as áreas protegidas, a realidade do mundo do trabalho e dos trabalhadores ou a avaliação sobre os diferentes fluxos migratórios. Isto é «mais do mesmo»? Isto não merece interpretação?

E que «interpretação» dar ao facto de o "DN" ter quase silenciado estas dezenas de iniciativas? Ou ao facto de ter entendido não ser necessário enviar qualquer jornalista ao local, Seixal, e ter-se baseado na reportagem da Lusa? Ou ao facto de nem uma linha ter escrito sobre o primeiro dia de trabalhos desta importante iniciativa? Ou o facto de na edição on line do dia 26/11 nada constar do texto citado (o tal da págª 18)?

Pode-se concordar ou discordar dessas análises. Agora dizer que é «mais do mesmo» e que não merecem interpretação... É para se auto dispensarem de analisar o que o PCP escreve (dá muito trabalho, não é verdade?). Se isto não é desonestidade intelectual, não sei o que seja. Enfim vamos conceder que estamos “apenas” perante ataques de preguicite e sectarite aguda.

Tretas «puras e duras».
             

In "Jornal do Centro" - Edição de 28 de Dezembro de 2007

            

Ver sobre o mesmo tema também AQUI

              


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Domingo, 30 de Dezembro de 2007
Outro rumo Nova política - Juventude
Hugo Garrido
    «Saudamos a participação da JCP na preparação desta conferência. Destacamos quatro iniciativas onde participaram cerca de 200 camaradas que abordaram sobretudo aspectos do desenvolvimento económico e social para a melhoria das condições de vida da juventude.
A juventude é das forças sociais mais afectadas pelas políticas de direita que nos tem governado nos últimos 31 anos

                  
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Outro rumo Nova política - Produtividade e competitividade
Sérgio Ribeiro

    «Perante a tarefa de contribuir para uma conferência económica, um economista marxista sente-se como alguém que quer oferecer a um grupo de amigos um cozido à portuguesa, acompanhado por um bom vinho dos nossos, e tem, na dispensa e no mercado, as couves de Bruxelas como única hortaliça, aquele osso de porco (eis bein) de Estrasburgo como única carne, as salsichas de Frankfurt como único enchido, e que, em vez de vinho, apenas dispõe de produtos químicos importados de um norte onde não há nem sol, nem encostas, nem castas... nem uvas.»    

                      

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Outro rumo Nova política - Saúde e Desenvolvimento
Joaquim Judas
    «A Saúde está na primeira linha dos problemas que mais preocupam os portugueses.
A prestação de cuidados de saúde, envolvendo no seu conjunto uma despesa que corresponde a quase 10% do Produto Interno Bruto, é altamente cobiçada pelos grandes grupos capitalistas que vêem nela uma muito rentável área de negócio.
Sintonizados com estes grupos, sucessivos governos do PS, PSD e CDS/PP têm levado a cabo uma política de degradação da oferta pública de cuidados de saúde e de encerramento de serviços. Ao mesmo tempo que procuram desacreditar e destruir o Serviço Nacional de Saúde abrem as portas à privatização do sistema

           
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Outro rumo Nova política - Emigração
Rogério Feitor
    «Novamente milhares de portugueses emigram à procura de trabalho e melhores condições de vida.
Assistimos ao crescimento de novos fluxos emigratórios onde predomina a contratação de trabalhadores na situação de grande precariedade e em condições de trabalho próximas da escravatura.
Esta é uma consequência imediata das políticas de direita de agravamento das condições de vida do povo português.
»
            
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Sábado, 29 de Dezembro de 2007
Outro rumo Nova política - Telecomunicações
Luís Passos

    «No âmbito da preparação desta Conferência, as Telecomunicações realizaram um Debate-Audição sob o lema - Por um forte sector publico, universal e de qualidade - condição de desenvolvimento.

O sector das telecomunicações, tal como temos afirmado, constitui um sector estratégico para o desenvolvimento do país, parte integrante de um projecto de modernização, desenvolvimento e coesão social que queremos para Portugal.»

                

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Outro rumo Nova política - Os Fundos Estruturais e o QREN
Pedro Guerreiro
    «É recorrente a referência aos Fundos Estruturais e de Coesão para Portugal, no contexto da UE, fundos que já totalizaram mais de 50 mil milhões de euros nos últimos vinte anos.
No entanto, escamoteia-se, entre outros argumentos, que o total das saídas na balança de rendimentos de Portugal com o exterior, durante o mesmo período, representou mais de 100 mil milhões de euros, ou seja, o dobro. Uma verdadeira sangria dos recursos do País

       
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Outro rumo Nova política - Desenvolvimento e Desenvolvimento Local
Carlos Pinto Sá
    «Numa época em que o imperialismo e as elites capitalistas nacionais - acompanhadas pela sua corte de bajuladores e pelos autodenominados de “esquerda moderna” e outros conformados e há muito rendidos -, desenvolvem uma poderosíssima campanha ideológica para impor o pensamento de direita, único e supostamente sem alternativa, saúdo a coragem e o discernimento do PCP ao convocar esta Conferência sobre Questões Económicas e Sociais e justamente clamando que é possível e necessária “Uma Nova Política – Outro Rumo ao Serviço do Povo e do País”.
Para além da barragem de discursos e cassetes repetidas à exaustão pela direita e pelos seus governantes de serviço sobre a bondade do capitalismo e das suas políticas, aí está, por esse mundo fora, o aumento da miséria extrema, da fome, das doenças e das desigualdades sociais e entre países;
»
            
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Outro rumo Nova política - Região Demarcada do Douro
António Serafim
    «A RDD que completou 250 anos de existência, e que este ano comemora o seu 6º aniversário como Património Mundial da Humanidade, atravessa uma das piores crises de sempre, apesar das suas características muito próprias, e de produzir um vinho generoso único no mundo, e da mais valia que o mesmo traz ou deveria trazer para a região, já que atinge um volume de negócios de cerca de 500 milhões de Euros ano, tais rendimentos não tem revertido a favor do progresso e desenvolvimento da região, nem da melhoria das condições de vida das populações, que continuam a ter os mais baixos índices de poder de compra do País, 60% da média dos restantes portugueses
              
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007
Outro rumo Nova política - Ferrovia
Vítor Rodrigues
    «A política alternativa que o PCP preconiza não pode deixar de considerar o transporte ferroviário como a espinha dorsal de um sistema de transporte integrado, que responda à melhoria da mobilidade de pessoas e mercadorias, à correcção das  assimetrias e desigualdades, e um sustentáculo importante da soberania económica do país.

Este é o critério que nos separa da política de direita dos sucessivos governos neste sector. Para o PS, PSD e CDS-PP, o comboio e a ferrovia têm de ser moldados à medida dos interesses dos grandes grupos económicos, devendo salvar-se apenas o que dá lucro, e ainda com o Estado a subsidiar a sua prestação de serviço. Mais uma vez se ignoram os custos económicos e sociais de tal perspectiva.»          

                 

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