TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Cerimónia anual de Homenagem aos Tarrafalistas

URAP_tarrafal_2017.jpg

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Terça-feira, 26 de Julho de 2016
26 de Julho de 1953 – Assalto ao Quartel Moncada

Moncada Av

O assalto ao quartel Moncada, em Santiago de Cuba, e ao quartel de Cespedes, Bayamo, foi uma das primeiras tentativas de acabar com a ditadura de Fulgêncio Batista.

Um grupo de patriotas liderado por Fidel Castro planeia apoderar-se das armas, armar a população e derrubar o governo.

A acção falhou e os revoltosos sobreviventes são encarcerados.

Levado a julgamento, Fidel faz a própria defesa: argumenta com a necessidade de acabar com a ditadura que oprime o povo e termina com a célebre frase «A história me absolverá».

Em 1955 os presos políticos são amnistiados e exilam-se no México, onde formam o Movimento 26 de Julho.

Regressam a Cuba em Dezembro de 1956, a bordo do iate Granma e dão início à guerrilha contra o regime a partir da Sierra Maestra.

A Revolução triunfa em 1 de Janeiro de 1959.

O 26 de Julho é comemorado como o Dia da Rebeldia Nacional.

AQUI

 


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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
Dia internacional de solidariedade com os presos palestinos

Prisão Israel5.jpg

 MPPM

 

A 17 de Abril, assinala-se o Dia dos Presos Palestinos.

É o dia em que os palestinos homenageiam os seus familiares detidos nas prisões de Israel e é, também, o dia em que a comunidade internacional manifesta a sua solidariedade com os milhares de palestinos privado da liberdade, por Israel, e a quem são negados os mais elementares direitos humanos.

Nesta data, o MPPM, a CGTP-IN e a URAP associaram-se para denunciar e condenar as práticas de Israel contra os palestinos; manifestam a sua solidariedade com os presos palestinos, recordando quão importante foi a solidariedade internacional para com os presos políticos portugueses durante os anos do fascismo; e reclamam do Governo Português que se empenhe no cumprimento, por Israel, das sua obrigações à luz do direito internacional e dos direitos humanos.

 

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Domingo, 17 de Abril de 2016
Excursão a Peniche

Cartaz_ida_Peniche 2016

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Quinta-feira, 31 de Março de 2016
31 de Março de 1821 – Fim da Inquisição em Portugal

Inquisição 1831

O Tribunal do Santo Ofício, comummente designado por Inquisição, foi instituído em Portugal em 1536, no reinado de D. João III.

Visto como uma «nova arma de centralização régia», que permitiu perseguir e liquidar o crescente poder dos cristãos-novos considerados pela coroa portuguesa como uma ameaça, o tribunal eclesiástico tinha oficialmente como missão inquirir dos desvios da fé católica, das heresias e práticas pagãs, mas estendeu-se a muitas outras áreas, incluindo a censura de livros.

Os processos, geralmente secretos, baseavam-se em denúncias, mesmo anónimas, boatos e suspeições de todo o tipo.

Os inquisidores podiam prender, julgar, castigar, torturar e condenar à morte sem que aos acusados fosse dada possibilidade de defesa.

Durante os seus 285 anos de vigência em Portugal, o Tribunal, considerado santo nos meios e nos fins, processou dezenas de milhares de pessoas e condenou milhares à fogueira; muitas outras morreram na prisão à espera de julgamento.

O Tribunal do Santo Ofício foi extinto um ano depois da vitória de revolução liberal (1820) por decisão das cortes gerais do reino.

AQUI

 


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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016
EUA, o buraco negro da economia mundial

Relógio Dívida EUA

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A dívida federal dos EUA atinge 18 883 mil milhões de dólares,103,7 % do PIB. Mais grave ainda é o facto de cada ano desde há mais de uma década aumentar em média 1000 mil milhões de dólares (10 12), 114 milhões por hora.. Além disto a dívida total (incluindo privados) atinge 64 614 mil milhões.

As despesas militares e de segurança ascendem a 584 mil milhões, quase 60% do aumento da dívida. Contudo este valor está subestimado pois (pelo menos) não inclui as pensões dos veteranos e despesas médicas militares.

A propaganda vigente contesta outros números: Medicare –Medicaid: 1 013 mil milhões, Segurança social: 890,8 mil milhões. É aqui e na educação pública (encerramento de escolas) que os cortes se têm estado a fazer.

Há cerca de 2 milhões de presos, mais de 46 milhões de pobres, mais de 45 milhões recebem subsídios de alimentação (food stamps).

Recorde-se que quando foi pedida a intervenção da troika a dívida pública em Portugal era 94% do PIB, a dos EUA é agora maior. O aumento da dívida corresponde a capital fictício titulado em dólares, sem correspondência na economia real produtiva, pois as despesas militares são por natureza improdutivas.

A situação é tanto mais grave quanto o crescimento económico mundial, que poderia exigir um acréscimo na procura de dólares, está estagnado e há cada vez mais países cujo comércio se processa em moedas nacionais, como a China, a Rússia e parceiros comerciais que escapam à órbita dos EUA/NATO.

Portanto, temos todos os ingredientes de crise e é isso que está a acontecer.

No entanto, não é por este motivo nem assim que o capitalismo vai desaparecer. Pelo contrário, as soluções que se desenham são para aplicar a receita que aqui conduziu: mais concentração monopolista, mais finança usurária e especuladora, mais “liberdade” para o capital e seus “paraísos”. Por exemplo, na União Europeia, acelera-se a “união bancária” que formalizará o fim dos sistemas financeiros nacionais como tal.

Os propagandistas do sistema promovem estas soluções, condimentando-as com algumas críticas, factos tão evidentes que é impossível esconderem-se, porém não deixam de concluir de forma muito assertiva dizendo que a solução é: “mais europa”. Trata-se de fingir que se quer mudar alguma coisa, para ficar tudo na mesma. Nesta traficância de ideias são eles bons, têm muito treino…

(sublinhados meus)

AQUI

 

A dívida federal dos EUA cresce ao ritmo de cerca de 2 milhões de dólares por minuto!!!

Daí que hoje os 19 milhões de milhões de dólares (19.000.000.000.000) já tenham sido atingidos e ultrapassados...

 


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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
O capitalismo no país das maravilhas

Manifs Wall Street3

  • Na segunda economia mais rica do mundo, o número de gente sem casa triplicou desde 1983 para 3,5 milhões.
  • Curiosamente, desde essa mesma data, também triplicou para 18 milhões o número de casas sem gente.
  • Há actualmente 15 milhões de crianças com fome nos EUA. Destas, 1,5 milhões não tem casa.
  • Na lista de países que melhor protegem as suas crianças, a UNICEF coloca os EUA abaixo da Grécia e apenas duas posições acima da Roménia.
  • A dívida dos EUA é 18,154 milhões de milhões de dólares (aumentou num ano cerca 1 milhão de milhões de dólares).
  • Os custos nas universidades e propinas aumentaram 1.120% (!!!) desde que os registos começaram em 1978.
  • Nos EUA, 31,1% de todos os jovens entre os 18 a 34 anos vivem atualmente em casa com seus pais.
  • Para obter uma quantia da ordem dos 400 dólares, 48 por cento dos americanos tem de pedir emprestado ou vender alguma coisa.
  • A dívida estudantil atingiu 1,2 milhões de milhões de dólares.
  • Estima-se que  6.000 civis foram mortos pela polícia desde 2001.
  • Anualmente 12 milhões de americanos são sujeitos a alguma forma de emprisionamento.
  • Basicamente 9,2 milhões de americanos estão desempregados, mas o que é assustador é que esse número não tem em consideração o subemprego o emprego a tempo parcial.
  • Dependem dos pais financeiramente, 50% de todos os graduados da faculdade dois anos após concluírem a faculdade.
  • Mantêm-se presos 2,4 milhões de americanos.
  • Há algo de perversamente errado numa sociedade que cria 30 milhões de milhões de dólares em novas riquezas enquanto coloca mais de 6 milhões de crianças com “food stamps”.
  • Apesar disto, o programa de assistência alimentar foi cortado em 8,6 mil milhões de dólares, aumentando os subsídios para as grandes empresas agrícolas.
  • 115.000 famílias tinham um rendimento de 10 milhões de dólares por ano.

AQUI e AQUI

 


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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014
Entrevista a René González - «Sentimo-nos heróis como qualquer cubano»

   René González, preso e condenado pelos EUA num processo político, esteve na Festa do «Avante!». Ao Órgão Central do PCP, o patriota cubano, libertado após cumprir a sentença, rejeitou ser um arquétipo e sublinhou a heroicidade de Cuba e do seu povo; denunciou os EUA como os principais promotores do terrorismo e explicou como resistiram os cinco anti-terroristas, três dos quais (Antonio, Ramón e Gerardo) permanecem encarcerados apesar da crescente exigência da sua libertação, pelo que, nota, «este é o momento para que o governo norte-americano tome a decisão correcta: aplicar a justiça e libertá-los». 

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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014
Convite - «Por teu livre pensamento» em Lisboa - 15/5 22h00 na Plataforma Revólver

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Caríssimos,

Em plenas celebrações dos 40 anos da nossa querida revolução de Abril, que teima em deixar-nos saudosistas é com um enorme prazer, vos convido para a abertura no próximo dia 15 para a exposição "Por teu livre pensamento" de onde resultou o meu primeiro livro em co-autoria com o Rui Daniel Galiza, onde retratamos 25 ex-presos politicos portugueses.

Este trabalho foi exposto apenas no Centro Português de Fotografia, no Porto em 2007 e na Point of View Gallery em Nova Iorque em 2008, e por isso achei que seria uma boa altura para o mostrar pela primeira vez em Lisboa, e a Plataforma Revólver aceitou de imediato a ideia.

A inauguração será no dia 15 de Maio às 22h na Rua da Boavista nº84 em Santos, Lisboa.

Espero poder contar com a vossa presença, e estarei lá para vos receber.

Um grande abraço do outro lado do Atlântico.

Joao Pina

Actualmente no Brasil

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Sábado, 22 de Junho de 2013
11 jovens detidos no Porto por exigirem demissão do Governo

Mural de Diego Rivera

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No dia (20) em que se assinalam 2 anos sobre a tomada de posse do Governo, 11 jovens do Porto, militantes da Juventude Comunista Portuguesa, foram detidos por exigirem a demissão do Governo através de uma pintura mural. Acusados de cometerem uma ilegalidade, foram levados pela PSP para a esquadra de Cedofeita. 4 deles foram remetidos à Divisão de Investigação Criminal.

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Mural de David Siqueiros

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«A liberdade de expressão [e a de propaganda política que nela se radica] constitui mesmo um momento paradigmático de afirmação do duplo carácter dos direitos fundamentais, de direitos subjectivos e de elementos fundamentantes de ordem objectiva da comunidade. É que a regulação constitucional da liberdade de expressão não está só a determinar, delimitar e assegurar o estatuto jurídico do indivíduo. Por ela adquire e “toma forma a ordem da Democracia e do Estado de Direito”».  (Acórdão 636/95 do Tribunal Constitucional).

Nunca nenhum processo de murais (dezenas, e relativos sempre à JCP) foi perdido em tribunal ou nas Câmaras. Vários regulamentos camarários foram declarados inconstitucionais. Todos os processos nas Câmaras foram arquivados. A JCP tem 10 processos contra a Câmara do Porto.

E cito o Ministério Público: «a ordem policial para parar de pintar é ilegítima. Os cidadãos não só têm o direito como o dever de resistir».
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Pergunto com a Lúcia Gomes:

Vai de trincha ou de marreta, Miguel Macedo? É que ninguém vai parar de pintar...

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012
Cinco heróis cubanos presos do governo dos Estados Unidos há 14 anos

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«Os cinco cubanos»

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
Seis sindicalistas paquistaneses condenados a 590 anos de prisão (!!!)

Lei antiterrorista é arma contra os trabalhadores

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Este país é um aliado preferencial dos EUA e da NATO.

Portanto não há «violação dos direitos humanos»...

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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012
Diz-lhes que não falarei nem que me matem

«Diz-lhes que não falarei nem que me matem»

12 a 22 de Abril - Teatro Carlos Alberto, Porto

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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
Campo de concentração de Guantánamo

Dez anos

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Uma década depois de ter sido inaugurado, Guantanamo permanece um exemplo da barbárie que o imperialismo norte-americano impõe ao mundo.

A 11 de Janeiro de 2002, quando os primeiros 20 suspeitos de terrorismo chegaram à Base Naval que Washington mantêm ilegalmente na ilha de Cuba, os norte-americanos mostravam ao mundo homens agrilhoados de pés e mãos, encapuzados e vestidos de laranja, como é habitual nos condenados à morte nos EUA.

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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
Guantánamo: Fechem a prisão, fechem a base e desocupem o território!

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Aberta a 7 de Outubro de 2001 pela administração Bush, passaram pela prisão de Guantánamo 775 pessoas.

Destas, apenas três foram julgadas: Ali al-Bahlul, David Hicks, Salim Hamdan.

Apesar da promessa de Obama de a encerrar, em Novembro de 2010 ainda permaneciam presas em Guantánamo 174 pessoas.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge


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Sábado, 25 de Dezembro de 2010
Voos de Guantánamo: Confirmação do crime e das cumplicidades

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Sabe-se há muito que, dos 779 presos de Guantánamo, 94 por cento passaram pelo espaço aéreo e/ou território nacional, sabe-se há pouco que pelo menos 118 terão sido «repatriados» pela mesma rota.

Amado disse em Outubro 2006: «se me provar alguma conivência com uma ilegalidade em território português demito-me»; Sócrates disse em Janeiro 2008: «O Governo nunca foi consultado nem autorizou» a transferência de prisioneiros – mentiram!

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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010
Obama e os cinco cubanos presos nos EUA

Pedro Méndez Suárez,Rebelión de 16 de Setembro

Para Ler:

Rebelión


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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Domingo, 8 de Agosto de 2010
Para que jamais se esqueça

PARA NO OLVIDAR JAMÁS, Omar Zevallos

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«Esta es una caricatura que muestra toda la ferocidad de la que fue capaz este sujeto llamado Jorge Rafael Videla, miembro de una estirpe de militares argentinos emparentados con otros de su misma calaña que también hay en toda América Latina.

La caricatura fue hecha especialmente para la "Muestra de Humor Gráfico por la Memoria, la Verdad y la Justicia" que se realizará en Argentina. El trabajo está hecho en acuarela sobre cartulina sin ácidos


Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 7 de Agosto de 2010
Julgamento em Mendoza, Argentina: «Os ianques ensinaram-nos a torturar»

“Los yanquis nos enseñaron a torturar”

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Lo contó un testigo en el juicio a represores en Mendoza. Dijo que “unos 200” efectivos argentinos acudieron al curso, dictado por rangers que “habían estado en Vietnam”. Terminaron aprendiendo de nosotros, señaló. (...)

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 24 de Julho de 2010
Os «presos políticos»

A decisão do Estado cubano de libertar cidadãos julgados, condenados e presos em Cuba teve uma grande visibilidade mediática. Mas, em vez da verdade, foram as mentiras, a ocultação de factos e as acusações gratuitas contra Cuba que marcaram o tom das notícias veiculadas pelos media dominantes. Mais uma vez, como em tantas outras, o que se pôde ler nos jornais europeus tem muito pouco de notícia e muito de operação de desinformação e intoxicação ideológica.

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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010
Programa do Espectáculo de Homenagem à CNSPP

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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Espectáculo de Homenagem à Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Condições Prisionais e a Solidariedade com os Presos Políticos e as suas Famílias

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos

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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
O Martin Luther King que a televisão não nos mostra (2)

Transcrição:

- Financial hypocrisy of racist America

«(...) "If you respect my dollar, you must respect my person." It simply says that we will no longer spend our money where we can not get substantial jobs. [applause]»

- American sin, and Black Love

«I am a man with dignity and honor. (Go ahead) I have a rich and noble history, however painful and exploited that history has been. Yes, I was a slave through my foreparents (That’s right), and now I’m not ashamed of that. I'm ashamed of the people who were so sinful to make me a slave. (Yes sir) Yes [applause], yes, we must stand up and say, "I'm black (Yes sir), but I'm black and beautiful." (Yes) This [applause], this self-affirmation is the black man's need, made compelling (All right) by the white man's crimes against him. (Yes)»

In Where Do We Go From Here

- Negroes prevented from reaping fruits of their hard labor

«This man was a fool because he said "I" and "my" so much until he lost the capacity to say "we" and "our." (Yes) He failed to realize that he couldn’t do anything by himself. This man talked like he could build the barns by himself, like he could till the soil by himself. And he failed to realize that wealth is always a result of the commonwealth. (...)

And oh my friends, I don’t want you to forget it. No matter where you are today, somebody helped you to get there. (Yes) (...)

In a larger sense we’ve got to see this in our world today. Our white brothers must see this; they haven’t seen it up to now. The great problem facing our nation today in the area of race is that it is the black man who to a large extent produced the wealth of this nation. (All right) And the nation doesn’t have sense enough to share its wealth and its power with the very people who made it so. (All right) And I know what I’m talking about this morning. (Yes, sir) The black man made America wealthy. (Yes, sir)

(...) that’s why I tell you right now, I’m not going anywhere. They can talk, these groups, some people talking about a separate state, or go back to Africa. I love Africa, it’s our ancestral home. But I don’t know about you. My grandfather and my great-grandfather did too much to build this nation for me to be talking about getting away from it. [applause] Before the Pilgrim fathers landed at Plymouth in 1620, we were here. (Oh yeah) Before Jefferson etched across the pages of history the majestic words of the Declaration of Independence, we were here. (All right) Before the beautiful words of the "Star Spangled Banner" were written, we were here. (Yeah) For more than two centuries, our forebearers labored here without wages. They made cotton king. With their hands and with their backs and with their labor, they built the sturdy docks, the stout factories, the impressive mansions of the South. (My Lord)

Now this nation is telling us that we can’t build. Negroes are excluded almost absolutely from the building trades. It’s lily white. Why? Because these jobs pay six, seven, eight, nine and ten dollars an hour, and they don’t want Negroes to have it. [applause] And I feel that if something doesn’t happen soon, and something massive, the same indictment will come to America—"Thou fool!"»  

In Why Jesus Called A Man A Fool Sermon delivered at Mount Pisgah Missionary Baptist Church, Chicago, Illinois, on 27 August 1967.

 

- American arrogance

«(...) because nations are caught up with the drum major instinct. "I must be first." "I must be supreme." "Our nation must rule the world." (Preach it) And I am sad to say that the nation in which we live is the supreme culprit. And I'm going to continue to say it to America, because I love this country too much to see the drift that it has taken.

God didn't call America to do what she's doing in the world now. (Preach it, preach it) God didn't call America to engage in a senseless, unjust war as the war in Vietnam. And we are criminals in that war. We’ve committed more war crimes almost than any nation in the world, and I'm going to continue to say it. And we won't stop it because of our pride and our arrogance as a nation.

But God has a way of even putting nations in their place. (Amen) The God that I worship has a way of saying, "Don't play with me." (Yes) He has a way of saying, as the God of the Old Testament used to say to the Hebrews, "Don’t play with me, Israel. Don't play with me, Babylon. (Yes) Be still and know that I'm God. And if you don't stop your reckless course, I'll rise up and break the backbone of your power." (Yes) And that can happen to America. (Yes) Every now and then I go back and read Gibbons' Decline and Fall of the Roman Empire. And when I come and look at America, I say to myself, the parallels are frightening».

In Martin Luther King, Jr.,The Drum Major Instinct, 4 February 1968 Transcript of speech in A Knock at Midnight

 

- White America's disease of racism

«I must say this morning that racial injustice is still the black man’s burden and the white man’s shame.

It is an unhappy truth that racism is a way of life for the vast majority of white Americans, spoken and unspoken, acknowledged and denied, subtle and sometimes not so subtle—the disease of racism permeates and poisons a whole body politic».

- Reparations

«(...) at the same time the nation failed to do anything for the black man, though an act of Congress was giving away millions of acres of land in the West and the Midwest. Which meant that it was willing to undergird its white peasants from Europe with an economic floor.

But not only did it give the land, it built land-grant colleges to teach them how to farm. Not only that, it provided county agents to further their expertise in farming; not only that, as the years unfolded it provided low interest rates so that they could mechanize their farms. And to this day thousands of these very persons are receiving millions of dollars in federal subsidies every years not to farm. And these are so often the very people who tell Negroes that they must lift themselves by their own bootstraps».

«Now, when we come to Washington in this campaign, we are coming to get our check».

In Remaining Awake Through a Great Revolution Sermon delivered at the National Cathedral, Washington, D.C., on 31 March 1968. Congressional Record, 9 April 1968.

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                    


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Sábado, 23 de Janeiro de 2010
Abaixo a impunidade!

Abaixo a Impunidade Latuff2 (Carlos Latuff)

                                                 

Ler o comentário de Latuff:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Lei da Amnistia no Brasil

Punidos e impunes da Anistia   Latuff2 (Carlos Latuff)

                                                

Comentários de Carlos Latuff:

Com todo esse burburinho sobre a revisão da Lei de Anistia prevista no Programa Nacional de Direitos Humanos, um discurso tem sido frequente. Que se deva apurar os crimes cometidos de ambos os lados durante o regime militar, tanto dos militantes de esquerda quanto das forças de repressão.

O que a primeira vista pode parecer uma posição de aparente equilíbrio, traz na verdade um conceito reacionário, de que a resistência armada a um regime de exceção seja vista como crime (criminalização).

Não nos esqueçamos de que os militantes de esquerda que lutaram contra a ditadura militar no Brasil já tiveram punição suficiente. Foram presos, cassados, implacavelmente torturados, executados, desaparecidos. Já seus carrascos, sem nenhum arranhão, escaparam tranquilos da Justiça, indo se refugiar nos braços da Lei de Anistia, inclusive reverenciados pelos seus atuais colegas de farda nos clubes militares da vida.

Levar ao banco dos réus ex-militantes que pegaram em armas para enfrentar fascistas no Brasil seria tão absurdo quanto julgar os partisans pelos atentados cometidos contra militares alemães durante a ocupação da França na Segunda Guerra Mundial. É confundir, maliciosamente, vítimas com algozes...mais uma vez.

Por isso, meus caros internautas, eu lhes trago este checklist, para que possam imprimir em papel cartão, num tamanho que caiba no bolso ou dentro da carteira. Quando o assunto for revisão da Lei de Anistia e alguém lhe disser que "ambos os lados devam ser punidos", mostre essa charge, só como um lembrete de mais essa verdade inconveniente.

Para Ler:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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publicado por António Vilarigues às 12:05
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Truques de um historiador

     Rui Bebiano não leu o meu artigo (nem os esclarecimentos). Tresleu.

O historiador, ao invés do que seria de esperar, parte do preconceito para o conceito: António Vilarigues é comunista, logo só pode querer «(...) limpar da memória ou por desculpabilizar os horrores praticados no sistema concentracionário do "socialismo real"». Nada do que escrevi o autoriza a tirar tais conclusões. Mas num exercício de advinhação sobre as minhas reais intenções, lá consegue tirar da manga esta e outras cartas.

O historiador não foi às fontes: jornal La Vanguardia, edição de 3 de Junho de 2001. Como o preconceito domina toda a sua escrita até confunde as intenções das minhas aspas...

Para mim aprofundar o conhecimento da história e estar disponível intelectualmente para a revelação e a análise de factos novos, mesmo - e sobretudo - que contrariem as minhas convicções mais profundas, não é distorcer a realidade e muito menos moldar artificialmente a História. Ignorá-los é que seria.

Já agora aproveito para esclarecer que quando escrevi este outro artigo nem pela cabeça me passou a situação do Irão. À Comissão Nacional de Eleições, que se pronunciou sobre os factos nele relatados, também não. Rui Bebiano concluiu o inverso. Sem comentários.                                         

                        


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publicado por António Vilarigues às 16:13
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Domingo, 1 de Novembro de 2009
Confundir o toucinho com a velocidade

   A propósito destes comentários (AQUI, AQUI, AQUI e AQUI) a um meu artigo apetece-me dizer o seguinte:

  1. Sinto-me desvelado, palavra que sinto, com a estranha unanimidade destes bloguistas sobre o meu estado de espírito ao escrever o referido artigo.

  2. Tenho a informar, para quem me lê regularmente (como é o caso) não é novidade, que NUNCA me sinto «consolado» ou «satisfeito» a falar da existência de repressão, guerra, mortes, desemprego, pobreza.

  3. Como me ensinou a minha avó materna, se há quem ponha na nossa cabeça estados de alma em que nunca pensámos, é porque os próprios assim pensam. Será este o caso?

  4. Curiosamente, ou talvez não o essencial fica de fora: durante mais de meio século toda a população do globo, comunistas incluídos (o autor destas linhas também) foram educados nos milhões de mortos nos anos da direcção de Ióssif Vissariónovich Djugashvíli - Stáline.

  5. Há 20 anos (1989) foi criada na então URSS (por Gorbatchov) uma comissão multidisciplinar, composta na sua maioria esmagadora por pessoas anti regime. A sua finalidade era elaborar o primeiro estudo documentalmente baseado das repressões do regime soviético entre 1921 e 1953.

  6. Os resultados dos seus trabalhos foram publicados em 1993 na Rússia de Iéltsine. Os relatórios finais - com cerca de 9.000 (nove mil) páginas estão há disposição de quem os quiser ler e estudar.

  7. Os números revelados não foram contestados. Mas convém contextualizá-los. De 1921 a 1953 a URSS conheceu uma guerra civil. Uma invasão por 18 países. Um quase total cerco político, militar e económico. Uma guerra (1941-45) que provocou mais de 25 milhões de mortos (quase metade do total de mortos em todo o planeta durante a II Guerra Mundial) e a destruição de 1/3 da riqueza nacional. A guerra-fria.

  8. Desde então o que sucedeu está relatado no meu artigo: em 16 anos apenas uma entrevista a um órgão de comunicação social fora da Rússia. Por sinal o direitista espanhol La Vanguardia. De resto uma ignorância absoluta, um silêncio sepulcral.

  9. Nos últimos 16 anos chefes de estado, ministros, embaixadores, políticos, comentadores, analistas, jornalistas, todos a uma só voz, repetiram até à exaustão os milhões de mortos (que desde 1993 se sabem ser falsos) de Conquest, Soljenítsine, Medvedev e outros. Na mesma falsa base foram aprovadas resoluções em areópagos internacionais e em parlamentos nacionais.

  10. O essencial da «mensagem» (chamemos-lhe assim) do meu artigo está expressa na citação de um homem de direita - Rafael Poch: «(…) a guerra-fria acabou há uma década [há 16 anos] e já é hora de a propaganda dar lugar à história, e a conjectura ao documento.»

                  


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:09
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O estranho caso Zemskov

     Víktor Nikoláievitch Zemskov é russo e historiador. Tem do mundo uma visão profundamente conservadora e anti-socialista: «E antes de isso [a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia], ainda que a Rússia fosse da periferia europeia, tinha sido um país civilizado. Isto é, quanto mais civilizado é um país, tanto menos desejável é a revolução pelas terríveis consequências que esta tem».

Em 1989, cumprindo uma directiva do Bureau Político de Mikhail Gorbatchov, a Academia de Ciências criou uma equipa, na qual, a par de Zemskov, participaram outros reputados historiadores russos como A.N. Dúgine e O.V. Khlévniuk. O objectivo era esclarecer as reais dimensões da repressão stalinista.

Zemskov e a sua equipa tiveram pela primeira vez acesso a um dos sectores mais secretos dos arquivos do Ministério do Interior (MDV-MGB) e da polícia de Estado (OGPU-NKVD). Os resultados do seu trabalho foram publicados na URSS e na Rússia entre 1990 e 1993, num trabalho com cerca de 9 000 (nove mil) páginas.

Os relatórios de investigação russos dão resposta a uma quantidade muito grande de perguntas. O que era o sistema correccional soviético? Qual era o número de presos, políticos e de delito comum? Quantos mortos houve nos campos de trabalho? Quantos foram os condenados à morte até 1953 e em especial durante as depurações de 1937-38? Qual era em geral o tempo de prisão?

Zemskov documentou que entre 1921 e 1953 foram «reprimidas» quatro milhões de pessoas. De entre elas, o regime soviético fuzilou por motivos políticos cerca de 800 mil pessoas, em concreto 799 455.

Longe, muito longe, dos milhões, dezenas de milhões, mais de 100 milhões, referidos por Conquest, Soljenítsine, Medvedev e outros. Seria como se de repente nos viessem demonstrar que nos campos de concentração nazis não morreram cerca de doze milhões de pessoas (mais de 3,5 milhões eram soviéticos), mas sim 1,2 milhões ou mesmo 120 mil.

Como termo de comparação refira-se que de acordo com o relatório intitulado «Prisioneiros em 2005», havia 2 193 789 pessoas presas nos Estados Unidos em Dezembro de 2005. Mais 4,1 milhões estavam presos temporariamente e cerca de 800.000 em liberdade condicional. Estes números totalizam mais de 7 milhões de pessoas — o que representa 1 em cada 32 norte-americanos adultos — que estariam sob algum tipo de supervisão do sistema prisional dos EUA. (AQUI).

Estamos, qualquer que seja o prisma de análise, perante uma verdadeira «bomba atómica» política, ideológica, jornalística merecedora de profundo debate e discussão. Mas a realidade é outra.

Sobre esta importantíssima investigação (já com mais de dezasseis anos!!!) abateu-se um silêncio de chumbo. Os meios de comunicação social votaram-na ao esquecimento. A única excepção parece ser a entrevista ao jornal espanhol, assumidamente de direita, La Vanguardia, edição de 3 de Junho de 2001, de onde são retiradas as citações (publicada no blog em português «Para a História do Socialismo»). Na Internet encontramos, literalmente, uma meia dúzia de referências. Nos meios académicos estas investigações passaram quase totalmente desapercebidas. Os relatórios foram publicados em revistas científicas de pouca venda e praticamente desconhecidas do grande público: em França na revista L'Histoire em Setembro de 1993, nos EUA na revista The American Historical Review. Conhecem-se uns escassos livros (apesar de alguns dos investigadores russos hoje viverem e trabalharem nos EUA).

Como diz o jornal La Vanguardia na edição referida: «(…) a guerra-fria acabou há uma década e já é hora de a propaganda dar lugar à história, e a conjectura ao documento.».

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação 

In jornal "Público" - Edição de 30 de Outubro de 2009

                                                                                      


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
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