TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
Passeio das mulheres CDU - 2 julho, domingo - Porto de Rei, Resende

cartaz_passeio_mulheres_2017_1.jpg

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publicado por António Vilarigues às 08:29
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017
A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional

Administração Trump.jpg

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publicado por António Vilarigues às 17:15
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
Debate: «Não à Guerra! Solidariedade com os Refugiados!»

Convite Digital Ilda 15h

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No âmbito da Exposição Guernica – A Arte Denuncia a Guerra, vai realizar-se Sábado, 7 de Maio, a partir das 15 horas, no 71º Aniversário do armistício da Segunda Guerra Mundial, o Debate: “Não à Guerra! Solidariedade com os Refugiados!, em que participará Ilda Figueiredo, ex-deputada do PCP no Parlamento Europeu e Presidente do CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação.

Apelar à realização de acções que dêem expressão pública ao repúdio das guerras de agressão no Médio Oriente e em África e à exigência do fim das medidas repressivas e militaristas contra os refugiados, defendendo a solidariedade, o apoio e o respeito pelos seus direitos e dignidade humana, são os objectivos desta conversa com Ilda Figueiredo, aberta, tal como todas as outras iniciativas da Exposição, a quem deseje participar.

AQUI

 


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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Domingo, 25 de Janeiro de 2015
Colóquio em Lisboa: A SITUAÇÂO INTERNACIONAL e a LUTA pela PAZ

CPPC 2015-01-28

A instabilidade e complexidade que se vivem no plano internacional e a necessidade de as debater levam o Conselho Português para a Paz e Cooperação a organizar dois Colóquios - no  Porto  e em Lisboa - com o título «A situação internacional e a luta pela Paz», abertos a todos os interessados.

O Colóquio do Porto, realizou-se no sábado, dia 24 de Janeiro, no Clube dos Fenianos Portuenses. Teve a participação dos seguintes oradores: Luis Humberto Marcos (director do Museu Nacional da Imprensa); José António Gomes (escritor e professor do ensino superior); Vitor Pinto Basto (jornalista); Ilda Figueiredo (presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação).

Em Lisboa o colóquio decorrerá no próximo dia 28 de Janeiro, quarta-feira, pelas 18h, na Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58) com a participação de Ilda Figueiredo (Presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação); Carlos Almeida (Professor, Vice presidente do MPPM); José Goulão (Jornalista); Pedro Pezarat Correia (Major General na reserva)

 


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Sábado, 24 de Janeiro de 2015
Palestra «Direitos Humanos e o Horror do Holocausto»

CPPC 2015-01-26

 


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Domingo, 18 de Dezembro de 2011
Balanço de meio mandato no Parlamento Europeu

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
Vão-me prender?...

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«Deve ser recusado o registo de uma marca se esta for contrária à ordem pública e aos bons costumes numa parte da União», lê-se no acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia.

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É esta a democracia «deles»!

E agora? Vão-me prender?

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010
«Perante as novas ameaças ao Atlântico Norte», Augusto Santos Silva vai mandar espiões para... o Afeganistão! (3)

Mais sobre Augusto Santos Silva:

Conferência de Imprensa de Ilda Figueiredo e João Ferreira, Deputados do PCP ao PE:

«A entrada em vigor do Tratado de Lisboa, em Dezembro do ano passado, mereceu-nos particular atenção pelas suas graves implicações no futuro do País e da própria União Europeia, pelo aprofundamento das políticas neoliberais, militaristas e federalistas da União Europeia, ao serviço das grandes potências, com destaque para a Alemanha e França, dos grupos económicos e financeiros e das multinacionais, em ligação cada vez mais estreita com a NATO. Neste quadro, merece-nos particular atenção a criação do Serviço de Acção Externa da União Europeia, os Tratados de Livre Comércio e a próxima Cimeira da NATO em Portugal, a 20 de Novembro. Desde já, anunciamos que o Grupo da Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica realizará uma iniciativa em Portugal, em 29 de Outubro, contra a militarização da União Europeia e contra a NATO.»

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Nota final: A canção do final de Dr. Strangelove é "We'll Meet Again"

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010
Solidariedade com a população da Madeira

                                                                         

Adenda em 22/02/2010  às 14h01m: 

                                                                                        


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publicado por António Vilarigues às 21:06
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Quem disse «A Ilda Figueiredo tem muita influência» [a nível europeu]?

     Não, não foi Jerónimo de Sousa. Jerónimo de Sousa disse:

Trata-se de uma escolha que cremos plenamente adequada, quer em função do valioso trabalho que Ilda Figueiredo tem vindo a desenvolver como deputada quer considerando as suas capacidades para poder, num momento de aguda crise económica e social, ser uma voz destacada do projecto e das propostas alternativas do PCP e da CDU para Portugal e para Europa e, com os outros candidatos e as forças que integram a CDU, travar a próxima batalha eleitoral com reconhecida audácia e convicção.

Quanto à frase do título é ver AQUI a partir do minuto 31. 

Resposta: Foi António Costa que disse «A Ilda Figueiredo tem muita influência» [a nível europeu] no programa «A quadratura do círculo».

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                                                                                                  


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Domingo, 26 de Abril de 2009
Leitura Obrigatória (CXLVII)

     Novos Rumos para Portugal e para a Europa (Ilda Figueiredo)

Este livro procura dar uma visão da forma como tem evoluído a União Europeia nos últimos anos desta legislatura (2004-2009), partindo da análise do processo de integração capitalista, da actividade e das intervenções no Parlamento Europeu, as quais, por sua vez, são alicerçadas no trabalho colectivo do PCP e das suas diversas organizações, das inúmeras iniciativas em Portugal, em Bruxelas e Estrasburgo, nas múltiplas visitas e contactos com as mais variadas instituições e organizações portuguesas.

Os seus objectivos centrais são: a defesa patriótica da soberania portuguesa e da produção nacional, a luta pelos direitos dos trabalhadores e do respeito pelo princípio da igualdade de direitos e de oportunidades, o desenvolvimento e o progresso social, a promoção da paz e da cooperação com os povos de todo o mundo, o aprofundamento da democracia participativa, a promoção do património, da língua e da cultura portuguesas.

                                                     

In Edições «Avante!»

                                       

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Sábado, 18 de Abril de 2009
Declaração Programática para as eleições europeias

    Ao Partido Socialista e ao seu candidato queremos desde já dizer: Não tentem dividir os portugueses entre europeus e não europeus, não resulta. A Europa não é uma coutada ideológica do PS ou do PSD ou um qualquer conceito por si inventado e portanto de uso exclusivo. Não! A Europa é uma realidade objectiva, um conjunto de povos e nações, cada uma com a sua história, identidade, realidade, cultura e liberdade.

Aos que propositadamente lançam a confusão entre o seu projecto de União Europeia e o conceito de Europa, queremos relembrar que Portugal e os portugueses foram, são e serão europeus, independentemente das opiniões que tenham sobre o actual rumo da integração europeia.

                                                                                               


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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
A crise económica e a defesa do aparelho produtivo nacional

    Nestas Jornadas Paralamentares, que decorreram em Aveiro  sob o tema da crise económica e da defesa do aparelho produtivo nacional, participaram os deputados da Assembleia da República e do Parlamento Europeu. 

     (...) E quanto à crise já não há presunção de inocência, investigações a desenvolver ou suspeitos a questionar. Quanto à crise e aos seus responsáveis a condenação é inequívoca: é o Governo PS, com a cumplicidade dos anteriores, o responsável por ela. E nem se pense que a crise internacional lhes pode servir de álibi. O certo é que já havia crise nacional antes de chegarem os efeitos da outra. E é também certo que a fragilidade em que o Governo deixou o nosso país acentua os efeitos que vêm de fora. (...)

    (...)  Hoje é inquestionável que temos menos indústria, menos pesca, menos agricultores e pescadores e uma muito maior dependência de importações de produtos alimentares e maquinarias, levando-nos, assim, mais de um terço dos apoios comunitários que recebemos, contribuindo para a recessão económica, o agravamento do desemprego e das desigualdades sociais. Actualmente, o PIB per capita português, em paridades de poder de compra da EU, está praticamente ao nível do que tínhamos aquando da adesão de Portugal à União Europeia, depois da divergência que se verifica em relação à média comunitária desde o início desta década. (...)

    (...) Perante as primeiras medidas do actual governo do PS penalizadoras das actividades produtiva e da sua desastrosa opção de eleger o défice como o problema central da sua política, afirmámos que o país corria o risco de chegar ao fim deste ciclo político numa situação ainda mais frágil do que aquela que então tínhamos.

As nossas previsões pecaram por defeito. (...) 

    (...) As Jornadas Parlamentares que hoje terminamos vêm comprovar que as medidas do Governo não são adequadas e suficientes para responder à grave crise económica e social em curso. A teimosia do Governo em rejeitar as medidas apresentadas pelo PCP, seja as 7 medidas urgentes de Junho de 2008, seja as apresentadas e rejeitadas pelo PS no passado dia 11 de Março.

Cada vez mais se impõem estas propostas do PCP. O aumento dos salários e pensões, a revogação das normas mais gravosas do Código do Trabalho e da legislação da administração pública, o reforço das prestações sociais, designadamente do subsídio de desemprego, o congelamento dos preços da energia, telecomunicações e portagens, a eliminação do PEC e a extensão do “IVA de caixa”, o pagamento imediato das dívidas do Estado às PMEs, a defesa da produção nacional, o cancelamento das privatizações, a agilização da aplicação dos fundos comunitários, o aumento do investimento público e uma política de crédito ao serviço da economia e do emprego, são algumas das medidas que a realidade cada vez mais exige e que o PCP vai continuar a defender.(...)

                                               

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                                                        


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Domingo, 5 de Abril de 2009
Uns trabalham, outros nem por isso…

    A CDU apresenta-se às próximas eleições para o Parlamento Europeu (PE) com a consciência e a tranquilidade de quem tem um valioso trabalho e uma dedicada intervenção ao serviço de Portugal e dos portugueses.

As diversas organizações e sectores de actividade do país sabem que, quando precisam que os seus problemas e dificuldades sejam levantados em Bruxelas ou Estrasburgo, contam com os deputados do PCP no PE, eleitos na lista da CDU.

Durante estes quase cinco anos, Ilda Figueiredo, Sérgio Ribeiro e Pedro Guerreiro que o substituiu, desenvolveram uma intensa actividade. Fosse nas comissões e delegações parlamentares de que são membros, fosse no plenário. A demonstrá-lo as cerca de 1400 intervenções, mais de 70 propostas de resolução, 29 relatórios e pareceres. Ou, ainda, as mais de 700 perguntas à Comissão Europeia e Conselho.

No quadro, pode ver-se que a CDU, com apenas dois deputados, fez mais intervenções no plenário do PE que o PSD com sete. E teria feito mais que o PS se não contassem como intervenções as vezes que os seus vice-presidentes falaram na condução das sessões. E fez quase sete vezes mais perguntas que o PSD e mais que o PS:

Elaborado por Sérgio Ribeiro
 

Mas para que a comparação seja directamente possível, há que dividir as diferentes «prestações» pelos mandatos obtidos. Donde resulta o quadro por mandatos, em que a vantagem dos que estiveram e estão no PE eleitos nas listas da CDU é absolutamente esmagadora:

Elaborado por Sérgio Ribeiro

 

Para esta actividade intensa e diversificada, contribuiu a ligação permanente aos problemas e aspirações dos trabalhadores e das populações e à realidade do País. Foram realizadas mais de 500 visitas. Dezenas de encontros e de reuniões. Os dois deputados da CDU participaram em debates e colóquios sobre os mais variados temas, do Algarve a Trás-os-Montes, do interior ao litoral e às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Estiveram por diversas vezes no distrito de Viseu.

Foi e é um trabalho ímpar, útil para o País, para os trabalhadores, para a generalidade dos portugueses. Uma valiosa intervenção ao serviço de Portugal, dos direitos dos trabalhadores e dos Portugueses. Dizem-no mesmo vários sectores que têm opiniões políticas diferentes da CDU. 

Uma prova muito concreta de que o PCP e a CDU no Parlamento Europeu é de facto a voz da luta dos trabalhadores e do povo português nas instituições europeias. Cinco anos de uma intervenção que marca a diferença. Pela inabalável postura de defesa dos interesses de Portugal, do seu aparelho produtivo e da soberania nacional. E pela coerência na luta por uma outra Europa de paz e cooperação entre os povos. 

Foi, de facto, um mandato de trabalho sério e empenhado. Por isso é com orgulho no trabalho realizado, com convicção na justeza das posições assumidas, que a CDU se apresenta às próximas eleições para o PE. CDU que cada vez mais importa afirmar como uma grande força de esquerda, como amplo espaço de convergência democrática. A única força cujo reforço eleitoral aproximará a possibilidade real da ruptura com 33 anos de políticas de direita e de alternância sem alternativa.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                               

In "Jornal do Centro" - Edição de 3 de Abril de 2009

                                                                                                           


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Quinta-feira, 26 de Março de 2009
CDU divulga cinco primeiros nomes da lista ao Parlamento Europeu

    Ilda Figueiredo, João Ferreira (biólogo e que exerceu as funções de presidente da  Associação Portuguesa de Bolseiros de Investigação  Científica), Ana Rita Carvalhais (professora e dirigente do sindicato dos professores da Região Centro e do secretariado da FENPROF), Francisco Madeira Lopes (PEV) e Pedro Guerreiro (actual deputado no PE) são por esta ordem os primeiros candidatos da lista da CDU ao Parlamento Europeu.

                                                                                            


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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
Balanço dos 5 anos de mandato no Parlamento Europeu

     Realizou-se, no Porto, apresentação do balanço dos 5 anos de mandato dos deputados eleitos pela CDU ao Parlamento Europeu. Participaram na iniciativa Ângelo Alves, da Comissão Política do PCP, Ilda Figueiredo, Pedro Guerreiro e Sérgio Ribeiro. O trabalho realizado pelos deputados da CDU é uma «valiosa intervenção ao serviço de Portugal (...) e uma prova muito concreta de que a CDU no Parlamento Europeu é de facto a voz da luta dos trabalhadores e do povo português nas instituições europeias

    «Durante estes quase cinco anos desenvolvemos uma intensa actividade, seja nas Comissões e Delegações Parlamentares de que somos membros, seja no plenário, através, de cerca de 1400 intervenções, mais de 70 propostas de resolução, 29 relatórios e pareceres, ou, ainda, através de mais de 700 perguntas à Comissão Europeia e Conselho. Estamos aqui com a consciência do dever cumprido

    «Para esta actividade intensa e diversificada, contribuiu a ligação permanente aos problemas e aspirações dos trabalhadores e das populações e à realidade do País, em colaboração estreita com o colectivo do PCP, tendo já realizado mais de 500 visitas, dezenas de encontros e de reuniões e participado em debates e colóquios sobre os mais variados temas, do Algarve a Trás-os-Montes, do interior ao litoral e às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira

                                                             


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publicado por António Vilarigues às 08:40
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Sexta-feira, 6 de Março de 2009
Procurámos influenciar as decisões comunitárias através do trabalho que realizámos

    Estamos a cerca de três meses das eleições para o Parlamento Europeu que se vão realizar num dos mais importantes momentos da luta de classes em Portugal e na própria União Europeia, quando cresce o descontentamento dos trabalhadores e das populações contra as consequências das políticas que promoveram as liberalizações e privatizações de sectores estratégicos e de serviços públicos, que desvalorizaram o trabalho, que intensificaram a exploração, que multiplicaram lucros e fortunas, agravaram desigualdades sociais e territoriais e aumentaram o desemprego e a pobreza.

Foi contra essas políticas que lutámos no Parlamento Europeu, dando voz às justas aspirações dos trabalhadores, sempre numa ligação estreita com a realidade do país e o nosso trabalho colectivo, as preocupações, os problemas e os interesses de Portugal. Procurámos influenciar as decisões comunitárias através do trabalho que realizámos: mais de 1300 intervenções, cerca de 700 perguntas, dezenas de resoluções, relatórios e pareceres e centenas de propostas. As diversas organizações e sectores de actividade sabem que, quando precisam que os seus problemas e dificuldades sejam levantados em Bruxelas ou Estrasburgo, contam com os dois deputados do PCP no Parlamento Europeu, eleitos na lista da CDU.

                                                                                                                        

In Ilda Figueiredo - Encontro do PCP sobre Eleições 2009

                                                                                                               


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publicado por António Vilarigues às 18:07
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Sábado, 31 de Janeiro de 2009
Ilda Figueiredo candidata ao PE

     Jerónimo de Sousa, na acto público de apresentação de Ilda Figueiredo como primeira candidata da lista da CDU ao Parlamento Europeu, sublinhou as provas dadas pelos deputados eleitos da Coligação em todos os domínios da política comunitária, confirmando a CDU como a força necessária e insubstituível que marca a diferença e afirma a ruptura com o pantanoso consenso comunitário das políticas de direita e neoliberais que PS, PSD e CDS-PP defendem e promovem.

                                                                       


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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
A União Europeia

Ilda Figueiredo

    «É da maior importância para a luta de classes que estamos a viver a compreensão do ponto da situação da integração capitalista e das perspectivas de evolução da União Europeia em que Portugal participa, cujas decisões influenciam cada vez mais a nossa vida colectiva e condicionam a própria soberania nacional, além de serem sistematicamente utilizadas como justificação para as políticas anti-sociais e os ataques aos direitos laborais e ao estado democrático que sucessivos governos praticam em Portugal, visando destruir as conquistas da Revolução de Abril. 

No último Congresso, vivíamos a ameaça de uma dita constituição europeia. Ali mesmo dissemos não a esse projecto. Os povos da França e da Holanda tiveram a mesma opinião, e, nos referendos que realizaram em 2005, rejeitaram esse projecto de aprofundamento do militarismo, do neoliberalismo e do federalismo. O que o devia ter enterrado definitivamente, no respeito pelas próprias regras da União Europeia.  

Mas, as potências e o capital europeu, não desistiram do seu objectivo. E no primeiro semestre de 2007, durante a presidência alemã, a Senhora Merkel elaborou o guião da retoma do projecto e encomendou ao governo português a tarefa de pôr em prática uma autêntica fraude política: ressuscitar o tal projecto da dita constituição europeia, agora apelidado de Tratado de Lisboa

                 

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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008
A violação dos direitos das mulheres

    A violação dos direitos das mulheres foi o tema da Audição promovida pelo GUE/NGL, no Parlamento Europeu, que contou com a participação de mulheres de todo o mundo. Odete Santos, em representação do PCP, foi uma das oradoras nesta Audição que contou também com a participação da deputada do PCP ao PE, Ilda Figueiredo.

                                                             

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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
O PCP e a política de direita na agricultura no distrito de Viseu

   De passagem pelo distrito de Viseu, a deputada do PCP no Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo, quis dar conta, em conferência de imprensa, da sua intervenção a favor da Agricultura Familiar e do Mundo Rural no Parlamento Europeu e assinalou as consequências das políticas da União Europeia e do Governo Português neste distrito, designadamente:


- As assimetrias regionais aprofundadas por uma política de crescente abandono do interior, com a eliminação de uma série de serviços públicos ai sedeados e a redução no investimento público nestas regiões, bem como a profunda crise que atravessa o tecido empresarial das micro, pequenas e médias empresas (tecido absolutamente dominante no nosso distrito), a concentração do comércio em grandes superfícies comerciais com consequências desastrosas para o pequeno comercio/comercio tradicional, a facilidade com que se deslocalizam empresas, a asfixia da agricultura familiar fazem deste distrito um distrito em situação de grave crise económico-social.
- Orientações políticas voltadas contra o interesse das populações deste distrito levaram, ainda, a que nunca tivessem sido criadas algumas infra-estruturas que, a nosso ver, seriam factores promotores do desenvolvimento regional, como é o caso, entre outros, do Matadouro Público de Viseu ou da ligação por ferrovia da cidade de Viseu à rede ferroviária nacional e como será, certamente, o caso do anunciado prolongamento da A24, entre Viseu e Coimbra, obra cuja construção urge acelerar, mas que só faria sentido e poderia adquirir importância, no quadro regional, se fosse uma auto-estrada sem portagens tal como a A25, o que está longe de ser garantido pelo Governo, que se prepara para fazer destas auto-estradas vias com portagens.
Por outro lado, a destruição da agricultura vem retirando a milhares de agricultores o seu rendimento, empurrando-os para fora da Segurança Social (milhares de agricultores já não conseguem pagar as suas contribuições á Segurança Social), para a emigração ou para as periferias dos pólos urbanos onde vivem desenraizados.
O agravamento dos problemas sociais tem feito crescer o caldo de cultura dos fenómenos de exclusão, marginalidade, prostituição, alcoolismo, violência e criminalidade com consequências visíveis na insegurança dos cidadãos.


O ABATE DE SERVIÇOS PÚBLICOS


Acresce a estes problemas o facto de o governo ter vindo a desenvolver uma politica de sistemático abate de serviços públicos essenciais para a vida das populações, que tem contribuído para esta preocupante fragilização do tecido social deste distrito. De facto, o encerramento do matadouro de Viseu, de diversos serviços de apoio à agricultura, da maternidade de Lamego, dos SAP’s em vários concelhos, o encerramento de centenas de escolas, o e a anunciada intenção do governo de continuar a encerrar serviços (SAP’S, escolas repartições de Finanças, serviços de Justiça ou tribunais, serviços do ministério da agricultura) torna ainda mais preocupante esta situação e acrescenta mais fragilidade à já frágil dimensão económico-social da vida neste distrito.


O ABANDONO E ASFIXIA DA AGRICULTURA FAMILIAR


No plano económico-social, preocupa-nos ainda a situação de abandono e asfixia em que se encontra a agricultura familiar, a desprotecção desta actividade mesmo em regiões e áreas com especial potencialidade produtiva ou com reconhecidas produções de qualidade: Região do Douro, Região de Dão-Lafões, variadas produções no domínio das frutas, vinho, carne, hortícolas e floresta.


UM CASO CARREGADO DE PROFUNDO SIGNIFICADO: O ABATE CRIMINOSO DO MATADOURO DE VISEU


À medida que o tempo passa, vai-se tornando mais claro para todos que o “velho” Matadouro de Viseu foi abatido, num processo fraudolento e criminoso.
Milhares de pequenos criadores de gado ficaram privados desta importante infra-estrutura de fundamental importância para a actividade agro-pecuária da nossa região.
Entretanto, já lá vão anos, e não foi ainda construído nenhum novo matadouro, apesar de várias vezes prometido.
Entretanto, muitos criadores de gado da nossa região abandonaram a actividade agro-pecuária por não conseguirem suportar os custos com o transporte e abate dos seus animais nos Matadouros de Aveiro ou Oliveira do Hospital (os mais próximos).


A REGIÃO DO DOURO


No caso da região do Douro, é lamentável a atitude do Governo de completa desprotecção aos pequenos produtores de vinho daquela região e a passividade com que o Governo assiste à destruição da Casa do Douro, importante instrumento de protecção aos pequenos e médios produtores daquela região, para favorecer a concentração da produção e comercialização do vinho do Porto nas mãos das grandes Casas Exportadoras/Comércio Multinacional do Vinho do Porto.
Trata-se de uma região com 35.000 viticultores, hoje ameaçados pelas políticas do Governo PS/Sócrates: Estrangularam financeiramente a Casa do Douro não lhe pagando o Governo o que lhe deve; mandam executar judicialmente a Casa do Douro por dívidas que não estão confirmadas ou não existem; não cumpriram nem fazem cumprir os Protocolos solenemente assinados, por Governos, Associações de Exportadores e Casa do Douro; apoiam o roubo do Cadastro Vitivinícola, património inalienável dos agricultores durienses, pelo IVDP (Instituto do Vinho do Douro e Porto), onde mandam as Casas Exportadoras; aprovaram na União Europeia uma Reforma da Organização do Mercado do Vinho, apoiada na liberalização do plantio e do comércio, que pode pôr em causa a vinha dos pequenos proprietários e levar ao fim do benefício.


OUTROS PROBLEMAS


Outros problemas afectam igualmente a vida das populações e, em particular, as populações que vivem e trabalham no Mundo Rural, neste distrito, como é o caso da crescente privatização da água, as deficientes redes de transportes públicos, a falta de acessibilidades, os reduzidos mecanismos de apoio à inclusão das pessoas com deficiência, a reduzida cobertura de redes de saneamento básico, diversos problemas ambientais.


REFORMA DA PAC


A deputada Ilda Figueiredo alertou para a necessidade de se estar muito atento à proposta de Reforma da PAC (Política Agrícola Comum) que a Comissária irá enviar ao Parlamento Europeu, já no final do mês de Abril, insistindo em mais liberalizações, visando favorecer o complexo agro-industrial e as empresas que dominam o comércio internacional de produtos alimentares contra os interesses dos pequenos e médios agricultores portugueses e da agricultura portuguesa.
A deputada Ilda Figueiredo manifestou a sua oposição a esta reforma neoliberal da PAC, reafirmando o seu permanente empenhamento na defesa da Agricultura Familiar e dos pequenos e médios agricultores portugueses.

                  

Viseu, 17 de Abril 2008
A DOR Viseu do PCP

                                       

In Organização Regional de Viseu do PCP
                

Ver AQUI notícias sobre investimentos de Portugal e Espanha no Douro

         


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Quarta-feira, 12 de Março de 2008
Penalva do Castelo: Jantar 87º Aniversário
                                                

                           

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Jantar 87º Aniversário
                                                

                            

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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007
Deputados do PCP no Parlamento Europeu apresentam plano de acção

        Os deputados do PCP no PE sublinharam as preocupações com as prioridades da Presidência Portuguesa do Conselho da UE como: a recuperação do essencial da rejeitada “constituição europeia”; as acções e propostas no âmbito dos direitos sociais e laborais; as propostas de revisão da OCM do vinho e as linhas de orientação para mais uma revisão da PAC. Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro referiram ainda a realização do Encontro Europeu em defesa da paz e as Jornadas de Estudo do Grupo Esquerda Unitária/NGL. Em relação às propostas e alternativas, os deputados comunistas, destacaram a defesa do sector têxtil, a promoção dos direitos das mulheres, a necessidade da profunda reforma da OCM dos produtos da pesca e da aquicultura, a defesa de uma efectiva política de coesão e da soberania nacional sobre a Zona Económica Exclusiva.

 

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