TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 11 de Julho de 2017
Colmatar os prejuízos causados pelo mau tempo em Armamar, Tarouca e Tabuaço

Tarouca 2017.jpg

Armamar 2017_1.jpg

Grupo Parlamentar do PCP Interpela de novo Governo sobre medidas imediatas para

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publicado por António Vilarigues às 19:29
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Terça-feira, 14 de Abril de 2015
Análise concreta da realidade concreta em Portugal (2)

25 Maio 2013 Lisboa_1

As políticas dos PECs e do Pacto de Agressão traduziram-se no corte do investimento público. O investimento decisivo para manter a produção, as infraestruturas, equipamentos e para o desenvolvimento caiu de 7,2 mil milhões de euros em 2009, para 4,2 mil milhões de euros em 2014.

 


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publicado por António Vilarigues às 10:44
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015
Infraestruturas e PPP: Desarticular o público, transferir milhares de milhões para o privado

ladrao.jpg

É significativa a decisão, tomada igualmente no Conselho de Ministros, de renovar as bases de seis concessões rodoviárias, no quadro de um processo de «renegociação» das parcerias público-privadas, onde o Governo divulga com grande insistência a mentira absoluta da poupança de mais de 7,2 mil milhões de euros, e esconde a verdade cristalina e dura da renovação de compromissos futuros superiores a 20 mil milhões de euros, que no essencial serão pagos através da recém criada Infraestruturas de Portugal.

Se algo o Governo renegociou nestes últimos anos foi a transferência de encargos para o Estado e para os futuros Orçamentos de Estado, mantendo as escandalosas margens de lucro das concessionárias e assegurando o pagamento usurário com que anteriores governos haviam comprometido o País.

 



publicado por António Vilarigues às 06:22
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Terça-feira, 18 de Março de 2014
Assimetrias e desigualdades entre as diferentes regiões não diminuem em Portugal

«Um dos problemas estruturais mais graves do país são as graves assimetrias e desigualdades regionais que, por um lado, determinam que portugueses vivendo no mesmo país (o seu) tenham condições de vida muito diferentes e, por outro lado, levam a desertificação de muitas regiões já que provocam a deslocação das suas populações para as regiões litorais (onde se tem concentrado a maior parte do pouco desenvolvimento) causando a estas também graves problemas (infraestruturas, habitação, transportes, etc.). O quadro 1, com os últimos dados divulgados do INE, mostra que as graves assimetrias e desigualdades entre as várias regiões do país não estão a diminuir, até se acentuaram entre 1995 e 2012.»

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publicado por António Vilarigues às 08:28
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
Notícias dos EUA: A crise económica

    Para além de diversas questões importantes que foram imediatamente abordadas por Obama logo que tomou posse (encerramento da prisão de Guantánamo, regulamentação das obrigações dos membros do gabinete impedidos que estão de participar em actividades de lobbying, informação on-line a todos os cidadãos das actividades do governo) o foco tem sido posto nas medidas de combate à crise: desemprego assustadoramente crescente (mais de 3 milhões de empregos perdidos no período de um ano); continuada crise no sector da habitação (sub-prime, especulação, etc); desastre em que se encontram as infraestruturas (estradas, pontes, maios de comunicação); calamidade na educação (principalmente nas escolas oficiais, completamente degradadas); sistema de saúde que deixa de fora dezenas de milhões de cidadãos, enquanto privilegia o escasso número de famílias que podem pagar, através do negócio das seguradoras e dos hospitais; necessidades de investimento em sectores fundamentais (informática e comunicação, novas formas de energia, educação a todos os níveis); e, claro, suporte para um sistema financeiro que ruiu como baralho de cartas provocando um imenso e universal tsunami!

O pacote de medidas de início de reanimação da economia foi aprovado, com muita polémica à mistura e muita baixa política e muita ignorância e muita manipulação, com grande maioria na House of Representatives e a maioria necessária no Senado (61 votos, num total de 100). Como o Partido Democrático tinha 58 Senadores eleitos (ainda faltava o tal senador de Minnesota) foi preciso que 3 Senadores do Partido Republicano votassem favoravelmente. Tudo isto depois de semanas de discussões, especulações, chantegens e ameaças. Finalmente o pacote foi aprovado. Cerca de 800 mil milhões de dólares!   

     Tudo isto irá conduzir ao agravamento acentuado da dívida externa americana que, no passado recente, tem tido a contribuição "generosa" dessa pátria da democracia que dá pelo nome de República Popular da China. Só que esta, por sua vez, a conta com crescentes problemas internos, já anunciou que os 600 mil milhões de dólares que tinha reservados para investir no estrangeiro seriam aplicados dentro do país e que, por outro lado, não compraria mais títulos da dívida pública americana.  

Estamos, pois, perante um problema tradicional, desde que se inventaram as mantas e os cobertores. Tapa-se a cabeça, destapam-se os pés. Aquecem-se os pés, arrefecem os braços. Usa-se crédito e fica-se sem ele. Não se usa o crédito e morre-se de fome...  

Assim vão os frutos do ultraliberalismo económico e financeiro e da desregulamentação e descontrolo iniciados na era Reagan e que arrastaram na sua queda parte importante do sistema financeiro global. Se houvesse alternativa à vista ainda se poderia desejar "paz à sua alma"... O problema é que, nos últimos anos, todo o mundo tem andado distraído com outros assuntos (o futebol, soccer, ou o futebol americano, o "terrorismo", o petróleo e os petro-dólares, as criancinhas que desaparecem, os acidentes de aviação ou comboio, os desastres, o crime organizado, o frio no inverno e o calor no verão, as enchentes e as secas, os incêndios, os casamentos das princesas da Hola, os filhos das artistas de cinema, etc), enquanto os comuns dos mortais tratam da sua própria e difícil sobrevivência...

(sublinhados meus)

           

Fernando

                 


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publicado por António Vilarigues às 14:26
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