TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014
UPP: Filmes e Arquivos

UPP Cinema 25A_1

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Domingo, 28 de Setembro de 2014
UPP: Ciclo de cinema «Caminhando para Abril»

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publicado por António Vilarigues às 16:19
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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Colômbia, notícias silenciadas: A pobreza é um «crime» que se paga com a morte...

Felipe Zuleta é o autor deste documentário fundamental para conhecer alguns aspectos do drama dos «falsos positivos» e que se pode ver AQUI e AQUI. Nesse trabalho é denunciado o drama das famílias de onze jovens de Soacha que foram recrutados e abatidos pelo exército colombiano alegadamente por serem guerrilheiros. Zuleta é advogado, político e jornalista, vem da oligarquia bogotana – neto de presidente da República – e já exerceu vários cargos públicos. É igualmente um opositor a Uribe Vélez, a quem acusa de estar ligado a grupos de narcotraficantes e paramilitares e de promover a limitação das liberdades e direitos civis. Para que não se pense que Felipe Zuleta é esquerdista, acrescente-se que viveu refugiado no Canadá durante nove anos, alegadamente por ameaças das FARC. Agora está de volta em Bogotá, onde publica uma coluna no jornal El Espectador.

Ler Texto Integral

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
Não seria melhor aplicar-lhe a eutanásia?

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
O bloqueio a Cuba e os efeitos da lei Helms-Burton

In El Bloqueo

- Sim, sabemos que este açúcar é brasileiro mas detectámos que as limas com que afiaram os machetes que cortaram a cana que o produziu contêm 1% de níquel cubano!... Por isso aplicaremos a lei Helms-Burton, okey?

Para Ler:

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
O bloqueio e o roubo das marcas e patentes cubanas

In El Bloqueo

- Não pensas participar no assalto ao banco?

- Lamento, mas agora estou num negócio do governo, dedico-me ao roubo de marcas e patentes cubanas!

Para Ler:

Ver neste blogue:

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Domingo, 13 de Dezembro de 2009
O bloqueio dos charutos cubanos, a saúde nos EUA e o F.B.I.

In El Bloqueo

- Você padece de um enfisema pulmonar, mas não é para agora entrar em pânico!

- Isso é o que você pensa! E se o F.B.I. descobre que eu obtive-o fumando puros cubanos? Hã?

Ver neste blogue:

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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
O bloqueio do rum cubano e os acidentes nos EUA

In El Bloqueo

- Mas não fique assim, homem! Por conduzir bêbado vão aplicar-lhe uma boa multa, mas não deve passar disso!

- Quando descobrirem que apanhei a bebedeira encharcando-me com rum cubano, tenho a certeza de que vão ficar raivosos, buaaaaa!

Ver neste blogue:

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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
É impossível bloquear a dignidade cubana

In El Bloqueo

Senhor presidente, bloqueámos a economia, as finanças e o comércio a Cuba, mas temo que seja impossível fazer o mesmo com a dignidade cubana!

Ver neste blogue:

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
O paradoxo EUA/Cuba

In El Bloqueo

Que paradoxo! A nossa «grande democracia» bloqueia-lhe o acesso à Universidade por ser pobre, e Cuba, bloqueada, oferece-lhe a possibilidade de ser médico!

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Levantar o bloqueio!

In El Bloqueo

Tio Sam: Doutor, com isto do bloqueio, cada dia me sinto mais impotente. O senhor acredita que se possa resolver com uma pastilhita?

Médico: Lamento dizer-lhe que a única solução que vejo, é ter a vontade de o levantar.

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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
A mafia de Miami, a ultra-direita e a chantagem

In El Bloqueo

Mafia de Miami: Como conseguiremos prosseguir o bloqueio contra Cuba depois da próxima derrota na O.N.U.?

Ultra-direita: Muito fácil, continuaremos a chantagear o presidente!

Ver neste blogue:

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Domingo, 25 de Outubro de 2009
A CIA confessa-se: 638 maneiras de matar Castro (actualização)

     Foi actualizado o post «A CIA confessa-se: 638 maneiras de matar Castro» com a inserção da versão dobrada em Francês.

             


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Não há vacina...

Lacoste      Rebelión de 17 de Outubro

 

- Penso que não devemos autorizar as visitas dos estado-unidenses a Cuba, antes de ser descoberta uma vacina contra o vírus do Socialismo!

  • Vacinado ou não, veja neste blogue tudo sobre  (clique em , claro!)

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Médicos cubanos em Portugal

Duas notícias recentes:

Sobre a medicina em Cuba neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      

Adenda em 02/09  às 08h55m:

  • Protocolos médicos com Cuba (a partir dos 11m30s até aos 16m20s) Novos protocolos entre Vila Real de Santo António e Cuba (SIC, 31 de Agosto de 2009)


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Domingo, 14 de Junho de 2009
Mais um que não se lembrava de nada, não sabia nada, não fez nada

    Para saber quem é que não se lembrava de nada, não sabia nada, não fez nada, e teve apenas, em tempos, uns negócios envolvendo uma ilha distante - é clicar aqui ou aqui.

«O Padrinho» - fonte inesgotável para se compreender o funcionamento do capitalismo!  
Publicado neste blog:

Nota da redacçãoQualquer semelhança com factos e com personagens reais, portugueses ou estrangeiros, é apenas mera coincidência.

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                                                                                                                 


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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Polícias e ladrões

    

A propósito destas e doutras frases que falam de polícias e ladrões vão aqui três lindos vídeos da mesma cena do filme «O Padrinho I» para recordar a quem as profere como elas são infelizes e se podem virar contra aqueles que visam defender.

O contexto da cena do filme pouco tem a ver com o que se passa em Portugal. Sem qualquer ironia.

 
Aqui vão, pois, um polícia e dois ladrões: 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Domingo, 17 de Maio de 2009
A CIA confessa-se: 638 maneiras de matar Castro

638 Ways to Kill Castro, 2006, um documentário de Dollan Cannell (Channel 4)

Para LER: 

 

Dois dos terroristas referidos no documentário:

(vale a pena ler as respectivas "folhas de serviço")

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   

Adenda em 25/10/2009 às14h05m:

Dobrado em francês:

                                                              


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Sábado, 16 de Maio de 2009
Roger & Me, um filme de Michael Moore

   

«Cuando el cineasta realizador de documentales Michael Moore hizo su primer trabajo importante, Roger and me (Roger y yo) en 1989, literalmente nadie creía en él, y no era para menos: lo que se proponía era pedir explicaciones a Roger Smith, presidente de la General Motors, por el cierre de una planta en la ciudad de Flint (ciudad natal de Moore, en el estado de Michigan) que dejó a 30.000 personas sin trabajo. Lo más flagrante era que la planta automotriz dejaba un superávit millonario.

Durante tres años Moore intentó sin éxito entrevistarse con Roger Smith pero entretanto hizo el retrato de una ciudad que alguna vez fue modelo de bienestar y entró en la miseria por una decisión de la misma compañía que la levantó. 

En Roger y yo Michael Moore denuncia el sufrimiento de miles de familias que simplemente cayeron arrolladas al paso del gran capital y saca a la luz la lógica implacable del modelo de vida estadounidense, que desprecia a los perdedores pero evita preguntarse por las razones que conducen (por ejemplo a los habitantes de Flint) desde el trabajo honrado hasta la pobreza más indigna.

La respuesta del público cerró la boca de aquellos que consideraban a Moore un soñador sin destino: Roger & Me se convirtió en el largometraje documental que más dinero ha hecho en la historia del cine y Moore siguió adelante, con el mismo entusiasmo de antes pero ahora con más medios, con sus proyectos de denuncia del lado oscuro del sueño estadounidense

 

Para Ler:

O segmento do filme a que se refere este artigo está em Roger & Me - Michael Moore - Subt Español 4/10 a partir dos 3m 35s e até aos 5m. O cartaz com a frase "Flint's attitude towards unemployment is: 'Yes, we can!!'" começa a aparecer aos 4m 16s.

 

Ver ainda:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                                                                                                                 


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Sábado, 9 de Maio de 2009
Redacted (Censurado), um filme de Brian De Palma

      Este fime - Redacted - é baseado no incidente de Mahmudiyah

Para Ver e Ouvir:

 

Redacted, 2007, um filme de Brian De Palma   

 

No filme um dos soldados lê para outro este pequeno conto:

The speaker is Death

«There was a merchant in Bagdad who sent his servant to market to buy provisions and in a little while the servant came back, white and trembling, and said, Master, just now when I was in the marketplace I was jostled by a woman in the crowd and when I turned I saw it was Death that jostled me.  She looked at me and made a threatening gesture,  now, lend me your horse, and I will ride away from this city and avoid my fate.  I will go to Samarra and there Death will not find me.  The merchant lent him his horse, and the servant mounted it, and he dug his spurs in its flanks and as fast as the horse could gallop he went.  Then the merchant went down to the marketplace and he saw me standing in the crowd and he came to me and said, Why did you make a threating getsture to my servant when you saw him this morning?  That was not a threatening gesture, I said, it was only a start of surprise.  I was astonished to see him in Bagdad, for I had an appointment with him tonight in Samarra

In "The Appointment in Samarra" (as retold by W. Somerset Maugham [1933])

Ver a tradução AQUI

                                                                    

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Domingo, 3 de Maio de 2009
Why We Fight / Amerikas Kriege / Le Nerf de la Guerre: um filme de Eugene Jarecki

Why We Fight describes the rise and maintenance of the United States military-industrial complex and its involvement in the wars led by the United States during the last fifty years, and in particular in the 2003 Invasion of Iraq. The film alleges that in every decade since World War II, the American public has been told a lie to bring it into war to fuel the military-economic machine, which in turn maintains American dominance in the world. It includes interviews with John McCain, Chalmers Johnson, Richard Perle, William Kristol, Gore Vidal and Joseph Cirincione. The film also incorporates the stories of a Vietnam War veteran whose son died in the September 11, 2001 attacks and then had his son's name written on a bomb dropped on Iraq; a 23-year old New York man who enlists in the United States Army citing his financial troubles after his only family member died; and a former Vietnamese refugee who now develops explosives for the American military.

 

Documentaire d'Eugene Jarecki (États-Unis, 2005, 1h35mn) Coproduction : Charlotte Street Films, ARTE, BBC, CBC, France 2, TV2, YLE Sélectionné au Festival de Sundance 2005 En 1961, lors de son discours d'adieu, Eisenhower met en garde son successeur et la nation américaine contre le pouvoir croissant des militaires et les liens étroits qu'ils entretiennent avec les fabricants d'armes. Cela n'empêche pas chercheurs, militaires et industriels de continuer à élaborer des armes toujours plus sophistiquées. Quarante ans plus tard, le complexe militaro-industriel américain semble tout-puissant. Il a joué un rôle essentiel dans le déclenchement de la guerre en Irak. Il faut dire qu'un tel conflit permet d'expérimenter de nouvelles armes, de nouvelles techniques. L'offensive américaine a ainsi été l'occasion de tester une toute nouvelle bombe "antibunker". Mais la puissance du complexe militaro-industriel américain se manifeste aussi à travers la présence sur le terrain de milliers de "privés". Certes, la guerre en Irak est menée par une armée de métier, mais elle est assistée par d'autres forces plus ou moins bien identifiées, nébuleuse d'agents de sécurité et de mercenaires recrutés par des sociétés privées. Ainsi, tous les tortionnaires de la prison d'Abou Ghraïb n'appartenaient pas à la police militaire : certains avaient été engagés par une entreprise "spécialisée" dans les interrogatoires de prisonniers. Pour comprendre comment fonctionne la grande famille militaire américaine, Eugene Jarecki a interrogé de très nombreuses personnes, parmi lesquelles les "faucons" Richard Perle et William Kristol, l'ancien responsable de la CIA Chalmers Johnson, le journaliste de CBS Dan Rather, le fils du président Eisenhower et l'écrivain et critique Gore Vidal. Film d'investigation qui évite de tomber dans la polémique, Le nerf de la guerre cherche à savoir pourquoi les Etats-Unis s'en vont en guerre.

  Com legendas em castelhano:

Why We Fight , 2005, um documentário de Eugene Jarecki

 

Ver ainda:

A transcrição desta entrevista está aqui:

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: O futuro de Cuba

     A 1 de Janeiro de 1959, Fidel Castro proclamava o triunfo da revolução contra a ditadura de Fulgencio Batista. Cinquenta anos depois, o irmão, Raul Castro, agora presidente de Cuba, afirmava na praça Carlos Manuel de Céspedes que o socialismo "não foi nenhum fracasso". "Estes 50 anos são anos heróicos, tivemos o privilégio de os viver intensa e conscientemente e de participar activamente em tudo, pelo que temos de nos sentir orgulhosos de tudo o que vivemos, uma glória que não podemos manchar, não a podemos deixar cair, porque o imperialismo está ali", sublinhou Raul Castro. O general não deixou no entanto de reconhecer que há "questões vitais a desenvolver", como a produção interna, o incremento das exportações e a capacidade de produzir todos os alimentos necessários ao país.

O que pensam as crianças cubanas do futuro do seu país? Que sabem de uma Revolução que aconteceu ainda antes do seu tempo? O SAPO foi ouvir as crianças da companhia de teatro infantil La Colmenita, que em Cuba reúne mais de 700 crianças num projecto educativo e social.   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

 

                                                    


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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: O sistema cubano de saúde no filme «SICKO», de Michael Moore

Moore viajou a Cuba com três voluntários que haviam trabalhado nas ruínas do World Trade Center, em New York, depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Segundo ele, os voluntários sofrem de problemas de saúde desde que atuaram naquele local e têm dificuldade de acesso aos tratamentos públicos. Moore diz tê-los levado de barco até a base naval estadunidense de Guantánamo - que fica encravada no leste de Cuba e onde Washington mantém suspeitos estrangeiros de terrorismo - para ver se eles receberiam o mesmo atendimento médico gratuito dos detentos. Após serem barrados, eles decidiram ver que tipo de atendimento médico encontrariam em Cuba, cujo governo comunista se orgulha da qualidade de seus hospitais. Excerto do documentário "Sicko" (S.O.S. Saúde), de Michael Moore.

Para Ver e Ouvir:

Sicko 2007 um filme de Michael Moore

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Domingo, 11 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: «Montanhas de Luz»

   Documental cubano sobre la vida de los profesionales de la salud cubanos en el exterior. Conmovedores testimonios de personas humildes que en algunos casos recibieron asistencia de salud por primera vez; de los propios médicos acerca de sus experiencias en la humanitaria misión, y de sus colegas y autoridades en los diferentes países, fueron conocidos por el público mediante el material fílmico.  

"Montaña de luz" es el testimonio de una guerra justa y permitida: aquella que desarrollan contra el hambre, la falta de asistencia médica y por la preservación de la vida, hombres y mujeres guiados por grandes sentimientos de amor. Médicos y otros profesionales del medio, dejando atrás familia y comodidades, lleguen hasta distantes geografías para demostrarles a hombres, mujeres y niños que la vida puede dejar de ser para ellos una condena. 53.19 min. 

 
3ª versão:

 

4ª versão:

Montaña de luz 2005, um documentário de Alejandro Gil, Alejandro Ramírez Anderson, Alejandro Ramírez Corona, Guillermo Centeno, Rafael Solís

Para Ver e Ouvir:

     Impresionante relato sobre el trabajo de la brigada médica cubana de solidaridad Henry Reeve en Pakistán, tras el terremoto.

 

Para LER:

 

Ver ainda:

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: «Momentos con Fidel»

     Momentos con Fidel es un retrato múltiple, un acercamiento a la relación que por más de cuatro décadas el Comandante y los cubanos protagonizan. Intenso y permanente diálogo puesto a prueba en conflictos y enfrentamientos de diverso carácter en el proceso revolucionario cubano.

Fidel: acción y pensamiento, 2004, um documentário de Rebeca Chávez

Ler:

                                         

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: «La solidaridad internacional» - Patria es humanidad

    Síntesis documental que resume, con un alto porcentaje de imágenes inéditas, la colaboración militar y civil que Cuba ha llevado a la práctica a lo largo de más de cuatro décadas en decenas de países de Asia, África y América Latina.

La Solidaridad internacional 2004, um documentário de Manuel Pérez

Ler:

                                                    

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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: Andante Cantabile (Arte y Revolución)

    Andante Cantabile es una muestra, de las tantas posibles, donde la música, la danza, la pintura, el debate y la polémica se funden con orishas y santos creando un mestizaje infinito que marca la cultura cubana.

Entre el arte y la cultura, 2004, um documentário de Rebeca Chávez

Ler:

                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                             

                                                                   


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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: «Una Isla en la corriente»

     Más de un millón de cubanos viven fuera de Cuba, y en la Isla más de 11 millones de cubanos viven, luchan y enfrentan las secuelas de su controvertido e ineludible destino: estar demasiado cerca de los Estados Unidos. De la primera oleada de batistianos en fuga, en enero de 1959, al puerto de Camarioca, en 1965. De la embajada del Perú en 1980, y Mariel a los "balseros en los 90" y al dramático caso del niño Elián, al comienzo del presente siglo. He aquí un arduo resumen en imágenes históricas, conformadas por diversos cineastas de distintas latitudes, acerca de los avatares –no sólo migratorios- de una Isla en la corriente de este difícil y desigual mundo contemporáneo.

Una Isla en la corriente 2004, um documentário de Daniel Díaz Torres

Ler:

                                                    

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: «Los quatro años que estremecieron al mundo»

   En cuatro años, el tiempo que dura una administración norteamericana, un pequeño país que comienza una Revolución es sometido a centenares de actos de sabotaje, a una invasión a gran escala, a un bloqueo económico y se coloca en el vórtice de una posible holocausto nuclear... Ésta es la crónica, en elocuentes imágenes, de los cuatro años que estremecieron al mundo...   

 

Los 4 años que estremecieron al mundo 2004, um documentário de Daniel Díaz Torres

Ler:

                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                             

 


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Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Cuba 50 anos: Um programa para pôr fim ao analfabetismo no Mundo - «Yo, sí puedo»

Para LER:

     «Primero fueron los agravios. En la historia de este país los indios hemos sido humillados, marginados, despreciados, condenados a la extinción. No nos reconocieron como seres humanos. Fuimos perseguidos y exterminados. En esta capital de la República hasta 1952 no se nos permitía entrar a la plaza Murillo ni caminar por las acera. Los condenados al exterminio estamos aquí presentes para cambiar nuestra historia. No llegamos aquí por concesión de nadie. Y no olvidamos que a nuestros ancestros, a los primeros que a escondidas aprendieron a leer y escribir, les sacaron los ojos y les cortaron las manos. »

In Evo Morales, Rebelion. Bolivia: memorial de agravios y afán de justicia

Para Ver e Ouvir:

  • Yo sí Puedo  (página Argentina com vídeo)                    

Mais para LER: 

     Uganda implementará método cubano de alfabetización

 

                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge        

                                                                      


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