TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
Centro de Saúde - Dirigentes do ACES Dão Lafões, não honram compromisso

Penalva-médicos-de-familia1

 

Nos últimos 10 anos, dirigentes e responsáveis do ACeS Dão Lafões assumiram repetidamente dois compromissos. Quer perante a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde, quer perante deputados do PCP, quer perante a população de Penalva do Castelo.

  1. Nenhum médico seria autorizado a sair, a menos que estivesse garantida a sua substituição;
  2. Estaria fora de causa alterar os horários das urgências.

Infelizmente NENHUM destes compromissos foi cumprido.

Assim:

  1. Continuamos a ter utentes sem médico de família.
  2. O horário de atendimento foi reduzido.
  3. O Serviço de Atendimento Complementar foi extinto.

Com a saída de 2 médicos nos últimos 2 meses e com as férias de um terceiro, a partir da próxima semana, na prática, haverá apenas 2 médicos - quando deveriam ser cinco - a assegurar todo o serviço!

Hoje já há receitas de medicamentos para doenças crónicas por passar.

Esta situação é absolutamente insustentável, inadmissível e desrespeitadora do direito à saúde!

Os dirigentes do ACeS Dão Lafões e da Administração Regional de Saúde do Centro tiveram conhecimento prévio, com pelo menos 60 dias de antecedência, dos pedidos de saída dos dois clínicos.

Os utentes do Centro de Saúde, esses, foram apanhados de surpresa. A população de Penalva do Castelo merece mais respeito.

O que é que a Câmara está a fazer? Sabendo da situação, não se conhece nenhuma posição pública. E como quem cala, consente, ficamos ainda mais preocupados.

Estas políticas põem em causa o espirito e o objectivo central do Serviço Nacional de Saúde: prestar cuidados de saúde de proximidade, com qualidade e eficiência a todos os utentes.

É urgente e imperioso que os responsáveis pela manutenção deste estado de coisas assumam as suas responsabilidades. E sejam penalizados pelos seus actos.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão.

De imediato será lançado um abaixo-assinado com as nossas exigências. 

Basta de políticas que só querem poupar dinheiro!

Queremos ser tratados como cidadãos de primeira!

Há que repor desde já o normal funcionamento do Centro de Saúde!

 

Penalva do Castelo, 11 de Outubro de 2017

Comissão Concelhia de Penalva do Castelo do Partido Comunista Português

AQUI

 

pcp4.jpg

 


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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
ACES Dão Lafões: Despacho põe em causa a prestação de cuidados de saúde à população

centro_saude_2012

O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República teve conhecimento de que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões publicou, no passado dia 14, o despacho nº 22/DE/2017 relativo a transporte de pessoal - domicílios de enfermagem e médicos, no qual são dadas orientações sobre transporte do pessoal para a realização destes serviços.

O “Despacho” assinado pelo Director Executivo do ACES Dão Lafões define critérios economicistas e contrários ao interesse da população alvo e ao bom desempenho das equipas que asseguram este reconhecido serviço público, para impor a  “imediata suspensão dos domicílios preventivos” em táxis ou viaturas oficiais.

Para a utilização das viaturas, determinou o escalonando da prioridade da sua utilização por esta ordem:  a) “viatura de serviço sem motorista; b) viatura de serviço com motorista; c) viatura própria e d) táxi apenas excepcionalmente, quando fundamentado e solicitado com uma antecedência mínima de 10 dias úteis sobre a data da prestação de cuidado”.

Estas incompreensíveis orientações são sustentadas no facto de a “verba orçamentada por parte da ARSC IP, para este ACES, para o ano de 2017 [ser] de 70.000,00 €” e de haver a previsão de que esta se esgote no final do corrente mês”.

Ler texto integral

 


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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016
Visita da deputada do PCP Ana Virgínia Pereira ao Hospital de proximidade de Lamego

Na passada Segunda-feira, dia 17 do corrente mês de Outubro, decorreu no Hospital de Proximidade de Lamego uma Reunião entre a Deputada do PCP Ana Virgínia Pereira, acompanhada por alguns membros da estrutura local e regional do Partido, e a Administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), liderada pelo Dr. João Oliveira, Presidente do Conselho de Administração, a que se seguiu uma visita à unidade hospitalar, que permitiu constatar a excelência das instalações.

Foram-nos expostas as dificuldades actuais, nomeadamente na contratação de pessoal médico, reconhecendo a Administração virtualidades na proposta do PCP de estímulos financeiros e científicos à fixação de médicos no interior. Em algumas valências, como Urologia, a falta de especialistas leva a que existam 4 mil utentes em lista de espera na região abrangida pelo CHTMAD.

Para além das limitações que se colocam actualmente ao Serviço Nacional de Saúde em todo o território, acrescem aqui problemas específicos da interioridade, da dimensão da área de intervenção e de idade dos clínicos, a que a recente decisão do Ministério da Saúde, de proíbir o INEM de fazer o transporte de doentes entre hospitais, veio agravar, por fazer deslocar pessoal médico do serviço de urgências para este transporte.

Ler texto integral

 

 

 


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Terça-feira, 5 de Julho de 2016
Degrada-se a Situação do Hospital de Proximidade de Lamego

Hospital Lamego 2

De Mal a Pior

 


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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016
Faltam Anestesistas no Hospital de Lamego

Hospital Lamego 3

O Hospital de Proximidade de Lamego continua a defrontar-se com graves problemas humanos e orçamentais

 


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Segunda-feira, 20 de Abril de 2015
A perversão das leis do trabalho em Portugal para dar poder aos patrões

 


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Quinta-feira, 5 de Março de 2015
Cirurgia Ortopédica fecha portas no Hospital de Lamego

Hospital Lamego 2

Depois da cirurgia pediátrica, do funcionamento nocturno do laboratório e da perda de várias valências, chegou agora a vez da Cirurgia Ortopédica fechar portas no Hospital de Lamego.

Desde o dia 3 de Março último, que, sem explicação nem aviso, a Cirurgia Ortopédica encerrou no Hospital de Lamego. A pergunta que assalta agora população, pessoal médico, técnico e auxiliar é, por este andar, qual será o serviço que a seguir o Hospital vai perder?

 



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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015
Cresce o número de portugueses sem acesso aos cuidados de saúde

CUSPS Almada Seixal1

CUSPS Almada Seixal2

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015
E na Urgência do Hospital de Torres Novas...

Urgência H Torres Novas 2015-01-25

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015
Plataforma Lisboa em Defesa do SNS

Plataforma Lisboa 1

 

Plataforma Lisboa 2

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015
Boletim CDU de Cinfães (Janeiro 2015)

Boletim_Cinfaes_Jan2015_Vertical_03-01

 

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A Comissão Concelhia de Cinfães da CDU, intervém com regularidade sobre os problemas que afectam a população do Concelho, mantendo uma postura atenta, construtiva e singular, com resultados positivos na elevação da qualidade de vida dos cinfanenses.

Neste Boletim de Janeiro de 2015, a CDU aborda temas prementes como os do risco de encerramento dos Postos Médicos de Oliveira do Douro, Nespereira, Moimenta, Santiago de Piães e Souselo, os ataques de lobos na Serra de Montemuro ao gado ovino e bovino e a não intervenção adequada dos serviços do Ministério da Agricultura, o encerramento do Tribunal e da Comarca de Cinfães e as graves consequências para o acesso à justiça das gentes já de si tão isoladas desta região, questões ligadas ao exercício autárquico e à falta de resposta a questões colocadas reiteradamente pela CDU.

Este Boletim vai ser distribuído por todo o Concelho de Cinfães, levando ao conhecimento das populações a postura da CDU sobre alguns dos problemas que influenciam o seu presente e o seu futuro.

 


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Sábado, 10 de Janeiro de 2015
Há mortes nas urgências!

Mortes SNS

Paula Santos:

«No final de 2014 e início de 2015 o país foi novamente brindado, pela negativa, com as consequências da política de desinvestimento na saúde e a realidade a desmentirem a propaganda do Governo.

A situação das urgências hospitalares e da sua rutura não é um problema pontual e não é de hoje, é frequente, vem de há muito e tem vindo a agravar-se. Os elevados tempos de espera para o atendimento nos serviços de urgências, de 22 horas no Hospital Amadora-Sintra e no Hospital de Santa Maria da Feira ou de 18 horas no Hospital de Évora ou a ausência de assistência médica às duas pessoas que morreram nos serviços de urgências têm causas e responsáveis - a política de saúde deste Governo.

O desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde, a limitação na contratação de profissionais de saúde, o incentivo à precariedade e à instabilidade conduziu a uma enorme carência de profissionais de saúde, à redução da capacidade de resposta das unidades hospitalares e à degradação dos cuidados de saúde prestados.

A subcontratação de profissionais de saúde em falta através de empresas de trabalho temporário não é parte da solução para resolver a carência de profissionais mas parte do problema, porque implica uma enorme rotatividade dos profissionais de saúde, desrespeita o conceito de equipa, os profissionais de saúde não conhecem a organização e não reconhecem a hierarquia e ainda por cima consumindo recursos financeiros que poderiam ser canalizados para a contratação de profissionais de saúde integrados numa carreira, garantindo os seus direitos e o seu desenvolvimento profissional.

Por outro lado, verificou-se também a redução do número de camas de agudos nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Entre 2011 e 2013 o país perdeu 944 camas de agudos. A falta de camas para internamento tem também contribuído para os elevados tempos de espera para atendimento nos serviços de urgência hospitalares, obrigando a que as ambulâncias fiquem retidas nos hospitais longas horas porque não têm cama para colocar o doente e libertar a maca, correndo o risco de as ambulâncias não estarem disponíveis para outras emergências, comprometendo o socorro a outras pessoas.

A resolução deste problema não se compadece com paliativos. É preciso de uma vez por todas por fim à contratação de empresas e integrar nos quadros os profissionais de saúde em falta, criando condições para a sua fixação e valorizando as suas carreiras. O PCP vai entregar uma iniciativa legislativa neste sentido

 

Em 2015 é o frio, como em 2012 era o calor ...

Pulhas!!!

 


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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
É necessário garantir o funcionamento do Posto Médico de Tendais!

SNSaúde.jpg

Apesar das reclamações da população, os responsáveis médicos locais e regionais recusaram até hoje substituir o médico entretanto reformado e não permitem que o Posto Médico funcione com um médico pago pela Junta de Freguesia!

 


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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2014
A saúde em Portugal durante a ditadura e os ganhos em obtidos com o SNS

centro_saude_2012hospital1.jpg

 

Em 1971 a despesa nacional com a saúde representava 2,6% do PIB e a grande maioria da população não tinha acesso aos cuidados de saúde. Era o tempo das Misericórdias onde a prestação de cuidados era gratuita mediante a apresentação de atestado de pobreza e dos postos da “Caixa” criados pelos regimes de segurança social das diversas actividades económicas e profissionais. E apenas acessíveis aqueles que descontavam para a “Caixa”.

Alguns indicadores de saúde expressam bem a realidade daquela época e a realidade actual.

  • A taxa de mortalidade perinatal, o número de óbitos fetais de 28 ou mais semanas de gestação e óbitos de nados-vivos com menos de 7 dias de idade, era em 1960 de 42,2 por mil e em 2012 baixou para 4,2 por mil.
  • A taxa de mortalidade neonatal, número de óbitos de crianças com menos de 28 dias de idade, era em 1960 de 28 por mil e em 2012 baixou para 2,2 por mil.
  • A taxa de mortalidade infantil, número de óbitos de crianças com menos de 1 ano de idade, era em 1960 de 77,5 por mil e em 2012 baixou para 3,4 por mil.
  • A taxa de mortalidade materna, número de óbitos de mulheres devido a complicações da gravidez, do parto e de puerpério, era em 1960 de 115,5 por 100 mil e em 2012 baixou para 4,5 por 100mil.
  • Os novos casos de tuberculose por 100mil habitantes eram em 1960 de 194,5 e em 2011 baixaram para 22,6.
  • A esperança de vida à nascença, número médio de anos que uma pessoa à nascença pode esperar viver, era em 1970 de 67,1 anos e em 2011 aumentou para 79,8 anos.

 


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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
SNS: Números que falam por si

  Números que revelam bem as potencialidades do Serviço Nacional de Saúde, bem como a dimensão do ataque a que tem vindo a ser sujeito:

  • 1 600 000 utentes sem médico de família;
  • entre 2007 e 2012, a despesa pública com a saúde diminuiu 8,6 por cento, enquanto a despesa das famílias aumentou 13,9 por cento. As famílias portuguesas gastam hoje 5,2 por cento do seu orçamento familiar com a saúde, enquanto a média nos países da OCDE é de 3,2 por cento.
  • as famílias suportam de forma directa cerca de 30 por cento das despesas com saúde;
  • os quatro grandes grupos privados de saúde (BES Saúde, José de Mello Saúde, Lusíadas Saúde e Trofa Saúde) controlam 83 por cento do chamado «mercado de saúde», que representa qualquer coisa como 1500 milhões de euros/ano, e mais de metade das unidades de saúde do País, das quais 23 são hospitais;
  • parte substancial das receitas destes grupos são garantidas pelo Estado, através do regime convencional, das PPP ou de subsistemas como a ADSE. No caso do BES/Saúde, atinge os 50 por cento;
  • nos últimos quatro anos, os cortes no sector atingiram os 1667 milhões de euros. Anulando-se o efeito do aumento dos preços, isto significa uma redução real de 2398 milhões.

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
DEBATE - 35 anos do Serviço Nacional de Saúde

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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
A despesa pública com a saúde em Portugal é muito inferior à média dos países da OCDE

«Apesar de no estudo anterior termos analisado, embora muito sintéticamente, o ataque do governo ao SNS através de cortes brutais no financiamento, neste estudo vamos voltar de novo aos problemas da saúde. E isto porque interessa desmontar mais uma mentira utilizada pelo governo, já que ela é usada para enganar a opinião pública e assim justificar aquele ataque. E essa mentira é que a despesa pública com a saúde em Portugal é superior à dos outros paises, sendo excessiva e mesmo incomportável.

Nessa manipulação da opinião pública substitui-se, muitas vezes, a despesa pública com a saúde pela despesa total com saúde que são duas coisas diferentes, embora possa passar despercebida, pois a despesa total inclui a despesa pública mais a despesa privada, e esta última é paga diretamente pelo cidadão do seu bolso quando vai a um médico privado ou a um hospital privado.»

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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
A destruição do SNS pelo governo e a luta dos médicos em sua defesa

«Numa altura em que os médicos recorreram à greve para defender o SNS e os seus direitos, interessa recordar (até para que possa ficar claro para todos portugueses a razão da luta dos médicos), a forma como este governo, através do seu ministro da saúde, tem procurado destruir, de uma forma silenciosa, o SNS, através de cortes brutais no seu financiamento e no dos hospitais públicos. Ao mesmo tempo que faz isto tem-se revelado um "mãos largas" no financiamento dos grupos económicos privados (Espírito Santo Saúde, José Mello e o grupos brasileiro AMIL que adquiriu os Hospitais Privados à CGD, quando o governo privatizou a área de saúde da "Caixa") grupos esses que já controlam uma parte importante do serviço público de saúde.

O quadro 1, construído com dados oficiais constantes da "Síntese da execução orçamental" divulgada mensalmente pelo Ministério das Finanças e do OE-2014, mostra com clareza a fúria destruidora deste governo contra tudo que é público.»

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2014
35 anos de Serviço Nacional de Saúde
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No ano em que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) completa 35 anos da sua existência, defender esta importante conquista de Abril é um imperativo nacional. Só assim é possível garantir, no presente e no futuro, o acesso de todos os portugueses ao cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação, independentemente da sua condição económica. As extraordinárias realizações do SNS na melhoria das condições de Saúde da população são fruto da capacidade técnica, do brio e da consciência democrática dos seus profissionais e da sua identificação com os interesses do povo.

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2014
“SUB” de Moimenta da Beira sem médicos durante 7 horas

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Ontem, Segunda-feira, dia 5 de maio de 2014, entre as 8 horas da manhã e as 15 horas, o SUB (Serviço de Urgência Básica) de Moimenta da Beira, esteve sem médicos que assegurassem o normal funcionamento desta unidade de socorro médico.
Esta gravíssima e intolerável ocorrência, que não é virgem, pôs em risco vidas humanas e a assistência médica de urgência às populações dos concelhos de Penedono, S. João da Pesqueira, Tabuaço, Sernancelhe e Moimenta da Beira, que tiveram de percorre muitas dezenas de quilómetros (alguns mais de uma centena) entre as suas terras e os Hospitais de Lamego e de Vila Real, para onde tiveram de ser encaminhados os casos de urgência.

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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
A política de saúde deste Governo "mata"
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As causas destas consequências, ao invés do que o Governo pretende fazer crer, não se devem a um qualquer objectivo sério de reorganização do SNS. Ao mesmo tempo que vozeiam declarações sobre a sua dedicação à defesa do SNS e dos serviços públicos de saúde, o Governo aplica a política criminosa que acelera o seu desmembramento progressivo por via do encerramento de serviços e da asfixia financeira, o que, consequentemente conduzirá à falência funcional das instituições de saúde levando ainda mais portugueses à negação do direito à prestação de cuidados e sujeitos a uma política que os condena a uma morte prematura.

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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Infeliz é que o Paulo Macedo seja Ministro...

   Gostava de ter escrito ISTO:

«(...)

Porque não é engano dos serviços quando enviam uma conta a um doente crónico (com, por exemplo, doença de Crohn, colite ulcerosa, diabetes) – é a lei.

Não é engano dos serviços quando os exames ultrapassam os três por ano ou as consultas na especialidade para a dita doença crónica – é a lei.

Não é engano quando um agregado familiar vive com 612 euros por mês e paga taxas moderadoras de 7,75 euros se um deles for ao hospital a uma consulta pela qual esperou seis meses – é a lei.

(...)

Não é por uma infelicidade, por uma má interpretação, por um acaso.

É porque o senhor Ministro da Saúde e os restantes companheiros do Governo fazem leis e políticas que, objectiva e concretamente – MATAM.»

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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
S.N.S.: Os números não enganam

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Os números não enganam.

  • Em 2012 a quebra de atendimentos nas urgências dos hospitais públicos foi superior a 500 mil.

  • Enquanto que nos hospitais privados, no mesmo período, a previsão, segundo o Presidente da Associação dos Hospitais Privados, era de um aumento de 250 mil atendimentos face aos mais de 1,7 milhões realizados em 2011.

Esta é que é a verdadeira razão das reestruturações em curso na saúde.

Transferir para os grandes grupos monopolistas da saúde a prestação de cuidados com o respectivo financiamento público.

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Uma política de saúde que despreza os portugueses e serve os grandes negócios

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A saúde dos trabalhadores está debaixo de fogo. À revelia da Constituição da República Portuguesa e contra os evidentes êxitos e qualidades do Serviço Nacional de Saúde, o actual governo, como os anteriores, tudo tem feito para, de forma contínua e sistemática, destruir os recursos afectos à prestação de cuidados de saúde e pôr em causa a saúde dos trabalhadores e do povo.

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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013
Isto é algo mais do que cripto-fascismo...

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(...) fica proibido às Administrações Regionais de Saúde (ARS), aos estabelecimentos hospitalares, aos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), e às Unidades Locais de Saúde (ULS) tornar pública qualquer informação estatística na área da saúde, de carácter regional ou local, sem que a mesma seja previamente submetida à autorização do Director-Geral.

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Isto é algo mais do que cripto-fascismo...

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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013
Por solicitação da população, deputado Miguel Tiago visita Extensão de Saúde Lordosa-Calde e Centro de Saúde de Penalva do Castelo

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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
Miguel Tiago em Penalva do Castelo

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Quarta-feira, 26 de Junho de 2013
A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (16)
  • O investimento público na saúde situa-se muito abaixo da média da OCDE. Entre 2005 (8.998 milhões de euros) e 2013 (7.159,6 milhões de euros) há uma diferença para menos de 20,4%.

  • Em Portugal os privados já detêm entre 40 e 50% das unidades de saúde.

  • Os 4 maiores grupos de saúde privados em Portugal já facturaram em 2012 mais de 1000 milhões de euros, quando em 2009 tinham facturado cerca de 700 milhões de euros.

  • Mais de metade das unidades privadas de saúde estavam sem licenciamento. Num total de mais de 12 mil clínicas, consultórios e centros de saúde, 6.831 estão registadas, mas não têm licença, segundo dados da Entidade reguladora.

  • Dos 5.800 consultórios médicos, apenas 300 tinham tratado do licenciamento e das 47 unidades com internamento ou bloco operatório nenhuma está a funcionar com licença.

  • De acordo com o rácio recomendado pela OMS em Portugal faltavam mais de 1.000 médicos de família e 13.000 enfermeiros de família.

  • Em quatro anos (entre 2009 e 2012) deixaram o SNS mais de 600 chefes de serviço e reformaram-se mais do dobro dos médicos do que indicavam as projecções. Previam 879 e reformaram-se 2.255 (2,5 vezes mais). O ano pior foi o de 2011 em que previam 226 e saíram 679.

  • Nos dois primeiros meses de 2013, os Centros de Saúde realizaram menos 312.238 consultas (-5,9%) em comparação com o mesmo período de 2012.

  • Em 2012 os Centros de Saúde realizaram menos 1.446.882 (-4,7%) comparativamente com o ano anterior.

  • A previsão é que este ano se possa ter menos 1,5 milhão de consultas.

  • Em 2016 teremos 80% dos médicos de medicina geral e familiar com mais de 55 anos.

  • Mais de 1 milhão de utentes sem médico de família.

  • Em 2010, 6 em cada 10 portugueses foram à urgência. Em França, menos de 3 em cada 10. Em Inglaterra, 1 em cada 10.

  • Em 2008, de acordo com os dados oficiais, cada urgência num hospital do SNS custava em média 130 euros.

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Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
O Governo e os dirigentes da ARS Centro não têm vergonha na cara?
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A Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde de Penalva do Castelo teve conhecimento em Novembro, pela comunicação social, que a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro ia celebrar novo contrato com o médico Ivan Colesnic para que se mantivesse como médico de família no Centro de Saúde de Penalva do Castelo.

Seria uma boa notícia a demonstrar que a luta neste caso dos penalvenses valeu e vale a pena e dá frutos para manter os direitos sociais e pela melhoria das nossas condições de vida.

Mas, ao mesmo tempo, estranhámos e repudiámos publicamente a afirmação dos dirigentes da ARS Centro de que «O clínico ficaria ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato fosse autorizada pelo ministério [da Saúde]». A ARS, bem como o ACES Dão Lafões III, sabiam perfeitamente que o contrato terminava a 31 de Dezembro de 2012. Mas nada fizeram para ultrapassar este espaço de tempo sem médico.

Entrámos no mês de Abril e passaram mais de 3 meses e a situação não se alterou! E perguntamos, qual seria a situação se o médico em causa tivesse ficado em casa em vez de se apresentar todos os dias ao trabalho? Seriam mais de 1.500 doentes sem consulta!!! E teríamos apenas 3 (três) clínicos para mais de 8 mil utentes. Quem pagou estes meses de trabalho? A Câmara Municipal? Mas não é da sua responsabilidade e está assim a fazer o frete ao Governo e ao Ministério da Saúde.

Sobre isto a ARS Centro nada diz. A mesma ARS que em Novembro foi veloz em tentar desvalorizar e descredibilizar a reclamação e a luta da população deste concelho em defesa do normal funcionamento do seu Centro de Saúde. Por outro lado a direcção do ACES nada sabe. Mas consta, no entanto, que o contrato está para assinar desde Janeiro no Ministério das… Finanças (!!!).

Isto tudo vindo do mesmo governo e do mesmo ministro que arranjaram em menos de 24 horas 1.500.000.000€ para acudir a um banco (Banif) que valia em bolsa 500.000.000€, mas que está há mais de três meses para rubricar um contrato com um médico. Dois pesos e duas medidas: tudo para os ricos, nada para os do costume, os pobres e desfavorecidos deste país.

A saúde dos utentes do Centro de Saúde de Penalva do Castelo não pode andar ao sabor de erros de burocráticos e de gestão. É um erro os utentes estarem sem médico de família. Por isso reafirmamos que a situação só voltará à normalidade quando voltarmos a ter o mesmo número de médicos e de enfermeiros.

 Penalva do Castelo, 04 de Abril de 2013

Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde de Penalva do Castelo

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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
A incrível resposta da Administração Regional de Saúde do Centro
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Ao ouvir a resposta da ARS Centro nem queria acreditar: «O clínico deverá ficar ausente temporariamente até que a celebração do novo contrato seja autorizada pelo ministério [da Saúde]».

Mas estamos a falar de quê? De papéis ou de pessoas de carne e osso, com os seus problemas de saúde? E os utentes, enquanto esperam, que se lixem!!! É essa a lógica da ARS? E as consultas já marcadas? E...

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sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:55
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