TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Domingo, 1 de Janeiro de 2017
1 de Janeiro de 1959 – Vitória da Revolução cubana

Cuba 1959-01-01

O Exército Rebelde entra em Santiago de Cuba, dois anos depois de ter iniciado, na Sierra Maestra, a luta armada contra a ditadura de Fulgêncio Batista, implantada com um golpe militar a 10 de Março de 1952.

O ditador, que fugira horas antes, deixava um país de 5,5 milhões de habitantes com um terço da sua força de trabalho (pouco mais de 2,2 milhões de população activa) total ou parcialmente desempregada, pobre, praticamente sem assistência médica, com um elevado analfabetismo, dependente da monocultura do açúcar, sujeito à opressão e exploração dos magnatas norte-americanos que dele tinham feito o seu casino e prostíbulo de eleição.

O Exército Rebelde entra em Havana a 8 de Janeiro, onde Fidel afirmará na sua proclamação: «Estamos num momento decisivo da nossa história. A tirania foi derrotada. A alegria é imensa. E, no entanto, há ainda muito para fazer. Não nos enganemos acreditando que daqui para diante tudo será fácil. Talvez no futuro tudo seja mais difícil.»

 


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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
Hasta la victoria siempre!

Hasta la victoria siempre

Hasta la victoria siempre1

 


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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
Fidel Castro deixa legado de firmeza revolucionária

Fidel Castro_PCP

Revolução é sentido do momento histórico;

é mudar tudo o que deve ser mudado;

é igualdade e liberdade plenas;

é ser tratado e tratar os demais como seres humanos;

é emanciparmo-nos por nós próprios e com os nossos próprios esforços;

é desafiar poderosas forças dominantes dentro e fora do âmbito social e nacional;

é defender valores nos quais se acredita acima de qualquer sacrifício;

é modéstia, desinteresse, altruísmo, solidariedade e heroísmo;

é lutar com audácia, inteligência e realismo;

é não mentir jamais nem violar princípios éticos;

é convicção profunda de que não existe força no mundo capaz de soterrar a força da verdade e das ideias.

Revolução é unidade, é independência, é lutar pelos nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo, que são a base do nosso patriotismo, do nosso socialismo e do nosso internacionalismo.

 

Venceremos!

 


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Sábado, 26 de Novembro de 2016
Fidel Alejandro Castro Ruz (13 de agosto de 1926 / 25 de novembro de 2016)

Fidel Castro13

 

Perante o falecimento do camarada Fidel Castro, o Comité Central do Partido Comunista Português expressa os seus sentimentos de profundo pesar e transmite ao Comité Central do Partido Comunista de Cuba e por seu intermédio a todos os comunistas, ao povo de Cuba, ao camarada Raúl Castro e restante família de Fidel os sentidos pêsames e a solidariedade dos comunistas portugueses.

Neste momento de tristeza para os comunistas, revolucionários e progressistas de todo o mundo, o PCP presta homenagem à sua excepcional figura de patriota e de revolucionário comunista evocando o exemplo de uma vida inteiramente consagrada aos ideais da liberdade, da paz e do socialismo em que, com os seus companheiros de armas, numa epopeia que passou por Moncada e pela heróica guerrilha da Sierra Maestra, libertou Cuba de uma cruel ditadura e que, enfrentando a agressão e o bloqueio dos EUA, uniu e mobilizou a energia criadora dos trabalhadores e do povo na construção de uma nova sociedade liberta da exploração e da opressão imperialista, uma sociedade socialista, solidária com a luta libertadora de todos os povos do mundo. A luta, a acção e a palavra inspirada de Fidel animaram e continuarão a animar a luta das forças progressistas e revolucionárias de todos os continentes.

Fidel deixa-nos num momento em que, depois de importantes avanços de soberania e progresso social na América Latina e Caraíbas, inseparáveis do exemplo e da solidariedade internacionalista de Cuba, o imperialismo e a reacção passaram à contra-ofensiva, procurando a todo o custo reverter conquistas e recuperar posições perdidas. Mas é nossa profunda convicção de que, confiando no papel das massas populares e da sua luta organizada, e inspirados pelo exemplo de Fidel e da Revolução Cubana, os projectos imperialistas serão derrotados.

A melhor forma de honrar a memória do camarada Fidel Castro, é prosseguir a luta pelos ideais e o projecto a que se consagrou até ao fim da sua vida, é fortalecer a solidariedade com Cuba e a sua revolução socialista exigindo o incondicional respeito pela soberania da Ilha da Liberdade, o imediato fim do criminoso bloqueio norte-americano e a restituição ao povo cubano de Guantanamo.

Fidel Castro4

 

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Fidel Castro12

 

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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016
26 de Setembro de 1960 – Fidel Castro intervém pela 1.ª vez na ONU

Fidel Castro 1960-09-26

Num discurso histórico de 4.30 horas, Fidel falou dos incidentes provocatórios que envolveram a estadia da delegação cubana em Nova Iorque, da luta de Cuba pela independência, do apoio dos EUA à ditadura de Fulgencio Batista e dos valores que orientam a Revolução cubana.

«Estamos e estaremos sempre com tudo o que é justo: contra o colonialismo, contra a exploração, contra os monopólios, contra o militarismo, contra a corrida armamentista, contra os jogos de guerra. Contra isso estaremos sempre. Essa é a nossa posição. (…) Alguns queriam conhecer a linha do governo Revolucionário de Cuba. Pois bem. Esta é a nossa linha».

Palavras de Fidel Castro, que no final da sua intervenção – e dezenas de vezes ao longo dela – recebeu uma prolongada ovação dos delegados à Assembleia Geral da ONU.

AQUI

 


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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2015
Exaltante desafio socialista

Mapa Cuba Wiki

 Entrevista ao jornal  "Avante!" de José Capucho, Membro do Secretariado do CC, sobre a visita de uma delegação de estudo do PCP a Cuba

 

«Garantir o futuro socialista de Cuba é o objectivo apontado pelo Partido Comunista de Cuba e partilhado pelo Governo, pelo povo e pelas organizações de massas cubanas. Recentemente uma delegação de estudo do Partido Comunista Português deslocou-se a Cuba. A visita permitiu aprofundar o conhecimento sobre a situação no país e confirmou o exaltante desafio socialista em curso.»

 

Escudo Cuba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014
Entrevista a Jerónimo de Sousa sobre a sua recente visita a Cuba

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Jerónimo de Sousa, que entre 5 e 10 de Janeiro esteve em Cuba integrando uma delegação do PCP (na qual participou também Pedro Guerreiro, do Secretariado do Comité Central), falou ao Avante! sobre as históricas relações com o Partido Comunista de Cuba, as mudanças económicas em curso que visam o aprofundamento da revolução, os obstáculos criados pelo bloqueio dos Estados Unidos e os processos anti-imperialistas na América Latina. E, como não podia deixar de ser, do «digno, corajoso e solidário exemplo» que Cuba dá aos povos de todo o Mundo de que com a luta é possível conquistar e alcançar uma vida mais digna e mais justa.

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014
Delegação do PCP visitou Cuba

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Delegação do PCP visitou Cuba

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
Salim Lamrani desmascara Yaoni Sánchez

     A propósito de Yaoni Sánchez - a bloguista, dita dissidente, cubana cuja visita ao Brasil tem sido marcada por protestos e manifestações de apoio ao regime cubano - recorde-se o que AQUI se escreveu neste blog já lá vão quase dois anos.

Garanto que vale mesmo a pena reler a entrevista de Salim Lamrani, Professor na Sorbonne IV, jornalista, especialista em relações Cuba-EUA.

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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2012
Viva Cuba

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Senhor presidente, bloqueámos a economia, as finanças e o comércio a Cuba, mas temo que seja impossível fazer o mesmo com a dignidade cubana!

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Vale a pena voltar ao assunto: como, na devida altura, o Avante! informou – e, na devida altura, a generalidade dos média silenciou… – a Assembleia Geral da ONU condenou, por esmagadora maioria, o bloqueio dos EUA a Cuba.

Desta vez foram 188 os países que exigiram o fim do criminoso bloqueio. Votos contra essa exigência apenas três: o dos EUA e os de Israel e do Palau…

Recorde-se que a primeira condenação do bloqueio ocorreu em 1992 – nessa altura com 59 votos a favor, 71 abstenções e os inevitáveis três contra… – e que, desde então, os votos solidários com Cuba têm vindo sempre a aumentar, atingindo nesta última votação a sua mais elevada expressão de sempre. O que mostra o crescente isolamento internacional dos EUA em relação a Cuba e o crescente apoio internacional à luta do heróico povo cubano.

Recorde-se, igualmente, que nenhum dos vários presidentes dos EUA – Bush-pai, Clinton, Bush-filho, Obama – cumpriu as decisões da ONU, aprovadas maioritária e democraticamente.

São assim os «democratas» que governam os EUA, país sobre o qual os mesmos media que silenciaram a votação da ONU não se cansam de espalhar boatos: o boato de que se trata da «pátria da democracia» e o boato de que Obama é um homem de «esquerda» e «progressista» – boataria depois repetida, militantemente, por todos os fiéis serviçais do sistema capitalista dominante.

Ainda recentemente, no decorrer da campanha presidencial nos EUA, Mário Soares – que é desde há muito, no nosso País, o mais destacado defensor e activista da causa capitalista – dizia que, se Obama não ganhasse as eleições, isso seria «uma tragédia para todo o mundo (…) um atraso de mais de 100 anos para o mundo inteiro» e que, ganhando-as, «um vento de mudança progressista viria da América»…

Obama ganhou. E mal foi reeleito – e logo após a votação favorável a Cuba e contra o bloqueio – soprou o seu «vento progressista»: mandou dizer por um seu porta-voz que «a nossa política em relação a Cuba mantém-se».

Entretanto, Cuba continua a resistir – e a contar com a solidariedade de todos os homens e mulheres democratas, de esquerda, progressistas.

(sublinhados meus)

In jornal «Avante!», edição de 13 de Dezembro de 2012

 

Ver neste blogue:

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011
Cuba e a Revolução

Os média trataram o VI Congresso do Partido Comunista Cubano como um Congresso em que tudo está decidido à partida «pelo chefe», dando simultaneamente a ideia de um País que resiste desesperado economicamente à inexorável marcha do fim do socialismo. Mas a realidade é outra. O que sobressai destes dias de Congresso não é qualquer imobilismo, centralismo burocrático ou «entrincheiramento» desesperado.

O que sobressai deste Congresso é em primeiro lugar uma importantíssima e ampla participação e discussão colectivas. O VI Congresso foi o culminar de um extraordinariamente amplo debate envolvendo 1000 delegados ao congresso eleitos nos 61 000 núcleos do Partido, mais de 800 000 militantes do PCC e cerca de oito milhões de cubanos que num admirável processo de democracia participativa tiveram oportunidade de participar directamente na definição da política económica e social de Cuba.

Trata-se de facto de uma gigantesca discussão colectiva sobre a actualização do modelo económico e social do PCC e da Revolução socialista. Uma discussão que iniciou a sua fase decisiva em Novembro do ano passado e que resultou no assinalável facto de cerca de 70% das 291 teses postas à discussão terem sido alteradas, tendo algumas mesmo sido abandonadas de acordo com as opiniões recolhidas, assim com outras (36) acrescentadas com base em propostas apresentadas.

 

Para Ler, Ouvir e Ver:

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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011
A proclamação do socialismo e a vitória em Playa Girón

«O que não podem nos perdoar os imperialistas é a dignidade, o valor, a firmeza ideológica, o espírito de sacrifício e o espírito revolucionário do povo de Cuba».

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Em 16 e Abril de 1961, os Estados Unidos desencadearam uma operação militar contra Cuba revolucionária que ficou na história como a invasão da Baía dos Porcos (ou Praia Giron).

Forças mercenárias contra-revolucionárias, organizadas e treinadas pela CIA e apoiadas pelas forças navais e aéreas norte-americanas, desembarcaram na ilha para tentar estabelecer uma testa-de-ponte, controlar um território «libertado», para aí criar um governo provisório que seria imediatamente reconhecido por Washington, desejoso de pôr fim à jovem revolução.

O plano imperialista começou a ser urdido logo em 1959, por iniciativa do então vice-presidente, Richard Nixon, que incumbiu a sua concepção aos irmãos Dules, Foster e Allen, respectivamente secretário de Estado e director da CIA.

Mas foi já com o «democrata» John F. Kennedy na Casa Branca que o «Project Cuba» avançou, resultando num enorme fracasso. O corpo intervencionista foi derrotado em três dias de combates. As forças cubanas fizeram mais de uma centena de baixas no inimigo e no final capturaram cerca de 1200 mercenários.

Nesses dias, o povo cubano defendeu a sua revolução e isto foi a maior derrota para o imperialismo que contava com uma quinta coluna inexistente. Meio século depois, no dia em que o Partido Comunista de Cuba iniciou os trabalhos do seu VI Congresso, o povo cubano voltou a sair à rua para comemorar a sua histórica vitória, reafirmando que, apesar do odioso bloqueio económico imposto como vingança, a revolução continua viva e a dar passos em frente.

Para Ouvir e Ver:

 

Para Ler:

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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
Cuba não se rende ao capitalismo

A ampla participação popular na construção do socialismo em Cuba é uma razão mais para confiar no futuro de Cuba e prosseguir e reforçar a solidariedade com a sua Revolução Socialista, afirmam Ângelo Alves e Carlos Chaparro em entrevista ao Avante! sobre a sua recente visita a Cuba.

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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
O terrorismo cubano...

Pedro Méndez Suárez,Rebelión de 18 de Agosto

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Tio Sam: TERRORISTA!

Cubano: Será pelo terror que vocês têm à nossa independência?!

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adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
Cuba: «Oposição interna»

Desenho de Lacoste

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Tio Sam: Ainda que fictícia, consegui fabricar uma oposição interna para Cuba.

União Europeia: E, pelo que vejo, cada um tem o seu preço!

Para Ler:

«Un yemení detenido en la prisión militar estadounidense de Guantánamo fue encontrado muerto el lunes por la noche en su celda en lo que las autoridades calificaron como un "aparente suicidio". (...) De confirmarse que la muerte de este yemení ha sido un suicidio, no sería éste el primer caso. Desde su creación en enero de 2002, en la base naval estadounidense se han producido otros tres suicidios y más de 40 intentos por 25 presos (...)»

«Em dez meses suicidaram-se no Estabelecimento Prisional de Custóias, no Porto, sete presos, tantos quantos os que, em todo o ano passado, se mataram nas 50 cadeias do país

Publicado neste blog:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

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Sábado, 1 de Maio de 2010
Salim Lamrani desmascara dissidente Cubana

A entrevista de Salim Lamrani, Professor na Sorbonne IV, jornalista, especialista em relações Cuba-EUA com Yoani Sanchez, uma dissidente cubana com lugar reservado nos media hegemónicos ocidentais, é esclarecedora. As suas palavras nesta entrevista explicam por que foi tão meteórica a sua ascensão e a promoção que tem.

Qualquer comentário é desnecessário...

Yoani Sánchez é a nova personalidade da oposição cubana. Desde a criação de seu blog, Generación Y, em 2007, obteve inúmeros prêmios internacionais: o prêmio de Jornalismo Ortega y Gasset (2008), o prêmio Bitacoras.com (2008), o prêmio The Bob's (2008), o prêmio Maria Moors Cabot (2008) da prestigiada universidade norte-americana de Colúmbia. Do mesmo modo, a blogueira foi escolhida como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo pela revista Time (2008), em companhia de George W. Bush, Hu Jintao e Dalai Lama.

Seu blog foi incluído na lista dos 25 melhores do mundo do canal CNN e da Time (2008). Em 30 de novembro de 2008, o diário espanhol El País a incluiu na lista das 100 personalidades hispano-americanas mais influentes do ano (lista na qual não apareciam nem Fidel Castro, nem Raúl Castro). A revista Foreign Policy, por sua vez, a considerou um dos 10 intelectuais mais importantes do ano, enquanto a revista mexicana Gato Pardo fez o mesmo para 2008.

Esta impressionante avalanche de distinções simultâneas suscitou numerosas interrogações, ainda mais considerando que Yoani Sánchez, segundo suas próprias confissões, é uma total desconhecida em seu próprio país. Como uma pessoa desconhecida por seus vizinhos - segundo a própria blogueira - pode integrar a lista das 100 personalidades mais influentes do ano?

Ler Texto Integral

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Segunda-feira, 15 de Março de 2010
Cuba – a verdade dos factos

     Alguns dos que até ao momento da sua morte nem sequer sabiam da existência de Orlando Tamayo elegem-no agora como «mártir» da «luta pela democracia». Para tal ocultam convenientemente que as condenações de Orlando Tamayo nada tiveram a ver com questões políticas. Ocultam que Tamayo era um cidadão julgado e condenado desde 1993 por sucessivos crimes previstos na Lei e na Constituição do seu País como os de violação de domicílio, de agressão grave, de posse de arma, de burla, alteração da ordem e desordem pública. Ocultam que Tamayo foi libertado sob fiança em Março de 2003 e que foi novamente preso após reincidência e que nem a lista dos chamados «presos políticos», elaborada em 2003 pela então Comissão de Direitos Humanos da ONU como elemento de ataque contra Cuba, incluía o seu nome. Orlando Tamayo não era um preso político, reivindicou para si essa condição em função da acumulação de penas, e os grupúsculos da chamada «oposição» cubana viram na instrumentalização dessa sua opção uma oportunidade para recuperar da sua descredibilização, avançando com medidas como a da canalização de verbas da fundação cubano-americana para a sua família.

                                                                                                          


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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
Levantem o bloqueio e veremos para onde vai Cuba

    Recentemente indicado como representante diplomático de Cuba em Portugal, Eduardo Lerner concedeu uma entrevista ao Avante! na qual falou dos laços solidários entre os dois povos e da actualidade na ilha socialista e na América Latina.

                                    


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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
O bloqueio a Cuba e os efeitos da lei Helms-Burton

In El Bloqueo

- Sim, sabemos que este açúcar é brasileiro mas detectámos que as limas com que afiaram os machetes que cortaram a cana que o produziu contêm 1% de níquel cubano!... Por isso aplicaremos a lei Helms-Burton, okey?

Para Ler:

Ver neste blogue:

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
O bloqueio e o roubo das marcas e patentes cubanas

In El Bloqueo

- Não pensas participar no assalto ao banco?

- Lamento, mas agora estou num negócio do governo, dedico-me ao roubo de marcas e patentes cubanas!

Para Ler:

Ver neste blogue:

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Domingo, 13 de Dezembro de 2009
O bloqueio dos charutos cubanos, a saúde nos EUA e o F.B.I.

In El Bloqueo

- Você padece de um enfisema pulmonar, mas não é para agora entrar em pânico!

- Isso é o que você pensa! E se o F.B.I. descobre que eu obtive-o fumando puros cubanos? Hã?

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
O bloqueio do rum cubano e os acidentes nos EUA

In El Bloqueo

- Mas não fique assim, homem! Por conduzir bêbado vão aplicar-lhe uma boa multa, mas não deve passar disso!

- Quando descobrirem que apanhei a bebedeira encharcando-me com rum cubano, tenho a certeza de que vão ficar raivosos, buaaaaa!

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                     


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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
É impossível bloquear a dignidade cubana

In El Bloqueo

Senhor presidente, bloqueámos a economia, as finanças e o comércio a Cuba, mas temo que seja impossível fazer o mesmo com a dignidade cubana!

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
O paradoxo EUA/Cuba

In El Bloqueo

Que paradoxo! A nossa «grande democracia» bloqueia-lhe o acesso à Universidade por ser pobre, e Cuba, bloqueada, oferece-lhe a possibilidade de ser médico!

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Levantar o bloqueio!

In El Bloqueo

Tio Sam: Doutor, com isto do bloqueio, cada dia me sinto mais impotente. O senhor acredita que se possa resolver com uma pastilhita?

Médico: Lamento dizer-lhe que a única solução que vejo, é ter a vontade de o levantar.

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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
A mafia de Miami, a ultra-direita e a chantagem

In El Bloqueo

Mafia de Miami: Como conseguiremos prosseguir o bloqueio contra Cuba depois da próxima derrota na O.N.U.?

Ultra-direita: Muito fácil, continuaremos a chantagear o presidente!

Ver neste blogue:

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Não há vacina...

Lacoste      Rebelión de 17 de Outubro

 

- Penso que não devemos autorizar as visitas dos estado-unidenses a Cuba, antes de ser descoberta uma vacina contra o vírus do Socialismo!

  • Vacinado ou não, veja neste blogue tudo sobre  (clique em , claro!)

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

                                                                   


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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
A História não se repete, mas…

Texto de Ângelo Alves

    A História não se repete, mas tem por vezes coincidências interessantes. Sendo a História obra dos homens que, no desenvolvimento da luta de classes, que não cessa e se aprofunda, determinam e continuarão a determinar a marcha da Humanidade, há que olhar atentos para ela e dela retirar ensinamentos que nos permitam ver para além da espuma da actualidade.

O pensamento surge a propósito da simbólica coincidência de efemérides históricas na América Latina com o momento actual que o subcontinente e os seus povos vivem. No dia 16 de Julho, na Bolívia, assinalou-se os 200 anos do levantamento popular de La Paz contra a coroa espanhola, liderado por intelectuais, mestiços e crioulos, que daria início a um período de intensas lutas que viriam a culminar na independência da República de Bolívar em 6 de Agosto de 1825. No dia 19 de Julho, na Nicarágua, os 30 anos da entrada vitoriosa das forças sandinistas em Manágua e a vitória da Revolução Sandinista foram comemorados com particular alegria e mobilização, com os sandinistas e Daniel Ortega de novo à frente dos destinos da Nicarágua. No passado dia 26 de Julho, em Cuba, os 56 anos do Assalto ao Quartel de Moncada, que adquire neste ano de 2009, ano do 50.º aniversário da Revolução Cubana, redobrada importância e simbolismo, foi comemorado pelo povo cubano reafirmando uma vez mais o carácter socialista da sua Revolução.

(sublinhados meus)

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