TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2017
Que direitos para o povo palestino?

Cartaz direitos povo palestino 2017-01-18

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MPPM

 

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Domingo, 20 de Novembro de 2016
Sessão Pública Solidariedade com o Povo Palestino - 29 Novembro - 18.30 horas

Cartaz Sessão_29Nov 2016

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Integrado no programa das Jornadas de Solidariedade com a Palestina 32016, o MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – assinala o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino com uma Sessão Pública a realizar no próximo dia 29 de Novembro, a partir das 18.30 horas, na Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58 – Lisboa).

A sessão conta com intervenções de:

Maria do Céu Guerra, Presidente do MPPM

Hikmat Ajjuri, Embaixador da Palestina

Pedro Bacelar de Vasconcelos, Deputado à Assembleia da República

Carlos Carvalho, membro da Direcção Nacional do CPPC

Carlos Almeida, Vice-Presidente do MPPM                  

A abrir a sessão será prestada uma homenagem a Silas Cerqueira, activista da Paz e fundador do MPPM (1929-2016)

O dia 29 de Novembro foi proclamado, em 1977, pela Assembleia Geral da ONU, como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, evocando a data em que, em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a resolução 181 (II) que preconizava a partilha da Palestina em dois Estados - um judaico e um árabe - com um estatuto especial para Jerusalém, mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do Estado Palestino.

Desde a sua constituição, o MPPM tem assinalado esta data com manifestações de solidariedade com a luta do povo palestino pelo reconhecimento dos seus direitos naturais, divulgando a sua história, a sua cultura e as suas tradições em iniciativas que, nos últimos anos, se têm agrupado nas Jornadas de solidariedade com a Palestina.

Mas a constituição de um Estado Palestino independente, soberano e viável, dentro das fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém Leste, está cada vez mais ameaçada. Tal como está o encontrar uma solução justa para o problema dos 7 milhões de refugiados e deslocados palestinos.

Só a solidariedade internacional, só a força da opinião pública, pode pressionar os governos para reverter esta situação.

 

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016
Jantar Palestino, Homenagem às Mulheres Palestinas e mais

Cartaz Jantar Palestino 2016

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MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – organiza, no próximo dia 25 de Novembro, pelas 20 horas, no Grupo Sportivo Adicense (Rua de São Pedro, 20, a Alfama, em Lisboa, o tradicional Jantar Palestino, integrado nas Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

A ementa, que pode ver no cartaz anexo, de responsabilidade do Chefe Ashraf, é aliciante e variada, proporcionando um apetitoso contacto com a cultura gastronómica palestina.

Contamos, ainda, com a amável e generosa colaboração do grupo Canto Ondo, integrado por Rodrigo Crespo e Tânia Cardoso, que interpretará poemas musicados do Al-Andaluz.

 

Entretanto recordamos que, na quarta-feira, 9 de Novembro, pelas 21 horas, na Sala 2 do Teatro A Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), o MPPM promoveu uma Homenagem às Mulheres Palestinas, também integrada no programa das Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016.

 

São dois eventos de solidariedade diferentes, integrados num programa mais amplo que inclui, ainda:

Terça-Feira, 29 de Novembro, 18.30 horas – Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58, Lisboa) – Sessão do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, integrando uma homenagem a Silas Cerqueira, activista da Paz e fundador do MPPM, recentemente falecido.

Quarta-Feira, 30 de Novembro, 21 horas – Biblioteca Municipal de Pinhal Novo – Inauguração da Exposição “Gaza 2014 – Testemunho de Uma Agressão, seguida da projecção de um documentário sobre a questão palestina e debate. Este evento é organizado em cooperação com a Câmara Municipal de Palmela e a Missão Diplomática da Palestina.

Terça-Feira, 6 de Dezembro, 18.30 horas – Colóquio sobre “A Palestina, o Direito Internacional e a Constituição Portuguesa, com a participação de reputados juristas.

 

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016
Jornadas de Solidariedade com a Palestina 2016 - Homenagem às Mulheres Palestinas

Cartaz Homenagem Mulheres Palestinas

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No próximo dia 9 de Novembro, pelas 21 horas, na Sala 2 da Barraca (Largo de Santos, 2, em Lisboa), uma “Homenagem às Mulheres Palestinas” abre as Jornadas de Solidariedade com a Palestina – 2016 organizadas pelo MPPM.

Começaremos por assistir à performance Corpo na Trouxa. Shahd Wadi, que a interpreta acompanhada no contrabaixo por Luís Grácio, descreve-a assim: “História de vida de um corpo exilado contada pela trouxa palestina. Uma narrativa feminista sobre o sonho do regresso”.

Seguir-se-á uma apresentação de Poesia Palestina no Feminino. São poemas escritos por mulheres palestinas ou dedicados à mulher palestina ditos por Maria do Céu Guerra.

A sessão culmina com um debate sobre A Mulher Palestina na Sociedade. Maria do Céu Guerra (MPPM), Regina Marques (MDM), Ana Cansado (UMAR) e Shahd Wadi vão falar do papel das mulheres palestinas na família, no trabalho, na cultura, na política e na luta.

É um momento de solidariedade diferente, a justificar uma ida à Barraca no próximo dia 9 de Novembro.

Vá, traga um amigo e divulgue!

 

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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2016
Shimon Peres ( 2 de Agosto de 1923 / 28 de Setembro de 2016)

Shimon Peres-1963

O ex-presidente israelita, Shimon Peres, morreu quarta-feira, 28 de Setembro, aos 93 anos de idade.

Peres nasceu na actual Bielorrússia em 1923, e a sua família mudou-se para a Palestina nos anos 30. Ainda jovem, Peres juntou-se à Haganah, a milícia que foi a principal responsável pela limpeza étnica de aldeias palestinas em 1947-1949, durante a Nakba.

Apesar da expulsão violenta dos palestinos ser um facto histórico, Peres afirmou que antes de Israel existir «não havia nada aqui».

Durante sete décadas, Peres foi primeiro-ministro (duas vezes) e presidente da República, foi membro de 12 governos e exerceu as funções de ministro das Finanças, da Defesa e dos Negócios Estrangeiros.

É muito conhecido no Ocidente pelo seu papel nas negociações que conduziram aos Acordos de Oslo de 1993, que lhe valeram, juntamente com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat, o Prémio Nobel da Paz. A sua carreira, porém, desmente a reputação de «pomba».

Entre 1953 e 1965, Peres foi primeiro director-geral do Ministério da Defesa e depois vice-ministro da pasta. Devido às suas responsabilidades nesse tempo, Peres foi descrito como «um arquitecto do programa de armas nucleares de Israel».

Em 1975, segundo actas secretas entretanto reveladas, Peres encontrou-se com o ministro da Defesa sul-africano, Pik Botha, e ofereceu-se para vender ogivas nucleares ao regime do Apartheid. Em 1986, Peres autorizou a operação da Mossad que raptou em Roma o técnico nuclear Mordechai Vanunu, que revelara o programa nuclear de Israel.

Os colonatos ilegais de Israel na Margem Ocidental são geralmente associados ao Likud e outros partidos nacionalistas de direita, mas de facto foi o Partido Trabalhista, com a participação entusiástica de Peres, que deu início à colonização do território palestino recém-conquistado.

Durante o mandato de Peres como o ministro da Defesa, desde 1974 até 1977, o governo de Rabin estabeleceu uma série de colonatos na Margem Ocidental.

Depois do seu papel-chave nos primeiros dias dos colonatos, em anos mais recentes Peres interveio para minar quaisquer medidas, mesmo modestas, no sentido de sancionar aprovar os colonatos ilegais.

Mapa UN_Palestine_Partition_Versions_1947

Como primeiro-ministro, em 1996 Peres ordenou e supervisionou a «Operação Vinhas da Ira», durante qual as forças armadas israelitas mataram cerca de 154 civis no Líbano e feriram mais cerca de 351.

O incidente mais tristemente célebre da campanha foi o massacre de Qana, quando Israel bombardeou um complexo das Nações Unidas e matou 106 civis que ali tinham procurado protecção. Um relatório da ONU indicou que, contrariamente à negação israelita, era «improvável» que o bombardeamento tivesse resultado «de erros técnicos e/ou processuais».

Peres foi um dos mais importantes embaixadores de Israel a nível mundial nos últimos dez anos, enquanto a Faixa de Gaza estava sujeita a um bloqueio devastador e a três grandes ofensivas. Peres apoiou sempre a punição colectiva e a brutalidade militar.

Em 2014, durante um bombardeamento sem precedentes de Gaza, Peres branqueou mais uma vez os crimes de guerra: depois de as forças israelitas terem matado quatro crianças que brincavam numa praia, Peres atribuiu a culpa aos palestinos. O asfixiante bloqueio, condenado internacionalmente como forma de punição colectiva, foi também defendido por ele.

Peres sempre deixou claro o objectivo de um acordo de paz com os palestinos. «A primeira prioridade é preservar Israel como um estado judaico.» Foi esta a razão do apoio do Partido Trabalhista aos Acordos de Oslo, como Rabin esclareceu num discurso ao Knesset em 1995, ao afirmar que aquilo que Israel esperava de Oslo era uma «entidade palestina» que fosse «menos do que um Estado». Jerusalém seria a capital indivisa de Israel, os principais colonatos seriam anexados e Israel permaneceria no Vale do Jordão.

Declaration_of_State_of_Israel_1948_1

Entre aqueles que afirmaram a sua intenção de participar no funeral contam-se Barack Obama, Hillary Clinton e Bill Clinton, assim como o príncipe Carlos e François Hollande.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, chamou a Peres um parceiro para alcançar uma «paz dos bravos» e afirmou que a sua morte «é uma pesada perda humanidade e para a paz na região».

Num sentido diferente se pronunciou no passado dia 15 de Setembro Basel Ghattas, deputado no Knesset pela Lista Conjunta (coligação de partidos palestinos e da esquerda não sionista em Israel), ao afirmar no Facebook que «Shimon Peres está coberto da cabeça aos pés de sangue palestino».

Numa reacção relatada pela agência Associated Press, Sami Abu Zuhri, porta-voz do Hamas, disse esta quarta-feira que «Shimon Peres era o último dirigente israelita dos que fundaram a ocupação, e a sua morte é o fim de uma fase na história desta ocupação e o começo de uma fase nova de fraqueza».

Hanan Ashrawi, membro do Comité Executivo da Organização de Libertação da Palestina, afirmou que «o legado de Peres será recordado pelos palestinos como um defensor incansável do assassínio de crianças, da perpetuação da ocupação e da expulsão das suas terras dos palestinos delas originários». Wasel Abu Yousuf, também membro Comité Executivo da OLP, afirmou por seu lado que Peres «participou em todas as guerras israelitas desde o início. Foram cometidos massacres e ele foi o principal participante».

(sublinhados meus)

AQUI

 

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

 

Ver mais:

https://www.middleeastmonitor.com/20160928-shimon-peres-israeli-war-criminal-whose-victims-the-west-ignored/

http://www.albawaba.com/news/shimon-peres-was-%E2%80%98no-man-peace%E2%80%99-hanan-ashrawi-887624

http://www.maannews.com/Content.aspx?id=773329

 

Ver artigos sobre Shimon Peres:

 

Do jornalista inglês Robert Fisk:

http://www.independent.co.uk/voices/shimon-peres-dies-israel-qana-massacre-never-forget-no-peacemaker-robert-fisk-a7334656.html

Do historiador israelita Ilan Pappe:

https://electronicintifada.net/content/shimon-peres-perspective-his-victims/18096

 

Shimon Peres_2010

«A questão é não deixar cair no esquecimento o que Peres representa para os palestinianos e os seus vizinhos no Médio Oriente, o seu extenso currículo ao serviço do colonialismo e do apartheid, que é bem diferente da «pomba incansável» divulgada pelos meios ocidentais.»

palestina-bombardeamento-khan_younis-2012

 Palestinianos juntam-se após um bombardeamento das forças militares israelitas em Khan Younis, no Sul da Faixa de Gaza, durante a operação levada a cabo em Novembro de 2012

 

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Domingo, 14 de Agosto de 2016
O futuro de Israel é aterrador

Duma 2015-08-01

Se em 14 de Maio de 1948, aquando da criação unilateral do Estado de Israel, havia já uma forte identidade palestina, forjada por séculos de história, hoje os quase 70 anos após a partilha colectiva do sofrimento imposto por Israel a todos os palestinos, civis ou militantes de movimentos de libertação armados, homens ou mulheres, adultos ou crianças, tornam o povo palestino invencível aos olhos do mundo.

Há povos que surpreendentemente se tornam invencíveis nas circunstâncias mais difíceis.

É o caso do povo palestino.

A Sociedade israelense está permanentemente a desviar-se para a direita, pelo que todo o paradigma político do país está em constante redefinição. Israel, agora «governado pelo Governo de direita mais extrema da sua história», passou em poucos anos de uma apreciação informada a um cliché sem nexo.

De facto, ultrapassou essa fronteira exatamente em maio de 2015 quando o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, já ele da mais extrema da direita, com uma maioria de pessoas politicamente afins, fanáticos religiosos e ultranacionalistas. Ao trazer para o seu redil o ultranacionalista Avigdor Lieberman, Netanyahu repete a sua arquiconhecida fórmula.

Desde 25 de maio que Lieberman se tornou ministro da Defesa de Israel. Tendo em conta a política ruidosa e violenta de Lieberman – como ficou demonstrado nos seus dois mandatos como ministro das Relações Exteriores (2009-2012 e depois 2013-2015) – agora como ministro da Defesa de Israel do «Governo de direita mais extrema da história» alberga todo o tipo de aterradoras perspetivas.

 

palestina_ilustracao

«De Hollande a Obama, de Clinton a May, de Merkel a Renzi, a frente do combate «contra o terrorismo» é inexpugnável. No meio deles, Benjamin Netanyahu funciona como uma referência dessa grande confraria democrática e pacifista. Ele não hesita em usar a guerra e o terrorismo contra «o terrorismo», nem que tenha de arrasar a vida de crianças, sustentar bandos de criminosos, «islâmicos» ou não, ou fazer gato-sapato do direito internacional e dos mais elementares direitos humanos.

Quando os principais dirigentes mundiais dizem que estão «em guerra contra o terrorismo» ou são favoráveis à existência de dois Estados na Palestina, mentem com quantos dentes têm na boca. E são cúmplices, disso não haja qualquer dúvida, com o terrorismo de Estado tal como é praticado por Israel.»

 

Crianças Palestina Julho 2014

«O general Herzi Halevy, chefe dos serviços de espionagem militar do Estado de Israel, declarou recentemente, numa conferência em Herzlia, que “não queremos a derrota do Daesh (ou Isis, ou Estado Islâmico) na Síria”. Os seus “actuais insucessos colocam Israel numa posição difícil”, lamentou, de acordo com uma transcrição publicada no jornal Maariv, conotado com a direita política sionista.

A última coisa de que o general Halevy pode ser acusado é de usar uma linguagem hermética, hipócrita, ao contrário de tantos dirigentes políticos mundiais, de Hollande a Obama, de Mogherini a Hillary Clinton, do secretário-geral da NATO aos autocratas da União Europeia. Ele é directo, fala com clareza, respeitando, aliás, a prática do seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que se deixa fotografar em hospitais israelitas visitando terroristas da Frente al-Nusra (al-Qaida) feridos durante a agressão à Síria soberana.»

 

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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016
Não ao projecto LAW-TRAIN!

Projecto Law-Train

MPPM

 

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Sábado, 21 de Maio de 2016
100 anos do acordo Sykes-Picot: um século de ingerência e prepotência

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

No dia 16 de Maio de 2016 completam-se 100 anos desde a assinatura do documento que ficou para a história como «Acordo Sykes-Picot». Este acordo previa a divisão em «esferas de influência» francesa e inglesa das possessões árabes do Império Otomano.

Cem anos depois, fazem-se ainda sentir em todo o Médio Oriente as consequências funestas deste acto prepotente e traiçoeiro, particularmente para o povo da Palestina.

A própria história da elaboração do Acordo Sykes-Picot é bem um exemplo de perfídia, mentira e traição aos povos da região.

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Sábado, 7 de Maio de 2016
NAKBA 68 anos - Sessão de solidariedade com a Palestina - 17 Maio - 18.30h

Nabka 2016

68 Anos de NAKBA - 68 Anos de Limpeza Étnica na Palestina

 

«Desde Outubro de 2015 Israel tem vindo a desencadear uma onda de repressão generalizada que já causou a morte de mais de 200 homens, mulheres e crianças palestinos, e provocou ferimentos em mais de 16.000. No mesmo período, mais de 4.000 palestinos foram presos pelas forças israelitas, elevando o número total de detidos para 7.000, dos quais 450 são crianças.

Israel prossegue, inexoravelmente, a sua política de apropriação de terras, de demolição de casas – 586 desde Janeiro deste ano, de deslocação forçada de centenas de famílias palestinas. A construção de colonatos prossegue, tanto na Margem Ocidental como em Jerusalém Oriental, engrossando o número de colonos que se juntam aos 650.000 que já residem ilegalmente em território palestino.

O MPPM considera que a existência da Nakba, que atinge o Povo Palestino, é incompatível com um Mundo onde se pretende que prevaleçam os princípios e direitos básicos da Humanidade. A prática de limpezas étnicas como esta e a cumplicidade e condescendência perante tais situações terroristas invalidam quaisquer declarações sobre a Paz, a Liberdade e a Justiça no Mundo. E desacreditam liminarmente aquilo a que convencionou chamar-se “a guerra contra o terrorismo”.»

 

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
Dia internacional de solidariedade com os presos palestinos

Prisão Israel5.jpg

 MPPM

 

A 17 de Abril, assinala-se o Dia dos Presos Palestinos.

É o dia em que os palestinos homenageiam os seus familiares detidos nas prisões de Israel e é, também, o dia em que a comunidade internacional manifesta a sua solidariedade com os milhares de palestinos privado da liberdade, por Israel, e a quem são negados os mais elementares direitos humanos.

Nesta data, o MPPM, a CGTP-IN e a URAP associaram-se para denunciar e condenar as práticas de Israel contra os palestinos; manifestam a sua solidariedade com os presos palestinos, recordando quão importante foi a solidariedade internacional para com os presos políticos portugueses durante os anos do fascismo; e reclamam do Governo Português que se empenhe no cumprimento, por Israel, das sua obrigações à luz do direito internacional e dos direitos humanos.

 

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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
Sessão Pública de Solidariedade com a Palestina - Dia da Terra - 30 de Março, 18:30h

Cartaz Dia da Terra - 2016

MPPM

 

«Assim, desde o início de Outubro de 2015, mais de 190 palestinos foram mortos em acções do exército israelita, trinta das quais em bombardeamentos lançados sobre a faixa de Gaza. No conjunto de vítimas mortais, o número de crianças eleva-se a 41, mas entre os feridos esse valor soma 2177. Desde o ano de 2000 até Janeiro de 2016, o exército de Israel é responsável pela morte de 1977 crianças na Palestina. O número de prisioneiros palestinos situava-se, em Dezembro de 2015, segundo as organizações de direitos humanos palestinas e israelitas, acima dos 6 mil (6066 exactamente), o valor mais alto desde Julho de 2010, entre as quais 398 crianças. Destes, encontravam-se em prisão administrativa – ou seja, sem culpa formada, sem indícios revelados e sem termo de detenção – 584 pessoas, o valor mais alto desde Setembro de 2008, incluindo 8 crianças. Em Dezembro de 2015, estavam presos nas cadeias israelitas 422 menores – o número mais alto desde Agosto de 2008 – dos quais 116 crianças com idades inferiores a 15 anos. O número de mulheres encarceradas, 44, é também o mais elevado desde Setembro de 2009, incluindo-se nesse conjunto oito raparigas menores.»

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Sábado, 5 de Março de 2016
Exposição: «Na Palestina – Rostos de Mulheres que resistem e lutam»

Palestina - Rostos de Mulheres

 

No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher o MDM – Núcleo de Viseu em parceria com o IPDJ promove a exposição “Na Palestina – Rostos de Mulheres que resistem e lutam” que está patente ao público no IPDJ de Viseu – Piso 1 - até 31 de Março.

Esta exposição evocativa do Dia Internacional da Mulher tem por base uma visita realizada à Palestina por uma delegação onde o MDM esteve integrado e que tem como objectivo dar a  conhecer a realidade da vida das mulheres na Palestina.

Convidamo-la/o a partilhar algumas das impressões desta extraordinária viagem e a conhecer melhor a situação dramática em que vivem estas mulheres, lutando pelo seu país livre.

 

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Domingo, 6 de Dezembro de 2015
MPPM analisa situação na Palestina e no Médio Oriente

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

1. Desde há 68 anos, o povo da Palestina anseia pelo cumprimento da promessa de um Estado independente e soberano, com Jerusalém como capital e o correlato reconhecimento dos direitos dos refugiados, conforme o direito internacional.

A Palestina tem hoje assento na Assembleia Geral das Nações Unidas com o estatuto de “Estado não membro” e a sua bandeira está hasteada na sede da ONU.

Contudo, a cada dia que passa, o avanço da colonização sionista e a política sistemática de limpeza étnica levada a cabo pelo estado de Israel tornam cada vez mais difícil e longínqua a perspectiva de realização dos direitos nacionais do povo palestino: o Muro do apartheid continua de pé, e com projectos para a sua expansão, em violação da posição do Tribunal Internacional de Justiça; um ano decorrido desde a última agressão israelita contra a faixa de Gaza, nada foi feito para minorar a dura realidade do bloqueio, sucedendo-se as violações israelitas do cessar-fogo então negociado, em particular com os ataques às embarcações de pesca, os bombardeamentos punitivos e a repressão de manifestações pacíficas junto à fronteira; prosseguem as ocupações de terras, de água, de campos de cultivo palestinos; o número de presos políticos palestinos, alguns ainda adolescentes, e incluindo na condição de prisão administrativa, não pára de aumentar, assim como as torturas e violências a que estão sujeitos nas prisões de Israel.

 

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Sábado, 21 de Novembro de 2015
Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

Cartaz Sessão MPPM 2015

MPPM

 

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
Debate: Gaza - um ano depois da agressão

Cartaz Debate Gaza 2015

MPPM

 

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Terça-feira, 17 de Novembro de 2015
Jantar Palestino (ementa)

Cartaz Jantar MPPM 2015 v

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
Debate: A Palestina e a paz no Médio Oriente

Cartaz Debate Palestina e Paz MO 2015

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
Jantar Palestino - Sábado, 21 Novembro 2015 - 20 Horas

Cartaz Jantar 2015  MPPM

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Sábado, 31 de Outubro de 2015
Exposição: «GAZA 2014 - TESTEMUNHO DE UMA AGRESSÃO»

Convite Almada

MPPM

 

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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015
Brutal escalada de violência israelita face a uma Terceira Intifada

Duma 2015-08-01

28 palestinos mortos e 289 feridos por balas de borracha em confrontos na Cisjordânia

mapa palestineorientaleCisjordânia

 

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Terça-feira, 19 de Maio de 2015
Solidariedade com a Palestina na Fundação Saramago

Cartaz Sessão Fundação Saramago

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Na próxima quinta-feira, 21 de Maio, às 18.30h, na Casa dos Bicos, haverá uma Sessão de Solidariedade com a Palestina.

Vai ser apresentado o livro «Que Luz Estarias a Ler?» de João Pedro Mésseder (escritor) e Ana Biscaia (ilustradora). 

Haverá intervenções dos autores e de Carlos Almeida (MPPM) e Sara Figueiredo Costa. 

Esta é uma iniciativa da Fundação José Saramago, das Edicões Xerefe e do MPPM.

 

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
14 de Maio de 1948: Proclamação do Estado de Israel

Declaration_of_State_of_Israel_1948_1

A proclamação do Estado de Israel foi feita pelo dirigente sionista David Ben Gurion, às 4 da tarde de 14 de Maio de 1948, numa cerimónia realizada no Museu de Telavive.

Israel nasceu sem fronteiras definidas, pois como o próprio Ben Gurion escreveu em finais de 1947, o importante era «erigir de imediato um Estado judeu (…) O resto virá com o tempo». O novo país, defendia, «terá os limites que os seus soldados forem capazes de traçar».

 

Passados 67 anos, a Palestina continua a ferro e fogo...

 

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Domingo, 10 de Maio de 2015
NAKBA: 67 anos de limpeza étnica na Palestina

Nabka 2015

MPPM

 

Comemora-se em 15 de Maio o aniversário da NAKBA, que em árabe quer dizer Catástrofe, e que marca o princípio da tragédia que se abateu sobre o Povo Palestino, perseguido, massacrado e expulso da sua terra pelos novos ocupantes judeus.

A data será assinalada  com uma Sessão de Solidariedade com a Palestina em que será exibido o filme "A Terra Fala Árabe" e que contará com intervenções do Embaixador da Palestina, Dr. Hikmat Ajjuri, e de Jorge Cadima, dirigente do MPPM. 

É no Clube Estefânia, na sexta-feira 15 de Maio, a partir das 18.30 horas.

"A Terra Fala Árabe", da realizadora palestina Maryse Gargour, documenta as circunstãncias e os acontecimentos que levaram a implantação de um estado judaico na Palestina e à expulsão dos seus habitantes árabes.

 

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015
Eleições em Israel

Mapa Palestina-Israel 1946-2010

Mas nos resultados das eleições em Israel é necessário ver também o avanço de forças que combatem o sionismo e apoiam a luta do povo palestiniano, como é o caso da Lista Conjunta, onde participa o Partido Comunista, que se tornou a terceira força eleitoral, derrotando os malabarismos de engenharia eleitoral que visavam afastá-lo do Knesset. Como necessário é não esquecer que Israel tem sido palco de importantes manifestações populares que evidenciam as agudas contradições que percorrem a sociedade israelita. E, sobretudo, que a luta do povo palestiniano continua, tal como a nossa activa solidariedade vai continuar.

 

«A Lista Conjunta apresentada pelos partidos árabes e pelo Partido Comunista de Israel (PCI) às legislativas elegeu 14 deputados no Knesset (parlamento), resultado que o PCP sublinha como «um elemento de esperança e alento».»

 

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Quinta-feira, 26 de Março de 2015
Solidariedade com a Palestina no Dia da Terra – 30 de Março

Dia da Terra 2015

MPPM

 

Em Março de 1976, as autoridades israelitas anunciaram a expropriação de grandes extensões de terras palestinas por “motivos de segurança” e para a construção de colonatos.

No dia 30 desse mês, uma greve geral e grandes manifestações de protesto sacudiram as localidades palestinas em território do Estado de Israel.

Na repressão sangrenta que se seguiu, seis palestinos foram mortos pelas autoridades de Israel e centenas foram presos ou feridos.

Desde então, o dia 30 de Março ficou conhecido como o Dia da Terra, uma data que simboliza a luta do povo palestino pelo direito aos seus lares, às suas terras de cultivo, à sua Pátria.

 

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Terça-feira, 3 de Março de 2015
Contribuintes europeus não podem subsidiar complexo militar-industrial de Israel

Forca_aerea_israel_2012Tanques Gaza 2012-11-20

Crianças Palestina Julho 2014

Numa altura em que países europeus estão sujeitos a asfixiantes medidas de austeridade, a União Europeia prepara-se para encaminhar o dinheiro dos contribuintes para apoios ao complexo industrial-militar-científico de Israel ao abrigo do programa Horizonte 2020.

O Programa Quadro Comunitário Horizonte 2020 é um dos mais ambiciosos a nível mundial e dispõe de um fundo de mais de 77 mil milhões de euros para apoiar a investigação e o desenvolvimento, no período 2014-2020, em três vertentes: excelência científica, liderança industrial e desafios societários. Na sua qualidade de Comissário Europeu responsável das áreas da Investigação, Ciência e Inovação, competirá a Carlos Moedas a gestão deste importante fundo. Em 8 de Junho de 2014 Durão Barroso e Benjamin Netanyahu assinaram o acordo de adesão de Israel ao programa Horizonte 2020, o que lhe confere os mesmos direitos dos estados membros e dos países associados.

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Domingo, 14 de Dezembro de 2014
Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino (documentos)

Solidariedade Povo Palestino1

Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014
Seminário Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino em Almada

Seminário Internacional 2014 - Cartaz com program

  Clicar na imagem para ampliar

 


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Domingo, 23 de Novembro de 2014
Solidariedade com o Povo Palestino em Almada

Solidariedade Povo Palestino1

MPPM

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
Solidariedade com o Povo Palestino em Grândola

Solidariedade Povo Palestino

MPPM

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