TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sábado, 12 de Novembro de 2016
Igualdade de géneros retrocede no mundo

mulheres

 

A desigualdade económica entre homens e mulheres recuou para níveis de 2008, segundo um relatório divulgado, dia 26, em Genebra, pelo Fórum Económico Mundial.

No seu estudo anual sobre os progressos no domínio da igualdade de géneros, a organização constata que «ao ritmo actual, o fosso só deverá desaparecer dentro de 170 anos», um enorme retrocesso face às previsões feitas em 2015, que apontavam para a eliminação da desigualdade no prazo de 118 anos.

Segundo o relatório, que analisou 144 países, as mulheres ganham, em média, pouco mais de metade do que os homens, apesar de em geral trabalharem mais horas.

Os quatro países mais bem classificados em termos de igualdade de género são a Islândia, Finlândia, Noruega e Suécia, mas o Ruanda surpreende ao ficar em quinto lugar, à frente da Irlanda.

Na lista das 144 nações, Portugal fica em 31.º lugar, mas desce de posição nos índices de participação e oportunidade económica (46.º), formação académica (63.º), saúde e sobrevivência (76.º) e poder político (36.º).

 

170 anos???!!!...

 


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publicado por António Vilarigues às 10:21
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016
O perfeito local de trabalho

CaixaFutebolCampus_27dezembro

22 de Setembro de 2006

 


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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Kamov, um poço sem fundo...

Avião C-130H

Importaria saber o porquê de a Força Aérea, a partir dos anos 90, ter deixado de operar no combate aos fogos florestais!

 

«A aquisição e a gestão dos meios aéreos destinados ao apoio no combate aos incêndios têm-se mostrado um poço sem fundo de problemas, envolto numa nebulosa que tarda em nos mostrar a verdadeira realidade de todo este problema.

(...)

É tempo de se fazer contas, de se gerir convenientemente o dinheiro dos contribuintes e, antes de comprarem ou alugarem meios aéreos, ponderar a aquisição desses meios para que a FAP os possa gerir, criando sinergias e poupanças ao nível da manutenção das aeronaves e da formação de pilotos.»

 

Mais um crime!

E, como a esperança é a última coisa a morrer, talvez um dia venhamos a saber quem são os verdadeiros responsáveis por tudo isto e quais foram os custos.

 


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publicado por António Vilarigues às 20:33
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Sábado, 10 de Setembro de 2016
Desporto para o povo?

Medalhas_Rio_2016

Estado da arte

 

Alguns elementos daquilo que o PCP caracterizou, em 2015, como um diagnóstico devastador:

 

- As crianças do 1.º ciclo do básico continuam sem Educação Física pedagogicamente integrada;

- Atendendo à forma como se implementaram, as actividades chamadas de enriquecimento curricular desempenham unicamente uma função de ocupação do tempo livre, revelando-se até como prejudiciais para a afirmação da Educação Física curricular;

- Os jovens que frequentam as escolas do 2.º e 3.ºciclos do básico e do secundário, enfrentam com os seus professores dificuldades acrescidas de realização da Educação Física e do desporto escolar;

- A actividade física e desportiva nas universidades é praticamente inexistente;

- O subsistema do desporto federado continua a não ver reconhecida a importância da sua acção em termos da formação, orientação e especialização dos jovens que revelam maiores aptidões, não recebendo da parte dos governos o apoio indispensável para a estruturação do nível de alto rendimento que um país moderno exige. Devido a esta situação Portugal não consegue ombrear com os países europeus e vários do resto do mundo, que possuem características demográficas e estruturais do mesmo nível;

- O parque de instalações desportivas espalhadas pelo território mantém-se caracterizado por uma enorme subutilização, enfrentado sérios problemas de gestão;

- A ausência de esforços conjugados entre os diversos sectores do Estado, as autarquias locais, o movimento associativo desportivo e as empresas, impede que se estruture uma política nacional de desenvolvimento do desporto;

- A transferência de competências e responsabilidades do Estado Central para o Poder Local no sentido do desenvolvimento da prática desportiva e da criação das bases materiais para a viabilizar, não é acompanhada da indispensável transferência de meios financeiros;

- O movimento associativo desportivo vive um momento extremamente difícil. Dificuldades que advêm da crise que limitou fortemente a capacidade de financiamento local, do agravamento das condições de vida e da desregulação dos horários de trabalho dos seus dirigentes, da alteração da lei do arrendamento urbano;

- O desporto para as pessoas com deficiência continua a ser apresentado através dos êxitos conseguidos por alguns atletas que, com as suas famílias e os seus treinadores, são afinal quem sustenta a sua preparação, sem receber o apoio significativo;

- A dotação orçamental para o sector, assumindo desde há muito tempo uma pobreza constrangedora, foi agravada com o pretexto da crise. Na verdade, esta situação traduz o desprezo a que é votado o desporto, e desconhece, ou recusa, por incompetência e incúria, o enorme papel que as actividades físicas e desportivas podem e devem desempenhar em termos de poupança em saúde, de aumento da produtividade, na luta contra o insucesso escolar e a favor da integração social dos jovens;

- A penúria dos meios postos à disposição dos diferentes subsistemas, impede o indispensável desenvolvimento do desporto de alto rendimento – o que põe em causa não só a resposta aos/às jovens que a ele desejam aderir, como também a afirmação internacional do País –, e leva conduz à mercantilização das práticas.

 

O problema é do foro político, ou seja, está nas políticas, nas opções, nas prioridades.

Não se pode escamotear que, também no desporto, há concepções políticas e ideológicas inconciliáveis.

 


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Segunda-feira, 23 de Maio de 2016
UPP: Ensaio da Expressão Artística (alteração de data)

UPP Ensaio expressão artística1

 

Clicar na imagem para ampliar

 

Devido ao feriado de 26 de Maio o inicio do curso foi adiado uma semana.

 


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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
UPP: Ensaio da Expressão Artística

UPP Ensaio expressão artística

Clicar na imagem para ampliar

 

«A arte é um ato mental cuja realização física pode ser confiada a variados suportes.

Como interpretar esse ato ou entendimento artístico?

Com que suporte/instrumento?

O propósito desta formação é procurar breves respostas as estas questões.

O ensaio livre de desenho/pintura pretende dar corpo ao ato mental, valendo-se das ferramentas inerentes a estas técnicas.

Cor, linha, mancha, textura e luz...

Vamo-nos familiarizar com artistas que deixaram um legado ou marcas nesta área, tentar interpretar a sua obra e que ela seja a ponte e o mote de trabalho desta formação.»

 


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publicado por António Vilarigues às 15:28
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2016
Habilitar os Aplicadores de Produtos Fitofarmacêuticos

Continuam por habilitar muitos milhares de aplicadores de produtos fitofarmacêuticos – agricultores, operários agrícolas, trabalhadores de autarquias, trabalhadores de empresas de jardinagem e outros.

Durante perto de dez anos, os sucessivos Governos não deram a atenção necessária à formação que a Directiva Comunitária obriga e chegou-se ao final do prazo com um número de pessoas, que ao certo não se sabe, mas que todos admitem rondar ou mesmo ultrapassar os 200 mil.

Tal situação, para a qual a CNA vinha alertando e que chegou mesmo a discutir com a anterior ministra, a quem apresentou propostas, chegou ao final do prazo sem qualquer perspectiva de solução, agravada pelo facto de, entretanto, ter acabado a formação profissional financiada pelo QREN e até agora ainda não terem sequer aberto as candidaturas a formação no âmbito do Portugal 2020, o que obriga os aplicadores a suportar custos que anteriormente eram financiados.

Desde o primeiro momento que a CNA apresentou ao actual ministro o problema que impediria milhares de agricultores de, também por este motivo, poder continuar a sua actividade e congratulamo-nos pelo facto da solução encontrada ter por base a proposta que a CNA apresentou.

Consideramos igualmente importante que também, a partir de outra proposta da CNA, tenha agora sido uniformizado o custo do Cartão de Aplicador, que para a maior parte dos agricultores e a maior parte do país, é também uma redução do custo para cerca de um terço do que até agora tinham que pagar às Direcções Regionais de Agricultura.

São passos importantes e necessários, mas ainda insuficientes para permitir a habilitação de largas dezenas de milhares de agricultores e outros profissionais até ao prazo estabelecido de 31 de Maio próximo.

A CNA considera que, mantendo padrões de qualidade, o processo para certificação de formadores, dossiers de acção e formandos, pode e deve ser desburocratizado e simplificado, para o que repetidamente deu contributos, de modo a que nenhum agricultor deixe de poder receber a formação necessária.

O país e a nossa soberania alimentar precisam da Agricultura Familiar!

A Direcção da CNA

(sublinhados meus)

 


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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
Porque será que mentem?

-

Por razões profissionais nos últimos 20 anos escutei como oradores / conferencistas quase todos os membros do actual governo (e dos anteriores de Guterres, Durão e Sócrates). E a esmagadora maioria dos seus apoiantes ditos especialistas, tecnocratas e quejandos.

Do que ouvi retive de TODOS eles três ideias centrais:

  1. Os Recursos Humanos são os principais activos de uma empresa. E de uma sociedade. Assim devem ser tratados como tal;

  2. O modelo de salários baixos, como factor de produtividade e de competitividade das empresas portuguesas, pelo menos desde 1995 que está esgotado;

  3. Os factores essenciais que pesam de facto na produtividade e competitividade do país são:

    • os da nossa fraca especialização produtiva;

    • as debilidades que apresenta a nossa economia na criação e difusão de tecnologia;

    • a deficiente organização e gestão das empresas e do processo produtivo;

    • a educação e a formação, incluindo, nomeadamente, as de empresários (sistematicamente inferior às dos trabalhadores pelo menos desde 1992) e quadros dirigentes.

    • a redução dos custos da energia,

    • da água,

    • dos combustíveis,

    • das comunicações,

    • dos transportes

    • e do dinheiro em muito casos superiores em relação à média comunitária,

    • não é a intensificação do trabalho, nem a redução dos salários que resolverá o problema da menor produtividade e competitividade do país.

Qual é o meu «espanto» ao vê-los, uma vez transfigurados em governantes, a defender o contrário do que anteriormente proclamavam.

E, sublinhe-se, a inversa também é verdadeira: saídos de governantes e regressados aos seus afazeres profissionais é ouvi-los a perorar a mesma lenga-lenga sobre os recursos humanos, os baixos salários, a produtividade e a competitividade.

Será porque ganham em média por 1 hora de conferência cerca de 5 mil euros (o que um trabalhador que receba o salário mínimo nacional não aufere num ano)?

Ou será que a mentira e a sem vergonhice lhes está na massa do sangue?

-


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publicado por António Vilarigues às 14:24
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Leitura Obrigatória (CLXXXV)

     São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

«Uma das bandeiras do actual governo, pelo menos a nível de palavras, é a formação profissional. Mesmo no discurso de Natal, Sócrates não se esqueceu de se referir à formação profissional que é, sem dúvida, importante. No entanto, o governo infelizmente continua a dizer uma coisa mas a fazer outra bem diferente. A prova disso está na própria Administração Pública onde é directamente responsável. É o que se mostra neste estudo utilizando apenas dados oficiais.

O Programa Operacional Administração Pública (POAP), que era o programa de formação profissional para Administração Pública Central mais importante financiado por fundos comunitários, apresentou, antes do Natal de 2009, na Comissão de Acompanhamento, em que participamos, o seu "Relatório Final de Execução". A leitura atenta deste relatório, que abrange o período 2004-2009, portanto seis anos, é bastante elucidativa sobre a política de formação profissional do governo para a Administração Pública.»

              


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Terça-feira, 29 de Julho de 2008
CDU em Real - Formação sobre Orçamento Participativo

    No âmbito do Projecto "Orçamento Participativo em Portugal" estão a decorrer em vários pontos do país dois tipos de acções de formação sobre esta temática: as Formações Regionais e os Workshops regionais.

O nosso Grupo reconhecendo a importância da metodologia do "Orçamento participativo", fortemente alicerçada na participação da população e na vontade politica de que esta participe, decidiu participar nestas acções de formação.

Assim, deslocou-se até Aveiro no inícios de Maio para participar no Workshop regional. Esta acção teve como objectivo apoiar a definição de modelos de orçamento participativo. Foram trabalhadas as diferentes dimensões deste tipo de processos, permitindo reflectir sobre o modelo melhor a aplicar em cada caso.

Nos inícios de Junho deslocou-se a Lisboa onde participou na Formação Regional de Lisboa. Possibilitou reflexões e debates colectivos, envolvendo um enriquecedor encontro entre especialistas sobre o tema da participação, professores universitários, cidadãos e cidadãs, técnicos e funcionários de autarquias e representantes políticos de Câmaras e Juntas de Freguesia de diferentes locais, colocando no centro das discussões os limites, desafios e os avanços dos Orçamentos Participativos , principalmente através das experiências narradas sobre os casos de Portugal e algumas da vizinha Espanha. Outro aspecto importante foi a garantia de um espaço para as Juntas de Freguesias terem a oportunidade de levantar questões de carácter administrativo e político que são enfrentadas nas relações com os Municípios, nos trâmites que envolvem a execução de despesas e as suas limitações orçamentais, sem abandonar a possibilidade de adoptar o orçamento participativo como forma de inovação democrática.

Os vídeos desta Formação regional poderão ser visualizados aqui.

                    

           

In CDU em Real
                         


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publicado por António Vilarigues às 18:14
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
CDU Real - População poderá participar na elaboração do Plano de Actividades 2009

    O nosso Grupo sempre entendeu que a relação entre o poder politico e a população não deveria ficar pelas eleições. Esta relação deverá ser permanente, aberta e sincera ao longo do mandato. Os nossos boletim e site na Internet são exemplos concretos desta relação sincera e permanente com a população.

Mas esta relação também deve propiciar momentos para que a população seja ouvida e tenha uma palavra a dizer sobre o futuro da freguesia.

Pela primeira vez na nossa freguesia haverá um momento em que toda a população poderá discutir em conjunto as prioridades para o ano seguinte!  

Será um encontro a realizar em Setembro, possivelmente no último fim de semana, em que a Junta de Freguesia apresentará a sua proposta de Orçamento e Plano de Actividades à População. Após a qual a população poderá apresentar as sugestões que serão depois trabalhadas pela Junta de Freguesia, que as poderá incluir nos documentos previsionais finais ou não.

As propostas que não forem aceites pela Junta de Freguesia serão depois afixadas nos locais de estilo da freguesia com a respectiva justificação.  

Já em Outubro de 2005 tínhamos efectuado esta proposta directamente à Junta de Freguesia, mas nunca obtivemos resposta. Por isso decidimos fazer esta proposta de recomendação à Junta de Freguesia que foi aprovada por unanimidade na última Assembleia de Freguesia, não tendo os membros da Junta de Freguesia levantado qualquer oposição.  

Mais uma conquista da CDU em favor da população e do desenvolvimento da nossa freguesia!                           

                

                  

In CDU em Real
                         
                                       


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publicado por António Vilarigues às 18:39
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
CDU em Real - Aposta na Formação em Finanças Locais e Orçamento Participativo

    Ao longo deste mandato temos feito esforços para estar a par dos diversos assuntos. Tendo consciência das nossas limitações, sempre apostámos em aprender mais, para melhor servir a Freguesia.
Surgiu, agora, a oportunidade de todos os eleitos frequentarem, via internet e de forma gratuita, um curso sobre as Finanças Locais, nomeadamente o Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL).
O nosso Grupo não podia deixar escapar esta oportunidade para continuar a aprender, de forma a que possa exercer melhor as funções que lhe foram confiadas pelo voto da população da Freguesia.
Desejamos que os membros da Junta de Freguesia também aproveitem esta oportunidade para que possam aprender mais para servir melhor a Freguesia. Aliás, a Junta de Freguesia tem demonstrado necessidade de mais conhecimentos nesta área.
Outra área de formação em que o nosso Grupo quer apostar é a do "Orçamento Participativo". Consta do nosso Plano de Acção para este mandato a implantação desta nova dinâmica de gerir os destinos de uma autarquia. Assim, logo no inicio do mandato sugerimos à Junta de Freguesia que implementasse esta dinâmica, mas sem sucesso.
No âmbito de um projecto mais alargado denominado "Orçamento Participativo Portugal", iremos participar num Workshop a realizar em Aveiro, e numa acção de formação em Lisboa. 
Apesar de não estarmos no executivo da freguesia, apostamos na nossa formação para que possamos exercer cada vez melhor o mandato que nos foi confiado pela população de Real!
Aprender mais, para melhor servir a Freguesia!

                    

           

In CDU em Real
                         


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publicado por António Vilarigues às 08:09
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008
Concluída acção de formação em Informática

    No passado dia 7 de Março, foi concluída a Acção de Formação em Informática Aplicada, que decorreu nas novas instalações do Espaço Internet de Penalva do Castelo, no antigo edifício dos Paços do Concelho.
Promovida pela Rede Social e pelo Município de Penalva do Castelo, esta formação foi frequentada por um grupo de 28 formandos, bastante heterogéneo em termos de idades e sexo.
O balanço final desta acção é claramente positivo, a avaliar pelo feedback tido por parte dos formandos e do formador.

                  

In Câmara Municipal de Penalva do Castelo

                   


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publicado por António Vilarigues às 18:01
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008
Leitura Obrigatória (LXXII)

    São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

                                                              

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publicado por António Vilarigues às 00:13
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008
Leitura Obrigatória (LXI)

    São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

                                              


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publicado por António Vilarigues às 00:22
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Leitura Obrigatória (LVI)

    São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:


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publicado por António Vilarigues às 00:31
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