TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
O que acontece em 1 minuto na Internet (em 21016)?

Internet-minute-1 2016

 

Estatísticas sobre o que acontece em cada minuto de Internet:

  • 701,389 logins on Facebook

  • 69,444 hours watched on Netflix

  • 150 million emails sent

  • 1,389 Uber rides

  • 527,760 photos shared on Snapchat

  • 51,000 app downloads on Apple’s App Store

  • $203,596 in sales on Amazon.com

  • 120+ new Linkedin accounts

  • 347,222 tweets on Twitter

  • 28,194 new posts to Instagram

  • 38,052 hours of music listened to on Spotify

  • 1.04 million Vine loops

  • 2.4 million search queries on Google

  • 972,222 Tinder swipes

  • 2.78 million video views on Youtube

  • 20.8 million messages on WhatsApp

 

Internet-minute-4 2016

Mais dados de outras aplicações informáticas (e das mesmas)

 

Internet-minute-3 2016

Ainda mais dados de outras aplicações informáticas (e das mesmas)

 

Internet-minute-2 2016

Evolução 2013/2014/2015

 

Clicar nas imagens para ampliar

 

As operadoras estão a dar aos pacotes de telecomunicações sem fidelização preços bem mais caros e custos de instalação inflacionados.

Segundo valores divulgados pela DECO, os aumentos atingem os custos de instalação em todas as operadoras de um máximo de 300 euros para um máximo de 410 na Vodafone, num contexto em que os custos de activação não se alteram.

Um pacote com TV, internet e telefone fixo sem fidelização pode custar no final do ano 1921,76 euros na MEO, ou seja, mais 952 euros do que uma oferta com fidelização de 24 meses.

Na Vodafone os consumidores arriscam-se a pagar mais 770 euros e na NOS mais 633 euros.

 

Isto anda tudo ligado: alienação, comunicações, comércio, comunicação social, divertimento, economia, informação, POLÍTICA, publicidade...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:41
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016
UPP: Início das aulas

UPP Horário 2016-2017

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016
Nos últimos dias...

... estive assim informaticamente falando...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 7 de Junho de 2016
UPP: Cursos livres 2016 / 20217

UPP Dia Horário Prov

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:42
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015
UPP: Introdução às Ferramentas Digitais

UPP Informatica

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:09
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 19 de Março de 2015
Está tudo grosso???...

Bigbrother

Confesso que há poucas coisas capazes de me tirarem do sério. Quererem-me tomar por parvo é uma delas.

A informação veiculada na comunicação social dominante (também chamada de «referência»...) sobre a existência de uma «alegada lista na Autoridade Tributária (AT) de contribuintes VIP» deveria ser um caso de estudo.

Alegadamente (gosto desta palavra...) haveria cerca de 140 processos disciplinares contra trabalhadores da AT por terem consultado dados de contribuintes ditos VIP, nomeadamente Pedro Passos Coelho e José Sócrates.

Mas a grande questão é: há ou não há Lista VIP?

Parece que ainda não há certezas. Directores, secretários de estado, ministros e até o 1º ministro vão deslocar-se à Assembleia da República para esclarecer o caso...

Mas «Está tudo grosso (que saudades da Ivone Silva e do Camilo de Oliveira)»? Ou nas televisões, nas rádios e nos jornais de repente o índice de competência passou a ser zero?

Qualquer informático, e há milhares neste país a começar pela comunicação social, sabe que se acessos de utilizadores a uma aplicação - seja ela qual fôr - são detectados é porque há filtro(s). Porque não foram ouvidos (salvo uma ou outra excepção)?

 

Quod erat demonstrandum ela existe! Quem o negar mente!!!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:41
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015
No Centro de Saúde de Cinfães reina a confusão!

Centro Saúde Cinfães

 No Centro de Saúde de Cinfães reina a confusão!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:39
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 29 de Dezembro de 2013
Portugal: Um terço nunca utilizou a Internet
  • Um terço dos portugueses (33%) nunca usou Internet, o quinto valor mais elevado na União Europeia, a seguir à Roménia (42%), Bulgária (41%), Grécia (36%) e a Itália (34%).

  • No extremo oposto estão a Dinamarca com apenas quatro por cento de «infoexcluídos», o Luxemburgo (5%) e a Finlândia (6%).
  • De acordo com um inquérito do Eurostat, divulgado dia 18, apenas 62 por cento dos lares em Portugal possuem ligação à Internet, o quarto valor mais baixo entre os 28 estados-membros, onde a média atinge os 79 por cento, variando entre os 54 por cento na Bulgária e os 95 por cento na Holanda.
  • Relativamente à frequência de utilização de Internet, apenas 48 por cento dos portugueses inquiridos indicaram que usam este meio diariamente, também neste caso muito abaixo da média europeia que se situa nos 62 por cento.

E depois venham falar de «balcões virtuais» para substituirem os serviços de finanças (e outros) encerrados...

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:09
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 17 de Julho de 2013
No 80.º aniversário do nascimento de V. M . Gluchkov (1923-1982)

A alternativa rejeitada à reforma de mercado de 1965

Por ocasião do 80.º aniversário do nascimento de V. M . Gluchkov

(1923-1982)


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:05
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|

Domingo, 16 de Junho de 2013
Universidade Popular do Porto: Cursos Livres 2013/2014

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:14
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 28 de Outubro de 2012
Universidade Popular do Porto: Cursos Livres

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:25
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010
Filho, vai mas é jogar para o parque!

¡niño, coge el pc y salte a jugar a la calle! (desenho de Juan Carlos Contreras)

-

Diz um idoso para outro: Pelos vistos contactou com um amigo do outro lado do parque e estão a jogar futebol on-line.

-


-

wi-fi (palavra inglesa, redução de wireless fidelity, fidelidade sem fios, por analogia com hi-fi) s. m. Tecnologia de comunicação de informação sem uso de cabos, nomeadamente através de frequências de rádio, infravermelhos, etc. [serve para ter a internet num computador preparado para o efeito]

-

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:09
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Leitura Obrigatória (CLXXXIX)

     São de leitura obrigatória os estudos de Eugénio Rosa sobre a realidade económica e social de Portugal:

«No dia 19/01/2010, realizou-se a ultima reunião da Comissão de Acompanhamento do Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), em que participamos, para analisar o Relatório Final de Execução Final. O POEFDS era, no âmbito do 3º Quadro de Apoio Comunitário, um programa estratégico, pois visava a qualificação dos portugueses, a defesa do emprego, e a promoção social, que devia ter sido realizado no período 2000-2006 mas que, por incapacidade do governo, foi prolongado até 2009. Era um programa em que se gastaram 2.720,7 milhões de euros, sendo 1.697,5 milhões € de fundos comunitários e 1.023,2 milhões € de fundos nacionais. Apesar da sua importância e do elevado montante de gastos, quem tenha lido as mais de 400 páginas que constituem o Relatório Final de Execução rapidamente conclui que não é possível avaliar a qualidade e os resultados da formação realizada, nem o impacto desta e de outras medidas a nível da sociedade portuguesa (empregabilidade e progressão na carreira dos formandos; modernização, aumento da produtividade e da competitividade das empresas, etc). E isto porque 35 anos após se ter iniciado em Portugal a formação profissional co-financiada pela UE continuam a não ser disponibilizados os dados essenciais para se poder fazer isso.

Assim, em relação ao Eixo 1 destinado à formação de jovens que entram na vida activa, que inclui o programa "Novas Oportunidades", em que se gastaram 669,9 milhões de euros, não existem quaisquer dados sobre o número de acções feitas, nem sobre horas de formação realizadas (não se sabe se cada acção de formação teve a duração de 20 horas, 50, 100 , 500 ou 1000 horas); nem áreas de formação (se foram acções de informática ou de qualquer outra matéria); nem sobre os resultados obtidos pelos formandos (quantos tiveram aproveitamento e quantos nem terminaram as acções, quantos conseguiram obter o diploma do 9º ano e do 12º ano no âmbito do "Programa Novas Oportunidades"); nem sobre a empregabilidade (se depois de terminarem a formação conseguiram arranjar emprego, ou se continuaram no desemprego)

                                                                    


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:00
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
A informática como instrumento de manipulação

    Como os leitores mais atentos já devem ter reparado (artigo da edição de 31 de Maio "Não há erros informáticos") o info-analfabetismo de alguns dos nossos decisores fascina-me. O mais recente episódio gira em torno da polémica entre o Tribunal de Contas e o Ministério da Saúde sobre os médicos de família.

O coordenador da Unidade de Missão de Cuidados de Saúde Primários (UMCSP), Luís Pisco, afirmou peremptoriamente que «ninguém sabe certamente quantos utentes estão sem médico de família». Ao que parece, segundo ele, não existe um registo nacional de utentes, mas sim 350 bases de dados (tantas quantos os Centros de Saúde). Também não há uma lista nacional de profissionais de saúde. 

Menos de 24 horas depois, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Manuel Pizarro, falava NUMA «base de dados de utentes que não permite com absoluto rigor conhecer qual é o número de utentes». E defendeu que o Tribunal de Contas tinha a obrigação de ter reparado que a soma do número de utentes era superior à própria população portuguesa. Refira-se que o número de utentes – 11,3 milhões de utentes – foi fornecido por organismos do Ministério da Saúde.

Sublinhe-se que o cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi criado em 29 de Julho de 1995 pelo decreto-lei nº 198/95. Aí se atribuiu às cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) existentes a responsabilidade pelas bases de dados. Mais tarde foi decidido centralizar numa única base de dados os dados do cartão de utente, processo acelerado com a criação do cartão do cidadão.

Existe uma estrutura no ministério da Saúde que deveria assegurar toda esta operacionalização: O IGIF – Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde – entretanto substituído pela ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde.

Em Março de 2008 podia-se ler no sítio na Internet da ARS de Lisboa e Vale do Tejo que a limpeza de ficheiros dos Centros de Saúde apontava para um total de entre 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos. Destes 1,3 a 1,4 milhões de residentes no continente não tinham cartão de utente. Calculava-se que 600 mil pessoas, não tinham médico assistente nos Centros de Saúde.

Estes são os factos (ou os dados, para utilizar linguagem de informático). Agora as questões e responda quem souber.

Como é possível, a ser verdade, que no 30º aniversário do SNS ninguém saiba quantos utentes estão sem médico de família? Como se faz a planificação (“não se pode gerir o que não se pode quantificar”)? Na base de quê andaram durante 30 anos a dizer que havia médicos a mais e que havia que restringir o acesso às faculdades de medicina? O que fez (faz) o coordenador da UMCSP, Luís Pisco, para inverter esta situação? 

Em que ficamos: quantas bases de dados do cartão de utente existem? Uma? Cinco (tantas quantas as ARS)? Trezentas e cinquenta (tantas quantos os Centros de Saúde)? Como se processa a integração dos dados do cartão de utente no cartão do cidadão se, pelos vistos, existem utentes com mais que um cartão? Como foi possível, em menos de 17 meses, passar de 8,7 a 8,8 milhões de utentes inscritos para 11,3 milhões (mais 2,5 milhões!!!)? 

Desta vez os decisores não falaram em «erros informáticos». Já é um avanço! Mas a informática foi utilizada, mais uma vez, como instrumento de manipulação da realidade. As contradições, neste caso, são tantas que quase podemos dizer que não estamos perante simples afirmações de info-analfabetos. O grau de probabilidade de alguém nos estar a mentir é muito elevado… 

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                                                                                          

In jornal "Público" - Edição de 7 de Agosto de 2009

                                                                                           


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Não há erros informáticos

     A informática tem as costas largas. De há uns anos a esta parte sempre que há falhas graves em muitos e muitos serviços, instituições e empresas lá vem o malfadado «erro informático». Basta correr os olhos pelos jornais, ligar a rádio ou ver a televisão. Circula mesmo na Internet uma lista sobre «Os 10 maiores desastres da história causados por erros informáticos».

Salvo «erro informático» meu é a desculpa mais vezes utilizada. Já começa a ser banal de tanto ser repetida. E no entanto, como diz a canção, «é mentira, é mentira, é mentira, sim senhor».

«Os 10 maiores desastres da história causados por erros informáticos», bem esmiuçados resultam de: erros de programação; testes de validação insuficientes; utilização para o mesmo fim de versões de software incompatíveis; confusão entre os sistemas métricos europeu e americano; falta de formação do pessoal que manuseava o sistema; erros na actualização do software; uma placa de rede defeituosa.

O processo da colocação de professores foi um caos? «Erro informático», pois claro! Afinal vai-se a ver e alguém desenhou o programa de forma incorrecta ou pretendeu pô-lo a fazer algo para que não tinha sido parametrizado.

Na ex-DGV há multas que são atribuídas a inocentes? «Erro informático», não podia deixar de ser. A realidade? O sistema informático que geria as contra-ordenações ao que parece não impedia a duplicação dos registos. Ou havia falhas humanas no preenchimento dos autos. Apesar de reconhecidos os erros as medidas para solucionar a questão tardaram, tardaram, tardaram.

A GALP emite facturas de uma garrafa de gás butano sujeita a taxas diferentes de IVA (de 21 e 20% respectivamente), mas apresentando o mesmo valor? Tudo se deve a um «erro informático». A petrolífera escreveu mesmo em comunicado que «(…) o sistema informático não corrigiu automaticamente o preço de venda ao público, tendo dado origem à factura em causa» (???). Mas o sistema informático tem que adivinhar, e ainda por cima «automaticamente», as alterações das taxas dos impostos? Brincamos?

E até nos Casinos a culpa é do «erro informático». Foi motivo de notícia o facto de dois apostadores do Casino de Lisboa terem ganho dois jackpots de quase oito milhões de euros cada. O Casino recusou-se a pagar alegando um «erro do sistema informático das máquinas». Vão-se apurar os factos e verifica-se que já tinham acontecido mais casos semelhantes. Qual a verdadeira causa? Deficiente manutenção das máquinas…  

O último caso que deu brado foi o «desaparecimento» de dezenas (ou centenas?) de milhares de desempregados dos ficheiros do IEFP. Num primeiro momento lá veio o «erro informático». Mas dias depois (20/5) Francisco Madelino lá confessou num programa de rádio (disponível no sítio da RTP) que todos os meses o IEFP elimina dezenas de milhares desempregados dos seus ficheiros. Durante o ano de 2008 foram, contas feitas, 535.656. Em 2009, só no período de Janeiro a Abril de 2009 143.648. Afinal é tudo uma questão de critérios.

Entendamo-nos. Não há «erros informáticos». Os programas informáticos (software) fazem aquilo para que foram desenhados. Nem mais, nem menos. Há erros de desenho, de programação, de escrita de código. Há material defeituoso, erros de manuseamento, deficiente formação dos recursos humanos, etc., etc., etc.. Mas há, sobretudo, aproveitamento político da informática. É a desculpa que está ali mais à mão e serve para tudo. Vai-se a ver e a culpa da crise do sistema capitalista também é de um qualquer «erro informático»!

Eu sei que é difícil aos não informáticos (e mesmo a alguns, poucos, informáticos) alterar a linguagem. Mas vá lá, façam um esforço. Sejam mais assertivos nas vossas justificações e deixem lá o «erro informático» em paz e sossego.

                                                                        

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                        

In jornal "Público" - Edição de 31 de Maio de 2009

                                                                                         


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
Normas abertas para informática do Estado

    O PCP apresentou na AR um projecto-lei para a adopção de normas abertas nos sistemas informáticos do Estado. Para o PCP, serviços públicos – e documentos públicos – não podem recorrer a formatos privados (proprietários), que dependam das grandes corporações da informática. Este projecto-lei consagra a salvaguarda da liberdade tecnológica dos cidadãos e organizações, a independência do Estado perante as multinacionais e a compatibilidade entre os sistemas.

                       

Ler Texto Integral

                                   


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:06
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 12 de Março de 2008
Concluída acção de formação em Informática

    No passado dia 7 de Março, foi concluída a Acção de Formação em Informática Aplicada, que decorreu nas novas instalações do Espaço Internet de Penalva do Castelo, no antigo edifício dos Paços do Concelho.
Promovida pela Rede Social e pelo Município de Penalva do Castelo, esta formação foi frequentada por um grupo de 28 formandos, bastante heterogéneo em termos de idades e sexo.
O balanço final desta acção é claramente positivo, a avaliar pelo feedback tido por parte dos formandos e do formador.

                  

In Câmara Municipal de Penalva do Castelo

                   


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:01
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007
Projecto pioneiro implementa quadros interactivos em Mangualde e Penalva

Texto de Ana Filipa Rodrigues

 

   Em 24 salas de aulas de estabelecimentos de ensino do pré-escolar até ao secundário, dos concelhos de Mangualde e de Penalva do Castelo, as partículas poluentes do giz e os barulhos arrepiantes que provocam a riscar a lousa preta dos quadros tradicionais são algo do passado. Desde Janeiro de 2007, 13 escolas, associadas ao Centro de Formação de Penalva e Azurara, participam no projecto “Inov@r com QI”, um projecto dedicado à implementação de Quadros interactivos “MagicBoards” nas salas de aulas.

O novo recurso educacional distingue-se pelo facto de permitir uma maior interactividade e dinamização das aulas e, ao mesmo tempo, por aglutinar em si uma série de serviços que ultrapassam a mera correcção de trabalhos. Pesquisa na internet, projecção de vídeos, visualização e manipulação de imagens, gravação das aulas e impressão de documentos na própria sala de aula são algumas das novas tarefas que os “MagicBoards” permitem realizar.

A implementação dos 24 quadros interactivos nas salas de aulas de estabelecimentos de Penalva e Mangualde, não obrigou à remodelação do espaço. Os quadros necessitam, apenas, de se encontrarem ligados a um videoprojector e a um computador multimédia. As imagens de computador são projectadas para o quadro através de um projector, podendo o software ser controlado no próprio quadro ou no computador. Os utilizadores podem escrever no quadro usando a caneta, adicionar notas sobre imagens, utilizar a caneta como rato e controlar aplicações directamente no quadro.

 

Texto integral in "Jornal do Centro" - Edição de 10 de Agosto de 2007

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:35
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Julho 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
13

19
21
22

24
25
26
27
28
29

30
31


posts recentes

O que acontece em 1 minut...

UPP: Início das aulas

Nos últimos dias...

UPP: Cursos livres 2016 /...

UPP: Introdução às Ferram...

Está tudo grosso???...

No Centro de Saúde de Cin...

Portugal: Um terço nunca ...

No 80.º aniversário do na...

Universidade Popular do P...

Universidade Popular do P...

Filho, vai mas é jogar pa...

Leitura Obrigatória (CLXX...

A informática como instru...

Não há erros informáticos

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

sistema capitalista

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds