TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 11 de Julho de 2017
Colmatar os prejuízos causados pelo mau tempo em Armamar, Tarouca e Tabuaço

Tarouca 2017.jpg

Armamar 2017_1.jpg

Grupo Parlamentar do PCP Interpela de novo Governo sobre medidas imediatas para

colmatar os prejuízos causados pelo mau tempo em Armamar, Tarouca e Tabuaço

 


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publicado por António Vilarigues às 19:29
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
A agricultura no nosso país caminha para a ruína por culpa de PSD/CDS e PS (5)

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(continuação)

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5. Tudo isto, cai em cima do reforçado e renovado ataque aos serviços públicos e à presença do Estado no mundo rural e no interior do País. Ontem fiquei a saber, que o Ministério da Saúde se prepara para desactivar as estruturas do INEM em Vieira do Minho, Cabeceiras e Celorico de Basto. Não bastam os encerramentos e ameaças em curso nas unidades e serviços de saúde, na rede escolar, nos serviços de finanças, nos transportes ferroviários.

Não basta transformar os cidadãos dessas regiões em portugueses fortemente discriminados no acesso à saúde, quando comparados com os cidadãos do Porto ou de Lisboa, com o pagamento do seu bolso de centenas de euros para chegarem a um hospital no litoral, para onde foram referenciados. Também o INEM os vai deixar. Também os tribunais. Olhem para a proposta do Ministério da Justiça para Trás-os-Montes e Alto Douro! E no fim da linha, a reforma Miguel Relvas/PSD/CDS para extinguir as suas freguesias. De facto, melhor mesmo é apagá-las do mapa, que os cidadãos já lá não estão...

Não deixará o PCP continuar a denunciar, o erro, a violência, a brutalidade de uma política contra o mundo rural e os agricultores portugueses! E a reclamar resposta para os problemas da agricultura nacional! Pelos agricultores, pelos trabalhadores rurais, por Portugal.

(sublinhados meus)

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publicado por António Vilarigues às 16:10
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A agricultura no nosso país caminha para a ruína por culpa de PSD/CDS e PS (4)

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(continuação)

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4. Mas o rosário dos problemas é muito maior. E não há projectos de resolução que valham ao PSD e ao CDS-PP e atenuem a gravidade das políticas que seguem na esteira e continuidade da política agrícola do governo PS/Sócrates.

Por exemplo, aprovámos nesta Assembleia da República um Projecto de Resolução de apoio ao desenvolvimento do regadio, e até um específico, sobre a situação do Baixo Vouga Lagunar. Consequências práticas, zero. O Regadio de Sabariz/Cabanelas, em Vila Verde, ninguém sabe porque não se iniciou em Setembro. O que se sabe ao certo, é que a reprogramação do ProDer deu uma talhada de 155 milhões de euros, nas dotações para o regadio.

Por exemplo, no apoio à floresta, o que aconteceu foi uma reprogramação do ProDer com um corte / um fogo florestal equivalente a 150 milhões de euros! E, entretanto, pairam notícias de ameaças graves sobre as terras baldias, cuja lei, a sra. Ministra diz que vai ser alterada e incluida na Bolsa de Terras. E surgem as notícias de que o governo pretende concessionar a privados as matas públicas! O que é isto srs. Deputados? Terá isto alguma coisa a ver com as declarações do duopólio das celuloses de que tem falta de matéria-prima, quando há mais de 10 milhões de m3 em pé, que já deviam ter sido cortados!

Por exemplo, no próprio ProDer, depois de todos os discursos que ouvimos, certo é que continuam os atrasos no pagamento e que, ao ritmo de execução a que se chegou no fim de Abril, não é no presente ano que se vão gastar as verbas disponíveis no Orçamento do Estado, 100 + 50, milhões de euros!

Por exemplo, o leite. Depois de tudo o que disseram PSD e CDS sobre esta produção, o preço do leite caiu desde Janeiro 2,5 centimos, enquanto continuaram a subir os custos de produção – electricidade, gasóleo, palhas. As rações com uma subida brutal de 40 centimos. E quando os preços no consumidor não baixaram, subiram! E tudo acontece apesar da criação da PARCA. Um Relatório do GPP, não deixa dúvidas sobre quem se tem apropriado de margens excessivas na cadeia de valor. De quem paga os saldos da GD, de quem paga o circo de animais domésticos em Lisboa! E tudo acontece num sector que tem sobre a cabeça o cutelo do anunciado fim das quotas leiteiras da responsabilidade do PS, PSD e CDS, e a quem o actual Governo cortou 16 milhões de euros que estavam consignados exatamente ao sector leiteiro, para facilitar uma dita aterragem suave da extinção das quotas!

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Por exemplo, no Douro, onde o governo não encontrou uma só resposta para uma região em estado de cataclismo económico e social. Ou melhor, avançou exactamente com as propostas do anterior governo, PS, para a Casa do Douro. Propõe exactamente o que propunha o governo PS para travar a falência em curso das Adegas Cooperativas do Douro. A falência de algumas das maiores, Santa Marta, Alijó, etc., etc.! Isto é, não dá resposta nenhuma. Não, minto! Deu uma, avançou com uma alteração do quadro legal do IVDP, que não só confirma as expropriações feitas por Jaime Silva ao Douro – caso do cadastro - como reforça a governamentalização e consolida o IVDP como uma extensão do Ministério das Finanças / Direcção-geral de Contribuições e Impostos na colecta de impostos extraordinários da Região Demarcada do Douro! E protestaram PSD e CDS na oposição pelo roubo de 8 milhões de euros feito em 2011!

(sublinhados meus)

(continua)

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publicado por António Vilarigues às 14:06
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A agricultura no nosso país caminha para a ruína por culpa de PSD/CDS e PS (3)

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(continuação)

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3. Na segunda-feira, na União das ADS da Beira Alta, envolvendo 10 OPP de 6 Cooperativas e 4 Associações de Produtores Pecuários, ficámos a saber que, apesar de todos os alertas, escritos e orais, do Grupo Parlamentar do PCP, nomeadamente em todas as audições com a sra. ministra da Agricultura, a meio do ano de 2012 as associações não só não receberam o que falta de 2011, e é muito (65%/70%), como ninguém lhes diz como vai ser em 2012!

Trata-se de estruturas que têm de pagar salários, segurança social, produtos veterinários, transportes e outros custos da actividade de sanidade animal! A sra. ministra criou uma taxa para obter receitas para pagar a sanidade animal! E quando vão pagar? Não se sabe! E quanto vão pagar? Não se sabe! Lembra-se que PSD e CDS eram, há pouco mais de um ano, contra a passagem dos custos de sanidade animal para cima dos produtores! Mas é o que está a acontecer!

Estamos a falar de pôr em causa um património de saúde animal que significou o investimento de muitos milhões de euros de fundos públicos. Falamos da falta de resposta a problemas que têm implicações na saúde pública, e que podem penalizar gravemente a nossa exportação de produtos pecuários! De que está o governo à espera para agir? De algum desastre? A situação é insustentável, dizem os responsáveis pela sanidade animal de centenas de explorações pecuárias da Beira Alta!

(sublinhados meus)

(continua)

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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A agricultura no nosso país caminha para a ruína por culpa de PSD/CDS e PS (2)

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(continuação)

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2. Na segunda-feira, na principal organização de produtores de maçã da Beira Alta, fiquei a saber que a região, que podia dar um forte contributo para colmatar as cerca de 200 mil toneladas de maçã que o País importa, não o faz porque o Estado Português não assegura condições mínimas necessárias para que a produção se expanda.

Precisam de mais 15 a 20 mil toneladas de frio e o ProDer ainda não foi capaz de assegurar a ajuda necessária. Precisam de seguro de colheitas acessível e eficaz. Mas se o anterior sistema não era bom, este governo alterou tarde, mal e a más horas, agravando brutalmente os custos dos prémios e mantendo um sistema desadequado para a região. Os agricultores produzem 40/50 toneladas/ha mas as companhias de seguros acham que eles só devem produzir 25/toneladas/ha, valor máximo que aceitam segurar. E o Estado, moita carrasco! Na vinha, na grande maioria dos casos, nesta e na região do Douro, pura e simplesmente não se fez. E nos hortofrutícolas como no tomate, as companhias recusam-se a fazê-lo.

As verbas disponíveis apenas permitem segurar 10% da produção de uma fileira que vale 250 milhões de euros, 90% para exportar! Mas o Governo acha mesmo que o seguro agro-pecuário pode ser um instrumento apenas dependente das partes???

Os agricultores para produzir maçã precisam de água, e como resultado das promessas/disputas de anos do PS e PSD locais, nem grande barragem nem pequenas charcas! Precisam de Investigação e Desenvolvimento e sucessivos governos (e este nada faz para recuperar) deixaram degradar/desactivar a estação fruteira da Estação Agrária de Viseu. Precisam de uma concepção de fileira, e o que há, é o vazio dos serviços oficiais depauperados de meios e recursos humanos! E pairam no ar e na terra, os riscos de fogo bacteriano, que já atingiram fortemente pomares do distrito mais a Sul, sem resposta adequada do governo!

(sublinhados meus)

(continua)

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publicado por António Vilarigues às 10:02
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A agricultura no nosso país caminha para a ruína por culpa de PSD/CDS e PS (1)

Vídeo

A agricultura no nosso país caminha para a ruina por culpa de PSD/CDS e PS

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1. Na segunda-feira estive no distrito de Viseu com dirigentes da Cooperativa Agrícola de Távora/Moimenta da Beira e da União das ADS/OPP (Associações de Defesa Sanitária/Organizações de Produtores Pecuários) da Beira Alta. E estranha é a sensação de que os problemas detectados na visita à mesma região há um ano tenham sido congelados. Eram os mesmos. (Os mesmos aliás de uma visita da Comissão de Agricultura há 6 anos!) Os mesmos, com um pequeno/grande pormenor. Há um ano havia expectativas, que hoje se frustraram, se esvaziaram completamente. Bastou um ano Srs. Deputados!

Tantas promessas, srs. deputados do PSD e CDS! Tanta e quase sempre justa oposição à política agrícola do governo PS/Sócrates! Tanta crítica e propostas alternativas, para depois de um ano, de governo, certamente com outra encenação, reproduzirem o essencial dessa política, argumentarem como argumentava o PS, fazerem o que fazia o Ministério da Agricultura do PS. Isto é, pouco! Zero!

Com situações, como no Douro ou na sanidade animal que, não tendo sido sanadas, se agravaram brutalmente.

PSD e CDS sabiam o que fazer na agricultura! Hoje não sabem. Desaprenderam rapidamente!

(sublinhados meus)

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publicado por António Vilarigues às 08:00
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
Penalva do Castelo na Comunicação Social (II)

                                                              


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publicado por António Vilarigues às 08:50
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Penalva do Castelo na Comunicação Social (I)

   


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publicado por António Vilarigues às 18:27
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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008
Penalva do Castelo - XIII Feira da Maçã Bravo de Esmolfe

                  


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publicado por António Vilarigues às 18:46
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008
Penalva do Castelo - XVII Feira do Pastor e do Queijo

    A Câmara Municipal de Penalva do Castelo vai promover no próximo dia 1 de Fevereiro de 2008, a décima sétima edição da Feira / Festa do Pastor e do Queijo, um dos principais eventos do Concelho que atraí muitos visitantes.
A produção artesanal do Queijo Serra da Estrela constitui uma das potencialidades endógenas das terras de Penalva, tendo um peso significativo em termos sócio-económicos.
Procurando corresponder à importância sócio-económica do produto, e tendo em atenção a sua qualidade e genuinidade, o Município de Penalva do Castelo tem organizado, desde 1983, com diversos formatos (concursos), a Feira/Festa do Pastor e do Queijo.
A realização da Feira/Festa do Pastor e do Queijo insere-se numa estratégia que visa a promoção da "triologia de excelência produtiva" de Penalva do Castelo : o Queijo da Serra, o vinho "Dão de Penalva", a maçã "Bravo de Esmolfe".
                 

In Câmara Municipal de Penalva do Castelo

              


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publicado por António Vilarigues às 12:38
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
Maçã Bravo Esmolfe

Texto de Ricardo Bordalo, da Agência Lusa

    A maçã de Bravo Esmolfe é portuguesa e única no mundo, deve o seu nome à aldeia de Esmolfe, Penalva do Castelo, mas a sua produção actual, apenas seis mil toneladas/ano, certificadas, impede a conquista dos mercados internacionais.

Na Feira da Maçã de Bravo Esmolfe, que há 12 anos se realiza na terra que foi o seu berço, Esmolfe, duas questões surgem anualmente tão importantes como o próprio produto: a sua certificação e a escassa rentabilidade para o produtor.

António Alves, produtor de Bravo Esmolfe, que vendia hoje (6 de Outubro) de manhã a caixa de oito quilos por sete euros queixa-se à Agência Lusa do negócio: "Ó meu amigo, isto ou se vende barato ou não se vende de todo".

"As pessoas sabem que este é um produto único mas quando vêm a Bravo a ser vendida a 80 cêntimos ou a um euro e têm as outras variedades por 30 ou 40 cêntimos, optam pelo mais barato. E nós não podemos fazer menos", disse este produtor.

Há um factor que pode ser decisivo no futuro próximo, quando os estudos que estão a ser realizados provarem aquilo que já todos desconfiam: que a maçã de Bravo Esmolfe tem particularidades que podem fazer "milagres" na saúde das pessoas.

Mas, para já, o que é mais importante, como explicou à Lusa Rogério Martins, presidente da Fenafrutas, uma cooperativa de produtores, o esforço essencial para que esta maçã possa triunfar é colocar a certificação como prioridade.

"A afirmação da Bravo Esmolfe passa pelo consumidor que tem que ser informado da importância da certificação como elemento essencial da garantia de qualidade e, depois, então, o produtor perceber que este elemento - a certificação - é uma mais valia para o seu negócio", disse Rogério Martins.

José Luís Araújo, director da Gazeta Rural, publicação especializada no sector agrícola, coloca o dedo onde mais dói, que é o facto de os grandes lucros estarem concentrados na distribuição, onde ficam 70 por cento das mais valias geradas.

"Enquanto esta realidade se mantiver, vai ser difícil convencer os produtores a ir mais longe, nomeadamente no processo de certificação", disse o jornalista, defendendo ainda que "a certificação deve ser rapidamente descomplicada e menos onerosa".

Neste momento a Bravo Esmolfe já usufrui da Denominação de Origem Protegida e a Felba - Promoção das Frutas e Legumes da Beira Alta, é a entidade responsável pela certificação.

César Pereira, gestor de produtos de qualidade da Felba, não tem dúvida alguma de que o potencial esta maçã para o mercado da exportação "é enorme", para além de ser um veículo da imagem do país, mas, admite, as seis mil toneladas/ano certificadas não permite grandes aventuras para lá da fronteira.

No entanto, o cenário pode mudar radicalmente, adianta César Pereira, que lembra que actualmente a produção nacional de maçã é de 300 mil toneladas/ano, 130 das quais na Beira Alta, 43 por cento do total nacional, sendo que a Bravo Esmolfe apenas perfaz seis mil do bolo total.

"No mínimo e a médio/curto prazo, a produção pode crescer 10 vezes", diz este técnico, tendo em conta que são mais de três dezenas de concelhos abrangidos pela região demarcada, agregando quatro distritos, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Coimbra.

O potencial médio de produção da Bravo Esmolfe chega às 20 toneladas por hectare, embora as outras variedades cheguem às 40, mas entre as vantagens e as desvantagens inerentes à natureza do produto, todos auspiciam um "bom futuro" à Bravo Esmolfe.

Tojal Rebelo, gerente da SOMA, Sociedade Agro-Comercial que se dedica à produção, armazenagem e distribuição, sendo uma das mais importantes empresas do sector no país, com sede em Moimenta da Beira, aponta como "contras" o facto de ser uma maçã "muito sensível", alterna bons com maus anos e tem queda precoce.

Por outro lado, nos "prós", estão o facto de ser uma maça que floresce mais tarde, exige menos intervenção fitossanitária, escapa à época das geadas e resiste bem ao "pedrado", doença da maçã.

Para resolver está ainda a "guerra" entre as empresas que distribuem o produtor e as grandes superfícies, com estas a reivindicar, para aceitarem vender a maçã, que esta surja com a sua marca, o que prejudica todos os outros a montante do processo entre a produção e a intermediação.

(sublinhados meus)

  

In "Expresso" on line

    


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publicado por António Vilarigues às 18:28
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