Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Portugal e a crise económica internacional

   1. Os recentes desenvolvimentos da situação financeira internacional confirmam as preocupações e alertas que o PCP tem manifestado desde o passado mês de Agosto. Na verdade, a crise do crédito hipotecário de alto risco nos EUA não foi mais do que um sintoma de uma crise muito mais grave e profunda que afecta todo o sistema financeiro mundial, com consequências ainda hoje incalculáveis sobre as economias de todo o mundo, incluindo o nosso país.

Para o PCP, à medida que vão sendo conhecidos os resultados económicos do último trimestre de 2007, quer dos grandes grupos financeiros, quer de empresas mundiais de referência, bem como é tornada pública a grande instabilidade no conjunto das bolsas de valores, aumenta a convicção de que a economia norte-americana enfrenta uma grave crise e de que as outras economias mundiais, entre as quais as europeias, apresentam já sintomas de um forte abrandamento no crescimento económico como se comprova pelas revisões em baixa do crescimento económico para 2008 nas economias alemã e espanhola.

O PCP considera que a crise, que teve o seu epicentro no sistema financeiro norte-americano e teve como detonador a especulação sobre o imobiliário, é expressão da crise sistémica do capitalismo assente na crescente especulação financeira desligada da economia real, e também, na desvalorização dos salários das massas trabalhadoras acompanhada pela imposição do recurso ao crédito bancário, quer para a aquisição de bens imóveis, quer para o próprio consumo. Para o PCP, esta é mais uma crise de sobreprodução em relação ao fraco poder aquisitivo das massas populares, em que a solução miraculosa encontrada - facilitação do crédito bancário - parece estar a desmoronar-se com esta crise profunda do sistema financeiro mundial.

2. O PCP chama à atenção para a atitude irresponsável do Governo PS que persiste numa linha de ocultação e subestimação - confirmada pelas previsões absolutamente irrealistas sobre o crescimento económico nacional - do real significado desta crise e das suas repercussões para o nosso país, sobretudo se considerarmos a crescente vulnerabilidade da nossa economia, fruto de sucessivos anos de políticas de direita e que correspondem, elas mesmas, à mesma matriz e orientações que estão na origem da actual crise.

Para uma economia como a portuguesa, exposta, vulnerável, desprotegida e dependente de um punhado de países capitalistas, a crise financeira actual terá inevitavelmente um forte impacto negativo. Mas seria um erro considerar-se que o Governo português nada tem a ver com esta situação. A estagnação do crescimento económico, as quebras no investimento público e privado, a crescente financeirização da nossa economia em detrimento da defesa do aparelho produtivo, a obsessão em torno do déficit das contas públicas, a submissão face às orientações da União Europeia, são elementos estruturantes de uma política de total fracasso na resolução dos problemas do país e que face a esta crise tendem a ser ampliados.

3. O Governo PS, quer no quadro da presidência portuguesa da União Europeia que recentemente protagonizou, quer no âmbito das suas relações internacionais, nada fez senão procurar ocultar a realidade e alinhar com os grandes interesses económicos e financeiros como facilmente se comprova pelo conjunto de previsões realizadas sobre o crescimento económico no nosso país (claramente acima da realidade) e na permanente atitude de subserviência e subalternização das necessidades do país e do Povo português face à insaciável gula do grande capital.

Subserviência do Governo PS confirmada pelo silêncio comprometido face ao recente encontro entre os chefes de governo da Alemanha, Reino Unido, França e Itália que, confirmando os alertas do PCP sobre as consequências do novo tratado da União Europeia, se constituem como efectivo directório das grandes potências e dos grandes interesses económicos, procurando defender os seus interesses à margem e em conflito com as necessidades dos restantes 23 países da UE.

4. O PCP considera inaceitável que mais uma vez sejam os trabalhadores, os reformados e as populações a pagar os custos da actual crise financeira - como o Governo PS se prepara para fazer - deixando uma vez mais de fora aqueles que são os verdadeiros responsáveis e beneficiários da política de especulativa e de financeirização da nossa economia em que o país mergulhou, ou seja, os grandes grupos económicos e o capital financeiro.

Face a esta situação o PCP tomou a iniciativa de chamar o Ministro das Finanças e o Governador do Banco de Portugal à Comissão de Orçamento e Finanças, audição essa que se realizou no passado dia 18 de Janeiro, onde se reafirmou a exigência de políticas e medidas de combate à recessão designadamente: o abandono da obsessão em torno do déficit das contas públicas, a promoção do investimento público, o apoio à produção nacional em oposição à crescente financeirização da economia, a diversificação dos mercados externos, uma mais justa repartição do rendimento e o questionamento do papel do Banco Central Europeu. Medidas que o Governo PS persiste em contrariar aumentando assim os riscos dos impactos negativos desta crise nas condições de vida do povo português.

5. Antecipando possíveis manobras por parte do Governo PS para, a pretexto da actual situação internacional, impor novos sacrifícios aos trabalhadores e ao Povo, persistindo e agravando uma política cujo fracasso é medido nas crescentes injustiças e desigualdades sociais, na estagnação económica, na crescente dependência externa, no aumento do desemprego, da pobreza e da exclusão social, o PCP chama a atenção para a necessidade de um outro rumo e uma nova política que, como o PCP sublinhou na sua Conferência Nacional sobre as questões económicas e sociais, assuma a ruptura com as políticas de direita.

           

In Nota da Comissão Política do Comité Central do PCP

                    

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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

A MEDALHA FICOU ORFÃ

  Salvaguardadas as devidas proporções históricas, a caricata cena de “beija-mão” protagonizada pela Câmara de S. Pedro de Sul em relação ao Ministro da Saúde, assemelha-se pelo ridículo ao juramento de fidelidade da “brigada do reumático” perante Caetano. O ministro caiu poucos dias depois da cena de vassalagem e servilismo do executivo sampedrense, o ditador foi-se passado um mês com o 25 de Abril.
Vendo pelas ruas da amargura o seu prestígio local de autarca, o Presidente da Câmara de S. Pedro do Sul, com o sentido de oportunidade que se lhe reconhece, quis chamar a si o mérito pelo hipotético recuo do ministro quanto ao SAP. Tirou para o efeito da cartola mais um dos seus já famosos números de magia política, aproveitando bem as hesitações e contradições geradas no PS pelo encerramento nocturno do SAP de S. Pedro de Sul. Com base numa mera promessa do Ministro quanto à futura instalação no Concelho do Serviço de Urgência Básico (SUB), fez aprovar por unanimidade em reunião do Executivo a atribuição ao Ministro da medalha de ouro do município, dando disso conta aos munícipes, em carta colorida paga pelo erário público.
Para justificar a atribuição do galardão não poupou nos encómios, afirmando de certeza certa que o povo de S. Pedro do Sul ficaria eternamente grato ao ministro pela decisão. Que decisão? A única que o povo conhece é a do encerramento nocturno do SAP. A medalha era para agradecer este atentado à qualidade dos cuidados de saúde prestados à população? E o SUB não esteve desde sempre previsto no Relatório da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação da Rede de Urgência Geral e não foi Correia de Campos como ministro que encerrou o SAP no período nocturno antes de instalar o SUB? E o novo Centro de Saúde … quem o retirou do PIDDAC, não foi este Ministro e este Governo?  Que feito extraordinário justifica então a “medalha de ouro”?
Apenas o oportunismo bacoco do Presidente da Câmara secundado pela obsequiante e subserviente vereação do PSD/PS, que não olham a meios para esconder do povo o atoleiro em que mergulharam as finanças do município.
Esta tentativa de dar mérito a um ministro e uma política desacreditados pelo protesto das populações, não se importando para isso de atraiçoar a luta de concelhos vizinhos, mostra bem o carácter demagógico e arrivista de quem o promove.
Como sempre a vida, na sua imensa sabedoria, encarregou-se de pôr as coisas no seu devido lugar. A demissão do Ministro deixou assim “órfãos” os medalhísticos vereadores, agora a braços com falta de cachaço onde dependurar a medalha.
N.B. – E como é que uma Câmara a quem ninguém fia um prego ia arranjar dinheiro para comprar a medalha de ouro?

30 de Janeiro 2008
In
Comissão Inter-Concelhia de Lafões do Partido Comunista Português

                    
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Sábado, 2 de Fevereiro de 2008

Benfica 0-0 Nacional

    SLB, SLB,SLB, GLORIOSO SLB

       

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ENCONTRO CDU DISTRITO DE VISEU

    Com vista ao aprofundamento da intervenção autárquica da CDU no distrito, à discussão dos problemas concretos de cada Freguesia e Concelho, à troca de experiências e à melhoria da ligação e apoio aos eleitos, tem lugar hoje o Encontro Distrital CDU em Armamar.

Em matéria de poder autárquico o Distrito de Viseu é o de maior hegemonia do PSD no país, ao deter aqui 20 das 24 presidências de Câmara, presidindo o PS às outras quatro: Cinfães, Resende e Tarouca, a Norte, e Mortágua, no Sul do Distrito.
Contudo, a gestão de ambos os partidos nas Câmaras e Juntas de Freguesia, caracteriza-se por um presidencialismo excessivo, associado à pouca participação cívica e intervenção democrática das populações, na definição das políticas de desenvolvimento local.
Como se tem verificado em inúmeros concelhos, o oportunismo de muitos presidentes em relação ao poder político central de turno, leva-os a desprezar o poder da população na reivindicação e apoio a medidas tendentes à melhoria da sua condição de vida. E, não poucas vezes, mesmo a desmobilizar, por obediência partidária ou jogo de interesses, até a organização informal dos cidadãos em torno de reivindicações concretas, como a defesa das escolas no espaço rural e a manutenção do atendimento nocturno nos SAP’s.
A CDU tem no Distrito de Viseu uma representação em número de eleitos nas autarquias locais que não corresponde à real influência social e política que detém junto das populações.
Nas Eleições Autárquicas de 2005 no Distrito de Viseu, a CDU concorreu a 116 Assembleias de Freguesia e à totalidade das 24 Assembleias Municipais e 24 Câmaras Municipais, num total de 164 listas, em que participaram mais de 1.400 candidatos. Foi um crescimento significativo no número de listas, relativamente a 2001, em que a CDU concorreu a 80 Freguesias e 24 Câmaras e Assembleias.
A CDU obteve, para as Assembleias Municipais, um total de 5995 votos (2,54%) em comparação com os 4930 (2,12%) nas Eleições Autárquicas de 2001.
Este avanço tornou-se possível com o grande empenhamento e dinâmica do PCP e de muitos activistas da CDU, comprovando assim que há condições para implantar muito mais profundamente no distrito os ideais e o projecto da CDU.
O número de listas, bem como a melhoria na sua composição e proximidade às populações, aos seus problemas e anseios, a prestação de contas dos eleitos do anterior mandato e a apresentação de programas eleitorais progressistas e credíveis contribuíram para um avanço positivo nos resultados em todos os Concelhos do Distrito. A CDU passou a ter mais eleitos nas Assembleias de Freguesia – 22 eleitos em 11 Freguesias – e 3 eleitos em Assembleias Municipais, 2 em Armamar e 1 em Lamego.
Estes resultados permitiram, desde logo, preparar e realizar um Encontro Distrital de Eleitos e activistas da CDU em Avões no Concelho de Lamego, no dia 10 de Dezembro de 2005, onde foi discutido o projecto autárquico da CDU e a sua concretização no distrito nestes 4 anos.
Em geral, o trabalho dos eleitos autárquicos da CDU é apreciado e reconhecido pelas populações, merecendo mesmo em certos casos destaque nacional. Como foi o caso dos eleitos da CDU em Real, Penalva do Castelo, que editam um Boletim mensal de informação à população e intervêm de forma qualificada em torno dos problemas da sua aldeia, dentro e fora da Assembleia de Freguesia.
Ou como foi o caso da Junta de Freguesia de Vouzela, no anterior mandato, de que a gestão autárquica CDU saiu prestigiada pela sua democraticidade, honestidade e competência no trabalho autárquico. A perda desta Junta, nas eleições de Dezembro de
2005, resultou do reaparecimento político do PS na autarquia e das divisões na área democrática por razões estranhas à CDU.
Também o exemplo dos nossos eleitos em Guardão, no Caramulo e em Calde, no apoio e dinamização das lutas locais demonstra bem a importância de exercer o mandato em permanente ligação com as aspirações mais sentidas dos eleitores.
Se dúvidas houvesse de que os executivos monocolor não servem os interesses da população, basta pôr os olhos no que se passa em Armamar, onde o PSD detém a totalidade dos 5 vereadores e a gestão da Câmara é ruinosa, à beira da falência efectiva. No interesse das populações, da transparência democrática, do pluralismo e do aprofundamento da democracia política, os executivos municipais devem continuar a ser eleitos pelo método proporcional.
Em Armamar a CDU é a 2ª força autárquica, considerando os resultados das Assembleias de Freguesia, e os nossos eleitos gozam de um grande prestígio junto da população. Assim, para a obtenção de um resultado histórico da CDU neste Concelho – a eleição de Vereadores e a maioria em Juntas de Freguesia –, o caminho é aproximar ainda mais os eleitos CDU dos eleitores, intervir mais em defesa das suas legitimas aspirações e trazer para o conhecimento geral o trabalho de grande qualidade desenvolvido nas Assembleias de Freguesia e na Assembleia Municipal. A edição regular do Boletim CDU e o Sítio na Internet têm sido veículos importantes na divulgação das posições da CDU.
Os eleitos e activistas autárquicos do PCP, no quadro da CDU, continuarão a intervir por Planos Directores Municipais (PDM’s), Planos de Desenvolvimento Estratégico e Planos de Pormenor, sustentados democraticamente e conformes aos interesses e direitos das populações, entendidos e implementados como instrumentos fundamentais duma correcta gestão dos solos e do desenvolvimento das aldeias, vilas e cidades do distrito. A necessária celeridade na sua elaboração não deve ser ditada pela pressão dos grandes interesses imobiliários para a desclassificação indiscriminada de solos da RAN e REN para a construção.
Provado ficou que a discriminação negativa e continuada de que as regiões do interior historicamente têm sido vitimas não se resolveu com a mascarada das Grandes Áreas Metropolitanas (GAM), ou Comunidades Urbanas (CU) impostas pelo anterior Governo PSD/CDS. A Regionalização, conforme comanda a Constituição é que deve ser efectivada para assegurar a passagem de poder efectivo de decisão para as mãos de órgãos democraticamente eleitos e representativos.
A CDU e PCP continuarão a exigir e a intervir, em concreto, na defesa da instituição das Regiões Administrativas, para que as futuras Assembleia e Junta Regional que integrem o distrito de Viseu exerçam democraticamente e em proximidade com as populações, as importantíssimas atribuições de planificação, direcção de serviços públicos e coordenação e apoio à acção dos municípios, que estão previstas na Lei fundamental. E que constituem um instrumento indispensável ao desenvolvimento regional e a alternativa efectiva ao centralismo e clientelismo dos sucessivos Governos, nesta matéria.

Assim, para o distrito de Viseu, a CDU propõe:
  • A defesa intransigente dos recursos naturais como bens públicos e a oposição firme a qualquer processo de privatização da água;
  • A construção de uma rede de ETAR’s que permita salvaguardar a qualidade dos recursos hídricos existentes e a completa despoluição de cursos de água;
  • A tomada de medidas para reparar os graves erros ambientais cometidos, ou no mínimo delimitar os seus efeitos perniciosos;
  • A valorização e a protecção da floresta, salvaguardando os direitos e aspirações das populações que com ela convivem;
  •  A criação de novas áreas protegidas, nomeadamente nas regiões serranas da Freita/Arada, do Montemuro e do Caramulo e nos vales de rios como o Paiva, o Vouga ou o Bestança, com uma correcta dotação de meios e, sempre, com a participação activa das populações em todo o processo;
  • A extensão do saneamento básico a todos os concelhos e freguesias do distrito;
  • Uma política urbana que valorize os recursos naturais e os espaços verdes, criando novos espaços verdes, protegendo os existentes e visando o seu usufruto efectivo pelas populações;
  • Uma política de transportes e acessibilidades que favoreça os transportes públicos e os transportes não poluentes (nomeadamente o ferroviário);
  • Uma política activa de educação ambiental junto da população em geral e, sobretudo, junto das camadas jovens.
               
COMISSÃO DISTRITAL DE APOIO AO TRABALHO AUTÁRQUICO
                  
Comissão Distrital de Apoio aos eleitos da CDU nos órgãos autárquicos e ao trabalho autárquico do distrito: João Abreu, Avelino Mesquita, António Vilarigues, Baltazar Almeida, António Lareiro, Pedro Pina Nóbrega e Mário Lobo.
                    
Armamar 27 de Janeiro de 2008
            
In Documento Base Encontro CDU do Distrito de Viseu
            
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

Estudo - Quais os concelhos com melhor qualidade de vida?

    Os concelhos de Lisboa e Albufeira são os que têm melhor qualidade de vida no país, de acordo com um índice elaborado pela Universidade da Beira Interior.
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social (ODES) daquela universidade, coloca nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, no Norte e Centro do país.
Lisboa lidera a tabela com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 205,07 pontos enquanto Sabugal (Guarda) ocupa a última posição (278ª) com um IQV de 5,29.
Da análise do ranking, e começando pelo topo, é de realçar a posição dos municípios de área da Grande Lisboa e os do Algarve, que ocupam, no seu conjunto, 14 das primeiras 20 posições da lista ordenada.
Os primeiros 20 classificados por IQV: Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; São João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.
Os últimos 20 classificados por IQV: Murça 32,55; Figueira de Castelo Rodrigo 31,71; Penedono 30,35; Idanha-a-Nova 30,16; Mondim de Basto 28,97; Cinfães 28,42; Vila Flor 27,98; Carrazeda de Ansiães 27,46; Valpaços 26,56; Vila Nova de Foz Côa 25,09; Alcoutim 23,56; Penamacor 21,89; Boticas 19,34; Terras de Bouro 18,33; Aguiar da Beira 14,97; Penalva do Castelo 14,43; Pampilhosa da Serra 13,69; Resende 12,72; Vinhais 5,32; Sabugal 5,29.
O índice baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística sobre o qual foi aplicada "uma metodologia original e inovadora", segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e responsável pelo ODES, autor do trabalho juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório.
O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição”, explica.
Através de “técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial”, o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
(sublinhados meus)
             
Sobre o nosso concelho de Penalva do Castelo mais uma vez estamos conversados...
            

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