TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017
UPP: Concerto - José Afonso uma vontade de música

UPP 2017 JAFONSO CONCERTO.jpg

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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017
UPP: Curso sobre José (Zeca) Afonso

UPP Zeca Cartaz.jpg

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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Um verdadeiro camarada, no sentido mais sublime da expressão

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José (Zeca) Afonso: (2 de Agosto de 1929 / 23 de Fevereiro de 1987)

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AO VIVO NO COLISEU (1983): 

  • À Proa (José Afonso)

  • Balada do Mondego (Artur Paredes)

  • Senhora do Almortão (tradicional - José Afonso)

  • Dor na Planície (Octávio Sérgio) 

  • Canção de embalar (José Afonso) 

  • Natal dos Simples (José Afonso) 

 

  • Um Homem Novo Veio da Mata (José Afonso) 

  • O Anel que Tu Me Deste (tradicional) 

  • Murinheira (tradicional) 

  • Utopia (José Afonso)

 

 

Vídeos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge (publicado inicialmente a 2 de Agosto de 2009)

                                                                     


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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
José (Zeca) Afonso

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Zeca Afonso)

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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Luís de Camões / José Afonso: Verdes São Os Campos


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Verdes são os campos

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Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.

In: Traz outro amigo também

Versos de Segunda (jeito de jj)

Música: Zeca Afonso
Letra:
Luís de Camões

Para ver e ouvir «Verdes são os campos» de Zeca Afonso:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
José Afonso canta Jorge de Sena: Epígrafe para a arte de furtar

Epígrafe para a Arte de Furtar

Roubam-me Deus,
outros o Diabo
- quem cantarei?

roubam-me a Pátria;
e a Humanidade
outros ma roubam
- quem cantarei?

sempre há quem roube
quem eu deseje;
e de mim mesmo
- todos me roubam

roubam-me a voz
quando me calo,
ou o silêncio
mesmo se falo
- aqui d'El Rei!

(
3/6/1952)

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «Epígrafe para a arte de furtar» de Jorge de Sena:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge


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Domingo, 2 de Agosto de 2009
José (Zeca) Afonso: 80 anos!

2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987

AO VIVO NO COLISEU (1983): 

  • À Proa (José Afonso)

  • Balada do Mondego (Artur Paredes)

  • Senhora do Almortão (tradicional - José Afonso)

  • Dor na Planície (Octávio Sérgio) 

  • Canção de embalar (José Afonso) 

  • Natal dos Simples (José Afonso) 

 

  • Um Homem Novo Veio da Mata (José Afonso) 

  • O Anel que Tu Me Deste (tradicional) 

  • Murinheira (tradicional) 

  • Utopia (José Afonso)

 

 

Vídeos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Luís Cília canta José Saramago: Dia não

Dia não

De paisagens mentirosas
de luar e alvoradas
de perfumes e de rosas
de vertigens disfarçadas.

Que o poema se desnude
de tais roupas emprestadas
seja seco, seja rude
como pedras calcinadas.

Que não fale em coração
nem de coisas delicadas
que diga não quando não
que não finja mascaradas.

De vergonha se recolha
se as faces tiver molhadas
para seus gritos escolha
as orelhas mais tapadas.

E quando falar de mim
em palavras amargadas
que o poema seja assim
portas e ruas fechadas.

Ah! que saudades do sim
nestas quadras desoladas.
José Saramago / Luís Cília

Para ver e ouvir  «Dia não» de José Saramago:

 

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Adriano Correia de Oliveira canta Reinaldo Ferreira: Menina dos Olhos Tristes

Menina dos olhos tristes

 

Menina dos olhos tristes,
O que tanto a faz chorar?
- O soldadinho não volta
Do outro lado do mar.

Senhora de olhos cansados,
Porque a fatiga o tear?
- O soldadinho não volta
Do outro lado do mar.

Vamos, senhor pensativo,
Olhe o cachimbo a apagar.
- O soldadinho não volta
Do outro lado do mar.

Anda bem triste um amigo,
Uma carta o fez chorar.
- O soldadinho não volta
Do outro lado do mar.

A Lua, que é viajante,
É que nos pode informar
- O soldadinho já volta
Do outro lado do mar.

O soldadinho já volta,
Está quase mesmo a chegar.
Vem numa caixa de pinho.
Desta vez o soldadinho
Nunca mais se faz ao mar.

Reinaldo Ferreira (filho) / José Afonso

Para ouvir Adriano Correia de Oliveira a cantar «Menina dos Olhos Tristes» de Reinaldo Ferreira (filho) e José Afonso clicar AQUI         

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Cristina Branco canta José Afonso: Avenida de Angola

Avenida de Angola
 
Dum botão de branco punho
Dum braço de fora preto
Vou pedir contas ao mundo
Além naquele coreto

Lá vai uma lá vão duas
Três pombas a descansar
Uma é minha outra é tua
Outra é de quem n'a agarrar

Na sala há cinco meninas
E um botão de sardinheira
Feitas de fruta madura
Nos braços duma rameira

Lá vai uma lá vão duas...

O Sol é quem faz a cura
Com alfinete de dama
Na sala há cinco meninas
Feitas duma capulana

Lá vai uma lá vão duas...
 
Quando a noite se avizinha
Do outro lado da rua
Vem Ana, vem Serafina
Vem Mariana, a mais pura

Lá vai uma lá vão duas...

Há sempre um botão de punho
Num braço de fora preto
Vou pedir contas ao mundo
Além naquele coreto

Lá vai uma lá vão duas...

Ó noite das columbinas
Leva-as na tua algibeira
Na sala há cinco meninas
Feitas da mesma maneira

Lá vai uma lá vão duas
Três pombas a descansar
Uma é minha outra é tua
Outra é de quem n'a agarrar

José Afonso

 

Para ver e ouvir Cristina Branco a cantar «Avenida de Angola» de José Afonso clicar AQUI e AQUI

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009
José Afonso canta Ary dos Santos: A cidade

A CIDADE

 

A cidade é um chão de palavras pisadas
a palavra criança a palavra segredo.
A cidade é um céu de palavras paradas
a palavra distância e a palavra medo.

A cidade é um saco um pulmão que respira
pela palavra água pela palavra brisa
A cidade é um poro um corpo que transpira
pela palavra sangue pela palavra ira.

A cidade tem praças de palavras abertas
como estátuas mandadas apear.
A cidade tem ruas de palavras desertas
como jardins mandados arrancar.

A palavra sarcasmo é uma rosa rubra.
A palavra silêncio é uma rosa chá.
Não há céu de palavras que a cidade não cubra
não há rua de sons que a palavra não corra
à procura da sombra de uma luz que não há.

Letra de José Carlos Ary dos Santos

Música de José Afonso

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «A cidade» de Ary dos Santos clicar AQUI

 

Do Álbum:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Luís Cília canta Georges Brassens: Pobre Martinho

Pauvre Martin

Avec une bêche à l'épaule
Avec, à la lèvre, un doux chant
Avec, à la lèvre, un doux chant
Avec, à l'âme, un grand courage
Il s'en allait trimer aux champs

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Pour gagner le pain de sa vie
De l'aurore jusqu'au couchant
De l'aurore jusqu'au couchant
Il s'en allait bêcher la terre
En tous les lieux, par tous les temps

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Sans laisser voir, sur son visage
Ni l'air jaloux ni l'air méchant
Ni l'air jaloux ni l'air méchant
Il retournait le champ des autres
Toujours bêchant, toujours bêchant!

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Et quand la mort lui a fait signe
De labourer son dernier champ
De labourer son dernier champ
Il creusa lui-même sa tombe
En faisant vite, en se cachant

Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!
Pauvre Martin, pauvre misère
Creuse la terre creuse le temps!

Il creusa lui-même sa tombe
En faisant vite, en se cachant
En faisant vite, en se cachant
Et s'y étendit sans rien dire
Pour ne pas déranger les gens

Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps
Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps
Pauvre Martin, pauvre misère
Dors sous la terre dors sous le temps

Georges Brassens

 

Para ver e ouvir  «Pauvre Martin (Pobre Martinho)» de Georges Brassens:

  • 1972 - Luís Cília - "Pobre Martinho"  (1972 - Luís Cília na TV francesa canta "Pauvre Martin" de George Brassens, em português, na presença do próprio Brassens e de Paco Ibañez que o apresenta) 

 

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Georges Brassens canta Victor Hugo: La légende de la nonne

La légende de la nonne

 

Venez, vous dont l'œil étincelle
Pour entendre une histoire encor
Approchez: je vous dirai celle
De doña Padilla del Flor
Elle était d'Alanje, où s'entassent
Les collines et les halliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Il est des filles à Grenade
Il en est à Séville aussi
Qui, pour la moindre sérénade
A l'amour demandent merci
Il en est que parfois embrassent
Le soir, de hardis cavaliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Ce n'est pas sur ce ton frivole
Qu'il faut parler de Padilla
Car jamais prunelle espagnole
D'un feu plus chaste ne brilla
Elle fuyait ceux qui pourchassent
Les filles sous les peupliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Elle prit le voile à Tolède
Au grand soupir des gens du lieu
Comme si, quand on n'est pas laide
On avait droit d'épouser Dieu
Peu s'en fallut que ne pleurassent
Les soudards et les écoliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Or, la belle à peine cloîtrée
Amour en son cœur s'installa
Un fier brigand de la contrée
Vint alors et dit : "Me voilà!"
Quelquefois les brigands surpassent
En audace les chevaliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Il était laid : les traits austères
La main plus rude que le gant
Mais l'amour a bien des mystères
Et la nonne aima le brigand
On voit des biches qui remplacent
Leurs beaux cerfs par des sangliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

La nonne osa, dit la chronique
Au brigand par l'enfer conduit
Aux pieds de Sainte Véronique
Donner un rendez-vous la nuit
A l'heure où les corbeaux croassent
Volant dans l'ombre par milliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Or quand, dans la nef descendue
La nonne appela le bandit
Au lieu de la voix attendue
C'est la foudre qui répondit
Dieu voulu que ses coups frappassent
Les amants par Satan liés
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Cette histoire de la novice
Saint Ildefonse, abbé, voulut
Qu'afin de préserver du vice
Les vierges qui font leur salut
Les prieurs la racontassent
Dans tous les couvents réguliers
Enfants, voici des bœufs qui passent
Cachez vos rouges tabliers

Paroles: Victor Hugo

Musique: Georges Brassens (1956)

Para ver e ouvir  Georges Brassens a cantar «La légende de la nonne» de Victor Hugo clicar AQUI

     Para ver e ouvir Barbara clicar AQUI   

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                   


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Sábado, 18 de Abril de 2009
Georges Brassens - «Les copains d'abord»

Les copains d'abord
       
Non, ce n'était pas le radeau
De la Méduse, ce bateau
Qu'on se le dise au fond des ports
Dise au fond des ports
Il naviguait en père peinard
Sur la grand-mare des canards
Et s'app'lait les Copains d'abord
Les Copains d'abord

Ses fluctuat nec mergitur
C'était pas d'la littérature
N'en déplaise aux jeteurs de sort
Aux jeteurs de sort
Son capitaine et ses mat'lots
N'étaient pas des enfants d'salauds
Mais des amis franco de port
Des copains d'abord

C'étaient pas des amis de luxe
Des petits Castor et Pollux
Des gens de Sodome et Gomorrhe
Sodome et Gomorrhe
C'étaient pas des amis choisis
Par Montaigne et La Boétie
Sur le ventre ils se tapaient fort
Les copains d'abord

C'étaient pas des anges non plus
L'Évangile, ils l'avaient pas lu
Mais ils s'aimaient toutes voiles dehors
Toutes voiles dehors
Jean, Pierre, Paul et compagnie
C'était leur seule litanie
Leur credo, leur confiteor
Aux copains d'abord

Au moindre coup de Trafalgar
C'est l'amitié qui prenait l'quart
C'est elle qui leur montrait le nord
Leur montrait le nord
Et quand ils étaient en détresse
Qu'leurs bras lançaient des S.O.S.
On aurait dit des sémaphores
Les copains d'abord

Au rendez-vous des bons copains
Y avait pas souvent de lapins
Quand l'un d'entre eux manquait à bord
C'est qu'il était mort
Oui, mais jamais, au grand jamais
Son trou dans l'eau n'se refermait
Cent ans après, coquin de sort
Il manquait encore

Des bateaux j'en ai pris beaucoup
Mais le seul qui ait tenu le coup
Qui n'ait jamais viré de bord
Mais viré de bord
Naviguait en père peinard
Sur la grand-mare des canards
Et s'app'lait les Copains d'abord
Les Copains d'abord

Paroles et Musique: Georges Brassens 1964
© Editions musicales 57

 

Para ver e ouvir  Georges Brassens a cantar «Les copains d'abord» clicar AQUI e AQUI   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                   


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Domingo, 12 de Abril de 2009
Georges Brassens canta Victor Hugo: Gastibelza

Gastibelza (l'homme à la carabine)

 

Gastibelza, l'homme à la carabine,
. . Chantait ainsi :
"Quelqu'un a-t-il connu doña Sabine ?
. . Quelqu'un d'ici ?
Chantez, dansez, villageois ! la nuit gagne
. . Le mont Falu...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

"Quelqu'un de vous a-t-il connu Sabine,
. . Ma señora ?
Sa mère était la vieille maugrabine
. . D'Antequera,
Qui chaque nuit criait dans la tour Magne
. . Comme un hibou...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

"Vraiment, la reine eût, près d'elle, été laide
. . Quand, vers le soir,
Elle passait sur le pont de Tolède
. . En corset noir.
Un chapelet du temps de Charlemagne
. . Ornait son cou...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

Le roi disait, en la voyant si belle,
. . A son neveu :
"Pour un baiser, pour un sourire d'elle,
. . Pour un cheveu,
Infant don Ruy, je donnerais l'Espagne
. . Et le Pérou !
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

"Je ne sais pas si j'aimais cette dame,
. . Mais je sais bien
Que, pour avoir un regard de son âme,
Moi, pauvre chien,
J'aurais gaîment passé dix ans au bagne
. . Sous les verrous...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

"Quand je voyais cette enfant, moi le pâtre
. . De ce canton,
Je croyais voir la belle Cléopâtre,
. . Qui, nous dit-on,
Menait César, empereur d'Allemagne,
. . Par le licou...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . Me rendra fou."

"Dansez, chantez, villageois, la nuit tombe
. . Sabine, un jour,
A tout vendu, sa beauté de colombe,
. . Tout son amour,
Pour l'anneau d'or du comte de Sardagne,
. . Pour un bijou...
Le vent qui vient à travers la montagne
. . M'a rendu fou."

Paroles: Victor Hugo

Musique: Georges Brassens (1954)

note: Poème de 1837 («Guitare» pièce XXII du recueil «Les rayons et les ombres») légèrement transformé par Georges Brassens.

Para ver e ouvir  Georges Brassens a cantar «Gastibelza» de Victor Hugo clicar AQUI   

Para Ler, Ver e Ouvir:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                   


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Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Uma bela prenda para fãs de discos... 1001 CD's a partir da década de 50

     1001 CD's completos a partir da década de 50. Explorem bem este sítio na Internet. Aqui vão algumas dicas:

1 - Ao colocar a setinha do rato no nome do CD, espere um pouco nessa posição sem mexer o rato e vai aparecer a capa do CD. 

2 - Clicando no nome do CD, vai aparecer a relação das músicas desse CD que podem ser ouvidas.

3 - Clicando numa bolinha branca e preta do lado direito do nome da música, aparece uma nova janela com a letra da música.

                                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Raimundo                       

                            


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Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
Joan Baez canta «Joe Hill»

 
Joe Hill
                   
I dreamed I saw Joe Hill last night,
Alive as you and me.
Says I "But Joe, you're ten years dead"
"I never died" said he,
"I never died" said he.
                
"In Salt Lake, Joe," says I to him,
him standing by my bed,
"They framed you on a murder charge,"
Says Joe, "But I ain't dead,"
Says Joe, "But I ain't dead."
            
"The Copper Bosses killed you Joe,
they shot you Joe" says I.
"Takes more than guns to kill a man"
Says Joe "I didn't die"
Says Joe "I didn't die"
              
And standing there as big as life
and smiling with his eyes.
Says Joe "What they can never kill
went on to organize,
went on to organize"

From San Diego up to Maine,
in every mine and mill,
where working-men defend their rights,
it's there you find Joe Hill,
it's there you find Joe Hill!

I dreamed I saw Joe Hill last night,
alive as you and me.
Says I "But Joe, you're ten years dead"
"I never died" said he,
"I never died" said he.
 

 

 

Para ver e ouvir Joan Baez a cantar «Joe Hill» no Operation Ceasefire Concert em Washington DC a  24 de Setembro de 2005, clicar AQUI

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Rogério

 


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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Joan Baez e Bob Dylan

 

Para ver e ouvir Joan Baez e Bob Dylan a cantarem «Blowing in the wind» clicar AQUI                          

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Rogério

 


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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
Joan Baez e Bob Dylan há 44 anos

With God On Our Side

 

Oh my name it is nothin'
My age it means less
The country I come from
Is called the Midwest
I's taught and brought up there
The laws to abide
And that land that I live in
Has God on its side.

Oh the history books tell it
They tell it so well
The cavalries charged
The Indians fell
The cavalries charged
The Indians died
Oh the country was young
With God on its side.

Oh the Spanish-American
War had its day
And the Civil War too
Was soon laid away
And the names of the heroes
I's made to memorize
With guns in their hands
And God on their side.

Oh the First World War, boys
It came and it went
The reason for fighting
I never did get
But I learned to accept it
Accept it with pride
For you don't count the dead
When God's on your side.

In a many dark hour
I've been thinkin' about this
That Jesus Christ
Was betrayed by a kiss
But I can't think for you
You'll have to decide
Whether Judas Iscariot
Had God on his side.

So now as I'm leavin'
I'm weary as Hell
The confusion I'm feelin'
Ain't no tongue can tell
The words fill my head
And fall to the floor
And if God's on our side
He'll stop the next war.

Para ver e ouvir Joan Baez e Bob Dylan a cantarem «With God On Our Side» clicar AQUI e AQUI          

adaptado de um e-mail enviado pelo Rogério

 


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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
Cantores de Intervenção - Para Ver e Ouvir

                                                                               


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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso, Coração Inteligente


                                   

José (Zeca) Afonso, Coração Inteligente

                                                                                         


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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso - Eu Marchava de Dia e de Noite e o filme «There Will Be Blood»

Fotos (as 5 primeiras) do filme There Will Be Blood

Eu Marchava de Dia e de Noite

 

(Letra de Bertolt Brecht/adap. José Afonso/ Versão de Luís Francisco Rebello / Música de José Afonso

    Eu marchava de dia e de noite / Mais do que um dia de avanço ganhei / Só o forte tem sorte / Para o fraco é o chicote                                                            

     Só o forte resiste ao combate / Sabe o coolie que não há outra lei / Ó petróleo da terra / Hei-de ter-te na guerra / Só a morte é que sabe o que eu sei

    O homem conquista a vitória / Sobre o deserto e rio também / É ele que se vence e domina e alcança / O petróleo que a todos convém

   A morte é para o fraco e o combate / É para o forte - foi Deus que mandou / Ao rico uma ajuda e ao pobre uma surra / Foi assim que o planeta girou

   Quem cai já não torna a cair / Deixa-o ficar porque assim está bem / À mesa da fama assentou-se quem mama / É assim porque à gente convém

   Só os mortos não comem à mesa / E o cozinheiro não se incomodou / E quem fez o patrão também fez o criado / Foi assim que o planeta girou

    Quando tudo te corre a prazer / Vêm amigos estender-te a mão / Mas se Deus ou o Diabo / Viram tudo ao contrário / Ninguém vem levantar-te do chão 

There Will Be Blood

                             

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «Eu Marchava de Dia e de Noite» clicar AQUI e AQUI    

                                                                                                                     


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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso - Eu Marchava de Dia e de Noite

                                                         

Eu Marchava de Dia e de Noite

                                                       

Eu marchava de dia e de noite
Mais do que um dia de avanço ganhei
Só o forte tem sorte
Para o fraco é o chicote
Mais que um dia de avanço ganhei
Mais que um dia de avanço ganhei

Só o forte resiste ao combate
Sabe o coolie que não há outra lei
Ó petróleo da terra
Hei-de ter-te na guerra
Só a morte é que sabe o que eu sei
Só a morte é que sabe o que eu sei

           
O homem conquista a vitória
Sobre o deserto e rio também
É ele que se vence e domina e alcança
O petróleo que a todos convém
O petróleo que a todos convém

A morte é para o fraco e o combate
É para o forte - foi Deus que mandou
Ao rico uma ajuda e ao pobre uma surra
Foi assim que o planeta girou
Foi assim que o planeta girou

Quem cai já não torna a cair
Deixa-o ficar porque assim está bem
À mesa da fama assentou-se quem mama
É assim porque à gente convém
É assim porque à gente convém

Só os mortos não comem à mesa
E o cozinheiro não se incomodou
E quem fez o patrão também fez o criado
Foi assim que o planeta girou
Foi assim que o planeta girou

Quando tudo te corre a prazer
Vêm amigos estender-te a mão
Mas se Deus ou o Diabo
Viram tudo ao contrário
Ninguém vem levantar-te do chão
Ninguém vem levantar-te do chão

 

     

                             

(Letra de Bertolt Brecht/adap. José Afonso/ Versão de Luís Francisco Rebello

Música de José Afonso)

                                                               


                                                         

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «Eu Marchava de Dia e de Noite» clicar AQUI e AQUI    

                                                                                                                     


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publicado por António Vilarigues às 12:09
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso - A morte saiu à rua

                                              

A morte saiu à rua

                       

A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai

O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou

Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada à covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação

                                                      

José Afonso                                

(dedicado a José Dias Coelho - AQUI, AQUI e AQUI)

                                                                        

 

                                                               

                                                        

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «A morte saíu à rua» clicar AQUI   

                                  


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publicado por António Vilarigues às 12:06
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso - Coro dos Tribunais

                                

Coro dos Tribunais

                                 

Foram-se os bandos dos chacais
Chegou a vez dos tribunais
Vão reunir o bom e o mau ladrão
Para votar sobre um caixão
Quando o inocente se abateu
Inda o morto não morreu
Quando o inocente se abateu
Inda o morto não morreu

A decisão do tribunal
É como a sombra do punhal
Vamos matar o justo que ali jaz
Para quem julga tanto faz
Já que o punhal não mata bem
A lei matemos também
Já que o punhal não mata bem
A lei matemos também

Soa o clarim soa o tambor
O morto já não sente a dor
Quando o deserto nada tem a dar
Vêm as águias almoçar
O tribunal dá de comer
Venham assassinos ver
O tribunal dá de comer
Venham assassinos ver

Se o criminoso se escondeu
Nada de novo aconteceu
A recompensa ao punho que matou
Uma fortuna a quem roubou
Guarda o teu roubo guarda-o bem
Dentro de um papel a lei
                                       

                             

(Letra de Bertolt Brecht/adap. José Afonso/ Versão de Luís Francisco Rebello

Música de José Afonso)

                                                               


                                                         

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «Coro dos Tribunais» clicar AQUI   

                                                            


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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Sábado, 2 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso nasceu há 79 anos


                                   

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Zeca Afonso) nasceu em Aveiro há 79 anos.

De segunda a sexta-feira iremos colocar, por volta do meio-dia, posts dedicados ao Zeca. Os meus agradecimentos ao Jorge, ao Rogério, ao Jaime e ao Chico pelos materiais que me enviaram.                        


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publicado por António Vilarigues às 14:48
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Amália Rodrigues canta José Afonso - Grândola Vila Morena



Grândola vila morena

Grândola vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade
Dentro de ti ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

José Afonso


Para ver e ouvir Amália Rodrigues a cantar «Grândola Vila Morena» de José Afonso clicar AQUI e AQUI
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publicado por António Vilarigues às 12:07
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