TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Cerimónia anual de Homenagem aos Tarrafalistas

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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016
10 de Novembro de 2001 - «Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento»

Ciencia Avt

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) instituiu o dia 10 de Novembro como «Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento». Foi há 15 anos, em 2001, que a decisão foi tomada.

Na nossa casa comum – o planeta Terra – vive-se dias difíceis.

O bem supremo que é a Paz está hoje particularmente ameaçado.

O desenvolvimento económico e cultural indispensável à criação de condições de vida digna dos povos do Mundo não progride ao ritmo necessário, encontra-se estagnado ou mesmo regride em vastas regiões do globo.

No entanto, a Ciência, o conhecimento científico, avançam mais rapidamente do que nunca com crescente impacte no nosso dia-a-dia. Nem sempre, mas muitas vezes esse impacto é mais negativo do que positivo, com consequências nefastas sobre as condições de vida das pessoas e sobre a sustentabilidade a médio e longo prazo de um desenvolvimento que prossiga nos moldes actuais.

A Ciência e as suas aplicações práticas são um instrumento extremamente poderoso de transformação da natureza e da sociedade.

São todavia uma arma de dois gumes. anto permitem melhorar a esperança de vida como a probabilidade e a realidade de uma morte violenta.

É aqui que importa distinguir a Ciência factor de Paz e de desenvolvimento, criação de riqueza e bem-estar, da Ciência factor de guerra e destruição, material e moral, das realizações humanas, do próprio Homem e da Natureza que o sustenta.

Não é possível nem desejável impedir a procura de conhecimento novo – a investigação científica que faz avançar a Ciência –, seja sobre o mundo natural seja sobre os fenómenos sociais e a evolução das sociedades humanas.

Importa todavia ter em atenção de que forma esse conhecimento novo é aplicado distinguindo entre Ciência e as suas aplicações tecnológicas.

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Sábado, 16 de Julho de 2016
Banca Armada ao serviço da guerra: O florescente negócio do armamento

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Um total de 72 entidades financeiras dedicou 80 000 milhões de euros ao financiamento de 34 empresas de armamento convencional e nuclear, entre 2011 e 2015, revela um relatório divulgado pelo Centro Delàs de Estudos pela Paz.

Entre as empresas financiadas assinaladas no estudo estão algumas das principais companhias de armamento do mundo, como as norte-americanas Boeing, General Dynamics, Honeywell International, Lockheed Martin, Northrop Grumman, Textron e Raytheon, a italiana Finameccania, a britânica BAE Systems, a europeia Airbus, as espanholas Indra e Navantia, a coreana Poongsan e as francesas Safran e Thales.

Segundo o Centro Delàs, uma entidade independente com sede em Barcelona, os financiadores são bancos comerciais e/ou de investimento, pequenas entidades financeiras que gerem grandes patrimónios, seguradoras e mesmo entidades públicas, o que revela que o investimento em armamento é uma prática generalizada no sector financeiro. Esta «Banca Armada», como a designa o documento, não hesita em desviar para a indústria armamentista os recursos que nestes tempos de «crise» escasseiam noutros sectores.

De assinalar que o estudo se reporta apenas às entidades financeiras internacionais com papel relevante na «Banca Armada» espanhola (que só no período em apreço dedicou 5900 milhões de euros ao sector armamentista) e no Estado espanhol, deixando de fora muitas mais devido à escassez de dados.

No relatório aparecem implicadas algumas das maiores entidades estrangeiras instaladas em Espanha, lideradas pelas norte-americanas Bank of America, Citi Group e JP Morgan com investimentos em armas superiores a 10 000 milhões de euros. No ranking aparece também o Bank of China (ICBC); os bancos franceses: BNP, Crédit Agricole e Société Générale, com investimentos superiores a 4000 milhões de euros; as entidades financeiras do Reino Unido (HSBC, Barclays, Lloyds), da Alemanha (Deutsche Bank) e da Suíça (Crédit Suisse), para além da célebre Goldman Sachs. Emparelham com estas entidades financiadoras da indústria armamentista os dois gigantes da banca espanhola, BBVA e Santander, e a Banca Privada de Andorra. Quanto a seguradoras, o estudo refere os gigantes mundiais Allianz, AIG, Axa e Aviva como as empresas que mais investem no sector do armamento.

Há também empresas e instituições públicas envolvidas neste negócio, afirma o relatório, citando entre outras o Fundo de Garantia de Depósitos de Entidades de Crédito e o Fundo Norueguês de Pensões.

Em jeito de conclusão, o estudo do Centro Delàs regista a existência de um florescente negócio relacionado ao sector do armamento, e adverte que «quando se investe em armas não apenas se deixa de investir noutros sectores (educação, saúde…), como o facto de se investir em armas supõe que se está a fazê-lo em produtos que se não forem utilizados representam um gasto final inútil, e que se forem utilizados provocam destruição e morte».

AQUI

 

O que se investe em armas falta na saúde e na educação...

 


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Quinta-feira, 31 de Março de 2016
31 de Março de 1821 – Fim da Inquisição em Portugal

Inquisição 1831

O Tribunal do Santo Ofício, comummente designado por Inquisição, foi instituído em Portugal em 1536, no reinado de D. João III.

Visto como uma «nova arma de centralização régia», que permitiu perseguir e liquidar o crescente poder dos cristãos-novos considerados pela coroa portuguesa como uma ameaça, o tribunal eclesiástico tinha oficialmente como missão inquirir dos desvios da fé católica, das heresias e práticas pagãs, mas estendeu-se a muitas outras áreas, incluindo a censura de livros.

Os processos, geralmente secretos, baseavam-se em denúncias, mesmo anónimas, boatos e suspeições de todo o tipo.

Os inquisidores podiam prender, julgar, castigar, torturar e condenar à morte sem que aos acusados fosse dada possibilidade de defesa.

Durante os seus 285 anos de vigência em Portugal, o Tribunal, considerado santo nos meios e nos fins, processou dezenas de milhares de pessoas e condenou milhares à fogueira; muitas outras morreram na prisão à espera de julgamento.

O Tribunal do Santo Ofício foi extinto um ano depois da vitória de revolução liberal (1820) por decisão das cortes gerais do reino.

AQUI

 


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Domingo, 14 de Fevereiro de 2016
VALE A PENA LUTAR - Saudação do PCP aos ex-mineiros da ENU

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A Direcção da Organização Regional de Viseu e a Comissão Concelhia de Nelas do PCP, saúdam calorosamente, através da ATMU, todos os ex-mineiros da ENU, pela significativa vitória alcançada na Assembleia da República, com a aprovação por unanimidade, da consagração em Lei do direito concedido ao cônjuge dos ex-mineiros falecidos, de usufruír a todo o tempo, de uma compensação indemnizatória pela exposição, enquanto trabalhador, à radioatividade no couto mineiro.

É a vitória de mais de uma década de luta abnegada, firme e constante dos ex-mineiros pelos seus direitos sonegados pelo Estado português, que hoje culminou e a que não é alheia a nova correlação de forças existente na Assembleia da República, que permite repor e consagrar direitos atacados e roubados pelo governo PSD/CDS.

Daí saudarmos o exemplo de coragem e persistência de todos os que participaram neste longo, doloroso mas vitorioso processo, pela demonstração clara de que vale a pena lutar, mantendo acesa a chama da esperança de que as lutas por objectivos justos, quando apoiadas e dinamizadas pelos trabalhadores, acabam sempre por ter um desfecho favorável.

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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015
Projecto de Lei do PCP propõe direito a indemnizações por morte ou doença a ex-mineiros da ENU

Honrando os seus compromissos pré-eleitorais e de luta para com os ex-trabalhadores da ENU, o PCP tomou a iniciativa de apresentar no passado dia 24 de Novembro de 2015, o Projecto de Lei relativo às indemnizações por morte ou doença profissional contemplando estes trabalhadores.

 


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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015
Não só condenar

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Para além da necessária e firme condenação, a criminosa carnificina de Paris obriga a extrair conclusões políticas. É intolerável que as mesmas forças políticas, económicas e mediáticas que multiplicam palavras de indignação contra o terrorismo fundamentalista em Paris, prossigam no seu criminoso apoio, promoção, financiamento e armamento desse mesmo terrorismo fundamentalista, quando ele se dirige contra países soberanos que não estão sob o controlo do imperialismo, como tem sido o caso na Síria ou Líbia. O caos, destruição e morte em Paris são filhos do caos, destruição e morte que – numa escala incomparavelmente maior, e como resultado das agressões directas ou indirectas do imperialismo – têm destruído países e regiões inteiras e gerado a vaga de refugiados que agora chega à Europa.

Não é admissível que haja silêncio ou conivência com os actos de terrorismo em Beirute, Bagdade ou Damasco – cometidos pelas mesmas forças que agora massacraram em Paris. E não é admissível que se finja que o terrorismo não tem padrinhos ao mais alto nível do poder político das grandes potências imperialistas e seus mais fiéis aliados. Padrinhos que usam o terrorismo como arma contra países e governos que não cumprem ordens. Quem pode negar tal facto, quando são os próprios padrinhos que o confessam? Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro de Segurança Nacional dos EUA reivindicou numa famosa entrevista à revista Nouvel Observateur (15.1.98) o patrocínio norte-americano aos fundamentalistas afegãos em 1979. Orgulhosamente, esclareceu que ao contrário da «versão oficial da história» esse apoio ao terrorismo fundamentalista não foi feito para combater a entrada de tropas soviéticas no Afeganistão (que apenas se deu mais tarde), mas para as «atrair para a ratoeira afegã». Não foi essa a primeira nem a última vez que o imperialismo recorreu ao terrorismo. Longe disso. Existe um fio condutor que liga os atentados terroristas das «redes Gládio» na Europa ocidental (nomeadamente em Itália), os «contras» nicaraguenses, as UNITAs e Renamos em África, a rede bombista no Portugal de 1975, e as Al-Qaedas, os «rebeldes sírios» e o ISIS, sem esquecer os massacres dos fascistas ucranianos. Esse fio condutor está nos apoios, abertos ou encapotados, do imperialismo, dos seus serviços secretos e militares, dos seus agentes e aliados no plano nacional ou regional. Em Outubro de 2014, o vice-presidente dos EUA afirmou em público que «os nossos aliados» Turquia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos «despejaram centenas de milhões de dólares e dezenas de toneladas de armas nas mãos de quem quer que lutasse contra [o presidente sírio] Assad – só que quem os recebia eram a [Frente] al-Nusra e a Al-Qaeda e os elementos do jihadismo que vinham de todas as partes do mundo. […] Onde foi isto tudo parar? […n]esta organização chamada ISIL, que era a Al-Qaeda no Iraque […] E nós não conseguimos convencer os nossos aliados a parar de os abastecer» (Washington Post, 6.10.14). Mas os aliados não deixaram de o ser e o ISIS continuou a crescer. Biden é um falso ingénuo. Também o General Wesley Clark, comandante das tropas da NATO na guerra contra a Jugoslávia, confessou à CNN (18.2.15) que «o ISIS foi criado através do financiamento dos nossos amigos e aliados, porque como as pessoas da região lhe dirão 'se queremos alguém que combata até à morte contra o Hezbolá […] procuram-se os fanáticos e arregimentam-se os fundamentalistas religiosos – é assim que se combate o Hezbolá'». E é também assim que, no espaço de 24 horas, se deram os massacres terroristas no Sul de Beirute (43 mortos, 239 feridos) – alvejando os civis nos bastiões do Hezbolá – e os massacres de Paris.

Só nos faltava que as potências imperialistas que alimentaram o monstro venham agora usar os massacres de Paris para, invocando o combate ao ISIS, justificar uma escalada de guerra. Foi precisamente o que aconteceu após o 11 de Setembro, com as consequências dramáticas que estão hoje à vista.

AQUI

 


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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015
Discurso de Salvador Allende na Universidade de Guadalajara México

Salvador Allende 1973

A 11 de Setembro de 1973, no Chile de Salvador Allende (cujo centenário do nascimento se comemora neste ano de 2008), Augusto Pinochet executava a fase final de um golpe. Golpe há muito preparado e anunciado pela comunicação social dominante como «inevitável». Golpe que desde o início foi fomentado, financiado e apoiado pela CIA, obedecendo  às ordens da Administração Nixon.

Um ano depois da sangrenta tomada do poder o então Presidente, não eleito sublinhe-se, Gerald Ford foi entrevistado pela revista «Time». Questionado sobre que lei internacional dava aos EUA o direito de tentar desestabilizar um governo constitucionalmente eleito de outro país respondeu lapidar: «Não vou pronunciar-me aqui sobre se isso é ou não permitido por leis internacionais. É um facto reconhecido, no entanto, que tanto historicamente como no presente, tais acções se aplicam no melhor interesse dos países envolvidos. O nosso governo, tal como outros governos, empreende essas acções para ajudar a boa orientação das políticas externas e para proteger a segurança nacional... A CIA tentou ajudar, no Chile, a preservação dos jornais opositores e das rádios e apoiar os partidos da oposição».

António Vilarigues in jornal "Público" - Edição de 19 de Setembro de 2008

 

 

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2015
1 de Julho de 1867 – Abolição da pena de morte em Portugal

Abolição-morte

Lei de 1 de Julho de 1867 aboliu a pena de morte para todos os crimes civis. Antes, o artigo 16.º do Acto Adicional à Carta Constitucional, de 5 de Julho de 1852, tinha abolido a pena de morte para os crimes políticos.

Em 16 de Março de 1911, a pena de morte foi abolida para todos os crimes, incluindo os militares. A última execução de um condenado ocorreu em Abril de 1846, pelo que Portugal foi pioneiro na abolição da pena de morte e na renúncia à sua execução mesmo antes de abolida.

A Constituição aprovada em 1976 reafirma que em caso algum haverá pena de morte em Portugal e proíbe a extradição por crimes a que corresponda pena de morte no Estado requisitante.

Parafraseando Miguel Torga, «humanos que somos, exijamos de forma inequívoca que seja dado a todos os povos um código de humanidade. Um código que garanta a cada cidadão o direito de morrer a sua própria morte».

 


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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015
Condor - O Plano Secreto das Ditaduras Sul-Americanas

Convite Condor

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Joao Pina

 


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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015
Plataforma Lisboa em Defesa do SNS

Plataforma Lisboa 1

 

Plataforma Lisboa 2

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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015
A CDU em Nelas faz aprovar Moções sobre ex-Mineiros e Municipalização da Educação

CM Nelas

Moções da CDU aprovadas por unanimidade na Assembleia Municipal de Nelas:

Uma relativa ao desrespeito da ARS Centro (Ministério da Saúde) pelo disposto na Lei 10/2010, que isenta os ex-mineiros da ENU e seus familiares, do pagamento das taxas moderadoras nas consultas de rastreio e monitorização de saúde devido à exposição radioactiva.

Outra de repúdio pelo objectivo do Governo PSD/CDS de Municipalizar  a Educação, atacando a Escola Pública, primeiro passo para a privatização e elitização do ensino em Portugal.

Destacar o facto da unanimidade conseguida numa Assembleia onde a direita tem uma representação determinante.

 


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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2014
GP do PCP Questiona Ministro da Saúde sobre Cobrança de Taxas Moderadoras a ex-Mineiros da ENU
   Respondendo a uma solicitação da ATMU – Associação dos ex-Trabalhadores das Minas de Urânio, com sede na Urgeiriça, Nelas,  o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República apresentou nesta quarta-feira, 26 de Novembro, um Requerimento ao Ministério da Saúde, questionando-o sobre o facto dos serviços de saúde dependentes da ARSCentro,  estarem a cobrar Taxas Moderadoras aos ex-Mineiros e seus descendentes directos, contrariando o disposto na Lei 10/2010, de 14 de Junho, que refere expressamente a obrigatoriedade de exames médicos periódicos a estes ex-trabalhadores e suas famílias, bem como gratuitidade dos mesmos.

 

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Terça-feira, 26 de Março de 2013
Demissão do governo é urgência nacional
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Com os ex-trabalhadores da ENU

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Grande iniciativa com cerca de duzentos participantes, muitos dos quais não militantes do PCP.

Dar mais força ao PCP é um imperativo actual, para derrotar de uma vez a política de direita e criar as condições para a formação de um governo patriótico e de esquerda, que rompa com a troika e a estafada alternância PS/PSD com ou sem o CDS.

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Demissão do governo é urgência nacional

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Terça-feira, 19 de Março de 2013
Jerónimo de Sousa em visita ao Distrito de Viseu
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Terça-feira, 12 de Março de 2013
Almoço-Convívio com Jerónimo de Sousa em Viseu
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Inscrições para este almoço: telemóveis 919930018, 911047467,  telefone 232425550 ou mail viseu@pcp.pt

Porco no espeto c/ arroz de feijão.

Preço de 10 € por pessoa. Crianças até aos 12 anos não pagam e entre os 12 e os 18 só pagam 5 €.

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Quinta-feira, 7 de Março de 2013
O direito à indemnização por morte ou doença pelos ex-trabalhadores da ENU
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Projecto de Lei do PCP

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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010
Programa do Espectáculo de Homenagem à CNSPP

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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Espectáculo de Homenagem à Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Condições Prisionais e a Solidariedade com os Presos Políticos e as suas Famílias

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009
Homenagem às vítimas da violência de Estado

Josetxo Ezcurra

 

Para Ver e Ouvir:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
EUA: Numa sala de espera de um hospital

     Caros amigos,

Podia falar-vos do General que disse que ter-se sido prisioneiro na guerra do Vietnam não significa que se possa ser um bom Presidente. Disse o óbvio e foi criticado!...
Podia referir o discurso de Obama de ontem sobre patriotismo ou o de hoje sobre fé. Como está a atingir o tradicional eleitorado do Partido Republicano...
Podia sublinhar os custos crescentes com gasolina, os aumentos de preços dos produtos alimentares, os empréstimos que as pessoas não podem pagar, o desemprego, os crimes diários...
...
Mas, hoje, dia 1 de Julho de um ano do século XXI, todos vimos nas televisões a cena que se passou numa sala de espera de um hospital.
No país em que, diz-se, há os melhores cuidados de saúde.
Uma mulher cai da cadeira e fica no chão a estrebuchar.
No canto da sala há uma câmara que filma.
Uma hora.
Ninguém lhe mexe.
E a câmara continua.
Ninguém se incomoda.
E a câmara, sempre a mesma, regista.
Ninguém se preocupa.
Só a câmara parece perceber.
Há outros doentes na sala de espera.
E nada fazem.
Há guardas (vê-se, pelo menos um, através da incansável câmara).
Que nada fazem.
E a câmara continua a filmar.
A mulher estendida no chão, entre duas cadeiras.
Uma hora.
E nada acontece.
A não ser a morte desta doente.
Que tinha ido ao hospital para tentar sobreviver.
...
Podia falar-vos dos sorrisos dos candidatos, das propostas dos candidatos, dos disparates dos candidatos...
Podia referir como são parciais os imparciais comentadores televisivos...
Podia dizer-vos que, por cada hora de tv, há mais de meia hora de publicidade...
...
Mas hoje não é possível.
Estou aqui sentado perante mim próprio e o computador que me acompanha e não consigo escrever sobre essas coisas.
Nem os crimes e os presos e os polícias e alguns ladrões me levam a colocar pontos nos is.
Porque a imagem que a câmara nos obriga a ver continua viva e presente, inesquecível.
Uma pobre máquina colocada ali por outras razões.
Testemunha de acusação do ser humano a que pertenço.
Dedo acusador a cada um dos que ali estava.
Denúncia silenciosa e fria dos guardas, dos enfermeiros, dos médicos. 
Todos tinham, certamente, outras coisas importantes para fazer.
Uma mulher estendida no chão, de barriga para baixo, uma hora.
Quando a foram ajudar estava morta.
...
Podia enviar-vos fotografias de manifes, de cartazes, de promessas...
Podia partilhar dúvidas e ansiedades...
Podia gritar, ao menos, que estou vivo, porque vejo e leio e ouço e tento aprender...
...
Mas hoje só é possível este lamento.
Esta infinita tristeza de ser pessoa.
Como as pessoas vivas que a câmara, ininterruptamente, filmou.
A olharem para a pessoa que morria.
...
Não consigo outra coisa que não seja enviar-vos estas frases.
Esta revolta que vem dos meus tempos de menino.
Quando vi, numa rua de Moçâmedes, um cipaio (polícia preto) a chicotear um preto e a traçar-lhe as costas com traços de sangue que não esqueço.
Esta revolta que vem dos meus tempos de adolescente.
Quando, no Liceu Camões, se era castigado por se correr.
Esta revolta que vem dos meus tempos de juventude.
Quando comecei a perceber, no Técnico, que não havia liberdade.
Esta revolta que vem dos meus tempos de maturidade.
Quando, em Caxias, senti todos os medos do mundo.
...
A revolta perante o silêncio dos que não querem ver, ou ler, ou ouvir, ou aprender.
Custa-me ouvir as vozes do passado.
Mas o que custa mais é assistir à passividade dos que não compreendem que o futuro é também deles.
Os silêncios das maiorias sempre foram o maior suporte das violências das minorias.
Não havia câmaras.
Apenas a memória dos que sofreram.
...
Hoje, dia 1 de Julho, havia uma câmara.
A única coisa viva naquela sala.
Onde o cheiro a morte irá permanecer.
...
Um abraço para todos.
Boa noite e boa sorte.
                        
Fernando

                                    


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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Centenário do nascimento de Salvador Allende

    Texto do último discurso de Salvador Allende, a 11 de Setembro de 1973, aos microfones da Rádio Magallanes, minutos antes de ser assassinado pelos militares às ordens de Augusto Pinochet, mas sob orientação da Administração Americana liderada por Richard Nixon.

                  

«Esta será seguramente la última oportunidad en que me pueda dirigir a ustedes. La Fuerza Aérea ha bombardeado las torres de radio Portales y radio Corporación. Mis palabras no tienen amargura, sino decepción, y serán ellas el castigo moral para los que han traicionado el juramento que hicieron. Soldados de Chile, comandantes en jefe titulares; el almirante Merino, que se ha autodesignado, más el señor Mendoza, general rastrero, que sólo ayer manifestara su fidelidad y lealtad al gobierno, también se ha denominado director general de Carabineros...
     Ante estos hechos, sólo me cabe decirles a los trabajadores: ¡Yo no voy a renunciar! Colocado en un tránsito histórico pagaré con mi vida la lealtad del pueblo. Y les digo que tengo la certeza de que la semilla que entregáramos a la conciencia digna de miles y miles de chilenos, no podrá ser segada definitivamente.
Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ni con el crimen ni con la fuerza. La historia es nuestra y la hacen los pueblos.
Trabajadores de mi patria: quiero agradecerles la lealtad que siempre tuvieron, la confianza que depositaron en un hombre que sólo fue intérprete de grandes anhelos de justicia, que empeñó su palabra de que respetaría la Constitución y la Ley, y así lo hizo. En este momento, definitivo, el último en que yo pueda dirigirme a ustedes, quiero que aprovechen de la lección: el capital foráneo, el imperialismo, unido a la reacción, creó el clima para que las Fuerzas Armadas rompieran su tradición, la que les señalara el general Schneider y que reafirmara el comandante Araya, víctimas del mismo sector social que hoy estará en sus casas, esperando por mano ajena reconquistar el poder, para seguir defendiendo sus granjerías y sus privilegios.
     Me dirijo sobre todo a la modesta mujer de nuestra tierra, a la campesina que creyó en nosotros, a la obrera que trabajó, a la madre que supo de nuestra preocupación por los niños. Me dirijo a los profesionales de la Patria, a los profesionales patriotas, a los que desde hace días estuvieron trabajando contra la sedición auspiciada por los colegios profesionales, colegios de clase para defender también las ventajas que una sociedad capitalista les da a unos pocos.
Me dirijo a la juventud, a aquellos que cantaron, que entregaron su alegría y su espíritu de lucha. Me dirijo al hombre de Chile, al obrero, al campesino, al intelectual, aquellos que serán perseguidos. Porque en nuestro país el fascismo ya estuvo hace muchas horas presente, en los atentados terroristas, volando los puentes, cortando la línea férrea, destruyendo los oleoductos y los gasoductos, frente al silencio de los que tenían la obligación de custodiar los bienes del Estado... La historia los juzgará.
     Seguramente radio Magallanes será acallada y el metal tranquilo de mi voz no llegará a ustedes. No importa; me seguirán oyendo. Siempre estaré junto a ustedes. Por lo menos, mi recuerdo será el de un hombre digno, que fue leal a la lealtad del pueblo. El pueblo debe defenderse pero no sacrificarse; el pueblo no debe dejarse arrasar ni acribillar, pero tampoco puede entregarse.
Trabajadores de mi patria: tengo fe en Chile y su destino. Superarán otros hombres este momento gris y amargo donde la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que mucho más temprano que tarde, de nuevo abrirán las grandes alamedas por donde pase el hombre libre para construir una sociedad mejor.

¡Viva Chile!

¡Viva el pueblo!

¡Vivan los trabajadores!

Estas son mis últimas palabras. Tengo la certeza de que mi sacrificio no será en vano; tengo la certeza de que, por lo menos, habrá una lección moral, que castigará la felonía, la cobardía y la traición.»

                                    

Salvador Allende

                           

Para ver e ouvir o último discurso de Salvador Allende, a 11 de Setembro de 1973, na Rádio Magallanes, clicar AQUI, AQUI e AQUI                                                                                                                           


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Sábado, 19 de Janeiro de 2008
160 morreram a trabalhar
     Em 2007, morreram em Portugal 160 pessoas vítimas de acidentes de trabalho. Os dados foram divulgados pela Lusa no dia 14, segundo dados publicados pela Autoridade para as Condições de Trabalho. Metade das vítimas mortais trabalhava no sector da construção. De acordo com os dados da ACT, registaram-se 81 acidentes mortais no sector da construção, 30 na indústria transformadora, 22 no comércio e serviços, 14 na agricultura, 4 nos transportes e armazenagem e 1 na administração pública ou regional. Verificaram-se oito mortes na categoria «outros sectores». Estes números revelam um agravamento face ao ano anterior, em que morreram 157 pessoas a trabalhar. Entre as principais causas dos acidentes de trabalho verificadas em 2007, 63 foram provocadas por quedas, 22 por choque com objectos e 16 por esmagamento. Por distrito, o Porto lidera com 31 acidentes mortais, seguido de Lisboa, com 20, e Aveiro, com 16. Entre os trabalhadores que morreram, 5 eram brasileiros, 2 angolanos e 2 ucranianos.
                     

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publicado por António Vilarigues às 08:39
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