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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

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   Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010 Mar del Plata, na Argentina: o Presidente da República disse ter escrito em 2003 «o que está a acontecer hoje» sobre a economia portuguesa. E proclamou-o ufano como se não tivesse nada a ver com o rumo que o País levou e leva. Como diz o ditado popular «presunção e água benta cada um toma a quer». Cavaco Silva manifestamente tomou uma dose muito exagerada!

Cavaco Silva que, de entre os actuais responsáveis políticos, é dos que mais responsabilidades tem na situação do País! Recorde-se a sua demolidora (para Portugal) passagem por São Bento ao longo de DEZ ANOS (o 1º ministro pós 25 de Abril de 1974 mais tempo em funções!). Relembre-se o que tem sido, nestes CINCO ANOS, o seu mandato presidencial. Nos últimos 25 anos o homem exerceu as mais altas funções de Estado durante 15 e nada fez para corrigir o que previu e escreveu?

Como o economista Sérgio Ribeiro ironizou, foi há menos de sete anos (em dois mil e sete) que os comunistas «passaram a limpo», numa Conferência Económica, o que vinha sendo dito e escrito sobre os caminhos da economia portuguesa há sete e mais anos. Como o fizeram, lembra, por exemplo:

1. Há sete anos (mais mês menos mês) quando entrou em funcionamento o euro.

2. Há duas vezes sete anos (mais coisa menos coisa) quando foi decidida, em definitivo (?) a criação da moeda única e com quem.

3. Há três vezes sete anos (mais ou menos) quando se entrou na Comunidade Europeia e começou a «construir» a União Europeia.

4. Há quatro vezes sete anos (mas já antes) se enveredou pelos caminhos do FMI e da «Europa connosco».

5. Há cinco vezes sete anos (e mais uns tantos meses) quando se usou a via parlamentar para apagar, aos poucos e como o podiam fazer, a via da democracia participativa e avançada.

6. Há seis vezes sete anos (vindos de antes) se adoptou a efectiva mudança contra a continuidade de mudança faz-de-conta.

7. Há sete vezes sete anos (à volta disso) se definiu qual o rumo para a vitória.

No grande colectivo que propõe Francisco Lopes para Presidente da Republica, há muita coisa escrita sete vezes sete anos (e mais). E que apagam totalmente as pretensões de quem se arroga o dom de prever e escrever com antecipação. Mais uma (ou serão SETE?) razão para apoiar a única candidatura que tem na agenda, como questão principal, os problemas dos trabalhadores e das populações, agindo no sentido da sua resolução.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

In "Jornal do Centro" - Edição de 10 de Dezembro de 2010

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