TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016
Será que as pessoas não fazem nada, acatam e não refilam?

25 Maio 2013 Lisboa_6

São muitas as lutas, mas escassa a sua cobertura mediática. Com algumas excepções, as lutas dos trabalhadores e populações recebem pouca atenção, ou atenção pouco esclarecedora.

Num momento em que se confirma o papel determinante da luta de massas para a reposição, defesa e conquista de direitos, importa valorizar a luta dos trabalhadores, das classes e camadas anti-monopolistas e destaca as acções:

  • dos trabalhadores não docentes em várias escolas do ensino público básico e secundário;

  • dos trabalhadores do SEF, dos professores, da administração local, a greve dos enfermeiros;

  • as acções levadas a cabo pelos trabalhadores da Valorsul, Amarsul, Resistrela e Valnor, do centro de contacto da EDP, da EMEF e outros trabalhadores dos transportes, a luta dos trabalhadores despedidos dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo;

  • a luta no consórcio de empresas de manutenção da refinaria de Sines da Petrogal, da Solnave, da Panrico, da Groz-Beckert, da Riberalves, da Endutex, da Sinaga, dos centros hospitalares do Oeste, Setúbal e Lisboa Ocidental;

  • da VA Atlantis;

  • do Clube Praia da Oura;

  • da Empresa Gráfica Funchalense, a luta dos trabalhadores da segurança privada, as manifestações de reformados pensionistas e idosos promovidas pelo MURPI;

  • a luta do sector do Táxi;

  • as lutas dos utentes do Metro de Lisboa e da TST, a luta das populações pela reparação do IC1;

  • das populações da Ria Formosa, de Ferreira do Zêzere, do Montijo, da Moita, do Barreiro, de S. Bartolomeu de Messines, de Mourão em defesa dos seus interesses;

  • a luta dos estudantes dos ensino secundário e superior;

  • As centenas de acções e lutas desenvolvidas nas empresas, locais de trabalho e nas ruas dinamizadas no âmbito da semana de esclarecimento, reivindicação e luta promovida pela CGTP-IN que decorreu entre 26 de Setembro e 1 de Outubro;

  • A luta pelo aumento dos salários, incluindo do Salário Mínimo Nacional para 600 euros a partir do início do próximo ano, contra a precariedade e a desregulação dos horários de trabalho, pela revogação das normas gravosas da legislação laboral, na defesa e valorização da contratação colectiva e dos direitos que ela consagra.

 

1 Maio 2016 Lisboa04

 


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Terça-feira, 1 de Novembro de 2016
1 de Novembro de 1954 – Insurreição na Argélia

Insurreição Argélia 1954-11-01

A insurreição marca o início da luta armada para a libertação da Argélia, submetida desde 1830 pela França à exploração colonial, à discriminação racial e à opressão nacional.

Confrontada com a feroz repressão das mais elementares reivindicações democráticas e nacionais e com o massacre de populações inteiras, a resistência, organizada na Frente de Libertação Nacional, lança ataques em vários locais do país contra instalações militares, postos de polícia, centros de comunicações e organismos públicos.

A resposta das autoridades coloniais foi o terrorismo de estado mais brutal, incluindo o recurso indiscriminado à tortura e o bombardeamento de populações inteiras com napalm.

O povo árabe e berbere argelino pagou um elevado preço pela sua libertação: um milhão e meio de mortos.

A independência foi conquistada a 5 de Julho de 1962.

AQUI

 


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Sábado, 29 de Outubro de 2016
Trânsito cortado para reparar buraco de Porto Antigo

Hotel Porto Antigo Cinfães

A CDU felicita-se pelo facto de a obra se realizar finalmente.

Ao longo destes cinco anos(!!!) não nos cansámos de a reclamar, com cartas à Câmara Municipal de Cinfães, à Estradas de Portugal e Requerimentos e Perguntas do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República, aos Ministros que desde então têm assumido a pasta das estradas (ver AQUI e AQUI).

 


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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2016
Sobre as contradições antagónicas e as rupturas necessárias...

Cartaz_8x3_emprego_direitos_producao_soberania_201

 

«Os desenvolvimentos mais recentes evidenciam o carácter inconciliável entre a submissão a imposições da União Europeia e uma política capaz de dar resposta sólida e coerente aos problemas nacionais»

 


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Domingo, 15 de Maio de 2016
Basta de submissão à União Europeia e ao Euro

Cartaz8x3_basta_submissao_2016-05

 

Campanha «Basta de submissão à União Europeia e ao Euro»

 

O PCP lança uma campanha nacional sob o lema «Basta de submissão à União Europeia e ao euro» com um conjunto de iniciativas e com o contacto directo com os trabalhadores e as populações através de material de propaganda através de um folheto, cartazes mupi e outdoors.

No folheto afirma-se a necessidade de «defender o interesse nacional», destaca-se a «nova fase da vida política do País», com «as limitações inerentes a um Governo PS», mas também «com as possibilidades que o contributo que o PCP criou para dar resposta aos problemas e aspirações mais imediatas».

Na Assembleia da República e fora dela, os comunistas assumem ainda o compromisso de:

  • criação de um Plano Nacional de Combate à Precariedade Laboral;

  • combate à desregulação do horário de trabalho;

  • reposição do princípio do tratamento mais favorável do trabalhador

  • e eliminação da caducidade dos contratos colectivos de trabalho;

  • consagração das 35 horas como duração semanal de trabalho para todos os trabalhadores;

  • subida do salário mínimo nacional para os 600 euros;

  • aumento extraordinário das pensões de reforma.

 


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Sábado, 14 de Maio de 2016
Assimetrias regionais: criar condições para que as populações tenham vidas dignas

Penalva do Castelo5

PCP interpela governo sobre as assimetrias regionais

 

Interpelação ao Governo centrada nos problemas das assimetrias regionais, da desertificação e do despovoamento do território e nas políticas necessárias para assegurar o desenvolvimento equilibrado do país.

 


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Terça-feira, 5 de Abril de 2016
Para que serve uma privatização

Amarsul logo

A Amarsul é uma empresa criada em 1997, com capitais exclusivamente públicos, com 51 por cento do Estado português, através da EGF, e 49 por cento dos nove municípios da Península de Setúbal, para a valorização e tratamento de resíduos sólidos urbanos.

Em Julho do ano passado, o governo PSD-CDS vendeu a EGF a um grupo privado onde pontuam as empresas Mota-Engil e SUMA, entre outras. Além da privatização, prolongou o prazo de exploração da empresa até 2034.

Os novos donos da Amarsul impuseram desde a primeira hora um modelo de gestão que piora o serviço e dificulta a relação com os municípios, que são simultaneamente accionistas com praticamente metade da empresa e os únicos clientes.

Ontem, dia 30, realizou-se a Assembleia-geral de accionistas. À hora do fecho da edição do «Avante!» não se sabe ainda como decorreu. Mas o que se sabe é suficiente: no relatório e contas de 2015 da empresa, a Mota-Engil levou a proposta de repartir os lucros da empresa, qualquer coisa à volta de seis milhões de euros. Lucros para os quais praticamente não contribuiu, porque geriu a empresa menos de metade do ano, lucros ganhos à custa dos trabalhadores e das populações.

Lucros que ao longo dos 17 anos de vida da Amarsul foram sempre reinvestidos na empresa: ou contribuindo para não aumentar as tarifas pagas pelos municípios e utentes, ou investidos em melhorias de serviços, instalações, equipamentos e segurança dos trabalhadores.

Os municípios da Península de Setúbal recusam essa redistribuição de lucros. Defendem que, à semelhança dos anos anteriores, sejam usados para melhorar o serviço e impedir o crescimento da tarifa. Dizem os novos donos da Amarsul que a lei impede que os lucros sejam usados para esse fim. Uma lei à sua medida, feita pelo governo que diligentemente os serviu.

No fundo, aqui está um belo exemplo da diferença entre a gestão pública e a gestão privada. De um lado, a «gestão» de um gigante económico, que quer lucro e depressa. Do outro, o interesse público, defendido por municípios comprometidos com os trabalhadores e as populações. A luta contra a privatização da EGF continua!

(sublinhados meus)

 


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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016
Organizar, intervir, lutar

Organizar_agir_transformar.jpg

 

O Comité Central, reunido a 26 de Janeiro, procedeu à análise das eleições para Presidente da República, apreciou a situação política e aspectos da actividade, reforço e iniciativa política do Partido.

«(...)

3. O resultado obtido pela candidatura de Edgar Silva (182 905 votos e 3,95%) fica aquém do valor que o seu projecto exigia, quer quanto ao objectivo destas eleições, quer quanto ao que ela representa e expressa de uma intervenção coerente e insubstituível para a intervenção e a luta presente e futura por um outro rumo para a vida política nacional. Um resultado construído a pulso, no quadro de um panorama mediático desigual e de promoção e favorecimento de outras candidaturas e de apelos a sentimentos populistas e anti-democráticos.

Nestas eleições, o objectivo declaradamente assumido de derrotar o candidato do PSD e do CDS e colocar na Presidência da República, quem contribuísse para a defesa e cumprimento da Constituição, foi entendido, por muitos democratas e patriotas, como uma expressão do seu voto na candidatura de Sampaio da Nóvoa na primeira volta, antecipando aquilo que apenas se colocaria na segunda volta e afectando assim o resultado da candidatura de Edgar Silva.

Regista-se, ainda, o facto de a insistente proclamação antecipada da vitória de Marcelo Rebelo de Sousa à primeira, ou à segunda volta, ter contribuído para conduzir à abstenção de muitos milhares de eleitores.

A corrente de mobilização e apoio que a candidatura de Edgar Silva suscitou, projecta-se no futuro próximo como um factor para o desenvolvimento da intervenção política e da luta na nova fase da vida política nacional.

(...)»

 


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Terça-feira, 10 de Novembro de 2015
Debate do Programa do XX Governo: Rejeitar o Programa de Governo de PSD/CDS

 

No debate em torno do Programa do XX Governo, o PCP afirma que o objectivo de PSD e CDS é claro no assegurar da política de desastre nacional seguida nos últimos anos, que conduziu o nosso país a uma situação de retrocesso económico e social jamais vivida depois do 25 de Abril, confirmando as muito fortes razões para que o governo PSD/CDS não entre em funções.

 


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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015
É hora de mudar de política

Cartazete CGTP 2015-11-10

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Domingo, 8 de Novembro de 2015
Governo PSD/CDS rejeitado lá dentro, rejeitado cá fora

Cartazete1 CGTP 2015-11-10

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Sábado, 7 de Novembro de 2015
A luta foi e é determinante para a construção de outra maioria de deputados

cabeca 2015-11-10

concentracao-2015-11-10

 

Nas eleições para deputados à Assembleia da República, a maioria do povo português condenou e rejeitou a política de exploração, de empobrecimento e de desigualdades, brutalmente agravadas pela coligação PSD/CDS.

O dia 4 de Outubro confirmou que vale a pena lutar:

o PSD e o CDS foram fortemente penalizados, perderam mais de 700 mil votos, 12 pontos percentuais e 25 deputados, registando o segundo pior resultado dos últimos 40 anos.

Hoje, estão em minoria na Assembleia da República.

Vencendo imensas dificuldades e sacrifícios, a luta desenvolvida pelos trabalhadores ao longo da legislatura que terminou foi decisiva para derrotar a maioria absoluta do PSD e CDS e determinante para a construção de outra maioria de deputados.

 


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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015
Todos à concentração!

Cartaz cgtp 2015-11-10

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015
Candidatos CDU em jornada dedicada ao ambiente

ETAR_Satao_Riodemoinhos

ETAR de Rio de Moinhos - Sátão

Lixo_ETAR_Satao_Riodemoinhos

Lixo da ETAR de Rio de Moinhos - Sátão

Visita_ETAR_Lavandeira

Visita ETAR (?) da Lavandeira - Mangualde

Ribeira_apos_descarga_ETAR_Lavandeira

Ribeira após descarga da ETAR (?) da Lavandeira - Mangualde

ETAR_de_Cubos

ETAR de Cubos - Mangualde

 

Candidatos de Os Verdes, na lista da CDU, em jornada dedicada ao ambiente e à preservação dos Recursos Hídricos

 


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Quinta-feira, 16 de Julho de 2015
Agricultores da Serra do Montemuro debatem em Nespereira ataques dos lobos

Gado Vacum

Carneiros.jpg

Agricultores da Serra do Montemuro debatem em Nespereira ataques dos lobos

 


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Terça-feira, 31 de Março de 2015
Acabar com prejuízos e constrangimentos da produção pecuária causados pelos ataques de alcateias

Gado Vacum

Carneiros.jpg

Acabar com prejuízos e constrangimentos da produção pecuária causados pelos ataques de alcateias

 


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12º Encontro das Comissões e Associações de Utentes dos Serviços Públicos

12 EN MUSP 2015-03-21 1

 

 12º Encontro das Comissões e Associações de Utentes dos Serviços Públicos

 

12 EN MUSP 2015-03-21

 


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Quarta-feira, 25 de Março de 2015
O Memorando de Entendimento (2011 / 2015)

Júlio Pomar_Almoço de trolha.jpg

Em Portugal regredimos 15 anos:

  • as alavancas económicas estratégicas do País estão quase todas nas mãos de capital estrangeiro;
  • foram destruídos 400.000 postos de trabalho;
  • o investimento público, e também o privado, bateram no fundo;
  • a dívida explodiu, atingindo 134% do PIB;
  • 1/4 da população vive na pobreza ou no limiar dela.
  • Em três anos de Pacto de Agressão os salários foram reduzidos em mais de 18%;
  • cerca de 70.000 empresas encerraram portas,
  • a precariedade disparou e cerca de 300.000 trabalhadores foram obrigados a emigrar, nomeadamente jovens quadros.

A filosofia dos memorandos de entendimento, ou dos pactos de agressão como lhe chamamos, foi a de, num curto espaço tempo, concentrar, forçar e intensificar, de forma particularmente violenta, políticas e medidas de concentração e centralização de capital, de empobrecimento das populações, de aumento da exploração e de retirada de soberania aos Estados.

Mas estas são políticas e orientações que há muito vinham paulatinamente sendo impostas no quadro do processo de integração capitalista. Políticas e medidas que respondem a interesses de classe – os dos grandes monopólios e do directório de potências comandado pela Alemanha – e que visam manter os seus instrumentos de domínio, nomeadamente o Euro, à custa das condições de vida e direitos dos povos.

 


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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
12º Encontro Nacional de Comissões e Associações de Utentes

Convite EN MUSP

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Sexta-feira, 13 de Março de 2015
É que vale mesmo a pena!

25 Maio 2013 Lisboa_4

O ano de 2015 leva ainda pouco mais de dois meses e eis os trabalhadores, as populações e a juventude na luta diária pelo seu presente sabendo que essa é a forma mais segura de garantir o seu futuro.

  • Neste período, a par da realização de centenas de plenários de trabalhadores, desenvolvem-se greves com formas e objectivos diferenciados na Vadeca, Lourilimpeza, Soflusa, Carris, ForCargo, Horários do Funchal, Hotel Estação, Metro Lisboa, Escola Beira Aguieira, call centers da PT, Granitos de Maceira, Efacec, TST, Abrigada, BA Vidro, Cottogarden, Sublime Conforto, CRM.Unip e em muitas outras empresas.
  • Os trabalhadores não docentes e os técnicos de diagnóstico avançam para a greve.
  • Têm lugar concentrações e outras expressões de luta na Solnave, Clube Praia da Rocha, Beiralã, Scotturb, Somelos, Amorim Cork, Transtejo, CarrisBus, Logística da Sonae da Maia e na Santa Casa da Misericórdia em Lisboa.
  • A luta pelas 35 horas desenvolve-se em dezenas de autarquias locais, em acções de rua diárias e com uma grande manifestação pública.
  • Na rua faz-se ouvir o protesto dos reformados e dos trabalhadores do Metro de Lisboa, da PT e do sector ferroviário, dos professores do ensino artístico e aposentados, dos trabalhadores transferidos da Câmara de Lisboa para as freguesias, assim como a rejeição da privatização da TAP.
  • Multiplicam-se as vigílias pela defesa dos postos de trabalho na Segurança Social.
  • A resistência assume diferentes formas. Funcionárias da loja de Turismo de Ponte de Lima contrariam a ordem de fechar as portas; os trabalhadores da Prégaia impedem a saída de camiões da fábrica; o pré-aviso de greve desbloqueia o conflito na Magpower; trabalhadores da MFS recusam, pela terceira vez, 12 horas trabalho diário.
  • Os estudantes da secundária Soares dos Reis lutam por melhores condições; na Manuel Cargaleiro pela cantina; na Francisco Simões pelo Pavilhão; na João de Barros e no Conservatório Nacional de Música pelas urgentes obras; em Estarreja por mais funcionários; nos Casquilhos e na Júlio Dinis pelo aquecimento.
  • Nas Belas-Artes do Porto, os estudantes voltam aos protestos; na Faculdade de Ciências de Lisboa, no IST, na ESE do Porto, na FCSH, na FLUL e no ISEL luta-se por melhores condições e pelo acesso às cantinas; em Letras de Coimbra pela revogação do Regulamento Pedagógico e, ontem mesmo, estudantes do Superior de Lisboa concentram-se no Ministério da Educação.
  • Avança a luta das populações em defesa do SNS, em marchas em Lisboa e Benavente e acções em Aveiro e Portimão, nos hospitais Amadora-Sintra, S. Bernardo, Garcia de Orta e em dezenas de centros de saúde.
  • Centenas de carros marcham no IC1 a exigir obras entre Alcácer e Grândola e, em Beja, para exigir o reinício das obras no IP2 e na A26/IP8. Os reformados saem à rua em dezenas de locais, os bolseiros de investigação protestam contra o processo de candidaturas e bolsas.

O que atrás se disse é exemplo de uma luta imensa que está muitas vezes afastada dos holofotes da comunicação social, a quem convém desvalorizá-la e desacreditá-la.

 


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Quinta-feira, 5 de Março de 2015
Cirurgia Ortopédica fecha portas no Hospital de Lamego

Hospital Lamego 2

Depois da cirurgia pediátrica, do funcionamento nocturno do laboratório e da perda de várias valências, chegou agora a vez da Cirurgia Ortopédica fechar portas no Hospital de Lamego.

Desde o dia 3 de Março último, que, sem explicação nem aviso, a Cirurgia Ortopédica encerrou no Hospital de Lamego. A pergunta que assalta agora população, pessoal médico, técnico e auxiliar é, por este andar, qual será o serviço que a seguir o Hospital vai perder?

 



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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015
Vacada de gado arouquês sai de Cinfães e vai para o Alentejo para não sofrer mais ataques dos lobos!

Cinfães 2015-01-19

Cinfães 20150119_2

 Vacada de gado arouquês sai de Cinfães e vai para o Alentejo para não sofrer mais ataques dos lobos!

 


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Sábado, 20 de Dezembro de 2014
50 Tribunas Públicas

50 tibunas Públicas_2014-12-05

«Romper com a política de direita - Por um País digno e soberano»

 

O PCP está a realizar 50 Tribunas Públicas, em 50 cidades, empresas e locais trabalho, num contacto directo com os trabalhadores e as populações.

Uma acção nacional sob o lema - «Romper com a política de direita. Por um País digno e soberano», com o objectivo de denunciar a política de direita e as suas consequências, e afirmar que existe uma alternativa e que é possível construí-la.

Está nas mãos dos trabalhadores e do povo, com a sua luta, a sua acção e vontade, a real possibilidade de romper com décadas de política de direita e abrir caminho a uma política vinculada aos valores de Abril!

 


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Terça-feira, 25 de Novembro de 2014
Encontro de eleitos e activistas da CDU do distrito de Viseu

Encontro Distrital CDU 2014-11-22_1

Decorreu no passado Sábado, dia 22 de Novembro, com inicio às 14,30 horas, na Sede da Junta de Freguesia de Real, Penalva do Castelo, um Encontro de Eleitos e Activistas da CDU.

O Encontro contou com de cerca de 60 eleitos e activistas, tendo-se registado mais de 20 intervenções por parte dos presentes, nas quais foram relatadas experiências de participação dos eleitos, problemas com que se defrontam, necessidades de mais acompanhamento para melhorar os níveis de intervenção nos órgãos e dar a conhecer às populações o trabalho realizado.

O desempenho das autarquias do distrito (13 Câmaras PSD e 11 PS), a definição de formas orgânicas de melhoramento do acompanhamento do trabalho autárquico unitário e o apontar de soluções para qualificar e agilizar a intervenção pública sobre os problemas das populações, em articulação com os eleitos, foram outras questões a que o Encontro deu particular atenção.

Encontro Distrital CDU 2014-11-22_3

Constituíram a Mesa do Encontro João Almeida, do Gabinete Nacional de Apoio ao Trabalho nas Autarquias e da Comissão Nacional de Eleições, Pedro Pina Nóbrega, Presidente da Junta de Freguesia de Real, Miguel Martins, da Comissão Executiva e do Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” e João Abreu, do Comité Central e Responsável da DORV do PCP.

A escolha de Real para a realização do Encontro, uma Freguesia CDU do Concelho de Penalva do Castelo, foi intencional. Real afirma-se no panorama das freguesias do País como um exemplo único de boa gestão, de prática permanente da democracia participativa, expressa na discussão com a população de todos os orçamentos e planos de actividades e obras fundamentais, de respostas sociais humanizadas e não caritativas, de recuperação e valorização do património natural e cultural, de pioneirismo nas soluções encontradas para a ocupação dos tempos livres dos habitantes de todas as idades, de preocupação constante com o bem estar e a elevação da qualidade de vida dos seus fregueses.

Como conclusão do Encontro, fica também o reconhecimento da qualidade de intervenção e o empenhamento dos eleitos da CDU em defesa das populações, o exercício de uma prática de análise crítica do trabalho das maiorias, sempre acompanhado de positivas propostas para a resolução dos problemas.

Encontro Distrital CDU 2014-11-22_4

Por se estar  em terras de boa castanha e melhor jeropiga, o Encontro terminou com um animado Magusto Convívio (as castanhas de Penedono foram assadas no Forno Comunitário de Real), que ajudou a cimentar o conhecimento mútuo e a sã amizade entre os participantes.

Em anexo os documento de conclusões do Encontro

 


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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
Encontro de eleitos e activistas da CDU do distrito de Viseu

EncontroCDU_Real

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A escolha de Real para a realização do Encontro, uma freguesia CDU do Concelho de Penalva do Castelo, foi intencional. Real afirma-se no panorama das freguesias do País como um exemplo único de boa gestão, de prática permanente da democracia participativa, expressa na discussão com a população de todos os orçamentos e planos de actividades e obras fundamentais, de respostas sociais humanizadas e não caritativas, de recuperação e valorização do património natural e cultural, de pioneirismo nas soluções encontradas para a ocupação dos tempos livres dos habitantes de todas as idades, de preocupação constante com o bem estar e a elevação da qualidade de vida dos seus fregueses.

 


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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014
Foi você que pediu mais PPPs?

TrptPub-Nov_vers 2014

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Já vimos este filme antes... e não acaba bem

TrptPub-Nov_frt 2014Clicar na imagem para ampliar

 


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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2014
A apreciação certa da época em que vivemos

Álvaro Cunhal desenho

 

(...)

É certo que o empreendimento da construção da nova sociedade – a sociedade socialista – se revelou mais difícil, mais complexa, mais irregular, mais acidentada e mais demorada do que nós, os comunistas, previmos e anunciámos.

Absolutizaram-se como leis objectivas de curso imparável leis relativas à evolução económica e social num determinado período histórico. Absolutizaram-se leis tendenciais relativas ao sistema capitalista que, sendo tendenciais, podiam ser contidas, e de facto de certa forma o foram, por factores que as contraditavam. Acreditou-se na irreversibilidade do socialismo. Considerou-se quase como fatal que a competição económica entre os dois sistemas se resolveria a curto prazo a favor do socialismo.

Subestimaram-se factores subjectivos, todas as consequências de erros graves, a possibilidade de a partir do próprio poder político após a revolução se verificar um afastamento dos ideais comunistas, conduzindo à mudança efectiva do exercício popular do poder político, à degeneração da democracia socialista, à estagnação e ulterior bloqueio das forças produtivas, à oposição do povo ao poder e como resultado, à degeneração e desagregação do sistema socioeconómico socialista.

Mau grado essas incorrectas apreciações e previsões, o facto é que o século XX ficará marcado na história precisamente por esse empreendimento gigantesco de transformação social que foi a concretização da sociedade socialista. Pelas suas grandes realizações e conquistas. Pela transformação radical do bem estar dos povos. Por importantes direitos alcançados pelos trabalhadores. Pelo ruir do sistema colonial e a conquista da independência por povos secularmente dominados, explorados e colonizados por Estados estrangeiros. O que marca o século XX na história não é qualquer superioridade do capitalismo, mas as profundas e revolucionárias transformações sociais verificadas pela luta dos trabalhadores e dos povos do mundo.

O século XX não foi o século do “fim do comunismo (como para aí apregoam), mas sim o século do “princípio do comunismo” como concretização e edificação de uma nova sociedade para o bem do ser humano.

Álvaro Cunhal «O comunismo hoje e amanhã»

 


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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014
Ataque de lobos a gado nas cercanias da Serra de Montemuro - Cinfães

Carneiros.jpg

Grupo Parlamentar do PCP na AR apresenta pergunta ao Governo sobre ataque de lobos a gado nas cercanias da Serra de Montemuro - Cinfães

 



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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
DEBATE - 35 anos do Serviço Nacional de Saúde

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