TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
3 Agosto de 1842 – Primeira greve geral em Inglaterra

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Mais de dez mil mineiros ingleses entraram em greve, juntando-se a um pequeno movimento grevista começado a 8 de Julho no condado de North Staffordshire, lutando pelo aumento de salários e diminuição das rendas das casas.

É considerada a primeira greve geral realizada num país capitalista.

Com raízes no Movimento Cartista – o «primeiro movimento revolucionário proletário amplo, verdadeiramente de massas, politicamente estruturado», segundo Lénine – a mobilização começou por ter um carácter político visando reformas e o reconhecimento de direitos como o sufrágio universal, reunindo sectores da burguesia e operários.

Com apoio nos sectores têxtil e mineiro, o cartismo conseguiu que a greve se transformasse num levantamento pela Carta do Povo, mas cedo se percebeu que as reivindicações dos trabalhadores não eram tidas em conta.

O movimento radicalizou-se, com os trabalhadores a exigirem «um salário justo para trabalho diário justo».

A burguesia, vendo gorada a sua tentativa de instrumentalização dos operários, recorreu à repressão policial, abafando a ferro e fogo a rebelião.

O proletariado foi derrotado, mas como escreveu mais tarde Engels, o cartismo tornou-se uma causa puramente operária.

Apenas em 1867 foi concedido o direito de voto aos operários das grandes cidades.

AQUI

 


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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016
28 de Novembro de 1820 – Nasce Friedrich Engels

O filósofo e político Friedrich Engels nasceu em Barmen, na província prussiana do Reno, actual Alemanha.

Para além de autor de várias obras cuja característica principal é a elaboração das teorias do materialismo histórico, Engels foi, juntamente com Karl Marx, um dos fundadores do socialismo moderno, cuja teoria, embora elaborada por ambos, passou à história com o nome de marxismo.

Engels e Marx escreveram juntos o Manifesto Comunista (1848), um dos mais importantes documentos políticos da história da humanidade.

Aí demonstram que «a história da humanidade até os nossos dias é a história da luta de classes», que «os proletários nada têm a perder a não ser os seus grilhões», e lançam o apelo «Proletários de todos os países uni-vos!».

Após a morte de Marx, além de prosseguir a elaboração teórica Engels dá continuidade ao trabalho político que ambos haviam desenvolvido e completa o segundo e terceiro volumes de O Capital (1885 e 1894).

AQUI

 


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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2016
Previsões e sondagens de um comunista português...

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O ANTES:

 

«A menos de quinze dias das eleições presidenciais nos EUA, duas conclusões têm dominado o espaço mediático: esta é a campanha eleitoral mais acrimoniosa de sempre e é como se Hillary Clinton já tivesse ganho.

Ambas são igualmente precipitadas.

(...)

Com o historial de Clinton, a possibilidade de uma surpresa, um escândalo ou a revelação de segredo não deve ser excluída: é destas emoções que vive a própria democracia burguesa nos EUA.

As contradições internas do capitalismo atingiram, neste país, tal grau de volatilidade que pode dar-se um fenómeno eleitoral imprevisível e se desminta o prematuro funeral de Trump.

Afinal não há nenhum funeral em causa: só a escolha desapaixonada entre dois cancros terminais.»

 

O DEPOIS:

 

«Talvez seja altura de começarmos a questionar para que servem, afinal, as sondagens, se não para serem mais um elemento de condicionamento das escolhas.

(...)

Acredito que Trump não será a causa de coisa alguma. Trump é uma consequência de tudo o que foi e não foi dito atrás. Trump é também uma consequência do que foi Hillary na sua vida política.Trump é um produto do sistema e não creio que vá ser tão louco como foi durante a campanha.

O novo presidente não é uma ameaça para o sistema, é um produto dele.

E o que poderá acontecer, no máximo, é a troca do establishment do sistema por outros actores. O sistema eleitoral, político e económico dos EUA segue vivo e de boa saúde, para gáudio de quem vive muito bem às custas dele

(sublinhados meus)

 


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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
Os ímpetos privatizadores dos lobos continuam a uivar nas serras

Floresta-limpa

Esta semana [16 Setembro] esteve em debate na Assembleia da República o Projecto-Lei do PCP (em conjunto com projectos do PEV, do PS e do BE) que revoga a Lei dos Baldios em vigor (Lei 68/93, alterada pela 72/2014), «devolvendo os baldios aos povos».

Foi aliás esta a expressão que alguns órgãos de comunicação social usaram para titular as notícias sobre o assunto.

Porque a expressão é rica de simbologia e conteúdo, aqui ficam algumas ideias que, sem esgotar o tema, procuram contribuir para um debate político e ideológico muito sério, que seguramente se prolongará para lá deste processo e do seu desfecho.

 

«A serra é dos serranos desde que o mundo é mundo. Quem vier para no-la tirar, connosco se há-de haver!»

(...)

Os registos históricos indicam que, desde tempos imemoriais, os povos tiveram direito ao uso e mesmo à posse de terrenos maninhos, para daí retirarem o complemento do magro rendimento que auferiam com o seu trabalho, colherem matos e pastos para as camas e alimentação do gado, ou para recolherem lenhas para combater os rigores do Inverno.

(...)

Baldios que foram sempre apetecíveis e apetecidos por quantos queriam aumentar os seus domínios, as suas fontes de receita e as suas riquezas. Assim, ao longo dos séculos, estas áreas foram sendo subtraídas aos povos, a coberto da lei e da força das autoridades, ou com o beneplácito destas.

(...)

A Revolução de Abril e os baldios

(...)

Na Lei, e também na Constituição da República Portuguesa, ficou então consagrada uma forma de propriedade especial, a propriedade comunitária, possuída e gerida pelos compartes, que se organizam para o efeito em Assembleias de Compartes e elegem o órgão de gestão, o Conselho Directivo, tendo em conta os usos e costumes em prática.

 (...)

 

Manif Agricultores_Baldios

 

O que estava e está em causa

Do conjunto de matérias que relevam para a regulação desse tipo especial de propriedade, situaremos as que nos parecem ser as mais relevantes:

  • O conceito de comparte. Questão central, que decorre da própria natureza do baldio, são compartes os cidadãos de uma determinada comunidade, com ligações económicas e sociais ao baldio, de acordo com os usos e costumes, enquanto essa ligação se mantiver. PSD e CDS procuraram alargar o conceito de comparte a todos os eleitores da freguesia onde está situado o baldio. Ora tal opção não apenas pretende confundir a propriedade comunitária com a propriedade de uma determinada freguesia, fragilizando os laços dos povos com o seu baldio, facilitando futuras investidas, como finge ignorar os inúmeros casos em que uma freguesia tem mais do que um baldio e cada um deles tem o seu conselho directivo. Mas particularmente, introduz na posse e na gestão do baldio cidadãos que nenhuma relação têm com ele e que, pelo seu peso, passariam a poder determinar as decisões sobre eles.

  • A aplicação de conceitos da propriedade privada aos baldios. Como atrás se disse, a propriedade comunitária é um tipo de propriedade especial. Não é, de todo, propriedade privada, pois que nenhum titular, individualmente considerado, tem sobre ela possibilidade de gestão ou alienação. Os compartes apenas o são enquanto têm relação com o baldio, e sendo donos, enquanto entidade colectiva, de plenos poderes desses bens, não os podem alienar ou transmitir em herança a filhos ou netos, cessando a relação do comparte com o baldio ou no momento em que deixa de ter ligação ele, de acordo com os usos e costumes, ou no momento em que falece. Dir-se-á que aspectos há em que aplicação de conceitos da propriedade privada facilitariam. A experiência mostra que isso não é verdade!

  • A questão da alienação dos baldios. Os baldios não podem ser alienados ou apropriados por terceiros por nenhuma via, à excepção de que eles sirvam, com o acordo da maioria dos compartes, para assegurar interesses colectivos superiores. Qualquer linha de facilitação levará, como em momentos anteriores, à apropriação de parcelas ou da totalidade de baldios, subtraindo essa propriedade às gerações vindouras. Exactamente por isso, os baldios estão, e devem continuar a estar, fora do comércio jurídico, não se admitindo sequer o arrendamento, que as empresas da celulose tanto ambicionavam.

  • A tributação dos baldios. Será talvez fácil argumentar que, tal como outras fontes de riqueza, os rendimentos gerados pelos baldios devem ser sujeitos a tributação. Ora tal ideia, ainda que encaixe bem em tempos de demagogia em matéria fiscal, é desprovida de sentido porquanto não existe titular para ser tributado, uma vez que o baldio não tem personalidade jurídica. Por outro lado, os rendimentos não são de ninguém em particular, mas do universo dos compartes, e servem, no fundamental, para reinvestir no baldio e em favor das comunidades. Seria como tributar o próprio Estado por rendimentos que ele aufere e que depois usa para o bem comum.

  • A extinção de baldios. A lei aprovada por PSD e CDS, facilitou o regime de extinção dos baldios, com a sua integração posterior no património das juntas de freguesia, inclusivamente sem a intervenção dos tribunais. Tal representaria uma possibilidade inaceitável de assalto a um património muito apetecido.

  • A gestão dos baldios. Para o PCP, não há dúvidas sobre esta matéria. Quem deve determinar os destinos dos baldios são os seus legítimos donos, organizados em Assembleias de Compartes. A figura de co-gestão com o Estado teve, desde que foi criada, um horizonte limitado, devendo ser muito facilitada a devolução da sua gestão integral aos compartes, sem possibilidades de entraves por parte das estruturas do Estado, e a entrega da gestão às juntas de freguesia deve ser apenas considerado como último recurso, assegurando-se, mesmo assim, que as Assembleias mantêm o seu papel de fiscalização e de definição das grandes orientações para a vida dos baldios.

Questão que está sempre subjacente a este debate é a acusação, mais ou menos velada, de que este tipo de propriedade é anacrónico, que já não corresponde aos tempos modernos, que já não faz sentido. Nada mais falso! Quando, por efeito da política de direita, se assiste à desertificação e ao despovoamento de vastas regiões do nosso País, é necessário valorizar o exemplo dos que, sem ajudas do poder central ou mesmo contra ele, defendem a sua terra e o património que é de todos, e numa experiência democrática ímpar e travam os ímpetos privatizadores dos lobos que, hoje como ontem, continuam a uivar nas serras.

 (sublinhados meus)

 


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Domingo, 9 de Outubro de 2016
9 de Outubro de 1967 – Assassinato de Che Guevara

 

O argentino-cubano Ernesto Guevara de la Serna, conhecido por «Che» Guevara, foi um dos comandantes da Revolução cubana, ao lado de Fidel e outros revolucionários, tendo assumido vários cargos na reorganização do Estado entre 1959 e 1965.

Com uma personalidade multifacetada – foi guerrilheiro, político, jornalista, escritor e médico – Che deixa Cuba para lutar por um mundo mais justo.

Chega à Bolívia em Março de 1967, com um grupo de guerrilheiros.

É cercado por militares bolivianos e capturado, ferido mas com vida, a 8 de Outubro.

Cumprindo ordens da CIA, o presidente da Bolívia, René Barrientos, autoriza a execução sumária de Che no dia seguinte e manda esconder o corpo, que só virá a ser encontrado 30 anos depois.

Os restos mortais foram trasladados para Cuba, onde é homenageado como herói nacional.

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Terça-feira, 13 de Setembro de 2016
I.V. Stáline, o socialismo e o Estado

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A tendência HISTÓRICA do desenvolvimento do Estado está, na sua raiz, em contradição com o estreito interesse de classe da burguesia. A tendência vai no sentido de os trabalhadores se libertarem da exploração do SUJEITO, enquanto o regime burguês procura manter as massas populares no estatuto de OBJECTO explorado e manipulado. Nisto reside a explicação da atitude hostil, sempre crescente ao longo de toda a história, por parte da burguesia, em relação à IDEIA em si de Estado, da soberaniza nacional, etc., em particular quando tais coisas têm lugar num país estrangeiro. Esta hostilidade não é de longe apenas teórica. Nos nossos dias, a partir dos exemplos da Jugoslávia ou do Iraque (esta lista aumentará sem qualquer dúvida) vemos como o imperialismo norte-americano arrasa pela força das armas todo o sistema de direito internacional, construído nos princípios do respeito pela independência dos povos e da não ingerência nos assuntos internos.

Tatiana Khabarova

Doutorada em Ciências Filosóficas

 


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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2016
Comício da Festa do «Avante!» 2016

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«Aqui estamos, comunistas, portugueses, nessa luta, todos os dias, batalhando lado a lado com os trabalhadores e o povo pelos seus direitos, rendimentos e dignidade, e em defesa dos interesses do nosso País. Uma luta que se desenvolve e faz frente às campanhas ideológicas dos que, para manter o seu domínio explorador, tentam semear a descrença na luta organizada e difundir a ideia de que não há alternativa ao sistema capitalista.

Mas enganam-se!

A luta é cada vez mais actual pelo grande objectivo dos comunistas – o Socialismo - esse empreendimento histórico inaugurado pela primeira vez na História da Humanidade com a Revolução de Outubro cujo centenário comemoraremos no próximo ano!

Em Portugal, vivemos uma situação política bem diferente daquela que existia há um ano no momento em que aqui realizávamos a nossa Festa do «Avante!».»

 

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«Quarenta anos depois da primeira realização da maior iniciativa político-cultural do nosso País, aqui estamos na quadragésima edição da Festa do «Avante!» que, pelas mãos militantes e amigas do PCP, da JCP e da Festa, continua a ser «a maior, a mais extraordinária, a mais fraterna e humana jamais realizada no nosso País», como a caracterizou Álvaro Cunhal.

Sem este trabalho militante esta Festa não seria o que é. E, é também por isso, (e, em particular, por isso) que justamente se diz: «não há festa como esta!»

E é também por isso que esta Festa sempre incomodou a reacção, a direita, o grande capital.»

 

«Nada nos será oferecido e também não abdicaremos daquilo a que temos direito.

É com a luta que lá vamos. Cabe à JCP o papel na discussão e preparação da luta organizada, pelos direitos e aspirações da juventude portuguesa. Estamos empenhados e quanto mais fortes formos mais luta se desenvolverá.

(...)

Com os olhos no futuro, lutamos no presente. Somos a organização revolucionária da juventude portuguesa! Ao momento que atravessamos, respondamos com mais jovens organizados e conscientes de que a única alternativa é aquela que propomos e construímos diariamente nas escolas, nas empresas e na rua. Com o peito a transbordar de alegria e de força, saímos da Festa reforçados para intervir e transformar!»

 


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Festa do «Avante!» 2016: a fotografia

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Festa do «Avante!» 2016

 


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Domingo, 4 de Setembro de 2016
Festa do «Avante!» 2016: o encerramento

Festa Avante 2016

Festa do «Avante!» 2016

 


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Sábado, 3 de Setembro de 2016
Festa do «Avante!» 2016: o COMÍCIO

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 Comício

 


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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016
Festa do «Avante!» 2016: Revolução, Constituição, Ciência para todos!

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Espaço Ciência

 

É nesta nova localização e num espaço remodelado e ampliado que a Festa do «Avante!» pretende, com a habitual e valiosa colaboração de várias instituições científicas, levar até aos visitantes uma experiência única onde a ciência está ao alcance de todos.

Na exposição parte-se dos 40 anos da Constituição da República Portuguesa, e do que ela consagra de democratização do ensino e da cultura e de estímulo à investigação científica, para se abordar os acontecimentos e descobertas protagonizados por cientistas portugueses ao longo destas quatro décadas, só possíveis graças à conquista da liberdade e da democracia.

Ao longo da exposição, de forma cronológica, serão apresentados os principais avanços e descobertas científicas que contribuíram de forma decisiva para a sociedade portuguesa e para o reconhecimento de cientistas portugueses tanto no País como no estrangeiro. Dissecadas serão, também, as políticas públicas relativas à ciência, relativamente ao investimento e financiamento, aos recursos humanos, à difusão da cultura científica. Nesta última questão assumem particular importância os Centros de Ciência Viva (cujos resultados de 20 anos de existência serão analisados na mostra), enquanto que as restantes matérias serão alvo de avaliações qualitativas e quantitativas.

Os anos europeus ou internacionais dedicados às várias áreas da ciência, as políticas públicas para a ciência e o contributo da Festa do Avante! para a divulgação da ciência serão alguns dos temas tratados na exposição, que também sublinhará as posições e propostas do PCP relativamente a todas e estas questões.

A ciência nas artes e letras e o habitual e muito procurado módulo de «Curiosidades» voltarão a estar presentes no espaço.

Para além da exposição, o Espaço Ciência possibilita aos visitantes de todas as idades realizar experiências e observar demonstrações sobre várias disciplinas da Ciência e suas implicações no dia-a-dia. As crianças têm um local próprio, onde podem aprender, pintar e brincar. O Centro de Ciência Viva de Constância e o Núcleo de Física do Instituto Superior Técnico são parceiros nesta edição.

 

Programa

 

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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016
Festa do «Avante!» 2016: Olimpíadas da camaradagem

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Desporto

 

Nos 40 anos da Festa do «Avante!» e com a aquisição da Quinta do Cabo, também o Desporto ganha mais espaço, com uma programação especial e diversificada, como já nos habituaram, que vai proporcionar momentos de grande emoção, mas também de convívio e amizade.

Aqui não existem segredos, mas sim uma parceria que, de ano para ano, cresce e se fortalece mais e mais, tornando-se inquebrável e um exemplo do que de melhor e mais bonito se faz no País e no mundo. Nela estão envolvidas mais de 300 colectividades e associações desportivas que trabalham, lado a lado, com a Comissão Nacional de Desporto da Festa.

Este ano são esperados mais de 15 mil atletas, que vão participar em 32 provas desportivas e exibições. Ao mesmo tempo, são cada vez mais os visitantes que não se limitam apenas a assistir, aceitando o convite que lhes é dirigido para participar nas várias modalidades presentes, como acontece nos desportos radicais, com o slide e a parede de escalar, mas também, entre muitas outras, no boxe, nos matraquilhos, nos saraus de ginástica e de artes marciais, nos jogos tradicionais, nas danças de salão.

No domingo, têm lugar a Corrida e a Caminhada da Festa, provas que tem registado, todos os anos, milhares de inscrições, ultrapassando todas as expectativas. Este é, portanto, mais um «palco» do «Avante!», que acolherá grandes espectáculos, para todos os gostos, onde a competição não tem lugar, antes a alegria e a camaradagem.

 

Programa

 

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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016
Espaço Internacional ganha terreno na Festa do «Avante!» 2016

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Solidariedade reforçada

 

O tema da edição deste ano do Espaço Internacional é «Festa do Avante! – 40 anos de solidariedade internacionalista».

À semelhança de anos anteriores, o Espaço Internacional terá uma exposição política cujo tema será a «Festa do Avante! – Festa da Solidariedade na luta por um mundo melhor, pela democracia e o socialismo!». Nela evocaremos a solidariedade das 40 edições da Festa, focando-nos em desenvolvimentos de grande simbolismo histórico-político e simultaneamente em lutas que continuam a marcar os nossos dias, nos sucessos da solidariedade e nos que, não tendo tido ainda o desfecho pelo qual lutamos, continuam a merecer o nosso abnegado empenho solidário.

Este ano, vamos ter mais espaço para mais solidariedade. O Espaço Internacional conta com uma área aumentada para o convívio e o conhecimento mútuo entre visitantes e os partidos que nos visitam e participam na festa. O Palco Solidariedade ocupará o espaço onde antes se localizava o Avanteatro e no lugar tradicionalmente ocupado pelo palco os visitantes encontrarão o Espaço de Debates, uma das maiores novidades do Espaço Internacional deste ano, no qual serão debatidas questões internacionais que marcam a actualidade. Serão ainda realizadas iniciativas político-culturais de solidariedade com vários povos em luta, que marcarão não apenas o este espaço mas também o programa de várias organizações regionais.

O Espaço Internacional continuará a ter no Palco Solidariedade um espaço onde a música e a cultura de vários povos terá o seu devido destaque. O colorido da diversidade de organizações revolucionárias e progressistas de todo o mundo que participam na nossa Festa com o seu stand será este ano reforçado, valorizando ainda mais a sua dimensão internacionalista.

O Mundo na Festa

No Espaço Internacional da Festa do «Avante!» convivem partidos e organizações que, com as suas especificidades e objectivos, lutam pela paz, a soberania, a democracia e o socialismo. Nos vários pavilhões, bares e restaurantes, será possível uma vez mais saber por que lutam, o que defendem e que problemas se batem por superar os partidos comunistas e operários e organizações progressistas presentes e, ao mesmo tempo, provar os sabores típicos e adquirir artesanato dos seus países.

Serão estes os partidos e organizações representados no Espaço Internacional da Festa do «Avante!»: Partido Comunista Alemão; A Esquerda (Alemanha); MPLA (Angola); Partido do Trabalho da Bélgica; Partido Comunista do Brasil; Partido dos Trabalhadores (Brasil); PAICV (Cabo Verde); Partido Comunista da China; Partido Progressista dos Trabalhadores/AKEL (Chipre); Partido Comunista do ChilePartido Comunista Colombiano; Marcha Patriótica (Colômbia); Partido Comunista de Cuba; Partido Comunista de Espanha; Comunistas da Catalunha; Bloco Nacionalista Galego; Partido Comunista Francês; Partido Comunista Britânico; Partido Comunista da Grécia; Convergência (Guatemala); PAIGC (Guiné-Bissau); Partido do Povo do Irão; Partido da Refundação Comunista (Itália); Partido Comunista Italiano; Frelimo (Moçambique); Organização de Libertação da Palestina; Frente Popular para a Libertação da Palestina; Partido Comunista Peruano; Frente Polisário (Saara Ocidental); Partido Comunista, Turquia.

 

Programa

 

 


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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016
Festa do «Avante!» 2016: o MAPA

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Clicar na imagem para visualizar a ligação

 

Transportes, parques, acampamento

Acompanhando as profundas alterações verificadas na edição deste ano da Festa do «Avante!» também há novidades ao nível dos acessos, transportes, parques de estacionamento e acampamento. Tudo para que a Festa seja cada vez melhor.

 


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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016
Festa do «Avante!» 2016: Concerto Sinfónico para um Glorioso Aniversário

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Concerto Sinfónico para um Glorioso Aniversário

 

Orquestra Sinfonietta de Lisboa – Maestro: Vasco Pierce de Azevedo

CORO sinfónico LISBOA CANTAT – Maestro: Jorge Carvalho Alves

Solistas: Ana Paula Russo – Soprano, Cátia Moreso – Meio-Soprano, Marco Alves dos Santos – Tenor, Jorge Carvalho Alves – Tenor, José Corvelo – Barítono, Filipe Melo – Piano e órgão Hammond, António Rosado – Piano

 

Quem, todos os anos, decide reservar o primeiro fim de semana de Setembro para, depois de um merecido retempero de férias, preparar o regresso à dureza, à intensidade ou à concentração da labuta quotidiana, já sabe que a ida e a frequência quotidiana da Festa do “Avante!” é a melhor forma de reencontrar velhos amigos, conhecer novos camaradas, conviver humanamente da forma mais sã e democrática e intervir na discussão política sobre diversas e candentes questões da actualidade nacional e internacional, sem deixar de fruir e participar, naturalmente, de uma das características mais fascinantes e inigualáveis de uma manifestação de massas como esta: a possibilidade de assistir a uma multiplicidade de espectáculos em todos os domínios da Arte e da Cultura popular e erudita.

E é fora de dúvida que, logo a abertura da Festa, na 6ª feira à noite, no Palco 25 de Abril, se transformou de há muitos anos para cá numa manifestação cultural verdadeiramente única, sem par no nosso país, pela oportunidade aberta a milhares de visitantes de entrar em contacto, quantas vezes na sua primeira oportunidade e com a formalidade descontraída e sempre composta que nos caracteriza, com a Grande Música, seja ela clássica ou contemporânea, do género operístico ou sinfónico, para volumosas massas orquestrais, pequenos e grandes coros, e solistas dos mais consagrados ou em começo de promissoras carreiras.

Se é certo que este ano se comemora o 40º. aniversário da própria Festa, não poderia ser de forma diversa concebido o seu concerto de abertura e, neste sentido, o seu repertório, escolhido de forma muito aberta, deveria preferencialmente abarcar géneros muito diversificados, dando atenção particular aos vários tipos de público que preenche, até às alamedas laterais, o recinto central em frente do Palco 25 de Abril.

Por maioria de razões foi, sobretudo, à música festiva ou à música da exaltação da grandeza do Homem, no seu percurso contra a opressão, pelos direitos cívicos, pela Liberdade e pela Democracia que atribuímos a nossa principal atenção, seja ela música programática no sentido mais profundo do termo, seja ela pura música de regozijo e circunstância.

Neste sentido, a conjugação da leveza orquestral de um Bizet com o poder vigoroso de um Beethoven, das características claramente nacionais de um Shostakovitch ou de um Glinka com a forte personalidade e identidade dos “espirituais negros”, dos ecos sempre inspiradores da Revolução Francesa com a ressonância heróica das canções de Lopes-Graça ou da força agregadora de Ortega, vão de par com uma atmosfera geral de celebração e, ao mesmo, de um emocionante, consciente e invejável espírito comemorativo, susceptível de se transferir, no dia seguinte, para a nossas próprias vidas e de nos transmitir renovadas forças e coragem na prossecução dos passos necessários para transformar em certezas os ainda insuficientes sinais de mudança e de esperança que este ano nos trouxe.

 

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Domingo, 28 de Agosto de 2016
Compra já a tua EP

EP 2016

Compra já a tua EP

Entrada Permanente para os três dias

 


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Terça-feira, 16 de Agosto de 2016
A programação da Festa do «Avante!» 2016

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À semelhança das edições anteriores, o programa da 40.ª Festa do «Avante!» é preenchido e diversificado:

música, teatro, cinema, desporto e muito mais no maior evento político-cultural do país.

 

Fosse a Festa do «Avante!» um qualquer «festival de Verão» e quando já são conhecidos os artistas e grupos que actuarão nos palcos principais pouco mais haveria a dizer sobre essa iniciativa.

Mas a Festa é muito mais do que isso e por mais palavras que escrevamos sobre ela o essencial ficará sempre por dizer:

  • a abnegação dos que a constroem e a fazem funcionar;

  • a alegria que emana de todos os seus espaços;

  • a confiança que transborda das suas múltiplas iniciativas políticas;

  • as amizades que aí se forjam e reforçam;

  • a empatia que rapidamente se estabelece entre os visitantes, entre estes e os que asseguram os diversos serviços, entre os artistas e o público...

 

Não há, efectivamente, outra festa como esta!

 


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Domingo, 24 de Julho de 2016
24 de Julho de 1783 – Nasce Simón Bolívar

Simón Bolívar Av

Militar, revolucionário e estadista venezuelano, Simón Bolívar, «O Libertador», é um dos vultos maiores da história latino-americana.

Nascido numa família da aristocracia colonial, Bolívar cedo abraçou a causa de independência e unidade dos povos da América Latina.

As muitas batalhas que travou, a fundação da Grande Colômbia (federação que abrangia os actuais territórios da Colômbia, Venezuela, Panamá e Equador) e sobretudo as suas ideias políticas granjearam-lhe inimigos nas oligarquias locais.

Bolívar libertou os escravos, restituiu as terras aos índios, instituiu a educação gratuita, criou hospitais, asilos e creches, protegeu a produção nacional da livre concorrência, incentivou a indústria e o comércio, nacionalizou as minas e decretou o monopólio estatal das riquezas do subsolo, defendeu a soberania nacional.

A Igreja excomungou-o, os inimigos chamaram-lhe «caudilho dos descamisados», «tirano libertador de escravos».

Vencido pela aliança dos que se opunham ao «ideal bolivariano», Simón Bolívar morreu três anos depois da eclosão, em 1827, das guerras civis que levaram ao desmembramento da Grande Colômbia.

Quase 200 anos depois, o projecto revolucionário bolivariano permanece vivo em toda a América Latina.

AQUI

 


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Sábado, 25 de Junho de 2016
Apresentação da 40ª Festa do «Avante!»

Apresentamos os aspectos centrais do Programa da 40ª Festa do «Avante!»» a que a edição do Jornal «Avante!», de hoje, dá particular destaque com a saída de dois suplementos a ela inteiramente dedicados.

Trata-se da 40ª Festa do «Avante!», que se realiza nos dias 2, 3 e 4 de Setembro na Atalaia, Amora, Seixal, 40 anos depois de em 1976 na FIL se ter iniciado este percurso de uma Festa única, aberta a todos, onde a música, a arte e a cultura são presença constante, uma Festa do trabalho e da militância tornada possível com a conquista da Democracia e da Liberdade.

Este ano a Festa fica indelevelmente marcada pela incorporação no seu espaço da Quinta do Cabo, adquirida com o objectivo de vencer constrangimentos, de alargar e valorizar a Festa.

 


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Sexta-feira, 24 de Junho de 2016
Página da Festa do «Avante!» 2016

2016_festa_avante_cartaz

 

Página da Festa do «Avante!» 2016

 

 


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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016
O impressionante poder do colectivo - As jornadas de trabalho já começaram

Jornadas trabalho1 2016-06

Jornadas trabalho2 2016-06

Jornadas trabalho3 2016-06

 

De vários pontos do País acorreram ao terreno da Festa, no 1º fim-de-semana de Junho, dezenas de militantes e amigos do Partido, que lançaram mãos à obra na construção da 40.ª edição da Festa do «Avante!», a primeira que integrará o novo terreno da Quinta do Cabo. Até ao início de Setembro, há trabalho para todos.

 


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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
No centenário da Teoria da Relatividade - Breve perfil científico e político de Einstein

Albert Einstein_1921_portrait

De Albert Einstein (1879, Ulm, Alemanha – 1955, Princeton, EUA) aquilo que todos sabem é que formulou a teoria da relatividade, que foi um dos maiores cientistas de sempre e pouco mais. Mas Einstein publicou mais de 300 artigos científicos e de 150 artigos sobre outras matérias. Relembremos apenas alguns dos seus resultados mais importantes.

Albert Einstein_1947

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Sábado, 28 de Novembro de 2015
28 de Novembro de 1820 – Nasce Friedrich Engels

Friedrich_Engels.jpg

O filósofo e político Friedrich Engels nasceu em Barmen, na província prussiana do Reno, actual Alemanha.

Para além de autor de várias obras cuja característica principal é a elaboração das teorias do materialismo histórico, Engels foi, juntamente com Karl Marx, um dos fundadores do socialismo moderno, cuja teoria, embora elaborada por ambos, passou à história com o nome de marxismo.

Engels e Marx escreveram juntos o Manifesto Comunista (1848), um dos mais importantes documentos políticos da história da humanidade. Aí demonstram que «a história da humanidade até os nossos dias é a história da luta de classes», que «os proletários nada têm a perder a não ser os seus grilhões», e lançam o apelo «Proletários de todos os países uni-vos!».

Após a morte de Marx, além de prosseguir a elaboração teórica Engels dá continuidade ao trabalho político que ambos haviam desenvolvido e completa o segundo e terceiro volumes de O Capital (1885 e 1894).

 


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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
Dar resposta aos problemas e aspirações mais urgentes dos trabalhadores e do povo

Folheto_dar_resposta_problemas1_2015-11-05

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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015
Queremos o que é nosso por direito e não abdicaremos de nada

Comício Festa Avante 2015-2

Comício da Festa do «Avante!»:

Intervenção de Elsa Severino

 

«Novas forças que vieram reforçar a Juventude CDU, tomando como sua a luta diária pelos direitos da juventude.

É com todos eles e com os milhares que se irão juntar a nós que derrotaremos a política de direita, venha ela de onde vier.

Que seja agora, queremos o que é nosso!” Queremos o que é nosso por direito e não abdicaremos de nada!

Camaradas, sabemos bem o que PS,PSD e CDS nos têm para oferecer:

Trabalho precário, exploração, desemprego, emigração forçada, falta de condições nas escolas e propinas.

Basta! Queremos a educação, queremos o trabalho, a saúde, o desporto, a cultura. Queremos e temos direito a ser felizes no nosso país!

E é com enorme confiança que aqui estamos! Confiança que vem da luta que milhares de estudantes do ensino básico e secundário e superior levam por diante pela educação pública, gratuita e de qualidade. Confiança na luta que os jovens trabalhadores travam pelo trabalho com direitos.

Confiança na juventude e na sua luta que levou milhares de jovens a participar na marcha “A força do povo”.

Não arredamos pé por mais que sejam as mentiras, as ilusões, a demagogia! Queremos saber do nosso presente, queremos saber do nosso futuro, queremos comandar as nossas vidas e lutamos.

Dia 4 de Outubro, lá estaremos a levar a luta até ao voto, pelos nossos direitos! Não temos medo, nem receio porque todos os dias estamos nas escolas e nos locais de trabalho, haja ou não eleições.

Vamos sair deste combate eleitoral, com um grande resultado, com mais força, com mais braços para no dia 5 de Outubro continuarmos na rua a lutar e a construir o Portugal de Abril.»

 

Comício Festa Avante 2015-3

 


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Terça-feira, 8 de Setembro de 2015
Esta é a Festa de Abril que quer que Abril se cumpra

Comício Festa Avante 2015-5

 Comício da Festa do «Avante!»:

Intervenção de Manuel Rodrigues

 

«Cá estamos de novo na Festa do Avante! Esta Festa, que apesar da situação difícil que os trabalhadores e o povo continuam a viver, apesar dos efeitos desastrosos de anos e anos de política de direita, apesar da agressividade do imperialismo contra a soberania dos povos, de ano para ano se continua a afirmar, e este ano com mais força, a festa dos trabalhadores e do povo, a festa da juventude, a festa dos comunistas, a festa dos democratas e patriotas, a festa das forças que lutam contra o imperialismo, contra a exploração e a guerra, por um mundo de desenvolvimento soberano, de justiça, progresso social e de paz.

Esta é a Festa de Abril que quer que Abril se cumpra. Festa do Avante! que se orgulha de ser o órgão central do Partido que se assume como o partido do proletariado, o partido da classe operária e de todos os trabalhadores portugueses.

Um Partido que trava hoje um duro combate pela ruptura com a política de direita e por uma política patriótica e de esquerda componente indissociável da luta por uma democracia avançada inspirada nos valores de Abril, da luta pelo socialismo e o comunismo.»

 

Comício Festa Avante 2015-17

 


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Não há final como este

 


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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015
Um Partido que tem uma confiança inabalável na sua luta, no seu projecto e num Portugal com futuro

Comício Festa Avante 2015-4

 

Comício da Festa do «Avante!»:

Intervenção de Jerónimo de Sousa

 

 

«Mas se PSD e CDS passaram a esconder que o seu verdadeiro programa está vinculado às orientações do grande capital nacional e transnacional, o PS segue o mesmo caminho.

Por trás da muita propaganda, o que PS, PSD e CDS preparam após as eleições, caso venham a ter votos para isso, são medidas de aprofundamento da exploração, de desvalorização dos salários e de aumento da precariedade, de amputação da segurança social, ataque às pensões de reforma e aos reformados, ao Serviço Nacional de Saúde, à Escola Pública, à Cultura, ao Poder Local democrático, ao regime democrático e à soberania nacional.

É este o seu verdadeiro programa.

(...)

Em 4 de Outubro, duas opções estão colocadas ao povo português:

Dar o seu apoio e o seu voto à CDU e assim contribuir para romper com as políticas de desastre que tantas privações lhe trouxeram e condenar os responsáveis ou, pelo contrário, votar nos partidos do arco da política de direita e permitir que, por mais anos, prossiga a exploração, o empobrecimento, a submissão do país.

Apoiar e dar força à política patriótica e de esquerda que a CDU propõe ou deixar as mãos livres a PS, PSD e CDS para que estes prolonguem e intensifiquem a política que tem conduzido à ruína do País.

Para a CDU não há hesitação. A CDU está e estará, sempre ao lado dos trabalhadores e do povo, pronta para assumir todas as responsabilidade que o povo português lhe queira atribuir no governo do País, portadora de uma política patriótica e de esquerda capaz de dar solução aos problemas nacionais.

Como a grande força da soberania e da independência nacionais, a grande força da unidade e convergência democráticas a grande força da verdade e da seriedade politicas, que assume e apresenta um percurso de verdade, de reconhecido respeito pela palavra dada, a que a vida deu e dá razão; a grande força do combate à politica de direita, que marcou presença em todos os momentos e locais em que foi preciso afirmar direitos, combater injustiças, defender emprego, horários e salários; a grande força da política alternativa, patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril!

Em 4 de Outubro com todo o rigor se pode afirmar que o voto na CDU é o voto na verdade, no trabalho, na honestidade e na competência.»

 

Comício Festa Avante 2015-10

 


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Sábado, 5 de Setembro de 2015
Está aberta a 39ª edição da Festa do «Avante!»

Abertura_festa_avante_2015

 Está aberta a 39ª edição da Festa do «Avante!»

 

«E por isso nestas eleições há uma escolha entre 2 caminhos!

Ou o prosseguimento do trajecto ruinoso seguido por PS, PSD e CDS ou um caminho novo, com o reforço da CDU para construir e realizar uma política patriótica e de esquerda alargando a convergência com democratas e patriotas alicerçada numa profunda convicção que Portugal tem futuro!

Aos que nos questionam sobre o valor do voto na CDU nós afirmamos que, na eleição de 230 deputados – porque é para isso, para eleger 230 deputados e não para eleger um Primeiro-Ministro -, cada voto, cada deputado mais na CDU é um voto e um deputado a menos nos partidos responsáveis por esta situação, cada voto e deputado mais na CDU é a garantia de que será usado não só no combate contra a política de exploração e empobrecimento mas também na proposta e na convergência para uma política patriótica e de esquerda.

Assumindo um compromisso inquebrável: cada voto na CDU será sempre respeitado, com uma política de verdade, fazendo o que dizemos e dizendo o que fazemos, tendo sempre como referência ética de que usaremos esse mandato para servir os interesses dos trabalhadores e do povo português e não para nos servirmos a nós próprios! Também aqui a prática é o grande critério da verdade.»

 


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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015
Festa do «Avante!» 2015 começa hoje

Festa Avante 2015

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