TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2017
UPP: Miró - Ver tudo como se fosse a primeira vez

UPP Miro

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:09
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
UPP: VISITA GUIADA à Exposição «AMADEU DE SOUSA CARDOSO 2016-1916»

UPP Amadeu Sousa Cardoso

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:28
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 15 de Setembro de 2016
Uma fantástica noite no Museu Grão Vasco: o invisível São Pedro

convite Jose Pessoa 2016-09

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 13:03
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
Debate: «Não à Guerra! Solidariedade com os Refugiados!»

Convite Digital Ilda 15h

Clicar na imagem para ampliar

 

No âmbito da Exposição Guernica – A Arte Denuncia a Guerra, vai realizar-se Sábado, 7 de Maio, a partir das 15 horas, no 71º Aniversário do armistício da Segunda Guerra Mundial, o Debate: “Não à Guerra! Solidariedade com os Refugiados!, em que participará Ilda Figueiredo, ex-deputada do PCP no Parlamento Europeu e Presidente do CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação.

Apelar à realização de acções que dêem expressão pública ao repúdio das guerras de agressão no Médio Oriente e em África e à exigência do fim das medidas repressivas e militaristas contra os refugiados, defendendo a solidariedade, o apoio e o respeito pelos seus direitos e dignidade humana, são os objectivos desta conversa com Ilda Figueiredo, aberta, tal como todas as outras iniciativas da Exposição, a quem deseje participar.

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:03
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 19 de Abril de 2016
Apresentação do Livro «Alocução ao Povo da Aldeia de Fuentevaqueros»

Convite Digital Livro Lorca

«Alocução ao Povo da Aldeia de Fuentevaqueros»

 

«Texto raro no país vizinho, permanecia inédito em Portugal. A sua primeira edição data de 2004, por iniciativa do PCP, tendo um prefácio de Urbano Tavares Rodrigues e ilustrações de conhecidos artistas plásticos do Porto. A segunda edição foi enriquecida com um CD, que reúne canções da Guerra Civil de Espenha e peças tocadas ao piano por Lorca.

A publicação desta obra pretende ser também uma homenagem a Federico Garcia Lorca, grande artista, poeta, dramaturgo, músico, desenhador, cidadão de consciência livre, que foi assassinado por uma milícia franquista no ano de 1936.»

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 21:42
link do post | comentar | favorito
|

Colóquio: «A Arte Denuncia a Guerra»

Colóquio 2016-04-15_1

Colóquio 2016-04-15_3

Colóquio 2016-04-15_2

«A Arte Denuncia a Guerra»

 

«Falar da história das guerras para criar uma consciência activa de defesa da Paz!

Legendando a projecção dos slides com palavras doutas e impregnadas de conceitos dialéticos sobre as matanças que ciclicamente se abatem sobre os povos, José Pessoa foi desfiando uma narrativa apaixonada e comprometida, que prendeu desde o primeiro minuto e durante mais de uma hora o vasto auditório.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:17
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 12 de Abril de 2016
Exposição «Guernica» - A Arte Denuncia a Guerra - Viseu

Convite Guernica Viseu 2016

 Exposição «Guernica» - A Arte Denuncia a Guerra

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:18
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015
Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo: «Guernica 75 anos»

Guernica BMP1

Guernica BMP7

Guernica BMP3

Guernica BMP6

 

Clicar nas imagens para ampliar

 

Guernica BMP8

Clicar na imagem para visualizar a ligação

 

Câmara Municipal de Penalva do Castelo, Biblioteca Municipal e DORViseu do PCP, uniram esforços para mostrar ao público uma obra prima da pintura de todos os tempos. A visita a esta exposição recomenda-se a todos os admiradores de Picasso e a todos os amigos da Paz.

 



publicado por António Vilarigues às 16:13
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015
Penalva do Castelo: Exposição «Guernica 75 anos» - 29/09 a 31/10

Guernica 75 anos1

 

De 29 de Setembro a 31 de Outubro estará patente ao público na Biblioteca Municipal de Penalva a Exposição «Guernica 75 anos».

Como é referido no cartaz de divulgação (em anexo) esta exposição é da autoria do Grupo de Trabalho das Artes Plásticas da Festa do «Avante!» e foi organizada no âmbito do 75º aniversário dos bombardeamentos sobre a localidade de Guernica, tragicamente fixada nesta obra maior de Picasso.

Pintado em oito dias para o pavilhão da República Espanhola na Exposição Mundial de Paris, o quadro sofreu inúmeras alterações até se fixar na imagem que hoje conhecemos.

Para além de uma reprodução da obra estarão patentes alguns dos mais de 70 estudos realizados por Picasso em torno de Guernica e fotografias de Dora Maar, que acompanhou a pintura do quadro e fixou as diversas alterações que sofreu.

A exposição fica completa com a evocação de dois poemas dedicados a Guernica:

  • Descrição da Guerra em Guernica por Pablo Picasso, de Carlos de Oliveira, dividido em 10 partes relativas a outros tantos segmentos do quadro, apresentados junto ao excerto correspondente do poema;
  • e Guernica, de Eugénio de Andrade, que evoca o grande carvalho que sobreviveu aos bombardeamentos.

Para além do quadro, é o massacre que ele evoca a ser recordado: a 26 de Abril de 1937, em plena Guerra Civil de Espanha, a aviação alemã arrasou a cidade basca de Guernica, no país basco (naquele que foi o primeiro bombardeamento aéreo indiscriminado sobre a população civil), num macabro teste do poderio de fogo da máquina de guerra nazi. Guernica é, assim, um poderoso e perene testemunho do desejo dos povos do mundo a viver em paz.

Guernica 75 anos2

 

Pablo Picasso, artista genial e combatente pela paz

 

Guernica é, sem dúvida, a obra-prima de Pablo Picasso e um dos mais reconhecidos quadros de todos os tempos. Mas o pintor espanhol foi um profícuo criador e um dedicado militante do Partido Comunista Francês (país onde se exilou) e do movimento da paz criado nos primeiros anos da Guerra Fria com o objectivo de mobilizar os povos contra o advento de uma nova e ainda mais destruidora guerra.

No âmbito deste movimento, participa em 1948, no Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz e, em Abril do ano seguinte, é uma das suas célebres pombas da paz a ilustrar o primeiro Congresso Mundial dos Partidários da Paz, realizado simultaneamente em Paris e em Praga. Em torno deste tema, faz mais de cem desenhos. Em 1950, vai a Varsóvia, ao segundo Congresso Mundial da Paz, onde é eleito para o Conselho Mundial da Paz aí criado.

Durante a guerra da Coreia (1950-1953), Pablo Picasso mostra uma vez todo o seu repúdio pela violência e pela guerra, neste caso pela agressão ao país asiático pelos Estados Unidos da América e seus aliados e pelos horrores cometidos contra civis, mulheres e crianças no seu quadro Massacre na Coreia.

 

Câmara Municipal de Penalva do Castelo, Biblioteca Municipal e DORViseu do PCP, uniram esforços para mostrar ao público uma obra prima da pintura de todos os tempos. A visita a esta exposição recomenda-se a todos os admiradores de Picasso e a todos os amigos da Paz.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:06
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015
Pablo Picasso: Pomba da Paz

Picasso - Paz

Clicar na imagem para ampliar 

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:13
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010
Dorival Caymmi: Oração de Mãe Menininha

Oração de Mãe Menininha

                                                                

Ai, minha mãe
Minha mãe, Menininha
Ai, minha mãe
Menininha do Gantois
(Bis)
                 
A estrela mais linda, hein?
Tá no Gantois
E o sol mais brilhante, hein?
Tá no Gantois
A beleza do mundo, hein?
Tá no Gantois
E a mão da doçura, hein?
Tá no Gantois
O consolo da gente, ai
Tá no Gantois
E a Oxum mais bonita, hein?
Tá no Gantois

Olorum quem mandou essa filha de Oxum
Tomar conta da gente e de tudo cuidar
Olorum quem mandou ê ô, ora iê iê ô
Ê ô, ora iê iê ô

(Dorival Caymmi)

Para ver e ouvir várias interpretações da «Oração de Mãe Menininha» de Dorival Caymmi:

Mãe Menininha do Gantois

  • Olorun: «Na Mitologia Yoruba, e no Culto de Ifá é chamado Olódùmarè ou Olorun, nas religiões afro-brasileiras é chamado de Olorum, é o Dono do Orun céu e Criador do Orun e do Aiye, o céu e a terra. É associado fortemente com a cor branca, e controla tudo. É o Deus Pai Criador de tudo e de todos. Embora reconhecido e louvado como Único e Soberano, não existe templo individual para Ele. De acordo com um dos mitos da criação yoruba, ele delegou os poderes de criação do Aiye para seu primeiro e mais velho filho Orisanla ou Obatalá»

  • Fortaleza de São João Baptista de Ajudá: «A Fortaleza de São João Baptista de Ajudá, também conhecida como Feitoria de Ajudá ou simplesmente Ajudá, localiza-se na cidade de Uidá, na costa ocidental africana, atual República de Benin. (...) As costas da Mina e a da Guiné foram percorridas por navegadores portugueses desde o século XV, que, com o tempo, aí passaram a desenvolver importante comércio, principalmente de escravos africanos. É desse periodo que data a ascensão do antigo reino de Daomé e a importância de sua capital, Abomei (ou Abomé)».

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                       


publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Dulce Pontes canta Alfonso R. Castelao: Lela

Lela

    

Están as nubes chorando
Por un amor que morreu
Están as ruas molladas
De tanto como chovéu

Lela, Lela
Lelina por quen eu morro
Quero mirarme
Nas meninas dos teus ollos

Non me deixes
E ten compasión de min
Sen ti non podo
Sen ti non podo vivir

Dame alento das tuas palabras
Dame celme do teu corazón
Dame lume das tuas miradas
Dame vida co teu dulce amor
Alfonso R. Castelao / Popular Galego
(adapt. Carlos Núñez)


Para ver e ouvir Dulce Pontes a cantar «Lela» de Alfonso R. Castelao

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:10
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Vincent Van Gogh no cinema

Vincent Van Gogh e Paul Gauguin num filme de Vincente Minnelli (Lust for Life):

 

Do filme de Akira Kurosawa Sonhos (Dreams) o episódio dedicado a Van Gogh (Corvos).

O actor que faz de Vincent Van Gogh é Martin Scorsese.

Vídeos:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Don McLean: Vincent (Starry Starry Night)

Vincent (Starry Starry Night)

                                                           

Starry starry night, paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day with eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills, sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills, in colors on the snowy linen land

Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now

Starry starry night, flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze reflect in Vincent's eyes of china blue
Colors changing hue, morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain are soothed beneath the artist's loving hand

Now I understand what you tried to say to me
How you suffered for you sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how, perhaps they'll listen now

For they could not love you, but still your love was true
And when no hope was left in sight, on that starry starry night
You took your life as lovers often do,
But I could have told you, Vincent,
This world was never meant for one as beautiful as you
Starry, starry night, portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls with eyes that watch the world and can't forget.
Like the stranger that you've met, the ragged man in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose, lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know what you tried to say to me
How you suffered for you sanity How you tried to set them free
They would not listen they're not listening still
Perhaps they never will.

Don McLean

Para ver e ouvir Don McLean a interpretar a canção «Vincent (Starry Starry Night)», uma homenagem ao pintor Vincent Van Gogh:

Para Ver e Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:10
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
José Luís Tinoco - ALMA DE ARTISTA

Fotografia cedida pelo blogue Jazz no País do Improviso

    Fiel a um velho hábito, José Luís Tinoco, nascido há 74 anos em Leiria (27 de Dezembro de 1932), continua a deitar-se muito de madrugada e a levantar-se muito de tarde - mas sempre a muito boas horas. Arquitecto, pintor, ilustrador, cartoonista, músico e letrista, é um autor multifacetado com uma característica muito própria: em tudo o que se mete sai qualidade.  

"Nasci num meio musical, mas a arquitectura e a pintura também estavam muito presentes na minha família" - começou por dizer à "Autores". Assim, foi com naturalidade que estudou arquitectura, começando no Porto, na ESBAP e acabando o curso sem sobressaltos já em Lisboa, na ESBAL. 

Na capital, foi elemento activo do movimento de renovação da arquitectura portuguesa, tendo sido nomeado na década de 50 para um Prémio Valmor que nesse ano (não se lembra exactamente qual), por motivos que ainda hoje ignora, não foi atribuído. "Não me perguntem porquê, pois eu sei muito pouca coisa sobre mim próprio" - alertou sorridente. 

Do que se lembra bem é que montou o seu ateliê e assim foi continuando até que as coisas começaram a correr mal na arquitectura. "Quando tive que abandonar a arquitectura, zangado com ela, virei-me para a pintura a tempo inteiro, fazendo também ilustrações e cartoons, actividades que sempre havia praticado nos meus tempos livres, devagarinho mas com paixão..." - recordou. 

E a verdade é que José Luís Tinoco, alma de artista, dedicou-se, com êxito, à pintura, à ilustração, a figurinos para bailado e ao design e artes gráficas (capas de livros e discos; colaboração assídua com os Correios de Portugal traduzida em mais de uma centena e meia de selos). E até fez um filme de animação e adaptou ao cinema ao livro de Dinis Machado "O que diz Molero"... 

Como pintor expôs pela primeira vez em 1956. E até hoje tem participado em numerosas exposições colectivas e individuais. Das primeiras, destaca a II Exposição de Artes Plásticas da Gulbenkian e as Bienais dos Açores, Leiria e Óbidos, onde participou por convite; das segundas, salienta as que efectuou na Gulbenkian em 1986, no Palácio Galveias em 1988 (exposição antológica, repetida na Galeria 57 em Leiria) e no Palácio Nacional da Ajuda. A última que fez terminou no passado dia 4 de Março, em Sintra.

Por outro lado, pouco depois de Abril, lançou as bases, para a Secretaria de Estado da Cultura, do Levantamento da Arte Portuguesa Contemporânea (dos anos 40 aos anos 70), que dirigiu durante dois anos. "Sabe, nesse período assistia, arrepiado, à saída para o estrangeiro, em catadupa, de obras de pintura portuguesas. Era uma verdadeira hemorragia. Senti então que era preciso fazer um alerta: aquelas obras estavam a perder-se! Fiz uma proposta à SEC, estabeleci uma metodologia, constituí uma equipa que dirigi durante dois anos, e foi uma tarefa exaltante: mil e muitos slides com reprodução de obras que estavam espalhadas por casas de coleccionadores, ateliês de artistas, galeristas, instituições várias. Apaixonei-me por aquela tarefa - mas acabou. Era para ser continuada pela SEC, mas ao que sei nunca mais se fez nada. Uma pena" - concluiu. 

(copiado de AQUI)

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                       

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:11
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Duarte Mendes canta José Luís Tinoco - «Madrugada»

              Madrugada

(vencedora do festival da canção de 1975)

 

Dos que morreram sem saber porquê
Dos que teimaram em silêncio e frio
Da força nascida do medo
Da raiva à solta manhã cedo
Fazem-se as margens do meu rio.

Das cicatrizes do meu chão antigo
E da memória do meu sangue em fogo
Da escuridão a abrir em cor
De braço dado e a arma flor
Fazem-se as margens do meu povo

Canta-se a gente que a si mesma se descobre
E acordem luzes arraiais
Canta-se a terra que a si mesma se devolve
Que o canto assim nunca é demais

Em cada veia o sangue espera a vez
Em cada fala se persegue o dia
E assim se aprendem as marés
Assim se cresce e ganha pé
Rompe a canção que não havia

Acordem luzes nos umbrais que a tarde cega
Acordem vozes, arraiais
Cantem despertos na manhã que a noite entrega
Que o canto assim nunca é demais

Cantem marés por essas praias de sargaços
Acordem vozes, arraiais
Corram descalços rente ao cais, abram abraços
Que o canto assim nunca é demais
O canto assim nunca é demais

 

Letra e música: José Luís Tinoco

Para ver e ouvir Duarte Mendes a cantar «Madrugada» de José Luís Tinoco clicar AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge   
                       


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:00
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Joan Baez e Bob Dylan

 

Para ver e ouvir Joan Baez e Bob Dylan a cantarem «Blowing in the wind» clicar AQUI                          

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Rogério

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:06
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
Joan Baez e Bob Dylan há 44 anos

With God On Our Side

 

Oh my name it is nothin'
My age it means less
The country I come from
Is called the Midwest
I's taught and brought up there
The laws to abide
And that land that I live in
Has God on its side.

Oh the history books tell it
They tell it so well
The cavalries charged
The Indians fell
The cavalries charged
The Indians died
Oh the country was young
With God on its side.

Oh the Spanish-American
War had its day
And the Civil War too
Was soon laid away
And the names of the heroes
I's made to memorize
With guns in their hands
And God on their side.

Oh the First World War, boys
It came and it went
The reason for fighting
I never did get
But I learned to accept it
Accept it with pride
For you don't count the dead
When God's on your side.

In a many dark hour
I've been thinkin' about this
That Jesus Christ
Was betrayed by a kiss
But I can't think for you
You'll have to decide
Whether Judas Iscariot
Had God on his side.

So now as I'm leavin'
I'm weary as Hell
The confusion I'm feelin'
Ain't no tongue can tell
The words fill my head
And fall to the floor
And if God's on our side
He'll stop the next war.

Para ver e ouvir Joan Baez e Bob Dylan a cantarem «With God On Our Side» clicar AQUI e AQUI          

adaptado de um e-mail enviado pelo Rogério

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:06
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 17 de Agosto de 2008
Dorival Caymmi (Salvador, 30 de Abril de 1914 - Rio de Janeiro, 16 de Agosto de 2008)


VÍDEOS  Dorival Caymmi:

Ver AQUI

                                                                                                                          


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:32
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 5 de Agosto de 2008
José (Zeca) Afonso - A morte saiu à rua

                                              

A morte saiu à rua

                       

A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai

O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou

Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada à covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação

                                                      

José Afonso                                

(dedicado a José Dias Coelho - AQUI, AQUI e AQUI)

                                                                        

 

                                                               

                                                        

Para ver e ouvir José Afonso a cantar «A morte saíu à rua» clicar AQUI   

                                  


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:06
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
Jorge de Sena: Carta a meus filhos Sobre os fuzilamentos de Goya (por Mário Viegas)

CARTA A MEUS FILHOS

Sobre os fuzilamentos de Goya


Não sei, meus filhos, que mundo será o vosso.
É possível, porque tudo é possível, que ele seja
aquele que eu desejo para vós. Um simples mundo,
onde tudo tenha apenas a dificuldade que advém
de nada haver que não seja simples e natural.
Um mundo em que tudo seja permitido,
conforme o vosso gosto, o vosso anseio, o vosso prazer,
o vosso respeito pelos outros, o respeito dos outros por vós.
E é possível que não seja isto, nem seja sequer isto
o que vos interesse para viver. Tudo é possível,
ainda quando lutemos, como devemos lutar,
por quanto nos pareça a liberdade e a justiça,
ou mais que qualquer delas uma fiel
dedicação à honra de estar vivo.
Um dia sabereis que mais que a humanidade
não tem conta o número dos que pensaram assim,
amaram o seu semelhante no que ele tinha de único,
de insólito, de livre, de diferente,
e foram sacrificados, torturados, espancados,
e entregues hipocritamente â secular justiça,
para que os liquidasse «com suma piedade e sem efusão de sangue.»
Por serem fiéis a um deus, a um pensamento,
a uma pátria, uma esperança, ou muito apenas
à fome irrespondível que lhes roía as entranhas,
foram estripados, esfolados, queimados, gaseados,
e os seus corpos amontoados tão anonimamente quanto haviam vivido,
ou suas cinzas dispersas para que delas não restasse memória.
Às vezes, por serem de uma raça, outras
por serem de urna classe, expiaram todos
os erros que não tinham cometido ou não tinham consciência
de haver cometido. Mas também aconteceu
e acontece que não foram mortos.
Houve sempre infinitas maneiras de prevalecer,
aniquilando mansamente, delicadamente,
por ínvios caminhos quais se diz que são ínvios os de Deus.
Estes fuzilamentos, este heroísmo, este horror,
foi uma coisa, entre mil, acontecida em Espanha
há mais de um século e que por violenta e injusta
ofendeu o coração de um pintor chamado Goya,
que tinha um coração muito grande, cheio de fúria
e de amor. Mas isto nada é, meus filhos.
Apenas um episódio, um episódio breve,
nesta cadela de que sois um elo (ou não sereis)
de ferro e de suor e sangue e algum sémen
a caminho do mundo que vos sonho.
Acreditai que nenhum mundo, que nada nem ninguém
vale mais que uma vida ou a alegria de té-la.
É isto o que mais importa - essa alegria.
Acreditai que a dignidade em que hão-de falar-vos tanto
não é senão essa alegria que vem
de estar-se vivo e sabendo que nenhuma vez alguém
está menos vivo ou sofre ou morre
para que um só de vós resista um pouco mais
à morte que é de todos e virá.
Que tudo isto sabereis serenamente,
sem culpas a ninguém, sem terror, sem ambição,
e sobretudo sem desapego ou indiferença,
ardentemente espero. Tanto sangue,
tanta dor, tanta angústia, um dia
- mesmo que o tédio de um mundo feliz vos persiga -
não hão-de ser em vão. Confesso que
multas vezes, pensando no horror de tantos séculos
de opressão e crueldade, hesito por momentos
e uma amargura me submerge inconsolável.
Serão ou não em vão? Mas, mesmo que o não sejam,
quem ressuscita esses milhões, quem restitui
não só a vida, mas tudo o que lhes foi tirado?
Nenhum Juízo Final, meus filhos, pode dar-lhes
aquele instante que não viveram, aquele objecto
que não fruíram, aquele gesto
de amor, que fariam «amanhã».
E. por isso, o mesmo mundo que criemos
nos cumpre tê-lo com cuidado, como coisa
que não é nossa, que nos é cedida
para a guardarmos respeitosamente
em memória do sangue que nos corre nas veias,
da nossa carne que foi outra, do amor que
outros não amaram porque lho roubaram.

Jorge de Sena

 

 

Este quadro, pintado por Francisco de Goya em 1814, chama-se "El Tres de Mayo" e refere-se ao 3 de Maio de 1808, fez agora 200 anos


Para ouvir Mário Viegas a declamar «CARTA A MEUS FILHOS Sobre os fuzilamentos de Goya» de Jorge de Sena clicar AQUI e AQUI


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:02
link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Goya: Os fuzilamentos de 3 de Maio


                                                                                                                   

Este quadro, pintado por Francisco de Goya em 1814, chama-se "El Tres de Mayo" e refere-se ao 3 de Maio de 1808, fez agora 200 anos

                                  


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:08
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 3 de Março de 2008
Gravuras e Serigrafias (VI)

    O Vento Soprou Mais Forte (Rogério Ribeiro)

                                                             

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:25
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 1 de Março de 2008
Gravuras e Serigrafias (V)

    Olhou ainda o Ceú e Fez-se de Novo à Chuva (Rogério Ribeiro)

                                                             

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:09
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Gravuras e Serigrafias (IV)

    Estendia a Mão Larga e Espessa aos Recém-Vindos (Rogério Ribeiro)

                                                             

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:02
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
Gravuras e Serigrafias (III)

    Trabalhadores! Operários e Camponeses (Rogério Ribeiro)

                                                             

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Gravuras e Serigrafias (II)

   A Bicicleta Deslizou Suavemente como se Nenhum Peso Levasse (Rogério Ribeiro)

                                                             

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Gravuras e Serigrafias (I)

        Ao Fim de Alguns Dias Voltaram a Chamá-la (Rogério Ribeiro)

                                                                        

Edição muito limitada, numerada e assinada pelo autor.

Estas serigrafias reproduzem seis das mais representativas ilustrações concebidas pelo pintor Rogério Ribeiro para o romance de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas.

                                              

In Edições «Avante!»

                                


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


posts recentes

UPP: Miró - Ver tudo como...

UPP: VISITA GUIADA à Expo...

Uma fantástica noite no M...

Debate: «Não à Guerra! So...

Apresentação do Livro «Al...

Colóquio: «A Arte Denunci...

Exposição «Guernica» - A ...

Biblioteca Municipal de P...

Penalva do Castelo: Expos...

Pablo Picasso: Pomba da P...

Dorival Caymmi: Oração de...

Dulce Pontes canta Alfons...

Vincent Van Gogh no cinem...

Don McLean: Vincent (Star...

José Luís Tinoco - ALMA D...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds