Terça-feira, 3 de Junho de 2008

O actual concelho de Mangualde nas Memórias Paroquiais (1732-1758)

    Foi apresentado o livro “O actual concelho de Mangualde nas Memórias Paroquiais (1732-1758)" editado pela Associação Cultural Azurara da Beira. A apresentação esteve a cargo do Dr. João Carlos Alves, licenciado em História e presidente do Agrupamento de Escolas Ana de Castro Osório. Esta obra da autoria de Pedro Pina Nóbrega, constitui um trabalho de investigação histórica sobre um dos fundos documentais mais importantes para a história local: “As Memórias Paroquiais”. Numa primeira parte o autor analisa os dados referentes a diversos aspectos sócio-económicos, tais como a organização civil, judicial e religiosa, a demografia, as igrejas, capelas e irmandades, a agricultura e o comércio, as vias de comunicação, os varões ilustres e antiguidades, as serras e os rios. Nesta mesma parte, o autor não se limita a fazer uma súmula dos dados sobre cada aspecto mas elabora uma revisão dos mesmos contrapondo-os com a realidade actual. Numa segunda parte são transcritas todas as memórias paroquiais do actual concelho de Mangualde, escritas pelos párocos de então e que hoje se encontram depositadas no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa. A importância desta obra reside no facto de ela nos proporcionar uma visão alargada do que seria o actual concelho de Mangualde em 1758, segundo a informação daqueles que estavam mais próximo das populações, os párocos.

A Obra poderá ser já adquirida no site da ACAB (http://acab.no.sapo.pt) e brevemente estará disponível noutros locais de Mangualde. A edição da obra contou com o apoio do Governo Civil do Distrito de Viseu, da Câmara Municipal de Mangualde, das Juntas de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha, de Chãs de Tavares, de Mangualde, de Moimenta de Maceira Dão e de S. João da Fresta e da Caixa de Crédito Agrícola do Vale do Dão.

A Associação Cultural Azurara da Beira (ACAB)

A ACAB foi fundada em 14 de Abril de 1981, tem por objectivo principal a defesa do ambiente, do património natural e construído, conservação da natureza e promoção da qualidade de vida. Tem editado ou co-editado cerca de uma dezena de títulos sobre a história e o património cultural de Mangualde.

O Autor

O Autor Pedro Pina Nóbrega nasceu a 23 de Janeiro de 1981 em Lisboa, com raízes no concelho de Penalva do Castelo, onde fixou residência, tem-se dedicado ao estudo do Património Cultural dos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo. Licenciou-se em Arqueologia e História, e possui uma especialização em Estudos do Património, aguardando a defesa da dissertação de mestrado na mesma área sobre o concelho de Mangualde. Tem publicado diversos estudos na imprensa local e regional e é autor de um estudo monográfico sobre a freguesia de Alcafache. Membro da ACAB, na qual tem desenvolvido projectos relacionados com a presença romana nos concelhos de Mangualde e com as intervenções arqueológicas do sec. XIX e inícios do sec. XX.

(sublinhados meus)

                                                                                   

In Mangualde Online

                                                 

Parabéns ao Pedro Pina Nóbrega, membro da Assembleia de Freguesia de Real, Penalva do Castelo, eleito nas listas da CDU

                                                                                                             

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Pensamento de 3 de Junho de 2008

    É uma acusação maldosa acusar o PCP de ser um partido ortodoxo. Ortodoxia é imobilidade e cristalização de pensamento, fé em vez de convicção política, incapacidade de reflectir, de analisar objectivamente e de acompanhar criativamente na elaboração teórica as mudanças das realidades objectivas.

                                                                                                                   

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publicado por António Vilarigues às 16:00
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The Road to Guantanamo

Fotografias do filme The Road to Guantanamo (2006)

                                 

Resumo do filme:
In 2001, four Pakistani Britons, Ruhal Ahmed, Asif Iqbal and Shafiq Rasul and another friend, Monir, travel to Pakistan for a wedding and in a urge of idealism, decide to see the situation of war torn Afganistan which is being bombed by the American forces in retaliation for the 9/11 terrorist attacks. Once there, with the loss of Monir in the wartime chaos, they are captured by Northern Alliance fighters. They are then handed them over the American forces who transport them to the prison camps at the Guantanamo Bay base in Cuba. What follows is three years of relentless imprisonment, interrogations and torture to make them submit to blatantly wrong confessions to being terrorists. In the midst of this abuse, the three struggle to keep their spirits up in that face of this grave injustice.

                                  

Written by Kenneth Chisholm (kchishol@rogers.com)
 


                                                                   
Para ver o filme, clique AQUI    

 

Adenda em 16/02/2009 às 14h55m:

 
A versão dobrada em castelhano:

A versão dobrada em francês:

                               

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publicado por António Vilarigues às 12:07
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Colômbia: Notícias do mês de Maio

    Na hiperligação poderá encontrar notícias sobre a realidade colombiana dividida por temas: nacional, internacional, política, direitos humanos, economia, conflito armado, Polo Democrático Alternativo, classe operária, juventude, movimento social, Partido Comunista, teoria e crítica, vida militante, opinião, ciência, arte e literatura, humor e imprensa oficial.

                                                                            

                                                        

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publicado por António Vilarigues às 10:06
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Fábrica de notícias, manipulação de consciências

Texto de José Paulo Gascão

   Sob o título «Relatório da Interpol sobre os computadores de número 2 das FARC exaspera Hugo Chávez», o «Público» do passado dia 17 de Maio (sábado) publicou uma longa notícia, onde afirma que «A Interpol anunciou quinta-feira o resultado da análise aos computadores de Raul Reyes, o segundo comandante das FARC, morto em Março por tropas colombianas no Equador: ninguém corrompeu, garantiu, os dados guardados». Depois do sub-título «Media manipulados?», continua com uma citação de El País anterior ao Relatório da Interpol: «com base em fontes próximas dos investigadores Chávez (…) teria dado armas e dinheiro à guerrilha colombiana…»! O noticiário da RTP seguiu nesta peugada.
Mas o que conclui o relatório, sobre o que verdadeiramente importava?

Conclusões do Relatório [1]

Pese o enorme esforço das conclusões (pag. 8/41 e segs.) em darem margem de manobra ao governo colombiano, o relatório conclui que:


- As autoridades colombianas entregaram como «provas» computadores portáteis (três), discos duros externos (dois), PENs (três), num total 609,6 gigabytes de dados em forma de documentos, imagens e vídeos (conclusão nº 1). No relatório dizem que estes dados correspondem a 39,5 milhões de páginas A4!
- Que as autoridades colombianas acederam a todas as provas instrumentais. (conclusão 2)
- Que as autoridades colombianas especializadas procederam correctamente, de forma a preservar o conteúdo original das provas (conclusão 2.a).
- Que entre as 7:50 horas de dia 1 de Março e as 11:45 do dia 3 de Março, momento em que as provas foram entregues ao Grupo Investigativo de Delitos Informáticos ... (DIJIN) das forças militares colombianas tiveram «acesso aos dados contidos nas citadas provas [e este] não se ajustou aos princípios internacionalmente reconhecidos para o tratamento» destas provas (conclusão 2.b).
- Não encontrou indícios que «se tenham criado, modificado ou suprimido arquivos de utilizador em nenhuma das ditas provas»! (conclusão 3).

                             
Na explicitação das conclusões, páginas 31/41 e segs., afirma-se (por razões de espaço somámos os items de cada prova) que no conjunto das provas, foram:


- «criados» 7.868 arquivos de sistema;
- «abertos» 27.901 arquivos de sistema e de utilizador;
- «modificados» 9.381 arquivos de sistema;
- «suprimidos» 2.905 arquivos de sistema;
- Que entre 7 de Março de 2009 e 16 de Outubro de 2010 (não é gralha, são estas as datas) foram criados 4.244 (quatro mil duzentos e quarenta e quatro) arquivos, dos quais 699 continham música, vídeos e imagens!


Em que ficamos?

O que a Interpol não concluiu e tinha obrigação de se pronunciar

Antes de mais, que as «provas» que lhe foram apresentadas e os documentos nelas contidos eram autênticos ou falsos.
Não se interroga como, depois de um bombardeamento arrasador que destruiu totalmente o acampamento, os 3 computadores (para que queria Reyes 3 computadores na selva equatorial?) ficaram intactos. Alguém no seu perfeito juízo acredita que no pouco tempo que durou o ataque e a aterragem dos helicópteros para recolher os cadáveres, ainda pudessem encontrar no meio dos destroços, 2 discos duros externos e 3 minúsculas PENs em perfeitas condições de utilização?
A INTERPOL tem um longo passado de suspeição e colaboração com regimes ditatoriais (ver AQUI), por isso, entre outros, foram seus presidentes Heydrich, nº 2 das SS nazis, o português Agostinho Lourenço, principal responsável da PIDE, até culminar com Jackie Selebi, obrigado a demitir-se em Fevereiro de 2008, quando se tornou pública a acusação de ter recebido 170 mil dólares para proteger o narcotraficante Glen Aglioti
Ronald K Noble, actual secretário-geral da Interpol, é um fiel funcionário do império. Apesar dos seus 51 anos, já passou pelo Departamento do Tesouro onde criou os seus serviços secretos, foi encarregado da aplicação do bloqueio a Cuba, etc…
Ao contrário do que se pretende fazer crer, a Interpol não é uma polícia internacional e nunca foi isenta. É um organismo de troca de informações, hoje dominado pelos EUA. Por isso foi presidida por um director da PIDE e não da Polícia Judiciária.
A apelo de Uribe à Interpol é feito com a certeza de que esta organização lhe iria dar alguma margem de manobra para continuar a especular sobre os pretensos documentos de Reyes. O Relatório é um repositório de confusões disfarçadas (entre quem e como acederam às «provas» na Colômbia), de promoção da sua «imparcialidade», numa demonstração de má consciência, e de omissões comprometedoras: poderiam aquelas provas ter pertencido a Raul Reyes?

Os media e a Central Mediática do Imperialismo

A escolha da Interpol não é inocente. Era preciso um Relatório que não concluindo o impossível (o governo não mexeu no computador antes de o entregar ao DIJIN) permitisse alguma margem de manobra a Uribe e à elaboração de notícias pelo central imperial de notícias. Depois, os media periféricos como o Público e El País cumprem o papel de divulgar no mercado o produto da fábrica de notícias.
Vivemos um tempo da informação única, onde investigar (ler o Relatório da Interpol) é perder tempo e produtividade. Vivemos um tempo em que «a informação que temos não é a que desejamos. A informação que desejamos não é a que precisamos. A informação que precisamos não está disponível» (John Peers). As «notícias» do Público e a da RTP do dia 17 de Maio, de conteúdo semelhante, são um exemplo mais de que a informação que temos não só não é a que desejamos, como é a elaborada no que podemos chamar a central de elaboração de noticias do Império e depois divulgada, urbi et orbe pelos media periféricos. Tem um pouco de verdade (há um relatório da Interpol) e muito de divulgação do que se quer fazer crer como verdade – «…ninguém corrompeu, garantiu [a Interpol], os dados guardados»!
Como disse Luís Fernando Veríssimo, vivemos um tempo em que «às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data».

(sublinhados meus)


Lisboa, 24 de Maio de 2008


[1] O relatório oficial (em castelhano) está disponível AQUI     
                                          

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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Castendo em...Angola!!!

    O que se recebe pela Internet: Castendo em... Angola!

                    

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publicado por António Vilarigues às 18:29
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Pensamento de 2 de Junho de 2008

    Práticas que exigiam do governo outra atenção e intervenção que impedisse essa descarada e desavergonhada prática [do sector financeiro] que permite privatizarem sempre os ganhos e socializar as despesas e os custos de uma crise que é o resultado das suas actividades especulativas.

                                                                                               

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publicado por António Vilarigues às 16:05
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Pesadelo na Baía de Guantánamo

    Um homem inocente conta, na sua primeira entrevista para a televisão, como foi torturado no Afeganistão e, depois, na Baía de Guantánamo: mantido debaixo de água, com choques eléctricos, pendurado do tecto, etc.

               

                        

  • Ainda (Correia da Fonseca)                              
                                                                              

Ver notícia AQUI

              

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publicado por António Vilarigues às 12:05
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INGNORANTES, MENTIROSOS OU DEMAGOGOS?

    1. «Não há qualquer intuito de aliviar a carga fiscal dos produtos petrolíferos», garantiu Teixeira dos Santos. O ministro da Economia, Manuel Pinho, disse que «é falso» que os impostos sobre os combustíveis em Portugal sejam mais elevados do que a média da União Europeia. José Sócrates pergunta aos jornalistas se «acham bem que quem não tem carro financie a gasolina?» e afirma que «utilizar o dinheiro de todos os portugueses para financiar a gasolina (…) é transferir (o peso do custo da gasolina) do consumidor para o contribuinte.». «Esquecendo» que os custos dos combustíveis utilizados na produção, transformação, armazenamento, transporte e distribuição dos produtos também entram na formação dos preços.

2. Miguel Ganhão, no jornal «Correio da Manhã», informa-nos que os sete elementos da comissão executiva da GalpEnergia ganharam no ano passado 3,3 milhões de euros em salários (remuneração fixa mais uma componente variável). O que significa que em média cada executivo levou para casa 1315 euros brutos por dia. Mas como não contabilizou as viaturas de serviço, os cartões de crédito, as ajudas de custo, a gasolina, os telemóveis, etc., pode-se afirmar, sem receio de enganos, que os 1315 euros por dia foram líquidos.

3. Em Maio de 2008, os preços dos combustíveis em Portugal, quer se inclua ou não impostos, (e ainda não considerando os últimos aumentos) eram superiores aos cobrados na maioria dos países da União Europeia. É isto que afirma e demonstra o economista Eugénio Rosa.

Mas afinal como se formam os preços que nos cobram as petrolíferas em Portugal? A generalidade das empresas calcula os preços dos seus produtos de forma a cobrir os seus custos efectivos e adicionar uma margem de lucro. As petrolíferas não. Elas recolhem os valores dos preços dos produtos refinados (gasolina, gasóleo, etc.) no mercado de Roterdão em cada semana e depois calculam a média em relação a cada produto. É o valor assim obtido para cada um dos produtos que é o preço, sem impostos, a que vendem os combustíveis em Portugal.

Só que como é evidente esse preço de Roterdão incorpora a especulação que se verifica todos os dias no mercado internacional do petróleo. Especulação, determinada pela entrada maciça dos chamados fundos de investimento, cujas aplicações se multiplicaram, como indica Eugénio Rosa, por 30 vezes nos últimos meses. Objectivo? Controlar a oferta, o que estão a conseguir, e assim imporem preços especulativos e, consequentemente, embolsarem gigantescos lucros. O que está a suceder.

 Para se ter uma ideia de como a GALP, e as outras petrolíferas, se estão a aproveitar da situação é necessário ter presente um facto fundamental. Os combustíveis que as petrolíferas vendem em cada dia que passa foram produzidos com petróleo comprado entre dois a dois meses e meio antes. E o custo do petróleo assim adquirido é obviamente inferior ao preço do petróleo que é utilizado pelas petrolíferas para calcular os preços de venda, sem impostos, dos combustíveis que cobram aos portugueses. Os dados oficias da Direcção Geral de Energia aí estão para o confirmar (http://ocastendo.blogs.sapo.pt/279907.html).

Tudo isto se passa com o conhecimento e perante a passividade, para não dizer mesmo a conivência, do governo e da Autoridade da Concorrência.

Nota final: Tenho acompanhado com interesse crescente a intensa actividade de Paulo Teixeira Pinto. Passados mais de cinco meses continuo sem perceber o porquê de ser sido dado como «inapto para trabalhar» por uma junta médica. E estar por isso a receber de reforma 35 mil euros mês. Agradeço aos leitores que me esclareçam se esta falta de compreensão é só minha.

 

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                       

In jornal «Público» - Edição de 28 de Maio de 2008

                                                              

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Domingo, 1 de Junho de 2008

Encontro Nacional sobre Educação

    No Encontro Nacional do PCPPor uma Escola Pública de qualidade e gratuita ao serviço  do País e dos portugueses”, Jerónimo de Sousa afirmou que a crescente mercantilização da educação é uma realidade que não se pode dissociar das políticas neoliberais que têm vindo a ser implementadas no país, num quadro mais geral de subordinação do poder político ao poder económico.

              

Ler Texto Integral

                              

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publicado por António Vilarigues às 18:37
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