TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016
UPP: Nascimento e afirmação do movimento operário em Portugal

UPP Curso Ranita 2016

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publicado por António Vilarigues às 12:39
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Sábado, 1 de Outubro de 2016
Os sindicatos (e os sindicalistas) não são todos iguais...

Manif CGTP-IN

 

O primeiro relatório anual sobre a contratação colectiva, apresentado, dia 20 de Julho, no Ministério do Trabalho, revela que, apesar da paralisação da negociação nos últimos anos, a contratação colectiva continua a regular as condições de trabalho de quase 2,2 milhões de trabalhadores, ou seja, 89 por cento da força laboral por conta de outrem.

Até 2011, cerca de 60 por cento dos trabalhadores abrangidos por instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho viam as condições de trabalho, nomeadamente os salários, actualizadas anualmente. Agora, depois de 4 anos de governo PSD/CDS, essa actualização abrange apenas um quarto dos trabalhadores.

 

Face a estes dados analisemos 2 exemplos diametralmente opostos:

 

«Independentemente do que vier a passar-se nos próximos meses, uma coisa parerce certa:

a contratação vai renascer, porque ela é necessária à melhoria das condições de trabalho, a uma melhor distribuição da riqueza com salários mais dignos e que sejam capazes de manter no país «a geração mais qualificada» que o nosso sistema de ensino produziu, que os portugueses pagaram e que é indispensavel ao nosso desenvolvimento e bem-estar.»

 

25 Maio 2013 Lisboa_6

«Rui Riso é presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, vice-presidente da UGT e deputado eleito pelo PS. Em declarações à Lusa, o distinto dirigente sindical explica que não houve «grande sucesso na sindicalização dos trabalhadores do Deutsche Bank em Portugal, nos últimos anos», e por isso o envolvimento do sindicato a que preside não será grande.

«Uma das coisas que faz com que se verifique uma sindicalização muito forte no sector é, sem dúvida, o apoio na saúde mas como o Deutsche Bank em Portugal não é subscritor do acordo colectivo de trabalho, os trabalhadores não têm o nosso apoio em termos de saúde, tendo optado por seguros de saúde privados», continua o dirigente da UGT.

E eis como se transforma um sindicato num seguro de saúde com direito a apoio jurídico, caso surjam conflitos laborais. O papel do sindicato – a defesa dos interesses e dos direitos dos trabalhadores – transformado num negócio.»

 

De facto os sindicatos (e os sindicalistas) não são todos iguais...

 


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publicado por António Vilarigues às 18:30
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Sábado, 16 de Agosto de 2008
Os Sindicatos Chineses e o Movimento Sindical de Classe

Texto de Alexandrino Saldanha

    «A verdade, é que as opções da China e dos sindicatos chineses têm uma relevância única para o imperialismo, porque a China representa 20% da população mundial e a Federação Nacional de Sindicatos da China (FNSC), segundo o seu vice-presidente, Zhang Mingqi representa, hoje, mais de 193 milhões de trabalhadores, com 1,51 milhão de organizações sindicais, em 3,19 milhões de empresas, correspondendo a 71,5% de todos os seus contratados – do total de membros da FNSC 52,21 milhões trabalham em empresas privadas». Será a realidade sindical chinesa a que os jornais e políticos da burguesia nos querem fazer acreditar?

                                                                               

Uma recorrente linha de combate contra o sindicalismo de classe e a luta pelo fim da exploração do homem pelo homem, muito utilizada em Portugal pela ideologia pequeno-burguesa, é a de “arremessar” o exemplo da China como argumento probatório final e insusceptível de ser contrariado, de que o sindicalismo de classe não tem sentido e o objectivo de acabar com a exploração é inalcançável.

O raciocínio é linear e primário: (1) a China assume a ideologia comunista (cujo objectivo último é acabar com a exploração do homem pelo homem), tem um poder político que tenta concretizar o socialismo, mas desrespeita direitos humanos e direitos fundamentais dos trabalhadores e, para se desenvolver economicamente, está a adoptar cada vez mais medidas capitalistas; (2) os Sindicatos chineses subordinam-se aos objectivos do Governo, não têm autonomia nem liberdade e aceitam passivamente o desrespeito de direitos fundamentais dos trabalhadores; logo, (3) a China é a prova de que o socialismo e o objectivo do fim da exploração não são alcançáveis e “o menor dos males” para os trabalhadores será o “capitalismo humanizado, ou de rosto humano”; logo também, (4) o sindicalismo de classe – que almeja aquele objectivo e afirma que a luta de classes é o motor da história – nunca teve sentido e, hoje, muito menos.

O primarismo é evidente, pois mesmo que as premissas fossem verdadeiras, as conclusões não o seriam. De facto, a conclusão lógica que delas poderá retirar-se é a de que, com a subversão dos princípios não se alcançam os objectivos – o que não constitui, propriamente, uma novidade.

                                                            

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publicado por António Vilarigues às 00:02
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