Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Para alguns não há tempo nem espaço

    Como aqui fomos escrevendo em outras «Conversas da treta», a comunicação social nos nossos dias reproduz como nunca a ideologia dominante. Seja na TV, na rádio ou nos jornais. Como negócio rege-se pelas leis do lucro. As audiências, ou as tiragens, com as consequentes receitas da publicidade, determinam, em última análise, os seus conteúdos essenciais. Os traços dominantes do que é difundido, ainda que com diferentes matizes, são comuns a públicos e privados. Mas também o que não se noticia. O que se silencia é, na maior parte das vezes, tão ou mais importante do que o que se publica. Para «alguns» a comunicação social dominante não tem tempo, nem espaço.

A «Festa da Alegria» em Braga foi o maior acontecimento político-partidário do fim-de-semana. Nela participaram muitos milhares de pessoas, que estiveram lá e viram É uma realidade indesmentível. Qualquer que seja o critério jornalístico. Goste-se ou não do PCP. Por mais que isso custe a quem não gosta. O facto de os média dominantes terem ignorado esse acontecimento é bem elucidativo do conceito de informar que neles vigora.

Nas televisões foi o que se viu: nenhum dos canais mostrou uma imagem dos milhares de pessoas que participaram na Festa e assistiram ao comício com o secretário-geral do PCP. Do discurso de Jerónimo de Sousa nada disseram. E no final, fizeram-lhe umas perguntas sobre questões que nada tinham a ver com a sua intervenção.

Nos jornais, foi ainda pior, se é que é possível. No «Jornal de Notícias», no «Público» e no «Correio da Manhã», nem uma linha. No «Diário de Notícias» uma linha.

Como é em vão que na comunicação social dita de referência procuramos notícias sobre o facto do Presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, enfrentar uma crise política grave. Com efeito sessenta parlamentares da sua base de apoio estão incriminados num escândalo de corrupção, ligações com o narcotráfico e os paramilitares. Tem um primo e conselheiro político, Mário Uribe, preso pelos mesmos motivos. O Supremo Tribunal contesta a legalidade de sua reeleição em 2006, obtida mediante a compra de votos confirmado pela confissão da ex-parlamentar Ydis Medina.

Ou notícias a informarem que a Colômbia é campeã do mundo em assassinatos de sindicalistas e de jornalistas: mais de metade dos sindicalistas assassinados em todo o mundo. Que mais de 11.200 colombianos foram assassinados desde que Uribe foi «eleito» (não inclui os mortos em combate entre as guerrilhas e as Forças Armadas). Que o número de desaparecidos ronda os 30 mil. São homens e mulheres, novos e velhos, com nome. Mas não são mediáticos. Não podem aparecer nas televisões e nos jornais. Jazem sob sete palmos de terra.

Como Guillermo Rivera Fúquene, marido e pai, comunista e membro do Polo Democrático Alternativo que governa o município de Bogotá. Presidente do Sindicato dos funcionários da autarquia da capital do país. Foi visto pela última vez no dia 22 de Abril, às 6.30 da manhã, numa rua do bairro «El Tunal» onde tinha ido levar a filha à escola. Uma testemunha e câmaras de vídeo instaladas no local atestam que foi abordado por um grupo de agentes policiais e foi forçado a entrar num carro da Polícia Metropolitana. Assassinado a 23 de Abril depois ter sido selvaticamente torturado. A 24 o seu corpo pareceu numa lixeira situada a 100 km da capital. Sepultado a 28 de Abril como «desconhecido». O corpo só foi identificado e entregue à sua esposa, Sónia Betancour, a 15 de Julho. Foi o 24º dirigente sindical colombiano assassinado em 2008. O leitor viu, ouviu, ou leu algo sobre o assunto?

Nota solta: Toda a história está contada aqui:

                                                                                     

Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação

                                                                
In "Jornal do Centro" - Edição de 25 de Julho de 2008

                                                                               

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Terça-feira, 29 de Julho de 2008

CDU em Real - Formação sobre Orçamento Participativo

    No âmbito do Projecto "Orçamento Participativo em Portugal" estão a decorrer em vários pontos do país dois tipos de acções de formação sobre esta temática: as Formações Regionais e os Workshops regionais.

O nosso Grupo reconhecendo a importância da metodologia do "Orçamento participativo", fortemente alicerçada na participação da população e na vontade politica de que esta participe, decidiu participar nestas acções de formação.

Assim, deslocou-se até Aveiro no inícios de Maio para participar no Workshop regional. Esta acção teve como objectivo apoiar a definição de modelos de orçamento participativo. Foram trabalhadas as diferentes dimensões deste tipo de processos, permitindo reflectir sobre o modelo melhor a aplicar em cada caso.

Nos inícios de Junho deslocou-se a Lisboa onde participou na Formação Regional de Lisboa. Possibilitou reflexões e debates colectivos, envolvendo um enriquecedor encontro entre especialistas sobre o tema da participação, professores universitários, cidadãos e cidadãs, técnicos e funcionários de autarquias e representantes políticos de Câmaras e Juntas de Freguesia de diferentes locais, colocando no centro das discussões os limites, desafios e os avanços dos Orçamentos Participativos , principalmente através das experiências narradas sobre os casos de Portugal e algumas da vizinha Espanha. Outro aspecto importante foi a garantia de um espaço para as Juntas de Freguesias terem a oportunidade de levantar questões de carácter administrativo e político que são enfrentadas nas relações com os Municípios, nos trâmites que envolvem a execução de despesas e as suas limitações orçamentais, sem abandonar a possibilidade de adoptar o orçamento participativo como forma de inovação democrática.

Os vídeos desta Formação regional poderão ser visualizados aqui.

                    

           

In CDU em Real
                         

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Pensamento de 29 de Julho de 2008

   Afastaram-se [do ideal comunista] no que respeita à questão central do poder e do seu exercício, substituindo-se o poder dos trabalhadores, o poder popular, por um poder fortemente centralizado cada vez mais distante das aspirações, participação, intervenção e vontade do povo.

                                                                                     

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Amália Rodrigues canta David Mourão-Ferreira / Alain Oulman - Abandono

                                                 

Abandono

(Este fado ficou conhecido como Fado Peniche)   

                                                                             

Por teu livre pensamento

 

Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento
E apenas ouves o mar

Levaram-te a meio da noite
A treva tudo cobria
Foi de noite numa noite
De todas a mais sombria
Foi de noite, foi de noite
E nunca mais se fez dia.

Ai! Dessa noite o veneno
Persiste em me envenenar
Oiço apenas o silêncio
Que ficou em teu lugar
E ao menos ouves o vento
E ao menos ouves o mar.
                                       

David Mourão-Ferreira / Alain Oulman e AQUI

                                                                

                                                                                                                

                                                                             

Referências ao Forte de Peniche:

                                            

                         

Para ver e ouvir Amália Rodrigues a cantar «Abandono» de David Mourão-Ferreira e Alain Oulman clicar AQUI e AQUI (e no blogue Porto Croft)

                                 

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publicado por António Vilarigues às 12:19
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As origens americanas da ideologia nazi

Texto de Domenico Losurdo

Neste estudo [referido por Miguel Urbano Rodrigues] o autor, Domenico Losurdo, debruça-se sobre as raízes do nazismo nos EUA.

A última guerra contra o Iraque foi acompanhada por um singular fenómeno ideológico: a tentativa de silenciar o movimento de protesto que então se desenvolveu, e que teve uma amplitude sem precedentes, lançando contra ele a acusação de antiamericanismo. E isso, mais do que uma atitude política enganadora, foi e continua a ser desenhado, na previsão de novas guerras que se apresentam no horizonte, como uma epidemia, como um sintoma de pouca adaptação à modernidade e de orelhas moucas ás razões da democracia. Essa epidemia – diz-se – é comum a antiamericanos de esquerda e de direita, e caracteriza as piores páginas da história europeia. Portanto – concluiu-se – criticar Washington e a guerra preventiva não promete nada de bom. Tem algum fundamento histórico esta tese?

Na realidade os bolcheviques sentem-se muito atraídos pela América do melting pot e do self made man. Contrariamente, outros aspectos são aos seus olhos decididamente repugnantes. Em 1924, Correpondace Internationale (versão francesa do órgão da Internacional Comunista) publica o artigo de um jovem indochinês de passagem pelos EUA, que ao mesmo tempo que admira a revolução americana, sente horror pela prática de linchamento que no sul atinge os negros. Um destes espectáculos de massas é assim descrito:

«O negro é posto a cozer, assado na brasa, queimado. Mas ele merece morrer duas vezes em vez de uma só. Por isso é cortado, ou mais correctamente, corta-se o que resta do seu cadáver…

Quando toda a gente esta satisfeita, o cadáver é baixado.

A corda é cortada em pequenos pedaços que são vendidos entre três e cinco dólares cada um».

 

Ler Texto Integral

 

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

CDU Real-Continuamos a trabalhar no livro sobre a história e património da freguesia

   Feito nas horas vagas, nem sempre tem sido possível avançar como desejamos. Queremos que ele esteja pronto ainda este ano!

Além da escrita final, estamos à procura de patrocinadores da edição da obra, pois a Junta de Freguesia não quis editar o livro. Apenas disponibilizou 750€, em troca de 50 exemplares da obra e com a condição de não vir mencionada a CDU no livro!!!

Este nosso trabalho, não tem fins políticos, nem eleitoralistas. É apenas fruto do conhecimento que o nosso Grupo tem e que quer partilhar com toda a população de Real.

E muito menos fins comerciais, pois o livro, se o conseguirmos editar, vai ser distribuído gratuitamente à população!

Se não conseguirmos editar o livro, todo o trabalho feito estará disponível na Internet!

                                     

                                                       

In CDU em Real

                     
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publicado por António Vilarigues às 17:59
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Pensamento de 28 de Julho de 2008

   É neste contexto que enquadramos e avaliamos a política educativa que tem vindo a ser desenvolvida nestes últimos três anos pelo governo PS, sendo que o resultado dessa avaliação aponta para a responsabilização do Governo do PS, não apenas por ter prolongado a agravado a crise que se vem vivendo há muito no sistema educativo, mas também pelo facto de ser ele o protagonista da maior e mais agressiva ofensiva contra a escola pública nos últimos 30 anos.

                                                                                    

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publicado por António Vilarigues às 16:02
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Federico Garcia Lorca - La casada infiel

                               

        La casada infiel

A Lydia Cabrera y a su negrita

                                          

Y que yo me la llevé al río
creyendo que era mozuela,
pero tenía marido.
Fue la noche de Santiago
y casi por compromiso.
Se apagaron los faroles
y se encendieron los grillos.
En las últimas esquinas
toqué sus pechos dormidos,
y se me abrieron de pronto
como ramos de jacintos.
El almidón de su enagua
me sonaba en el oído,
como una pieza de seda
rasgada por diez cuchillos.
Sin luz de plata en sus copas
los árboles han crecido
y un horizonte de perros
ladra muy lejos del río.


*


Pasadas las zarzamoras,
los juncos y los espinos,
bajo su mata de pelo
hice un hoyo sobre el limo.
Yo me quité la corbata.
Ella se quitó el vestido.
Yo el cinturón con revólver.
Ella sus cuatro corpiños.
Ni nardos ni caracolas
tienen el cutis tan fino,
ni los cristales con luna
relumbran con ese brillo.
Sus muslos se me escapaban
como peces sorprendidos,
la mitad llenos de lumbre,
la mitad llenos de frío.
Aquella noche corrí
el mejor de los caminos,
montado en potra de nácar
sin bridas y sin estribos.
No quiero decir, por hombre,
las cosas que ella me dijo.
La luz del entendimiento
me hace ser muy comedido.
Sucia de besos y arena
yo me la llevé del río.
Con el aire se batían
las espadas de los lirios.

Me porté como quién soy.
Como un gitano legítimo.
La regalé un costurero
grande, de raso pajizo,
y no quise enamorarme
porque teniendo marido
me dijo que era mozuela
cuando la llevaba al río.

                                  

Federico Garcia Lorca

                                      

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publicado por António Vilarigues às 12:05
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As armas nucleares em boas mãos

    1. Assistimos ao triunfo da teoria maoista das “armas em boas mãos”. Ao nível das relações internacionais, a Administração Bush parece ter ido desenterrar esta velharia ideológica aos manuais da contra-informação da CIA e quejandos. Com efeito desenrola-se perante os nossos olhos uma tremenda manipulação e ainda maior mistificação em torno da questão do armamento nuclear. Tudo se passa como se uns pudessem ter e outros não. Quem decide? As administrações americanas, pois claro.

As mesmas administrações que em todos e cada um dos conflitos em que os EUA se envolveram nos últimos 106 anos mentiram. Quer à opinião pública mundial, quer ao seu próprio povo. Para quem tenha dúvidas aconselho a visita a dois sites: AQUI e AQUI. Que foram as únicas que até hoje recorreram ao lançamento de bombas atómicas, em Hiroshima e Nagasaki. Com falsos argumentos (ver os sites citados). Com dois tipos diferentes de bombas. O que prova que se pretendia fazer uma «experiência» sobre os seus diferentes efeitos. Que não tiveram pejo em as experimentar em cidadãos do seu próprio país. Os pedidos de desculpas (Bill Clinton), passados dezenas de anos sobre os acontecimentos, cheiram a hipócritas e não anulam o crime duplamente horroroso porque perpetrado contra concidadãos.

Sejamos claros. Armas nucleares têm-nas, em enormes quantidades, a China, a França, a Inglaterra, a Rússia e os próprios EUA (o maior arsenal de todos). São igualmente detentores deste tipo de armamento de destruição maciça Israel, a Índia e o Paquistão. Como se sabe, o regime político do Paquistão não prima propriamente pela democracia e pelo respeito dos direitos humanos. Foi, por exemplo, o responsável número um pela implantação do regime dos talibans no vizinho Afeganistão. Mas pode ter armas e mísseis de longo alcance.

Tal como Israel as desenvolve e possui há mais de 50 anos. Um Estado que se reclama de origem divina. Que ao arrepio das decisões da ONU tem hoje uma fronteira radicalmente diferente da aprovada em 1947, um território muito superior ao acordado, colonatos mantidos em territórios ocupados, uma assumida política de terrorismo de Estado. Um estado onde foram primeiro-ministro - Menahem Begin, Itzhak Shamir e Ariel Sharon –  três responsáveis confessos pelo massacre de palestinos.

No entanto só o Irão parece perturbar a Administração Bush (e não só…). É que, está visto, para Bush e seus acólitos há armas em “boas” mãos e armas em “más” mãos.

2. Eu, e os meus advogados, e o Ministro, e o Secretário de Estado, e serviços vários do Ministério das Finanças (MF), todos temos em nosso poder recibos relativos ao pagamento atempado de impostos de 1997 e de 1998. Mais as cópias dos cheques. Mais outros documentos pertinentes.

Todos temos igualmente em nosso poder documentos dos serviços do MF onde constam, preto no branco, todas as verbas que me foram cobradas coercivamente meia dúzia de anos mais tarde. Neles estão incluídas as verbas citadas em cima. 

Fácil é de constatar, porque clara e inequivocamente documentado, que houve impostos que foram pagos DUAS vezes. Na altura própria voluntariamente. E anos depois coercivamente nos acertos do IRS e por penhora da conta bancária.

Face a esta realidade seria de esperar que os serviços do MF me devolvessem o dinheiro (mais os respectivos juros) que receberam em duplicado. Puro engano! No passado dia 18, e perante a minha reclamação para o Ministro da tutela, fui informado de que «(…) já foram prestados todos os esclarecimentos, facto esse que determina que esta Direcção de Finanças considere concluído o processo em análise.» Já não estamos perante um possível engano. Entramos no domínio da postura de recusa de admissão do erro, mesmo quando as evidências são irrefutáveis.
                                                                                    
Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação
                                                                                  

In jornal "Público" - Edição de 25 de Julho de 2008

                          

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publicado por António Vilarigues às 00:06
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Domingo, 27 de Julho de 2008

Pensamento de 27 de Julho de 2008

   Em segundo lugar, o que fracassou não foi o ideal comunista, mas um “modelo” de sociedade que em aspectos fundamentais se afastou de tal ideal. Não foram apenas “erros humanos”, embora também o tenha havido, mas uma concepção, uma prática política e um exercício do poder que de facto se afastaram do ideal comunista.

                                                            

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publicado por António Vilarigues às 16:12
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