TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 16 de Maio de 2016
A um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo

Intervenção de Jerónimo de Sousa em Molelos, Tondela

 

«Temos uma ideia fundamental, a um posto de trabalho permanente deve corresponder um contrato efectivo.

É uma condição fundamental e a lei deve prever isso: que esse trabalhador num posto permanente passe, de facto, para um contrato de trabalho efectivo»

 


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Sexta-feira, 13 de Maio de 2016
13 de Maio 1934 – Monumento ao Marquês de Pombal

Marquês de Pombal_estátua

A ideia de erigir um monumento a Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e ministro do Rei D. José, através de subscrição pública tem origem nas comemorações do centenário da sua morte, em 1882.

A iniciativa só avança em 1913, ano em que é aberto o concurso público para a obra, no qual é aprovado o projecto dos arquitectos Adães Bermudes e António do Couto e dos escultores Simões de Almeida, Leopoldo de Almeida e Francisco Santos.

A obra impressiona pela sua opulência: do alto de um pedestal em pedra ricamente trabalhada com cerca de 40 metros de altura, Pombal, ladeado pelo leão – símbolo de força e determinação – contempla a Baixa.

Na frente do pedestal está uma figura feminina com o símbolo das quinas na proa do navio que pode simbolizar a Nação, enquanto as esculturas alegóricas mostram o Terramoto; a reconstrução da cidade; a agricultura; a pesca e a deusa da Ciência, da Indústria e das Artes.

Protagonista da reconstrução de Lisboa após o Terramoto de 1 de Novembro de 1755 e do incêndio que se lhe seguiu, o ministro foi um estadista polémico, sendo apresentado ora como um déspota ora como um modernista iluminado.

AQUI

 


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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016
Jerónimo de Sousa em Tondela - 15 de Maio - 12h30m

Cartaz_Jeronimo_Tondela_15-05-2016

Jerónimo de Sousa em Tondela Contra a Precariedade Laboral

 


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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015
PS, PSD e CDS – estão já em grandes manobras de dissimulação política visando iludir novamente os portugueses

aorv_abertura_2015-05-24

 Abertura da X Assembleia da Organização Regional de Viseu

 

«Quero, em nome da Direcção da Organização Regional de Viseu do PCP, saudar fraternalmente todos os participantes nesta Assembleia, na certeza de que a vossa presença em tão grande número, é por si mesmo um sinal inequívoco de que os trabalhos desta nossa reunião magna irão traduzir o crescimento da força do PCP no Distrito de Viseu e corresponderão às expectativas de todos quantos connosco têm partilhado e estamos certos continuarão a partilhar caminhos de luta por um Portugal soberano, justo e respeitador dos preceitos constitucionais.»

 

aorv_encerramento_2015-05-24Encerramento da X Assembleia da Organização Regional de Viseu

 

 «Nestes últimos tempos e à medida que fica cada vez mais perto o dia das eleições legislativas, temos assistido, tendo como protagonistas o conjunto dos três partidos que conduziram o País ao declínio e à crise, às operações de ilusionismo político na tentativa de iludirem as suas responsabilidades pela situação a que chegámos. Todos em comum a tentar salvar, na base de pequenas e ilusórias diferenças, a política de direita nacional e europeia que conduziu o País à ruína e igualmente o sistema do rotativismo, da alternância sem alternativa!»

 


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Domingo, 24 de Maio de 2015
É hoje!

Convite X Assembleia

Jerónimo de Sousa na X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

 


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Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Jerónimo de Sousa na X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

Jerónimo de Sousa 2015

Jerónimo de Sousa na X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

 

 


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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015
X Assembleia da Organização Regional de Viseu do PCP

AORV

 


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Domingo, 3 de Maio de 2015
UPP: «Da Resistência Antifascista à Nacionalização da Banca»

UPP Nacionalização Banca

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Domingo, 1 de Junho de 2014
Os povos falaram!

 

  • Os resultados põem em evidência o descrédito da União Europeia e das suas orientações e políticas;
  • A abstenção, em termos globais, manteve-se a um nível elevado (na ordem dos 56,9%);
  • Penalização, em termos globais, das forças da social-democracia e da direita, que têm vindo a protagonizar e a conduzir o processo de integração capitalista europeia;
  • Aumenta o número de deputados que integram o grupo da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu, que o PCP integra;
  • Regista-se o avanço de algumas forças políticas de extrema-direita, indissociável do empolamento e projecção que lhes foram dados;
  • Recorde-se que no quadro das eleições para o Parlamento Europeu, o PCP e outros partidos tomaram a iniciativa de promover um «Apelo Comum» em que os 20 partidos que o subscreveram – comunistas, progressistas e de esquerda – se comprometem a cooperar para a rejeição do rumo imposto pela UE e a trabalhar por uma Europa de progresso social e de paz, de igualdade e cooperação.

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Sexta-feira, 30 de Maio de 2014
Os resultados eleitorais na União Europeia (a 27)
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Uma torrente de protesto varreu a generalidade dos países da União Europeia, esvaziando os partidos sociais-democratas e conservadores, cuja maioria no Parlamento Europeu está hoje mais reduzida que nunca.

  • Na Alemanha, os democratas-cristãos e os sociais-cristãos (CDU/CSU) venceram com 35,3 por cento dos votos, elegendo um total de 34 deputados, contra 37,9 por cento e 42 deputados somados pelos dois partidos em 2009. Os sociais-democratas, apesar de participarem no governo Merkel, recuperaram eleitorado conquistando 27,3 por cento e 27 deputados (mais 5,6 pontos percentuais e cinco deputados face a 2009). Os Verdes desceram de 12,1 para 10,7 por cento, perdendo três dos seus 14 deputados. O Die Linke (esquerda) baixou ligeiramente de 7,5 para 7,4 por cento, o que lhe terá custado um dos oito deputados de que dispunha. Resultado praticamente idêntico foi obtido pelo recentíssimo partido Alternativa para a Alemanha (AfD), uma formação criada há apenas um ano, que alcançou sete por cento e sete deputados. Entre os outros sete partidos que elegeram um deputado cada, está o partido neonazi NPD, que conseguiu pela primeira vez eleger um deputado ao Parlamento Europeu, dos 96 eleitos pela Alemanha.
  • Na Áustria, os conservadores do OVP lideraram o escrutínio com 27 por cento e cinco deputados (contra 30% e seis deputados em 2009), seguido de perto pelo Partido Social-Democrata (SPO), que recupera menos de meio ponto percentual (24,1%), mas consegue eleger mais um representante, num total de cinco. A extrema-direita do FPO passa de 12,7 e dois deputados para 19,7 e quatro eleitos. Os Verdes sobem de 9,5 por cento e dois deputados para 14,5 e três deputados. Por último o partido NEOS recolhe 8,1 por cento e elege um deputado.
  • Na Bélgica, os votos dispersaram-se por uma variedade de partidos, surgindo à cabeça a Nova Aliança Flamenga (nacionalista liberal e ecologista) com 16,35 por cento e quatro deputados, contra 6,1 por cento e um deputado em 2009. Seguiu-se o Open VLD (liberais conservadores), com 12,5 por cento e três deputados; os democratas-cristãos (CD&V) com 12,2 por cento e dois deputados; o Partido Socialista com 11,1 por cento e três deputados, o Movimento Reformador com 10,3 por cento e três deputados; o Partido Socialista Flamengo, com oito por cento e um eleito. Os verdes (Groen na Flandres e Ecolo na Valónia) recolhem respectivamente 6,4 e 4,6, elegendo um deputado cada. Por último o Centro Democrático Humanista elege um deputado (4,3%), o mesmo que a extrema-direita do Vlams Belang, que baixa de 9,8 por cento e dois deputados em 2009 para 4,3 por cento e um deputado.
  • Na Bulgária, o GERB (centro direita) venceu a eleição com 30,5 por cento e seis deputados, superando os 24,4 por cento e cinco deputados conquistados em 2009. Os sociais-democratas (BSP), no poder, sofrem uma pesada derrota, alcançando apenas 19 por cento e quatro deputados. O DPS, da minoria turca, sobe de 14,2 por cento e três deputados para 17,1 por cento e quatro deputados. Seguiram-se as formações «Bulgária sem Censura», com 10,6 por cento e dois deputados e o Bloco Reformista com 6,4 por cento e um deputado. Sem eleitos ficaram os nacionalistas Ataka, e o NDSV do ex-monarca Simeão.
  • No Chipre, os conservadores do Agrupamento Democrático (DISY), no poder, venceram com 37,7 por cento e dois deputados. Na segunda posição ficaram os comunistas do AKEL, que baixaram de 34,9 por cento para 26,9 por cento, mantendo no entanto os dois deputados. O DIKO (Partido Democrático) e o EDEK (sociais-democratas) obtiveram um deputado cada, com 10,8 por cento e 7,7 por cento (12,3% e 9,9% em 2009, respectivamente).
  • Na Croácia, a União Democrática Croata (HDZ), de direita, impôs-se à coligação social-democrata, liderada pelo SDP do primeiro-ministro Zoran Milanovic, recolhendo 41,4 por cento dos votos e seis deputados, contra 29,9 por cento e quatro deputados da formação do governo. O novo partido ecologista ORaH obteve 9,42 por cento dos votos e elegeu um deputado.
  • Na Dinamarca, o Partido do Povo Dinamarquês (DF), antieuropeísta e xenófobo, foi a formação mais votada com 26,6 por cento e quatro eleitos, seguindo-se os sociais-democratas, no poder, com 19,1 por cento e três lugares (20,9% e quatro lugares em 2009). Os liberais perderam um dos três deputados, e baixaram de 19,6 por cento para 16,7 por cento, o mesmo sucedendo com o Partido Socialista do Povo (SF), que desceu de 15,4 por cento e dois deputados para 10,9 por cento e um eleito. Também os conservadores (KF) desceram de 12,3 por cento para 9,2 por cento, mantendo o deputado. Já o movimento popular anti União Europeia (N), que integra o grupo da Esquerda Unitária Europeia, reforçou a sua votação, de sete para 8 por cento, elegendo o seu deputado.
  • Na Eslováquia, país em que a abstenção atingiu o recorde de 87 por cento, os sociais-democratas do SMER, do primeiro-ministro Robert Fico, ganharam a eleição com 24 por cento e quatro deputados (32% e cinco deputados em 2009), seguindo-se dois partidos democratas-cristãos (KDH e SDKU-DS), com 13,2 por cento e 7,7 por cento, respectivamente, e dois eleitos cada. Outros cinco partidos elegeram um deputado cada, designadamente, os conservadores da «Gente Comum» (OĽaNO), com 7,4 por cento, do Nova – Dohoda (6,8%), do «Liberdade e Solidariedade» (SaS), com 6,6%, e ainda dois partidos da minoria húngara, SMK-MPK e MOST-HID, com 6,5 e 5,8 por cento, respectivamente. A extrema-direita do SNS perdeu o seu deputado não indo além dos 3,6 por cento contra 5,5 em 2009.
  • Na Eslovénia, a direita (SDS) ganhou as eleições com 24,6 por cento e três deputados, seguindo-se a coligação Partido Popular e Nova Eslovénia (NSi-SLS), com 15,2 por cento e dois deputados. Em terceiro lugar ficou o novo partido Verjamem («Eu Acredito»), com 10,6 por cento e um deputado, à frente do partido dos pensionistas (Desus), com 9,1 por cento e dos sociais-democratas (SD) que baixaram de 18,4 e dois deputados para 8,1 por cento e um deputado.
  • Em Espanha, os dois maiores partidos sofreram uma hecatombe eleitoral perdendo mais de 5,2 milhões de votos e ficando juntos abaixo dos 50 por cento. O PP conseguiu 26 por cento e 16 deputados (42,2 por cento e 23 lugares em 2009) e o PSOE 23 por cento e 14 deputados (38,5 por cento e 21 deputados em 2009). Como terceira força mais votada surge a Esquerda Plural, constituída pela Esquerda Unida, Verdes e outras formações, com dez por cento dos votos e seis deputados (3,7% e dois deputados em 2009). Outra novidade foi a emergência do partido «Podemos», nascido do movimento dos indignados, que conquistou oito por cento e cinco deputados. Também a União Progresso e Democracia (UPyD) teve um progresso assinalável duplicando a votação para 6,4 por cento e elegendo quatro deputados (2,9 e um deputado em 2009). A Coligação pela Europa, que junta os partidos nacionalistas da Catalunha, País Basco, Canárias e outros, teve um ligeiro crescimento percentual (de 5,1% para 5,4%), mantendo os três deputados. A coligação «Esquerda pelo Direito a Decidir» (EPDD), que inclui, entre outros, a Esquerda Republicana (ERC), a mais votada na Catalunha, obteve quatro por cento e dois deputados. A coligação «Os Povos Decidem» (LPD), que inclui entre outros a força basca Euskal Herria Bilu (HE Bildu) e o Bloco Nacionalista Galego (BNG) elegeu um deputado com dois por cento dos votos. Finalmente a Primavera Europeia (ecologista) recolheu 1,9 por cento e elegeu um deputado.
  • Na Estónia, o Partido da Reforma (ER), no governo, venceu com 24,3 por cento e dois eleitos, secundado pelos liberais do Partido do Centro (KE), com 22,4 por cento e um eleito. Com um eleito cada ficaram outros três partidos, a saber: IRL (direita) com 13,9 por cento, (SDE) sociais-democratas e a lista independente de Indrek Tarand, com 13,2 por cento.
  • Na Finlândia, a Coligação Nacional conservadora (KOK), no poder, foi a mais votada com 22,6 por cento e três deputados (resultado similar ao de 2009), seguida pelo Partido do Centro (Kesk), com 19,7 por cento e três deputados, pelos populistas «Verdadeiros Finlandeses» (PS), com 12,9 por cento e dois deputados e pelos sociais-democratas (SDP), que baixam de 17,5 para 12,3 por cento, mantendo os dois deputados. Por seu lado, a Aliança de Esquerda (VAS) sobe de 5,9 por cento para 9,3 por cento, elegendo um deputado que integrará o GUE/NGL. Inversamente os verdes (VIHR) descem de 12,4 para 9,3 por cento e perdem um dos dois deputados. Finalmente os centristas do SFP (RKP) mantêm a votação (6,7%) bem como o seu deputado.
  • Na França, a Frente Nacional (extrema-direita) ficou à frente dos partidos de direita e da social-democracia, com 24,9 por cento e 24 deputados (6,3% e três deputados em 2009). Na segunda posição ficou a União para um Movimento Popular (UMP), com 20,8 por cento e 20 deputados (27,8% e 29 deputados em 2009), e o Partido Socialista, no poder, com 14 por cento e 13 deputados, a mais baixa votação de sempre dos socialistas (16,5% e 14 deputados em 2009). A coligação dos democratas «Alternativa» (UDI+MoDem) recolheu 9,9 por cento e sete deputados, seguindo-se a Europa Ecologia com 8,9 por cento e seis deputados. Finalmente a Frente de Esquerda soma 6,3 por cento e três deputados a que se junta um deputado eleito pela União do Ultramar. Em relação a 2009, a Frente de Esquerda perdeu um deputado, apesar de ter subido 0,3 pontos percentuais.
  • Na Grã-Bretanha, o sufrágio foi ganho pelo Partido da Independência do Reino Unido (UKIP), contra a UE, tendo conquistado 24 dos 73 deputados eleitos pelo país e cerca de 27,5 por cento. O UKIP obteve assim mais dois pontos percentuais do que os trabalhistas (25,4%) e mais 3,5 pontos percentuais face aos conservadores (23,9%). Os liberais-democratas foram ultrapassados pelos Verdes, de acordo com os resultados parciais conhecidos à hora do fecho desta edição.
  • Na Grécia, o Syriza venceu as eleições, afirmando-se igualmente como a formação mais votada na região de Ática, que engloba Atenas e um terço do eleitorado grego, com 26,6 por cento dos votos e seis deputados. Os conservadores da Nova Democracia, no governo, obtiveram 22,7 por cento e cinco deputados (32,3% e oito deputados em 2009). Em terceiro lugar ficou o partido neonazi Aurora Dourada com 9,4 por cento e três deputados (7,15% e dois deputados em 2009), à frente dos sociais-democratas do Pasok, rebatizados de Elia (8% e dois assentos contra 36,6% e oito deputados em 2009) e do novo partido social-democrata Potami (6,6% e dois assentos). Os comunistas do KKE desceram de 8,4 para seis por cento, mas mantiveram os seus dois deputados. Por último, o partido populista e nacionalista «Gregos Independentes» obteve 3,4 por cento e um deputado.
  • Na Holanda, os sociais-liberais do D66 venceram o escrutínio com 15,4 por cento e quatro deputados (11,3% e três deputados em 2009). Embora praticamente empatados na votação, com 15 por cento, os democratas-cristãos conquistaram mais um deputado, num total de cinco, seguidos pelo Partido da Liberdade (PVV), de extrema-direita, liderado pelo deputado Geert Wilders, que baixou de 17 para 13,2 por cento, embora tenha mantido os seus quatro deputados. O Partido da Liberdade e Democracia (VVD), que governa com o PvdA, manteve a sua votação (11,9% e três deputados), enquanto o Partido Socialista (SP) sobe de 7,1 para 9,6 pro cento e dois deputados, superando em percentagem os sociais-democratas do PvdA, os quais, no entanto, lograram eleger três deputados. A União Cristã-SGP (protestantes calvinistas) recolheu 7,6 por cento dos votos e dois deputados, ao mesmo tempo que os Verdes perdem um dos três deputados, descendo de 8,9 para sete por cento.
  • Na Hungria, a direita do (FIDESZ-KDNP) venceu com 51,5 por cento e 12 deputados (56,4% e 14 deputados em 2009), seguindo-se o partido JOBBIK (a extrema-direita), com 14,7 por cento e três deputados, resultado similar ao de 2009. Em queda acentuada estiveram os sociais-democratas do MZSP, que recuaram para terceira força com 10,9 por cento e dois deputados (17,3% e quatro deputados em 2009). À Coligação Democrática, de centro-esquerda, que obteve 9,8 por cento e dois deputados, seguiram-se dois partidos ecologistas (E14-PM e LMP), com 7,2 por cento e cinco por cento, respectivamente, cada com um deputado.
  • Na Irlanda, uma lista de independentes liderou a votação, com 24 por cento, embora só tenha elegido um deputado. Seguiram-se os liberais-democratas do Fianna Fáil e conservadores do Fine Gael. Ambos obtiveram 22 por cento dos votos, mas o primerio elegeu dois deputados enquanto o segundo elegeu quatro. Por seu turno o Sinn Féin teve uma assinalável subida, passando de 11,2 por cento e um deputado para 17 por cento e três deputados. O Partido Verde alcançou seis por cento e um deputado.
  • Na Itália, o Partido Democrata (PD) teve uma acentuada subida, alcançando 40,8 por cento dos votos e 31 deputados (26,1% por cento e 22 deputados em 2009), deixando em segundo lugar o Movimento 5 Estrelas, do comediante Beppe Grillo, com 21,1 por cento e 17 deputados. Em terceiro lugar vem o partido de Berlusconi Força Itália, com 16,8 por cento e 13 deputados, a Liga do Norte com 6,1 pro cento e cinco deputados e a coligação de direita (NCD,UDC e PPI), com 4,3 e três deputados, e, por último, a «Outra Europa com Tsipras), que obtêm 4.3 por cento e três deputados.
  • Na Letónia, a coligação governamental «Unidade» (direita) obteve 46 por cento e quatro deputados. Em segundo lugar ficou a coligação Aliança Nacional com 14 por cento e um eleito, seguindo-se o partido Harmonia com 13 por cento e um deputado, a união de agricultores e verdes (ZZS), com oito por cento e um deputado e o partido dos Verdes (LKS) com seis por cento e um deputado.
  • Na Lituânia os cristãos-democratas (TS-LKD) venceram com uma diferença mínima em relação ao Partido Social-Democrata, no governo, obtendo 17,4 e 17,3 por cento, respectivamente, e dois deputados cada. Seguiram os liberais (LRLS), com 16,2 por cento e dois deputados, o partido «Ordem e Justiça», com 14,27 por cento e dos deputados, o partido trabalhista (DP), com 12,8 por cento e um deputado e, finalmente, o partido da minoria polaca (LLRA), com oito por cento e um eleito.
  • No Luxemburgo, os sociais-cristãos (CSV) venceram com 37,6 por cento e três deputados, enquanto os Verdes ascenderam ao segundo lugar com 15 por cento e um deputado, à frente do Partido Democrático (direita), com 14,7 e um deputado, e dos sociais-democratas, que descem de 19,4 por cento para 11,7 por cento, mas mantêm o seu deputado.
  • Em Malta, os trabalhistas mantiveram uma votação expressiva (53%) e elegeram mais um deputado no total de quatro. A segunda força é o partido nacionalista que desceu ligeiramente de 40,49 por cento para 40 por cento, reelegendo os dois deputados.
  • Na Polónia, o partido «Lei e Justiça» vence em percentagem (32,3%), mas é igualado em número de deputados pela Plataforma Cívica (PO), no governo, que baixou de votação de 44,4 por cento e 25 deputados para 31,34 por cento e 19 deputados. A aliança social-democrata (SLD) recolheu 9,5 por cento dos votos e cinco deputados, o partido dos agricultores (PSL) chega aos 7,2 por cento e cinco, e o partido da Nova Direita (KNP) chegou aos 7,1 por cento e quatro deputados.
  • Na República Checa, o partido de centro-direita «Ano 2011», que integra a coligação de governo com os sociais-democratas, venceu com 16,1 por cento, seguida de perto pela oposição conservadora TOP 09, com 15,5 por cento e pelos sociais-democratas (CSSD), com 14,1 por cento. Estes três partidos elegeram quatro deputados cada. Os comunistas do KSCM constituem a quarta força, com 11 por cento e três deputados (terceira força com 14,2 por cento e quatro deputados em 2009). Seguiram-se os democratas-cristãos (KDU-CSL), com dez por cento e três deputados e, por último, os democratas cívicos (ODS) com 7,7 por cento e dois deputados (31,4% e nove deputados em 2009).
  • Na Roménia, os sociais-democratas (PSD), no poder, ganharam o sufrágio com 37,6 por cento e 16 deputados, seguidos ao longe pelos liberais (PNL) na oposição, com 15 por cento e seis deputados, e pelos democratas-liberais (PDL), com 12,2 por cento e cinco deputados. O candidato independente Mircea Diaconu foi eleito com 6,8 por cento, à frente do partido da minoria húngara (UDMR) com 6,5 por cento e dois eleitos e Partido do Movimento Popular, com 6,3 e igualmente dois eleitos. O Partido da Grande Roménia (PRM), de extrema-direita, foi irradiado do hemiciclo perdendo os seus três eleitos.
  • Na Suécia, o Partido Moderado, no governo, sofreu uma pesada derrota vendo-se relegado para terceiro lugar, com 13,6 por cento e três eleitos, atrás dos verdes que elegeram o mesmo número de deputados com 15,3 por cento, e dos sociais-democratas, a força mais votada, com 24,4 por cento e seis eleitos. Os liberais (FP) foram a quarta força com dez por cento e dois eleitos, seguindo-se os Democratas Suecos (SD) com 9,7 por cento e dois deputados, o Partido do Centro, com 6,5 por cento e um eleito, o Partido da Esquerda (V), com 6,3 por cento e um deputado, os democratas-cristãos (KD), com seis por cento e um deputado e, por fim, a Iniciativa Feminista (anti-racista) que obteve 5,3 por cento dos votos e elegeu um deputado.
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publicado por António Vilarigues às 13:44
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2014
Expliquem-me, muito, muito, muito devagar...

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Senhores comentadores, analistas, politólogos, jornalistas e outros que tais:

Por favor expliquem-me, muito, muito, muito devagar, como se eu fosse muito, muito, muito burro, o porquê de tendo  PPD/PSD + CDS/PP = O PIOR RESULTADO de todas as 38 eleições já realizadas em Portugal desde o 25 de Abril, isso não é uma «derrota histórica»...

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publicado por António Vilarigues às 07:44
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Segunda-feira, 26 de Maio de 2014
Análise concreta da realidade concreta...
  • PPD/PSD + CDS/PP = O PIOR RESULTADO de todas as 38 eleições já realizadas em Portugal desde o 25 de Abril.
  • PS = O mais baixo resultado de sempre em eleições para o Parlamento Europeu.
  • CDU = Subida de dois pontos percentuais e + 1 deputado (em Viseu + 414 votos).

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  • PS + PPD/PSD + CDS/PP = Cerca de 60% dos votos (o mais baixo resultado de sempre do chamado «arco da governação»)

 

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publicado por António Vilarigues às 08:15
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2014
Dá uma lição à política da troika: VOTA CDU

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publicado por António Vilarigues às 00:08
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
Sabia que...

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Sabia que...

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  • Portugal é contribuinte líquido para a União Europeia?
  • O Tratado Orçamental que PS, PSD e CDS aprovaram no Parlamento Europeu e ratificaram na Assembleia da República é um verdadeiro colete-de-forças ao desenvolvimento do País?
  • PS, PSD e CDS estiveram contra um referendo quando entramos no euro?
  • Os deputados do PCP foram os únicos que votaram contra o novo estatuto remuneratório do Parlamento Europeu?

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publicado por António Vilarigues às 12:56
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014
Desfazer Mistificações...

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Desfazer Mistificações

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Para Ler:

  • Se a CDU está contra a União Europeia, para quê votar CDU?
  • A CDU é contra o federalismo da UE mas defende o reforço do Orçamento Comunitário?
  • A CDU é contra a Europa?
  • A CDU e a saída do Euro
  • Defender os interesses do país é ser nacionalista?

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publicado por António Vilarigues às 12:43
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Domingo, 18 de Maio de 2014
CDU: Defender o Povo e o País

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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Terça-feira, 13 de Maio de 2014
Inês Zuber da CDU em Tondela e Região de Lafões na defesa do interior

   Inês Zuber, actual deputada e candidata da CDU ao Parlamento Europeu, esteve no distrito de Viseu, em Tondela e na Região de Lafões, em contacto com as populações, trabalhadores, pequenos comerciantes e habitantes em geral, dando a conhecer algumas das propostas da CDU para as eleições que se realizam no dia 25 deste mês.


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publicado por António Vilarigues às 16:40
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2014
BOLETIM DE VOTO
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014
Convite CDU: Comício-Festa, 10 de Maio, 15h, Coliseu de Lisboa

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2014
Aumento da votação da CDU dará expressão às aspirações dos trabalhadores e do povo

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Domingo, 27 de Abril de 2014
João Ferreira, cabeça de lista da CDU às eleições para o PE, vai estar em Viseu

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João Ferreira vai estar em Viseu

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publicado por António Vilarigues às 09:56
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Sábado, 12 de Abril de 2014
Margarida Barbedo integra lista da CDU ao Parlamento Europeu

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Margarida Barbedo integra lista da CDU ao Parlamento Europeu

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publicado por António Vilarigues às 09:58
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Domingo, 16 de Março de 2014
37 anos de política de direita e 28 anos de integração capitalista na CEE/UE
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As consequências de 37 anos de política de direita e de 28 anos de integração capitalista na CEE/UE estão bem presentes na realidade social, económica e política do país:

  • Portugal tem hoje um aparelho produtivo mais debilitado e mesmo destruído em sectores de importância estratégica, dependente e submetido à estratégia das grandes transnacionais;
  • O sector empresarial público, estratégico para o desenvolvimento do País, foi, praticamente, desmantelado pela política de privatizações e entrega ao capital estrangeiro;
  • O País está confrontado com graves défices estruturais, como o alimentar, produtivo, energético ou tecnológico;
  • Acentuaram-se as desigualdades sociais e o desemprego. A precariedade laboral e a pobreza alastraram a amplas camadas da população. Os salários, reformas e pensões médias dos trabalhadores portugueses continuam a ser os mais baixos da União Europeia (a 15) e dos mais baixos da União Europeia a 28;
  • Restringiram-se direitos laborais;
  • Colocaram-se em causa direitos sociais, nomeadamente pela privatização e encerramento de serviços públicos;
  • Portugal entrou em divergência com a UE, agravando o fosso e as desigualdades em relação aos países economicamente mais desenvolvidos;
  • As assimetrias regionais (com extensas áreas de desertificação económica e humana, e elevadas concentrações populacionais nas áreas metropolitanas) não pararam de se agravar. O recurso à emigração é novamente alternativa à falta de emprego em Portugal;
  • A política externa portuguesa é cada vez mais submissa aos interesses das grandes potências europeias e à estratégia dos EUA e da NATO, seja no plano das relações económicas e políticas, seja na utilização das forças armadas e de segurança portuguesas em missões de intervencionismo imperialista, contrárias aos interesses nacionais.
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É este rumo sem futuro que sucessivos governos ao serviço do grande capital monopolista têm imposto ao País.
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publicado por António Vilarigues às 10:31
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Quarta-feira, 12 de Março de 2014
Declaração Programática do PCP para as Eleições para o Parlamento Europeu
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Declaração Programática do PCP para as Eleições para o Parlamento Europeu

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publicado por António Vilarigues às 15:24
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Terça-feira, 4 de Março de 2014
As eleições para o Parlamento Europeu

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O Comité Central do PCP sublinha o significado e importância do reforço da CDU e do número dos seus deputados no Parlamento Europeu

  • para a firme defesa dos interesses portugueses,
  • para minimizar os condicionamentos e consequências negativas da integração,
  • para utilizar a favor do progresso social todos os meios e possibilidades,
  • para lutar contra as imposições supranacionais e as limitações à democracia e à vontade do povo,
  • para agir especificamente e em articulação com os trabalhadores e os povos de outros países para romper com o processo de integração capitalista europeu.

Uma presença que, distintamente de quaisquer outros deputados, dará expressão às aspirações dos trabalhadores e do povo e que encontrará na profunda ligação aos problemas concretos do país o elemento e razão central da sua intervenção no Parlamento Europeu.

Uma presença que, distintamente de todas as outras, afirme o direito de Portugal a um desenvolvimento soberano de acordo com os interesses nacionais dos trabalhadores e do povo, cuja concretização deve prevalecer face a condicionamentos e constrangimentos.

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Domingo, 2 de Fevereiro de 2014
Apresentação do 1º Candidato da CDU ao Parlamento Europeu
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012
Congresso Internacional Marx em Maio - Vídeos das intervenções

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publicado por António Vilarigues às 12:58
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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
O Futuro: Isto vai meus amigos isto vai

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O Futuro    
 
Isto vai meus amigos isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente.


Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente.

Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.

O que é preciso é termos confiança
se fizermos de Maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai.

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José Carlos Ary dos Santos

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
30 mil exigem a rejeição do Pacto de Agressão
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Foi uma impressionante manifestação, aquela que o PCP promoveu esta tarde em Lisboa, que trouxe mais de 30 mil pessoas à rua contra o pacto de agressão e por um Portugal com futuro. Se a maioria eram militantes comunistas, muitos milhares não o eram, mas sentem as análises, as propostas e a luta como se fossem as suas próprias.

Com uma combatividade impressionante, os manifestantes trouxeram para as ruas os problemas, aspirações e lutas dos trabalhadores e do povo - contra a exploração e as desigualdades, contra a destruição dos serviços públicos e funções sociais do Estado, contra a extinção das freguesias - e afirmaram inequivocamente a sua determinação em construir uma outra política, patriótica e de esquerda.

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publicado por António Vilarigues às 16:21
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Sábado, 19 de Maio de 2012
«Tu, Liberdade Livre»

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A obra intitulada «Tu, Liberdade Livre» é composta por um poema inédito de Manuel Gusmão, uma serigrafia de Álvaro Siza e uma carteira de Armando Alves.

Trata-se de uma obra de arte limitada a 150 exemplares, numerada e assinada pelos autores.

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publicado por António Vilarigues às 12:47
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