TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Terça-feira, 18 de Outubro de 2016
Cultura e ovos de ouro

Mosteiro de Alcobaça Fachada principal

Entre a cultura e turismo há uma imbrincada rede de interesses. Património edificado, museus, eventos culturais são os motores do turismo cultural. O contributo da cultura para o crescimento desse mercado é central, mas não tem o devido retorno por parte do turismo. Quem demanda Lisboa, tem nos seus monumentos a motivação. O que seria Lisboa para os turistas se não existissem os Jerónimos, a Torre de Belém, o Museu dos Coches, o Castelo de São Jorge?

 

O que recebem os museus e monumentos por serem a âncora desse turismo com grande peso na economia do País? Rigorosamente nada! Uma situação que a Cultura tão maltratada do ponto vista orçamental deveria rever. São múltiplas as relações entre o património e a indústria turística, nomeadamente as imobiliárias a ela associadas.

(…)

Trocando por miúdos, nos centros decisores do capitalismo internacional, FMI, Banco Mundial, BCE etc., está a levedar uma nova onda de privatizações de tipo novo e radical: vender bens imobiliários estatais, incluindo patrimónios histórico-culturais, o que já está acontecer na Grécia, onde a dificuldade será avaliar o Partenon.

Enquanto esperam a chegada dos novos tempos, os empreendedores instalam-se no património edificado, impondo condições pouco lineares. Exemplo recente é a instalação de um hotel de cinco estrelas no Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça.

 

Mosteiro da Batalha

(…)

Na capoeira outra galinha já está a chocar outro ovo de ouro no Mosteiro da Batalha.

A questão que se coloca é o dono das galinhas, o Estado, estar disponível para entregar os ovos de ouro... e a preços de saldo. Se nalguns casos, cuidadosamente analisados, as parcerias entre os Poder Central e Local e os privados são aceitáveis na base de protocolos que não sejam lesivos para o Estado e para o Património Cultural, como frequente e escandalosamente acontece, vejam-se as famigeradas PPP, há tudo a opor a concessões com este teor. Quem vai continuar a manter o Mosteiro de Alcobaça é o Estado. O concessionário que beneficia do valor patrimonial do todo e só participa na reabilitação de uma parte deve ser chamado a contribuir para esse todo. O mínimo exigível seria que uma percentagem dos resultados operacionais da exploração do hotel fossem adstritos à manutenção do Mosteiro.

(sublinhados meus)

AQUI

 

Assim vai a economia da cultura e as suas galinhas dos ovos de ouro...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:24
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sábado, 27 de Fevereiro de 2016
Concessionários das PPP ́s têm contratos com taxas de rentabilidade (lucro) excessivas e inaceitáveis

«Em 2012, a empresa de consultoria Ernst & Young realizou, a pedido do governo de então, o “Estudo de 36 contratos de Parcerias Público Privadas (PPP ́s) do Estado Português”.

Esta análise das parcerias, que abrange as concessões a grandes grupos económicos e financeiros das autoestradas do Norte Litoral, Grande Porto, Costa da Prata, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior, Algarve, Interior Norte (ex-SCUTs), e também as da Grande Lisboa, Norte, Transmontana, Douro Interior, Algarve Litoral, Baixa Alentejo, Litoral Oeste, Pinhal Interior, Oeste Litoral Centro, Douro Litoral, incluindo a Lusoponte e o Túnel do Marão, e as parcerias da saúde e segurança; repetindo, este estudo revelou que as taxas de rentabilidade (TIR) obtidas pelos grupos privados que obtiveram estas concessões variavam entre 4,96% (autoestrada do Norte) e 17,35% (Beiras Litoral e Alta).

Uma taxa de rentabilidade de 17,35% está associada naturalmente a contratos leoninos e a lucros excessivos que poucas empresas atualmente obtêm.

Nessa altura, utilizando os dados recolhidos pelo Ernst & Young sobre as PPP ́s, que constavam desse estudo, mostramos, fazendo os cálculos necessários, que reduzindo as exorbitantes taxas de rentabilidade dos acionistas acordadas e financiadas pelo Estado e pelos utentes para valores mais consentâneos com a prática do mercado, obter-se-iam elevadas poupanças para o Estado, como mostram os dados do quadro 1.»

PPP_1 2016

PPP 2016

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:28
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 20 de Dezembro de 2015
Um rasto de exploração, empobrecimento e declínio (5)

19 Outubro 2013 Porto2

Enquanto se disponibilizava à banca um valor largamente superior a 20 mil milhões de euros de recursos públicos (entre 2008 e 2014),

  • desviavam-se por ano 7 a 9 mil milhões de euros para pagamento dos juros da dívida pública
  • concediam-se largos milhares de euros de apoios e benefícios fiscais ao grande capital
  • desenvolviam-se negociatas – dos contratos SWAP às Parcerias Público Privadas
  • rebentavam escândalos como o do BES/GES

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:05
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015
A política fiscal, parte integrante da política de empobrecimento

impostos 2000-2014

Peso relativo do IRS e do IRC na receita fiscal ((em %)

impostos IRC-IRS

Peso relativo na receita fiscal conjunta do IRS e do IRC desde 2000 (em %)

 

A política fiscal, parte integrante da política de empobrecimento dos trabalhadores e do povo.

Numa situação em que apenas 1% da população detém cerca de 25% da riqueza nacional, a política seguida foi de aumento brutal dos impostos sobre os trabalhadores, os reformados e a população em geral e de diminuição dos impostos sobre os grupos económicos e financeiros.

O aumento dos impostos agravou a injustiça fiscal.

O agravamento dos impostos sobre o consumo e, particularmente, sobre os rendimentos trabalho assumiu uma dimensão inaceitável.

O peso do IRS não pára de crescer de tal forma que na receita fiscal conjunta com o IRC, enquanto a relação entre estes dois impostos directos era de 3/5 de IRS, 2/5 de IRC em 2000, em 2014 essa relação é já de 3/4 de IRS, 1/4 de IRC.

Este crescente desequilíbrio tem significativos impactos no Orçamento do Estado, agravados pelo crescente peso das despesas com os custos das PPP, dos swaps e dos benefícios fiscais, negativamente ampliados com a fuga de capitais para o exterior e as operações de engenharia fiscal realizadas pelos grandes grupos económicos.

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:37
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015
A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (22)

numeros1.jpg

 

Função Pública perdeu 72 mil empregos

Desde Dezembro de 2011 até ao primeiro semestre deste ano foram destruídos 72 694 postos de trabalho na Administração Pública, ou seja dez por cento do total de trabalhadores da função pública.

Segundo a Síntese Estatística do Emprego Público divulgada, dia 13, pela Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP), a destruição de emprego continuou em ritmo acelerado em 2015, com uma redução líquida de 21 496 trabalhadores nos primeiros seis meses do ano.

O estudo explica que a diminuição resultou da cessação por caducidade de contratos a termo de trabalhadores nos estabelecimentos de Ensino Básico e Secundário (técnicos superiores, em particular para actividades de enriquecimento escolar, assistentes técnicos e assistentes operacionais).

Ao mesmo tempo, os ministérios da Administração Interna e da Defesa registaram aumentos na contratação de pessoal, de 2,5 por cento e de 1,2 por cento, respectivamente.

Mas trata-se sobretudo de contratos a termo de vigilantes da floresta na GNR e de novas incorporações de militares não pertencentes ao quadro permanente das Forças Armadas, indica o estudo da DGAEP.

 

Privados aumentam lucros na Saúde

O volume de negócios das unidades privadas de saúde em Portugal cresceu 6,7 por cento em 2014, fixando-se nos 1345 milhões de euros, indica um estudo da Informa D&B divulgado dia 13.

As receitas do segmento hospitalar em regime convencionado aumentaram 7,6 por cento em 2014, depois de já terem crescido 16,2 por cento em 2013, totalizando 370 milhões de euros.

Quanto às unidades privadas de saúde com fins lucrativos, a faturação atingiu os 975 milhões de euros, o que representa uma subida de 6,3 por cento face a 2013, ano em que o crescimento foi de 4,6 por cento.

O estudo constata que o sector foi «impulsionado pelo desenvolvimento do modelo de gestão privada nos hospitais públicos, pelo recurso às entidades privadas por parte dos serviços públicos de saúde de forma a reduzir as listas de espera, e pelo aumento do número de utentes particulares».

 

Publicado neste blog:

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:09
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 8 de Agosto de 2015
Portugal a «saquing»

Estradas de Portugal.jpg

As férias deste ano foram impactantes no que respeita ao estado de degradação da rede viária nacional. Por todo o lado, autoestradas semi-vazias e estradas nacionais sobrecarregadas, e fossem IP, IC ou EN, muitas partilhando uma crescente degradação da infra-estrutura. O impacto foi tal que ganhei curiosidade e coragem para ler o «Plano de Investimento 2015-2020» da Estradas de Portugal, escrito no estranho linguajar dos lacaios portugueses do grande capital.

Depois de decifrar os costumeiros anglicismos – «last mile», «follow the asset», «economic link», «business plan», «timing», «funding» – lá encontrei uma ajuda à compreensão da realidade viária nacional. A distribuição das suas despesas com a infra-estrutura viária é por demais elucidativa: de um total anual de 1323,3 milhões, são reservados para as concessões e subconcessões das PPP algo como 1194,5 milhões; o restante é gasto na execução do chamado «Plano de proximidade e médio prazo», com 87,2 milhões e na «conservação corrente» com 41,6 milhões. Reparem: 90,2 por cento das verbas gastas com as PPP e 9,8 por cento gastas com a conservação, reparação e desenvolvimento da restante rede viária nacional.

Se pensarmos que a rede viária sobre administração directa das Estradas de Portugal é de 13 664 Km e a rede subconcessionada é de 1589 Km (89,7% e 10,3%), veremos como estão completamente invertidas as prioridades, com 90 por cento do investimento destinado a 10 por cento da infra-estrutura que está subconcessionada e com 10 por cento do investimento destinado aos restantes 90 por cento da infra-estrutura, que naturalmente se vai degradando de forma acelerada.

Se a esta realidade somarmos o facto de ainda termos de pagar para usar a maioria das estradas concessionadas, fica demonstrado que as PPP até podem ser uma coisa muito boa, mas só para os ladrões que as negoceiam, pois para o povo e para o País são um desastre de enormes proporções.

Mas atenção, que desses 9,8 por cento que sobram depois de pagas as PPP, uma parte acabará por ser gasto nelas também, de que são exemplo as obras 326, 327 e 328 do citado plano, destinadas à Ponte 25 Abril, e que absorvem 16,3 milhões.

É que pagamos as portagens e as obras! Isto está a «saquing»!

(sublinhados meus)

Manuel Gouveia

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 21:09
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 10 de Abril de 2015
Infraestruturas e PPP: Desarticular o público, transferir milhares de milhões para o privado

ladrao.jpg

É significativa a decisão, tomada igualmente no Conselho de Ministros, de renovar as bases de seis concessões rodoviárias, no quadro de um processo de «renegociação» das parcerias público-privadas, onde o Governo divulga com grande insistência a mentira absoluta da poupança de mais de 7,2 mil milhões de euros, e esconde a verdade cristalina e dura da renovação de compromissos futuros superiores a 20 mil milhões de euros, que no essencial serão pagos através da recém criada Infraestruturas de Portugal.

Se algo o Governo renegociou nestes últimos anos foi a transferência de encargos para o Estado e para os futuros Orçamentos de Estado, mantendo as escandalosas margens de lucro das concessionárias e assegurando o pagamento usurário com que anteriores governos haviam comprometido o País.

 



publicado por António Vilarigues às 06:22
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 31 de Março de 2015
12º Encontro das Comissões e Associações de Utentes dos Serviços Públicos

12 EN MUSP 2015-03-21 1

 

 12º Encontro das Comissões e Associações de Utentes dos Serviços Públicos

 

12 EN MUSP 2015-03-21

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 10:49
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015
Plataforma Lisboa em Defesa do SNS

Plataforma Lisboa 1

 

Plataforma Lisboa 2

Clicar nas imagens para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:25
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015
SNS: A drenagem dos recursos do Estado para os bolsos do grande capital

dinheiro_euros_reuters

De facto, segundo informações vindas a público, enquanto os serviços públicos de saúde vão sendo sangrados dos necessários recursos e condições:

  • No último ano, foram abatidas 689 camas nos serviços públicos de saúde;
  • Os serviços de saúde privados revelam já uma capacidade de internamento igual a cerca de metade da que existe no Serviço Nacional de Saúde (mais de 9000 camas);
  • Por ano, internam 200 000 doentes, fazem 13 por cento das urgências (cerca de um milhão) e 30 por cento das consultas (mais de cinco milhões) de todo o País, facturando à volta de 1,5 mil milhões de euros;
  • Segundo a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada estima-se que o sector privado conte já com 150 unidades de saúde com categoria de hospital (50 dos quais com serviço de internamento);
  • Entre os maiores grupos de saúde do País está a José Mello Saúde, com 1430 camas, a ES Saúde com 1179, a Lusíadas Saúde com 740 e o Grupo Trofa Saúde com mais de 500 camas, que, esta semana, abriu mais um hospital privado – o Hospital Privado de Gaia, com 100 camas, 73 consultórios e 35 salas de exames e tratamentos.

Para o grande capital, os lucros; para os trabalhadores e o povo, os custos.

Custos que também significam inacessibilidade, falta de assistência e morte.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:31
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014
Privados são 53 vezes (!!!) mais caros

Estradas_de Portugal.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O secretário de Estado dos Transportes admitiu que a manutenção das estradas fica muito mais barata sendo feita pelo Estado do que nos contratos das parcerias público-privadas.

Em declarações à Lusa, dia 15, em Almada, Sérgio Monteiro referiu o caso da parceria do Baixo Tejo, que previa um custo de 160 mil euros por ano por quilómetro, revelando que a Estradas de Portugal faz o mesmo trabalho por apenas três mil euros, uma diferença de 53 vezes.

Nas PPP, as grandes reparações estavam previstas para intervalos entre oito e dez anos. Ora, segundo os dados estatísticos da Estradas de Portugal, relativos a mais de dez mil quilómetros de rede, as grandes reparações são feitas com intervalos que rondam os 18 anos. Isto significa que, «por cada intervalo de 18 anos, o Estado pagava duas grandes reparações», quando uma seria suficiente.

 

Estamos esclarecidos...

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 08:34
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 27 de Outubro de 2014
(Quase!) Tudo à voz do dono

electrico.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     Os capitalistas mandaram, e o Governo, obediente, satisfeito, abanando todas as caudas, obedeceu. E o Caderno de Encargos para o Concurso de Subconcessão do Metro do Porto e dos STCP foi alterado. Para entregar mais por menos – aos capitalistas – e para sacar mais por menos – aos trabalhadores e utentes.

Para termos uma ideia da pouca vergonha, basta dizer que o contrato passa a garantir que os capitalistas receberão mais de mil milhões de euros pelos 10 anos de subconcessão das duas empresas. Sim, não me enganei a escrever nem a fazer as contas: são mais de mil milhões de euros pagos aos capitalistas que ficarem com a subconcessão. Mas além desta «pipa de massa», estes recebem o direito de explorar os equipamentos públicos colocados à sua disposição (alugueres, publicidade, actividades comerciais diversas, etc.), recebem autocarros de borla, e o Governo mantém nas empresas públicas as actividades deficitárias. É o que se chama um maná.

Mas não contentes com o maná, os capitalistas ainda ordenaram, e conseguiram, que o contrato inclua uma cláusula que permite, logo a partir do segundo ano, que os pagamentos sejam livremente decididos entre os capitalistas que se apropriaram da subconcessão e os representantes dos capitalistas que estiverem a administrar os STCP e a MP. Ou seja, um cheque em branco.

Estivéssemos num debate e nesta altura poderiam perguntar-me: mas o Governo não tinha prometido que com a privatização deixava de haver Indemnizações Compensatórias? Ao que eu teria respondido: e qual é a novidade de ver o Governo a mentir? Além de que, tecnicamente, nem é mentira, pois estes pagamentos deixam de chamar-se Indemnizações Compensatórias...

Estamos perante um assalto, onde os governantes entregam as chaves do cofre aos seus cúmplices. E perante o roubo, que fazem os jornalistas? Investigam ou limitam-se a fazer copy/paste de notas de imprensa? E que faz o Tribunal de Contas? Protege o interesse público ou mantém-se calado até o roubo estar consumado como acontece sempre no caso das PPP? O que fazem todas as «instituições» desta nossa sociedade? Expõem os limites em que vivem: os da ditadura da burguesia.

E insubmissos a esses limites e à ditadura, os trabalhadores lutam!

stcp.jpg

 

 

 



publicado por António Vilarigues às 11:40
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 12 de Outubro de 2014
Processo de privatização da saúde

Dinheiro_coins_banknotes

A saúde transformou-se num grande negócio para os privados que hoje já são responsáveis por cerca de 50% das unidades de saúde em Portugal.

Formaram-se 4 grandes grupos, com mais de 20.000 trabalhadores neste momento.

 

José de Mello Saúde

24 unidades, entre as quais 5 hospitais (2 PPP) e 14 clínicas.

 

BES/Saúde

18 unidades, entre as quais 8 hospitais (1 PPP) e 10 clínicas.

 

HPP, agora privado e a chamar-se Lusíadas Saúde   

9 unidades, entre as quais 6 hospitais (uma PPP) e três clinicas

 

Trofa Saúde      

7 unidades, entre as quais 6 hospitais e um Instituto de Radiologia.

 

São mais de 60 unidades, uma facturação de 1 500 milhões de euros/ano, 83% do mercado.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 06:02
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sábado, 11 de Outubro de 2014
Uma das linhas de ataque que maiores prejuízos podem trazer ao SNS

SNSaúde.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

 

 

Entre 2010 e 2013 (4 anos), reformaram-se 2 103 médicos, sendo que:

  • 1 050 são de Medicina Geral e Familiar,
  • 25 de Saúde Pública
  • 1 028 da área hospitalar.

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 05:28
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
SNS: Números que falam por si

  Números que revelam bem as potencialidades do Serviço Nacional de Saúde, bem como a dimensão do ataque a que tem vindo a ser sujeito:

  • 1 600 000 utentes sem médico de família;
  • entre 2007 e 2012, a despesa pública com a saúde diminuiu 8,6 por cento, enquanto a despesa das famílias aumentou 13,9 por cento. As famílias portuguesas gastam hoje 5,2 por cento do seu orçamento familiar com a saúde, enquanto a média nos países da OCDE é de 3,2 por cento.
  • as famílias suportam de forma directa cerca de 30 por cento das despesas com saúde;
  • os quatro grandes grupos privados de saúde (BES Saúde, José de Mello Saúde, Lusíadas Saúde e Trofa Saúde) controlam 83 por cento do chamado «mercado de saúde», que representa qualquer coisa como 1500 milhões de euros/ano, e mais de metade das unidades de saúde do País, das quais 23 são hospitais;
  • parte substancial das receitas destes grupos são garantidas pelo Estado, através do regime convencional, das PPP ou de subsistemas como a ADSE. No caso do BES/Saúde, atinge os 50 por cento;
  • nos últimos quatro anos, os cortes no sector atingiram os 1667 milhões de euros. Anulando-se o efeito do aumento dos preços, isto significa uma redução real de 2398 milhões.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:00
link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 18 de Maio de 2014
A mentira da «saída limpa» e a política alternativa

-

1. A anunciada conclusão do chamado “programa de assistência financeira” constitui a maior mentira de todas as mentiras que têm acompanhado a imposição aos trabalhadores e ao povo de um verdadeiro Pacto de Agressão que acentuou brutalmente o rumo de declínio económico, retrocesso social e dependência do País.

Não há nem uma saída e muito menos uma saída limpa da situação de exploração, empobrecimento e capitulação nacional que tem sido imposta a coberto do acordo subscrito com a troika.

A verdade irrefutável é que o governo prepara, com a cumplicidade do PS, no momento da conclusão formal do chamado “programa de assistência financeira” a sua substituição por um qualquer outro instrumento para perpetuar esta política que impede o desenvolvimento soberano de Portugal.


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:35
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 11 de Março de 2014
As propostas do PCP face aos objectivos do Governo em torno das infra-estruturas de transportes e logística

-

Nas últimas semanas, o Governo PSD/CDS, que tomou como suas as propostas por si encomendadas a um designado Grupo de Trabalho para as Infra-estruturas de Elevado Valor Acrescentado, deu a conhecer no plano público e institucional os seus objectivos em torno de investimentos em infra-estruturas de transportes nacionais.

Face a esta iniciativa do Governo, considera-se o seguinte:

1- A situação a que o País chegou, com o investimento público ao nível de meados da década de 50 do século passado (em função do PIB), com dezenas de obras paradas por todo o País, centenas de projectos adiados e metidos na gaveta, com milhões de euros a serem desviados para os grandes grupos económicos com quem se fizeram negócios como os das PPP, é bem o retrato do quanto errada tem sido a política deste, como aliás dos anteriores governos, no que diz respeito ao investimento público, incluindo ao sector dos transportes e da logística. A iniciativa que o Governo PSD/CDS agora tomou, um governo que nestes dois anos e meio parou literalmente com a maioria das obras que estavam em curso, como é exemplo o Túnel do Marão, não pode ser desligada da crescente acção de propaganda e mistificação da realidade, assim como do período eleitoral que se aproxima.

Ler texto integral

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:24
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013
O Orçamento do Estado para 2014 e a sua natureza de classe

-

Orçamento do Estado para 2014, aprovado recentemente na Assembleia da República com os votos do PSD e do CDS, constitui mais um instrumento da política de exploração e liquidação de direitos. Reforçando em mais de 4,4 mil milhões de euros as chamadas medidas de “austeridade”, o Orçamento do Estado vinca ainda mais a natureza de classe das opções que têm vindo a ser tomadas.

De um lado, os cortes nos salários dos trabalhadores da administração pública, nas pensões e reformas, nas prestações sociais, no Serviço Nacional de Saúde e na Escola Pública, nos serviços públicos, na justiça, na cultura e no Poder Local.

Do outro, os milhares de milhões de euros canalizados para o grande capital, por via dos juros da dívida pública, das parcerias público-privadas, dos contratos SWAP e de outros contratos ruinosos celebrados com interesses privados, dos privilégios e benefícios fiscais dados ao grande capital (incluindo no Off-shore da Madeira), dos apoios directos à recapitalização da banca ou das garantias dadas ao sector financeiro.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:19
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013
Pilares para reduzir a despesa

-

Trata-se:

A redução da despesa do Estado poderia assim chegar a um montante entre 6100 e 8600 milhões de euros.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:09
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 5 de Julho de 2013
NÃO HÁ DINHEIRO?! PARA QUEM?!

-

EM 2012 69% DO DÉFICE DO ESTADO FORAM JUROS...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:59
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 29 de Maio de 2013
A crise: alguns tópicos (4)

-

Alguns tópicos, reflexões, ideias-chave, ou como lhe quiserem chamar, ao sabor do deslizar pelo teclado:
  • O País está confrontando com uma situação sem precedentes desde o tempo do fascismo.

  • O futuro do País nas mãos dos trabalhadores e do povo.

  • Uma política e um governo patrióticos e de esquerda – imperativo nacional.

  • Está na hora de travar o caminho de desastre social e de abdicação nacional.

  • Está na hora de apelar à determinação, à coragem e à força da razão dos que não querem um País aprisionado pelos interesses dos centros do capital internacional, dos que não se conformam com uma política de traição e venda dos interesses nacionais, sob a qual se justifica um futuro de miséria e empobrecimento a que querem condenar Portugal e o povo português.

-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 19:26
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

A crise: alguns tópicos (3)
-

Alguns tópicos, reflexões, ideias-chave, ou como lhe quiserem chamar, ao sabor do deslizar pelo teclado:

  • Uma profunda crise política e institucional. Uma inquietante deriva antidemocrática.

  • O País assiste a um verdadeiro assalto às instituições democráticas que se traduz, na prática, na imposição de um verdadeiro estado de excepção.

  • Um governo, uma maioria e uma política que há muito puseram em causa o regular funcionamento das instituições perante o apoio activo e cúmplice de um Presidente da República que se confirma hoje aos olhos do País como parte do problema.

  • O Presidente da República que se assume como mero patrocinador de um governo ilegítimo.

  • Quando se inscreve como objectivo de uma política a subordinação da democracia e a liquidação prática de algumas das suas expressões ao projecto de dependência externa que têm em curso, não é só o futuro do País que está ameaçado, é o regime democrático e constitucional que está a ser posto em causa.

  • Dizer NÃO á postura de aceitação de um País subjugado e ocupado.
  • Não se pode manter vivo um governo e uma política orientados para o domínio do grande capital sobre a economia e a vida nacional.

  • Afirmar o direito inalienável a um Portugal desenvolvido, independente e soberano.

  • O objectivo da ruptura com a política e orientações da União Europeia em matéria orçamental, monetária e económica.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 15:11
link do post | comentar | favorito
|

A crise: alguns tópicos (2)

-

Alguns tópicos, reflexões, ideias-chave, ou como lhe quiserem chamar, ao sabor do deslizar pelo teclado:

  • Estamos perante um insustentável processo de declínio económico, retrocesso social e abdicação nacional

  • Um governo transformado num verdadeiro conselho de administração do grande capital, do FMI e da União Europeia e disposto a sacrificar os interesses nacionais e a vida dos portugueses aos interesses do grande capital nacional e transnacional.

  • O governo tem em vista amarrar o País a um novo resgate.

  • A posição da direcção do PS é de procurar, de novo, o poder absoluto para preservar o essencial da política de direita e do rumo de submissão e de desastre nacional que simula contestar.

  • A questão crucial que a realidade nacional revela: um rumo insustentável imposto a um País subjugado por uma dívida impagável.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:02
link do post | comentar | favorito
|

A crise: alguns tópicos (1)
-

Alguns tópicos, reflexões, ideias-chave, ou como lhe quiserem chamar, ao sabor do deslizar pelo teclado:

  • Esta crise política e institucional decorre da acção do governo que, à margem da lei e contra a Constituição, compromete o regular funcionamento das instituições perante a inteira cumplicidade do Presidente da República que age à revelia das suas responsabilidades e deveres constitucionais.

  • O País caminha para o abismo económico e social.

  • Este é o resultado de uma política ao serviço da acumulação capitalista e dos lucros dos grupos monopolistas, concebida para aumentar a exploração dos trabalhadores e destruir direitos e conquistas sociais.

  • Uma política que não resolveu nenhum dos problemas do País e que se constitui como factor principal para o seu agravamento.

  • milhares de milhões de euros para os juros da dívida, elevadas taxas de rendibilidade das PPP, rendas ilegítimas do sector de energia, ruinosos seguros de crédito (swaps) e a continuada cobertura dos prejuízos do BPN.

  • A devastação destas medidas atingirá toda a actividade económica, a sobrevivência de milhares de empresas, a vida de milhões de famílias.

  • O único programa que determina a acção do governo: o do aumento da exploração dos trabalhadores, do retrocesso social e da austeridade para a maioria do povo, e privilégios para o grande capital.

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 24 de Abril de 2013
A realidade nua e crua: a dívida privada é muito superior à dívida pública
-

Oferta do blog Renascer

-

Mais de 13 biliões de euros (13 000 000 000 000€) !!!. Mais de 77 vezes o PIB de um país como Portugal. Ou 33 apartamentos com 150 metros quadrados de área cheios de notas de 500€ até ao tecto. Tal é a verba injectada pelos bancos centrais e pelos governos, SÓ NO SISTEMA FINANCEIRO, desde Agosto de 2007. Apesar das injecções massivas de biliões de euros e de dólares no sistema bancário e nos chamados «mercados», a crise está longe de ser debelada. 

-

E Portugal não foge à regra. Uma das características da actual crise é a transformação da dívida privada, contraída pelo sistema financeiro com as suas trampolinices e «lixos tóxicos», em dívida pública a ser paga por todos nós. Então é assim (desde 2008 e em euros):

  • 4 mil milhões dados pelo governo ao sistema bancário;
  • 20 mil milhões em avales do governo ao sistema bancário;
  • Cerca de 7,7 mil milhões (ou quase 5 por cento do PIB de Portugal) enterrados no BPN;
  • Cerca de 450 milhões no BPP;
  • Cerca de 4 mil milhões (2008 a 2010) SÓ EM JUROS gamados dos nossos impostos no esquema de «eu (banco português) vou ao BCE pedir a 1% e empresto-te a 4 a 5, a 6, a 7, a 8, a 9… por cento»;
  • 12,5 mil milhões para recapitalizar os bancos;
  • Em 2009 tínhamos mais empréstimos com PPP (Parcerias Público Privadas) do que a França, a Irlanda, a Polónia e a Espanha juntas!!! E hoje?

A realidade é mesmo mil vezes mais criativa que a melhor das imaginações....

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:05
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
Para onde vão os seus impostos?

-

O Governo quer fazer crer ao povo e ao país que terão de pagar mais impostos se querem continuar a ter serviços públicos e de qualidade. Na verdade, são as enormes e crescentes despesas com as Parcerias Público-Privadas, as colossais despesas com o BPN e os monumentais encargos com a dívida (juros e outros encargos) que constituem os grandes sorvedouros de dinheiros públicos e para onde são dirigidos mais de 40% dos impostos pagos pelos trabalhadores portugueses (IRS, IVA e outros impostos indirectos).

Em 2013, cerca de 3% dos impostos pagos pelos trabalhadores irão para as Parcerias Público-Privadas (884 milhões de euros), para no próximo ano ascenderem a 1,6 mil milhões de euros.

Em 2013, serão “enterrados” no BPN, através de garantias bancárias e crescentes custos de reprivatização, mais de 4 mil milhões de euros, 13% dos impostos pagos pelos portugueses. Valor que acresce aos 3,4 mil milhões de custos que o “buraco” do BPN já custou, fora as garantias bancárias assumidas pelo Estado.

Já para juros e outros encargos com a dívida, os portugueses pagarão 8,6 mil milhões de euros, cerca de 28% do total de receitas de IRS e impostos indirectos arrecadados em 2013. Valor superior à despesa em Saúde, Educação ou transferências do Orçamento do Estado para a Segurança Social.

-
-

sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:49
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012
Uma invulgar capacidade para gerir o seu tempo...
-

O Borges, desenho de Fernando Campos (o sítio dos desenhos)

-

António Borges possui uma invulgar capacidade para gerir o seu tempo...

-

-

Responsabilidades atribuídas por Pedro Passos Coelho:

  • Gestão das privatizações;
  • Renegociações das Parcerias Público Privadas (PPP);
  • Reestruturação do Sector Empresarial do Estado
  • Monitorização da situação da banca.
-

Responsabilidades atribuídas por Alexandre Soares dos Santos:

  • Administração da Jerónimo Martins.

-

Gostava de ser assim!!!...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:01
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
Na república da insanidade

-

Dizer que somos os campeões das Parcerias Público-Privadas (PPP) é dizer pouco. Em 2009 tínhamos mais empréstimos com PPP do que a França, a Irlanda, a Polónia e a Espanha juntas!!!

E hoje???

-


publicado por António Vilarigues às 12:03
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Desfile/Comício do PCP do Chiado ao Rossio

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:09
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
PPP depredam erário público

-

  • Os encargos públicos com as Parcerias Público-Privadas (PPP) cresceram 28,8 por cento no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2011, totalizando 323,8 milhões de euros, segundo dados do boletim da Direcção-Geral de Tesouro e Finanças, divulgado na semana passada.

  • O documento conclui que o acréscimo dos encargos líquidos ficou a dever-se, «em particular, ao crescimento acentuado dos encargos nas parcerias da saúde», que aumentaram 71,6 por cento no primeiro trimestre.

  • Mas os custos com PPP rodoviárias também dispararam para 247,7 milhões de euros, o que representa um aumento de 20,8 por cento em relação ao mesmo período de 2011. Esta subida ficou a dever-se à «alteração no regime de pagamentos no âmbito das concessões». No caso da concessão Beira Litoral e Alta, a introdução de portagens nas ex-SCUT implicou o pagamento de 19,7 milhões de euros por parte do Estado.

-

Afinal o dinheiro não desapareceu! Bem me parecia...

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 14:19
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Fevereiro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
18

20
21
22
24
25

26
27
28


posts recentes

Cultura e ovos de ouro

Concessionários das PPP ́...

Um rasto de exploração, e...

A política fiscal, parte ...

A Crise do Sistema Capita...

Portugal a «saquing»

Infraestruturas e PPP: De...

12º Encontro das Comissõe...

Plataforma Lisboa em Defe...

SNS: A drenagem dos recu...

Privados são 53 vezes (!!...

(Quase!) Tudo à voz do do...

Processo de privatização ...

Uma das linhas de ataque ...

SNS: Números que falam po...

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

sistema capitalista

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds