TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Domingo, 8 de Janeiro de 2017
Tributo a Silas Cerqueira

 

Textos integrais dos testemunhos de Frei Bento Domingues, Miguel Urbano Rodrigues, Isabel Allegro Magalhães, José Neves e Vasco Pinto Leite

 

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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2017
Que direitos para o povo palestino?

Cartaz direitos povo palestino 2017-01-18

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MPPM

 

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016
Jantar Palestino, Homenagem às Mulheres Palestinas e mais

Cartaz Jantar Palestino 2016

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MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – organiza, no próximo dia 25 de Novembro, pelas 20 horas, no Grupo Sportivo Adicense (Rua de São Pedro, 20, a Alfama, em Lisboa, o tradicional Jantar Palestino, integrado nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

A ementa, que pode ver no cartaz anexo, de responsabilidade do Chefe Ashraf, é aliciante e variada, proporcionando um apetitoso contacto com a cultura gastronómica palestina.

Contamos, ainda, com a amável e generosa colaboração do grupo Canto Ondo, integrado por Rodrigo Crespo e Tânia Cardoso, que interpretará poemas musicados do Al-Andaluz.

 

Entretanto recordamos que, na quarta-feira, 9 de Novembro, pelas 21 horas, na Sala 2 do Teatro A Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), o MPPM promoveu uma Homenagem às Mulheres Palestinas, também integrada no programa das Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

 

São dois eventos de solidariedade diferentes, integrados num programa mais amplo que inclui, ainda:

Terça-Feira, 29 de Novembro, 18.30 horas – Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58, Lisboa) – Sessão do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, integrando uma homenagem a Silas Cerqueira, activista da Paz e fundador do MPPM, recentemente falecido.

Quarta-Feira, 30 de Novembro, 21 horas – Biblioteca Municipal de Pinhal Novo – Inauguração da Exposição “Gaza 2014 – Testemunho de Uma Agressão, seguida da projecção de um documentário sobre a questão palestina e debate. Este evento é organizado em cooperação com a Câmara Municipal de Palmela e a Missão Diplomática da Palestina.

Terça-Feira, 6 de Dezembro, 18.30 horas – Colóquio sobre “A Palestina, o Direito Internacional e a Constituição Portuguesa, com a participação de reputados juristas.

 

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016
Jornadas de Solidariedade com a Palestina 2016 - Homenagem às Mulheres Palestinas

Cartaz Homenagem Mulheres Palestinas

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No próximo dia 9 de Novembro, pelas 21 horas, na Sala 2 da Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), uma “Homenagem às Mulheres Palestinas” abre as Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016 organizadas pelo MPPM.

Começaremos por assistir à performance Corpo na Trouxa. Shahd Wadi, que a interpreta acompanhada no contrabaixo por Luís Grácio, descreve-a assim: “História de vida de um corpo exilado contada pela trouxa palestina. Uma narrativa feminista sobre o sonho do regresso”.

Seguir-se-á uma apresentação de Poesia Palestina no Feminino. São poemas escritos por mulheres palestinas ou dedicados à mulher palestina ditos por Maria do Céu Guerra.

A sessão culmina com um debate sobre A Mulher Palestina na Sociedade. Maria do Céu Guerra (MPPM), Regina Marques (MDM), Ana Cansado (UMAR) e Shahd Wadi vão falar do papel das mulheres palestinas na família, no trabalho, na cultura, na política e na luta.

É um momento de solidariedade diferente, a justificar uma ida à Barraca no próximo dia 9 de Novembro.

Vá, traga um amigo e divulgue!

 

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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016
Silas Coutinho Cerqueira (8 de Setembro de 1929 / 22 de Agosto de 2016)

Silas Cerqueira

 

Silas Coutinho Cerqueira era membro do Partido Comunista Português desde a década de cinquenta. 

É, inquestionavelmente, uma das figuras mais destacadas do movimento da paz e da solidariedade em Portugal, ao qual está ligado praticamente desde a sua criação, na viragem da década de 40 para a de 50 do século XX.

Oriundo do Porto, de uma família baptista, cedo integrou o movimento antifascista, nomeadamente, o Movimento de Unidade Democrática – Juvenil (MUD – Juvenil).

Estudou Teologia e Filosofia das Religiões em Louisville e na Universidade de Columbia em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

O seu envolvimento na luta pela paz valeu-lhe a prisão, em finais de 1952. O seu «crime»? Colocar um ramo de flores num monumento aos combatentes da Grande Guerra, iniciativa tradicional do movimento da paz nesses negros anos de opressão. Esta prisão desencadeou uma imensa contestação por parte da comunidade baptista e dos sectores democráticos portuenses. Em 1955 seria detido no Porto com mais de uma centena de outros jovens dos quais 52 seriam julgados em 1957, entre eles Silas Cerqueira e sua mulher Antónia Lapa. Voltaria a ser preso várias vezes, designadamente em 1953, 1954 e 1958.

Em finais dos anos cinquenta radicou-se em França onde se tornou investigador na área das Ciências Sociais e Políticas no Centre de Relations Internationales (CERI) da Fondation Nationale de Sciences Politiques em Paris bem como na Universidade de Besançon e no Institut des Hautes Études d’Amérique Latine. Aí prosseguiu uma diversificada actividade política unitária tendo sempre como principal referência a situação em Portugal. Simultâneamente empenhou-se na solidariedade com outros povos, com destaque para o povo do Vietname, em luta contra a agressão do imperialismo norte-americano, e os povos submetidos ao jugo colonial português e respectivos movimentos de libertação nacional. Participou activamente na luta contra a repressão fascista e pela libertação dos presos políticos portugueses.

De regresso a Portugal e sob o impulso da Revolução de Abril e com a sua activa contribuição, tiveram lugar em Portugal importantes Conferências Internacionais de Solidariedade como a “Conferência Mundial de Solidariedade com o Povo Árabe e a sua Causa Central: a Palestina” em que participou a OLP como única e legítima representante do povo palestiniano, a “Conferência Internacional de Solidariedade com os Estados da Linha da Frente” que teve importante papel na luta dos povos da África Austral pela liquidação do apartheid, e outras iniciativas marcantes como a Conferência de solidariedade com a Revolução Sandinista da Nicarágua.

Desempenhou um papel de relevo na luta pelo desarmamento, em particular o desarmamento nuclear em que é de destacar o Movimento ZLAN, Zonas Livres de Armas Nucleares, envolvendo numerosos municípios portugueses.

Silas Cerqueira foi membro da Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação durante dezenas de anos e integrava actualmente a sua Presidência. Era também membro da Direcção Nacional do Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente, MPPM, de que foi um dos fundadores.

Intelectual prestigiado, Silas Cerqueira interveio como conferencista em numerosas iniciativas, tendo-se licenciado em ciências histórico-filosóficas pela Universidade de Coimbra, especializou-se em ciências políticas e relações internacionais na Universidade de Paris. Foi professor da Universidade do Minho na área das ciências políticas e leccionou em Angola no quadro da solidariedade com o MPLA.

 

Recordo com saudade o camarada e amigo que entre em 1971, quando da minha passagem à clandestinidade, nos acolheu em sua casa em Villejuif, nos arredores de Paris, até ao nascimento da minha filha Sofia.

O camarada e amigo que durante uma greve do Metro de Paris, passou 5 horas no carro para levar a mãe das minhas filhas a uma consulta pré-natal.

Um camarada e amigo que teve a paciência de disponibilizar a um jovem, então com 17 anos, o seu arquivo e ensiná-lo muito do que hoje sabe sobre a história do PCP e da resistência antifascista.

Um camarada e amigo com quem me fui cruzando várias vezes ao longo dos anos em diferentes actividades do Movimento da Paz e Solidariedade.

 

O Silas gostaria que seguíssemos o seu exemplo de combatente pela paz e pela construção de uma sociedade sem exploradores e sem explorados, prosseguindo a luta pela justa causa à qual dedicou toda a sua vida.

 


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Domingo, 14 de Agosto de 2016
O futuro de Israel é aterrador

Duma 2015-08-01

Se em 14 de Maio de 1948, aquando da criação unilateral do Estado de Israel, havia já uma forte identidade palestina, forjada por séculos de história, hoje os quase 70 anos após a partilha colectiva do sofrimento imposto por Israel a todos os palestinos, civis ou militantes de movimentos de libertação armados, homens ou mulheres, adultos ou crianças, tornam o povo palestino invencível aos olhos do mundo.

Há povos que surpreendentemente se tornam invencíveis nas circunstâncias mais difíceis.

É o caso do povo palestino.

A Sociedade israelense está permanentemente a desviar-se para a direita, pelo que todo o paradigma político do país está em constante redefinição. Israel, agora «governado pelo Governo de direita mais extrema da sua história», passou em poucos anos de uma apreciação informada a um cliché sem nexo.

De facto, ultrapassou essa fronteira exatamente em maio de 2015 quando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, já ele da mais extrema da direita, com uma maioria de pessoas politicamente afins, fanáticos religiosos e ultranacionalistas. Ao trazer para o seu redil o ultranacionalista Avigdor Lieberman, Netanyahu repete a sua arquiconhecida fórmula.

Desde 25 de maio que Lieberman se tornou ministro da Defesa de Israel. Tendo em conta a política ruidosa e violenta de Lieberman – como ficou demonstrado nos seus dois mandatos como ministro das Relações Exteriores (2009-2012 e depois 2013-2015) – agora como ministro da Defesa de Israel do «Governo de direita mais extrema da história» alberga todo o tipo de aterradoras perspetivas.

 

palestina_ilustracao

«De Hollande a Obama, de Clinton a May, de Merkel a Renzi, a frente do combate «contra o terrorismo» é inexpugnável. No meio deles, Benjamin Netanyahu funciona como uma referência dessa grande confraria democrática e pacifista. Ele não hesita em usar a guerra e o terrorismo contra «o terrorismo», nem que tenha de arrasar a vida de crianças, sustentar bandos de criminosos, «islâmicos» ou não, ou fazer gato-sapato do direito internacional e dos mais elementares direitos humanos.

Quando os principais dirigentes mundiais dizem que estão «em guerra contra o terrorismo» ou são favoráveis à existência de dois Estados na Palestina, mentem com quantos dentes têm na boca. E são cúmplices, disso não haja qualquer dúvida, com o terrorismo de Estado tal como é praticado por Israel.»

 

Crianças Palestina Julho 2014

«O general Herzi Halevy, chefe dos serviços de espionagem militar do Estado de Israel, declarou recentemente, numa conferência em Herzlia, que “não queremos a derrota do Daesh (ou Isis, ou Estado Islâmico) na Síria”. Os seus “actuais insucessos colocam Israel numa posição difícil”, lamentou, de acordo com uma transcrição publicada no jornal Maariv, conotado com a direita política sionista.

A última coisa de que o general Halevy pode ser acusado é de usar uma linguagem hermética, hipócrita, ao contrário de tantos dirigentes políticos mundiais, de Hollande a Obama, de Mogherini a Hillary Clinton, do secretário-geral da NATO aos autocratas da União Europeia. Ele é directo, fala com clareza, respeitando, aliás, a prática do seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que se deixa fotografar em hospitais israelitas visitando terroristas da Frente al-Nusra (al-Qaida) feridos durante a agressão à Síria soberana.»

 

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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016
Não ao projecto LAW-TRAIN!

Projecto Law-Train

MPPM

 

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Sábado, 21 de Maio de 2016
100 anos do acordo Sykes-Picot: um século de ingerência e prepotência

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

No dia 16 de Maio de 2016 completam-se 100 anos desde a assinatura do documento que ficou para a história como «Acordo Sykes-Picot». Este acordo previa a divisão em «esferas de influência» francesa e inglesa das possessões árabes do Império Otomano.

Cem anos depois, fazem-se ainda sentir em todo o Médio Oriente as consequências funestas deste acto prepotente e traiçoeiro, particularmente para o povo da Palestina.

A própria história da elaboração do Acordo Sykes-Picot é bem um exemplo de perfídia, mentira e traição aos povos da região.

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Sábado, 7 de Maio de 2016
NAKBA 68 anos - Sessão de solidariedade com a Palestina - 17 Maio - 18.30h

Nabka 2016

68 Anos de NAKBA - 68 Anos de Limpeza Étnica na Palestina

 

«Desde Outubro de 2015 Israel tem vindo a desencadear uma onda de repressão generalizada que já causou a morte de mais de 200 homens, mulheres e crianças palestinos, e provocou ferimentos em mais de 16.000. No mesmo período, mais de 4.000 palestinos foram presos pelas forças israelitas, elevando o número total de detidos para 7.000, dos quais 450 são crianças.

Israel prossegue, inexoravelmente, a sua política de apropriação de terras, de demolição de casas – 586 desde Janeiro deste ano, de deslocação forçada de centenas de famílias palestinas. A construção de colonatos prossegue, tanto na Margem Ocidental como em Jerusalém Oriental, engrossando o número de colonos que se juntam aos 650.000 que já residem ilegalmente em território palestino.

O MPPM considera que a existência da Nakba, que atinge o Povo Palestino, é incompatível com um Mundo onde se pretende que prevaleçam os princípios e direitos básicos da Humanidade. A prática de limpezas étnicas como esta e a cumplicidade e condescendência perante tais situações terroristas invalidam quaisquer declarações sobre a Paz, a Liberdade e a Justiça no Mundo. E desacreditam liminarmente aquilo a que convencionou chamar-se “a guerra contra o terrorismo”.»

 

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
Dia internacional de solidariedade com os presos palestinos

Prisão Israel5.jpg

 MPPM

 

A 17 de Abril, assinala-se o Dia dos Presos Palestinos.

É o dia em que os palestinos homenageiam os seus familiares detidos nas prisões de Israel e é, também, o dia em que a comunidade internacional manifesta a sua solidariedade com os milhares de palestinos privado da liberdade, por Israel, e a quem são negados os mais elementares direitos humanos.

Nesta data, o MPPM, a CGTP-IN e a URAP associaram-se para denunciar e condenar as práticas de Israel contra os palestinos; manifestam a sua solidariedade com os presos palestinos, recordando quão importante foi a solidariedade internacional para com os presos políticos portugueses durante os anos do fascismo; e reclamam do Governo Português que se empenhe no cumprimento, por Israel, das sua obrigações à luz do direito internacional e dos direitos humanos.

 

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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Sessão Pública de Solidariedade com a Palestina - Dia da Terra - 30 de Março, 18:30h

Cartaz Dia da Terra - 2016

MPPM

 

«Assim, desde o início de Outubro de 2015, mais de 190 palestinos foram mortos em acções do exército israelita, trinta das quais em bombardeamentos lançados sobre a faixa de Gaza. No conjunto de vítimas mortais, o número de crianças eleva-se a 41, mas entre os feridos esse valor soma 2177. Desde o ano de 2000 até Janeiro de 2016, o exército de Israel é responsável pela morte de 1977 crianças na Palestina. O número de prisioneiros palestinos situava-se, em Dezembro de 2015, segundo as organizações de direitos humanos palestinas e israelitas, acima dos 6 mil (6066 exactamente), o valor mais alto desde Julho de 2010, entre as quais 398 crianças. Destes, encontravam-se em prisão administrativa – ou seja, sem culpa formada, sem indícios revelados e sem termo de detenção – 584 pessoas, o valor mais alto desde Setembro de 2008, incluindo 8 crianças. Em Dezembro de 2015, estavam presos nas cadeias israelitas 422 menores – o número mais alto desde Agosto de 2008 – dos quais 116 crianças com idades inferiores a 15 anos. O número de mulheres encarceradas, 44, é também o mais elevado desde Setembro de 2009, incluindo-se nesse conjunto oito raparigas menores.»

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Domingo, 6 de Dezembro de 2015
MPPM analisa situação na Palestina e no Médio Oriente

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

1. Desde há 68 anos, o povo da Palestina anseia pelo cumprimento da promessa de um Estado independente e soberano, com Jerusalém como capital e o correlato reconhecimento dos direitos dos refugiados, conforme o direito internacional.

A Palestina tem hoje assento na Assembleia Geral das Nações Unidas com o estatuto de “Estado não membro” e a sua bandeira está hasteada na sede da ONU.

Contudo, a cada dia que passa, o avanço da colonização sionista e a política sistemática de limpeza étnica levada a cabo pelo estado de Israel tornam cada vez mais difícil e longínqua a perspectiva de realização dos direitos nacionais do povo palestino: o Muro do apartheid continua de pé, e com projectos para a sua expansão, em violação da posição do Tribunal Internacional de Justiça; um ano decorrido desde a última agressão israelita contra a faixa de Gaza, nada foi feito para minorar a dura realidade do bloqueio, sucedendo-se as violações israelitas do cessar-fogo então negociado, em particular com os ataques às embarcações de pesca, os bombardeamentos punitivos e a repressão de manifestações pacíficas junto à fronteira; prosseguem as ocupações de terras, de água, de campos de cultivo palestinos; o número de presos políticos palestinos, alguns ainda adolescentes, e incluindo na condição de prisão administrativa, não pára de aumentar, assim como as torturas e violências a que estão sujeitos nas prisões de Israel.

 

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Sábado, 21 de Novembro de 2015
Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

Cartaz Sessão MPPM 2015

MPPM

 

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
Debate: Gaza - um ano depois da agressão

Cartaz Debate Gaza 2015

MPPM

 

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Terça-feira, 17 de Novembro de 2015
Jantar Palestino (ementa)

Cartaz Jantar MPPM 2015 v

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
Debate: A Palestina e a paz no Médio Oriente

Cartaz Debate Palestina e Paz MO 2015

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
Jantar Palestino - Sábado, 21 Novembro 2015 - 20 Horas

Cartaz Jantar 2015  MPPM

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Sábado, 31 de Outubro de 2015
Exposição: «GAZA 2014 - TESTEMUNHO DE UMA AGRESSÃO»

Convite Almada

MPPM

 

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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015
Brutal escalada de violência israelita face a uma Terceira Intifada

Duma 2015-08-01

28 palestinos mortos e 289 feridos por balas de borracha em confrontos na Cisjordânia

mapa palestineorientaleCisjordânia

 

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Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Solidariedade com a Palestina na Fundação Saramago

Cartaz Sessão Fundação Saramago

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Na próxima quinta-feira, 21 de Maio, às 18.30h, na Casa dos Bicos, haverá uma Sessão de Solidariedade com a Palestina.

Vai ser apresentado o livro «Que Luz Estarias a Ler?» de João Pedro Mésseder (escritor) e Ana Biscaia (ilustradora). 

Haverá intervenções dos autores e de Carlos Almeida (MPPM) e Sara Figueiredo Costa. 

Esta é uma iniciativa da Fundação José Saramago, das Edicões Xerefe e do MPPM.

 

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Domingo, 10 de Maio de 2015
NAKBA: 67 anos de limpeza étnica na Palestina

Nabka 2015

MPPM

 

Comemora-se em 15 de Maio o aniversário da NAKBA, que em árabe quer dizer Catástrofe, e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus.

A data será assinalada  com uma Sessão de Solidariedade com a Palestina em que será exibido o filme "A Terra Fala Árabe" e que contará com intervenções do Embaixador da Palestina, Dr. Hikmat Ajjuri, e de Jorge Cadima, dirigente do MPPM. 

É no Clube Estefânia, na sexta-feira 15 de Maio, a partir das 18.30 horas.

"A Terra Fala Árabe", da realizadora palestina Maryse Gargour, documenta as circunstãncias e os acontecimentos que levaram a implantação de um estado judaico na Palestina e à expulsão dos seus habitantes árabes.

 

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015
Eleições em Israel

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

Mas nos resultados das eleições em Israel é necessário ver também o avanço de forças que combatem o sionismo e apoiam a luta do povo palestiniano, como é o caso da Lista Conjunta, onde participa o Partido Comunista, que se tornou a terceira força eleitoral, derrotando os malabarismos de engenharia eleitoral que visavam afastá-lo do Knesset. Como necessário é não esquecer que Israel tem sido palco de importantes manifestações populares que evidenciam as agudas contradições que percorrem a sociedade israelita. E, sobretudo, que a luta do povo palestiniano continua, tal como a nossa activa solidariedade vai continuar.

 

«A Lista Conjunta apresentada pelos partidos árabes e pelo Partido Comunista de Israel (PCI) às legislativas elegeu 14 deputados no Knesset (parlamento), resultado que o PCP sublinha como «um elemento de esperança e alento».»

 

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Quinta-feira, 26 de Março de 2015
Solidariedade com a Palestina no Dia da Terra – 30 de Março

Dia da Terra 2015

MPPM

 

Em Março de 1976, as autoridades israelitas anunciaram a expropriação de grandes extensões de terras palestinas por “motivos de segurança” e para a construção de colonatos.

No dia 30 desse mês, uma greve geral e grandes manifestações de protesto sacudiram as localidades palestinas em território do Estado de Israel.

Na repressão sangrenta que se seguiu, seis palestinos foram mortos pelas autoridades de Israel e centenas foram presos ou feridos.

Desde então, o dia 30 de Março ficou conhecido como o Dia da Terra, uma data que simboliza a luta do povo palestino pelo direito aos seus lares, às suas terras de cultivo, à sua Pátria.

 

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Terça-feira, 3 de Março de 2015
Contribuintes europeus não podem subsidiar complexo militar-industrial de Israel

Forca_aerea_israel_2012Tanques Gaza 2012-11-20

Crianças Palestina Julho 2014

Numa altura em que países europeus estão sujeitos a asfixiantes medidas de austeridade, a União Europeia prepara-se para encaminhar o dinheiro dos contribuintes para apoios ao complexo industrial-militar-científico de Israel ao abrigo do programa Horizonte 2020.

O Programa Quadro Comunitário Horizonte 2020 é um dos mais ambiciosos a nível mundial e dispõe de um fundo de mais de 77 mil milhões de euros para apoiar a investigação e o desenvolvimento, no período 2014-2020, em três vertentes: excelência científica, liderança industrial e desafios societários. Na sua qualidade de Comissário Europeu responsável das áreas da Investigação, Ciência e Inovação, competirá a Carlos Moedas a gestão deste importante fundo. Em 8 de Junho de 2014 Durão Barroso e Benjamin Netanyahu assinaram o acordo de adesão de Israel ao programa Horizonte 2020, o que lhe confere os mesmos direitos dos estados membros e dos países associados.

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Domingo, 14 de Dezembro de 2014
Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino (documentos)

Solidariedade Povo Palestino1

Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014
Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino em Almada

Seminário Internacional 2014 - Cartaz com program

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Domingo, 23 de Novembro de 2014
Solidariedade com o Povo Palestino em Almada

Solidariedade Povo Palestino1

MPPM

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
Solidariedade com o Povo Palestino em Grândola

Solidariedade Povo Palestino

MPPM

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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014
Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã

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Ao longo dos séculos, os descendentes dos filisteus (os palestinos), viveram sempre em paz com os judeus residentes na Palestina, que constituíam uma minoria.

Em 1917, sob pressão das organizações sionistas, o governo britânico publicou a Declaração de Balfour (nome do MNE de então). Estava criado, em meia dúzia de linhas, o mais delicado e complexo problema dos nossos dias! 

«O Governo de Sua Majestade é favorável ao estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina, e empregará todos os seus esforços para facilitar a realização deste objectivo, ficando claro que nada será feito no sentido de prejudicar quer os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas da Palestina, quer os direitos e o estatuto político que os judeus usufruem noutros países».

Recorde-se que o Estado de Israel tem um dos melhores - em capacidade, competência e experiência - exércitos do mundo. Os palestinos não têm exército, só polícia. O Estado de Israel tem uma poderosa e eficaz força aérea. Os palestinos não têm força aérea. O Estado de Israel tem um dos mais competentes e eficazes serviços secretos do mundo: Os palestinos não.  Israel é um Estado soberano. A Palestina não.

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014
É tempo de dizer basta!

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Recorde-se e sublinhe-se que esta operação militar desencadeada pelo governo de Benjamin Nétanyahou teve como pretexto «vingar» a morte de 3 jovens israelitas.
Foram presos e identificados como autores materiais do crime 3 palestinianos. Alguém sabe se foram apresentados a julgamento?
Sei que os criminosos sionistas gostam pouco de comparações sobre as semelhanças entre a sua actuação e as dos nazis-fascistas responsáveis pelo Holocausto de 6 milhões de judeus. Estive na aldeia mártir de Lídice - totalmente destruída e a grande maioria de seus habitantes assassinados pelos alemães como vingança pela morte de seu comandante e segunda maior autoridade nas SS, Reinhard Heydrich. Goste-se ou não, a similitude é quase total!
Morreram, desde 08 de julho, mais de 1700 palestinianos e 64 soldados israelitas. Destruíram-se milhares de habitações e arruinou-se ainda mais uma economia já de rastos, segundo números de diversos organismos internacionais.
De acordo com um balanço das autoridades da Saúde locais, mais de 1.700 palestinianos foram mortos. A Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu verificar a identidade de 1.117 mortos, 926 dos quais eram civis (83 por cento). A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) contabilizou pelo menos 296 menores. Os números mais recentes do ministério da Saúde palestiniano apontam para 8.920 feridos.
Israel perdeu 64 soldados, o maior número de baixas sofrido desde a sua guerra contra o Hezbollah libanês, em 2006. Três civis, um dos quais tailandês, foram mortos por um dos 3.032 'rockets' disparados pelo Hamas, segundo uma contagem do exército israelita.
Segundo a ONU, 280.000 pessoas estão alojadas nos seus centros e nos das autoridades locais, ou seja, 15 por cento da população de Gaza.
Juntamente com aqueles que encontraram guarida em casa de familiares, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima em 400.000 o número de deslocados - o equivalente a se 1,85 milhões de nova-iorquinos ou 500.000 parisienses se vissem obrigados a abandonar as suas casas.

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Alguém acredita que tudo isto foi para vingar a morte de 3 jovens israelitas?...

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sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:03
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