Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Uma falsa notícia

    O senhor José Assis, vereador socialista na Câmara Municipal do Seixal, fala do que não sabe com o costumeiro atrevimento da ignorância. E pelos vistos tem um «submarino» infiltrado no PCP. A lista dos convidados da Festa do «Avante!» 2008 só será conhecida, na melhor das hipóteses, dentro de um mês. Mas José Assis já a conhece...

Acresce que a ignorância sobre a história da Colômbia em geral e sobre as FARC em particular é quase total. Sabia, por exemplo, que as FARC só passaram a  ser consideradas "terroristas" em 2001? (ler AQUI).

Mas como não quero que fique na ignorância aqui fica um link para 32 (trinta e dois) artigos editados sobre a Colômbia neste blog.

                         

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publicado por António Vilarigues às 18:39
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No Penalva o objectivo é a manutenção

Texto de Gil Peres

        O Sport Clube Penalva do Castelo prepara a nova época sem grandes sobressaltos.
Mantem-se no clube a estabilidade ao nível da equipa técnica, liderada por Carlos Agostinho, com Paulo Correia como adjunto e preparador físico, estando também garantida a "espinha dorsal" da equipa que na época passada, que alcançou o feito de disputar a fase da Promoção, tendo garantido a manutenção na II Divisão Nacional. Deverá, tudo indica nesse sentido, ser mesmo a única formação do distrito que vai em 2008/2009, competir nessa divisão (falta a homologação dos campeonatos para saber se o Nelas desce, ou não, à III divisão).
Mesmo tendo perdido João Aurélio, promissor jogador que despontou no Penalva, e que lhe valeu a chamada à selecção sub-20, e um contrato com o Nacional da Madeira da I Liga, o Penalva conseguiu manter os principais jogadores, tendo já reforçado o plantel com um misto de experiência e juventude, precavendo um campeonato que, na última época, mostrou que pode ser ingrato e penalizar os mais "distraídos".
Além de João Aurélio, são saídas confirmadas, as de Tó, Sanussi, Ruben, Alex, Sérgio, Marco e Leandro, tendo a equipa sido reforçada com nove jogadores, aos quais se juntam ainda mais dois ex-juniores. "São 12 jogadores sub-21 anos no plantel", adianta o técnico Carlos Agostinho, consciente que vai ter muito que trabalhar. A inexperiência é condicionante numa equipa de futebol, mas o Penalva soube também reforçar-se com jogadores que, pela experiência que têm, podem equilibrar a equipa. Rodrigo e Élio, ex-Sátão, ou o internacional camaronês Beaud, contratado ao Académico de Viseu, são jogadores com algum traquejo no futebol.
Quanto a objectivos, Carlos Agostinho não tem dúvidas: "Manutenção e nada mais, até porque, mais uma vez, vamos reduzir o orçamento do clube".
PENALVA DO CASTELO 2008/2009

Guarda-redes: Nuno, Bruno (ex-junior), Nuno Morais (ex-Ginásio Figueirense),
Defesas: Gamarra, Rogério, Vítor Hugo, Carvalinho, Joanico (ex-Académica de Coimbra) e Élio (ex-Sátão),
Médios: Pote, Penetra, Egipto, Tomé, Beaud (ex- Ac. Viseu), Mário Pedro (ex-Social Lamas), Gonçalo (ex-Nacional da Madeira), Bruno (ex-Repesenses), e Pemji (ex-junior)
Avançados: Paulo Listra, Tó-Jó, Belo, André Barra (ex-Ac. Viseu) e Rodrigo (ex-Sátão)
                  

In "Jornal do Centro" - Edição de 27 de Junho de 2008

                                    

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publicado por António Vilarigues às 18:37
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Pensamento de 30 de Junho de 2008

    Ao contrário do que o Governo afirma o País está mais vulnerável e pior preparado para enfrenta a crise financeira internacional. Praticou uma política que travou o investimento público, diminuiu o poder aquisitivo do povo, promoveu a financeirização da economia com a liquidação da actividade produtiva nacional, concentrou a riqueza e fez do controlo orçamental a primeira e principal prioridade em detrimento do crescimento económico e do emprego!

                                                                              

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publicado por António Vilarigues às 15:56
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Hino de Caxias

                                                                                   

"Esta música, cuja letra e música é da autoria colectiva dos presos políticos em Caxias é um dos hinos da Resistência ao fascismo, aqui cantada numa Festa Comício do PCP em 1977".

                           

                                                                                                

Para ver e ouvir o «Hino de Caxias» clicar AQUI      

                                                                                                 

 

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publicado por António Vilarigues às 12:03
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Dar de mamar é não trabalhar

    1. Não, não se trata de uma nova palavra de ordem. Antes fosse. É a constatação de um facto. Há em Portugal, no distrito de Viseu, em S. Pedro do Sul, em pleno século XXI, uma empresa que descrimina em termos laborais as mães que amamentam os seus filhos. A Administração da Termalistur nas entrevistas para selecção de pessoal quando se trata de mulheres confronta-as com a seguinte pergunta: “estão a alimentar algum filho com leite materno?”. Em caso afirmativo são-lhes colocadas duas alternativas: uma desistir da candidatura ao emprego, outra aceitar. Mas neste caso são chantageadas para prescindir das horas a que por lei têm direito para amamentar os seus bebés. Estamos perante um acto de inqualificável discriminação social e de género. E perante um atentado brutal contra as leis do trabalho.
Refira-se que a Termalistur é uma empresa municipal e que tem por finalidade assegurar a gestão das Termas de S. Pedro do Sul. Mas a administração não se fica por esta atitude retrógrada e desumana. Ainda tem o descaramento de ameaçar com a não renovação do contrato as mulheres que ousem denunciar publicamente este escândalo.
Já assistimos a um banco, o Banco Comercial Português, que durante anos a fio praticamente não aceitava mulheres nos seus quadros. Fazia-o ao arrepio da Constituição da República e em confronto com a legislação laboral. E com toda a impunidade já que a lei é mais igual para uns do que para outros. E só deixou de agir assim, não por qualquer decisão do poder judicial, mas por ter adquirido o Banco Português do Atlântico. O argumento, ao que se dizia baseado em «estudos científicos», era, ainda e sempre, a dita «produtividade». Ao que parece as mulheres bancárias seriam tendencialmente menos produtivas do que os homens.
Já tivemos, e temos, as diferenças salariais no mesmo trabalho. O controle das idas à casa de banho. As descriminações pela maternidade, etc., etc., etc.
Agora aqui em Viseu temos mais uma «originalidade»: um acto de prepotência, que põe em causa a própria protecção da família. Quando Portugal atinge o mais alto nível de desemprego de sempre, fácil é perceber que algumas mães lactantes se vêem compelidas a aceitar a chantagem da administração. Mesmo sendo forçadas a abdicar de dar aos seus filhos o leite materno e os momentos de ternura e carinho que esse gesto natural proporciona.
2. Uma delegação do PCP, dirigida por Jerónimo de Sousa, visitou o Brasil entre os dias 9 e 13 de Junho. Uma importante visita marcada por uma intensa agenda de contactos no plano partidário – com reuniões ao mais alto nível com o PC do Brasil, com alguns dos mais importantes partidos que compõem hoje a base de sustentação do Governo presidido por Lula da Silva (nomeadamente com o Partido dos Trabalhadores) e com o PC Brasileiro. E também no plano das Instituições de Estado – com a realização de encontros com altas figuras do Estado brasileiro como o Vice-Presidente da República, o Presidente da Câmara de Deputados e o Presidente do Senado Federal, entre vários outros membros do Governo, da Presidência da República e da Câmara de Deputados do Brasil. Uma visita que também não esqueceu a comunidade portuguesa residente no Brasil com a deslocação à Casa de Portugal em São Paulo e a recepção pelo Conselho das Comunidades Portuguesas.
Uma visita completa do ponto de vista político, institucional e cultural. Uma visita importante para o PCP e as suas relações internacionais. Mas uma visita também importante para o nosso País e para as relações entre os povos do Brasil e de Portugal. O silenciamento escandaloso a que foi votada pela comunicação social portuguesa só pode ser explicado pelo anticomunismo mais primário.

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação
                                    

In jornal "Público" - Edição de 27 de Junho de 2008

                                                                                                                  

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publicado por António Vilarigues às 00:03
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Domingo, 29 de Junho de 2008

Pensamento de 29 de Junho de 2008

    Silenciar Lénine é silenciar a revolução socialista, a grande e histórica realização da Revolução de Outubro e o poderoso e determinante impulso que a revolução socialista e a teoria revolucionária deram à luta emancipadora dos trabalhadores e dos povos de todo o mundo ao longo do século XX.

                                                                       

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publicado por António Vilarigues às 16:07
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A igreja católica irlandesa podia ter feito mais na campanha do referendo...

    Sem comentários...

Cavaco diz que igreja católica na Irlanda devia ter apoiado Tratado de Lisboa

Tratado da UE debatido entre o Papa e Cavaco Silva

"Cavaco Silva espera que a Irlanda volte a referendar o Tratado de Lisboa e que a Igreja Católica ajude a reverter o «não» dos irlandeses".
   

Artigo 7.º
(Relações internacionais)


1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

(...)

Constituição da República Portuguesa (Sétima revisão constitucional - 2005) Princípios fundamentais (artigos 1.º ao 11.º)

                                                   

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, conhece a Constituição da República que jurou defender e respeitar?

                                                      

Adenda às 19h20m:

 

Artigo 127.º
(Posse e juramento)

(...)
3. No acto de posse o Presidente da República eleito prestará a seguinte declaração de compromisso: Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.
(...)
Constituição da República Portuguesa (Sétima revisão constitucional - 2005) Capítulo I - Estatuto e eleição (artigos 120.º ao 132.º)

                                                                                 

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publicado por António Vilarigues às 12:25
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A Soberania Alimentar

    A realidade impõe cada vez mais a defesa a produção nacional e a garantia da soberania alimentar. Foi esta a conclusão da «Conversa da Treta» da edição de 30 de Maio. Mas como?
Com uma outra política para a agricultura nacional. Política que realize uma profunda avaliação da situação agrícola. Que promova uma ruptura com a actual Política Agrícola Comum (PAC) e com as imposições da União Europeia (U.E.) para a agricultura.
No imediato, em primeiro lugar, é essencial tomar medidas que tenham como objectivos garantir a soberania alimentar com o direito a produzir. Bem como a definição de uma nova política agrícola e alimentar nacional, de acordo com as potencialidades agrológicas e as necessidades do País.
Em segundo lugar, é indispensável assegurar a elevação dos rendimentos dos agricultores. O que passa pela defesa do emprego e melhores salários dos trabalhadores agrícolas. E pela preservação do tecido social agrícola, assente numa forte rede de explorações agrícolas familiares.
Depois, é necessário assegurar a coesão económica e social, travando o agravamento das assimetrias regionais, a desertificação e perda de actividade agrícola de muitas áreas agro-rurais.
Finalmente, é necessário proporcionar a segurança alimentar com uma produção agrícola e pecuária (e processos de conservação e transformação) que assegure produtos de qualidade.
Nada disto foi tido em conta na recente proposta legislativa da Comissão Europeia (CE) sobre o "Estado de Saúde" da PAC. Proposta essa que revela uma total insensibilidade social e maltrata a agricultura familiar, os pequenos agricultores.
Face à escalada no aumento dos preços que se tem verificado nos últimos meses, ao abandono da terra e ao desaparecimento de muitos milhares de explorações agrícolas a CE, em vez de inverter o caminho perseguido pelas últimas reformas da PAC, antes o acentua.
É particularmente grave que, no actual contexto, se proceda à supressão total dos pagamentos associados à produção ainda existentes (com excepção apenas das vacas em aleitamento, dos caprinos e ovinos), transferindo-os para o regime de pagamento único.
Isto ao mesmo tempo que avança no desmantelamento progressivo de organizações comuns de mercado importantes como do vinho, do açúcar, das frutas e hortaliças, do tabaco, da banana. Bem como o desmantelamento do sistema de quotas leiteiras até 2015, a supressão da intervenção (trigo duro, arroz e a carne de suíno), fomentando ainda mais o abandono da terra e da actividade agrícola.
De igual forma, mantém o incentivo ao absentismo e a distribuição injusta dos subsídios entre produtores, produtos e países. Acelerando assim o processo de concentração da produção em alguns países e regiões. Acelerando a especulação sobre o mercado das terras agrícolas e a actividade especulativa sobre os géneros alimentícios. Acelerando a formação de cartéis pelas indústrias alimentares e de distribuição. Acelerando a promoção do modelo da «agricultura intensiva» e «competitiva», com consequências negativas para a soberania e segurança alimentares.
Esta proposta da Comissão não tem em conta, e era necessário ter, que a agricultura e os sistemas de produção agrícola são muito diversificados no conjunto dos países da União Europeia.
É necessário uma outra política agrícola que tenha como princípio o direito à soberania e segurança alimentares de cada país e a resolução dos estrangulamentos que têm levado ao abandono da produção pelos pequenos e médios agricultores.
                                                     

In "Jornal do Centro" - Edição de 27 de Junho de 2008

                                                                      

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Sábado, 28 de Junho de 2008

GNR procurava material roubado mas encontrou explosivos e droga

    O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Mangualde realizou uma busca domiciliária na aldeia de Casal Diz, em Penalva do Castelo, e apreendeu 40 doses de liamba, 73 metros de rastilho e duas velas e meia de explosivos.
A operação foi realizada devido a fortes suspeitas de que o proprietário da habitação estaria ligado a um furto ocorrido na localidade. Embora não se viesse a confirmar a existência de material roubado na casa, os militares acabaram por encontrar diverso material explosivo. A busca realizou-se um dia depois de mais um assalto. Desta vez, o alvo foi um café, de onde levaram cerca de 100 euros e diverso tabaco, entre outros artigos. Mas o principal problema foram mesmo os estragos provocados. Os assaltantes entraram por uma casa-de-banho, que ficou bastante destruída, e ainda deixaram a água a correr quando saíram.
Os militares continuam agora em busca dos responsáveis pelos assaltos e falta saber a que se destinava o material explosivo que se encontrava na habitação.

Furtos são feitos por pessoas de fora


O tema foi ontem amplamente falado na localidade, embora os moradores prefiram fazê-lo de forma mais reservada. Ainda assim, a busca domiciliária provocou grande surpresa entre os vizinhos, que nunca pensaram que ali fosse encontrado aquele tipo de material, e também o estupefaciente.
Relativamente aos furtos, muitos falam de um sentimento de falta de segurança e já chegaram, inclusivamente, a ser levados animais domésticos, como galinhas, patos e coelhos. "A preocupação é muita", refere um habitante.
O tipo de produtos que são levados faz a comunidade desconfiar de que "são pessoas de fora que perpetram os furtos", movidas , sobretudo, pela pobreza, que afecta muito a região.

                         

In jornal "Diário de Viseu" - Edição de 26 de Junho de 2008

                                

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Pensamento de 28 de Junho de 2008

    Os sectores produtivos e os pequenos e médias empresas foram duramente penalizados pelos efeitos da excessiva valorização do euro, dos custos agravados dos combustíveis, da energia e do crédito. Sucedem-se as falências, agora a um ritmo mais elevado.

                                               

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publicado por António Vilarigues às 16:03
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