TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017
UPP: Concerto - José Afonso uma vontade de música

UPP 2017 JAFONSO CONCERTO.jpg

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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
Homenagem a Carlos Paredes - Evocação e Festa de Amizade

ACR Carlos Paredes 2017.jpg

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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017
UPP: Curso sobre José (Zeca) Afonso

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Terça-feira, 13 de Setembro de 2016
UPP: Recomeço dos ensaios do coral

UPP Coral 2016-09

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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016
Fausto Neves: Master Class de Piano

Fausto Neves 2016-MC

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Quarta-feira, 1 de Junho de 2016
Fausto Neves: Piano no Porto

Fausto Neves 2016

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Quarta-feira, 2 de Março de 2016
UPP: Início de ensaios do coral

UPP Coral inicio

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016
UPP: Vamos formar o coral da UPP?

UPP Coral 2016

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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010
Eu semeio vento na minha cidade, vou pra rua e bebo a tempestade

Bom conselho
-

Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança

 

Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar

 

Corro atrás do tempo
Vim de não sei onde
Devagar é que não se vai longe
Eu semeio vento na minha cidade
Vou pra rua e bebo a tempestade

Chico Buarque/1972

Para o filme Quando o carnaval chegar de Cacá Diegues

Para ver e ouvir a canção « Bom conselho » de Chico Buarque :

«Eu semeio vento na minha cidade, vou pra rua e bebo a tempestade»

-

Ver no sítio do PCP:

-
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
-
Vou pra rua e bebo a tempestade

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta...

-

Meu Caro Amigo

-

Meu caro amigo me perdoe, por favor
Se eu não lhe faço uma visita
Mas como agora apareceu um portador
Mando notícias nessa fita
Aqui na terra 'tão jogando futebol

Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll

Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita mutreta pra levar a situação
Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça
E a gente vai tomando, que também, sem a cachaça
Ninguém segura esse rojão

Meu caro amigo eu não pretendo provocar
Nem atiçar suas saudades
Mas acontece que não posso me furtar
A lhe contar as novidades

Aqui na terra 'tão jogando futebol

Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll

Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta

É pirueta pra cavar o ganha-pão
Que a gente vai cavando só de birra, só de sarro
E a gente vai fumando que, também, sem um cigarro
Ninguém segura esse rojão

Meu caro amigo eu quis até telefonar
Mas a tarifa não tem graça
Eu ando aflito pra fazer você ficar
A par de tudo que se passa

Aqui na terra 'tão jogando futebol

Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll

Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta


Muita careta pra engolir a transação
E a gente tá engolindo cada sapo no caminho
E a gente vai se amando que, também, sem um carinho
Ninguém segura esse rojão

Meu caro amigo eu bem queria lhe escrever
Mas o correio andou arisco
Se me permitem, vou tentar lhe remeter
Notícias frescas nesse disco

Aqui na terra 'tão jogando futebol

Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll

Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta

A Marieta manda um beijo para os seus
Um beijo na família, na Cecília e nas crianças
O Francis aproveita pra também mandar lembranças
A todo pessoal
Adeus

(Francis Hime / Chico Buarque)

Para ver e ouvir a canção «Meu Caro Amigo » de Chico Buarque e Francis Hime:


adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

_


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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Código do Trabalho: Tempos modernos

, Rebelión de 30 de Janeiro

                                          

- Já estou farto de ouvir falar da maldita reforma laboral!... E se para variar fizéssemos uma boa reforma empresarial?

Chaplin, sempre actual:

Para Ver o filme completo:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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publicado por António Vilarigues às 12:08
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Chico Buarque: Roda Viva

Roda-viva
                  
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mais eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
No volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

Para ver e ouvir Chico Buarque interpretar a canção «Roda Viva»:

Para Ler:

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Chico Buarque: A casa do Oscar

Casa das Canoas (Residência de Oscar Niemeyer)

                                           

A casa do Oscar

A casa do Oscar era o sonho da família. Havia um terreno para os lados da Iguatemi, havia o anteprojeto, presente do próprio, havia a promessa de que um belo dia iríamos morar na casa do Oscar. Cresci cheio de impaciência porque meu pai, embora fosse dono do Museu do Ipiranga, nunca juntava dinheiro para construir a casa do Oscar. Mais tarde, num aperto, em vez de vender o museu com os cacarecos dentro, papai vendeu o terreno da Iguatemi. Desse modo a casa do Oscar, antes de existir, foi demolida. Ou ficou intacta, suspensa no ar, como a casa no beco de Manuel Bandeira.

Senti-me traído, tornei-me um rebelde, insultei meu pai, ergui o braço contra minha mãe e saí batendo a porta da nossa casa velha e normanda: só volto para casa quando for a casa do Oscar! Pois bem, internaram-me num ginásio em Cataguases, projeto do Oscar. Vivi seis meses naquele casarão do Oscar, achei pouco, decidi-me a ser Oscar eu mesmo. Regressei a São Paulo, estudei geometria descritiva, passei no vestibular e fui o pior aluno da classe. Mas ao professor de topografia, que me reprovou no exame oral, respondi calado: lá em casa tenho um canudo com a casa do Oscar.

Depois larguei a arquitetura e virei aprendiz de Tom Jobim. Quando minha música sai boa, penso que parece música do Tom Jobim. Música do Tom, na minha cabeça, é casa do Oscar.

In A casa do Oscar

Para Ver e Ouvir:

                                                            

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Charlie Chaplin, 120 anos de juventude!

   

Charles Spencer Chaplin, Jr. (16 de Abril de 1889 – 25 de Dezembro de 1977)

Discurso final em 

A Jewish Barber: I'm sorry, but I don't want to be an emperor. That's not my business. I don't want to rule or conquer anyone. I should like to help everyone if possible; Jew, Gentile, black man, white. We all want to help one another. Human beings are like that. We want to live by each other's happiness, not by each other's misery. We don't want to hate and despise one another. In this world there is room for everyone, and the good earth is rich and can provide for everyone. The way of life can be free and beautiful, but we have lost the way. Greed has poisoned men's souls, has barricaded the world with hate, has goose-stepped us into misery and bloodshed. We have developed speed, but we have shut ourselves in. Machinery that gives abundance has left us in want. Our knowledge as made us cynical; our cleverness, hard and unkind. We think too much and feel too little. More than machinery, we need humanity. More than cleverness, we need kindness and gentleness. Without these qualities, life will be violent and all will be lost. The airplane and the radio have brought us closer together. The very nature of these inventions cries out for the goodness in men; cries out for universal brotherhood; for the unity of us all. Even now my voice is reaching millions throughout the world, millions of despairing men, women, and little children, victims of a system that makes men torture and imprison innocent people. To those who can hear me, I say, do not despair. The misery that is now upon us is but the passing of greed, the bitterness of men who fear the way of human progress. The hate of men will pass, and dictators die, and the power they took from the people will return to the people. And so long as men die, liberty will never perish. Soldiers! Don't give yourselves to brutes, men who despise you, enslave you; who regiment your lives, tell you what to do, what to think and what to feel! Who drill you, diet you, treat you like cattle, use you as cannon fodder. Don't give yourselves to these unnatural men - machine men with machine minds and machine hearts! You are not machines, you are not cattle, you are men! You have the love of humanity in your hearts! You don't hate! Only the unloved hate; the unloved and the unnatural. Soldiers! Don't fight for slavery! Fight for liberty! In the seventeenth chapter of St. Luke, it is written that the kingdom of God is within man, not one man nor a group of men, but in all men! In you! You, the people, have the power, the power to create machines, the power to create happiness! You, the people, have the power to make this life free and beautiful, to make this life a wonderful adventure. Then in the name of democracy, let us use that power. Let us all unite. Let us fight for a new world, a decent world that will give men a chance to work, that will give youth a future and old age a security. By the promise of these things, brutes have risen to power. But they lie! They do not fulfill that promise. They never will! Dictators free themselves but they enslave the people. Now let us fight to fulfill that promise. Let us fight to free the world! To do away with national barriers! To do away with greed, with hate and intolerance! Let us fight for a world of reason, a world where science and progress will lead to all men's happiness. Soldiers, in the name of democracy, let us all unite! Hannah, can you hear me? Wherever you are, look up Hannah! The clouds are lifting! The sun is breaking through! We are coming out of the darkness into the light! We are coming into a new world; a kindlier world, where men will rise above their hate, their greed, and brutality. Look up, Hannah! The soul of man has been given wings and at last he is beginning to fly. He is flying into the rainbow! Into the light of hope, into the future! The glorious future, that belongs to you, to me and to all of us. Look up, Hannah. Look up!

Cena do processo de Monsieur Verdoux (parte final do filme):

The Prosecutor: Never, never in the history of jurisprudence have such terrifying deeds been brought to light. Gentlemen of the jury, you have before you a cruel and cynical monster. Look at him!
[all heads turn to face Verdoux, who turns around himself to look behind.]
The Prosecutor: Observe him, gentlemen. This man, who has brains, if he had decent instincts, could have made an honest living. And yet, he preferred to rob and murder unsuspecting women. In fact, he made a business of it. I do not ask for vengeance, but for the protection of society. For this mass killer, I demand the extreme penalty: that he be put to death on the guillotine. The State rests its case.
Judge: Monsieur Verdoux, you have been found guilty. Have you anything to say before sentence is passed upon you?
Henri Verdoux: Oui, monsieur, I have. However remiss the prosecutor has been in complimenting me, he at least admits that I have brains. Thank you, Monsieur, I have. And for thirty-five years I used them honestly. After that, nobody wanted them. So I was forced to go into business for myself. As for being a mass killer, does not the world encourage it? Is it not building weapons of destruction for the sole purpose of mass killing? Has it not blown unsuspecting women and little children to pieces? And done it very scientifically? As a mass killer, I am an amateur by comparison. However, I do not wish to lose my temper, because very shortly, I shall lose my head. Nevertheless, upon leaving this spark of earthly existence, I have this to say: I shall see you all...very soon...very soon.

   

Nos 120 anos de Chaplin dois filmes completos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                      

                                                                       


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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Daniel Barenboim: «there is no military solution to the Arab-Israeli conflict», Knesset

    Ao receber o prémio da Fundação Wolf Daniel Barenboim fez um importante discurso em favor da paz, no Knesset, em 2004, que é aqui documentado (em hebreu com legendas em inglês):

A disputa que se seguiu com a Ministra da Educação Limor Livnat pode ser vista aqui (em hebreu com legendas em francês):

Texto:

    

«Israel's founding fathers who signed the declaration [of independence] also committed themselves and us "to pursue peace and good relations with all neighbouring states and people". I ask today, with deep sorrow: can we, despite all our achievements, ignore the intolerable gap between what the Declaration of Independence promised and what was fulfilled, the gap between the idea and the realities of Israel? 

Does the condition of occupation and domination over another people fit the Declaration of Independence? Is there any sense in the independence of one at the expense of the fundamental rights of the other? Can the Jewish people, whose history is a record of continued suffering and relentless persecution, allow themselves to be indifferent to the rights and suffering of a neighbouring people? Can the state of Israel allow itself an unrealistic dream of an ideological end to the conflict instead of pursuing a pragmatic, humanitarian one based on social justice?»

Daniel Barenboim ao receber o prémio Wolf em 2004


Para  LER, Ver e Ouvir:

   A história do célebre concerto de Ramallah.

Vídeos (legendas em francês) 

  

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                

Notícias AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                              


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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
Carta aberta de Daniel Barenboim sobre os bombardeamentos de Israel em Gaza

    «Sólo tengo tres deseos para el próximo año. El primero de ellos es que el Gobierno israelí se dé cuenta de una vez por todas de que el conflicto en Oriente Próximo no puede ser resuelto por la vía militar. El segundo es para que Hamás tenga presente que sus intereses no se imponen con la violencia, y que Israel está aquí para quedarse. El tercero es para que el mundo reconozca que este conflicto no tiene parangón en la Historia. Es complejo y delicado; es un conflicto humano entre dos personas profundamente convencidas de su derecho a vivir en el mismo y minúsculo pedazo de tierra. Es por esto que ninguna diplomacia o acción militar puede resolver este conflicto.»

(sublinhados meus)

Ler Texto Integral:

   

Para Ver e Ouvir:

Para LER: 

    

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                

Notícias AQUI e AQUI

                       


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Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Daniel Barenboim: um músico pela paz!

Daniel Barenboim (born November 15, 1942) is a pianist and conductor. He lives in Berlin and holds citizenship in Argentina, Israel, Spain and Palestine. He was born in Buenos Aires, Argentina; his parents were Russian Ashkenazi Jews. Barenboim first came to fame as a pianist but now is as well-known as a conductor, and for his work with an orchestra of young Arab and Jewish musicians, based in Seville, Spain, called the 'West-Eastern Divan Orchestra', which he co-founded with the late Palestinian-American intellectual and activist Edward Said, whom Barenboim has called his best friend. Barenboim, supporter of Palestinian rights, has been an outspoken critic of the Israeli settlements and of Israel's government since Rabin.

In BBC 080210

Para Ver e Ouvir:

     Daniel Barenboim logró hacer un concierto en Ramallah, en Navidad 2007, con su West Eastern DiWan Orchestra, símbolo del Amor y de la Inteligencia, esta es una prueba más... de que: "Solo la Búsqueda Constante de la Belleza en la solución de NUESTROS PROBLEMAS podría Salvar a la Tierra y a la HUMANIDAD... "(Hélène Grimaud)

Para Ver e Ouvir:

Para Ver e Ouvir:

 

Para Ver e LER: 

  • Guardian                                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge                                                          

                                  

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

                         


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Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Uma bela prenda para fãs de discos... 1001 CD's a partir da década de 50

     1001 CD's completos a partir da década de 50. Explorem bem este sítio na Internet. Aqui vão algumas dicas:

1 - Ao colocar a setinha do rato no nome do CD, espere um pouco nessa posição sem mexer o rato e vai aparecer a capa do CD. 

2 - Clicando no nome do CD, vai aparecer a relação das músicas desse CD que podem ser ouvidas.

3 - Clicando numa bolinha branca e preta do lado direito do nome da música, aparece uma nova janela com a letra da música.

                                                         

adaptado de um e-mail enviado pelo Raimundo                       

                            


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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
José Luís Tinoco - ALMA DE ARTISTA

Fotografia cedida pelo blogue Jazz no País do Improviso

    Fiel a um velho hábito, José Luís Tinoco, nascido há 74 anos em Leiria (27 de Dezembro de 1932), continua a deitar-se muito de madrugada e a levantar-se muito de tarde - mas sempre a muito boas horas. Arquitecto, pintor, ilustrador, cartoonista, músico e letrista, é um autor multifacetado com uma característica muito própria: em tudo o que se mete sai qualidade.  

"Nasci num meio musical, mas a arquitectura e a pintura também estavam muito presentes na minha família" - começou por dizer à "Autores". Assim, foi com naturalidade que estudou arquitectura, começando no Porto, na ESBAP e acabando o curso sem sobressaltos já em Lisboa, na ESBAL. 

Na capital, foi elemento activo do movimento de renovação da arquitectura portuguesa, tendo sido nomeado na década de 50 para um Prémio Valmor que nesse ano (não se lembra exactamente qual), por motivos que ainda hoje ignora, não foi atribuído. "Não me perguntem porquê, pois eu sei muito pouca coisa sobre mim próprio" - alertou sorridente. 

Do que se lembra bem é que montou o seu ateliê e assim foi continuando até que as coisas começaram a correr mal na arquitectura. "Quando tive que abandonar a arquitectura, zangado com ela, virei-me para a pintura a tempo inteiro, fazendo também ilustrações e cartoons, actividades que sempre havia praticado nos meus tempos livres, devagarinho mas com paixão..." - recordou. 

E a verdade é que José Luís Tinoco, alma de artista, dedicou-se, com êxito, à pintura, à ilustração, a figurinos para bailado e ao design e artes gráficas (capas de livros e discos; colaboração assídua com os Correios de Portugal traduzida em mais de uma centena e meia de selos). E até fez um filme de animação e adaptou ao cinema ao livro de Dinis Machado "O que diz Molero"... 

Como pintor expôs pela primeira vez em 1956. E até hoje tem participado em numerosas exposições colectivas e individuais. Das primeiras, destaca a II Exposição de Artes Plásticas da Gulbenkian e as Bienais dos Açores, Leiria e Óbidos, onde participou por convite; das segundas, salienta as que efectuou na Gulbenkian em 1986, no Palácio Galveias em 1988 (exposição antológica, repetida na Galeria 57 em Leiria) e no Palácio Nacional da Ajuda. A última que fez terminou no passado dia 4 de Março, em Sintra.

Por outro lado, pouco depois de Abril, lançou as bases, para a Secretaria de Estado da Cultura, do Levantamento da Arte Portuguesa Contemporânea (dos anos 40 aos anos 70), que dirigiu durante dois anos. "Sabe, nesse período assistia, arrepiado, à saída para o estrangeiro, em catadupa, de obras de pintura portuguesas. Era uma verdadeira hemorragia. Senti então que era preciso fazer um alerta: aquelas obras estavam a perder-se! Fiz uma proposta à SEC, estabeleci uma metodologia, constituí uma equipa que dirigi durante dois anos, e foi uma tarefa exaltante: mil e muitos slides com reprodução de obras que estavam espalhadas por casas de coleccionadores, ateliês de artistas, galeristas, instituições várias. Apaixonei-me por aquela tarefa - mas acabou. Era para ser continuada pela SEC, mas ao que sei nunca mais se fez nada. Uma pena" - concluiu. 

(copiado de AQUI)

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                       

 


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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Duarte Mendes canta José Luís Tinoco - «Madrugada»

              Madrugada

(vencedora do festival da canção de 1975)

 

Dos que morreram sem saber porquê
Dos que teimaram em silêncio e frio
Da força nascida do medo
Da raiva à solta manhã cedo
Fazem-se as margens do meu rio.

Das cicatrizes do meu chão antigo
E da memória do meu sangue em fogo
Da escuridão a abrir em cor
De braço dado e a arma flor
Fazem-se as margens do meu povo

Canta-se a gente que a si mesma se descobre
E acordem luzes arraiais
Canta-se a terra que a si mesma se devolve
Que o canto assim nunca é demais

Em cada veia o sangue espera a vez
Em cada fala se persegue o dia
E assim se aprendem as marés
Assim se cresce e ganha pé
Rompe a canção que não havia

Acordem luzes nos umbrais que a tarde cega
Acordem vozes, arraiais
Cantem despertos na manhã que a noite entrega
Que o canto assim nunca é demais

Cantem marés por essas praias de sargaços
Acordem vozes, arraiais
Corram descalços rente ao cais, abram abraços
Que o canto assim nunca é demais
O canto assim nunca é demais

 

Letra e música: José Luís Tinoco

Para ver e ouvir Duarte Mendes a cantar «Madrugada» de José Luís Tinoco clicar AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge   
                       


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