TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Domingo, 16 de Julho de 2017
Jerónimo de Sousa em Viseu: jantar-convívio regional da CDU e visita a Real

O Secretário-geral do PCP participou num jantar convívio regional da CDU Viseu. O estado da Nação, que na passada semana esteve em debate na Assembleia da República, foi um dos temas destacados na intervenção de Jerónimo de Sousa, que apontou a continuação das «fragilidades e vulnerabilidades do País», que se expressam «em planos como o alimentar, demográfico, energético, de ordenamento do território, de infra-estruturas e serviços públicos», bem como no «forte impacto de factores adversos, sejam os das taxas de juro, do preço do petróleo ou da cotação do euro».

Visita Real 2017-07-15.jpg

Antes, ao fim da tarde, Jerónimo de Sousa visitou Real, Freguesia de maioria CDU, no Concelho de Penalva do Castelo, onde manteve contacto com a população e com o reconhecido trabalho realizado pelos eleitos da CDU.

AQUI

 

Visita Real 2017-07-15_1.jpg

Clicar nas imagens para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 16:51
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
Jerónimo de Sousa em Real, Penalva do Castelo

CDU2017_Jeronimo_Real2.jpg

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 16:24
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, em Viseu

serigrafia autarquias 2017.jpg

No próximo Sábado, dia 15 de Julho de 2017, o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, vai estar em Viseu para participar em duas importantes iniciativas.

A primeira iniciativa, ocorrerá pelas 18 horas e constará da visita a Real, Freguesia de maioria CDU, no Concelho de Penalva do Castelo, onde Jerónimo de Sousa manterá contacto com a população e com o reconhecido trabalho realizado pelos eleitos da CDU.

O segundo momento da presença de Jerónimo de Sousa, em Viseu, será o Jantar CDU, que terá lugar pelas 19,30 horas, na Escola Secundária de Viriato.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 05:27
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 27 de Junho de 2017
Jerónimo de Sousa em Viseu - Jantar CDU

Jantar CDU Viseu 2017-07-17.jpg

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:21
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
UPP: A escola antes do 25 de Abril

UPP Escola antes 25 Abril

Clicar na imagem para ampliar

 

No dia 20 de abril, a FPCEUP acolhe uma aula aberta e uma exposição dedicadas à temática da A escola antes do 25 de abril.

Esta é uma iniciativa promovida no âmbito do Mestrado em Ciências da Educação, e pela UPP - Universidade Popular do Porto, integrada no projeto de divulgação de testemunhos e memórias de trabalhadores/as do Porto, preservados pelo Centro de Documentação e Informação da UPP sobre o Movimento Operário e Popular do Porto.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 24 de Janeiro de 2015
Palestra «Direitos Humanos e o Horror do Holocausto»

CPPC 2015-01-26

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:25
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
Viseu: 1º de Maio 2012

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:00
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 6 de Maio de 2012
Penalva do Castelo: O antes e o depois do 25 de Abril em debate

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 23 de Abril de 2012
Mortágua / Santa Comba Dão: Almoço do PCP comemorativo do 25 de Abril

Almoço do PCP comemorativo do 25 de Abril

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 22:19
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

25 de Abril e 1º de Maio em Viseu

Clicar na imagem para visualizar a ligação

 -


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 22 de Abril de 2012
Penalva do Castelo: O antes e o depois do 25 de Abril

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
As «Jotas» não são todas iguais...

-

A DN da JCP reafirma o compromisso dos jovens comunistas portugueses com a luta por uma ruptura e mudança de políticas para o país, e para os trabalhadores, o povo e a juventude de Portugal, que passará necessariamente pela derrota do pacto de agressão das troikas e a sua expressão em cada escola e em cada local de trabalho. O crescimento da ofensiva exige o aumento da resposta e estamos seguros que a juventude portuguesa encontrará os caminhos para o reforço da sua luta para, lado a lado com o povo e os trabalhadores, tomar nas suas mãos o destino das suas vidas. Organizar para lutar, resistir para vencer – a luta continua!

-

Os Partidos NÃO são todos iguais!

E as «Jotas» também não...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:34
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|

Quinta-feira, 17 de Março de 2011
Devem ter enlouquecido...

Mais encerramentos, Mais mega-agrupamentos

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 04:03
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 13 de Março de 2011
Os professores voltam à rua para contestar as políticas do Governo

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
30.000 professores a caminho da rua

No próximo ano lectivo as escolas poderão ter menos 30 000 professores!

-

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 31 de Maio de 2009
CDU solidária com a luta dos professores

Notícias AQUI, AQUI, AQUI e AQUI                                         


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 04:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

TVI: Mário Nogueira fala à TVI

                                         


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 03:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

SIC: A manifestação e as opiniões da ministra e da oposição

                                          


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 02:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

RTP: Mais de 50 mil professores marcharam contra Estatuto da Carreira Docente

                                            


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 01:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 22 de Março de 2009
Início da guerra civil na Galiza - Um excerto de «A língua das borboletas»

Postal de 1937 com Hitler, Franco e Mussolini

(...)
Don Gregorio levou posto aquel traxe durante un ano e levábao tamén aquel día de xullo de 1936 cando se cruzou comigo na alameda, camiño do concello.
"¿Qué hai, Pardal? A ver se este ano podemos verlles por fin a lingua ás bolboretas".
Algo estraño estaba a suceder. Todo o mundo parecía ter présa, pero non se movía. Os que miraban para a dereita, viraban cara á esquerda. Cordeiro, o recolledor de lixo e follas secas, estaba sentado nun banco, preto do palco da música. Eu nunca vira sentado nun banco a Cordeiro. Mirou cara a arriba, coa man de viseira. Cando Cordeiro miraba así e calaban os paxaros era que viña unha treboada.
Sentín o estrondo dunha moto solitaria. Era un garda cunha bandeira suxeita no asento de atrás. Pasou diante de concello e mirou cara aos homes que conversaban inquedos no porche. Berrou: "¡Arriba España!" E arrincou de novo a moto deixando atrás un ronsel de estalos.
As nais comezaron a chamar polos nenos. Na casa, parecía ter morto outra vez a avoa. O meu pai amoreaba cobichas no cinceiro e a miña nai choraba e facía cousas sen sentido, como abrir a billa de auga e lavar os pratos limpos e gardar os sucios.
Petaron á porta e os meus pais miraron o pomo con desacougo. Era Amelia, a veciña, que traballaba na casa de Suárez, o indiano.
"¿Sabedes o que está pasando? Na Coruña os militares declararon o estado de guerra. Están disparando contra o Goberno Civil".
"¡Santo ceo!", persignouse a miña nai.
"E aquí", continuou Amelia en voz baixa, como se as paredes oíran, "disque o alcalde chamou ao capitán de carabineiros pero que este mandou dicir que estaba enfermo".
Ao día seguinte non me deixaron saír á rúa. Eu miraba pola fiestra e todos os que pasaban me parecían sombras encollidas, como se de súpeto caera o inverno e o vento arrastrara aos pardais da Alameda como follas secas.

Chegaron tropas da capital e ocuparon o concello. Mamá saíu para ir á misa e volveu pálida e tristeira, como se se fixera vella en media hora.
"están pasando cousas terribles, Ramón", oín que lle dicía, entre saloucos, ao meu pai. Tamén el envellecera. Peor aínda. Parecía que perdera toda vontade. Esfondárse nun sillón e non se movía. Non falaba. Non quería comer.
"Hai que queimar as cousas que te comprometan, Ramón. Os periódicos, os libros. Todo".
Foi a miña nai a que tomou a iniciativa aqueles días. Unha mañá fixo que o meu pai se arregrara ben e levouno con ela á misa. Cando voltaron, díxome: "Veña, Moncho, vas vir connosco á alameda". Tróuxome a roupa de festa e, mentres me axudaba a anoar a gravata, díxome en voz moi grave: "Recorda isto, Moncho. Papá non era republicano. Papá non era amigo do alcalde. Papá non falaba mal dos curas. E outra cousa moi importante, Moncho. Papá non lle regalou un traxe ao mestre".
"Si que llo regalou".
"Non, Moncho. Non llo regalou. ¿Entendiches ben? ¡Non llo regalou!".
Había moita xente na Alameda, toda con roupa de domingo. Baixaran tamén algúns grupos das aldeas, mulleres enloitadas, paisanos vellos de chaleco e sombreiro, nenos con aire asustado, precedidos por algúns homes con camisa azul e pistola ao cinto. Dúas fileiras de soldados abrían un corredor desde a escalinata do concello ata uns camións con remolque atoldado, como os que se usaban para transportar o gando na feira grande. Pero na alameda non había o balbordo das feiras senón un silencio grave, de Semana Santa. A xente non se saudaba. Nin sequera parecían recoñecerse os uns aos outros. Toda a atención estaba posta na fachada do concello.
Un garda entreabriu a porta e percorreu o xentío coa mirada. Logo abriu de todo e fixo un aceno co brazo. Da boca escura do edificio, escoltados por outros gardas, saíron os detidos, ían atados de mans e pés, en silente cordada. Dalgúns non sabía o nome, pero coñecía todos aqueles rostros. O alcalde, os dos sindicatos, o bibliotecario do ateneo Resplandor Obreiro, Charli, o vocalista da orquestra Sol e Vida, o canteiro a quen chamaban Hércules, pai de Dombodán...
(...)

     Para ler «A língua da borboletas» de Manuel Rivas em galegoem castelhano

                                                                     

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                    


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:05
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
Unidade, firmeza e determinação dos professores

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI  e AQUI

                                                                       


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:51
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 21 de Dezembro de 2008
Monumento em homenagem «ao professor e à educação» em Vila do Conde

    (...) Eu quería moito a aquel mestre. Ao principio, os meus pais non podían crelo. Quero dicir que non podían entender como eu quería ao meu mestre. (...)

Non, o mestre don Gregorio non pegaba. Pola contra, case sempre sorría coa súa cara de sapo. Cando dous pelexaban no recreo, el chamábaos, "parecedes carneiros", e facía que se deran a man. Logo, sentábaos no mesmo pupitre. Así foi como fixen o meu mellor amigo, Dombodán, grande, bondadoso e torpe. Había outro rapaz, Eladio, que tiña un lunar na meixela, no que mallaría con gusto, pero nunca o fixen por medo a que o mestre me mandara darlle a man e que me cambiara de xunto a Dombodán. O xeito que tiña don Gregorio de mostrar un grande enfado era o silencio. 

"Se vós non calades, terei que calar eu". 

E ía cara ao ventanal, coa mirada ausente, perdida no Sinaí. Era un silencio prolongado, desacougante, como se nos deixara abandonados nun estraño país. Sentín pronto que o silencio do mestre era o peor castigo imaxinable. Porque todo o que tocaba era un conto engaiolante. O conto podía comezar cunha folla de papel, despois de pasar polo Amazonas e a sístole e diástole do corazón. Todo enfiaba, todo tiña sentido. A herba, a ovella, a la, a miña friaxe. Cando o mestre se dirixía ao mapamundi, ficabamos atentos como se se iluminara a pantalla do cine Rex. Sentiamos o medo dos indios cando escoitaron por vez primeira o rincho dos cabalos e o estoupido do arcabuz. Iamos ao lombo dos elefantes de Aníbal de Cartago polas neves dos Alpes, camiño de Roma. Loitamos con paos e pedras en Ponte Sampaio contra as tropas de Napoleón. Pero non todo eran guerras. Faciamos fouces e rellas de arado nas ferrerías do Incio. Escribimos cancioneiros de amor en Provenza e no mar de Vigo. Construímos o Pórtico da Gloria. Plantamos as patacas que viñeran de América. E a América emigramos cando veu a peste da pataca. (...)                                                       

In A lingua das bolboretas, Manuel Rivas (do seu libro "¿Que me queres, amor?)

Ver neste blog AQUI

                                                          

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                               

Notícias AQUI

             


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sábado, 13 de Dezembro de 2008
Burocracias na Escola

Se não fosse dramático para o país … (clicar AQUI)

                   


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:21
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Uma Greve histórica!

   

  •  Fenprof - actualização permanente  

  • SPRC - Região Centro

                      

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:51
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
O trânsito aéreo durante a noite e o dia

    Ver AQUI e AQUI

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Fernando  
                                        


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:19
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Calculadoras no ensino da Matemática

      O estudo das funções do cérebro no domínio da cognição tem revelado a forma como diversos componentes da nossa mente se desenvolvem e articulam para permitir os desempenhos de que somos capazes.

O capítulo da aprendizagem começa a ter que ser considerado como parceiro orientador dos programas de ensino e, bem assim, aquele que se dedica ao estudo das capacidades de cálculo merece também atenção particular. Vem isto a propósito da discussão sobre a introdução do uso de calculadoras em fase precoce do ensino da matemática que nos parece uma medida contrária ao normal desenvolvimento da aprendizagem desta importante componente cognitiva.

A nossa constituição biológica natural fornece-nos instrumentos cognitivos básicos que utilizamos no início da vida de forma intuitiva. A capacidade de cálculo é um desses instrumentos. Os bebés de seis meses são capazes de fazer operações de cálculo, tal como alguns seres de outras espécies. O papel da escolarização é trazer para o domínio do pensamento consciente essas capacidades e dominá-las no contexto de uma nova lógica de representação simbólica com potencial desenvolvimento criativo, adaptado aos problemas que a vida do Universo levanta.

O cálculo intuitivo, inconsciente, das idades pré-escolares depende de operadores cerebrais localizados no hemisfério direito. A sua tradução para uma forma de representação simbólica implica o recurso a funções sedeadas no hemisfério esquerdo. O domínio da representação simbólica dos dígitos, da representação, no espaço, das operações e a memorização de competências elementares (como a tabuada), entre outros, são instrumentos preciosos e fundamentais para alicerçar um progresso no conhecimento da matemática.

Estas operações elementares são não só instrumentos básicos de futura combinação, mas são também matrizes de pensamento que são chaves de acesso ao intuitivo inconsciente que importa recrutar no processo de aprendizagem. Ou, por outras palavras, a escolarização deve ter por objectivo a construção de uma matriz primária de conhecimento, constituída por regras aprendidas e de fácil acesso mental (guardadas em memória) que sirva de interface entre o que é intuitivo, e constitui o potencial individual para esta competência, e o que hoje informa o corpo do saber neste domínio. 

É evidente que estou a falar da matemática tal como hoje a entendemos e, por isso, julgo que entregar uma calculadora a um aluno que está em fase precoce de aprendizagem se pode equiparar a dar um automóvel a uma criança que está a começar a andar para que o não faça e se movimente mais facilmente. Admito que muita coisa vai mudando no nosso processo adaptativo ao mundo, e admito também que o progresso do conhecimento nos vai tornando cada vez mais dependente das máquinas que fomos capazes de criar.

Talvez seja cedo, contudo, para criar a dependência das máquinas numa idade em que o nosso cérebro é, sem dúvida, a máquina mais competente para resolver os problemas, desde que o saibamos informar adequadamente. Se assim não fizermos, vamos continuar na cauda do mundo no que respeita a competências cognitivas, e seremos capazes de nunca vir a inventar máquinas que nos ajudem quando as operações exigem capacidades que o nosso cérebro não tem.

As calculadoras não precisam de ir à Escola, mas os meninos e as meninas precisam, e a Escola deve saber o que fazer com eles e elas.

 

Fonte: Público [Alexandre Castro Caldas - Professor de Neurologia - 24/07/2007]

 

In Matemática na Net - Calculadoras no ensino da Matemática

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                                                  


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:13
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 16 de Novembro de 2008
Educação assim não

  • Ver vídeo AQUI  

  • Ver reportagens fotográficas AQUI e AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:28
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 15 de Novembro de 2008
Deixem-nos ensinar!!!

  • Ver vídeo AQUI  

  • Ver reportagens fotográficas AQUI e AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:21
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
Assim não se pode ser professor

  • Ver vídeo AQUI  

  • Ver reportagens fotográficas AQUI e AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:16
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Obrigado ministra por nos teres unido

  • Ver vídeo AQUI  

  • Ver reportagens fotográficas AQUI e AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:09
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


posts recentes

Jerónimo de Sousa em Vise...

Jerónimo de Sousa em Real...

Jerónimo de Sousa, Secret...

Jerónimo de Sousa em Vise...

UPP: A escola antes do 25...

Palestra «Direitos Humano...

Viseu: 1º de Maio 2012

Penalva do Castelo: O ant...

Mortágua / Santa Comba Dã...

25 de Abril e 1º de Maio ...

Penalva do Castelo: O ant...

As «Jotas» não são todas ...

Devem ter enlouquecido...

Os professores voltam à r...

30.000 professores a cami...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds