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O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

O CASTENDO

TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE»

Pensamento de 27 de Novembro de 2008

   No que se refere às causas da crise, querem resumi-la ao rebentamento da bolha do crédito imobiliário nos Estados Unidos e à simplista e mistificadora explicação que remete a origem de todos os males para o deficiente funcionamento da regulação e para os comportamentos eticamente irresponsáveis de uma minoria instalada algures nos principais centros da actividade especulativa financeira.

                                                          

Jerónimo de Sousa

                   

Onde está o dinheiro?

ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

 

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Eu vou procurar
E hei de encontrar
E com o dinheiro na mão
Eu compro um vagão
Eu compro a nação
Eu compro até seu coração

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

No norte não está
No sul estará
Tem gente que sabe e não diz
Está tudo por um triz
E aí está o "X"
E não se pode ser feliz

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu?
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Eu vou procurar
E hei de encontrar
E com o dinheiro na mão
Eu compro um vagão
Eu compro a nação
Eu compro até seu coração

 

Composição: Paulo Barbosa, Francisco Mattoso e José Maria de Abreu
Interpretação:
Gal Costa

 

 

etc., etc., etc.
 

Para ouvir a música: ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

 

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                                  

Notícias AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI

 

Adenda em 19/01/2009 às 18h50m:

Forças Armadas - O fim do Serviço Militar Obrigatório

Texto de Daniel Azevedo

      As Forças Armadas Portuguesas (FFAA) foram tendo diferentes formas de organização e diferentes objectivos ao longo dos anos. A Constituição da República Portuguesa diz-nos que «A defesa nacional tem por objectivos garantir, no respeito da ordem constitucional, das instituições democráticas e das convenções internacionais, a independência nacional, a integridade do território e a liberdade e a segurança das populações contra qualquer agressão ou ameaça externas

À semelhança das Forças Armadas, o Serviço Militar Obrigatório (SMO), que existia desde o século XIX, foi sofrendo alterações, umas que acompanharam naturalmente a mudança da sociedade, outras no sentido de acabar com o SMO. 

O fim do SMO corresponde, entre outras, à alteração – inconstitucional, diga-se – do papel que os sucessivos governos tiveram a pretensão de atribuir às Forças Armadas na sociedade – um papel de agressão a outros povos.

     

Ler Texto Integral

          

Pensamento de 26 de Novembro de 2008

    O PS meteu o socialismo na gaveta. E o PSD nem sequer o meteu na gaveta porque muito simplesmente o rasgou desde a primeira hora.

                                                      

Álvaro Cunhal

              

The Quiet American

    The Quiet American (2002) um filme de Phillip Noyce baseado num romance de Graham Greene.

                              

 

«Sooner or later, Mr. Fowler, one has to take sides, if one is to remain human.»

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge  
                                         

Leitura Obrigatória (CXIV)

    O Abalo do Poder (Jaime Serra)

Neste livro o autor passa em revista os principais acontecimentos deste período tão rico e conturbado do nosso passado recente, opondo-se, com factos e argumentos, às tentativas de deturpação da verdade histórica, hoje tão em voga.

           

In Edições «Avante!»

             

Pensamento de 25 de Novembro de 2008

   Múltiplas operações de disfarce estão hoje em curso nos planos nacional e internacional procurando, por um lado ocultar os verdadeiros responsáveis pela crise e as suas verdadeiras causas, a interiorização e aceitação passiva pelas massas e sua inevitável participação no pagamento dos seus custos e dar uma nova legitimidade não apenas ao sistema sob a fórmula da criação de um novo e falso paradigma refundador, mas às próprias políticas que alimentaram a especulação e a exploração desenfreadas e que estão na origem da extraordinária amplitude que a crise assumiu e que no caso português conduziu o país à estagnação crónica da economia e à regressão social.

                                                          

Jerónimo de Sousa

                    

Notícias AQUI

                 

Banco Privado Português (BPP) pede aval ao Estado de 750 milhões de euros

    A notícia foi há dias conhecida, o Banco Privado Português no seguimento da aprovação da Lei nº 60-A/2008 de 20 de Outubro, que estabelece a possibilidade de concessão extraordinária de garantias pessoais pelo Estado até ao final de 2009, no montante de 20 mil milhões de euros, solicitou uma garantia do Estado para obter um empréstimo de 750 milhões de euros. 

Mas quem é o Banco Privado Português?

O BPP é um Banco de Investimento, especializado na gestão de fortunas, com clientes com um saldo médio de contas de 1 milhão de euros,  que geria no final de 2007 activos no montante 2 mil milhões de euros, que teve em 2007 lucros de 24,4 milhões de euros (+ 34,2% do que em 2006) e que distribuiu pelos seus accionistas neste ano 12,2 milhões de euros de dividendos. Só nos últimos 5 anos esta distribuição de dividendos somou os 32,1 milhões de euros.

Entre os seus principais accionistas estão Francisco Pinto Balsemão, Stefano Savioti e a Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento.

Na Presidência da Assembleia-Geral está o inefável José Miguel Júdice e no Conselho Consultivo presidido por Francisco Pinto Balsemão estão nomes conhecidos como, Stefano Savioti, António Pires de Lima, João de Deus Pinheiro, Braga de Macedo e Maria José Nogueira Pinto

É este Banco, cuja utilidade para o comum dos cidadãos é nula, que tem como objecto a gestão de fortunas, que vem agora pedir o aval do Estado para obter um empréstimo de 750 milhões de euros e que pasme-se se enquadra no âmbito da legislação que o Governo aprovou no mês passado de apoio ao sistema financeiro nacional.

A verificar-se a concessão de qualquer garantia do Estado a este Banco estaremos perante a suprema hipocrisia que admite que o Estado apoie um Banco de gestão de fortunas e ao mesmo tempo feche os olhos ao encerramento de empresas de que dependem milhares e milhares de trabalhadores, entre as quais valerá a pena lembrar estão recentemente as Minas de Aljustrel.

É inacreditável!

(sublinhados meus)


J. A. L.

21 de Novembro de 2008
 

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