TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
3 Agosto de 1842 – Primeira greve geral em Inglaterra

readingtheriotact 1842-08-03

Mais de dez mil mineiros ingleses entraram em greve, juntando-se a um pequeno movimento grevista começado a 8 de Julho no condado de North Staffordshire, lutando pelo aumento de salários e diminuição das rendas das casas.

É considerada a primeira greve geral realizada num país capitalista.

Com raízes no Movimento Cartista – o «primeiro movimento revolucionário proletário amplo, verdadeiramente de massas, politicamente estruturado», segundo Lénine – a mobilização começou por ter um carácter político visando reformas e o reconhecimento de direitos como o sufrágio universal, reunindo sectores da burguesia e operários.

Com apoio nos sectores têxtil e mineiro, o cartismo conseguiu que a greve se transformasse num levantamento pela Carta do Povo, mas cedo se percebeu que as reivindicações dos trabalhadores não eram tidas em conta.

O movimento radicalizou-se, com os trabalhadores a exigirem «um salário justo para trabalho diário justo».

A burguesia, vendo gorada a sua tentativa de instrumentalização dos operários, recorreu à repressão policial, abafando a ferro e fogo a rebelião.

O proletariado foi derrotado, mas como escreveu mais tarde Engels, o cartismo tornou-se uma causa puramente operária.

Apenas em 1867 foi concedido o direito de voto aos operários das grandes cidades.

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 8 de Setembro de 2016
O imperialismo por toda a parte enfrenta a resistência e a luta dos trabalhadores e dos povos

venezuela-av-bolivar-2016-09

«Desde as primeiras horas do dia, milhares de pessoas concentram-se nas ruas da capital venezuelana, em defesa da paz e da Revolução Bolivariana, e para dizer «não aos golpistas».»

 

«Beneficiando dos seus justamente intocáveis direitos e garantias, a imprensa internacional lá estará – muita exibindo o músculo da manipulação, renunciando sem pudor a qualquer compromisso sério com a verdade e o equilíbrio informativo

 

sao_paulo-manif-2016-09

«Além de São Paulo, também o Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba foram palco, ontem, de manifestações em que se denunciou o golpe de Estado, se exigiu a renúncia do presidente Michel Temer e a realização de eleições gerais.»

 

india-greve-geral-2set 2016

«Entre 200 e 300 milhões de trabalhadores aderiram, sexta-feira, à greve geral convocada por dez sindicatos na Índia. Em causa estão os planos governamentais de privatizar sectores estratégicos da economia, bem como a exigência de melhores salários e pensões.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:21
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 16 de Julho de 2013
A situação política e os seus desenvolvimentos

-

I

A violenta ofensiva contra os direitos dos trabalhadores e das populações, de ataque ao regime democrático e à soberania nacional, tem encontrado na luta de massas, com particular destaque para a luta dos trabalhadores, um factor determinante para lhe resistir e contribuir para a elevação da consciência social e política de amplas camadas do povo português. Foi essa luta de todos os dias nas empresas e na rua, essa luta maior que a Greve Geral constituiu, que abalou irremediavelmente este governo, avolumou contradições, minou a sua credibilidade política e o isolou socialmente.

As demissões de Vítor Gaspar e Paulo Portas, inseparáveis da degradação da situação económica e social imposta pelo Pacto de Agressão, confirmam o desenvolvimento de uma profunda crise política e institucional e o esboroamento de um governo e de uma maioria ilegítimos.

Um governo e uma maioria que são responsáveis pelo sofrimento e o empobrecimento causado a milhões de portugueses, e que se apresentam hoje, pela força da luta dos trabalhadores e do povo, politicamente derrotados.

-

-

II

1. O País assiste a um verdadeiro assalto às instituições democráticas por parte dos que querem concretizar um programa de centralização e concentração de capitais construído sobre a exploração e o empobrecimento do povo português e de pilhagem dos recursos nacionais.

Não são nem a Constituição, nem os portugueses forçados a emigrar, que estão a mais no País. Quem está a mais é o governo, a maioria parlamentar que o suporta e o Pacto de Agressão.

Sejam quais forem as manobras e os desenvolvimentos em curso para salvar a política de direita nada ilude as duas questões essenciais que estão colocadas ao país:

- a de que este governo, política e irremediavelmente derrotado e socialmente isolado pela luta dos trabalhadores e das populações, apesar de obcecadamente agarrado ao poder, é já parte do passado;

- e a de que, perante um governo, uma maioria e uma política fora da lei, em confronto com a Constituição da República, estão a impor, na prática, um verdadeiro estado de excepção, não há nenhuma outra saída digna e democrática que não seja a dissolução da Assembleia da República e a convocação de eleições antecipadas.

2. O agravamento da situação económica e social, a iminência de eleições antecipadas, e a consideração de que a solução governativa actual já não responde inteiramente à concretização da agenda de exploração e retrocesso associada ao Pacto de Agressão para os próximos tempos, levaram o grande capital nacional e transnacional a uma concentração de esforços, em articulação com o Presidente da República, para garantir o prosseguimento do rumo de desastre nacional.

A posição do Presidente da República de procurar juntar aqueles que há dois anos assinaram o chamado memorando de entendimento (PS/PSD/CDS-PP), para assim assegurar a concretização do Pacto de Agressão e a perpetuação da política que o acompanha, revela um Presidente empenhado em salvar e perpetuar a política de direita.

A Comissão Política do CC do PCP denuncia a chantagem que, em nome da bancarrota e dos riscos de um segundo resgate alegadamente associados à instabilidade política, visa iludir que há muito esse mesmo resgate, agora baptizado de programa cautelar, está a ser negociado pelo governo em Bruxelas, às escondidas dos portugueses. Não é a “crise política” que conduzirá a um segundo resgate, mas sim a concretização desta política.

O Presidente da República ao não demitir no imediato o governo e ao não convocar eleições antecipadas assume, nas actuais circunstâncias, a responsabilidade de todas e de cada uma das consequências que resultem do prolongamento deste caminho para o abismo económico e social.

3. É inaceitável que, ao invés do que é a sua responsabilidade perante os seus deveres constitucionais, o Presidente da República ambicione promover e impor compromissos políticos contrários à Constituição, à margem do regular funcionamento das instituições democráticas e com exclusão de forças políticas. Imposição, em si mesma, reveladora de concepções antidemocráticas que corresponderiam a negar aos portugueses o direito de optarem por um outro rumo e uma política capaz de libertar o país da condição colonizada a que o querem condenar e assegurar uma vida melhor num Portugal com futuro.

O alegado “compromisso” proposto por Cavaco Silva e que PS, PSD e CDS se revelam disponíveis para concretizar visa, não salvar o país, mas sim criar as condições para que já no próximo Orçamento do Estado se garanta o prosseguimento do roubo nos salários e das pensões de reforma, de mais e devastadores cortes do direito dos portugueses no acesso à saúde e à educação, de novos ataques à segurança social e à protecção social no desemprego e na doença, de mais despedimentos na administração pública, mais privatizações de sectores e empresas estratégicas.

Um compromisso que não é de salvação nacional mas sim de prosseguimento da destruição nacional. Um compromisso entre os responsáveis pelo estado a que o País chegou, para assim assegurar uma base mais ampla de apoio ao Pacto de Agressão e ao programa de exploração e liquidação de direitos que só trará mais declínio económico, retrocesso social e submissão nacional.

O necessário compromisso de salvação nacional que se impõe é em torno dos interesses e direitos dos trabalhadores, do povo e do País, da Constituição da República e dos valores que corporiza.

-

-

III

A urgência de uma ruptura com a política de direita e de uma mudança na vida nacional que abra caminho à construção de uma política alternativa, patriótica e de esquerda, constitui um imperativo nacional, uma condição para assegurar um Portugal com futuro, de justiça social e progresso, um país soberano e independente. Uma política que seja capaz de libertar Portugal da dependência e da submissão, recuperar para o país o que é do país, devolver aos trabalhadores e ao povo os seus direitos, salários e rendimentos.

Uma política que se baseie em seis opções fundamentais:

- primeira, a rejeição do Pacto de Agressão e a renegociação da dívida nos seus montantes, juros, prazos e condições de pagamento rejeitando a sua parte ilegítima, com a assunção imediata de uma moratória negociada ou unilateral e com redução do serviço da dívida para um nível compatível com o crescimento económico e a melhoria das condições de vida;

- segunda, a defesa e o aumento da produção nacional, a recuperação para o Estado do sector financeiro e de outras empresas e sectores estratégicos indispensáveis ao apoio à economia, o aumento do investimento público e o fomento da procura interna;

- terceira, a valorização efectiva dos salários e pensões e o explícito compromisso de reposição de salários, rendimentos e direitos roubados, incluindo nas prestações sociais;

- quarta, a opção por uma política orçamental de combate ao despesismo, à despesa sumptuária, baseada numa componente fiscal de aumento da tributação dos dividendos e lucros do grande capital e de alívio dos trabalhadores e das pequenas e médias empresas, garantindo as verbas necessárias ao funcionamento eficaz do Estado e do investimento público;

- quinta, uma política de defesa e recuperação dos serviços públicos, em particular nas funções sociais do Estado (como a saúde, educação e segurança social), reforçando os seus meios humanos e materiais, como elemento essencial à concretização dos direitos do povo e ao desenvolvimento do País;

- sexta, a assunção de uma política soberana e a afirmação do primado dos interesses nacionais nas relações com a União Europeia, diversificando as relações económicas e financeiras e adoptando as medidas que preparem o País face a uma saída do Euro, seja por decisão do povo português, seja por desenvolvimento da crise da União Europeia.

-

-

IV

1. Saudando todos quantos, nos últimos dois anos, não vacilaram na luta contra o rumo de desastre nacional e exigiram um outro caminho, o PCP reafirma que está cada vez mais nas mãos dos trabalhadores e do povo a possibilidade de assegurar um outro rumo para o país. Sublinhando o papel decisivo da luta e da sua intensificação, a Comissão Política do CC do PCP apela a todos os trabalhadores e às populações atingidas pela destruição dos serviços públicos e das funções sociais que se juntem à importante acção de luta já convocada, designadamente pelas estruturas sindicais da Administração Pública e Comissões de Utentes, para o próximo dia 24 de Julho junto à Assembleia da República.

2. O PCP votará favoravelmente a moção de censura ao Governo, à sua política e à maioria que o sustenta apresentada pelo Partido Ecologista “Os Verdes”. Trata-se de uma iniciativa parlamentar e política que dá expressão à generalizada contestação popular ao Governo PSD/CDS, traduzindo a incontornável exigência da sua demissão e da convocação de eleições antecipadas.

3. Perante a exigente situação política e os seus desenvolvimentos, o PCP dirige-se às forças sociais, aos partidos e forças políticas e aos democratas que, norteados pelo respeito dos princípios e valores constitucionais, inscrevem como objectivos a demissão do governo, a realização de eleições e a rejeição do Pacto de Agressão. Nesse sentido, o PCP endereça convites para a realização a curto prazo de encontros com organizações sociais, com o PEV, o Bloco de Esquerda e a Intervenção Democrática. O PCP promoverá também um conjunto de contactos, reuniões e encontros com personalidades empenhadas na afirmação de um Portugal desenvolvido e soberano.

4. O PCP não está, nem estará disponível, para ser instrumento ou cúmplice de políticas que mantenham orientações estruturantes da política de direita. Força portadora de um claro projecto de mudança, o PCP assume-se pela sua acção e iniciativas políticas, como factor crucial para a construção da alternativa patriótica e de esquerda e assume perante os trabalhadores e o povo a sua disponibilidade e aptidão para exercer as mais elevadas responsabilidades que estes lhe atribuírem.

-

-

V

A Comissão Política do CC do PCP apela à mobilização e intervenção dos seus militantes e dos activistas da CDU para darem expressão a uma ampla campanha de esclarecimento sobre a importância do reforço da CDU para a defesa dos interesses populares, a resolução dos seus problemas e a afirmação de uma política alternativa. Reconhecida pelo seu trabalho, honestidade e competência – em si mesmo valores de acrescido significado quando grassam a falta de ética política, o desrespeito pelos compromissos assumidos e a palavra dada e o uso do poder para estrito benefício pessoal ou de interesses económicos – a CDU afirma-se como um amplo espaço de convergência unitária, de intervenção democrática, de luta e de entrega e dedicação aos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo.

Não faltarão as manobras para tentar perpetuar, com Passos Coelho e Portas ou sem eles, com os actuais ou com outros promotores da política de direita, com ou sem eleições, a mesma política de exploração dos trabalhadores. Mas, mais cedo que tarde, o povo português falará mais alto, tomará nas suas mãos a construção de uma política que corresponda aos seus interesses e direitos, inseparável da ampliação e fortalecimento da luta de massas, com todas as expressões que ela possa vir a assumir na ruptura com a política de direita e na construção da alternativa patriótica e de esquerda.

Comunicado da Comissão Política do Comité Central do PCP

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:44
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 6 de Julho de 2013
Demissão do governo e convocação de eleições
-

«Este é um tempo que exige clareza, firmeza e coragem.

Para a CGTP-IN, os interesses nacionais não se podem confundir com interesses pessoais, com a subjugação ao memorando da troika ou com a perspectiva da construção de coligações governamentais, agora ou no futuro, que tenham como finalidade dar cobertura, com uma ou outra nuance, à política de direita.

Portugal precisa de uma política de esquerda e soberana que responda às necessidades e anseios do povo e salvaguarde os interesses do país

-

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 23:03
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 5 de Julho de 2013
6 de Julho todos a Belém

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:45
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 28 de Junho de 2013
Greve Geral no distrito de Viseu com grande adesão!

-

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:37
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 27 de Junho de 2013
Acompanhe a Greve Geral ao minuto...

-

Sítio da CGTP-IN da Greve Geral

-

 

-

Sítio do PCP da Greve Geral

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 05:54
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 25 de Junho de 2013
César Príncipe: Greve Geral

Greve Geral

Vamos falar de greve geral
Uma greve geral nunca é total
Imagina que todos fariam greve
Diz-nos O impossível para que serve
Sim Cumpre o possível É o teu dever
Não te desculpes para nada fazer
Hoje vamos falar de greve geral
Em qualquer local Aqui Em Portugal
Há quem não alinhe em greves gerais
Nem sequer adira a greves parciais
Há quem esteja contra as paralisações
Quando não são decretadas por patrões
Hoje vamos falar de greve geral
Esquece a tua greve imaginária
O capital marca greves todo o ano
Muito mais de 1 milhão não tem trabalho
Marca a nossa Fá-la tua Colabora
És uma peça do xadrez da vitória
Hoje vamos falar de greve geral
Mas de quem produz Da massa laboral
Não achas que é tempo de baixar os braços
Para levantar os salários baixos
Se não achas Fica a exigir a lua
Enquanto na terra a luta continua
Hoje vamos falar de greve geral
Não és só trabalhador a trabalhar
Não resolves o teu caso no cantinho
Nem com medo Nem com sorte Nem sozinho
Sim Decide com quem estás e com quem vais
Os teus problemas são todos nacionais
Hoje vamos falar de greve geral
Contra o poder de explorar e amedrontar
Camarada Colega Amigo Aliado
Pára Escuta Tens mais força parado
Hoje fabricarás faixas e bandeiras
Megafones Coletes e braçadeiras
Hoje vamos falar de greve geral
Em qualquer local Aqui Em Portugal
Os piquetes são a tropa perfilada
O abraço antigo A conversa actualizada
Se me perguntarem de que lado estou
Direi Do lado que a História me ensinou
Hoje vamos falar de greve geral
É dia da pátria obreira e fraternal
Estou contigo Estás comigo Companheiro
Traz outro amigo Camarada verdadeiro
Viva a máquina do mundo e do progresso
Faço greve Ganho o meu dia Protesto
Sim Greve geral Cada vez mais geral
Fazem a guerra Querem paz social
Fica à porta da empresa e do Estado
Hoje não entres no sítio errado
Não piques o ponto da resigNação
Dá um murro na mesa da enceNação
Sim Greve geral Cada vez mais geral
Em qualquer local Aqui Em Portugal
Viva a máquina do mundo e do progresso
Faço greve Ganho o meu dia Protesto

-

César Príncipe

In Notícias do Resgate, AJHLP, 2013

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:39
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 20 de Junho de 2013
Sítio da CGTP-IN sobre a Greve Geral de 27 de Junho

-

Sítio da Greve Geral

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:17
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 15 de Junho de 2013
27 de Junho de 2013: GREVE GERAL!

Greve Geral!

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 9 de Junho de 2013
Manifesto da Greve Geral de 27 de Junho

Manifesto Greve Geral - 27 de Junho de 2013

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:03
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 8 de Maio de 2013
Há alternativas! Novas propostas por uma vida melhor
-

Porque é que o governo PSD/CDS de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, não aplicou em Outubro de 2012 estas propostas da CGTP-IN?

Alguém sabe?

E qual vai ser a resposta em Abril de 2013?

E os comentadores, analistas, jornalistas não têm nada a dizer?...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 13:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
XIX Congresso do PCP: Organização Regional de Viseu

Intervenção da Direcção da Organização Regional de Viseu do PCP

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:42
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 18 de Novembro de 2012
Uma grande Greve Geral - Uma poderosa jornada de luta

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:28
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012
O ataque é brutal, e a Greve foi Geral!
-

O Distrito de Viseu não foi exceção, foram os milhares de trabalhadores que aderiram a esta Greve Geral que comparada com a anterior superou as expectativas, caso bem real nos sectores dos transportes, na recolha do lixo, nas escolas, nos tribunais e em muitos outros sectores que neste dia mostraram que não estão a favor destas políticas levadas a cabo por este Governo.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:39
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012
Acompanhe a Greve Geral

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Terça-feira, 13 de Novembro de 2012
Em Viseu começa às 22h

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:36
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012
Posição comum de PCP e PCE sobre as greves gerais de 14 de Novembro
-

O PCE e o PCP saúdam a realização das duas greves gerais que, partindo da grave realidade e das condições específicas de cada país, foram convocadas em Portugal e em Espanha para o dia 14 de Novembro.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:24
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
Falta uma semana...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 19:06
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012
Propostas da CGTP-IN para outro Orçamento do Estado

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:45
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012
Estátuas de Lisboa apelam à Greve Geral de 14 de Novembro
Clicar na imagem para visualizar a ligação

-

Se até as estátuas fazem Greve Geral...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:51
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Manifestação 31 de Outubro, 17h, Assembleia da República
Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 06:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 16 de Outubro de 2012
Greve Geral: Faltam 28 dias!

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:46
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012
CGTP-IN convoca Greve Geral para 14 de Novembro de 2012
-

CGTP-IN convoca Greve Geral para 14 de Novembro de 2012

-

- 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
Depois desta manifestação nada ficará igual
-

«A CGTP-IN vai realizar um Conselho Nacional extraordinário no próximo dia 3 de Outubro, para discutir a elevação e ampliação da luta organizada, designadamente a realização de uma Greve Geral.»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:08
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 30 de Março de 2012
Afinal houve sindicatos da UGT a aderir à Greve Geral de 22 de Março de 2012...

Clicar na imagem para visualizar a ligação

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:06
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quinta-feira, 29 de Março de 2012
Viseu: Sementes de futuro

Sementes de futuro

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 16:12
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Os trabalhadores não estão obrigados a declarar a sua adesão ou não à Greve Geral
-

Os trabalhadores dos sectores públicos e privado não estão obrigados a declarar a sua adesão ou não à greve. Nem antes nem depois da sua realização. Nenhuma entidade pode solicitar a comunicação ou o preenchimento de impresso de justificação de ausência no dia da Greve Geral, 22 de Março.

A greve suspende o contrato de trabalho, com isso, ficam suspensas parte das obrigações decorrentes da relação de trabalho, para trabalhador e entidade patronal.

Os pré avisos de greve emitidos, nos termos legais, pela CGTP-IN, federações e sindicatos são suficientes para justificar a ausência de quaisquer trabalhadores no dia da greve geral, sejam eles sindicalizados ou não sindicalizados, efectivos ou precários, dos sectores público ou privado.

Qualquer exigência de justificação ou registo de adesão à greve, oral ou escrito, é ilegal e deve ser prontamente comunicada para ser denunciada e combatida.
-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:21
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 23 de Março de 2012
Balanço da Greve Geral de 22 de Março de 2012

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 19:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 22 de Março de 2012
PSA Peugeot-Citröen às 14h30m

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:28
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


posts recentes

3 Agosto de 1842 – Primei...

O imperialismo por toda a...

A situação política e os ...

Demissão do governo e con...

6 de Julho todos a Belém

Greve Geral no distrito d...

Acompanhe a Greve Geral a...

César Príncipe: Greve Ger...

Sítio da CGTP-IN sobre a ...

27 de Junho de 2013: GREV...

Manifesto da Greve Geral ...

Há alternativas! Novas pr...

XIX Congresso do PCP: Org...

Uma grande Greve Geral - ...

O ataque é brutal, e a Gr...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds