Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Outro rumo Nova política - Intervenção de Encerramento

    No encerramento Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, Jerónimo de Sousa afirmou que os «trinta anos de políticas de direita e de recuperação capitalista dos governos do PS, PSD e CDS-PP comprometeram o desenvolvimento sustentado do país e deliberadamente desbarataram as possibilidades de construção de um Portugal democrático, independente e próspero», salientando que «a Conferência Nacional demonstrou e confirmou que o actual caminho que a política de direita impõe não é único, que há alternativa e que há outras soluções capazes de resolver os problemas nacionais e garantir o desenvolvimento do país e melhores condições de vidas aos portugueses

    

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Outro rumo Nova política - Multimedia

    Os vídeos e as fotografias da Conferência

  In Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais

          

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Benfica 1-1 A. C. Milan

    SLB, SLB,SLB, GLORIOSO SLB

       

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publicado por António Vilarigues às 21:58
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Outro rumo Nova política - Intervenção de Abertura

    Na intervenção de abertura da Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, Agostinho Lopes, da Comissão Política, sublinhou que com a realização desta iniciativa «acrescentamos o vasto e valioso património de análise, debate e proposta do PCP sobre a realidade do País que fomos e somos. Acrescentamos assim ao património das diversas Conferências que o PCP realiza desde 1976, a análise da situação do País e a resposta dos comunistas aos problemas que Portugal enfrenta neste tempo quando dobramos já metade da primeira década do século XXI».
   

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Petição em Defesa das Crianças

    Petição "Em defesa das crianças" AQUI ou visitar o blog Vale a pena lutar!

                 

não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”.

Albert Camus

            

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publicado por António Vilarigues às 12:34
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30 de Novembro - Greve Geral da Administração Pública - Conheça os seus direitos

   

“A ausência ao serviço por motivo de adesão à greve não acarreta qualquer prejuízo para efeitos de concurso, avaliação do desempenho, progressão na carreira ou aposentação.”

                   

O direito à Greve está consagrado na Constituição da República Portuguesa (Artigo 57.º) e traduz-se como uma garantia, competindo ao trabalhador a definição do âmbito de interesses a defender através do recurso à Greve.

               
Mais se acrescenta na Constituição da República: a lei não pode limitar este direito!
                  
Por vezes, procurando condicionar o direito à Greve, alguns serviços e/ou dirigentes da administração educativa informam incorrectamente os educadores e professores sobre os procedimentos a adoptar em dia de Greve. Para que não restem dúvidas sobre a forma de aderir à Greve e as suas consequências, respondemos a algumas das perguntas que mais frequentemente surgem:

    


                
1. Os professores têm de pedir autorização ou comunicar previamente a sua adesão à Greve?
- NÃO!
Como é óbvio, a adesão à Greve não carece de autorização nem de comunicação prévia. Esta comunicação é feita pelos Sindicatos que, nos termos da Lei, entregam no Ministério da Educação e noutros que têm sob sua tutela, um Pré-Aviso de Greve.
          
2. Tem de se ser sindicalizado para poder aderir à Greve?
- NÃO!
De facto, só as organizações sindicais têm capacidade para convocar uma Greve, porém, fazendo-o, o Pré-Aviso entregue às entidades patronais abrange todos os profissionais independentemente de serem ou não sindicalizados.
         
3. Um professor pode aderir à Greve no decorrer do próprio dia da Greve?
- SIM!
Pode mesmo acontecer que o docente já esteja no local de trabalho ou até tenha iniciado a actividade e, em qualquer momento, decida aderir à Greve.
              
4. O professor tem de estar no local de trabalho durante o período de Greve?
- NÃO!
No dia de Greve o professor não tem de se deslocar à escola embora, se o quiser fazer, não esteja impedido disso.
            
5. O professor tem de justificar a ausência ao serviço em dia de Greve?
- NÃO!
No dia da Greve só tem de justificar a ausência ao serviço quem tiver faltado por outras razões. Quem adere à Greve não deve entregar qualquer justificação ou declaração, cabendo aos serviços, através da consulta dos livros de ponto ou de registo de presença, fazer o levantamento necessário.
            
6. A adesão à Greve fica registada no Processo Individual do Professor?
- NÃO!
É expressamente proibida qualquer anotação sobre a adesão à Greve, designadamente no Registo Biográfico dos professores. As faltas por adesão à greve, a par de outras previstas na lei, são apenas consideradas para efeitos estatísticos.
           
7. Há alguma penalização na carreira pelo facto de um professor ter aderido à Greve?
- NÃO!
A adesão à Greve não é uma falta, mas sim a quebra do vínculo contratual durante o período de ausência ao serviço, encontrando-se “coberta” pelo Pré-Aviso entregue pelas organizações sindicais. Daí que não haja qualquer consequência na contagem do tempo de serviço para todos os efeitos legais (concursos, avaliação do desempenho, carreira ou aposentação), nas bonificações previstas na lei ou no acesso a todas as regalias e benefícios consagrados no estatuto da carreira docente ou no regime geral da Administração Pública.
A única consequência é o não pagamento desse dia e do subsídio de refeição pela entidade patronal.
              
8. O dia não recebido é considerado para efeitos de IRS?
- NÃO!
No mês em que for descontado esse dia de Greve (deverá ser no próprio mês ou, na pior das hipóteses, no seguinte) o cálculo de desconto para o IRS e restantes contribuições será feito, tendo por referência o valor ilíquido da remuneração processada, portanto, não incidindo no valor que não é recebido.
               
9. Os membros dos órgãos de gestão podem aderir à Greve não comparecendo na escola?
- SIM!
A forma de aderir à Greve por parte dos membros dos órgãos de gestão é a mesma que foi referida para qualquer outro docente.
             
10. Os Professores e os Educadores de Infância podem ser substituídos em dia de Greve?
- NÃO!
Nenhum trabalhador pode ser substituído por outro em dia de Greve.
                   
Nota: qualquer outra dúvida que surja sobre o direito à Greve deverá ser-nos apresentada. Qualquer forma de “pressão” que seja exercida sobre os professores, no sentido de os condicionar na decisão sobre a adesão à Greve deverá ser-nos comunicada.

  

A Direcção do Sindicato dos Professores da Região Centro - FENPROF

         

Estas respostas aplicam-se igualmente aos outros trabalhadores.

Ver AQUI o  Guia dos Direitos dos Trabalhadores editado pela CGTP-IN (Greve e Lock-out)                 

    

                     

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Outro rumo Nova política - Proclamação

   
1.

   
A 24 e 25 de Novembro de 2007 realizou-se, no Seixal, a Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais dedicada ao tema «Outro Rumo, Nova Política ao serviço do Povo e do País».
         

2.

              
A Conferência Nacional do PCP constituiu uma inequívoca afirmação de confiança, num País de progresso, com mais justiça social, soberano e independente. Pela sua realização e resoluções, a Conferência reafirma a convicção dos comunistas portugueses de que é possível, e está nas mãos dos trabalhadores e do povo, a construção de um Portugal com futuro, assente num novo rumo e numa nova política ao serviço do povo e do País alcançáveis pela ruptura com as políticas de direita que há três décadas agravam os problemas nacionais, degradam as condições de vida e comprometem as possibilidades de desenvolvimento do País.
A Conferência Nacional do PCP afirma perante o País que há uma outra política e um outro rumo, e assume a sua determinação de lutar com os trabalhadores e o povo pela concretização de uma política alternativa.
                      

3.

                       
A Conferência Nacional do PCP confirma a dimensão e a gravidade da situação económica e social que o País enfrenta.
As dificuldades que o País atravessa, a vulnerabilização crescente da economia nacional, o continuado agravamento da situação social, o persistente aumento das desigualdades e das injustiças sociais, não são uma fatalidade nem o simples resultado de conjunturas externas, mas sim a expressão das opções e políticas de direita que, baseadas nos dogmas do capitalismo e do neoliberalismo, têm servido uma estratégia de reconstituição do poder económico pelo grande capital e de destruição dos direitos e conquistas sociais adquiridas com a Revolução de Abril.
Portugal não está condenado à estagnação económica, ao definhamento do seu aparelho produtivo, à persistência dos crónicos défices energético e alimentar, a um modelo de desenvolvimento assente em baixos salários e na fraca incorporação científica e tecnológica no processo produtivo, à crescente dependência das orientações e interesses da União Europeia e dos países que a comandam.
Os trabalhadores e o povo português não estão condenados a uma política que viola frontalmente direitos elementares, que protege e fomenta a exploração e as crescentes injustiças que gera, que faz da mercantilização de direitos constitucionalmente consagrados uma linha condutora destinada a favorecer a acumulação dos lucros e da riqueza nas mãos dos principais grupos económicos e financeiros.

É a ruptura com estas políticas e opções que a Conferência Nacional proclama como necessária e indispensável a um Portugal de progresso, soberano e desenvolvido.
                     

4.

                
A política alternativa que o PCP apresenta e propõe exige uma mudança real nos objectivos e conteúdos da política nacional, uma política de efectiva confiança em Portugal e no povo português, uma política assente na dinamização da economia e num sustentado crescimento económico.
Uma política que assuma a ruptura com as orientações e opções dominantes de direita, prosseguidas pelos sucessivos governos nos últimos trinta anos e acentuadamente agravadas com o actual governo do PS, presidido por José Sócrates. Uma política que, no respeito pela Constituição da República Portuguesa e no cumprimento dos princípios fundamentais da organização económica e social nela consagrados, assegure uma política liberta dos interesses e das orientações do capital monopolista e financeiro, a recuperação pelo Estado das suas responsabilidades económicas e sociais, a soberania e a independência nacionais como valores fundamentais para a defesa dos interesses económicos e sociais do País.
A Conferência Nacional do PCP proclama como objectivos centrais de uma alternativa económica e social, o aumento do bem-estar e da qualidade de vida das populações, a redução das desigualdades, o pleno emprego, o crescimento económico, a defesa, desenvolvimento do aparelho produtivo nacional, a coesão económica e social do território nacional, uma gestão racional dos recursos naturais e um sistema de ensino e uma política cultural virados para a formação integral do povo português.
Para o PCP constituem vectores estratégicos de uma nova política económica e social: a recuperação pelo Estado do comando político e democrático do processo de desenvolvimento e da afirmação de uma economia mista, não dominada pelos monopólios, com uma presença maioritária do sector público nos sectores estratégicos; a valorização do trabalho e dos trabalhadores; o direito ao trabalho e a garantia da segurança no emprego; o combate decidido à dependência estrutural da economia; a superação progressiva dos défices estruturais; o desenvolvimento dos sectores produtivos; o combate a financeirização da economia; a dinamização do mercado interno; a afirmação do primado dos serviços públicos na área das políticas sociais, da saúde e segurança social; a assunção da educação, da cultura e da ciência como factores nucleares do desenvolvimento económico e social
A Conferência Nacional do PCP reafirma a sua firme convicção de que não é apenas necessária como possível a construção de um outro rumo e de uma nova política, capaz de responder à exigência inadiável de desenvolvimento económico do País e de dar concretização a importantes direitos económicos e sociais consagrados na Constituição da República.
                     

5.

                      
A Conferência Nacional do PCP salienta que a ruptura com as actuais políticas e a construção de uma política alternativa são inseparáveis do decidido combate à política do actual governo PS e da firme resistência à ofensiva que este desenvolve contra direitos e conquistas sociais. Mas também inseparáveis do indispensável combate à repetição de falsas alternativas assentes em meras soluções de alternância que, em nome da rotação de protagonistas e responsáveis, deixa incólume o sentido, opções e conteúdos das políticas que arrastaram o País para a crise que hoje enfrenta.
                        

6.

                       
A Conferência Nacional reafirma, perante o País e os portugueses, que o desenvolvimento da luta da classe operária, dos trabalhadores e do povo e o reforço da influência política, eleitoral e social do PCP são condições nucleares para a construção de uma alternativa política que dê suporte a uma nova política.
A política alternativa que o PCP defende corresponde a uma ampla aspiração de afirmação de soberania nacional, dá resposta às sentidas dificuldades que a generalidade dos trabalhadores e da população enfrenta e abre horizontes e perspectivas de esperança e de confiança num Portugal mais justo e mais desenvolvido.
Aos trabalhadores, ao povo e ao País, a Conferência Nacional do PCP apresenta um caminho e um rumo alternativos para a política nacional. Está nas mãos dos trabalhadores e do povo contribuir para a sua construção, pela sua participação, pela sua luta e pelo seu apoio ao PCP.
Força insubstituível na resistência à política de direita, partido de luta, de proposta e de projecto, o PCP, coerente com o seu património de acção em defesa dos interesses dos trabalhadores e do País, proclama a sua determinação em prosseguir o objectivo de alcançar uma política alternativa e de, pelo seu reforço e pelo alargamento da frente social de oposição à política de direita, construir a alternativa política que lhe dê suporte.
                      

7.

                   
Com a realização da Conferência e das suas conclusões, o PCP assume perante a classe operária, os trabalhadores e o povo o firme compromisso de um projecto nacional de emancipação e de progresso, capaz de respeitar direitos e garantias dos trabalhadores, e de prosseguir uma política de elevação das condições de vida do povo português.
Fundado na convicção do valor de um projecto com raízes nos legítimos interesses e aspirações dos trabalhadores e do povo, o PCP reafirma a sua inabalável confiança num Portugal com futuro e um sinal de esperança a todos os que, aspirando a uma sociedade mais justa, não se conformam nem desistem do sonho e da luta por um País de progresso e bem-estar.

                      

Seixal, 25 de Novembro de 2007
A Conferência Nacional

                    

Aprovada por unânimidade

                          

In Conferência Nacional sobre Questões Económicas e Sociais

        

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Outro rumo Nova política - Resolução

    A Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, considerando a discussão realizada no conjunto das organizações, as iniciativas temáticas e regionais promovidas no âmbito da sua preparação e o debate nos trabalhos da própria Conferência, decide:

1º - Aprovar as conclusões e linhas de trabalho contidas no Texto-Base «Outro Rumo Nova Política, ao serviço do Povo e do País»;

2º - Apelar a todas as organizações e militantes do Partido para, pela divulgação das suas conclusões e pela acção de mobilização e esclarecimento junto dos trabalhadores e do povo português, transformarem as propostas e orientações resultantes da Conferência Nacional num factor de exigência de uma nova política e de afirmação de confiança num Portugal de progresso, de justiça social, desenvolvido e soberano.
    
Seixal, 25 de Novembro de 2007
A Conferência Nacional

    

Aprovada com uma abstenção

   

In Conferência Nacional sobre Questões Económicas e Sociais  

    

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publicado por António Vilarigues às 17:35
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Outro rumo Nova política

    O PCP promoveu nos dias 24 e 25 (sábado e domingo), no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha – Seixal, uma Conferência Nacional sobre Questões Económicas e Sociais, que configura uma das mais importantes iniciativas de reflexão e proposta sobre os problemas económicos e sociais de Portugal, realizada nas últimas décadas.

Presentes 1 250 delegados eleitos em reuniões realizadas por todo o país.

Iniciamos aqui uma série de posts dedicados, quer às intervenções, quer às conclusões saídas dessa Conferência.

   

In Conferência Nacional sobre Questões Económicas e Sociais

  

 

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Penalva do Castelo luta para diminuir taxas de abandono escolar

 Texto deAna Filipa Rodrigues

 

    Com a publicação do ranking das escolas secundárias, a Escola EB 2,3 /S de Penalva do Castelo assumiu um papel de relevo, mas pela negativa, uma vez que foi classificada como a pior do distrito.

Situações pontuais e implementação de objectivos para diminuição do abandono escolar, um espírito que segundo a directora da escola, Maria Isabel Serra, colide com a elaboração do ranking, são alguns dos motivos identificados pelos responsáveis.

Dos 61 alunos que frequentaram o 12.º ano, 59 foram a exame, e só um chumbou devido à não obtenção de notas satisfatórias. “Há escolas em que o seu objectivo de trabalho é preparar e seleccionar alunos para exame. Nós trabalhamos para todos os alunos, não queremos obter melhores resultados à custa de deixar alunos para trás”, explica Maria Isabel Serra, dando o exemplo dos dois alunos que não foram a exame e que optaram por abandonar a escola. Uma situação que preocupa a directora, uma vez que pode conduzir os jovens a um emprego precário ou à marginalidade.

Na única escola secundária do concelho, e que por isso “assume mais responsabilidades”, os professores prometem analisar os resultados do ranking, mas, preferem continuar a trabalhar para aumentar a taxa de sucesso escolar e preparar os alunos para o prosseguimento de estudos. Objectivos que obrigam os docentes a trabalhar a três níveis dentro da mesma sala de aula: “ao nível dos alunos que podem ter um sucesso escolar maior, ao nível médio e ao nível daqueles alunos que não chegariam sequer a exame e abandonariam a escola”.

Para a responsável, num concelho como o de Penalva do Castelo, os resultados reflectem a “falta de cultura de exigência” e acabam por ser a “devolução ao trabalho das famílias”. “Os alunos têm cada vez menos regras, têm mais dificuldades de leitura, mais dificuldades de compreensão e raciocínio lógico. Nas famílias, os alunos não estão habituados à noção de esforço, nem à dedicação ao trabalho”.

Envolver os encarregados de educação será um dos desafios do próximo ano. O corpo docente quer que os pais percebam a importância de, por exemplo, os filhos frequentarem o reforço curricular às disciplinas de exame.

Contudo, os maus resultados obtidos não podem ser apenas explicados pelo contexto sócio cultural e económico do agregado familiar, pois a escola ficou, também, classificada nas 10 piores à disciplina de Geografia e Economia, o que empurrou ainda mais Penalva do Castelo para a cauda do ranking. Maria Isabel Serra reconhece que houve problemas com os docentes das duas disciplinas. “A disciplina de Economia foi entregue a uma professora que trabalhava muito mas era a primeira vez que estava perante um programa do ensino secundário de exame nacional. Na disciplina de geografia, o professor colocado tinha graves problemas de saúde e teve de ser substituído. No total tivemos quatro professores a Geografia”, afirma a directora.

Num documento aprovado, em reunião de conselho, os responsáveis estipularam novas estratégias de apoio e motivação.

(sublinhados meus)

                            

 

Escola EB 2,3 de Penalva do Castelo (Penalva do Castelo)

Disciplina

Média

Nota
Máxima

Nota
Mínima

Português (639)

11,3

17,5

6,5

Matemática (635)

6,2

15,5

0,6

Biologia e Geologia (702)

7,4

13,9

3,1

Física e Química A (715)

4,7

13,2

0,8

Geografia (719)

7,2

9,7

4,9

História (623)

-

-

-

Matemática Ciên. Sociais (835)

-

-

-

Economia / Intr. Eco. (712)

6,8

11,8

2,9

   

      

In "Jornal do Centro" - Edição de 23 de Novembro de 2007

    

Ver a minha opinião sobre os rankings das escolas Aqui

    

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publicado por António Vilarigues às 15:49
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