TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 24 de Setembro de 2016
Tensão no Sahara Ocidental

Mapa Sahara Ocidental - muro

As forças de ocupação marroquinas no Saara Ocidental ocuparam posições na zona de Guergarat, a 11 de Agosto, numa clara violação do acordo de cessar-fogo assinado entre a Frente Polisário e Marrocos em 1991.

Foram necessários 18 dias de violação do cessar-fogo por parte de Marrocos e a deslocação para a zona de parte do contingente militar da República Árabe Saaráui Democrática (RASD) para que o secretário-geral da ONU se manifestasse. Numa declaração emitida no domingo, 28, Ban Ki-Moon limita-se a manifestar a sua preocupação com a situação tensa criada na faixa tampão no Sudoeste do Saara Ocidental entre o muro marroquino e a fronteira mauritana, como resultado de mudanças no status quo e da introdução de unidades armadas de Marrocos e da Polisário em estreita proximidade uns dos outros.

O secretário-geral exortou ambas as partes a suspender qualquer acção que altere esse status quo e a retirar todos os elementos armados de modo a evitar nova escalada e permitir à MINURSO manter discussões com ambas as partes sobre a situação.

As autoridades saaráuis, em comunicado divulgado dia 29, responsabilizam as Nações Unidas e o Conselho de Segurança pela «violação marroquina sem precedentes do cessar-fogo», instando aquelas instituições a tomar imediatamente as medidas necessárias para que tal não se repita.

A RASD exige a «retirada de todo o arsenal e militares e elementos civis marroquinos da zona de separação de Guergarat», e alerta que «qualquer inação ou passividade» seria considerada um «sinal de luz verde às autoridades de ocupação marroquina para prosseguirem a sua política de intransigência, escárnio e agressão que ameaçam seriamente a paz e a segurança na região».

A monitorização do cessar-fogo está sob a responsabilidade da MINURSO (Missão da ONU para o Saara Ocidental), mas o seu contingente foi significativamente reduzido com a expulsão de mais de 80 funcionários por Marrocos. Apesar do Conselho de Segurança ter decidido repor o contingente, este ainda não recuperou a sua funcionalidade.

Morocco s Wall of Shame.jpg

Acordos com Marrocos inaplicáveis ao Saara Ocidental

O advogado-geral do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), Melchior Wathelet, considera que «o Saara Ocidental não faz parte do território de Marrocos e que, por conseguinte, nem o acordo de associação nem o acordo UE-Marrocos de liberalização são aplicáveis» ao território.

A posição consta de um comunicado divulgado dia 13, na sequência do recurso apresentado pelo Conselho Europeu (chefes de Estado e de governo) contra o acórdão do TJUE, de 10 de Dezembro de 2015, que anulou o acordo UE-Marrocos.

As conclusões do advogado-geral não vinculam o Tribunal de Justiça, mas serão consideradas na sua decisão final sobre o assunto.

 

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
UPP: As lutas das mulheres no cinema

UPP Mulheres Africa

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A cineasta holandesa Ike Bertels, com uma dissertação sobre “As mulheres nos conflitos e nos movimentos sociais”, é a primeira oradora do Colóquio Internacional sobre as Lutas das Mulheres no Cinema de África e do Médio Oriente, que decorre na próxima semana na Faculdade de Letras da Universidade do Porto - FLUP.

De uma resistência à outra: o duplo olhar das realizadoras magrebinas pós coloniais», é o título do trabalho da francesa Michele Lefranc no painel de abertura, a que se seguem Paula Franco (“Mulheres da Palestina em luta”), Beti Ellerson (“A evolução do cinema africano feito por mulheres nos últimos vinte anos”), e Robbin Steedman (“Lutas e sucessos das cineastas do Quénia”) – entre outros.

O Colóquio, organizado pelo Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto - CEAUP, desenrola-se nas próximas quinta e sexta feiras, dias 12 e 13. Fernando Branco Correia será o primeiro orador do segundo dia com um trabalho sobre “Violências de género”. Diana Andringa falará sobre “As Mulheres e os filmes de guerra”. Alemanha, Argélia, Bolívia, Brasil, Espanha, França, Gana, Irão, Nigéria, Portugal, Reino Unido, Tunísia e Turquia são as origens dos participantes no Colóquio que enviaram comunicações.

Da mostra de cinema que completa o Colóquio, destacam-se as películas “Femmes du Caire”, de Yousry Nasrallah, “Guerrilla Grannies”, de Ike Bertels, “A Alcaidessa”, de Midyat Sermiyan, e "Women in struggle”, de Buthina Khoury.

As sessões (noite de 12 e tarde de 13) decorrem na UPP Universidade Popular do Porto.

Informação permanente sobre o Colóquio em www.africanos.eu

 


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Sábado, 19 de Março de 2016
A União Europeia está lançada numa deriva reaccionária e xenófoba

Lampedusa 2013

 

Durante o ano de 2015 pode afirmar-se, sem qualquer dúvida, que muito mais de um milhão de pessoas atingiram territórios europeus.

Embora de uma magnitude catastrófica, este número é inferior ao registado em países mais próximos dos cenários de conflitos: um milhão e 900 mil na Turquia; um milhão e cem mil no Líbano; e 650 mil na Jordânia.

Da hecatombe humanitária resultante da entrada de mais de um milhão de refugiados, o rateio efectuado entre os 28 Estados membros da União Europeia abriu espaço para a admissão de apenas 170 mil, isto é, muito menos de 17%.

Até ao momento, foram alojados e integrados no espaço europeu menos de 500 dos desesperados que pretendem asilo!!!

AQUI

 

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015
Discurso de Salvador Allende na Universidade de Guadalajara México

Salvador Allende 1973

A 11 de Setembro de 1973, no Chile de Salvador Allende (cujo centenário do nascimento se comemora neste ano de 2008), Augusto Pinochet executava a fase final de um golpe. Golpe há muito preparado e anunciado pela comunicação social dominante como «inevitável». Golpe que desde o início foi fomentado, financiado e apoiado pela CIA, obedecendo  às ordens da Administração Nixon.

Um ano depois da sangrenta tomada do poder o então Presidente, não eleito sublinhe-se, Gerald Ford foi entrevistado pela revista «Time». Questionado sobre que lei internacional dava aos EUA o direito de tentar desestabilizar um governo constitucionalmente eleito de outro país respondeu lapidar: «Não vou pronunciar-me aqui sobre se isso é ou não permitido por leis internacionais. É um facto reconhecido, no entanto, que tanto historicamente como no presente, tais acções se aplicam no melhor interesse dos países envolvidos. O nosso governo, tal como outros governos, empreende essas acções para ajudar a boa orientação das políticas externas e para proteger a segurança nacional... A CIA tentou ajudar, no Chile, a preservação dos jornais opositores e das rádios e apoiar os partidos da oposição».

António Vilarigues in jornal "Público" - Edição de 19 de Setembro de 2008

 

 

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Terça-feira, 21 de Abril de 2015
Políticas de exploração, guerra e imigração da UE na origem do problema

Lampedusa 2013

Muros, valas, arame farpado e barreiras electrificadas: Mediterrâneo e Atlântico

 

Neste blog em 25 de Novembro de 2008...

 


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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014
UPP: Filmes e Arquivos

UPP Cinema 25A_1

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Domingo, 28 de Setembro de 2014
UPP: Ciclo de cinema «Caminhando para Abril»

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Domingo, 28 de Abril de 2013
Os 35 Melhores Filmes da Esquerda

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Cinema e socialismo foram colegas de escola no princípio do século XX. Às vezes juntos, cresceram, apaixonaram-se, magoaram-se, desiludiram-se e continuaram a aprender. Esta lista, inevitavelmente incompleta e truncada de injustiças, resgata da História do Cinema as melhores e mais belas encarnações dos ideais da esquerda.

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Sexta-feira, 1 de Março de 2013
Cinemateca mostra filmes soviéticos (e há convites...)

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CICLO «Foco no Arquivo»:

Para o segundo “capítuloFoco no Arquivo como rubrica regular de programação, escolhemos sublinhar a inestimável importância dos atos de depósito na Cinemateca programando catorze títulos de um dos mais recentes e significativos depósitos entrados na coleção, por iniciativa da Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin.

Ler mais AQUI

Confirma-se: TEMOS CONVITES PARA A CINEMATECA!

A Cinemateca disponibiliza-nos convites para as sessões em que são exibidas as cópias da colecção da Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin:

  • para a sala Luís de Pina, 10 convites
  • para a sala Félix Ribeiro, 20 convites.

O levantamento dos convites deve ser feito no próprio dia das sessões, no horário da bilheteira e até 15m antes da hora.

Quem quiser ir, deve comunicar logo que possível, o mais tardar na véspera da sessão a que pretende assistir, para podermos enviar a tempo a nossa lista de convidados.

A informação necessária é:

- Nome

- Sessão (dia e hora, sala ou filme)

- Quantos bilhetes

A mensagem deve ser enviada geral@associacaogagarin.pt

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PROGRAMAÇÃO

VOZVRACHCHENIE MACSIMA
O Regresso de Máximo
de Grigori Kozintsev, Leonid Trauberg
com Boris Chikov, Valentina Kibardina, Anatoli Kuznetsov
URSS, 1937 – 104 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Sex. [1] 19:30

V LIOUDIAKH
Ganhando o Meu Pão
de Mark Donskoi
com Aleksei Lyarsky, Irina Zarubina, Varvara Massalitinova
URSS, 1939 – 99 minutos / legendado em português
Sala Luís de Pina
Sex. [1] 22:00

MOI UNIVERSITETY
Minhas Universidades
de Mark Donskoi
com Nikolai Valbert, Stepan Kayukov, Nikolai Plornikov
URSS, 1940 – 99 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Seg. [4] 19:30

NEOKONCHENNAYA PYESA DLYA MEKHANICHESKOGO PIANINO
Peça Incompleta para Piano Mecânico
de Nikita Mikhalkov
com Alexandre Kaliaguine, Elena Solovei, Evguenia Guchenko, Nikita Mikhalkov
URSS, 1977 – 100 min / legendado em português
Sala Dr. Félix Ribeiro
Seg. [4] 21:30

PYAT VECHEROV
Cinco Noites
de Nikita Mikhalkov
com Lyudmila Gurchenko, Stanislav Lyubshin, Valentina Telichkina
URSS, 1979 – 102 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Ter. [5] 19:30

IDI I SMOTRI
Vem e Vê
de Elem Klimov
com Aleksey Kravchenko, Olga Mironova, Liubomiras Lauciavicius
URSS, 1985 – 142 min / legendado em português
Sala Dr. Félix Ribeiro
Ter. [5] 21:30

RODNYA
A Parente
de Nikita Mikhalkov
com Nonna Mordyukova, Svetlana Kryuchkova, Yuri Bogatyryov
URSS, 1982 – 96 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Qua. [6] 19:30

BEZ SVIDETELEY
Sem Testemunhas
de Nikita Mikhalkov
com Irina Kupchenko, Mikhail Ulyanov, Eudard Artemev
URSS, 1983 – 93 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Qui. [7] 19:30

ATY-BATY SHLI SOLDATY…
Os Soldados Foram à Guerra...
de Leonid Bykov
com Leonid Bykov, Vladimir Konkin, Yelena Shanina, Leonid Bakshtayev
URSS, 1977 – 85 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Sex. [8] 19:30

VOSKHOZHDENYE
Ascensão
de Larissa Cheptiko
com Boris Plotnikov, Vladimir Gostyukhin, Sergey Yakovlev
URSS, 1977 – 109 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Seg. [11] 19:30

SIBERIADA
Siberiada
de Andrei Konchalowski
com Nikita Mikhalkov, Lyudmila Gurchenko, Natalya Andrejchenko, Vitaly Solomin, Vladimir Samojlov
URSS, 1979 – 203 min (104 min + 99 min) / legendado em português
O filme é exibido no horário das duas sessões habituais, às 19h30 e às 22h
Sala Luís de Pina
Ter. [12] 19h30 | 22:00

GOLUBYE GORY ILI NIEPRAVDOPODOBNAIA ISTORIIA
As Montanhas Azuis ou Uma História Inacreditável
de Eldar Shengelaya
com Ramaz Giorgobiani, Vasil  Kakhniashvili, Teimuraz Chirgadze
URSS, 1983 – 97 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Qua. [13] 19:30

TCHUTCHELO
O Espantalho
de Rolan Bykov
com Christina Orbakaite, Yuri Nikulin, Yelena Sanayeva
URSS, 1984 – 125 min / legendado em português
Sala Luís de Pina
Qui. [14] 19:30

BORIS GODUNOV
de Vera Stroyeva
com Aleksandr Pirogov, Nikandr Khanayev, Georgi Nelepp
URSS, 1954 – 109 min / legendado eletronicamente em português
Sala Luís de Pina
Sex. [15] 19:30

 

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Sábado, 26 de Janeiro de 2013
UPP: Ciclo de cinema sobre a educação

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Sábado, 12 de Janeiro de 2013
UPP: Ciclo sobre cinema palestiniano

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Terça-feira, 4 de Setembro de 2012
«O nosso país não é corrupto» (Cândida Almeida). Pois não!

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Cândida Almeida, directora do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) vincou que Portugal «não é um pais corrupto».

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Pois não! Dizer que Portugal é um país corrupto é o mesmo que dizer que Portugal tem calos nos pés!

Depois, mistura três coisas distintas:

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«Digo olhos nos olhos: O nosso país não é corrupto, os nossos políticos não são corruptos, os nossos dirigentes não são corruptos», disse este sábado à noite a procuradora-geral adjunta, na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide.

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Da primeirao nosso país não é corrupto») já falámos.

Quanto à segundaos nossos políticos não são corruptos»), podemos adiantar-lhe o seguinte: vá a senhora directora à Festa do «Avante!», no próximo fim-de-semana e poderá fartar-se de ver gente honesta e politicos que não são corruptos. Agora, quanto aos outros, já não pomos as mãos no fogo…

No que diz respeito à terceiraos nossos dirigentes não são corruptos») não é essa bem a opinião que corre, mas se a senhora directora o diz…

Resta-nos dar uma imensa gargalhada ir ver uns vídeos já antigos:

Senhora directora, dê também uma olhada n’O Padrinho só para perceber como as coisas se passam…

 Já agora, leia também:

Não é por nada, mas num texto fica sempre bem uma fotografia (mesmo que nada tenha a ver com o assunto):

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 8 de Maio de 2012
Pretty Woman - A grave questão da prostituição

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Ele há temas que nos fazem vir à memória um poema pessimista de Jorge de Sena:

Neste vil mundo que nos coube em sorte/por culpa dos avós e de nós mesmos tão ocupados em esperanças de salvá-lo...

E se há temas que nos fazem dizer que o mundo está às avessas, um desses temas é sem dúvida nenhuma «a prostituição».

Com a ajuda da indústria cinematográfica cor de rosa, através do filme Pretty Woman (1), somos levados mesmo a pensar que a prostituição é uma coisa bela, romântica... E viva a liberdade de a mulher se prostituir pois que no final ela transforma-se numa nova cinderela made in mundialização neoliberal.

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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Serviço Público de Televisão (entre as 2h e as 3h da manhã...)

Clicar na imagem para visualizar a ligação

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Documentário visualizado dia 25 de Abril a partir das 2h10m (não fosse o diabo tecê-las?...) na RTP2.

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Para ver e reflectir.

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Sexta-feira, 9 de Março de 2012
Dia 9: Gagárin é o primeiro também na Cinemateca

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No dia 9 de Março, assinalando o 78.º aniversário do nascimento de Iúri Gagárin e ainda celebrando o 50.º aniversário do histórico primeiro voo cósmico da humanidade (12 de Abril de 1961), a Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin (Antiga Associação Portugal-URSS) e a Cinemateca Portuguesa realizam as primeiras sessões em que vão ser exibidos filmes da nossa colecção de cinema soviético.

Com a mudança de sede, o espólio cinematográfico da Associação foi depositado no Arquivo Nacional de Imagens em Movimento, da Cinemateca. Trata-se de uma colecção de filmes de curta e longa-metragem, em bitolas de 35mm e 16mm, com cerca de 4500 cópias e 1300 títulos, entre os quais se encontram clássicos do cinema soviético e muito diversificados documentários. Foram igualmente depositados equipamentos de projecção, cartazes, catálogos e outros materiais.

Na sala Luís de Pina terão lugar, dia 9, duas sessões.

Às 19.30 horas, passam os documentários “Quando Gagárin Ainda Andava na Escola” e “O Voo Cósmico de Iúri Gagárin”. Representantes da Associação e da Cinemateca farão breves alocuções sobre o acordo de depósito e o significado desta primeira iniciativa.

Às 22 horas, será exibido “O Começo da Lenda”, um drama biográfico sobre a infância do cosmonauta soviético. Esta sessão vai ser apresentada por Francisco Silva, investigador e autor, especialista em tecnologias da informação e comunicação.

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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
O Padrinho, Parte 4. JÁ EM EXIBIÇÃO!
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Veja aqui o "trailer", extraído da Euronews:

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«Uma das mais importantes figuras do executivo italiano é Corrado Passera que assume o ministério do Desenvolvimento Económico, Infraestruturas e Transportes. É presidente do segundo maior banco popular transalpino, o Intesa San Paolo, e defensor do envolvimento dos bancos nos destinos económicos do país.

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(...)

A economista Elsa Fornero, considerada perita em questões relacionadas com pensões e segurança social, dirige o ministério do Emprego e da Política Social, tem ligações ao banco Intensa San Paolo.

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Por fim, uma figura ligada ao Vaticano. Trata-se de Andrea Riccardi, fundador da comunidade de Santo Egídio. É agora ministro da Cooperação Internacional.»-

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Para recordar os três primeiros filmes da série:

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E, em sensacional exclusivo «O CASTENDO», veja como tudo isto termina:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 25 de Março de 2011
Ana Gomes, Daniel Oliveira, Rui Tavares - o mesmo combate! Ou será... a mesma GUERRA?

No Arrastão, Daniel Oliveira, aquele que defende a guerra na Líbia, anuncia-nos, a formação de não-sei-quê-de-esquerda, onde estão Ana Gomes (a da guerra no Afeganistão e não só) e Rui Tavares (que também apadrinhou a referida guerra na Líbia):

«O LEFT caucus será apresentado hoje aos europeus. Pretendemos ser um fórum de coordenação de políticas de esquerda, de criação de uma nova maioria progressista, e de consolidação de um discurso consistente, realista e mobilizador. qualquer pessoa pode inscrever-se e começar a receber informações.»

No Arrastão, onde nem entre eles se entendem...

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Será que os três (Ana, Daniel e Rui) também acham uma «delicia o cheiro do napalm pela manhã»?-

«Sentes este cheiro? Sentes este cheiro, rapaz? É napalm. Nada no mundo cheira assim. Que delicia o cheiro do napalm pela manhã! Um día bombardeámos uma colina e quando tudo acabou, subi. Não encontrámos um só cadáver desses chinos de merda. Que pivête a gasolina queimada! Aquela colina cheirava a... vitória»

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
Quem disse: «Portugal quer afirmar que não vê no Pacto do Atlântico Norte mais que um instrumento de defesa e de cooperação internacionais»?

A designação «Pacto do Atlântico Norte» (=NATO) e as palavras «defesa», «cooperação» e «internacionais», foram misturadas para compor a linda e simpática frase do título sobre a sinistra organização. Quem o teria feito?

Podia ser Fernanda Câncio? Podia, claro que podia! Entre uma twittada na ModaLisboa e uma ida ao CCB, bem podia Fernanda Câncio ter escrevinhado qualquer coisa parecida com a frase do título. Pois se foi ela que, no dia 13 de Agosto, nos confidenciou que apoiou a invasão do Iraqueapoiei a invasão americana») e, mais recentemente, murmurou a estranha confissão:  «... estou ainda para ver o resultado das invasões que apoiei (afeganistão e iraque)...»!

Todavia, a frase do título parece ter sido dita ou escrita por alguém que ocupava um alto cargo, assim género o Eng. Sócrates, numa ida ao CCB, por exemplo. Mas, embora a frase lhe assente perfeitamente como um fatinho feito por medida, na realidade, não é ele o autor. E podia ter sido ele, já que afirmou, em 2 de Abril de 2008, que «O que nós vamos fazer é empenharmo-nos mais no Afeganistão nas áreas que são críticas para o sucesso da missão (...) Estamos muito empenhados no sucesso da operação da NATO no Afeganistão porque isso é fundamental para a credibilidade da Aliança».

Também não foi Ana Gomes, que não gosta dos voos da CIA mas gosta da intervenção no Afeganistão, que é como pedir à Natureza que nos forneça a fruta já sem casca ou que o escorpião não ataque quem o transporta. E podia ter sido ela, porque ela propõe «a força militar» como um dos «instrumentos de acção externa» da União Europeia e diz que «a construção de uma Europa da Defesa forte só poderá contribuir para um pilar europeu da NATO forte». É ela ainda a autora de frases como «Sem a intervenção militar de 2001 e a NATO [no Afeganistão] não haveria hoje espaço humanitário para as ONG, por exemplo, poderem fazer o seu trabalho» e «A Europa não pode abandonar os afegãos e não está lá porque os americanos querem. A presença internacional militar e civil continuará a ser necessária ali, por muito mais anos.»

Também alguém do Ministério da Defesa, a começar por Augusto Santos Silva, podia ter dito uma frase igual ou semelhante à do título, como se pode ver aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Em Nascidos para matar podem ver uma lista de citações, de portugueses «ilustres», equiparáveis à do título.

Mas, dirão os leitores atentos deste blogue, nessa lista não está Salazar que disse que os EUA promovem a NATO «por compreensível sentimento de solidariedade humana»! E quem apostou em Salazar, está lá perto, mas não acertou!

Quem disse a frase do título não foi o fascista António Salazar, mas outro fascista, José Caeiro da Mata (1), o Ministro dos Negócios Estrangeiros que, no dia 4 de Abril de 1949, assinou o Pacto do Atlântico. E disse-a exactamente por essa ocasião como se pode ler aqui:

Assim todos os supracitados, ainda vivos, não repetem mais do que - não uma cassette - mas um velho disco riscado do 78 rotações com mais de 60 anos!

(1) Ler Quem disse que o PCP «tem dois jornais (...) de propaganda, intitulados Avante e Militante», «onde destila subtilmente a peçonha das suas doutrinas»?

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010
11 de Setembro: esperei em vão...

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E foi em vão que esperei uma referência da comunicação social dominante! E no entanto...

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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010
Presidentes no seu labirinto

(...)

Sarkozy esclareceu terça-feira que a França apoia totalmente a posição norte-americana não só no caso iraniano mas também quanto à guerra no Afeganistão.

"Não nos podemos permitir perder essa guerra. Nem por nós nem pelo povo do Afeganistão, que tem o direito a viver em liberdade", declarou o visitante, que não está inclinado a enviar mais tropas para aquele país, mas que poderá disponibilizar instrutores para o Exército ou para a polícia.

"A derrota seria um preço demasiado elevado para a segurança dos norte-americanos, dos franceses e dos europeus em geral. No Afeganistão estamos a lutar pela segurança mundial", acrescentou Sarkozy.

(...)

"Nous n'avons pas le droit de perdre là-bas, nous n'avons pas le droit de renoncer à défendre nos valeurs, nous n'avons pas le droit de laisser les barbares triompher car la défaite à l'autre bout du monde se paiera d'une défaite sur le territoire de la République française", a ajouté Nicolas Sarkozy. [2008]

"This is a war that we have to win," [Obama] said. "I will send at least two additional combat brigades to Afghanistan, and use this commitment to seek greater contributions - with fewer restrictions from NATO allies." [2008]

Esta acção levou António Oliveira Salazar a enviar para Angola os primeiros contingentes militares destinados a reforçar os reduzidos efectivos destacados naquela colónia. «Para Angola, depressa e em força», foi a frase proferida por Salazar, presidente do Conselho e principal figura do regime vigente em Portugal, num discurso oficial que passou à História. [1961]

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No jogo com a morte - quem ganha?

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"Je puis perdre, mais je gagne toujours…"

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010
O caminho da "entrega extraordinária" até à liberdade (The New York Times)

Vídeo em duas versões:

Muhammad Saad Iqbal was seized by the C.I.A. after 9/11, interrogated in a secret prison in Egypt, then sent on to Bagram Airbase and Guantanamo. This is a firsthand account of torture and rendition.

The New York Times


Para Ver e Ouvir:

As the US moves to shut down Guantanamo Bay, another detention facility at Afghanistan's Bagram airbase is being expanded amid fears that Washington is likely to press ahead with off-shore detention of "enemy combatants".

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adaptado de um e-mail enviado a 2009-02-24 pelo Jorge
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Domingo, 4 de Abril de 2010
Dersu Uzala / Дерсу Узала

Fime Dersu Uzala (original russo com legendas em inglês):





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Quarta-feira, 24 de Março de 2010
Romero, um filme de John Duigan sobre a vida do Arcebispo Óscar Romero

     Raúl Juliá no papel de Romero.

Para Ver e Ouvir:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quarta-feira, 3 de Março de 2010
O Exército do Crime (L'Armeé du Crime), um filme de Robert Guédiguian

L’Affiche Rouge

«O Exército do Crime» era como os nazis chamavam ao grupo de resistentes franceses liderados por Missak (Michel) Manouchian no berrante cartaz vermelho celebrizado pelos versos de Aragon e a música de Léo Ferré.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    



publicado por António Vilarigues às 08:08
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Código do Trabalho: Tempos modernos

, Rebelión de 30 de Janeiro

                                          

- Já estou farto de ouvir falar da maldita reforma laboral!... E se para variar fizéssemos uma boa reforma empresarial?

Chaplin, sempre actual:

Para Ver o filme completo:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Chico Buarque: Roda Viva

Roda-viva
                  
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mais eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
No volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

Para ver e ouvir Chico Buarque interpretar a canção «Roda Viva»:

Para Ler:

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 08:03
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Manhã de Carnaval / A Felicidade [do filme "Orfeu Negro"]

     Excertos do filme "Orfeu Negro" drama de Marcel Camus (Brasil / França / Itália - 1959) segundo a peça de teatro "Orfeu da Conceição" de Vinicius de Moraes com Breno Mello et Marpessa Dawn:

 

Para Ver e Ouvir as músicas:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
Roberto Saviano: «as grandes organizações mafiosas estão a entrar nos bancos internacionais»

     Roberto Saviano é o autor de “Gomorra”, o livro que descreve as redes do clã da Camorra Casalesi, o mais poderoso e violento, na região de Nápoles. Está ameaçado de morte pelo Sistema, que é como a Camorra se assume. O filme baseado no livro, provocou ainda mais o inimigo que se apropria da marca de origem de “made in Italy”. 

(...)

euronews – O senhor explica como vários clãs mafiosos têm utilizado a construção e sector imobiliário para branquear dinheiro… Que se passa agora, durante esta crise?

R.S. – É exactamente a mesma coisa, só que a crise os deixa mais fortes, é o mesmo, porque, como denunciou a ONU (não é a minha teoria mas o estudo sobre narcotráfico), as grandes organizações mafiosas estão a entrar nos bancos internacionais que, por falta de liquidez, aceitam receber dinheiro sujo para resistir à crise. E isto é muito grave não só porque o dinheiro sujo está a entrar em bancos europeus, o que está sempre a acontecer. A questão é que ao entrarem durante a crise económica podem vir a orientar a política financeira dos bancos: quem financiar, que empresário proteger… .e, na retoma económica daqui a três, cinco anos, passa a crise e apercebemo-nos. O problema é que estamos a perder o futuro. Hoje, a Mafia, as “máfias”, estão a hipotecar o futuro deste continente.

euronews – O que é preciso para mudar isto? Imaginando que isto acontece, o que pode rebentar com o sistema, a Camorra?

R.S. – Na realidade, com esta crise, penso que o prazo para atacar estas organizações criminosas está demasiado alargado. E, finalmente, o país (Itália), não quer. Está a pensar noutras coisas, no trabalho precário, no problema das reformas, nas escutas telefónicas … e acha que o problema da Mafia é um problema entre outros. Mas não…é o Problema.

euronews – Até que ponto a criminalidade afectou, e afecta, ainda a Itália?

R.S. - Hoje, os poderes criminosos afectam principalmente a Europa. Em Itália, faz mal à economia desde os anos 90. Hoje, as economia alemã, inglesa e espanhola, estão profundamente infectadas por organizações criminosas sem que os governos desses países informem os cidadãos. Hoje, a Europa paga o preço mais elevado da presença da economia mafiosa. Só terá socialmente consciência quando for tarde demais, como em Itália.

(...)

Entrevista completa: Autor de “Gomorra” acusa: Mafia imiscui-se na banca europeia

Vídeo:

     Filme Gomorra (2008) de Matteo Garrone, baseado no livro de Roberto Saviano

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
O regresso colonial aos 20 anos da invasão do Panamá (II)

Incêndio em Chorrillo resultante dos bombardeamentos

La invasión estadounidense a Panamá hace dos décadas bajo el nombre de Causa Justa, representó para la población pérdidas humanas y materiales. Se estima que, a resultas de la sangrienta intervención, entre 3.000 y 5.000 panameños fueron exterminados.

Continuar a ler: Se cumplen 20 años de la invasión estadounidense a Panamá

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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
O regresso colonial aos 20 anos da invasão do Panamá (I)

Mapa de bases ou estruturas estado-unidenses que poderão repartir-se pelo Panamá

                                                             

A escasos  días de conmemorarse dos décadas de la trágica invasión de Estados Unidos  a Panamá la madrugada del 20 de diciembre de 1989, compañeros del Frente Nacional y Social de Panamá (Frenaso) de ese país envían este mapa de bases o estructuras estadunidenses que podrán repartirse por todo el país.

Hace unos tres meses se firmó el acuerdo entre el nuevo gobierno panameño del derechista presidente Ricardo Martinelli para establecer cuatro bases militares de Estados Unidos, configurando la más grande traición al pueblo que tanto luchó por liberarse del colonialismo del siglo XX.

Las bases militares convertirán a Panamá entero en una zona colonial, y significan una virtual anexión como la de Colombia, y la continuidad de una ocupación que comienza a extenderse cada vez más,desde que el Plan Mérida impuesto en México, convirtió al Río Bravo en el comienzo del nuevo trazado del proyecto geoestratégico de recolonización que es el Plan Colombia.

Las cuatro grandes bases  aeronavales norteamericanas en territorio panameño, se suman a las siete bases en Colombia, al trazado del Plan Puebla Panamá, para lo cuál el gobierno estadoundidense produjo un golpe de Estado en Honduras, en protección a sus bases y estructuras militares en ese país, que no se concentra sólo en Soto Cano, Palmerola.

Continuar a ler: El regreso colonial a 20 años de la invasión a Panamá

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