TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016
Fim ao bloqueio!

Se é verdade que Cuba e os EUA prosseguem um processo de normalização das suas relações, e se é verdade que houve medidas de «conta-gotas» que aparentam ir no sentido positivo (mas que no fundo respondem mais aos interesses norte-americanos e à sua não abandonada intenção de ingerência nos assuntos internos de Cuba), não menos verdade é que a estrutura do bloqueio se mantém intacta.

Mantém-se a proibição do comércio entre os EUA e Cuba;

o carácter extraterritorial do bloqueio;

o impedimento de bancos de países terceiros trabalharem com o Estado cubano (facto que fez com que só no ano passado os EUA tivessem cobrado «multas» no valor de 14 mil milhões de dólares a bancos europeus e asiáticos)

e a proibição do uso do dólar nas transacções internacionais cubanas.

O bloqueio a Cuba é o principal obstáculo ao processo de normalização de relações entre os dois estados, assim como o são:

a necessária reparação ao povo de Cuba pelos danos causados por mais de meio século de bloqueio;

a devolução de Guantánamo a Cuba;

e o fim das acções de ingerência e conspiração que se mantêm.

AQUI

 

 

«A Assembleia da República aprovou, por unanimidade, um voto proposto pelo PCP e subscrito por todos os grupos parlamentares, no qual se pronuncia «favoravelmente à cessação do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba», exortando em paralelo o Governo a «defender na Assembleia Geral das Nações Unidas a necessidade de pôr fim a essa situação injustificada».»

(...)

Política criminosa

O governo cubano estima que ao longo de 56 anos os prejuízos directos provocados pelo bloqueio ascendam a 753 mil milhões de dólares. No sector da Saúde, as perdas calculam-se por cima dos 104 mil milhões de dólares, contando, entre outras aberrações do bloqueio, restrições à importação de medicamentos, componentes e equipamentos para o tratamento de doenças graves e muito graves ou crónicas.

Na alimentação, o executivo de Havana gasta todos os anos mil milhões de dólares a subsidiar géneros como arroz, café, carne, leguminosas, ovos, açúcar, pão e outros que todos os cubanos recebem mensalmente por um valor inferior a três dólares. As crianças têm garantido leite em pó e iogurte de soja, e os enfermos têm assegurado o acesso a um cabaz de dieta.

Na Educação, o Estado cubano é obrigado a adquiri material em ou através de países terceiros, o que eleva substancialmente os custos. O mesmo se passa em matéria de intercâmbio e performance cultural e desportiva.

Cuba avança

Cerca de 70 por cento do total da população cubana nasceu já sob o bloqueio impostos pelos EUA. As dificuldades e prejuízos, mesmo que mensuráveis em muitos aspectos, penetram em todas as dimensões da vida de milhões de pessoas ao longo de gerações. Não obstante, e em resultado da opção em construir o socialismo nas [mais duras] condições próprias, Cuba apresenta resultados assinaláveis em diversos domínios. É o 44.º país do Índice de Desenvolvimento Humano e o investimento social representa em média 36 por cento do PIB, cuja taxa de crescimento ronda os 1,3 por cento. A produtividade do trabalho é superior a 74 por cento e a taxa de desemprego de 3,2.

A esperança de vida dos cubanos é de 79 anos (cinco anos mais do que a média no continente americano, incluindo EUA e Canadá, portanto), a taxa de cobertura da rede de saneamento básico e de abastecimento de água potável no campo é de 87 por cento e a mortalidade infantil é das mais baixas do mundo: 4,2 por cada mil.

Por outro lado, 98 por cento das crianças cubanas estão na escola e a taxa de alfabetização entre a população jovem é de 100 por cento.

Quanto aos Objectivos do Milénio das Nações Unidas, Cuba já cumpriu a erradicação da pobreza e da fome extremas, o ensino primário universal, a igualdade de género e a ascensão da mulher a cargos de decisão e destaque, a redução da mortalidade infantil em crianças com menos de cinco anos, estando muito perto de alcançar as metas estabelecidas quanto à melhoria da saúde materna e ao combate a doenças como o VIH/SIDA ou o paludismo.

(...)

 

Bandeira Cuba4

 

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Terça-feira, 26 de Maio de 2015
Tortura em prisões secretas da CIA - Polónia paga indemnizações

Mapa SZYMANY Polónia.jpg

 

A Polónia pagou, dia 16, uma indemnização de mais de 200 mil euros a dois prisioneiros da CIA, detidos e torturados no território daquele país.

A indemnização resulta da sentença do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) que, em 24 de Julho de 2014, condenou a Polónia por «cumplicidade» no programa das prisões secretas da CIA, nomeadamente na camuflagem do trânsito de aviões no seu território.

O tribunal de Estrasburgo deu como provadas as torturas praticadas em solo polaco, entre 2002 e 2003, contra um palestiniano e um saudita, que foram mais tarde transferidos para a prisão de Guantánamo.

Na sua resolução, o Tribunal concluiu, por unanimidade, que a Polónia violou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos ao permitir que a CIA detivesse e torturasse dois suspeitos de terrorismo.

Trata-se do palestiniano Abu Zubaydah, de 43 anos, e do saudita Abd al-Rahim al-Nashiri, de 49 anos, que apresentaram a queixa já depois de se encontrarem em Guantánamo.

Ainda que o veredicto admita a possibilidade de desconheceram as práticas de tortura nos centros de detenção da CIA, considera que as autoridades polacas deveriam ter garantido no seu território a integridade física e o respeito dos direitos humanos dos detidos.

Mesmo que as torturas tenha sido executadas por agentes norte-americanos, a Polónia «facilitou na prática todo o processo e criou condições necessárias à sua realização, sem nada ter feito para o impedir», salienta a sentença.

O Governo polaco apresentou recurso, mas o pedido foi indeferido em Fevereiro passado, sendo fixado o prazo máximo para o pagamento da indemnização.

SZYMANY Polónia3

Negócio sujo

Em Janeiro último, o jornal Washington Post reacendeu o escândalo, revelando que a CIA pagou em 2003 à Polónia 15 milhões de dólares para instalar a sua prisão.

Apesar das evidências, Leszek Miller, primeiro-ministro polaco entre 2001 e 2004, continua hoje a negar a existência de prisões, posição que nunca foi revista pelos dignitários que o sucederam.

Além da Polónia também a Macedónia foi condenada pelo TEDH em Dezembro de 2012, pela detenção e tortura de Khaled el-Masri, um alemão de origem libanesa.

 

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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2015
Terrorismo organizado

Guantanamo-Base Militar5.jpg

O Senado norte-americano discutiu um relatório de 6000 páginas - das quais apenas 524 foram desclassificadas - sobre um assunto que mereceria a maior atenção de todo o Mundo. O pouco que se conhece do relatório confirma aquilo que já se sabia: a CIA, sob as ordens do presidente Bush, desenvolveu um chamado «programa de detenção e interrogatório» que incluía «técnicas reforçadas de interrogatório», ou seja as mais abjectas torturas praticadas em Guantanamo e em vários outros campos de detenção espalhados pelo mundo. No sumário do relatório é possível identificar práticas como tortura do sono durante semanas a fio, alimentação e hidratação forçada por via rectal, simulação de afogamento, isolamento, iminência de assassinato, humilhações de variada espécie, estátua, entre outras. Técnicas de tortura, algumas das quais muitos comunistas e outros democratas portugueses conhecem bem e que, no tempo da ditadura fascista, eram já inspiradas nas «ordens» do «Big Brother».

Este relatório apenas vem confirmar aquilo que já se sabia: o carácter criminoso de um regime político de uma grande potência capitalista, que se coloca acima da lei e de quaisquer obrigações do direito internacional. Vem também reforçar a exigência de se apurar toda a verdade quer no que toca à tortura, quer relativamente aos raptos, aos chamados «voos da CIA» e à verdadeira dimensão dos campos de detenção, nomeadamente na Europa, todos eles elementos de uma estratégia brutal.

Mas vem sobretudo colocar a questão da responsabilização e da culpa. Tudo foi feito para adiar e esconder a apresentação do conteúdo deste relatório. Após a divulgação do seu sumário executivo o esforço foi direccionado para alimentar um criminoso e falso dilema que se poderia resumir numa frase: «vale a pena torturar?».

A História dos EUA está feita de crimes similares em que a culpa, directa e política, morre solteira. Estamos a falar de brutais crimes, de terrorismo de Estado, de crimes contra a Humanidade que numa outra qualquer situação já teriam sido motivo de várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e muito possivelmente de uma agressão militar em nome da «liberdade» e contra a «ditadura». Da nossa parte tão somente exigimos que os responsáveis – executivos e políticos – sejam punidos, que as vítimas sejam compensadas e que por todo o Mundo se retire a lição: um dos factores de maior perigo na situação internacional são os EUA, o seu governo, as suas forças armadas e as suas agências de terrorismo organizado.

Abu Ghraib1.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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(As imagens podem ser chocantes)

ABU GHRAIB3.jpg

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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
Campo de concentração de Guantánamo

Dez anos

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Uma década depois de ter sido inaugurado, Guantanamo permanece um exemplo da barbárie que o imperialismo norte-americano impõe ao mundo.

A 11 de Janeiro de 2002, quando os primeiros 20 suspeitos de terrorismo chegaram à Base Naval que Washington mantêm ilegalmente na ilha de Cuba, os norte-americanos mostravam ao mundo homens agrilhoados de pés e mãos, encapuzados e vestidos de laranja, como é habitual nos condenados à morte nos EUA.

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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011
Yes, we can... Nothing!

Se, finalmente, recordarmos o autêntico «frémito mundial» de esperança que constituiu a candidatura de Obama e o seu festejado slogan Yes, we can! temos matéria mais funda a desossar.

(...)

De facto, a famosa consigna de Obama Yes, we can! (Sim, nós podemos!) depressa se transformou em.. Nothing (Nada).

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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
Guantánamo: Fechem a prisão, fechem a base e desocupem o território!

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Aberta a 7 de Outubro de 2001 pela administração Bush, passaram pela prisão de Guantánamo 775 pessoas.

Destas, apenas três foram julgadas: Ali al-Bahlul, David Hicks, Salim Hamdan.

Apesar da promessa de Obama de a encerrar, em Novembro de 2010 ainda permaneciam presas em Guantánamo 174 pessoas.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge


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Sábado, 25 de Dezembro de 2010
Voos de Guantánamo: Confirmação do crime e das cumplicidades

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Sabe-se há muito que, dos 779 presos de Guantánamo, 94 por cento passaram pelo espaço aéreo e/ou território nacional, sabe-se há pouco que pelo menos 118 terão sido «repatriados» pela mesma rota.

Amado disse em Outubro 2006: «se me provar alguma conivência com uma ilegalidade em território português demito-me»; Sócrates disse em Janeiro 2008: «O Governo nunca foi consultado nem autorizou» a transferência de prisioneiros – mentiram!

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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010
WikiLeaks: Julian Assange em Guantánamo?

Wikileaks (EL CHISTE DE MEL)

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... e num golpe de efeito inesperado, WikiLeaks filtra a condenação, o presídio e o número de cela que os Estados Unidos reservam a JULIAN ASSANGE...

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- TIO SAM: A MÃE QUE OS PARIU!!! QUEM LHES CHIBOU QUE VAI SER EM GUANTÁNAMO?...

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Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 5 de Dezembro de 2010
A «retirada» do Afeganistão

La retirada de Afganistán, J. R. Mora

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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Ana Gomes teve um ataque de ciúmes a propósito de Luís Amado: «Mais depressa se apanha um acariciado do que um coxo»!

Ana Gomes, que apoia a NATO (1) e a guerra no Afeganistão (2) (e, consequentemente, apoia todas as atrocidades que aí se cometem) mas que, por desfastio, é contra os voos da CIA, teve um ataque de ciúmes. Também não admira: teve conhecimento de uma missiva que uma amiga comum enviou usando ternas palavras sobre o seu Amado (Luís)!

E vai daí, toca de vir a público dizer, com despeito: «Mais depressa se apanha um acariciado do que um coxo»!

Neste blogue podemos gabar-nos de tanto acariciarmos Ana Gomes como Luís Amado!

Clique nos nomes para ver tudo o que se tem publicado neste blogue sobre Ana Gomes e Luís Amado.

E Luís Amado já se demitiu?

(«Se me provar isso, demito-me no dia seguinte» - Luís Amado)

(1) Ler:

(2) Citações de Ana Gomes:

25 de Agosto de 2008:


15 de Abril de 2009:

[Manuel Alegre critica reforço. Mas aprova a presença? E sobre a NATO, o que diz Alegre?]

16 de Dezembro de 2009:

Excerto da (parte final da) «missiva» da Embaixada dos EUA relativa a Luís Amado que despertou os ciúmes de Ana Gomes:

«Right now, it would be to our advantage to stroke him [Luís Amado] a lot.» [Agora, seria vantajoso para nós acariciá-lo muito]

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Sábado, 23 de Outubro de 2010
O grande negócio deles: armas, tortura, terror,...

SU GRAN "NEGOCIO", desenho de Chispa (Douglas Nelson Pérez)

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Os nossos produtos foram experimentados com êxito em Guantánamo!

- Muito bem... O que deseja? Temos arranca-unhas, arrebenta-olhos, corta-testículos, maçaricos, bisturis...

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«El más grande vendedor y traficante de armas en el mundo lo es el imperio de los Estados Unidos. Vende sofisticadas armas a sus más fieles aliados. Enfrenta gobiernos vendiéndoles armas a los dos a la vez y se forma el embrollo que ellos mismos organizan. Y en esa gigantesca avalancha del mayor de sus "negocios" hasta los terroristas se benefician porque de alguna manera reciben esas armas a través de terceros...»

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Domingo, 17 de Outubro de 2010
Ainda se tortura em Guantánamo!

OBAMA: TODAVÍA ALLÍ SE TORTURA, desenho de Chispa (Douglas Nelson Pérez)

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 24 de Julho de 2010
Os «presos políticos»

A decisão do Estado cubano de libertar cidadãos julgados, condenados e presos em Cuba teve uma grande visibilidade mediática. Mas, em vez da verdade, foram as mentiras, a ocultação de factos e as acusações gratuitas contra Cuba que marcaram o tom das notícias veiculadas pelos media dominantes. Mais uma vez, como em tantas outras, o que se pôde ler nos jornais europeus tem muito pouco de notícia e muito de operação de desinformação e intoxicação ideológica.

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Domingo, 4 de Julho de 2010
Estados Unidos do Petróleo e da Guerra: Feliz 4 de Julho?

¿Happy 4th of July? - Desenho de Paco Arnau / Ciudad futura

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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
Cuba: «Oposição interna»

Desenho de Lacoste

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Tio Sam: Ainda que fictícia, consegui fabricar uma oposição interna para Cuba.

União Europeia: E, pelo que vejo, cada um tem o seu preço!

Para Ler:

«Un yemení detenido en la prisión militar estadounidense de Guantánamo fue encontrado muerto el lunes por la noche en su celda en lo que las autoridades calificaron como un "aparente suicidio". (...) De confirmarse que la muerte de este yemení ha sido un suicidio, no sería éste el primer caso. Desde su creación en enero de 2002, en la base naval estadounidense se han producido otros tres suicidios y más de 40 intentos por 25 presos (...)»

«Em dez meses suicidaram-se no Estabelecimento Prisional de Custóias, no Porto, sete presos, tantos quantos os que, em todo o ano passado, se mataram nas 50 cadeias do país

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010
O caminho da "entrega extraordinária" até à liberdade (The New York Times)

Vídeo em duas versões:

Muhammad Saad Iqbal was seized by the C.I.A. after 9/11, interrogated in a secret prison in Egypt, then sent on to Bagram Airbase and Guantanamo. This is a firsthand account of torture and rendition.

The New York Times


Para Ver e Ouvir:

As the US moves to shut down Guantanamo Bay, another detention facility at Afghanistan's Bagram airbase is being expanded amid fears that Washington is likely to press ahead with off-shore detention of "enemy combatants".

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adaptado de um e-mail enviado a 2009-02-24 pelo Jorge
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Entretanto...

Notícia de 23 de Dezembro de 2009:

Guantánamo adiada para 2011

Obama parece condenado a falhar segunda vez a promessa de encerrar a prisão depois de o Congresso ter fechado a torneira dos dólares.

Barack Obama parece condenado a falhar segunda vez a promessa de fechar Guantánamo depois de o Congresso ter recusado à Administração o dinheiro necessário para comprar a nova prisão, no Ilinóis, para onde deviam ser transferidos os terroristas mais perigosos.

O Presidente dos EUA admitiu há um mês que não será possível encerrar o centro de terroristas na ilha de Cuba a 22 de Janeiro, como ele próprio ordenara no segundo dia do seu mandato. (...)

Mas em 22 de Janeiro de 2009 era assim:

«O presidente dos EUA, Barack Obama, cumpriu uma de suas promessas de campanha nesta quinta-feira (22) e ordenou que o centro de detenção de Guantánamo, em Cuba, seja fechado em até um ano.»

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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... e a PAZ de Luther King

A PAZ de Luther King

Excertos do discurso Nobel (The Quest for Peace and Justice, Martin Luther King, Nobel Lecture)

«Recent events have vividly reminded us that nations are not reducing but rather increasing their arsenals of weapons of mass destruction. The best brains in the highly developed nations of the world are devoted to military technology.

(...)

So man's proneness to engage in war is still a fact. But wisdom born of experience should tell us that war is obsolete. There may have been a time when war served as a negative good by preventing the spread and growth of an evil force, but the destructive power of modern weapons eliminated even the possibility that war may serve as a negative good. If we assume that life is worth living and that man has a right to survive, then we must find an alternative to war. In a day when vehicles hurtle through outer space and guided ballistic missiles carve highways of death through the stratosphere, no nation can claim victory in war. A so-called limited war will leave little more than a calamitous legacy of human suffering, political turmoil, and spiritual disillusionment. A world war - God forbid! - will leave only smoldering ashes as a mute testimony of a human race whose folly led inexorably to ultimate death. So if modern man continues to flirt unhesitatingly with war, he will transform his earthly habitat into an inferno such as even the mind of Dante could not imagine.

Therefore, I venture to suggest to all of you and all who hear and may eventually read these words, that the philosophy and strategy of nonviolence become immediately a subject for study and for serious experimentation in every field of human conflict, by no means excluding the relations between nations. It is, after all, nation-states which make war, which have produced the weapons which threaten the survival of mankind, and which are both genocidal and suicidal in character.

Here also we have ancient habits to deal with, vast structures of power, indescribably complicated problems to solve. But unless we abdicate our humanity altogether and succumb to fear and impotence in the presence of the weapons we have ourselves created, it is as imperative and urgent to put an end to war and violence between nations as it is to put an end to racial injustice.

(...)

We will not build a peaceful world by following a negative path. It is not enough to say "We must not wage war." It is necessary to love peace and sacrifice for it. We must concentrate not merely on the negative expulsion of war, but on the positive affirmation of peace. There is a fascinating little story that is preserved for us in Greek literature about Ulysses and the Sirens. The Sirens had the ability to sing so sweetly that sailors could not resist steering toward their island. Many ships were lured upon the rocks, and men forgot home, duty, and honor as they flung themselves into the sea to be embraced by arms that drew them down to death. Ulysses, determined not to be lured by the Sirens, first decided to tie himself tightly to the mast of his boat, and his crew stuffed their ears with wax. But finally he and his crew learned a better way to save themselves: they took on board the beautiful singer Orpheus whose melodies were sweeter than the music of the Sirens. When Orpheus sang, who bothered to listen to the Sirens?

So we must fix our vision not merely on the negative expulsion of war, but upon the positive affirmation of peace. We must see that peace represents a sweeter music, a cosmic melody that is far superior to the discords of war.»

In The Quest for Peace and Justice, Martin Luther King, Nobel Lecture

                                                            

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A GUERRA de Obama...

Allan McDonald, Rebelión, 23 de Dezembro

A GUERRA de Obama

Excertos do Discurso Nobel (A Just and Lasting Peace, Barack Obama, Nobel Lecture)

«We must begin by acknowledging the hard truth that we will not eradicate violent conflict in our lifetimes. There will be times when nations – acting individually or in concert – will find the use of force not only necessary but morally justified.

I make this statement mindful of what Martin Luther King said in this same ceremony years ago – "Violence never brings permanent peace. It solves no social problem: it merely creates new and more complicated ones." As someone who stands here as a direct consequence of Dr. King's life's work, I am living testimony to the moral force of non-violence. I know there is nothing weak –nothing passive – nothing naïve – in the creed and lives of Gandhi and King.

But as a head of state sworn to protect and defend my nation, I cannot be guided by their examples alone. I face the world as it is, and cannot stand idle in the face of threats to the American people. For make no mistake: evil does exist in the world. A non-violent movement could not have halted Hitler's armies. Negotiations cannot convince al Qaeda's leaders to lay down their arms. To say that force is sometimes necessary is not a call to cynicism – it is a recognition of history; the imperfections of man and the limits of reason.

(...)

But we do not have to think that human nature is perfect for us to still believe that the human condition can be perfected. We do not have to live in an idealized world to still reach for those ideals that will make it a better place. The non-violence practiced by men like Gandhi and King may not have been practical or possible in every circumstance, but the love that they preached – their faith in human progress – must always be the North Star that guides us on our journey.»

In A Just and Lasting Peace, Barack Obama, Nobel Lecture

                                                            

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Sábado, 19 de Dezembro de 2009
Um táxi para o inferno

      Dilawar era motorista de táxi nas montanhas do Afeganistão. Preso pelos militares em 2002, nunca mais regressou a casa. Morreu na prisão de Bagram, ao fim de cinco dias, sucumbindo à tortura. Partindo deste facto, Alex Gibney segue as pistas para dénunciar os actos de tortura sobre as pessoas suspeitas de «terrorismo», cometidas pelo exército dos EUA no Afeganistão, no Iraque ou em Gantánamo.

O filme lembra que a tortura, com os respectivos manuais, sempre fizeram parte dos métodos da CIA desde que esta foi criada há mais de 50 anos e explica que, mais recentemente, se estendeu de Bagram para Abu Ghraib e para Guantánamo (e outras prisões). Novos métodos foram ensaiados e Guantánamo passou a ser uma espécie de laboratório principal.

Este filme ganhou um óscar para o melhor documentário em 2007.

As versões aqui apresentadas têm durações diferentes.

Versão 1 (dobrado em castelhano)

Versão 2 (dobrado em francês)

    Um desenho que mostra como Dilawar estava algemado ao tecto na sua célula. O autor, Thomas V. Curtis, é um ex-sargento na reserva da United States Army Military Police Corps.

In U.S. Report, Brutal Details of 2 Afghan Inmates' Deaths

                                                                                              

Versão 3

Versão 4

Para Ver e Ouvir:

Para Ler: 

 Neste blogue:

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Barack Obama tirou a máscara

Chispa

1º Quadro:

O «prémio Nobel da paz» matou a pomba no seu ninho...

Obama: Si, si, si and si!

General: Sankiu, Mr. President pelo orçamento militar mais elevado da história! 

                  

2º Quadro:

... e longe de retirar as tropas do Iraque, envia mais soldados para o Afeganistão...

Obama: À luta, à luta, que ser muitas! O império contra-ataca!

                     

3º Quadro:

... não fechou a prisão de Guantánamo e livrou de culpas os torturadores...

Torturador: Agora é esperar que me voltem a chamar!

AGORA É...

                      

4º Quadro

... e ainda por cima... o cinismo!

Obama: Há guerras justas... como aquelas que fazer United States.

... BUU! 

 

Neste blogue:

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Domingo, 13 de Dezembro de 2009
Ajudando o Presidente Obama a acabar com os bombardeamentos

     Embora datado de 27 de Janeiro de 2009 este post está mais actual que nunca...

     Ora cá estamos nesta missão de ajudar o Presidente nas ciclópicas tarefas para as quais foi mandatado em 20 de Janeiro.

Não é que o senhor Presidente, uma semana volvida sobre a tomada de posse, já bombardeou dois países, o Afeganistão e o Paquistão? E matou pessoas inocentes, sabia? Se nada disto sabia, está aqui:

Pronto, pode procurar informar-se de todas as malfeitorias que têm sido feitas. De certeza que os seus colaboradores têm acesso a todos os dados e para o manter ao corrente é que são pagos.

     O senhor prometeu acabar com a tortura e com a prisão de Guantánamo e assinou uma papelada nesse sentido. A gente aplaudiu embora não se entenda para quando isso é, e como é. Talvez lhe possam sevir uns conselhos sobre estes temas. Veremos se há pachorra para tal.

     O senhor não prometeu acabar com os bombardeamentos... Mas, sabe uma coisa? Talvez seja um bocado antiquado, pouco modernaço, mas "bombardeamentos", nesta estranha poesia, rima com "crimes de guerra". Veja se quando assinar mais qualquer coisa não lhe sai sangue pela caneta. Ou, se quando fizer um assado nos jardins da Casa Branca, não é o cheiro das bombas que a brisa transporta até si. Stress de guerra, sabe? A gente começa a imaginar coisas.

Ninguém lhe pede a Lua! Que os soldados que lá estão - já que estão lá - se defendam, compreende-se. Mas bombardeamentos?

Imagine que o ladrão A entrava dentro da casa da pessoa B para a roubar. Esta, a pessoa B, tentava matar o ladrão. Se este se defendesse ninguém lhe podia levar a mal. Mas se o assaltante desatasse a destruir tudo, ferisse ou matasse o assaltado indefeso, e ainda fizesse estragos na vizinhança, que diríamos? Que era um facínora da pior espécie!

     Que dirão as suas filhas? Então o senhor presidente escreveu-lhes explicando que "por vezes, temos que mandar os nossos jovens para a guerra e outras situações perigosas para proteger o nosso país..." (1). Mais adiante diz que se preocupa com a segurança dos soldados, homens e mulheres. Depois fala nos "bravos Americanos", etc.

Vamos lá a ver, então. Isto não é uma conversa um pouquinho racista (desculpe a ironia)? E a segurança dos paquistaneses e dos afegãos? É gente de segunda, ou terceira? Bem dizem aqueles que você não é Luther King. Pense no julgamento que um dia as suas filhas poderão fazer de si.

    Luther King disse um ano antes de ser assassinado: "O que pensam eles quando nós experimentamos os nossas mais recentes armas neles, tal como os alemães faziam experiências com novos medicamentos e novas torturas nos campos de concentração da Europa?" (2) Medite, por favor, nesta frase de Luther King.

Ainda vai a tempo de recuar. Acabe com os bombardeamentos!

Olhe, se sentir mesmo uma grande vontade de bombardear qualquer coisa, bombardeie o rancho do Bush! Mas cuidado para não matar ninguém, nem sequer uma vaca!

Não tem que agradecer.


(1) Sometimes we have to send our young men and women into war and other dangerous situations to protect our country-but when we do, I want to make sure that it is only for a very good reason, that we try our best to settle our differences with others peacefully, and that we do everything possible to keep our servicemen and women safe. And I want every child to understand that the blessings these brave Americans fight for are not free-that with the great privilege of being a citizen of this nation comes great responsibility. 

In Barack Obama's letter to his daughters

2) What do they think as we test out our latest weapons on them, just as the Germans tested out new medicine and new tortures in the concentration camps of Europe?

In Martin Luther King, Jr. Papers Project Speeches: "Beyond Vietnam"

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
O socialismo real e o capitalismo global

Mariano Utin em utinhumor

       

- Olha papá... Cumpriram-se vinte anos sobre a queda do muro de Berlim... Aqui terminou o pesadelo do socialismo real...

- E começou o pesadelo do capitalismo global...

                                        

«Estoy un poco experimentando con el trazo del dibujo intentando encontrar una línea que me sea cómoda y satisfactoria para trabajar y en eso me topé con un informe pedorro de la CNN sobre la caída del muro de Berlín y toda la fiesta y celebración que montaron y montan con éste nuevo aniversario los grandes medios masivos de comunicación y nos vuelven a enseñar lo mal que vivían en los países del éste con pleno empleo, salud, y educación para todos...claro, pobrecitos...les faltaba la Libertad, como diría Vargas Chota...libertad de empresa, libertad de explotación, libertad de expresión de los medios periodísticos monopólicos, libertad para comerte una hamburguesa en Mc Mierda y todas las delicias de nuestro bien amado sistema de libertades absolutas que se mide en monedas...pero en fin...que me salió esto casi que de las tripas...y vomité.»

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Os muros de Berlim e de Israel

Latuff2 Carlos Latuff

 

Ver o que foi publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                              


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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
O muro de Berlim vinte anos depois

Latuff2 Carlos Latuff

 

Ver o que foi publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                  


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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Quem advoga «a encarceração preventiva e a detenção prolongada»?

 

Obama: «Construiremos um regime legal apropriado».

Bush: «Bravo, amigo! Já estás a apanhar o truque!»

 

Pois é, esta posição não é apenas defendida na caricatura de . É a «evolução na continuidade» do prémio Nobel da Paz de 2009, Barack Obama. «Evolução» nas palavras, «continuidade» nos actos. Não acredita? Leia o discurso de Obama sobre segurança nacional nos Arquivos Nacionais em 21 de Maio:

1. Limpar a porcaria deixada pela anterior administração...

Unfortunately, faced with an uncertain threat, our government made a series of hasty decisions.

That's why we are doing away with the poorly planned, haphazard approach that let those detainees go in the past.

Instead of strategically applying our power and our principles, too often we set those principles aside as luxuries that we could no longer afford.

But I also believe that all too often our government made decisions based on fear rather than foresight;

For reasons that I will explain, the decisions that were made over the last eight years established an ad hoc legal approach for fighting terrorism that was neither effective nor sustainable — a framework that failed to rely on our legal traditions and time-tested institutions, and that failed to use our values as a compass. 

2. Prender pessoas que não cometeram crimes...

But even when this process is complete, there may be a number of people who cannot be prosecuted for past crimes, in some cases because evidence may be tainted, but who nonetheless pose a threat to the security of the United States

3. Prender pessoas preventivamente...

Al-Qaida terrorists and their affiliates are at war with the United States, and those that we capture — like other prisoners of war — must be prevented from attacking us again.

4. E tudo dentro das regras da lei...

But we must do so with an abiding confidence in the rule of law and due process;

Instead of building a durable framework for the struggle against al-Qaida that drew upon our deeply held values and traditions, our government was defending positions that undermined the rule of law.

That's why my administration has begun to reshape the standards that apply to ensure that they are in line with the rule of law

5. Construir um regime legal para justificar todas estas ilegalidades...

That's why my administration has begun to reshape the standards that apply to ensure that they are in line with the rule of law. We must have clear, defensible, and lawful standards for those who fall into this category.

We must have a thorough process of periodic review, so that any prolonged detention is carefully evaluated and justified.

But I want to be very clear that our goal is to construct a legitimate legal framework for the remaining Guantanamo detainees that cannot be transferred. Our goal is not to avoid a legitimate legal framework. In our constitutional system, prolonged detention should not be the decision of any one man. If and when we determine that the United States must hold individuals to keep them from carrying out an act of war, we will do so within a system that involves judicial and congressional oversight. And so, going forward, my administration will work with Congress to develop an appropriate legal regime so that our efforts are consistent with our values and our Constitution.

6. E as frases seguintes fazem lembrar o ex-presidente Bush...

Right now, in distant training camps and in crowded cities, there are people plotting to take American lives. That will be the case a year from now, five years from now, and — in all probability — 10 years from now.

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Guantánamo e a falta de vergonha

Cierre de Guantanamo, por Martirena

                  

- ...não há dinheiro para fechar Guantánamo...

- O que não há é vergonha!

                                                    

Neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Quem disse «os que usaram a tortura a mando da Casa Branca não devem ser perseguidos»?

Hipnosis - Josetxo Ezcurra

Não, não foi Obama. Em Obamês a frase do título traduz-se assim:

Não penso que seja apropriado perseguir aqueles que levaram a cabo algumas destas operações estritamente dentro das opiniões ou instruções legais que lhes foram fornecidas pela Casa Branca.

«For those who carried out some of these operations within the four corners of legal opinions or guidance that had been provided from the White House, I do not think it’s appropriate for them to be prosecuted. With respect to those who formulated those legal decisions, I would say that that is going to be more of a decision for the attorney general within the parameters of various laws, and—and I don’t want to prejudge that. I think that there are a host of very complicated issues involved there».


 

Resumindo, Obama disse a frase que está no título mas na sua própria linguagem rebuscada!

                                                                  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Barroso e Luís Amado: Amigos para sempre!


  Vídeo - Amigos para Siempre (Sarah Brightman & José Carreras)

 

Luís 
I don't have to say
A word to you
You seem to know
Whatever mood
I'm going through
Feels as though
I've known you forever

José
You
Can look into my eyes and see
The way I feel
And how
The world is treating me
Maybe I have known you forever

both
Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amics per sempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

I feel you near me
Even when we are apart
Just knowing you are in this world
Can warm my heart
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

Luís 
We share memories
I won't forget
And we'll share more,
My friend,
We haven't started yet
Something happens
When we're together

José
When
I look at you
I wonder why
There has to come
A time when we must say goodbye
I'm alive when we are together

both
Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amics per sempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

I feel you near me
Even when we are apart
Just knowing you are in this world
Can warm my heart
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

José
When
I look at you
I wonder why
There has to come
A time when we must say goodbye

both
I'm alive when we are together
Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amics per sempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

I feel you near me
Even when we are apart
Just knowing you are in this world
Can warm my heart
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

Amigos para siempre
Means you'll always be my friend
Amics per sempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre
Amigos para siempre

 

É necessário fazer um desenho? Aqui vão dois!

E quem é responsabilizado por isto?

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                             


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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
The Road to Guantanamo (actualização)

Fotografias do filme The Road to Guantanamo (2006)

    Foi actualizado o post "The Road to Guantanamo" com a inserção de dois vídeos com as versões em castelhano e em francês.

                                                                                                   


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