TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016
Sem decoro

Pedro Passos Coelho21

(...) a quebra média de rendimentos verificada em Portugal entre 2009 e 2014 se situou em 116 euros mensais (12%), mas que os dez por cento dos portugueses mais pobres perderam 25 por cento do rendimento, enquanto os dez por cento mais ricos apenas perderam 13 por cento, (...)

(...) durante o governo PSD/CDS o número de pobres aumentou em 116 mil (para 2,02 milhões), com um quarto das crianças e 10,7 por cento dos trabalhadores a viver abaixo do limiar da pobreza (6,3 por cento em privação material severa), (...)

(...) um em cada cinco portugueses viva com um rendimento mensal abaixo de 422 euros (...)

(...) em 2014 os cinco por cento mais pobres recebiam 19 vezes menos do que os cinco por cento mais ricos (um agravamento brutal da brutal desigualdade que já se registava em 2009, quando a diferença era de 15 vezes), (...)

AQUI

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:28
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016
As desigualdades em Portugal

 

  1. A situação atual e os desafios futuros

  2. O que é necessário fazer para reverter , como o atual governo prometeu, os cortes nos rendimentos sofridos pelos portugueses durante o governo PSD/CDS

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 13:21
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016
As desigualdades de rendimento em Portugal segundo as Estatísticas do Ministério das Finanças

 

«O INE divulgou já em 2016 os resultados de um inquérito que fez aos rendimentos monetários disponíveis das famílias portuguesas, cujos resultados (apenas alguns) constam do quadro 1 que se apresenta seguidamente.

 

Rendimento monetário 2004-2014

 

Embora os resultados desse inquérito revelem um aumento da desigualdade na repartição do rendimento disponível (entre 2010 e 2014, o número de vezes que o rendimento medio disponível dos 10% de agregados mais ricos é superior ao rendimento médio disponível dos 10% mais pobres, aumentou de 12,8 vezes para 13,1 vezes), mesmo estes dados do INE não dão uma ideia completa da verdadeira dimensão que atingiram as desigualdades em Portugal.

E para concluir basta analisar as Estatísticas divulgadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira do Ministro das Finanças que, apesar de deficiências conhecidas, mostram que as desigualdades são muito maiores (são enormes) no nosso país.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 17:28
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 31 de Maio de 2016
O debate enviesado sobre a sustentabilidade da segurança social

 

«20 Slides utilizados numa intervenção que fiz na conferencia realizada pela APRe, uma associação de reformados e aposentados, em 20.5.2016 no ISCTE.»

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 12:07
link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 15 de Setembro de 2015
Os números da desigualdade em Portugal

convite_Numeros_Desigualdade

Clicar na imagem para ampliar

 


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 13:42
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 31 de Março de 2014
Miséria e desigualdades crescem em Portugal

«O INE acabou de divulgar os resultados do “Inquérito às Condições de Vida e Rendimento", realizado em 2013 sobre rendimentos do ano anterior dos portugueses, que revelam um aumento significativo da pobreza em Portugal. Esses dados provam também mais uma vez a falsidade das conclusões do estudo do FMI, analisado no nosso estudo anterior, de que, no nosso país, são os ricos que estão a ser mais atingidos pela política de austeridade.»

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 09:30
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 23 de Março de 2014
FMI afirma que a politica de austeridade afinal tem prejudicado mais os ricos!!!

«O governo e os media dominantes deram grande difusão a um estudo do FMI segundo o qual as políticas de austeridade têm atingido sobretudo os rendimentos mais altos. Com esse estudo o FMI pretende moldar a realidade à política em que é parte interessada. Um estudo da Universidade de Essex confirma aquilo que os portugueses bem sabem: que é efectivamente sobre os rendimentos mais baixos que incide o essencial da “austeridade”, mais justamente conhecida como roubo

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 11:14
link do post | comentar | favorito (1)
|

Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
O Governo quer uma Segurança Social para os ricos e outra para os pobres

Oferta do blog Renascer

-


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 16:11
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 21 de Novembro de 2010
Roubos II

Mas atente-se nas duas outras informações do supracitado trabalho da Sábado a de que «Em 2008 apenas um terço das empresas portuguesas entregou dinheiro às Finanças» e a de que «Em 2009 os bancos podem pagar só 4,3% do imposto sobre o rendimento».

Anote-se, no caso, que se apenas um terço das empresas portuguesas entregou dinheiro às Finanças em 2008 (ou seja, pagou impostos), isto significa, naturalmente, que dois terços das empresas nacionais não pagaram quaisquer impostos em 2008, o que não admira, pois é também sabido que essa é também a percentagem das empresas que, em Portugal, se habituaram a declarar prejuízos, sem que o Estado se preocupe a investigar o que quer que seja, mesmo que ligeiramente.

Anote-se, também, que os bancos podem pagar em 2009 apenas 4,3% de imposto sobre o rendimento, o que é escandalosamente inferior ao que estão obrigadas quaisquer entidades, individuais ou colectivas.

Como se vê, o roubo continua. Roubo aos pobres e aos «remediados» e sempre a favor dos ricos. E devidamente organizado pelos Governos PS e PSD, que por aí continuam a palrar «em nome do povo»...

_

In Jornal «Avante!» - Edição de 18 de Novembro de 2010

_


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:07
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 20 de Novembro de 2010
Roubos I

Na última revista Sábado anunciava-se, em capa, que «Em 20011 o Estado vai perder € 1.368 milhões por causa dos benefícios fiscais». Era uma das informações centrais de um trabalho jornalístico intitulado «Como as grandes empresas escapam ao Fisco e ganham milhões» (e desenvolvido no interior ao longo de dez páginas), acompanhada de mais duas outras a de que «Em 2008 apenas um terço das empresas portuguesas entregou dinheiro às Finanças» e a de que «Em 2009 os bancos podem pagar só 4,3% do imposto sobre o rendimento».

Entendamo-nos: por um lado – e no quadro do malfadado PEC III -, o Governo de José Sócrates decidiu reduzir salários à Função Pública, cortar subsídios vários a desempregados e pobres e depredar orçamentos na Saúde e na Educação para obter um corte no que chamou «despesas primárias do Estado» no montante de mil e tal milhões de euros.

Por outro lado, e por via de benefícios fiscais às grandes empresas, entrega-lhes de bandeja – porque não lhos cobra em impostos – exactamente a monstruosa verba de mil e tal milhões de euros que se prepara para esfolar ao povo e ao País.

É o que se chama roubar aos pobres para dar aos ricos. Literalmente e com o mais brutal descaramento.

_

In Jornal «Avante!» - Edição de 18 de Novembro de 2010

_


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 00:06
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
A década dos ricos

    A «Década dos Ricos», assim definiu a bancada comunista na Assembleia da República o período entre 1995 e 2006, no que respeita à repartição de rendimentos, em quase duplicou o fosso entre ricos e pobres.                      

  • Em 2006, o rendimento médio anual das famílias dez por cento mais pobres era de 8,9 vezes inferior aos ganhos dos dez por cento mais ricos;  
  • Em 1995 a diferença era de 4,6 vezes...

Uma década de governos PS, com o pequeno intervalo de 2002-2004 de governos PSD/CDS-PP.    

                                                                     


sinto-me:

publicado por António Vilarigues às 18:07
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


posts recentes

Sem decoro

As desigualdades em Portu...

As desigualdades de rendi...

O debate enviesado sobre ...

Os números da desigualdad...

Miséria e desigualdades c...

FMI afirma que a politica...

O Governo quer uma Segura...

Roubos II

Roubos I

A década dos ricos

arquivos
tags

álvaro cunhal

assembleia da república

autarquia

avante!

bce

benfica

blog

blogs

câmara municipal

capitalismo

caricatura

cartoon

castendo

cds

cdu

cgtp

cgtp-in

classes

comunicação social

comunismo

comunista

crise

crise do sistema capitalista

cultura

cultural

democracia

desemprego

desenvolvimento

desporto

dialéctica

economia

economista

eleições

emprego

empresas

engels

eua

eugénio rosa

exploração

fascismo

fmi

futebol

governo

governo psd/cds

grupos económicos e financeiros

guerra

história

humor

imagens

imperialismo

impostos

jerónimo de sousa

jornal

josé sócrates

lénine

liberdade

liga

lucros

luta

manifestação

marx

marxismo-leninismo

música

notícias

parlamento europeu

partido comunista português

paz

pcp

penalva do castelo

pensões

poema

poesia

poeta

política

portugal

precariedade

ps

psd

recessão

revolução

revolucionária

revolucionário

rir

salários

saúde

segurança social

sexo

sistema

slb

socialismo

socialista

sociedade

sons

trabalhadores

trabalho

troika

união europeia

vídeos

viseu

vitória

todas as tags

LIGAÇÕES A CASTENDO
Visitantes
eXTReMe Tracker
Google Analytics
blogs SAPO
subscrever feeds