TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016
A Emancipação da Mulher 30 anos depois

30_anos_conf_nac_pcp_mulher

 

1. Assinala-se o 30.º aniversário da Conferência do PCP «A Emancipação da Mulher no Portugal de Abril», realizada a 15 e 16 de Novembro de 1986. Os objectivos que nortearam a sua realização, os seus conteúdos, as suas principais teses e direcções de trabalho têm constituído uma importante âncora no plano teórico e na acção prática do PCP.

A realização desta Conferência foi decidida pelo Comité Central do PCP, que levou a cabo um amplo debate interno, tendo como objectivos «a afirmação da responsabilidade do PCP e de todos os membros do Partido, mulheres e homens, numa causa que todos consideramos justa: a causa da emancipação da mulher».

2. As principais teses e direcções de trabalho desta Conferência mantêm uma inegável actualidade. Entre elas destaca-se:

 

 

conf_nac_pcp_mulher_1986-11-15

 

Realizada a 15 de Novembro de 1986, no Pavilhão dos Desportos (Lisboa), esta Conferência Nacional do PCP, passados que são 30 anos, permanece como uma iniciativa sem paralelo em Portugal dedicada às questões da emancipação da mulher.

Com a Revolução de Abril, pela acção revolucionária das massas e em que as mulheres foram participantes activas, num curto espaço de tempo as mulheres alcançaram um conjunto de conquistas que alteraram profundamente as suas condições de vida e o seu estatuto discriminatório na sociedade e na família. Conquistas que representaram progressos significativos na longa luta das mulheres pela sua emancipação e que abriram perspectivas de novos passos nesse processo.

Foi, pois, no Portugal de Abril, num quadro em que já estava em marcha a contra-revolução no sentido de liquidar as conquistas alcançadas e em que persistiam concepções retrógradas e reaccionárias acerca do papel da mulher na sociedade e na família, que o Partido ousou levar a cabo esta Conferência.

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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016
UPP: Nascimento e afirmação do movimento operário em Portugal

UPP Curso Ranita 2016

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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
Novas soluções de governo...

Folheto_dar_resposta_problemas2_2015-11-05

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Sábado, 18 de Abril de 2015
Análise concreta da realidade concreta em Portugal (7)

Manif Juventude 2012-03-31_4

As políticas dos PECs e do Pacto de Agressão traduziram-se no aprofundamento das injustiças e desigualdades sociais.

Numa situação em que apenas 1% da população detém cerca de 25% da riqueza nacional e 5% da população acumula 50% dessa riqueza, o governo aumentou de forma brutal os impostos sobre os trabalhadores, os reformados e a população em geral e diminuiu os impostos sobre os grupos económicos e financeiros.

O lucro acumulado pelos principais grupos económicos e financeiros e o dinheiro público que é drenado, para a banca sobre os escândalos do BPN, do BPP ou do GES/BES, para as PPP e os swaps, contrasta com a redução dos salários e pensões e os cortes dos apoios àqueles que necessitam de proteção e apoio social.


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2014
Contínua deterioração da situação política, económica e social

Bandeira Portugal1.jpg

«À contínua deterioração da situação económica e social resultante do rumo imposto ao País por sucessivos governos do PS, PSD e CDS soma-se a progressiva degradação no plano político. Situação que tem por base a política de direita e o que ela representa no processo que conduziu ao domínio dos grupos económicos e financeiros sobre a economia e a vida nacional e à sua fusão com os partidos que nos últimos 38 anos têm assumido responsabilidades governativas.

A aprovação do Orçamento do Estado para 2015 confirma e consolida as orientações de uma política de exploração e empobrecimento dos trabalhadores e do povo, de acentuação das desigualdades e injustiças sociais e de progressiva negação ou liquidação de direitos constitucionalmente consagrados. Um Orçamento que desmentindo a propagandeada saída da troika visa perpetuar uma política baseada na submissão à União Europeia, no favorecimento dos grupos monopolistas e que coloca na ordem do dia, ainda com maior premência, a derrota do governo e a ruptura com a política de direita.

A revelação de múltiplos casos envolvendo actos de gestão danosa, crime económico, fraude fiscal, fuga e branqueamento de capitais e corrupção é o sinal mais recente e mediatizado da evolução da vida política nacional e do domínio do poder económico sobre o poder político.

A afirmação da Constituição da República e a defesa do regime democrático contra o processo da sua subversão, reclamam a urgente e inadiável ruptura com a política de direita e a concretização de uma política patriótica e de esquerda, assente na prevalência dos direitos dos trabalhadores, do povo e do País, relativamente aos interesses do grande capital, na verdade e no rigor, no inalienável direito de Portugal a um desenvolvimento independente e soberano.»

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Um anteprojeto que viola a Constituição e agrava as injustiças e as desigualdades

«Nos media têm-se multiplicado os elogios, quer de jornalistas quer de comentadores com acesso fácil aos media, ao “Anteprojeto da reforma do IRS(“muito bom” afirma Miguel Reis da sociedade de advogados PLMJ à Lusa, Bagão Félix na SIC Noticias e Manuela Ferreira Leite na TVI repetem o mesmo, só é pena, dizem os mesmos, que o governo não o possa aplicar devido à necessidade de continuar a consolidação orçamental), anteprojeto esse apresentado por uma comissão que, tal como sucedeu com a do IRC, é constituída apenas por “técnicos” da confiança do governo.

Interessa por isso analisar com objetividade o essencial deste extenso estudo constituído por 156 páginas.»

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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
O Futuro: Isto vai meus amigos isto vai

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O Futuro    
 
Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente.


Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente.

Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.

O que é preciso é termos confiança
se fizermos de Maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai.

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José Carlos Ary dos Santos

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
30 mil exigem a rejeição do Pacto de Agressão
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Foi uma impressionante manifestação, aquela que o PCP promoveu esta tarde em Lisboa, que trouxe mais de 30 mil pessoas à rua contra o pacto de agressão e por um Portugal com futuro. Se a maioria eram militantes comunistas, muitos milhares não o eram, mas sentem as análises, as propostas e a luta como se fossem as suas próprias.

Com uma combatividade impressionante, os manifestantes trouxeram para as ruas os problemas, aspirações e lutas dos trabalhadores e do povo - contra a exploração e as desigualdades, contra a destruição dos serviços públicos e funções sociais do Estado, contra a extinção das freguesias - e afirmaram inequivocamente a sua determinação em construir uma outra política, patriótica e de esquerda.

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publicado por António Vilarigues às 16:21
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Contra o Pacto de Agressão, a luta continua!

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Mais de 10000 pessoas inundaram a Rua de Santa Catarina, onde culminou a expressiva e combativa manifestação contra o Pacto de Agressão assinado há um ano, que encheu a baixa portuense.

Numa acção em que se viu a força do PCP, milhares de mulheres, homens e jovens reafirmaram e gritaram bem alto o seu compromisso com a necessária continuidade da luta pela ruptura e pela mudança, numa confiança contagiante de que com a luta dos trabalhadores e do povo, acabará por se abrir o caminho por onde passará a bandeira da esperança e a concretização de um futuro promissor para Portugal.

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Terça-feira, 18 de Maio de 2010
Há uma outra politica alternativa, de esquerda e patriótica

O PCP, dando resposta ao alargado sentimento de protesto e acompanhando a corrente de luta que desaguará na acção nacional da CGTP do próximo dia 29, apresentará na Assembleia da República uma Moção de Censura.

Uma Moção de Censura que, para lá da expressão institucional, se assume essencialmente pela sua dimensão política. Uma censura ao Governo, como institucionalmente é assumida, mas sobretudo uma censura dirigida ao PS e ao PSD. Uma censura que encerra um juízo sobre o rumo de desastre nacional imposto ao país nos últimos anos pela política de direita, e aos seus principais promotores. Uma inequívoca censura e condenação às medidas agora impostas e às acrescidas injustiças e desigualdades a que se prestam. Uma censura que é expressão clara de rejeição de um caminho de estagnação económica, retrocesso social e de liquidação da soberania nacional. Uma censura que é expressão da necessidade de ruptura e mudança, de exigência inadiável de uma política assente na produção nacional, na criação de emprego, no desenvolvimento, na justiça social, nos direitos e em melhores salários, na soberania nacional. Uma censura que é a afirmação de exigência de um país mais desenvolvido e mais justo, de um Portugal com futuro.

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
A composição do XVIII Governo Constitucional

     Face ao anúncio pelo Primeiro-Ministro da composição do XVIII Governo Constitucional da responsabilidade do PS e aceite que foi pelo Presidente da República, o PCP reafirma que mais do que as escolhas para a sua composição – não sendo absolutamente indiferente - a questão determinante, foi e será, o conteúdo e as opções da política do futuro Governo. 

O PCP sublinha que perante a gravidade e a dimensão dos problemas nacionais – crise, desemprego, baixos salários, injustiças, corrupção, dependência – a questão decisiva que se coloca ao país é a de uma ruptura e de uma mudança com mais de três décadas de política de direita. Uma ruptura e uma mudança, pela qual o PCP se baterá, capaz de garantir uma vida melhor aos trabalhadores e ao Povo português, um país de progresso, mais justo, mais democrático e soberano.

                                                       


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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
O carro e os cornos

     «Mal o conhecia e conheço. Apenas por leituras apressadas de historietas sobre o seu comportamento atípico. Cinco dias depois, respondendo a uma falsidade que lhe era imputada por um deputado comunista, lá tornou a ser atípico, e no calor da discussão enviou-lhe um par de cornos. Fez mal. Os cornos não se enviam daquela maneira. Não sei se a Assembleia da República celebrou o contributo de Portugal para este esforço mundial, que vai dos Estados Unidos à China, para a diminuição das emissões do dióxido de carbono. Mas celebrou com forte chiadeira o par de cornos. Está certo. Conclui-se que os nossos deputados sabem muito, e ofendem-se com razão, de cornos e encornanços e pouco lhes interessa a revolução ambiental que vai modificar o País. Um dia, quando a sensatez chegar, quando a nossa frota automóvel estiver pejada de carros eléctricos sem ruído e sem emitir gases tóxicos, saber-se-á que foi um senhor chamado Manuel Pinho, o grande propulsor da nova era. Despedido com justa causa porque enviou um par de cornos a uma criatura qualquer.»

In jornal "Correio da Manhã" - Edição de 5 de Julho de 2008

                                                                                                                                                 

Mais um ex-marxista-leninista (há muitos, muitos, anos) a «explicar» porque deixou de o ser...

                                                                                                                            


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publicado por António Vilarigues às 12:02
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Sábado, 4 de Julho de 2009
Foi você que exigiu um pedido de desculpas?

    Umas vezes, uns exigem um pedido de desculpas a quem não tem culpa e outros fazem acusações graves e infundadas:

    Outras vezes, uns desatam a pedir desculpas (o que mostra que são bem educados...) e outros exigem pedidos de desculpas por um gesto que não lhes era dirigido:

    

Os portugueses não querem estes espectáculos mediáticos.

Os portugueses já não querem desculpas. Os portugueses querem uma mudança de políticas!

 

A mudança é possível porque é necessária. Com a CDU.

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Gesto inqualificável de um Governo desorientado

   

 

A atitude exibida pelo Ministro Manuel Pinho durante o debate sobre o Estado da Nação, com um gesto que o qualifica enquanto pessoa, é sobretudo demonstrativa da desorientação do Governo e reveladora do incómodo que a firme e determinada oposição que o PCP provoca no PS.

Este gesto, a todos os títulos inaceitável, não pode contudo desviar as atenções do país sobre as matérias que estiveram em debate na Assembleia da República e da necessidade de interromper o penoso ciclo da política de direita que está na origem da crise, do desemprego, dos baixos salários, das injustiças e da corrupção que marcam a vida nacional.

 

O cheque que fez cair Manuel Pinho
Foi o questionamento do PCP em 26 de Fevereiro de 2009 que esteve na origem da demissão que hoje se verificou do Ministro da Economia

 

Adenda às 14h45m:

 


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publicado por António Vilarigues às 08:42
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008
NOTÍCIAS, COMENTÁRIOS, ANÁLISES

Como consumidor «compulsivo» e de peso de informação sobre as diferentes e multifacetadas vertentes da realidade que nos rodeia descubro muitas vezes temas aparentemente «malditos». Manifestamente há, na comunicação social dominante, quem tenha dificuldade em lidar com o assunto Partido Comunista Português, PCP. Seja na TV, na rádio ou na imprensa escrita. Em alguns casos mais extremos até parece que o tema «queima» e que quem lhe toca perde o discernimento que manifesta na abordagem de outras questões.

Exemplifiquemos com um caso prático. A manifestação do passado sábado organizada pelo PCP e que decorreu sobre o lema «Liberdade e democracia».

Tratou-se da primeira manifestação de rua convocada pelo PCP desde a instauração do regime constitucional em Portugal em 2 de Abril de 1976. Repito: a primeira vez. Tal facto é despiciente? Não tem interesse jornalístico? Não merece comentário? Não é importante analisar o porquê de tal decisão? Pois sobre este facto relevante de um partido político, com representação parlamentar, considerar necessário vir para a rua e fazer ouvir dessa forma a sua voz nada. Nicles. Nepias. Zero. Nem uma palavra, nem uma linha. E não se pode dizer que não tiveram tempo. Entre a convocação, a 17 de Janeiro, e a realização, a 1 de Março, passaram 43 dias.

Aparentemente jornalistas, comentadores e analistas só deram por isso quando Jerónimo de Sousa o referiu.

O PCP apresentou 6 razões aqui enunciadas resumidamente: porque não podemos aceitar a violação diária de importantes direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores e dos cidadãos; porque não admitimos que por via de leis anti-democráticas se procure condicionar o direito de livre organização, intervenção e actividade partidária; porque a democracia não pode ser impedida dentro das empresas; porque as injustiças e desigualdades sociais são cada vez maiores; porque a democracia é também composta de direitos sociais cada vez mais negados à larga maioria da população; porque não há democracia sem participação.

Sobre todos e cada um destas realidades se têm pronunciado, repetidamente e em diversos tons, diferentes actores políticos, económicos, sociais e culturais do nosso país. Quando é o PCP a fazê-lo aqui d’el rei. Ou, melhor ainda, minimiza-se as posições dos comunistas portugueses. Quando isso não basta silencia-se pura e simplesmente.

As primeiras páginas dos 4 diários de maior circulação foram disso exemplo. Público, Diário de Notícias e Correio da Manhã nada. Nicles. Nepias. Zero. Nem uma fotografiazinha. O Jornal de Notícias constituiu honrosa excepção. É curioso e sintomático que os diferentes editores de diferentes periódicos tenham tomado a mesma decisão de paginação. Como é óbvio não se reuniram e puseram de acordo. Só que o mesmo padrão ideológico e o mesmo pensamento dominante, ainda que com variantes e matizes, produziram os mesmos resultados.

Quase todos os dias nos bombardeiam com generalizações abusivas sobre «a crise dos partidos». Ou/e sobre o fim da militância partidária. Ou/e sobre a falta de representação social dos partidos. Ou/e sobre a inexistência de uma oposição. O êxito desta marcha veio, goste-se ou não, compreenda-se ou não, respeite-se ou não, colocar um desmentido insofismável a todas estas teses.

Desculpem lá, mas vão ter de conviver com esta realidade: a alternativa a este «estado de coisas» em Portugal existe. Um número equivalente a cerca de 60% dos militantes do PCP (o dobro dos que estiveram presentes no comício das eleições presidenciais do Pavilhão Atlântico) expressou-o nas ruas com indesmentível orgulho e convicção.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

 

In jornal "Público" - Edição de 7 de Março de 2008

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