TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016
O Papa Francisco e os comunistas

Papa Francisco_12_May_2013

Em entrevista ao jornal “La Repubblica”, o papa Francisco comparou os comunistas aos cristãos e defendeu que os movimentos cívicos devem entrar na política.

 

O papa Francisco disse que os comunistas "pensam como os cristãos", numa entrevista publicada esta sexta-feira pelo jornal italiano "La Repubblica".

"São os comunistas que pensam como os cristãos. Cristo falou de uma sociedade em que os pobres, os débeis e os excluídos é que decidem. Não os demagogos, os Barrabás, mas o povo, os pobres, tenham fé em Deus ou não, mas são eles que temos de ajudar a obter a igualdade e a liberdade", afirmou o papa, na entrevista.

Francisco disse esperar, por isso, que os movimentos cívicos entrem na política.

"Não na politiquice, nas lutas de poder, no egoísmo, na demagogia, no dinheiro, mas na alta política, criativa e de grandes visões", salientou.

AQUI e AQUI

 

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Sábado, 11 de Abril de 2015
O Partido, os católicos e a Igreja – questões de actualidade

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Em 24 de Março, uma delegação do Partido, que integrou o Secretário-geral, encontrou-se com o Cardeal D. Manuel Clemente. O encontro visou a troca de opiniões sobre a situação do País e resultou de uma convergência de vontades e acerto de agendas.

O encontro foi positivo. Jerónimo de Sousa situou-o nas «... relações normais e institucionais com a Igreja ...», lembrou que «... não há um partido de católicos, todos os partidos têm católicos nas suas fileiras ...», valorizou «... a convergência de opiniões em relação à necessidade de alterar o rumo desta política, que produz e reproduz tanta injustiça epobreza e, com as naturais diferenças que existem entre o Partidoe a hierarquia católica, foi possível encontrarpontos de vista comuns, formas de intervenção, a valorização do sentimento de confiança e esperança numa mudança de rumo, o valor da solidariedade, particularmente com os que menos têm e menos podem ...(e) a identificação do quea Igreja e o Partidoprocuramum País melhor, com mais justiça social, com menos pobreza e desemprego, não ficando apenas na contemplação dos problemas, mas com intervenção concreta juntodos cidadãos ….».

Estes são elementos importantes, no quadro da orientação geral do Partido para a construção de uma política e de uma alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril. Por isso, não se estranha a sua ocultação pelos media dominantes, nem as mistificações que traduzem o «incómodo» com o eventual crescimento da influência do PCP entre trabalhadores e sectores católicos. Para uns o PCP entrou na «caça ao voto», para outros deixou cair a «denuncia da opção capitalista da hierarquia». Mas a verdade é que essas questões estão discutidas há muito, em posições que são a base da nossa intervenção.

Em 1943, no auge da barbárie nazi-fascista, Álvaro Cunhal escreveu: «... a Igreja... tem apoiadoas atrocidades fascistaspor isso combatemos… (a sua política) e os sacerdotes fascistas... Mas não os combatemos pela actividade religiosa… (mas) sim pela actividade contra o povo e o País…». E «... não esquecemos que muitos ... são inimigos da Alemanha nazi … (e que) centenas de milhares de trabalhadores... são... influenciados pelo catolicismo, não podemos separar-nos dos nossos irmãos, operários e camponeses católicos..., ou (os) atraímos… para a luta contra o fascismo, ou deixamos que… se constituam em (sua) reserva… não fazemos a «guerra à religião» e não pretendemos atingir a liberdade de crença e de prática de culto…. Estendemos lealmente a mão aos católicos... para que participem no movimento nacional contra o fascismo...».

Em 1946, o IV Congresso do PCP apontou: «… Lutamos contra o sectarismo e incompreensão de muitos dos nossos militantes e …antifascistas republicanos. Houve erros de intolerância em 1910 que não devem... repetir-se...». Em «O Partido Comunista, os Católicos e a Igreja», de 1947, Álvaro Cunhal escreveu: «... As convicções religiosas, por si só, não são susceptíveis de afastar os homens na realização de um programa social e político,... comunistas e católicos podem e devem unir-se em defesa dos seus anseios comuns...».

O VI Congresso, em 1965, consolidou a orientação na relação com os católicos e outros crentes. A vida comprovou a sua justeza – com o papel de padres e católicos progressistas na unidade antifascista, na Revolução, no Portugal de Abril e na sua defesa.

Em 1974, com milhares de católicos militantes do PCP, Álvaro Cunhal afirmou: «…os comunistas defendem… boas relações do Estado com a Igreja. Esta... política não se baseia em critérios de oportunidade, mas numa posição de princípio.… O mundo evolui e a Igreja Católica... mostra também indícios de... evolução positiva.... Confiamos em que os homens mais esclarecidos da Igreja… compreendam… a sinceridade (e) as profundas implicações, para o presente e para o futuro, desta posição do Partido...».

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Nos dias de hoje, o PCP continua a considerar que as convicções religiosas não mudam a posição de classe de cada um, nem alteram um programa social e político progressista.

A Igreja Católica registou mudanças. Cresceu a fusão do Estado do Vaticano com o capital financeiro, que factos recentes não parecem ainda ter superado, mas avançou a secularização e emergiram novas realidades e dinâmicas. Alargou-se o fosso entre o novo diagnóstico do actual Papa, da «economia de exclusão e desigualdade», da «economia que mata» e a indefinição ou ocultação de uma resposta de facto transformadora.

Não existe uma «questão religiosa» em Portugal e o PCP intervirá para que assim continue. Mas a verdade é que há estruturas da Igreja cuja actividade serve os interesses do grande capital. Neste quadro o PCP não pode abdicar do direito de resposta, se isso for impreterível.

A Igreja deve ser respeitada na acção religiosa e ouvida com atenção no plano institucional. Nada move os comunistas contra a Igreja, não acompanhamos posições anticlericais, de génese anarco-maçónica. A experiência mostra que é positivo o relacionamento regular entre o PCP e a Igreja, apesar dos preconceitos.

Hoje, o relacionamento dos comunistas com amplos sectores sociais e de massas, sejam ou não crentes, tem de aprofundar-se, na defesa dos trabalhadores, nas instituições, na CDU, na luta por um Portugal soberano e desenvolvido.

A experiência prova que não é difícil a convergência. O humanismo, a proximidade aos pobres e oprimidos, os valores de paz, justiça e igualdade do «cristianismo primitivo», que resistiu à assimilação pelo Império Romano, e o acervo cultural dos trabalhadores e das massas católicas não estão longe dos ideais comunistas.

No caminho para uma alternativa patriótica e de esquerda há passos a consolidar, com os católicos mais próximos da «Teologia de Libertação» e da «Igreja dos Pobres», com sacerdotes e crentes que não militem na política de direita, que não manipulem a religião como «ópio do povo», que se comprometam com a sua fé por um Portugal com futuro.

AQUI

 


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publicado por António Vilarigues às 12:13
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014
Milhões de euros «escondidos» no Vaticano

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Centenas de milhões de euros, não declarados, foram encontrados em diferentes ministérios do Vaticano, revelou, dia 5, o cardeal australiano George Pell, que dirige o novo secretariado da Economia do papa Francisco.

«Descobrimos que a situação (financeira do Vaticano) era muito mais saudável do que parecia. Porque algumas centenas de milhões de euros estavam escondidas em diversas contas sectoriais e não apareciam nos balanços».

O responsável da Economia descreveu um sistema em que cada serviço mantinha e defendia a sua independência.

«Os problemas eram mantidos em reserva. Poucos eram tentados a confiar ao mundo exterior os problemas da sua casa, o que só acontecia quando precisavam de ajuda externa», afirmou.

 

Desculpem lá, mas não percebi: «escondidos»???...

Alguém me explica?

 


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publicado por António Vilarigues às 09:13
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Sábado, 13 de Outubro de 2012
O Cardeal Patriarca é contra as manifestações. Mas organizou uma!...

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O Cardeal Patriarca organizou esta Manifestação de 150 mil pessoas o que nas suas próprias palavras «é perfeitamente fora da nossa constituição e da compreensão do nosso sistema democrático», contribuindo assim para a «corrosão da harmonia democrática da nossa constituição e do nosso sistema constitucional.» Segundo a Rádio Renascença «o Cardeal Patriarca considera que "não se resolve (...) indo para grandes manifestações".»

«Perante cerca de 150 mil peregrinos, 27 bispos, 390 padres, o presidente da peregrinação – que serviu também para comemorar os 50 anos da abertura do II Concílio Vaticano e a abertura nacional do «Ano da Fé» em Portugal – o cardeal-patriarca de Lisboa salientou que a Palavra de Deus “comove-nos o coração” e que a isso o Papa João Paulo II chamou “novo ardor da fé".»

Fátima: A mudança do mundo «agudizou» a emergência da mensagem do Concílio

«Perante mais uma manifestação de fé de peregrinos de múltiplos países, na homilia da eucaristia desta noite no Santuário da Cova da Iria, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa recorreu ao tema da peregrinação - "Recebeste de graça, dai de graça" - para defender que este foi "um ensinamento de Jesus aos discípulos, a partir da sua experiência pessoal".»

Cardeal patriarca exorta católicos a porem Igreja "acima de tudo"

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«Uma multidão assistiu à missa presidida por Bento XVI no Terreiro do Paço, em Lisboa», mas o Cardeal Patriarca acha que não é «a rua» o «sítio próprio»...

Acha que os portugueses devem suportar os sacrifícios:

«Sobre a questão da austeridade, D. José Policarpo mostrou-se confiante quanto aos sacrifícios que têm sido pedidos aos portugueses.»

Mas, ele, não quer pagar o IMI:
«O presidente da Conferência Episcopal foi ainda questionado sobre a possibilidade de a Igreja passar a pagar IMI, mas respondeu que isso é um assunto regulamentado pela Concordata, que não pode ser decidida por decreto administrativo.»

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sexta-feira, 30 de Março de 2012
Banco do Vaticano na «lista negra»

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A filial de Milão do conhecido banco norte-americano JPMorgan informou o Vaticano de que a sua conta será encerrada amanhã, 30 de Março. A notícia caiu como uma bomba, já que não é todos os dias que o JPMorgan encerra contas de importantes clientes. A razão de tão drástica medida, de acordo com o jornal espanhol Expansión, radica no que, muito polidamente, o JPMorgan designa por falhas de comunicação de informações obrigatórias segundo a lei contra a lavagem de dinheiro.

Ao que consta, o banco IOR – o banco do Vaticano – não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre alguns estranhos pagamentos transferidos da sua conta na filial italiana.

A coisa não é de somenos: todos os dias o saldo da conta do banco do Papa é posto a zero e os montantes transferidos para a conta que o IOR tem no JPMorgan em Frankfurt.O movimento nos últimos 18 meses ascendem a mais de 1,5 mil milhões de euros!

Segundo as notícias vindas a público, as preocupações do JPMorgan com o seu distinto cliente foram suscitadas pela Procuradoria-Geral de Roma, que há algum tempo investiga o IOR por alegadas violações da lei contra a lavagem de dinheiro. No seguimento das investigações, o banco norte-americano classificou a conta do Vaticano de «alto risco» e exigiu explicações adicionais ao IOR, que rejeitou o pedido. É caso para dizer que até (ou sobretudo?) na Santa Sé o segredo é a alma do negócio.

A não ocorrer nenhum milagre, amanhã a conta é encerrada. Resta saber para onde vai o dinheiro e qual será a resposta que a OCDE vai dar ao pedido do Vaticano para ser incluído... na «Lista Branca», ou seja na lista de países que estão na primeira linha contra a lavagem de dinheiro.

In jornal "Avante!" - Edição de 29 de Março de 2012

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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
Bispos e banqueiros são velhos companheiros

Tem interesse e ajuda a compreender o que no mundo actualmente se passa, recordar em traços gerais as afinidades que sempre ligaram as hierarquias religiosas aos altos postos e ao aparelho do capitalismo político e financeiro mundial. Necessariamente numa abordagem muito superficial e só para nossa informação.

A expressão igreja começou a ser usada na antiga Grécia vários séculos antes de Cristo. Designava conselhos eleitos entre os cidadãos com a finalidade de gerirem a polis ou cidade, conceito que depois evoluiu para a noção mais sofisticada de cidade-estado ou seja, cidade que era cabeça política de um território mais vasto.

Ler Texto Integral

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Domingo, 28 de Novembro de 2010
Com preservativo ou sem ele...

Condón o sin don, desenho de Juan Carlos Contreras

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- Ouvi dizer que o Papa admite, pela primeira vez, o uso do preservativo... Não achas fantástico?

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Para Ler:

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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
Este senhor estava no seu perfeito juízo?

«A greve é um direito que faz parte da vida colectiva e da nossa democracia. Obviamente que quando se paralisa a economia neste setor ou noutro tem sempre um impacto negativo e nós não precisamos agora de impactos negativos na economia»

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O autor desta «pérola» é Ministro da Economia do Governo que decretou tolerâncias de ponte aquando da recente visita do Papa e para a próxima Cimeira da Nato...

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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010
O papel da mulher na Igreja, a avaliar pelo que se passou em Barcelona...

Redéu amb el clero..., L'Avi

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- O clero reserva um papel primordial à mulher no seio da Igreja ... esfregar o altar!


Para Ler (o que se passou em Barcelona quando o Papa lá esteve no dia 7 de Novembro):

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Domingo, 7 de Novembro de 2010
As novas generações serão menos católicas...

Las nuevas generaciones, menos católicas, (Territorio Vergara)

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- Espanhol, lascivo, põe já o preservativo!

- Coitado... Acaba de saber que a tendência estatística em Espanha é que, dentro de poucas gerações, já quase ninguém seja católico.


Para Ler:

«Umha cidade vazia e com a hotelaria abaixo da ocupaçom de qualquer fim de semana foi a paisagem deste sábado em Compostela. Ninguém viu as 200.000 pessoas garantidas pola Junta e a Cámara Municipal. (...)»

«Desde 1980 al 2007, el número de católicos practicantes ha bajado del 33,8 al 18,7% // La religiosidad de las mujeres está 15 puntos por encima de la de los hombres.»

«No es exactamente un viaje a tierra infiel, pero la España que visitará a partir del sábado el papa Benedicto XVI ya no tiene nada que ver con el bastión católico que fue durante siglos. Todas las encuestas del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) realizadas desde su visita de 2006 muestran que se ha acelerado ladesafección de los ciudadanos hacia el catolicismo y muy particularmente entre los jóvenes. La España que pisará Benedicto XVI es la menos católica de la historia.»

«Las uniones laicas superaron por primera vez el año pasado a las oficiadas ante el altar.»

E o Papa tem saudades de Franco...

«El Papa propone "reevangelizar" España ante el auge de un anticlericalismo que le recuerda el de la Segunda República. (...) Denunció el Papa la existencia en España de un "laicismo agresivo" que llegó a comparar con el "anticlericalismo fuerte y agresivo como lo vivimos en los años 30".»

«Compara el "anticlericalismo agresivo de la II República " con la España de hoy. La asistencia a los actos de Santiago fue menor de la prevista.»

Barcelona:

Leia tudo, mas mesmo tudo!, sobre as visitas do Papa neste blogue:


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Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010
Depois da Galiza, o Papa vai à Catalunha, e não confia na protecção divina...

No hi creuent ni ells... [Nem eles acreditam...], L'Avi

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- Durante a visita do Papa a Barcelona os moradores do bairro da Sagrada Família, durante quarenta horas, não poderão utilizar nem o metro nem o autocarro nem o automóvel, que terá que ser removido...

- Fazemos isso para garantir a segurança do Santo Padre...

- Ah, então você não confia no seu Anjo da Guarda?

[Não entendo que para a visita do Papa se tenha implantado um serviço tão grande de segurança. Acaso Deus não o protege?]

Para Ler:

Leia tudo, mas mesmo tudo!, sobre as visitas do Papa neste blogue:


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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Sequestraram a revista galega «RETRANCA» por rir da visita do Papa à Galiza

(Capa da revista RETRANCA apreendida) tb AQUI

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A vista do Papa custará 3 milhões de euros

- Nem milagre dos pães e dos peixes, nem hóstias!!! Eu faço que me chovam notas!

SECUESTRO DA RETRANCA, Desenho de Luis Davila (O Bichero)

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- Que não veja a luz!!!

- Amén!!!

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Visitas con abuso, Desenho de Luis Davila (O Bichero)

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010
É o Papa ou o Padrinho?

Lapsus, Desenho de Manel Fontdevila

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- Os pederastas serão perdoados se estiverem connosco... Os ditadores de qualquer tipo limparão a sua imagem se estiverem connosco...  E também - OFERTA ESPECIAL ESPANHA! - os empresários gananciosos pagarão menos impostos se estiverem connosco!

- Desculpem o lapso... É o Papa ou o Padrinho?

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Para Ler e Ver:

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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010
Conversa do Papa com Cristo

Desenho de Lacoste

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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Inocêncio X (por Diego Velásquez) e Bento XVI (por Carlos Latuff)

«La expresión del papa es tensa, con el ceño fruncido; totalmente opuesta a los retratos realizados por Rafael y Carlo Maratta, que oscilan entre expresiones más o menos introspectivas y afables, pero que no llegan al semblante casi agresivo de Inocencio X

Desenho de Carlos Latuff (Latuff2 on deviantART)

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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010
«Crimen Sollicitationis» ou incitação ao crime?

Hoje vamos até ao Vaticano para ler uma Instrução da Sagrada Congregação Suprema do Santo Ofício que trata, entre outras coisas, de como a Igreja Católica deve lidar com os crimes de pedofilia. Esta instrução, que só existe em latim..., tem uma tradução em inglês, não totalmente actual, que o Vaticano designa, amavelmente, por, «não oficial». Quem quiser ler o original tem de ir... à CBS: Instructio. De modo procedendi in causis de crimine sollicitationis.

Quem quiser mais referências pode ver AQUI.

O problema é que o diabo (!!!...) da Instrução está em inglês... Senhor Cardeal Patriarca, não podia fazer o favor de traduzir este texto para poder ser lido pelo seu rebanho? Prometendo este, o seu rebanho, que guarda a mais estrita confidencialidade, sob pena de excumunhão, claro.-

Entretanto, e como não há pachorra, aqui vai em inglês (os negritos não estão no original):

«11. Since, however, in dealing with these causes, more than usual care and concern must be shown that they be treated with the utmost confidentiality, and that, once decided and the decision executed, they are covered by permanent silence (Instruction of the Holy Office, 20 February 1867, No. 14), all those persons in any way associated with the tribunal, or knowledgeable of these matters by reason of their office, are bound to observe inviolably the strictest confidentiality, commonly known as the secret of the Holy Office, in all things and with all persons, under pain of incurring automatic excommunication, ipso facto and undeclared, reserved to the sole person of the Supreme Pontiff, excluding even the Sacred Penitentiary. Ordinaries are bound by this same law ipso iure, that is, in virtue of their own office; other personnel are bound in virtue of the oath which they are always to swear before assuming their duties; and, finally, those delegated, questioned or informed outside the tribunal, are bound in virtue of the precept to be imposed on them in the letters of delegation, inquiry or information, with express mention of the secret of the Holy Office and of the aforementioned censure

«13. The oath to maintain confidentiality must always be taken in these causes, also by the accusers or complainants and the witnesses. These persons, however, are subject to no censure, unless they were expressly warned of this in the proceedings of accusation, complaint or questioning. The Defendant is to be most gravely admonished that he too must maintain confidentiality with respect to all persons, apart from his advocate, under the penalty of suspension a divinis, to be incurred ipso facto in the event of a violation

A expressão em Latim «crimen sollicitationis» refere-se a um avanço sexual feito antes, durante ou

imediatamente após a administração (mesmo simulada) do Sacramento da Penitência (Confissão)

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Mais adiante, vem a definição de crimen pessimum em que se equipara os «actos obscenos» com pessoas do mesmo sexo com os «actos obscenos» com crianças pré-adolescentes (impúberes) de ambos os sexos e com animais:

«71. The term crimen pessimum [“the foulest crime”] is here understood to mean any external obscene act, gravely sinful, perpetrated or attempted by a cleric in any way whatsoever with a person of his own sex

«73. Equated with the crimen pessimum, with regard to penal effects, is any external obscene act, gravely sinful, perpetrated or attempted by a cleric in any way with pre-adolescent children [impuberes] of either sex or with brute animals (bestialitas)

(Sem comentários!!!...)

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Para Ler:

«Segundo a BBC, que ontem divulgou a existência desta cartilha num programa televisivo intitulado Crimes sexuais e o Vaticano, o documento de 39 páginas, escrito em latim em 1962 e distribuído pelos bispos católicos de todo o mundo, impõe um pacto de silêncio entre a vítima menor, o padre que é acusado do crime e quaisquer testemunhas ou pessoas a par do ocorrido. Quem quebrasse esse pacto seria excomungado pela Igreja Católica.

Crimen Sollicitationis terá sido mantido no segredo da hierarquia católica durante todos estes anos, marcado como altamente confidencial. Fornece elementos detalhados, segundo a BBC, sobre como proceder em caso de "crime de solicitação de actos obscenos, por palavra ou gestos, no quadro da confissão" - mas também sempre que se verifique "qualquer acto obsceno externo (...) com crianças de ambos os sexos". Os críticos garantem que o documento servia apenas para evitar a eficácia de qualquer acusação judicial por crimes sexuais - e também para silenciar as vítimas.»

«In his capacity as Prefect, Ratzinger's 2001 letter “Crimen Sollicitationis”  which clarified the confidentiality of internal Church investigations into accusations made against priests of certain crimes, including sexual abuse, became a target of controversy during the sex abuse scandal. While bishops hold the secrecy pertained only internally, and did not preclude investigation by civil law enforcement, the letter was often seen as promoting a coverup.»

«Esta tipologia criminal (secção II do Capítulo V do Código Penal) está elencada em cinco categorias: Abuso Sexual de Crianças, Abuso Sexual de Menores Dependentes, Actos Sexuais com Adolescentes, Actos Homossexuais com Adolescentes e Lenocínio e Tráfico de Menores.»

Para esclarecimento (incompleto) do Senhor Cardeal Patriarca e de todo o clero é importante lembrar o Artigo 367º (Favorecimento pessoal) do referido Código Penal:

«Quem, total ou parcialmente, impedir, frustrar ou iludir actividade probatória ou preventiva de autoridade competente, com intenção ou com consciência de evitar que outra pessoa, que praticou um crime, seja submetida a pena ou medida de segurança, é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa

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Terça-feira, 23 de Março de 2010
Sr. Bispo (...) vimos humildemente pedir a V. Exª (...) que açame os seus padres!

      A frase do título foi "roubada" ao seguinte texto de Eça de Queirós 

Uma Campanha Alegre (Volume II: Capítulo IV: Epístola ao sr. bispo do Porto, a respeito dos maus sacerdotes), por Eça de Queirós.

Vem isto a propósito de quê? Dos persistentes casos de pedofilia que envolvem padres católicos ao longo de décadas e décadas até aos dias de hoje.

     Ouçamos o que tem para nos dizer o o bispo auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azevedo:

Bispo Auxiliar de Lisboa afirma que abusos sexuais a menores envergonham a Igreja Católica.

Ouviram «a maior parte das situações que são referidas são de há 20 anos, de há 30 anos»? Desculpe a franqueza, sr. bispo, mas as suas palavras mostram que, nesta matéria, a Igreja Católica continua a mentir e não ter vergonha nenhuma.

Nas seguintes declarações à LUSA o bispo persiste: 

D. Carlos Azevedo diz que abusos sexuais «envergonham» a Igreja.

 «A maior parte das situações é de há 30 ou 40 anos», ressalva D. Carlos Azevedo. Mas, sr. bispo, só em 2007 há, pelo menos, seis padres denunciados:

MP indiciou 10 padres por pedofilia entre 2003 e 2007 O estudo ‘Abusadores Sexuais – Uma perspectiva Neuropsicológica’ revela que entre 2003 e 2007 podem ter sido cometidos 10 crimes de pedofilia por padres, em Portugal. É este o número de sacerdotes indiciados pelo Ministério Público nesse período, revelado pela edição de hoje do i (...) O número é apontado por um estudo de Nuno Pombo, da Policia Judiciária (PJ), que investigou os 5128 casos denunciados nesses cinco anos. (...) Se em 2004 não há registo de qualquer denúncia relativa a padres, 2007 é o ano em que foram indiciados mais sacerdotes: seis.

     E o Vaticano está metido até ao pescoço no encobrimento desta porcaria, desde o papa Wojtila (João Paulo II), pelo menos, com o total envolvimento do actual papa Ratzinger (Bento XVI). E são estes dois que muita gente quer fazer passar por santos! Isto vem tudo no documentário do programa Panorama BBC de 2006:

Em português:

Este programa passou no último fim-de semana (20/21) na SIC Notícias. 

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Domingo, 1 de Novembro de 2009
Quem disse que alguns violadores de crianças tinham tido «coragem»?

    Bem, o título está um pouco sensacionalista mas temos que nos bater pelas audiências!... Praticamos um «jornalismo» isento e moderno. E chique! 

A frase (quase) completa é:

«I think of those in ... and some of the ... who have to face these facts from their past which instinctively and quite naturally they'd rather not look at. That takes courage, and also we shouldn't forget that this account today will also overshadow all of the good that they also did». 

Quem disse esta frase não foi o Diácono Remédios.

Aqueles que seguem religiosamente este blogue, como é a obrigação de todos os bons portugueses, e nem precisam de ser do Benfica, sabem, com certeza, a resposta. Ou será que não têm lido com atenção? Vá lá, confessem... 

As melhores respostas, que têm que ser justificadas e com uma redacção a acompanhar, ganharão uma ida à Terra Santa com estadias num campo de férias nas margens do Mediterrâneo e num dos muitos hotéis especialmente preparados. Mais Informações aqui.

Solução (mas não digam a ninguém...)

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Crimes sem JUSTIÇA

Josetxo Ezcurra

Para Ver e Ouvir:

Para Ler: 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                      


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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009
Quem usou expressões como «paz», «escapando às guerras», «garras do comunismo ateu», «Cristo-Rei», «jacobinismo maçónico»?

     Não, não foi Bento XVI.

 

O que Joseph Ratzinger disse, numa carta a lembrar as razões para a construção do monumento do Cristo-Rei, foi:

«Pela paz e pela prosperidade em que se encontrava a sua nação, face ao avanço da doutrina comunista no mundo, da predominância da guerra civil na vizinha Espanha, [...] contra o ateísmo».

As expressões do título foram pronunciadas por Alberto Carlos de Figueiredo Franco Falcão na 2ª sessão legislativa da VII Legislatura (1957-1961) da Assembleia Nacional, no início de Julho de 1959.

Podem ser lidas no Diário das Sessões nº 131, página 1165.

«Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas é o primeiro mandamento da lei de Deus, o qual vive, ardente de fé, na alma do povo português, que, sob o signo luminoso da cruz de Cristo, conquistou as glórias do passado e tem sabido no presente construir a doce paz em que vivemos, escapando às guerras, às paixões dos homens e às garras do comunismo ateu. A invocação do nome de Deus na nossa Constituição não pode deste modo forçar as consciências, pois obedece a imperativos de seculares tradições constitucionais e constitui ainda motivo de reafirmação das nossas crenças religiosas no momento elevado em que Fátima e Cristo-Rei anunciam ao Mundo que reencontrámos a luz esplendorosa de que nos tínhamos afastado por culpa dos erros dos homens, da irreligiosidade do Poder e do jacobinismo maçónico. Com efeito, logo a nossa primeira lei constitucional de 1822 abria sob a invocação da Santíssima Trindade e fixava em quatro os elementos da Nação, território, religião, governo e dinastia. Com a Constituição de 1911 rasgou-se toda a nossa tradição cristã, vítima das alucinantes fúrias demagógicas, onde o respeito por Deus e pela sua doutrina se transformou em repugnante assalto aos templos, em desordenada perseguição aos sacerdotes e violento ataque a todos aqueles que desejavam viver cristãmente no seu seio e coração».

Já uns dias antes tinnha sido afirmado nessa mesma  Assembleia Nacional, Diário das Sessões nº 114, página 0843:

«E quando nos lembramos de que nessa atitude colectiva de amor e de paz se simbolizam as grandes virtudes do povo português, bem expressas nas admiráveis cerimónias em honra de Cristo-Rei, mais se desenha em todas as almas bem formadas o contraste com certas máscaras de ódio de conhecida populaça revolucionária e dos seus responsáveis instigadores- entes que, vivendo dentro ou fora dos nossos muros, realizam há muito, segundo normas e métodos dissolventes adequados, um profundo trabalho de dissolução social.
Têm-se imiscuído esses perniciosos agentes das forças internacionais comunistas e maçónicas
(...)»

                                                                   

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Quinta-feira, 19 de Março de 2009
E então o senhor padre faz certas proibições e prescreve abstenções

Eis aí, espetada na ponta da nossa pena, mais uma proeza eclesiástica. Os senhores padres prodigalizam-se, e os seus feitos despertam a cada momento, com um rumor irritado, o silêncio da opinião. O País está com o clero, como um homem débil e nervoso que sente umas unhas compridas raspar a cal da parede. Encolhe-se, dobra-se, geme. E termina por mostrar aos senhores eclesiásticos os seus dois poderosos punhos - fechados e impacientes.

(...)

O sermão obsceno é uma particularidade minhota dos senhores missionários. Um de suas senhorias sobe devotamente ao púlpito, e depois das ave-marias murmuradas, olha pausadamente a multidão feminina, apertada e contrita, e com gestos sumptuosos, anuncia que vai tratar da castidade. Tratar da castidade significa contar a que se arriscam, nos futuros infernos de além-vida, os que cometem os ternos pecados do amor. E então o senhor padre, revolvendo o assunto com a sofreguidão com que um avaro revolve o dinheiro, dilata-se, explica, diz as palavras próprias cruamente, descreve, conta anedotas, especializa atitudes, faz certas proibições, marca dias, prescreve abstenções, divide as espécies, aprofunda, exalta-se, clama - e as mulheres coram. E a Correspondência de Portugal contava ultimamente que, num desses derradeiros sermões, o povo rompeu num grande tumulto indignado, e saiu do templo como de um lugar desonesto. Tal é o sermão galante.

(...)

Uma Campanha Alegre (Volume II: Capítulo XXVIII: O sermão político), por Eça de Queirós

Leituras:

Vídeo dos Monty Python:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                               


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Domingo, 29 de Junho de 2008
A igreja católica irlandesa podia ter feito mais na campanha do referendo...
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Cavaco diz que igreja católica na Irlanda devia ter apoiado Tratado de Lisboa

Tratado da UE debatido entre o Papa e Cavaco Silva

"Cavaco Silva espera que a Irlanda volte a referendar o Tratado de Lisboa e que a Igreja Católica ajude a reverter o «não» dos irlandeses".
   

Artigo 7.º
(Relações internacionais)


1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

(...)

Constituição da República Portuguesa (Sétima revisão constitucional - 2005) Princípios fundamentais (artigos 1.º ao 11.º)

                                                   

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, conhece a Constituição da República que jurou defender e respeitar?

                                                      

Adenda às 19h20m:

 

Artigo 127.º
(Posse e juramento)

(...)
3. No acto de posse o Presidente da República eleito prestará a seguinte declaração de compromisso: Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.
(...)
Constituição da República Portuguesa (Sétima revisão constitucional - 2005) Capítulo I - Estatuto e eleição (artigos 120.º ao 132.º)

                                                                                 


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publicado por António Vilarigues às 12:25
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