TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016
Jantar Palestino, Homenagem às Mulheres Palestinas e mais

Cartaz Jantar Palestino 2016

Clicar na imagem para ampliar

 

MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – organiza, no próximo dia 25 de Novembro, pelas 20 horas, no Grupo Sportivo Adicense (Rua de São Pedro, 20, a Alfama, em Lisboa, o tradicional Jantar Palestino, integrado nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

A ementa, que pode ver no cartaz anexo, de responsabilidade do Chefe Ashraf, é aliciante e variada, proporcionando um apetitoso contacto com a cultura gastronómica palestina.

Contamos, ainda, com a amável e generosa colaboração do grupo Canto Ondo, integrado por Rodrigo Crespo e Tânia Cardoso, que interpretará poemas musicados do Al-Andaluz.

 

Entretanto recordamos que, na quarta-feira, 9 de Novembro, pelas 21 horas, na Sala 2 do Teatro A Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), o MPPM promoveu uma Homenagem às Mulheres Palestinas, também integrada no programa das Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

 

São dois eventos de solidariedade diferentes, integrados num programa mais amplo que inclui, ainda:

Terça-Feira, 29 de Novembro, 18.30 horas – Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58, Lisboa) – Sessão do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, integrando uma homenagem a Silas Cerqueira, activista da Paz e fundador do MPPM, recentemente falecido.

Quarta-Feira, 30 de Novembro, 21 horas – Biblioteca Municipal de Pinhal Novo – Inauguração da Exposição “Gaza 2014 – Testemunho de Uma Agressão, seguida da projecção de um documentário sobre a questão palestina e debate. Este evento é organizado em cooperação com a Câmara Municipal de Palmela e a Missão Diplomática da Palestina.

Terça-Feira, 6 de Dezembro, 18.30 horas – Colóquio sobre “A Palestina, o Direito Internacional e a Constituição Portuguesa, com a participação de reputados juristas.

 

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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2016
Indonésia: «O massacre de 500 mil pessoas declarado crime contra a humanidade meio século depois»

Mapa Indonésia

A propósito desta notícia, e de quem a publica, recorde-se que a BBC, tida como órgão de referência, deu como provado a existência do golpe. A notícia espalhou-se por todo o planeta, contribuindo para a neutralização do protesto de amplos sectores da opinião pública mundial. Um milhão de mortos depois a BBC veio reconhecer que tinha sido manipulada. Apresentou desculpas. Mas os homens, mulheres e crianças, vítimas mortais da repressão, já não podiam receber esse acto de contrição.

 

«Há meio século consumou-se uma das grandes chacinas da História.

A partir de Outubro de 1965, os militares indonésios, com o apoio activo e directo do imperialismo norte-americano, massacraram cerca de um milhão de comunistas, sindicalistas e membros dos poderosos movimentos de massas indonésios.

O genocídio indonésio é um dos mais sangrentos episódios da grande guerra de classes mundial com que o imperialismo procurou conter e derrotar o ascenso do poderoso movimento de libertação nacional e social da segunda metade do Século XX, sob o impacto da derrota do nazi-fascismo e do prestígio imenso da União Soviética e do movimento comunista internacional.»

 

«Um realizador de cinema pede a um assassino que recrie, em filme, as torturas e crimes que cometeu na vida real. Este, encantado com a oferta, dispõe-se a isso com entusiamo e diligência. O resultado da experiência é uma alucinação cinematográfica que adquire proporções épicas quando se descobre que o criminoso é um dos líderes mais sanguinários dos esquadrões da morte na Indonésia, bandos de carniceiros que, em 1965, acabaram com a vida de um milhão de pessoas em menos de um ano. «The Act of Killing», de Joshua Oppenheimer, é a consequência desse assustador delírio de fama dos genocidas indonésios que, no entanto, hoje vivem como heróis no seu país

 

O Golpe Militar de 1965

 

Em 1965, o Governo Indonésio foi derrubado pelos militares. Sukarno, o primeiro presidente da Indonésia, fundador do movimento não alinhado e líder da revolução nacional contra o colonialismo holandês, foi destituído e substituído pelo General Suharto. O Partido Comunista Indonésio (PKI), que havia apoiado firmemente o Presidente o Presidente Sukarno, que não era comunista, foi proibido de imediato. Na véspera do golpe, o PKI era o maior partido comunista do mundo fora de um país comunista.

Depois do golpe militar de 1965, qualquer pessoa poderia ser acusada de ser comunista: sindicalistas, agricultores sem terras, intelectuais, chineses… “Em menos de um ano e com a ajuda directa de certos governos ocidentais, mais de um milhão destes comunistas foram assassinados”, assegura a equipa de The Act of Killing.

Os EUA aplaudiram o massacre, que consideraram “uma grandiosa vitória sobre o comunismo”. A revista Time informava que era uma das melhores notícias para o Ocidente em anos, na Ásia”, enquanto o The New York Times escrevia: “Um raio de luz na Ásia”.

 


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Sábado, 2 de Julho de 2016
2 de Julho de 1925 – Nasce Patrice Émery Lumumba

Patrice Lumumba 1960-01

«Nem as brutalidades, nem as sevícias, nem as torturas me obrigaram alguma vez a pedir clemência, porque prefiro morrer de cabeça erguida, com fé inquebrantável e confiança profunda no destino do meu país, do que viver na submissão e no desprezo pelos princípios sagrados. A História dirá um dia a sua palavra; não a história que é ensinada nas Nações Unidas, em Washington, Paris ou Bruxelas, mas a que será ensinada nos países libertados do colonialismo e dos seus fantoches.»

As palavras são de Patrice Lumumba, herói da luta anticolonial e primeiro chefe do governo da República do Congo, antiga colónia belga que conquistou a independência a 30 de Junho de 1960.

Apenas dois meses depois, como veio a revelar uma comissão do Senado norte-americano em meados da década de setenta, a CIA organizou uma conspiração com militares golpistas comandados pelo coronel Mobutu com o «objectivo urgente e prioritário» de assassinar Lumumba, considerado «um perigo grave» para os EUA.

Mobutu viria a assumir mais tarde a liderança do país, rebaptizado como Zaire, implantando uma ditadura sangrenta onde reinou despoticamente até 1997, como um fantoche dos Estados Unidos e das potências ocidentais.

Lumumba foi preso em Novembro e barbaramente torturado e assassinado a 17 de Janeiro de 1961.

Tinha 35 anos.

 

Patrice Lumumba prisioneiro2

 

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Quinta-feira, 2 de Abril de 2015
Snowden, Obama e o IV Reich Americano

citizenfour2

 

O documentário de Laura Poitras «Citizenfour», premiado com um Óscar, não tem tido a atenção que merece por parte do público no nosso país.

O seu título é o nome de código de Edward Snowden, o ex agente da CIA que revelou ao mundo a existência e o funcionamento do monstruoso sistema de espionagem criado pela NSA, cujos tentáculos cobrem o mundo.

Peça fundamental da estratégia imperialista de dominação planetária, o desmascaramento desta ameaça é uma tarefa de defesa da humanidade.

 


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Domingo, 17 de Novembro de 2013
«The act of Killing», um extraordinário documento

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Um realizador norte-americano empreendeu a tarefa de documentar a chacina anti-comunista levada a cabo na Indonésia em 1965. O monstruoso massacre de um milhão de homens e mulheres, encorajado e saudado pelo imperialismo, surge reencenado por um dos seus principais perpetradores, pessoalmente responsável por mais de mil mortes. O filme foi estreado em Espanha a 30 de Agosto. Esperemos que venha a ser visto em Portugal.

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Um realizador de cinema pede a um assassino que recrie, em filme, as torturas e crimes que cometeu na vida real. Este, encantado com a oferta, dispõe-se a isso com entusiamo e diligência. O resultado da experiência é uma alucinação cinematográfica que adquire proporções épicas quando se descobre que o criminoso é um dos líderes mais sanguinários dos esquadrões da morte na Indonésia, bandos de carniceiros que, em 1965, acabaram com a vida de um milhão de pessoas em menos de um ano. «The Act of Killing», de Joshua Oppenheimer, é a consequência desse assustador delírio de fama dos genocidas indonésios que, no entanto, hoje vivem como heróis no seu país. O filme estreou em 30 de Agosto em Espanha.

Werner Herzog, um dos realizadores mais talentosos do cinema documental, revelou publicamente o seu assombro perante The Act of Killing. «Não vi um filme tão poderoso, surreal e aterrador em pelo menos uma década», disse, acertando em cheio nos cinco adjectivos e na ordem com que os empregou. Tão impressionante, tão demente é a história deste filme, que a primeira reacção perante o mesmo é de surpresa. Uma espécie de estupefacção que se transforma em perturbação e confusão, antes de se transformar em espanto e, finalmente, em algo muito parecido com a angústia física.

Ler texto integral

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Universidade Popular do Porto: Cursos de Verão

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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Serviço Público de Televisão (entre as 2h e as 3h da manhã...)

Clicar na imagem para visualizar a ligação

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Documentário visualizado dia 25 de Abril a partir das 2h10m (não fosse o diabo tecê-las?...) na RTP2.

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Para ver e reflectir.

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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010
Inti-Illimani canta Anónimo / Rubén Lena: Simón Bolívar

Simón Bolívar

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Simón Bolívar, Simón,
caraqueño americano,
el suelo venezolano
le dio la fuerza a tu voz.
Simón Bolívar, Simón,
nació de tu Venezuela
y por todo el tiempo vuela
como candela tu voz.
Como candela que va
señalando un rumbo cierto
en este suelo cubierto
de muertos con dignidad

Simón Bolívar, Simón,
revivido en las memorias
que abrió otro tiempo la historia,
te espera el tiempo Simón.
Simón Bolívar, razón,
razón del pueblo profunda,
antes que todo se hunda
vamos de nuevo Simón.
Simón Bolívar, Simón,
en el sur la voz amiga,
es la voz de José Artigas
que también tenía razón

Composição: Anónimo / Rubén Lena

Para ver e ouvir a canção «Simón Bolívar» de Anónimo e Rubén Lena interpretada pelos Inti-Illimani e outros:

Documentário sobre a vida do libertador da América:

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010
A Irlanda e as fatais necessidades de um grande império (2), por Eça de Queirós

Fenians, Mollie Maguire e Liga da Terra

(...)

Estas duas associações secretas [os Fenians e Mollie Maguire] são terríveis e completam-se uma pela outra. Os Fenians, que estiveram um momento desorganizados, mas que têm hoje a prosperidade de uma instituição pública, são uma seita política, com o fim claro de conquistar a independência da Irlanda: o seu meio é uma futura insurreição, batalhas à luz do dia, um esforço heróico de raça que sacode o estrangeiro.

É evidente, portanto, que a Inglaterra não tem nada a temer desta associação: uma esquadra no canal de S. José, dez mil homens desembarcados e os Fenians serão, no estilo da canção, como a erva dos campos depois que passou o ceifador, um estendal de coisas sem vida! Mas não é assim com Mollie Maguire; esta constitui puramente uma conspiração: os seus estatutos, os seus fins, a sua organização, os seus chefes, tudo está envolvido num mistério, que é o terror na Irlanda; só são claros os seus crimes. Há um proprietário duro que levantou a renda? Uma noite, ou ele ou o seu procurador aparecem a beira de um caminho, com duas balas na cabeça. Quem foi? Foi Mollie Maguire: foi ninguém, foi a miséria, foi a Irlanda. Há um senhorio, um agente, que fez uma penhora? À meia-noite, a sua casa começa a arder, e é num momento uma ruína fumegante. Quem foi? Mollie Maguire. Houve um burguês especulador que comprou o casebre de um proprietário penhorado? No outro dia lá está no fundo de uma lagoa, com um pedregulho ao pescoço. Quem foi, coitado? Mollie Maguire. Todos os dias, nestes últimos meses, são assim, dois, três destes crimes – que têm em Inglaterra o nome de agrários. Os tribunais, a polícia, já se não fatigam em devassas e em autos: para quê? Mollie Maguire é intangível, Mollie Maguire é impessoal.

E se houvesse um magistrado tão desgostoso da vida que quisesse descobrir donde viera a bala, o pedregulho ou o fogo – teria certamente, horas depois, o que tanto parecia desejar: um punhal através do peito. São verdadeiramente os processos do niilismo militante: nem falta a esta seita aquela vaga exaltação mística que complica o niilismo. Se Mollie (Mollie é o diminutivo de Maria) não é uma divindade, é pelo menos uma degeneração fetichista da divindade: é a tenebrosa padroeira das desforras da plebe, aquela em que os desgraçados abandonados de Deus, do Deus oficial, do Deus da missa, encontram socorro, amizade, força – uma sorte de encarnação feminina do Diabo de Sabbath, do Diabo confidente dos servos e dos feiticeiros da meia-noite.

A estas duas associações deve juntar-se uma terceira, legal essa, falando alto nas praças, com jornais, com tabuleta, vivendo sob a protecção da constituição, respeitada da polícia, e que se chama a Liga da Terra. O seu fim é promover, por meio de meetings e representações, uma vasta agitação, um impulsivo movimento da opinião, que force o parlamento inglês a reformar o sistema agrário. Mas é realmente uma associação legal? São os seus fins tão honestamente moderados, tão estreitamente constitucionais como se diz? Todo o mundo o duvida. Na Irlanda, sempre que dois homens se reúnem conspiram: quando se sentem quatro, apedrejam logo a polícia: que será então quando reconhecerem que são duzentos mil? Além disso, as reclamações desta associação são de um vago singular: nada de prático, nada de realizável: apenas os velhos gritos sentimentais da aspiração humanitária. E ao mesmo tempo os homens que a dirigem são espíritos positivos e experimentados. Há aqui uma contradição assustadora. Sente-se que os chefes deste movimento, sabendo bem que da Inglaterra nada têm a esperar, estão simplesmente, sob as aparências da legalidade, organizando a insurreição: formular um programa prático para o parlamento votar seria, na opinião deles, ocioso e pueril: as declamações verbosas em que se fale muito de legalidade, ordem, parlamentarismo bastam para iludir a política... E não é duvidoso que, num certo momento, Fenians, Mollie Maguire e Liga da Terra formarão um só movimento – o da revolta desesperada.

(...)

In AFEGANISTÃO E IRLANDA, Cartas de Inglaterra, Texto Integral das Obras de Eça de Queirós

    

Ver também: Cartas de Inglaterra by José Maria Eça de Queirós - Project Gutenberg

Os Molly Maguire nos EUA:

  • The Molly Maguires (1970): Um filme de Martin Ritt sobre a luta dos mineiros de ascendência irlandesa nas minas de carvão da Pensilvânia (EUA).

Documentário sobre os mineiros irlandeses nos EUA:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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publicado por António Vilarigues às 12:09
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Domingo, 9 de Agosto de 2009
Vacinem-se contra a vacina

Vacinem-se contra a vacina

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Cid Simões

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 00:03
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Domingo, 24 de Maio de 2009
O assassinato de Martin Luther King: dois documentários

1. Um documentário de Thomas Giefer, «Morte em Memphis: O misterioso assassinato de Martin Luther King»

Para Ler:

 

2. The Assassination of Martin Luther King Jr. Um documentário de Denis Mueller

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Lumumba, um filme de Raoul Peck (outra versão)

Outra versão (legendada em castelhano) em doze partes.

A primeira parte é uma introdução (para esquecer... fala até na «guerra fria» (*)) feita por um canal da televisão argentina.

    O filme começa na segunda parte.

A célebre reunião que decidiu da morte de Lumumba é na parte 11 a partir dos 3m 55s.

Para saber mais, e com verdade, é aqui:

(*) Como se a "guerra fria" justificasse os crimes dos colonialistas belgas (e não só...).

Ver aqui Leopold II of Belgium esta fotografia (revoltante) anterior a 1905.

                                                                    

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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publicado por António Vilarigues às 14:25
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
As guerras secretas da CIA, um documentário de William Karel

 

Textos explicativos: 

  • Pearl Harbor 1941
  • Iran 1953
  • Guatemala 1954
  • Congo Belge 1960
  • Cuba, Baie des Cochons 1961
  • Cuba, tentatives d'assassinat de Fidel Castro
  • Dallas, Assassinat de JFK 1963
  • Vietnam 1961-1972
  • Watergate 1972
  • Chili 1973
  •  

    Textos explicativos: 

  • Iran 1979
  • Afghanistan 1979
  • Fin de l'URSS 1989
  •  

    Textos explicativos: 

  • Koweït 1990
  • New York 1993
  • Al Quaïda
  • New York 2001
  •  

    CIA: Guerres secrètes, 2003, um documentário de William Karel

     

    Para Ler:

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

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    Domingo, 26 de Abril de 2009
    Lumumba, um filme de Raoul Peck

    Patrice Émery Lumumba (né le 2 juillet 1925 à Onalua, Congo belge - assassiné le 17 janvier 1961 au Katanga) est le premier premier ministre du Congo (de nos jours République démocratique du Congo) de juin à septembre 1960. Il est une des principales figures de l'indépendance du Congo.

    Patrice Émery Lumumba est considéré au Congo comme le premier «héros national».

    Para Ver e Ouvir (em francês com legendas em inglês, mas com o som dessincronizado):

    Lumumba, 2000, um filme de Raoul Peck (prémios) 

    Ver, sobre este filme, a seguinte controvérsia...

    A propósito desta «controvérsia» ver este vídeo a partir dos 6m e 20s:  

    CIA - Ajax (Iran-Mossadegh) / Guatemala / Congo Lumumba

    (Claro que todo o vídeo é «instrutivo»)

    A reunião em que participou Carlucci, e que decidiu o assassinato de Lumumba, está todavia no vídeo, na parte 6, a partir dos 2m e 40s:

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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    publicado por António Vilarigues às 13:55
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    Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
    A minha avó não morreu para dar cobertura aos soldados israelitas que matam avós...

    I was brought up as an orthodox Jew and a Zionist.  On a shelf in our kitchen, there was a tin box for the Jewish National Fund, into which we put coins to help the pioneers building a Jewish presence in Palestine.

    I first went to Israel in 1961 and I have been there since more times than I can count.  I had family in Israel and have friends in Israel.  One of them fought in the wars of 1956, 1967 and 1973 and was wounded in two of them.  The tie clip that I am wearing is made from a campaign decoration awarded to him, which he presented to me.

    I have known most of the Prime Ministers of Israel, starting with the founding Prime Minister David Ben-Gurion.  Golda Meir was my friend, as was Yigal Allon, Deputy Prime Minister, who, as a general, won the Negev for Israel in the 1948 war of independence.

    My parents came to Britain as refugees from Poland.  Most of their families were subsequently murdered by the Nazis in the holocaust.  My grandmother was ill in bed when the Nazis came to her home town of Staszow.  A German soldier shot her dead in her bed.

    My grandmother did not die to provide cover for Israeli soldiers murdering Palestinian grandmothers in Gaza.  The current Israeli Government ruthlessly and cynically exploit the continuing guilt among gentiles over the slaughter of Jews in the holocaust as justification for their murder of Palestinians.  The implication is that Jewish lives are precious, but the lives of Palestinians do not count.

    On Sky News a few days ago, the spokeswoman for the Israeli army, Major Leibovich, was asked about the Israeli killing of, at that time, 800 Palestinians -- the total is now 1,000.  She replied instantly that "500 of them were militants."

    That was the reply of a Nazi.  I suppose that the Jews fighting for their lives in the Warsaw ghetto could have been dismissed as militants.

        The Israeli Foreign Minister Tzipi Livni asserts that her Government will have no dealings with Hamas, because they are terroristsTzipi Livni's father was Eitan Livni, chief operations officer of the terrorist Irgun Zvai Leumi, who organised the blowing-up of the King David hotel in Jerusalem, in which 91 victims were killed, including four Jews.

    Israel was born out of Jewish terrorism.  Jewish terrorists hanged two British sergeants and booby-trapped their corpses.  Irgun, together with the terrorist Stern gang, massacred 254 Palestinians in 1948 in the village of Deir Yassin.  Today, the current Israeli Government indicate that they would be willing, in circumstances acceptable to them, to negotiate with the Palestinian President Abbas of Fatah.  It is too late for that.  They could have negotiated with Fatah's previous leader, Yasser Arafat, who was a friend of mine.  Instead, they besieged him in a bunker in Ramallah, where I visited him.  Because of the failings of Fatah since Arafat's death, Hamas won the Palestinian election in 2006.  Hamas is a deeply nasty organisation, but it was democratically elected, and it is the only game in town.  The boycotting of Hamas, including by our Government, has been a culpable error, from which dreadful consequences have followed.

    The great Israeli Foreign Minister Abba Eban, with whom I campaigned for peace on many platforms, said: "You make peace by talking to your enemies."

    However many Palestinians the Israelis murder in Gaza, they cannot solve this existential problem by military means.  Whenever and however the fighting ends, there will still be 1.5 million Palestinians in Gaza and 2.5 million more on the west bank.  They are treated like dirt by the Israelis, with hundreds of road blocks and with the ghastly denizens of the illegal Jewish settlements harassing them as well.  The time will come, not so long from now, when they will outnumber the Jewish population in Israel.

    It is time for our Government to make clear to the Israeli Government that their conduct and policies are unacceptable, and to impose a total arms ban on Israel.  It is time for peace, but real peace, not the solution by conquest which is the Israelis' real goal but which it is impossible for them to achieve.  They are not simply war criminals; they are fools.

    In "My Grandmother Did Not Die to Provide Cover for Israeli Soldiers Murdering Palestinian Grandmothers in Gaza" - com vídeo

        Gerald Bernard Kaufman is a British Labour Member of Parliament.  Sir Kaufman made the statement above during the 15 January 2009 House of Commons debate on Gaza in the United Kingdom. 

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                               

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    Domingo, 18 de Janeiro de 2009
    O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade (II)

    O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade, praticado pelos serviços secretos belgas em 17 de Janeiro de 1961.

    Para Ver e Ouvir:

       

     

     

    O discurso de Lumumba que os belgas não gostaram de ouvir: 

     

    Para LER:

     

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                     


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    Sábado, 17 de Janeiro de 2009
    Occupation 101, um documentário sobre o conflito entre Israel e os palestinos

       

    Ocupación 101: La voz de los silenciados Mayoría 2006 es un documental sobre el conflicto palestino-israelí dirigida por Sufyan Omeish y Abdallah Omeish, y narrada por los estadounidenses Alison Weir. La película se centra en la realidad y los efectos de la ocupación israelí de la Ribera Occidental y la Franja de Gaza y analiza los acontecimientos desde el lugar del sionismo a la Segunda Intifada y la retirada unilateral de Israel de plan, y presenta su caso a través de docenas de entrevistas. Cuestiona la naturaleza de las relaciones israelo-americana. En concreto, cuestiona la ocupación militar israelí de la Ribera Occidental y Gaza, y si Estados Unidos debería ayudar a pagar por ello. Ocupación incluye 101 entrevistas con la mayoría de los estudiosos de América y de Israel, los líderes religiosos, los trabajadores humanitarios, las ONG y la crítica de las injusticias y violaciones de los derechos humanos que se derivan de la política israelí en la Ribera Occidental, Jerusalén oriental, y la Franja de Gaza.  

    Synopsis:

    A thought-provoking and powerful documentary film on the current and historical root causes of the Israeli-Palestinian conflict. Unlike any other film ever produced on the conflict -- 'Occupation 101' presents a comprehensive analysis of the facts and hidden truths surrounding the never ending controversy and dispels many of its long-perceived myths and misconceptions.

    The film also details life under Israeli military rule, the role of the United States in the conflict, and the major obstacles that stand in the way of a lasting and viable peace. The roots of the conflict are explained through first-hand on-the-ground experiences from leading Middle East scholars, peace activists, journalists, religious leaders and humanitarian workers whose voices have too often been suppressed in American media outlets.

    The film covers a wide range of topics -- which include -- the first wave of Jewish immigration from Europe in the 1880's, the 1920 tensions, the 1948 war, the 1967 war, the first Intifada of 1987, the Oslo Peace Process, Settlement expansion, the role of the United States Government, the second Intifada of 2000, the separation barrier and the Israeli withdrawal from Gaza, as well as many heart wrenching testimonials from victims of this tragedy.  

    In Occupation101

    Outra versão (em inglês):

    Occupation 101   2006 um documentário de Abdallah Omeish e Sufyan Omeish

    Prémios 

                                                                        

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                               

                                                           

    Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                                           


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    O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade (I)

    O assassinato de Patrice Lumumba: um crime contra África, contra a Humanidade, praticado pelos serviços secretos belgas em 17 de Janeiro de 1961.

    Para Ver e Ouvir (um fime de Thomas Giefer - Politische Morde: Mord im Kolonialstil):

       «Patrice Lumumba was the first Prime Minister of the newly independent African state, The Congo. To fellow Africans he was a hero - the man who had won his country's independence from the Belgians. But for the secret services of the western powers he was a threat. It was at the height of the Cold War, and Congo was vital to Western interests because of its vast mineral resources. CIA agent Larry Devlin received 100,000 dollars from the Agency along with telegraphed instructions to make the "elimination of Lumumba" the "priority goal" of his covert action. Within months of becoming Prime Minister, Lumumba was ousted by an army coup, inspired by the West. In early December, 1960, Patrice Lumumba and two of his Ministers were killed by members of the Belgian Secret Service. None of the murderers - or the men behind them - has ever been indicted, but Lumumba's voice still echoes throughout Africa today.» 

       

    Para Ver e Ouvir (outra versão):

     

    Lumumba 

                                             

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge        

                                               

    Adenda em 17/01/2009 às 22h55m:

    Mais duas versões do documentário 

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    Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
    Cuba 50 anos: «Antes del 59»
     

         Narra los momentos esenciales y más relevantes de la Historia Republicana de la Isla de Cuba desde el fin de la Guerra de Independencia en 1898 hasta la entrada de Fidel Castro en La Habana, en enero de 1959, al frente del Ejército Rebelde.

    Também aqui:

                                                        

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                       


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    publicado por António Vilarigues às 12:04
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    Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
    Cuba 50 anos: Ernesto «El Che» Guevara - «Hasta Siempre»

                                       

    Imagens de Ernesto «El Che» Guevara e entrevista a Fidel Castro AQUI

                                                              

    adaptado de  e-mails enviados pelo Jorge e pelo Raimundo

                                    


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    Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
    Cuba 50 anos: «Che Guevara donde nunca jamás se lo imaginan» (II)

    O título do filme é baseado no seguinte poema:

                                        

    Donde nunca jamás se lo imaginan
                         
    Entonces ya es seguro que estás muerto
    No volveremos otra vez a verte
    Jugar con el aliento de los hartos
    Al escribir como al desgano: Che,
    Sobre el dinero

     

    Entre leyendas
    Viniste brevemente a nuestro día
    Para después marcharte entre leyendas.
    Cruzabas en la sombra, rápido
    Filo sediento de relámpago,
    Y el miedo iba a tronar donde no estabas.
    Luego, es verdad, la boina seria
    Y el tabaco risueño, nos creímos
    –y tú sabrás, si cabe, perdonarlo–
    que te quedabas ya para semilla
    de cosas y de años.

     

    Hoy nos dicen
    Que estás muerto de veras, que te tienen
    Al fin donde querían

     

    Se equivocan
    Más que nosotros figurándose
    Que eres un torso de absoluto mármol
    Quieto en la historia, donde todos
    Puedan hallarte.

    Cuando tú
    No fuiste nunca sino el fuego,
    Sino la luz, el aire,
    Sino la libertad americana
    Soplando donde quiere, donde nunca
    Jamás se lo imaginan
    , Che Guevara
     

                              

    Eliseo Diego

     

    Para ver e ouvir o poema «Donde nunca jamás se lo imaginan» dito por Eliseo Diego clicar AQUI

                                                              

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge           

                                                                     


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    publicado por António Vilarigues às 12:05
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    Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
    Cuba 50 anos: «Che Guevara donde nunca jamás se lo imaginan» (I)

    Che Guevara at the La Coubre memorial service.

    Taken by Alberto Korda on March 5, 1960

        La intensa y apasionante vida del revolucionario argentino-cubano que a los 39 años, en 1967, fue asesinado en Bolivia en su último intento guerrillero por llevar adelante la lucha por un mundo más justo. Una síntesis con imágenes inéditas que nos acercan a este hombre excepcional, no importa el ángulo desde el que se juzguen sus ideas y sus acción, que trascendió su generación y llega hasta hoy como un referente de capacidad de sacrificio, coraje, severidad y ternura.

    Também aqui: 

    Che Guevara donde nunca jamás se lo imaginan (2004), um documentário de Manuel Pérez

                                                              

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                          


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    publicado por António Vilarigues às 12:00
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    Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
    Nos 101 anos de Oscar Niemeyer - «Un architecte engagé dans le siècle»

    Oscar Niemeyer - 101 anos em 15 de Dezembro!

    Oscar Niemeyer, un architecte engagé dans le siècle  (um documentário de Marc-Henri Wajnberg):

     

    Outra versão:

    Vídeo já de 11 de Janeiro de 2008:

    Ver ainda:

                                                              

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                    


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    Terça-feira, 18 de Novembro de 2008
    School of the Americas, School of Assassins - narrado por Susan Sarandon

       Vídeo - School of Americas, School of Assassins (narrado por Susan Sarandon)

        «From the documentary: 'What I've Learned About U.S. Foreign Policy - The War against the Third World'. School of Assassins The School of the Americas, located at Fort Benning, Georgia - our own terrorist training school right here in the United States. This documentary is narrated by Susan Sarandon and features Father Roy Bourgeois talking about this U.S. Army school where soldiers from Central and South America are trained in the art of torture, terrorism, and assassination. This school has since officially been renamed "Western Hemisphere Institute for Security Cooperation." This is part four of nine a nine part series.»  

    Transcrição aqui:  School of the Americas: School of Assassins

          Este é a quarta parte de um documentário mais vasto intitulado «What I've Learned About U.S. Foreign Policy - The War against the Third World» .    

    4. School of Assassins

    This film - School of the Americas Assassins (1994) - was directed and produced by Robert Richter of Maryknoll World Productions.

    This segment comes from the documentary "School of Assassins" available from the School of the Americas Watch web site.

     

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                          


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    Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
    Há 35 anos: o outro 11 de SETEMBRO! - ESTADIO NACIONAL

        Entre el 11 de septiembre y el 7 de noviembre de 1973, el Estadio Nacional de Chile fue utilizado como campo de concentración, de más de doce mil prisioneros políticos que fueron detenidos allí luego del golpe militar.

    Este documental, realizado 30 años después, es la primera investigación periodística que entrega una cronología exacta de estos hechos, reconstruyendo esta historia a través de los testimonios de prisioneros, periodistas, militares, enfermeras, etc .

    Estadio nacional (2001)

                               

     

         «Carmen Luz Parot is a journalist, and one of the new generation of writers and film-makers, children of those imprisoned, killed or exiled by Margaret Thatcher's chum and mentor, Augusto Pinochet. Members of her own family were among those imprisoned. She has made a morbid but fascinating human document, a testament to survival in the worst of circumstances.

    After Pinochet's CIA-backed military coup, about 12,000 people were held, raped, tortured, starved, killed, in the Chilean national football stadium. Although it is widely accepted as having been a concentration camp, an ex-guard interviewed describes it as looking like more of an extermination camp. In all, 35 survivors have been interviewed for this film, intercut with and segueing into vintage footage, stills and TV video. The opening sequence echoes the brutality swamping the country: a rapid montage of noise and visuals. The juxtaposition of interviews, today's return to the stadium, stills and movie shots of the scenes and participants being recalled, and the TV reportage with or without the reporter blithely retailing the fiction about the comfortable and well-fed prisoners, give the film an unstoppable flow. It is a valuable document: the truth lying in the details deemed un-newsworthy at the time. TV and papers only showed us prisoners standing around on the terraces. At night they were herded, some with multiple fractures received during arrest, later many in even worse condition through repeated torture, into the changing-rooms, locker rooms and toilets, where there was barely room to sit. Incredibly, in the middle of this, one soldier and one young female prisoner fell in love.

    Torturers would electrocute or beat people up until 5.15, and then go home to play with their children. The pitch turf was kept well-tended throughout. After two long months, 7,000 survivors were set free and a further 900 dispersed to other prisons, in time for the World Cup. The first game was played without one of the teams, Russia, who were aware of the stadium's recent history. England were not unduly bothered by such scruples

                                                                

    [Comentário de Cliff Hanley retirado de Estadio Nacional]

                    

    La Ventana - Estadio Víctor Jara: victoria del pueblo chileno   

                                              

    adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                            


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