TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
Hasta la victoria siempre!

Hasta la victoria siempre

Hasta la victoria siempre1

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
Fidel Castro deixa legado de firmeza revolucionária

Fidel Castro_PCP

Revolução é sentido do momento histórico;

é mudar tudo o que deve ser mudado;

é igualdade e liberdade plenas;

é ser tratado e tratar os demais como seres humanos;

é emanciparmo-nos por nós próprios e com os nossos próprios esforços;

é desafiar poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional;

é defender valores nos quais se acredita acima de qualquer sacrifício;

é modéstia, desinteresse, altruísmo, solidariedade e heroísmo;

é lutar com audácia, inteligência e realismo;

é não mentir jamais nem violar princípios éticos;

é convicção profunda de que não existe força no mundo capaz de soterrar a força da verdade e das ideias.

Revolução é unidade, é independência, é lutar pelos nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo, que são a base do nosso patriotismo, do nosso socialismo e do nosso internacionalismo.

 

Venceremos!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:35
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|

Sábado, 26 de Novembro de 2016
Fidel Alejandro Castro Ruz (13 de agosto de 1926 / 25 de novembro de 2016)

Fidel Castro13

 

Perante o falecimento do camarada Fidel Castro, o Comité Central do Partido Comunista Português expressa os seus sentimentos de profundo pesar e transmite ao Comité Central do Partido Comunista de Cuba e por seu intermédio a todos os comunistas, ao povo de Cuba, ao camarada Raúl Castro e restante família de Fidel os sentidos pêsames e a solidariedade dos comunistas portugueses.

Neste momento de tristeza para os comunistas, revolucionários e progressistas de todo o mundo, o PCP presta homenagem à sua excepcional figura de patriota e de revolucionário comunista evocando o exemplo de uma vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo em que, com os seus companheiros de armas, numa epopeia que passou por Moncada e pela heróica guerrilha da Sierra Maestra, libertou Cuba de uma cruel ditadura e que, enfrentando a agressão e o bloqueio dos EUA, uniu e mobilizou a energia criadora dos trabalhadores e do povo na construção de uma nova sociedade liberta da exploração e da opressão imperialista, uma sociedade socialista, solidária com a luta libertadora de todos os povos do mundo. A luta, a acção e a palavra inspirada de Fidel animaram e continuarão a animar a luta das forças progressistas e revolucionárias de todos os continentes.

Fidel deixa-nos num momento em que, depois de importantes avanços de soberania e progresso social na América Latina e Caraíbas, inseparáveis do exemplo e da solidariedade internacionalista de Cuba, o imperialismo e a reacção passaram à contra-ofensiva, procurando a todo o custo reverter conquistas e recuperar posições perdidas. Mas é nossa profunda convicção de que, confiando no papel das massas populares e da sua luta organizada, e inspirados pelo exemplo de Fidel e da Revolução Cubana, os projectos imperialistas serão derrotados.

A melhor forma de honrar a memória do camarada Fidel Castro, é prosseguir a luta pelos ideais e o projecto a que se consagrou até ao fim da sua vida, é fortalecer a solidariedade com Cuba e a sua revolução socialista exigindo o incondicional respeito pela soberania da Ilha da Liberdade, o imediato fim do criminoso bloqueio norte-americano e a restituição ao povo cubano de Guantanamo.

Fidel Castro4

 

Publicado neste blogue:

Fidel Castro12

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:49
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
25 de Outubro de 1975 – Ditadura brasileira assassina Vladimir Herzog

Director da TV Cultura e responsável pelo telejornal «Hora da Notícia», Vladimir Herzog (Vlado) foi assassinado no dia 25 de Outubro de 1975, em São Paulo, nas instalações do Destacamento de Operações de Informações, do Centro de Operações de Defesa Interna.

Vlado, que após intimação se apresentou voluntariamente para «prestar depoimento» sobre a sua alegada ligação ao Partido Comunista do Brasil, na clandestinidade desde o golpe militar de 1964, foi torturado até à morte.

A versão de «suicídio», divulgada pelas autoridades militares, só foi rectificada em 2013, no âmbito dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade.

Segundo o relatório da Comissão, Vlado foi morto pela «Operação Radar», que tinha como objectivo liquidar a organização do Partido Comunista do Brasil e foi responsável pela morte de 20 militantes do partido entre 1974 e 1976, 11 deles ainda desaparecidos.

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:05
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 23 de Julho de 2016
Turquia: Comunicado Comité Central do Partido Comunista

 

O Comité Central do Partido Comunista reuniu-se a 17 de Julho e analisou em profundidade os últimos desenvolvimentos do país e discutiu também o estado do partido e as suas tarefas.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:12
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 18 de Julho de 2016
É um partido comunista, que tem uma ideologia e um projeto transformador

Jeronimo de Sousa-2016

O PCP hoje é um um partido moderado, gradualista e social-democrata, ou ainda é revolucionário?

É um partido comunista, que tem uma ideologia e um projeto transformador e age na realidade em que vivemos, neste país concreto, com este povo concreto. Procuramos agir, trabalhar e lutar tendo em conta um objetivo supremo da construção de uma sociedade nova, mas não lhe chamaria gradualismo. Entendo isto como um processo, sem atos súbitos, por etapas.

Ler, Ouvir e Ver a entrevista na íntegra

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 07:12
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 9 de Julho de 2016
A última batalha de Lavrénti Béria

Elena Prudnikova

 

 

Lavrénti Béria2

 «Sabe, Elena, quando terminei de ler o seu livro tive logo o forte desejo de lhe perguntar qual é a parte de verdade e qual é a parte de invenção literária?

– É uma pergunta complicada. Enquanto investigadora, tendo em conta todos critérios, devo dizer que, no essencial, tudo foi inventado. Como poderia eu saber de que falaram e o que disseram Stáline e Béria? Mas como autora de uma obra de ficção, afirmo que o livro está repleto de factos e tem muito a ver com um manual de história. É tudo uma questão de critérios. Se falarmos dos factos em si, então no livro está aquilo que aconteceu realmente e o que não aconteceu, e também se discorre sobre o que terá acontecido com maior probabilidade, mas sobre isso não há provas, apesar de dispormos de memórias abundantes e detalhadas.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 27 de Julho de 2015
O esmagamento da Grécia revolucionária

Mapa Grécia Tripla Ocupação.png

O Governo britânico nunca se embaraçou a justificar as intervenções imperialistas. Em 13 de Outubro de 1944, tropas britânicas aterraram em Atenas e no Pireu. As provocações do lado do exército de intervenção britânico, sob o comando do general Scobie, e de políticos e oficiais gregos restauracionistas conduziram à sublevação do ELAS.

Agora Churchill estava no seu elemento. Na noite de 4 para 5 de Dezembro autorizou telegraficamente o general Scobie a reprimir pela força os movimentos populares.

Nas suas memórias, Churchill vangloria-se retrospectivamente da sua intervenção pessoal nos combates na Grécia. As instruções transmitidas por telegrama ao general Scobie são claras; estão documentadas as afirmações odiosas de Churchill, na sua dicção anticomunista, dando as instruções bárbaras, que teriam honrado qualquer déspota oriental. Posteriormente ainda procurou legitimá-las, difamando os comunistas e tratando as massas populares de «populaça»:

(...)

Ulrich Huar

Contribuições de Stáline para a Ciência Militar e Política Soviética (Verlag, Berlim, 2006)

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 20:53
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 7 de Março de 2015
Camarada

José Casanova 2011  Camarada é uma palavra bonita. Sempre. E assume particular beleza e significado quando utilizada pelos militantes comunistas.

O camarada é o companheiro de luta - da luta de todos os dias, à qual dá o conteúdo de futuro, transformador e revolucionário que está na razão da existência de qualquer partido comunista.

O camarada é aquele que, na base de uma específica e concreta opção política, ideológica, de classe, tomou partido - e que sabe que o seu lugar é o do seu partido, que a sua ideologia é a da classe pela qual optou.

O camarada é aquele com cujo apoio solidário contamos em todos os momentos - seja qual for o ponto da trincheira que ocupemos e sejam quais forem as dificuldades e os perigos com que deparamos.

O camarada é aquele que nos ajuda a superar as falhas e os erros individuais - criticando-nos com uma severidade do tamanho da fraternidade contida nessa crítica.

O camarada é aquele que, olhando à sua volta, não vê espelhos…: vê o colectivo - e sabe que, sem ter perdido a sua individualidade, integra uma outra nova e criativa individualidade, soma de múltiplas individualidades.

O camarada é aquele que, vendo a sua opinião minoritária ou isolada, mas julgando-a certa, não desiste de lutar por ela - e que trava essa luta no espaço exacto em que ela deve ser travada: o espaço democrático, amplo, fraterno e solidário, da camaradagem.

O camarada é aquele que, tão naturalmente como respira, faz da fraternidade um caminho, uma maneira de ser e de estar - e que, por isso mesmo, não necessita de a apregoar e jamais a invoca em vão.

O camarada é aquele que olhamos nos olhos sabendo, de antemão, que lá iremos encontrar solicitude, camaradagem, lealdade - e sabemos que esse olhar é uma fonte de força revolucionária.

O camarada é aquele a cuja porta não necessitamos de bater - porque a sabemos sempre aberta à camaradagem.

O camarada é aquele que jamais hesita entre o amigo e o inimigo – seja qual for a situação, seja qual for o erro cometido pelo amigo, seja qual for a razão do inimigo.

O camarada é o que traz consigo, sempre, a palavra amiga, a voz fraterna, o sorriso solidário - e que sabe que a amizade, a fraternidade, a solidariedade, são valores humanos intrínsecos ao ideal comunista.

O camarada é aquele que é revolucionário - e que não desiste de o ser mesmo que todos os dias lhe digam que o tempo que vivemos é coveiro das revoluções.

Camarada é uma palavra bonita - é uma palavra colectiva: é tu, eu, nós: é o Partido. O nosso. O Partido Comunista Português.

José Casanova - jornal «Avante!», Edição Nº1490, 20-06-2002

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015
As raízes históricas do leninismo

Marx Engels Lenine

 As raízes históricas do leninismo

 

«O leninismo cresceu e tomou a sua forma definitiva nas condições do imperialismo, quando as contradições do capitalismo chegaram a um ponto extremo, quando a revolução proletária se tornou uma questão prática imediata, quando o antigo período de preparação da classe operária para a revolução terminou e se transformou no período de assalto directo contra o capitalismo.

(...)

O conteúdo do método de Lénine já existia, no essencial, na doutrina de Marx, a qual, segundo a sua própria expressão, «pela sua essência, é crítica e revolucionária». É precisamente este espírito crítico e revolucionário que impregna, do princípio ao fim, o método de Lénine. Mas seria errado pensar que o método de Lénine é apenas a reconstituição do que nos foi dado por Marx. Na realidade, o método de Lénine não só é a reconstituição, mas também a concretização e o desenvolvimento subsequente do método crítico e revolucionário de Marx, a sua dialética materialista.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:29
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 9 de Dezembro de 2014
A crise de 1929

ModernTimes.jpg

«Se o capitalismo pudesse ajustar a produção não para a obtenção do lucro máximo, mas para a melhoria sistemática da situação material das massas populares, se pudesse dirigir o lucro não para a satisfação dos caprichos das classes parasitárias, não para o aperfeiçoamento dos métodos de exploração, não para a exportação de capitais, mas para a elevação sistemática da situação material dos operários e camponeses, então não haveria crises. Mas então também o capitalismo não seria capitalismo. Para eliminar as crises é preciso eliminar o capitalismo.»

In Relatório Político ao XVI Congresso do PCU (b), 27 de Junho de 1930

 

Crise 1929_Bank_of_the_U_S_failure_1931

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:14
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014
A democracia socialista

 Serov_sovvlast

«(...) o principal problema de qualquer democracia é o estabelecimento de uma ligação de retorno eficaz, profuso, entre os centros de poder e os membros da classe dominante. Ou, por outras palavras, é a criação de um mecanismo funcional de oposicionismo político na sociedade. É evidente que este mecanismo tem a sua forma específica em cada formação socioeconómica. O mecanismo de oposicionismo político no sistema da democracia burguesa é completamente diferente do que existia no regime feudal.

Por sua vez, o oposicionismo político no socialismo é um problema novo, com uma dimensão colossal, que até hoje, na sua essência, não está inteiramente resolvido, e nunca foi resolvido no nosso país [URSS], a não ser, porventura, em traços gerais. E que significa a não resolução deste problema? Significa o afastamento do poder da classe que é formalmente dominante, isto é, a razão em si pela qual, em última instância, o nosso Estado se afundou como um navio. Nenhuma América e Europa juntas, nenhuma CIA, nenhuns vlassovistas internos teriam conseguido fazer alguma coisa se a classe operária e o campesinato kolkhoziano se tivessem levantado em defesa do seu poder. Todavia, não se levantaram. E não se levantaram precisamente porque há muito não sentiam, não viam esse poder como seu porque estavam apartados dele.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014
Viva o 7 de Novembro!

Estátua Vera Mukhina

Viva o 7 de Novembro de 1917, data que marca uma viragem irreversível na História da Humanidade!

Viva a Revolução de Outubro, a primeira revolução socialista vitoriosa que inaugurou uma nova época, a época da passagem do capitalismo ao socialismo!

Viva Lénine, fundador e guia do primeiro partido proletário de novo tipo, o Partido Bolchevique, que conduziu os povos do império czarista à vitória e desbravou os inéditos caminhos de uma nova sociedade livre da exploração do homem pelo homem!

Viva o primeiro Estado de operários e camponeses que, derrotando à custa de sacrifícios colossais a contra-revolução interna e a agressão imperialista, transformou um país atrasado semi-feudal numa poderosa potência mundial, bastião do movimento operário e comunista internacional que, pelas suas realizações e política de paz, influenciou decisivamente os grandes avanços libertadores do século XX!

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:42
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 5 de Agosto de 2014
Stáline, a época de Stáline e o stalinismo

-

Stáline, a época de Stáline e o stalinismo

-

«Hoje, só se aceita como verdade a denúncia das chagas do stalinismo e dos defeitos de Stáline. As tentativas de abordar objectivamente este período e a personalidade de Stáline são consideradas como apologismo do stalinismo. Mesmo assim arrisco desviar-me da linha denunciatória e manifestar-me em defesa, não de Stáline e do stalinismo, mas da sua compreensão objectiva.
Penso que tenho esse direito moral, porquanto na minha verde juventude fui um anti-stalinista convicto. Em 1939 era membro de um grupo terrorista que tencionava realizar um atentado contra Stáline. Fui preso por intervir publicamente contra o culto de Stáline e até à sua morte fiz propaganda anti-stalinista clandestinamente.
Depois da morte de Stáline suspendi essa actividade, guiando-me pelo princípio de que num leão morto até um burro pode dar coices. O falecido Stáline não podia ser o meu inimigo. Os ataques contra Stáline deixaram de ser punidos, tornaram-se habituais e eram mesmo estimulados. Além disso, nessa altura já tinha enveredado pela abordagem científica da sociedade soviética, incluindo a época de Stáline. De seguida exponho as principais conclusões a que cheguei, na sequência de muitos anos de investigações científicas.»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:59
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 15 de Abril de 2014
Actualidade do Manifesto Comunista

   Talvez com uma única excepção, burguesias arrogantes controlam os governos europeus. Os políticos que as representam são neoliberais, social-democratas domesticados, ou saudosistas do fascismo. Neste contexto histórico tão sombrio, ao reler o Manifesto Comunista, concluí que não perdeu actualidade.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:34
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 3 de Setembro de 2013
A organização da indústria e a questão agrária na República Soviética da Hungria (1921)

-

A organização da indústria e a questão agrária na República Soviética da Hungria (1921)

-

«Foram atrás dos operários e propuseram ao partido comunista a introdução conjunta do regime soviético. Fizeram-no num momento em que a burguesia, assustada com as exigências da Entente, não queria assumir a responsabilidade pela ruína do país e ofereceu o poder político aos líderes sociais-democratas da classe operária. E assim surgiu a República Soviética da Hungria sem que o partido comunista tivesse conseguido construir a sua organização à semelhança do partido russo; com a instauração do poder soviético até dissolveu algumas das suas mais importantes organizações e, fundindo-se com o partido social-democrata, fundou o Partido Socialista-Comunista. Deste modo, durante a construção da República Soviética da Hungria faltou precisamente aquele factor que desempenha um papeldecisivo na Rússia: um partido comunista organizado»

-

Páginas desconhecidas (ou quase) da história da luta dos trabalhadores

Quem conhece a existência da República Soviética da Hungria?

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:58
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 18 de Junho de 2013
A Turquia mudará?

-

Não sabemos qual a resultante deste braço de ferro entre o governo e as massas em movimento, onde se incluem sindicatos (nomeadamente do sector público (KESK) e a confederação dos sindicatos revolucionários), claques de futebol, gente da cultura, ecologistas, nacionalistas, advogados, médicos, partidos políticos, nomeadamente o Partido Comunista da Turquia e o Partido do Trabalho (EMEP), entre outros. Mas uma coisa é certa, a Turquia está a sair de alguma apatia social e política que há décadas é mantida com forte pulso, primeiramente com os nacionalistas e a hierarquia do exército, e a partir de 2002 com os chamados «islamitas moderados» e o AKP – fundado por Erdogan, resultante da fusão de vários partidos com uma ala do Partido da Virtude, religioso islamista.

-

Publicado neste blog:

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
Turquia: Derrotar o AKP é justo e mobilizador

-

Como podem os meios de comunicação do sistema (ditos de referência…) persistir na evidente mentira que todos estes dias de protestos massivos por toda a Turquia são por causa de um parque no centro de Istambul?
Na Turquia «todos sabem que o movimento popular não é produto da sensibilidade quanto às árvores do parque Gezi. A ira das pessoas vem dos projetos de transformação urbana, do terror do mercado, das intervenções abertas e diretas em estilos de vida diferentes, do americanismo e da subordinação aos EUA, das políticas reacionárias, da inimizade dirigida contra o povo sírio».

(Declaração do Comitê Central do Partido Comunista da Turquia - TKP)

-

«Os protestos que eclodiram nos últimos dias na Turquia resultam da confluência de descontentamentos com diversas origens, mas expressam um denominador comum: a rejeição popular do projecto reaccionário que o governo procura impor no país, disse ao Avante! o membro da Associação de Paz da Turquia e do CC do Partido Comunista da Turquia (TKP), que esteve em Portugal a propósito das reuniões do Secretariado e da Região Europa do Conselho Mundial da Paz.»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Manifesto do Partido Comunista
-

Manifesto do Partido Comunista

-

Comemorar 150 anos do Manifesto Comunista de Marx e Engels é falar de um documento que - pelas suas análises, o seu conteúdo ideológico, o objectivo e a possibilidade que aponta de construir uma sociedade nova - lançou e promoveu uma luta revolucionária de alcance universal: a luta dos comunistas, que marcou e determinou as principais realizações e conquistas de transformação social desde então até aos dias de hoje.

(...)

O Manifesto Comunista é um extraordinário libelo acusatório contra o capitalismo.
Não apenas indicando a situação da classe operária e das massas trabalhadoras: os salários injustos, o desemprego, o tempo e intensidade de trabalho, as discriminações e falta de direitos da mulher, o trabalho infantil, os problemas da habitação e da saúde, o alastramento da pobreza e da miséria. Não apenas apontando medidas necessárias de carácter imediato. Mas também desvendando a natureza e as leis do capitalismo e apontando a necessidade e possibilidade histórica de superá-lo.

-

Álvaro Cunhal  

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:24
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
Golpe de Estado no Paraguai: Capital terrorista afasta Fernando Lugo
-

As promessas de Lugo foram sempre travadas pelas forças burguesas e pelo aparelho Estatal, pejado de servidores do Partido Colorado, que governou por mais de 60 anos. Os processos de mudança, mesmo que tímidos, raramente passaram das intenções e o chefe de Estado estava manietado por uma estrutura de poder refém dos interesses contrários aos que o ex-bispo católico dizia defender e habituada a perpetuar-se por meios violentos.

-

-
Publicado neste blog:

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:38
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
Posição do Partido Comunista Sírio face aos ataques imperialistas

-

Preparemos o nosso povo para qualquer eventualidade, incluindo a luta contra uma agressão militar. Estamos seguros de que, caso essa agressão se venha a concretizar, a Síria constituirá um cemitério para os agressores. O povo sírio possui um grande património nacional de luta contra o colonialismo.

--

Publicado neste blog:

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 27 de Novembro de 2011
No 94.º Aniversário da Revolução de Outubro: A actualidade do ideal comunista
-

Todos sabemos, mas é necessário termos sempre presente, que a Revolução de Outubro foi ponto de partida para a primeira grande tentativa, na história da humanidade, de construção de uma sociedade nova, liberta de todas as formas de opressão e de exploração. O impacto e as consequências planetárias deste acontecimento constituem uma realidade objectiva que nenhuma ofensiva ideológica conseguirá apagar. E hoje, como sabemos, essa ofensiva, tendo como objectivo primeiro a criminalização do comunismo, faz da Revolução de Outubro, da sua importância histórica, do seu significado, dos seus ideais, um alvo preferencial.

Percebe-se o objectivo dessa ofensiva: a Revolução de Outubro foi o primeiro grande acto de ruptura com o capitalismo e a exploração do homem pelo homem; foi o primeiro exemplo concreto da aplicação, na construção de uma nova sociedade, da ideologia do proletariado – nascida e desenvolvida a partir da análise da história da sociedade e das suas leis objectivas essenciais; foi a primeira demonstração concreta de que o socialismo é a única alternativa histórica ao capitalismo. E por tudo isto, porque a Revolução de Outubro mostrou que o socialismo é, não apenas possível, mas inevitável, o grande capital tremeu… e 94 anos passados, apesar de dominante, continua a tremer.

(...)

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Outubro vive e viverá

«Para os comunistas portugueses evocar o 7 de Novembro e celebrar a primeira revolução socialista vitoriosa é um acto de coerência revolucionária e de fidelidade às raízes do seu partido.»

-

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
Chile, o outro 11 de Setembro

     Não podemos permitir que a manipulação mediática em torno dos atentados de há dez anos em Nova Iorque atire para o esquecimento a tragédia do 11 de Setembro chileno, sobretudo quando, perante o desenvolvimento de um amplo movimento juvenil e popular, a besta fascista volta a mostrar as garras assaltando a sede do Partido Comunista Chileno. Em tempos que são de violenta ofensiva do grande capital com o propósito de reduzir o mais possível os custos unitários da força de trabalho e recolonizar o planeta, o significado e lições do sangrento golpe militar fascista de 11 de Setembro de 1973 não devem ser esquecidos.

Ler Texto Integral

-

Publicado neste blog:

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:04
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
Do protesto social para a mudança política

Este comunicado do CC do PC Israel analisa o protesto de massas que se tem verificado em Israel: não se trata de “mais um protesto”, mas de um movimento muito amplo em que convergem as camadas mais pobres da sociedade israelense, profundamente desigual e injusta. E o protesto, na apreciação do PCI, vai mais fundo: é anti-capitalista.

-

Publicado neste blog:

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:03
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|

Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011
Camila Vallejo – Vivam os estudantes!

Gostava de ter escrito ISTO...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:19
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 26 de Abril de 2011
Cuba e a Revolução

Os média trataram o VI Congresso do Partido Comunista Cubano como um Congresso em que tudo está decidido à partida «pelo chefe», dando simultaneamente a ideia de um País que resiste desesperado economicamente à inexorável marcha do fim do socialismo. Mas a realidade é outra. O que sobressai destes dias de Congresso não é qualquer imobilismo, centralismo burocrático ou «entrincheiramento» desesperado.

O que sobressai deste Congresso é em primeiro lugar uma importantíssima e ampla participação e discussão colectivas. O VI Congresso foi o culminar de um extraordinariamente amplo debate envolvendo 1000 delegados ao congresso eleitos nos 61 000 núcleos do Partido, mais de 800 000 militantes do PCC e cerca de oito milhões de cubanos que num admirável processo de democracia participativa tiveram oportunidade de participar directamente na definição da política económica e social de Cuba.

Trata-se de facto de uma gigantesca discussão colectiva sobre a actualização do modelo económico e social do PCC e da Revolução socialista. Uma discussão que iniciou a sua fase decisiva em Novembro do ano passado e que resultou no assinalável facto de cerca de 70% das 291 teses postas à discussão terem sido alteradas, tendo algumas mesmo sido abandonadas de acordo com as opiniões recolhidas, assim com outras (36) acrescentadas com base em propostas apresentadas.

 

Para Ler, Ouvir e Ver:

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:05
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 2 de Março de 2011
As várias cascas da cebola Gorbatchov

 

As várias cascas da cebola Gorbatchov

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:03
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Paraguai: Comunistas retiram apoio a Lugo

O Partido Comunista Paraguaio decidiu retirar o seu «apoio crítico» ao governo do presidente Fernando Lugo, considerando que, apesar de inúmeras tentativas da sua parte, não foi possível obter uma «rectificação do rumo político» e «a recuperação do programa de mudanças votado em Abril de 2008».

O Comité Central do partido, na sua reunião de 18 e 19 de Dezembro, considerou que «o governo continuou e continua sua política de direita, cujo início se deu com o convénio de Setembro de 2008, assinado com o narcoterrorista presidente da Colômbia à época, Álvaro Uribe».

Os comunistas paraguaios denunciam ainda «o projecto privatizador de rodovias, rios e aeroportos que o poder executivo enviou ao Congresso e que foi aprovado, para depois avançar mais e enviar o projecto específico de privatização de aeroportos, incluindo o aeroporto de Marechal Estigarribia, que é militar».

Também a posição favorável do governo à instalação da transnacional do alumínio Rio Tinto Alcan é vista como uma amputação da soberania nacional e uma cedência à política de dominação imperialista interessada em se apoderar dos ricos recursos naturais do Paraguai.

Todavia, o Partido Comunista Paraguaio valoriza os passos positivos dados pelo novo poder, designadamente no campo da saúde pública e no apoio às famílias em situação de pobreza extrema, e declara o seu empenhamento «incondicional» na «defesa do processo de mudança», sublinhando que «não vacilaremos um instante em defender o governo constitucional diante de um possível golpe da direita, patrocinado pelos ianques».


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:08
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 7 de Novembro de 2009
Socialismo: Exigência da actualidade e do futuro

 

Dossier do  90º aniversário da revolução   

               

A grande Revolução Socialista de Outubro realizada em 1917, na pátria de Lenine, constituiu um acontecimento maior na história da humanidade e abriu caminho à construção da primeira sociedade e do primeiro Estado socialista na antiga URSS. Passados 92 anos , quando o capitalismo em plena crise, revela de forma brutal a sua dimensão exploradora, opressora, o seu carácter injusto e desumano expresso nas condições de vida de milhares de milhões de seres humanos, o socialismo emerge, em Portugal e no mundo, como uma grande exigência da actualidade e do futuro.

                  


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:04
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


posts recentes

Hasta la victoria siempre...

Fidel Castro deixa legado...

Fidel Alejandro Castro Ru...

25 de Outubro de 1975 – D...

Turquia: Comunicado Comit...

É um partido comunista, q...

A última batalha de Lavré...

O esmagamento da Grécia r...

Camarada

As raízes históricas do l...

A crise de 1929

A democracia socialista

Viva o 7 de Novembro!

Stáline, a época de Stáli...

Actualidade do Manifesto ...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds