TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 13 de Março de 2015
É que vale mesmo a pena!

25 Maio 2013 Lisboa_4

O ano de 2015 leva ainda pouco mais de dois meses e eis os trabalhadores, as populações e a juventude na luta diária pelo seu presente sabendo que essa é a forma mais segura de garantir o seu futuro.

  • Neste período, a par da realização de centenas de plenários de trabalhadores, desenvolvem-se greves com formas e objectivos diferenciados na Vadeca, Lourilimpeza, Soflusa, Carris, ForCargo, Horários do Funchal, Hotel Estação, Metro Lisboa, Escola Beira Aguieira, call centers da PT, Granitos de Maceira, Efacec, TST, Abrigada, BA Vidro, Cottogarden, Sublime Conforto, CRM.Unip e em muitas outras empresas.
  • Os trabalhadores não docentes e os técnicos de diagnóstico avançam para a greve.
  • Têm lugar concentrações e outras expressões de luta na Solnave, Clube Praia da Rocha, Beiralã, Scotturb, Somelos, Amorim Cork, Transtejo, CarrisBus, Logística da Sonae da Maia e na Santa Casa da Misericórdia em Lisboa.
  • A luta pelas 35 horas desenvolve-se em dezenas de autarquias locais, em acções de rua diárias e com uma grande manifestação pública.
  • Na rua faz-se ouvir o protesto dos reformados e dos trabalhadores do Metro de Lisboa, da PT e do sector ferroviário, dos professores do ensino artístico e aposentados, dos trabalhadores transferidos da Câmara de Lisboa para as freguesias, assim como a rejeição da privatização da TAP.
  • Multiplicam-se as vigílias pela defesa dos postos de trabalho na Segurança Social.
  • A resistência assume diferentes formas. Funcionárias da loja de Turismo de Ponte de Lima contrariam a ordem de fechar as portas; os trabalhadores da Prégaia impedem a saída de camiões da fábrica; o pré-aviso de greve desbloqueia o conflito na Magpower; trabalhadores da MFS recusam, pela terceira vez, 12 horas trabalho diário.
  • Os estudantes da secundária Soares dos Reis lutam por melhores condições; na Manuel Cargaleiro pela cantina; na Francisco Simões pelo Pavilhão; na João de Barros e no Conservatório Nacional de Música pelas urgentes obras; em Estarreja por mais funcionários; nos Casquilhos e na Júlio Dinis pelo aquecimento.
  • Nas Belas-Artes do Porto, os estudantes voltam aos protestos; na Faculdade de Ciências de Lisboa, no IST, na ESE do Porto, na FCSH, na FLUL e no ISEL luta-se por melhores condições e pelo acesso às cantinas; em Letras de Coimbra pela revogação do Regulamento Pedagógico e, ontem mesmo, estudantes do Superior de Lisboa concentram-se no Ministério da Educação.
  • Avança a luta das populações em defesa do SNS, em marchas em Lisboa e Benavente e acções em Aveiro e Portimão, nos hospitais Amadora-Sintra, S. Bernardo, Garcia de Orta e em dezenas de centros de saúde.
  • Centenas de carros marcham no IC1 a exigir obras entre Alcácer e Grândola e, em Beja, para exigir o reinício das obras no IP2 e na A26/IP8. Os reformados saem à rua em dezenas de locais, os bolseiros de investigação protestam contra o processo de candidaturas e bolsas.

O que atrás se disse é exemplo de uma luta imensa que está muitas vezes afastada dos holofotes da comunicação social, a quem convém desvalorizá-la e desacreditá-la.

 


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Domingo, 21 de Dezembro de 2008
Os Partidos são todos iguais...

 

                                 

Mas há um que é diferente. É comunista. É português.

                          


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Sábado, 20 de Dezembro de 2008
O partido mais stalinista da Europa, quiçá do mundo inteiro...

                                               

Sem comentários...

                                                 


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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Os Partidos estão em crise...

                                                         

Uns mais do que outros... 

                                             


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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
A falta de representação social dos partidos...

                                                                                  

Olhem que não! Olhem que não!                  

                                                                               


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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008
O fim da militância partidária....


                              

Onde? Onde? No PCP não é de certeza...

                     

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
O PCP é um partido de velhos...

                                                               

Juventude rima com Abril

                     


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Não há oposição, nem há alternativa ao PS e a José Sócrates...

 

Deixa-me rir!!!

                               

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Domingo, 14 de Dezembro de 2008
A crise capitalista

Carlos Carvalhas

    «Pediram-me uma intervenção sobre a crise capitalista.
Relembro que logo após o rebentar da bolha bolsista em 2007, afirmámos publicamente contra a opinião dominante, que a crise estava para durar, que era uma crise profunda que atingia o coração do capitalismo, que não se situava apenas no imobiliário e no sistema financeiro, mas que atingiria a chamada economia real. Afirmámos também que a crise era “sistémica” isto é, de alcance planetário e que se iria aprofundar à medida que os investidores se dessem conta que os pacotes de títulos com nomes criativos, não passavam de pirâmides do tipo D. Branca! Creio que os factos deram razão ao PCP e que se na altura tivessem sido tomadas medidas, algumas foram há pouco decididas, estaríamos numa situação bem mais confortável. 

Dissemos ainda procurando contrariar explicações desculpabilizantes ou que apenas se ficavam pela superfície das coisas de que a razão mais profunda da crise se situava no facto de há muito se ter procurado criar uma procura efectiva, isto é o consumo das massas, não pelo aumento do poder de compra dos seus salários, mas pelo endividamento . Na verdade procurou-se substituir a falta de poder de compra em resultado de uma contínua distribuição do Rendimento Nacional em detrimento dos trabalhadores pelo crédito mais acessível, baseado em hipotecas que iam valorizando artificialmente e com a criação sucessiva de títulos e mais títulos, de tal maneira que ela se transformou, como então foi afirmado com ironia na principal produção dos EUA.»

                

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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
A JCP e o PCP

Cátia Lapeiro

   «O PCP, pela sua identidade, objectivos, análise, intervenção e acção é, sem dúvida, o Partido da juventude!  

Os problemas e anseios da juventude são transversais a diversas áreas da vida nacional, como se pode verificar na proposta de teses ao abordarem as políticas da educação, do emprego, da saúde, da habitação, do desporto, da cultura, da Paz e os reflexos específicos e profundos na vida dos jovens. Estes têm sido alvos preferenciais das políticas de direita dos últimos Governos e particularmente do actual Governo PS.»

                                                                              

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
O Partido e a tarefa decisiva do seu reforço

Francisco Lopes

   «Percorrida mais uma etapa desde o XVII Congresso, neste empolgante percurso histórico de mais de oito décadas, realizamos o XVIII Congresso, com a consciência do dever cumprido, de um partido que se afirmou e reforçou e, aqui está, convicto do seu papel e da sua identidade, determinado a prosseguir o seu caminho. 

Não somos um partido qualquer. Somos o Partido Comunista Português, com a sua identidade própria. 

Partido da classe operária e de todos os trabalhadores, aquele que melhor defende os interesses e aspirações das classes e camadas sociais antimonopolistas.  
Partido que assume o objectivo da construção de uma sociedade nova - o socialismo e o comunismo, que tem como base teórica o marxismo-leninismo, assenta em princípios de funcionamento decorrentes do desenvolvimento criativo do centralismo democrático e afirma o seu carácter patriótico e internacionalista.»                
                                            
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As batalhas eleitorais de 2009

Jorge Pires

    «Num país marcado por uma rasto de desigualdades que não pára de crescer, com cerca de 2 milhões de pobres e meio milhão de desempregados, contrastando com a chocante opulência e riqueza de alguns, num contexto de profunda crise do capitalismo e da ofensiva que o grande capital vem desenvolvendo contra o regime democrático e a democracia política que se seguiu à expropriação de direitos sociais cuja resposta da nossa parte constitui um exigente processo de intervenção política e organizativa, o ciclo eleitoral de 2009 obriga a uma empenhada mobilização de todo o colectivo partidário. 

Em 2009 os portugueses vão ser chamados a votar em três actos eleitorais -Parlamento Europeu, Assembleia da República e Autarquias Locais - o que acontece pela primeira vez. Eleições que constituirão uma das mais importantes batalhas políticas do próximo ano. Elas terão, sem dúvida, uma significativa importância na política portuguesa nos próximos anos, mas não vão certamente resolver tudo.  

A luta de massas continuará sendo, seja em que circunstância for, uma força poderosa para a defesa dos interesses do nosso povo e do país e na actualidade, na luta por uma política alternativa no quadro da alternativa política de esquerda que o PCP preconiza.»

                                 

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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
A União Europeia

Ilda Figueiredo

    «É da maior importância para a luta de classes que estamos a viver a compreensão do ponto da situação da integração capitalista e das perspectivas de evolução da União Europeia em que Portugal participa, cujas decisões influenciam cada vez mais a nossa vida colectiva e condicionam a própria soberania nacional, além de serem sistematicamente utilizadas como justificação para as políticas anti-sociais e os ataques aos direitos laborais e ao estado democrático que sucessivos governos praticam em Portugal, visando destruir as conquistas da Revolução de Abril. 

No último Congresso, vivíamos a ameaça de uma dita constituição europeia. Ali mesmo dissemos não a esse projecto. Os povos da França e da Holanda tiveram a mesma opinião, e, nos referendos que realizaram em 2005, rejeitaram esse projecto de aprofundamento do militarismo, do neoliberalismo e do federalismo. O que o devia ter enterrado definitivamente, no respeito pelas próprias regras da União Europeia.  

Mas, as potências e o capital europeu, não desistiram do seu objectivo. E no primeiro semestre de 2007, durante a presidência alemã, a Senhora Merkel elaborou o guião da retoma do projecto e encomendou ao governo português a tarefa de pôr em prática uma autêntica fraude política: ressuscitar o tal projecto da dita constituição europeia, agora apelidado de Tratado de Lisboa

                 

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Luta pela alternativa

João Frazão

    «2 Anos de continuada e ininterrupta política de direita, seja protagonizada pelo PS ou pelo PSD, com ou sem a ajuda do CDS/PP, condenaram o país a um rumo de injustiça social e de declínio nacional. Facto indesmentível que exige, como as teses aponta, uma política alternativa, que quebre esse ciclo vicioso, uma nova política ao serviço do povo e do país.

O processo de alternância a que o povo português vem assistindo, não só não garante, como a vida mostra, qualquer mudança de política nosso país, como, pelo contrário, é o melhor seguro de vida para a política de direita, para a eternização no poder dos representantes do grande capital e dos grandes grupos económicos e financeiros. 

E hoje, confrontados por um lado com as consequências que essa política tem na degradação das suas condições de vida e, por outro lado, na profunda contradição entre os seus interesses, e os interesses defendidos, no momento presente, pela política do PS e do seu governo, alarga-se a identificação do povo português com a vontade de mudança de rumo para uma vida melhor, com a exigência dessa nova política.»

                      

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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
A realidade do distrito de Viseu

João Cordeiro

    «A realidade do distrito de Viseu continua a caracterizar-se por graves problemas económicos e sociais, provocados e acentuados por sucessivos governos. 

Viseu, nos últimos 4 anos, tem vindo a assistir a uma progressiva desertificação provocada por fenómenos de interioridade, que se traduzem num envelhecimento da população e na fuga das populações mais jovens para o litoral ou para a emigração.

O nosso distrito caracteriza-se por ser eminentemente agrícola. Uma agricultura de subsistência de carácter familiar e complementar, os baixos rendimentos que os agricultores dela tiravam tem vindo a tornar-se cada vez mais exíguos. Hoje o que se apresenta é uma agricultura em ruínas, marcada pela ausência de uma política governativa que a estimule e proteja. »

                            

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A crise do capitalismo – o socialismo como alternativa necessária e possível

Albano Nunes

     «O PCP coloca como objectivo da sua luta a construção em Portugal de uma sociedade socialista. Nunca devemos perder de vista este nosso objectivo por mais difícil e distante que pareça e quaisquer que sejam as nossas tarefas e objectivos políticos imediatos. A luta pela ruptura com mais de trinta anos de políticas de direita inscreve-se na luta pela concretização do nosso Programa de uma Democracia Avançada e esta, por sua vez, na perspectiva do socialismo.  

O ideal de uma nova sociedade sem exploradores nem explorados que ilumina a nossa vida e o nosso combate é um ideal justo que orgulhosamente proclamamos para subtrair as massas à influência da burguesia e ganhá-las para o nosso lado. Mas trata-se sobretudo de uma necessidade histórica e possibilidade concreta determinada pelas próprias contradições do capitalismo mas a que só a intervenção revolucionária das massas trabalhadoras, com o seu partido de vanguarda, pode por termo. O lema do nosso XVIII Congresso tem muito que ver com esta realidade.  

Nunca o PCP vacilou no seu ideal e projecto socialista e comunista. Nem os mais duros golpes da ditadura fascista, nem o avanço devastador das hordas nazis na pátria dos sovietes, nem dramáticas divisões e conflitos no movimento comunista internacional, nem as derrotas do socialismo na URSS e no Leste da Europa duas décadas atrás abalaram essa convicção. A resposta firme e de princípio dada pelo colectivo partidário nos XIII e XIV Congressos às poderosas campanhas anticomunistas que acompanharam estes trágicos acontecimentos deve ser aqui sublinhada. Fruto de uma ampla discussão colectiva, trata-se de um riquíssimo património de análise e reflexão própria que, constitui a base do necessário aprofundamento do estudo das primeiras experiências históricas de socialismo, tanto das que sucumbiram como das que continuam.»

                                                

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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
Movimento operário e sindical

Paulo Raimundo

    «Num quadro de agravamento da exploração, os últimos anos caracterizam-se por uma intensa, profunda e alargada luta da classe operária e dos trabalhadores, das maiores desde a Revolução de Abril.  

A CGTP-IN, no quadro das suas características de classe reafirmadas no seu XI Congresso, assumiu uma intervenção notável na dinamização da luta, alargando o seu prestígio e confirmando-se como a grande central sindical dos trabalhadores portugueses, foi assim na Greve Geral de 30 de Maio de 2007, nas comemorações do 1.º de Maio e nas grandiosas manifestações nacionais de 12 de Outubro de 2006, 2 de Março e 18 de Outubro de 2007 e 5 de Junho de 2008; 

Foi assim com as manifestações nacionais da juventude trabalhadora, com papel destacado da Interjovem, a propósito do 28 de Março, Dia Nacional da Juventude e na campanha nacional e a Estafeta contra a precariedade.»

                      

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As questões sociais

Fernanda Mateus

    «O aprofundamento do conteúdo de classe das políticas sociais do Governo PS/Sócrates semeia a regressão nos direitos e cria novos factores de injustiça e desigualdade social. São políticas «embrulhadas» num vasto glossário de terminologias que, na segurança social, se traduzem na pretensa preocupação de construir uma nova geração de políticas sociais, ou de «prioridade ao combate à pobreza». 

Foram urdidos «supostos privilégios» em matéria de direitos de segurança social entre os trabalhadores da Administração Pública e do sector privado, entre as actuais e futuras gerações de reformados, chegando ao ponto do Governo anunciar a falência a prazo da segurança social. 

Esgrimiram diferenças que oporiam o modelo de segurança social do PS ao do PSD, visando esconder a identificação entre eles nos objectivos fundamentais: adequação do Sistema Público às políticas de contenção orçamental e aos impactos da destruição do aparelho produtivo; rejeição da ampliação das suas fontes de financiamento e abertura de novos espaços de lucro ao sector privado.»

                     

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Domingo, 7 de Dezembro de 2008
Poder local

Margarida Botelho

    «O poder local surgiu como emanação e expressão directa da vontade do povo, com características marcadamente democráticas e populares, na sequência da Revolução de Abril. Afirmou-se como um importante factor na melhoria das condições de vida e de desenvolvimento local. 

A ofensiva em curso contra as principais conquistas de Abril e pela desfiguração do Estado democrático tem tido como um dos principais alvos o poder local. 

Nestes 4 anos, foram várias as orientações que se conjugaram neste ataque: »

                        

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A Situação Económica e os Grupos Monopolistas

Agostinho Lopes

    «1. A situação em que nos encontramos, a situação a que chegámos, 50 mil milhões de fundos comunitários e 33 mil milhões de receitas de privatizações depois, é o resultado de 32 anos de políticas de direita. Responsabilidade de anteriores governos. Responsabilidade do actual Governo PS/Sócrates, que não só as continuou como extremou o sentido neoliberal dessas políticas.
Contrariamente ao que afirma, procurando desresponsabilizar-se, o actual agravamento é anterior ao detonar da crise financeira internacional. Sem subestimar os seus impactos, o que a crise põe a nu são as profundas fragilidades e dependências do País, que o tornaram extremamente vulnerável.
Não, a crise já estava cá dentro. Em potência e em desenvolvimento. Semeada e fertilizada pelas políticas do Governo

                                    

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Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Actividade do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República

Bernardino Soares

    «Vivemos há quatro anos sujeitos a uma maioria absoluta e a um Governo que leva por diante uma brutal ofensiva de agravamento da política de direita, de ataque aos direitos constitucionais e de benefício dos poderosos. Os trabalhadores e o nosso povo têm respondido com fortes acções de massas, em particular as organizadas pelo movimento sindical, impedindo e dificultando o avanço das políticas de direita.  

É neste quadro que assume capital importância o trabalho do Grupo Parlamentar na Assembleia da República que, integrado na orientação e acção geral do Partido, tem papel destacado no apoio à luta de massas, no combate às medidas do Governo, na apresentação da política alternativa que queremos para o nosso país e, não menos importante, na demonstração de que os comunistas e o seu Partido, também no plano institucional, têm um património único de coerência, de trabalho e luta e de seriedade.»

                       

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A ligação às massas e o alargamento de influência do Partido

Carlos Gonçalves

    «Em 1964, o “Rumo à Vitória” definia a “luta popular de massas” como “único caminho para o levantamento nacional” para derrubar o fascismo. Em dez anos a vida comprovou essa afirmação na madrugada libertadora de Abril.   

Nos dias de hoje, o Partido transporta um imenso património de experiência adquirida e de saber nesta matéria.  

A situação é difícil e complexa, mas até onde teria chegado a regressão social, a exploração e a opressão se não fosse a luta de massas e o papel desempenhado pelo nosso Partido Comunista Português neste exaltante combate? 

Foi a luta de massas que construiu os avanços progressistas da Revolução de Abril, que tornou possível a defesa de elementos significativos do regime democrático, que derrotou ou minorou as ofensivas dos sucessivos governos e que permitiu e permite resistir e avançar resistindo para novas conquistas democráticas e de progresso social

                        

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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Defesa Nacional e Forças Armadas

Rui Fernandes

    «Ao tratarmos as questões relativas à política de Defesa Nacional e Forças Armadas temos de ter presente, no plano nacional, o aprofundamento da ofensiva, nas suas diferentes expressões, em consequência da política de direita e, no plano internacional, as dinâmicas em curso.  

É da análise conjugada deste quadro que se elaboraram as Teses submetidas a debate em todo o Partido e que agora são presentes ao Congresso. 

Os últimos quatro anos foram marcados pela intensificação da ofensiva imperialista, pela multiplicação de ataques ao direito internacional e à soberania dos Estados.»
                                                

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A Administração Pública ao serviço do povo e do país

João Dias Coelho

    «Ao longo da sua existência o capitalismo sempre fez tudo para esconder a verdadeira natureza do Estado, procurando fazer crer que ele paira acima das classes e dos seus interesses, funcionando como um árbitro.  

Mas a actual crise do sistema capitalista trouxe à evidência, como demonstraram Marx e Lénine, que o Estado é a expressão organizada do domínio dos interesses de uma classe sobre a outra, estruturando a sua máquina de acordo com os seus interesses. 

Assim foi e é em Portugal, pois não obstante as profundas transformações democráticas e revolucionárias alcançadas com o 25 de Abril, a incapacidade para construir um Estado democrático constitui, como disse Álvaro Cunhal, uma das maiores falhas da Revolução Portuguesa

           

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
A situação na Justiça

José Neto

    «No quadro de uma profunda crise que afecta toda a sociedade portuguesa, a situação no sector da justiça não foge à regra. Ao longo destes anos de desgoverno do PS todos os problemas se agravaram. 

As situações são conhecidas. A realidade dos tribunais e da justiça no nosso país, dir-se-á, é a prova da incapacidade deste e dos governos anteriores para resolver os problemas. Não é verdade. Este Governo, não só é capaz, como tem posto em prática medidas estruturantes, e de fundo, no sentido de limitar, de condicionar, de diminuir, de afrontar o poder judicial como poder soberano do Estado. Esta é, camaradas, a questão central. E não só uma questão da Justiça, é uma questão de regime.»

                      

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A ofensiva imperialista e a luta contra a exploração dos povos

Ângelo Alves

    «A tese de que grandes perigos para os trabalhadores e os povos, e mesmo para a própria Humanidade, coexistem com reais potencialidades de avanço da luta progressista e mesmo revolucionária – tese adoptada no XVII Congresso e reafirmada no projecto de Resolução Política – é-nos todos os dias confirmada pela vida e pela luta, e, de forma muito particular, pelo actual momento de explosão da crise estrutural e sistémica do sistema capitalista.  

Os comunistas são neste instável e inseguro contexto internacional chamados a grandes combates. Combates realizados no quadro de complexos e rápidos processos de rearrumação de forças, alguns dos quais objectivamente de carácter anti-imperialista, mas em que a correlação de forças mundial é ainda desfavorável às forças do trabalho e do progresso como o demonstra a violenta intensificação da ofensiva imperialista registada neste virar de século

                

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Intervenção de Encerramento

Jerónimo de Sousa

     «Chegamos ao fim dos trabalhos do nosso XVIII Congresso. Não estamos no final de um acto de 3 dias. Antes culminamos um processo que iniciámos e preparámos desde Fevereiro.

A participação, a opinião criativa de milhares de camaradas, homens, mulheres e jovens com experiências, origem social, saberes e conhecimentos diferentes, reflectidos em largas centenas de propostas de alteração, na sua maioria consideradas na Resolução Política aprovada, a forma democrática como decorreu a eleição de delegados podem afirmar com verdade que a voz e as conclusões do XVIII Congresso foram a voz e as conclusões do nosso colectivo partidário, expressão da sua ideologia, orientação, objectivos de acção, da sua força, vontade e inteligência colectivas.

Os que vivem da coisa mediática, da divergência, da zanga, ficam desiludidos porque não houve “cenas de faca e alguidar” e “guerras de alecrim e manjerona”, antes grande convergência nas análises e nas votações. Percam preconceitos. Comparem a profundidade das análises, o conhecimento da realidade, as propostas, o projecto que nos anima e depois julguem.Talvez não entendam o valor que tem o envolvimento directo e participativo de mais de 26 mil militantes que agarraram no projecto como seu, discutindo e reflectindo com outros camaradas no que seria melhor para o Partido, para os trabalhadores, para o povo e para o País – propondo, questionando, sugerindo e decidindo

                   

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Intervenção de Abertura

Jerónimo de Sousa

    «O nosso Partido apresenta-se neste XVIII Congresso alicerçado numa linha de ideais e objectivos, de respostas às situações e problemas, com a ideia muito clara sobre o rumo que queremos, não só de consolidação mas de avanço e crescimento político, orgânico, social e eleitoral. 

Um Congresso virado para fora, para a acção e luta, com os trabalhadores e o povo, enquanto à nossa maneira, à maneira comunista, realizávamos uma ampla discussão do projecto de Resolução Política, com a participação ímpar e democrática de milhares de militantes.    

Não se enganaram apenas os profetas da nossa morte. Enganaram-se também os que anunciaram que nos limitaríamos a sobreviver em declínio. Não morremos, nem nos limitámos a “sobreviver”. Fustigados pela intempérie da ofensiva política e ideológica, de rosto virado para o mau tempo, vivemos de pé, crescemos, avançámos a olhar para a frente sem nos deixarmos desanimar por derrotas conjunturais ou descansar sobre as vitórias, alicerçados na nossa natureza, ideologia e projecto. A desilusão e o silêncio desses desiludidos em relação ao XVIII Congresso faz lembrar aquela fábula da raposa e das uvas. Andaram aos pulos a ver se apanhavam o cacho. Agora perante a pujança do Partido encolhem os ombros e dizem “estão verdes, não prestam”.»

 

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
XVIII Congresso do Partido Comunista Português em DIRECTO

 

Transmissão em directo em http://www.pcp.pt a partir das 10h30m do dia 29 de Nov.

 

 

                           


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Segunda-feira, 17 de Março de 2008
XVIII Congresso do Partido Comunista Português: O Partido

    «1. O Comité Central fixou como local da realização do XVIII Congresso do Partido Comunista Português, marcado para os dias 29, 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2008, o novo espaço multiusos/Campo Pequeno, em Lisboa.

 
 
 

(...)

 
 
 

5. O Comité Central aponta como elementos para a discussão no Partido com vista ao apuramento final das linhas essenciais a integrar nas Teses/Projecto de Resolução Política do XVIII Congresso os seguintes aspectos:
                
O Partido

  • Condições em que lutamos. Exigências e potencialidades. O PCP e a luta pela liberdade e a democracia. A lei dos partidos e do seu financiamento como instrumentos de condicionamento e limitação de liberdade de organização política orientadas contra o PCP. Limitação do direito de informação e propaganda, discriminação e silenciamento, o anticomunismo. O PCP, as eleições e os resultados eleitorais. O regime democrático e o ataque à democraticidade das leis eleitorais. O PCP a acção institucional e o exercício do poder.
  • O papel do Partido. A identidade do Partido, elemento indissociável da sua força. Independência ideológica e organizativa. A organização e os meios próprios, o funcionamento democrático, coesão e unidade, a ligação às massas, o papel de vanguarda. Programa e estatutos. Instrumentos actuais a afirmar, compreender, aplicar e desenvolver em ligação com a intervenção e a luta quotidiana. O ideal e o projecto comunistas.
  • Movimento geral de reforço da organização partidária «Sim, é possível! Um PCP mais forte». Um real progresso na direcção, organização e afirmação partidárias. Reforço do Partido. Objectivos de sempre, necessidades actuais, uma confiante perspectiva de futuro.
  • Direcção. A direcção central. As estruturas de apoio à direcção central. As DOR, Comissões Concelhias e outros organismos de direcção. Avaliação de necessidades e prioridades. Estilo de trabalho. Responsabilidade individual, iniciativa, trabalho colectivo e direcção colectiva.
  • Quadros. O alargamento do número de quadros aos vários níveis. A importância e papel dos funcionários do Partido, o prosseguimento e dinamização da uma linha de rejuvenescimento. Disponibilização, levantamento, responsabilização, acompanhamento e formação. A formação política e ideológica questão central e permanente a todos os níveis.
  • Organização. Alargamento da estrutura. Reforço da organização e intervenção nas empresas e locais de trabalho. Organizações de base sua definição, funcionamento regular e dinamização da sua acção. Recrutamento, integração e responsabilização dos novos militantes. A militância, factor decisivo da intervenção e força do Partido. O aumento do número de organismos e a integração dos militantes em organismos. As assembleias das organizações. Centros de trabalho suas condições, seu papel e ideias para a sua dinamização.
  • Fundos. Equilíbrio financeiro. Administração criteriosa. Aumento de receitas. A importância das quotizações e do seu aumento. Iniciativas e campanhas.
  • Estruturação e organização da intervenção junto de camadas e sectores específicos: os intelectuais e quadros técnicos e a acção cultural; a juventude e o apoio à JCP; as mulheres; os pequenos empresários; os reformados e pensionistas; as pessoas com deficiência; os imigrantes.
  • Ligação às massas e alargamento de influência. Formas, meios, linhas de trabalho e conteúdos. As organizações partidárias e o conteúdo da sua acção. O papel de cada militante e a sua iniciativa no contacto, diálogo e ligação com aqueles que estão à sua volta. A intervenção em processos de acção e luta. A intervenção em movimentos unitários de massas. O trabalho político unitário nas suas diferentes expressões. A acção institucional e o seu contributo articulado para a ligação às massas. A informação e propaganda, as estruturas e o aproveitamento das potencialidades dos diferentes meios. O trabalho de informação e os meios de comunicação social.
  • Informação e Propaganda, imprensa partidária (o Avante! e «O Militante»), iniciativa editorial e acção ideológica.
  • Trabalho internacional. Internacionalismo e solidariedade internacionalista. Movimento comunista e revolucionário e o seu fortalecimento. Relacionamento no quadro da afirmação da frente anti-imperialista e com as suas diferentes expressões.

                       

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